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MensagemEstados Unidos [#180365] por Madeleine Wolters » 01 Out 2017, 20:39

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Madeleine Wolters
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Re: Brighton, East Sussex, UK

MensagemFranca [#180369] por Isabelly Blanch » 01 Out 2017, 23:25

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Laurent D'Aramitz - Setimanista - Monitor-chefe da Mélusine


‒ Laurent? Você ainda não acordou?! ‒ Só existe uma coisa pior que o despertador tocando logo de manhã cedo: sua irmã mais nova que acabou de voltar de um passeio gritando pra você sair debaixo das cobertas. De fato, Laurent tinha um longo histórico de momentos como aquele para comprovar que sim, sua irmã era mil vezes mais eficiente que qualquer barulho da terra. ‒ Eeei, Mimi. Isso não foi legal, ok? ‒ Suspirou, sentindo o cansaço aos poucos evaporar de seu corpo, bem consciente há vários minutos apesar do que a irmã pensava. Precisou esfregar os olhos e pegar os óculos, sorrindo de leve quando deu de cara com a face ‘braba’ de Magnolia. Aos sete anos, sua irmãzinha era uma menina muito esperta que sempre se irritava com o apelido, usado em momentos especiais como quando A) ela roubava suas coisas e B) ela tentava fazê-lo levantar de uma cama muito confortável de um dos melhores hotéis da cidade. Na verdade, apesar de saber que teria um ótimo dia pela frente, tinha também a certeza de que só começaria dali a uma hora, e só por isso desejava ficar deitado por mais tempo.

‒ Já disse, Law! Não. é. pra. chamar. de. Mimi! ‒ E soltou o cachorro. Literalmente, se você mudasse para ‘a cachorra’. A próxima coisa que Laurent sabia era que não podia rir porque uma cachorrinha, Casey, tentava lamber tudo que tinha pela frente: no caso, seus óculos, seu rosto, seu cabelo, seu pescoço. ‒ Golpe baixo! ‒ Gritou, continuando a gargalhar, pegando a pequenina pelo colo, deixando que ela o lambesse só mais um pouquinho antes de beijar o topo de sua cabeça, bem onde os fios brancos transformavam-se em cinza claro. ‒ Ela te tratou bem, não foi, Casey? Mimi não te machucou igual ela faz comigo toda vez que eu a irrito, certo? ‒ Perguntou, fingindo toda a seriedade do mundo, até a irmãzinha aparecer por trás com o que deveria ser um estojo, batendo em sua cabeça. ‒ Eu não sou agressiva! Você que acha… ‒ E mostrou uma careta, antes de roubar a cadelinha outra vez. ‒ Ok, minha irmã é um mini demônio… ‒ Suspirou, com uma fase desolada, olhando para tudo menos a pequena.

‒ Não sou n-! ‒ Ela tentou, mas foi atacada por um Laurent semi-nu, com os óculos sujos de baba de cachorro, o cabelo completamente despenteado e a barba por fazer. Esse mesmo mélusino pegou-a por trás, colocou-a em seu colo e começou a beijar todas as partes do rosto que conseguia. Um fato sobre sua irmã: Ela odiava abraços e beijos. Pelo menos, era o que dizia. ‒ Larga! Me larga! Para, Laurent! Agora! Paaaaaaaaaaaaaaara! ‒ Isso só fez com que o menino gargalhasse mais, terminando por abraçá-la apertado, sim, mas com gentileza. Nesse meio tempo Casey fazia a festa, pulando nos dois, mas ele não se importava com os arranhões. Estava era feliz em ter a irmã ali, apesar da parte de levantar por causa dela. ‒ Só se você dizer que me ama… se não, passo pras cócegas. ‒ Ameaçou, uma das sobrancelhas arqueadas, observando-a com cuidado. Assim como o não que escapou. ‒ Ah, é? Então tá bom…! ‒ E começou um ataque, divertindo-se até demais, até que ela levantou a bandeira branca. ‒ Tá bom! Tá bom! Para! Eu… eu te amo! Viu? Saiu! Amo muito! ‒ E, finalmente, foi ao chão, depois e levar outro beijo babado do irmão.

‒ Eu sei que sim. Você é um amor. ‒ Brincou, bagunçando o cabelo dela, assim que a pôs no chão. É claro que reclamou. Depois disso, fez questão de ajeitar as cobertas, algumas que foram ao chão, e em seguida caminhou até a cachorrinha, a mesma que desistiu dos dois e passou a correr por aí. ‒ Joga a coleira. ‒ Pediu, pegando-a no ar em seguida, prendendo a pequena outra vez. Sabia que Mimi sairia com ela a qualquer instante, o que era um alívio, porque precisava se arrumar, fazer a barba, ver se dava um jeito no cabelo, tirava a cara de sono… aquele seria um dia importante, oras. Sua namorada estava vindo, e fazia duas semanas que não se viam! Tudo bem que ela nunca se importou muito que ele estivesse arrumado, mas queria agradá-la. Esse pensamento, aliás, fez surgir um sorriso bem sonhador em sua face. ‒ Eca! Tira esse sorriso! Não é por minha causa, é? ‒ Perguntou uma Magnolia horrorizada, tirando-o dos sonhos e trazendo de volta as risadas. ‒ Não, Mimi, não é. ‒ Retrucou, ainda gargalhando. ‒ Vem, vou te ajudar… ‒ E seguiu até ela, puxando algumas xuxinhas.

Um fato sobre Laurent: Ele sempre foi bom em ajeitar o cabelo da irmãzinha. Vai saber como, só era. E Magnolia deixava, mesmo odiando os apelidos. Fato era, terminaram em um pouco, então o mais velho ajudou-a no que era necessário e a viu sair, junto de Casey. Agora, sim, estava sozinho, e pronto para se arrumar. Podia usar a varinha agora, era um adulto!, coisa que se aproveitou para dar um jeito no quarto. O resto é que seria difícil… Suspirou, vendo-se no espelho, retirando os óculos e jogando um feitiço para arrumá-lo, então os colocando outra vez. Não tinha olheiras, ainda bem, só precisava cuidar dos fios no rosto. E tomar um banho. É, tomar um banho seria ótimo. Então, seguiu a vida, preparando-se para a chegada de Isla.

***


"Din-don!" Levou, exatamente, vinte segundos para Laurent processar aquele barulho. Isto é, aconteceu de novo, e de novo, e mais uma vez. O que podia fazer? Estava no banho. "Mas o quê...?" Arqueou uma das sobrancelhas, já pronto para terminar de ensaboar o corpo, percebendo que teria de deixar pra próxima. Estava sozinho ali, não tinha ninguém para abrir a porta e a pessoa estava sendo insistente. "Não pode ser minha irmã, pode?" Fechou o chuveiro, curioso, lembrando-se de quando ela saiu, com o cartão, sim. Então... quem era? Todo mundo no hotél tinha acesso com aquilo que chamavam de chave mestra (cartão mestre?). ‒ Já vou! ‒ Gritou, puxando a toalha na mesma hora, arrumando-se da maneira que deu e a colocando sobre o corpo. Podia pelo menos atender e, se fosse algo muito urgente, voltaria atrás para mudar de roupa. ‒ Espera um pouco! ‒ Pediu, jogando a varinha para dentro de uma gaveta, finalmente seguindo até a porta.

‒ Isla?! ‒ É claro que parou. Primeiro, para respirar, depois, para certificar-se que era real e, em seguida, para admirar a visão a sua frente. Como ela chegou ali? Quando? Tinham combinado dali a meia hora... e no saguão. Não que ele fosse reclamar, mas. ‒ O quê...? ‒ Sorriu, um pouco envergonhado, sentindo as bochechas queimarem sob o olhar da mais nova. Não que fosse incomum, ou desconcertante, mas ele nunca conseguiu controlar aquela parte de suas reações, muito menos outra em específico. ‒ Também acho. ‒ Retrucou, puxando-a para dentro assim que os pensamentos normalizaram. Não demorou a levá-la para o colchão próximo, nem a tirar a toalha, muito menos a beijá-la e explorar seu corpo, com e sem vestes. Na verdade, era algo que ele desejava fazer há muito tempo, vide as saudades, e apesar do susto não tinha a menor intenção em esperar. ‒ Bom te ver. ‒ Sussurrou, contendo um suspiro, antes de concentrar-se em coisas melhores: beijar sua nuca, por exemplo, e tudo que vinha abaixo.

***


‒ Oi. ‒ Arfou, a voz um tanto rouca, o peito subindo e descendo num ritmo que assustaria alguns. Ainda assim, nada continha o sorriso em seu rosto, resultado óbvio da proximidade com a brigitiana. ‒ Senti saudades. ‒ Deixou os dedos penderem em seu rosto, acariciando-a. Por piegas que fosse, ele sentia falta de diversas coisas quando estava longe de Isla: das brincadeiras, piadas, gozações, da honestidade. Mas uma das coisas que mais sentia saudades era aquela proximidade. Talvez porque nunca teve aquela proximidade com alguém, talvez porque via-se como uma pessoa completamente destutída de qualquer máscara quando ela estava por perto... fato era que sentia falta.


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Pretendo mudar a estética. Adorei postar com ele <3 e desculpa não ter chegado a praia aushuashuashua Laurent se empolgou com o hotel .saf1
Editado pela última vez por Isabelly Blanch em 06 Out 2017, 01:02, em um total de 7 vezes.
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Re: Brighton, East Sussex, UK

MensagemEstados Unidos [#180424] por Madeleine Wolters » 03 Out 2017, 16:22

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Isla Breathnach - 17 anos - Monitora-Chefe da Brigit


Nem todos têm chances ou oportunidades de ser livre. Parece uma coisa tão besta, imaginar que existam pessoas que são trancadas, escondidas e até mesmo perdidas no meio do mundo. Como ainda havia tanto retrocesso no universo? Além do mais: como Brigit permitia que uma de suas filhas sofressem com algo similar? Maddie jamais assumiria que o primeiro mês de férias, que ela sumiu, foi porque os pais decidiram puní-la por ter entrado no Tribruxo, permitido realizar poderes de fogo, e extrema exposição. Para mim, minha querida amiga ganhou e tudo estava errado quando aqueles dois não duelaram, de fato. Sorte que Laurent estava por perto ou eu tinha descido e feito aqueles que se achavam “campeões” duelarem de verdade. Aquilo foi uma vergonha e, agora, Maddie sofria as consequências de tudo isso! Não era justo! - Tem certeza que não quer ir para a praia aqui na Inglaterra? - Questionei a menina, que parecia estranhamente abatida, cheia de olheiras e uma fraqueza do brilho no olhar, enquanto conversávamos pelo espelho de duas faces. Sentia a preocupação tomar meu corpo, percebendo que se fosse possível, teria ela em meus braços, cuidando com carinho.

Com um sorriso, ela me dispensou, dizendo que havia recebido uma carta e estava indo viajar para a França, para resolver algumas coisas. Sorri, vendo um lampejo de felicidade em seus lábios - Espero que lá fique tudo bem. Promete falar comigo todos os dias? Não vou te desapontar com as novidades da Inglaterra! - Pisquei para ela, ainda em meu maravilhoso sotaque irlandês que, normalmente, ela se incomodava. Mas desta vez a americana parecia não estar se importando demais com isso, sendo que somente comentou sobre meu colar, com o símbolo da Brigit - Gostou? Fiz um para você esse ano também. Não tem nada mágico, é só para nos lembrarmos de que é nosso último ano letivo e precisamos acabar com todos! - A sua risada, alegre e tão viva, acalentou meu coração com um calor que eu só sabia entender perto dela. Tinha certeza de que ela ficaria bem, com certeza ficaria! - Além do mais, temos que ganhar a taça das casas esse ano! Será impossível lutar contra nós. Você é incrível, lembre disso e... - Olhei para o relógio da mesa de casa, calculando quantas horas faltavam para o que eu faria no dia, ouvindo Maddie comentar algo quase safado sobre minha pessoa - Ainda não - Quase vermelha, porém depois de tantas conversas com a mesma, falar sobre isso e ficar envergonhada não combinavam.

A boa conversa logo se acabou comigo acreditando que ficaria tudo bem, mesmo ainda não sabendo os planos misteriosos da Wolters. Segui para o meu quarto, agradecendo que todos estavam trabalhando ou fazendo alguma coisa na marcenaria, dando espaço para que tivesse meu tempo no banheiro. Não me sentia confortável sozinha, mas quando se tratava daquele lugar específico já citado, é algo extremamente apreciado. Não me demorei demais no banho, troca de roupa e então, preparar-me para a diversão do dia, desde que havia conseguido minha licença: aparatar. Nem sequer reparei que estava um tico adiantada, muito menos que talvez precisasse levantar o preguiçoso de sua cama, mas não me importava. O amor era algo engraçado, um tanto quanto esquisito, mostrando a todos que mesmo que seja uma popular, poderia conviver com alguém tão cheio de emoções e sentimentos como Laurent - Pronta? - Olhei para o espelho, certificando-me de que o shorts não era curto demais para que fosse barrada por meus pais antes de sair e atrasando-me boas horas. Tudo no lugar, incluindo eu mesma entre a plantação de trigo alaranjado (ótimo para os bolinhos estelares da Madame Puddifoot), e logo aquela dorzinha tão gostosa no umbigo apareceu.

Laurent era estranho. Alguns de nossos amigos, incluindo Maddie, no início, não curtiram o relacionamento. Primeiro, pelo fato de ser Melusino, já havia perdido mil pontos. Não gostar de quadribol da mesma forma que a gente, como também não ser extremamente sociável ia contra ele. Mas, pelo contrário, achavam que era o seu charme. Sua timidez me permitia ver coisas que as outras pessoas deixavam de lado: seu desejo de ajudar uns aos outros; suas questões existenciais que não fazem sentido, mas o prendem por horas; e suas estranhas meias coloridas. Seus cabelos desgrenhados, óculos fundos de garrafa e uma quantidade absurda de roupas tão hippies quanto as minhas, davam a ele o ar perfeito de mistério. Seus interesses musicais eram tão ecléticos quanto os meus, mas com certeza sua incapacidade em lidar com a argila me fazia deixa-lo longe de meu ateliê. Ou pelo menos dos meus produtos quase finalizados, pois precisam de magia e, às vezes, alguém pode tirá-la ou tomar para si. Ao mesmo tempo, estar longe dele era uma divertida tormenta, já que eu vivi sem ele por anos e agora querer estar ao seu lado constantemente parecia ser um contraste em tanto.

Segurei firme o saquinho de cookies que havia cozinhado para ele (menta com macadâmia – só produtos orgânicos), senti meus pés tocarem o chão de uma viela que havia mentalizado, algumas quadras do hotel de Laurent. Ajeitei os cabelos, colocando os óculos escuros e comecei a caminhar, logo percebendo que não me lembrava com exatidão para qual lado ficava. Precisei olhar algumas vezes para os lados, então reconhecer um deles e colocar meus queridos sapatinhos para se locomover em direção ao hotel. Não fora difícil entrar, muito menos subir, o que me preocupou - Alguém deveria cuidar da segurança deste lugar. Como podemos entrar sem problemas? - Segui em direção ao andar específico, batendo na porta, sem resposta. Olhei para um botão, e apertei uma vez. Mais uma vez sem resposta. Ergui a sobrancelha, já imaginando que algo estava errado: E SE LAURENT SE MACHUCOU? Apertei desesperadamente a campainha, sem parar, até que alguém respondesse. Algo de longe falou, mas não consegui reconhecer, continuando a apertar o botão como louca.

A porta se abriu e quase vi a visão do céu, que não me deixou de rir - Cookies? - Ofereci, antes que me jogasse naquele corpo molhado, desenhado pelas gotículas de água de um pós banho. Abri um sorriso, esperando que ele aceitasse os biscoitos e logo depois pudéssemos conversar – quando desejasse colocar uma camiseta, é claro. O rosto avermelhado fizeram com que borboletas passeassem pelo meu estomago, brincando de pega-pega, enquanto tentava me recompor daquela divindade a minha frente. POR BRIGIT! - Você demorou demais, vim te buscar! - O que não era exatamente a verdade, mas seria interessante ver ele perceber, só depois, que minha intenção era acordá-lo e cuidar do meu namorado por mais alguns minutos antes de irmos para o sol. Parecia ainda paralisado em me ver, e ri, olhando para o lado e retornando a encará-lo – Devia me convidar para entrar, não acha? - Disse, vendo que ele retrucou, puxando meu braço, trazendo a extasiante corrente elétrica que percorreu meu corpo tão rápido quanto um feitiço petrificante. Os troncos se chocaram e nem sequer vi aonde estava minha bolsa, muito menos os cookies, já que meus lábios estavam ocupados demais matando a saudade latente que sentia.

Fortes emoções sempre levam a intensas relações quando estamos juntos de alguém que temos amor, afeto e claro, desejo. Mãos, braços, pernas. Tudo estava entrelaçado, enquanto os lábios colados falavam mais do que as palavras poderiam sequer explicar, deixando claro um ao outro a falta que sentiam - Shi... - Pedi, antes que começasse a falar e se perdesse o que estava acontecendo ali. O tom quase grave de minha voz não me assustava: era quase isso que ecoava mesmo, contrastando com minhas gentilezas e amor pelas pessoas. Após os minutos se passarem e a saudade quase morta, eu precisei rir - Sério? Agora que você diz oi? - Pisquei, sentindo os raios solares tocarem meu rosto e o dele, iluminando partes daquele ser que era tão importante para mim - Também senti sua falta. Não das suas meias... mas de todo o resto - A piada, mesmo interna, era ainda tão perfeita quanto o primeiro dia. Tomei seus lábios nos meus e respirei fundo, deslizando meus dedos pelo seu rosto, desenhando os ombros e seguindo aos braços. Aproximei-me de seu pescoço, dando um beijo ali e logo uma leve mordida - Me diga, o que faremos hoje? O sol está lindo lá fora. Brigit e Morrigan capricharam hoje no dia. Torcer para as águas não estarem congelantes.


Vou usar a estética da maddie mesmo pq to com preguiça.
ela usa... isso
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Re: Brighton, East Sussex, UK

MensagemFranca [#180488] por Isabelly Blanch » 06 Out 2017, 00:55

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Laurent D'Aramitz - Setimanista - Monitor-chefe da Mélusine


Ao longo da vida, eu nunca fui muito conhecido por mostrar minhas emoções - não era algo de meu feitio, pelo menos, não que acontecesse naturalmente. Lembro que, quando pequeno, meu rosto permanecia sempre sério, tudo porque nunca me foi dada a oportunidade de me abrir, de ser uma criança livre, não como a maioria. Em Beauxbatons, as coisas começaram a mudar – lembro-me até hoje de meu primeiro dia ligado a Mélusine, o novo residente de uma mansão cujos alunos eram conhecidos por sua individualidade. Todos eram muito diferentes, alguns fechados como eu, outros com capacidades intrapessoais incríveis, mas a regra se repetia: protegiam-se. Foi estranho, encontrar um lugar em que não era desigual, nem estava em um nível abaixo, e com o tempo alguma das camadas que construí, aos poucos, foram ao chão. Mas nada aconteceu com tamanha intensidade quanto quando conheci Isla.

Até ali, nunca pensei que alguém pudesse ter tamanho efeito sobre mim. Quando a vi - realmente a vi - pela primeira vez, foi como se meu mundo inteiro tivesse virado de ponta a cabeça da maneira mais inimaginável e espetacular possível. Eu não tinha mais que catorze anos, mas soube que ela significava muito mais que uma aluna da Brigit, ao menos para mim. Acontece numa aula de Ervas e Decocção, nas Estufas, em que cada aluno precisava cuidar de uma planta em específico... e reparei nela justo quando pedi sua ajuda, a única pessoa próxima de mim.. No fim, não foi na planta que reparei: foi nela, a maneira como ela se portava, como se tivesse toda a confiança do mundo no que fazia, mas ao mesmo tempo não quisesse estar acima de ninguém.. o olhar que não julgava, que, na verdade, foi o mais gentil que já vi, e ao mesmo tempo me dizia “e a partir de agora você não tem mais um fio de controle sobre si”, que me fez querer pegar todo esse controle e jogar pro alto, ou para ela, desde que pudesse ficar mais tempo ali.

Não havia terremotos na ilha, mas, para mim, poderia muito bem ter acontecido um - se aquele foi o terremoto ou se eu não teria percebido um verdadeiro desastre natural, isso eu já não sei responder. Aconteceu, ali, o momento em que me apaixonei por ela; ou, pelo menos, o momento em que soube que me apaixonaria não importava o que. É verdade que demorou, demorou para nos conhecermos, demorou para eu tomar coragem e fazer qualquer coisa sobre como me sentia, mas… a verdade? nua e crua? Eu não olhei pra trás um dia depois daquilo. E nunca me arrependi.

***


Para mim, era impossível não sorrir. Estar ali com ela, não só pela proximidade, mas por tudo que aquele momento significava, fazia tudo em mim parecer mais intenso, mais vívido, e sabia que meus lábios ainda doeriam de tanto quererem expressar minha felicidade. Meus braços abraçavam-na com delicadeza, meus dedos traçando caminhos por seu corpo sem a menor preocupação - deixava-os livres, reconhecendo de novo e de novo pele e curvas da mulher que tanto amava, aquela que ia muito além de ser minha namorada. Como é possível amar tanto uma pessoa? Eu não saberia dizer, mas era nisso que pensava, enquanto ouvia minha voz predileta na terra, observava cada uma das sardinhas que eu já tinha contado de novo e outra vez. – Não muito, se você continuar tentando me seduzir… – Brinquei, sorrindo, apreciando cada uma das sensações trazidas pelos beijos e pelos toques. Ela sabia que a nuca era um dos meus pontos fracos..

– Mas se você quer mesmo saber, primeiro eu vou beijar você, – comecei, puxando-a ainda mais para perto, deixando meus lábios cobrirem os seus sem nem parar pra pensar, o frio gostoso percorrendo minha barriga em harmonia com todas as sensações inimagináveis, que só ela era capaz de causar – depois, eu vou dizer que foi maldade me fazer esperar duas semanas para te ver, – sorri, retirando um fio de cabelo sobre seus olhos, acariciando seu rosto, quase me perdendo no que amava ali, – e então, que nós realmente não vamos sair daqui se eu não parar de falar agora. – pisquei, emendando em uma gargalhada, virando-me só para tatear o colchão em busca dos óculos. Se não me levantasse mais ou menos naquele instante, era bem possível que me virasse e… ok, isso que você está pensando não iria acontecer. Por quê? Por falta de cálculo. Eu não só me virei para buscar o óculos, como me desequilibrei e, bom, lá foi meu traseiro pro chão. Nice. O pior? Eu não fui sozinho - no desespero de me agarrar a algo, acabei puxando foi minha namorada. Ponto pra mim.

– Droga! Caramba… Desculpa. – Pedi, zonzo, bem confuso, provavelmente corado da cabeça aos pés. Pelo menos consegui angular meu corpo pra ela cair em cima de mim, não o contrário; e aproveitei que achei o óculos, nesse meio tempo, para colocá-lo e perceber se mais alguma coisa tava ruim pro meu lado (como se já não bastasse). – Você tá bem? Eu te machuquei? – Mas, por mais cavalheiro que eu quisesse ser, eu precisava conferir com bastante minuciosidade se ela havia ou não se machucado. E isso, é claro, implicava em muitas coisas… como o gemido baixo que escapou de minha garganta assim que tomei nota de seu corpo contra o meu, o calor e a vontade aumentando junto a meu ato de afogar-me em seu pescoço. Precisei de muita concentração, enquanto minhas mãos se animavam um pouco demais, para me separar um pouco. – Ok… Eu e você vamos voltar pra cama. Quase certeza que o sol pode esperar. – E não perdi tempo antes de levá-la para cima, completamente a fim de me perder em Isla.

***


– Até que aquela queda não foi má ideia... – Comentei, soltando uma risada assim que recebi um cascudo, observando minha namorada linda e com um visual completamente praiano me encarar com certo humor. – Tô brincando, não foi nada pensado. Mas não foi ruim. – Tratei de roubar um beijo, ainda com os lábios ligeiramente curvados, só voltando a andar pelo quarto porque precisava pegar as cadeiras. Sim, iríamos mesmo a praia. Ainda estava no 'começo' da tarde e, bom, eu queria aproveitar a combinação de mar, areia e a presença dela. Não que o banho que veio em seguida tenha ajudado no quesito tempo, mas apesar do meu cérebro trabalhar com informações como horário e o que seria possível dali para frente, não pretendia parar a ideia só por logística justo quando o principal era aproveitar as férias. – Prometo que Mélusine vai ajudar... e colocar umas ondas bem calmas. – Não era segredo que Isla preferia terra firme ao mar em qualquer situação, por isso eu me preocupava em trazê-la para o oceano; ainda assim, não gostaria que nada abalasse o dia, nem mesmo ondas ruins. Por isso peguei um dos mares conhecidos pela tranquilidade, e, bom, gostava de pensar que minha presença adiantaria de algo.

Aproveitei o momento para abraçá-la, deixando as cadeiras de lado, depositando um beijo leve em seu pescoço antes de raciocinar que o táxi devia estar chegando, se já não tivesse. Demorou pouco tempo para chegarmos no lugar: o taxista sabia como evitar as ruas fechadas por conta do festival, o único problema é que, a partir de certo ponto, não poderia mais no levar. Saí sem problema algum, esticando minha mão para ajudá-la – sim, eu era um pouco antiquado e sim, essa foi uma das 'maneiras' ensinadas pelos meus pais, além das aulas de Etiqueta. – Pensei que pudesse ser legal surpreendê-la... Então dei um jeito de conseguir a praia vazia, só pra gente. – Sorri, esticando meus braços, aproveitando que a camiseta era leve, antes de pegar o que precisava. Podia ter meus problemas com meu pai, mas pelo menos conseguia usufruir da influência, vide não ser um filho completamente ovelha negra, o que volta e meia pendia para benção. Não, eu não gostava de pedir favores, mas uma coisa era pedir ajuda para mim, outra coisa era pedir algo que fosse trazer felicidade a Isla, ou me ajudar a ter um dia tranquilo com ela.


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aquele lance chamado edit/retirar frases pra deixar o post leve AUSHUASHUA *a que ainda tem um pouco de vergonha na cara sobrando.... amém

Btw, Laurent <3 E Isla <3
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Re: Brighton, East Sussex, UK

MensagemEstados Unidos [#180835] por Madeleine Wolters » 20 Out 2017, 02:15

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Isla Breathnach - 17 anos - Monitora-Chefe da Brigit


O cheiro do mar, não muito longe dali, me carregava. Quase podia ouvir a banda trouxa McFly tocando pelo ar, enquanto imaginava o dia na praia, deixando o sol tomar conta de nossos corpos. Mas como pensar no que havia lá fora, se o que tinha dentro daquelas quatro paredes parecia tomar todo o lugar? Laurent tinha essa mania – perigosa – de ir dominando as coisas, sem ao menos perceber. De início, ele chega de fininho, pedindo licença, conversando como se fosse nada demais, sem nenhuma intenção secundária. Quando vejo, me deixo levar pelas suas linhas envolventes, seus beijos alucinantes e, por fim, por tudo aquilo que o corpo mais clamava pelo outro. E era exatamente assim que eu me sentia agora: completamente presa por seu charme, carinho, afeto e compreensão. Mas eu ainda era sã o suficiente para lembra-lo de que precisávamos ir para a praia. Não vim para ficar na cama, quando a areia estava me chamando - Precisamos sair, ou vamos perder o dia - As unhas brincavam com suas costas, que tinham começado a se delinear devido ao exercício físico, terminando na nuca.

Se eu queria sair de casa, precisaria seduzi-lo. Era o único jeito. Mas infelizmente, o cara era graduado em me deixar abobalhada, e completamente absorta ao que ele dizia. Senti meu corpo sendo delicadamente conduzido até o seu, arrepiando-se com o toque de peles, como também de lábios. Como dito antes, ele começou devagar, brincando com os cabelos, depois um olhar de lavar a alma com seus olhos azuis, para, no fim, querer me ter por completo - Amor, precisamos ir. - Confessar minhas emoções nunca foi um problema. De fato, Maddie já sabia de meu interesse no rapaz de vestes azuis tão penetrantes quanto os olhos de Laurent. Entre brincadeiras, conversinhas indecentes e, por fim, um estranho surgimento do penetra, e tudo se fez presente. É claro que mesmo que a americana fosse completamente contra a ideia de se ter namorados, gostava da possibilidade de brincar de destruir corações alheios. Ou unir de uma única vez. Por este motivo, quando este tão adorável rapaz surgiu em uma das festas, um tanto deslocado e perdido, não podia negar minha própria sorte. É claro que ele não viu o olhar vitorioso da dona da festa, enquanto ela me lançava um olhar safado pelo presente me oferecido. Quais mais bênçãos que Brigit me concederia nesta vida? Amigos, família, trabalho e um amor? - Devíamos ir. A areia na sua bunda será divertida - Pisquei, levemente sedutora, antes de prever o desastre.

Das mãos dele, a falta de equilíbrio, e por fim, meu corpo sendo jogado ao seu, parecia uma cena de cinema trouxa. O toque firme de suas mãos contra minha cintura fora inesperado e divertido, por assim dizer. Entre risadas e lágrimas, cai em uma posição confortável: em cima dele. O som de pedido de desculpas do mesmo me mantinham em uma risada divertida, vendo ainda mais que ele estava vermelhinho de vergonha. Tinha uma coisa mais fofa – Está tudo bem, meu querido. Não sei como você está sobrevivendo sendo esmagado por uma baleia - A piada, somente para divertí-lo, não era real. Havia aprendido a lidar que meu corpo era especial como era, e que se eu fosse feliz com isso, todo o resto seria. Dei um beijo em seus lábios, sentindo os dele descerem lentamente pelo meu pescoço, sabendo que havíamos entrado em um território extremamente perigoso. Antes que eu pudesse sequer negar, mais uma vez estava envolvida pelos seus beijos, abraços, amarras, perdida por aí. Ou quem sabe acolá.

---- Por aí ----


Sentada sobre a mesa de estudos, observei ele fazer tudo. Como não sabia aonde estava nada, esperei, pacientemente, que ele se movesse - Sabe, as cadeiras não vão sair andando sozinhas por aí. Mesmo que talvez com o feitiço certo, elas vão. - Ri divertida, observando-o roubar-me um beijo, dois, ou quem sabe três, antes de nos enfiarmos dentro de um táxi qualquer para a praia escolhida. Preferia o ar, céu aberto e a terra do que a praia. Não posso negar que ficar andando na areia é super divertido, e tem festas magnificas que acontecem ali, mas colocar os pés na água não é meu estilo. Só ia com Laurent, que parecia ser filho de um sereiano, devido seu amor pelo mar. Amar era ceder, não? Deixar o outro feliz, mesmo que isso te matasse por dentro, sabendo que isso permitiria ter uma das melhores cenas da vida - A praia está vazia? - Encarei-o com curiosidade, para então olhar ao redor, percebendo que realmente não havia ninguém ao nosso redor. Não sabia se agradecia, ou mandava ele para o espaço. Como ele havia conseguido isso? Não havia impedido ninguém de chegar ali, né? Quem sabe forçara alguém para isso - Como... conseguiu? - A pergunta, mesmo com a entonação errada, mostrava exatamente o problema que se seguia: eu precisava de realmente ajuda para lidar com tudo isso, só podia.

- Não devia gastar comigo. Sabe que não precisa disso - Beijei-lhe os lábios e arranquei o vestido praiano, deixando o sol tomar meu corpo. Os problemas foram esquecidos, enquanto de braços abertos, recebia aquela benção das deusas. Fechei os olhos, inspirando a mistura das três melhores coisas do mundo: Areia Molhada, brisa e Laurent. Olhei para ele, com um sorriso e uma breve risada - Obrigada. Vai ser um dia ótimo. Pelo menos não preciso fingir que não vou entrar no... LAURENT! - O grito meu fazia bastante sentido: O SER AGORA ME SEGURAVA NOS BRAÇOS PARA ME CARREGAR EM DIREÇÃO AO MAR - NÃO OUSE FAZER ISSO, OU TE JOGO DA VASSOURA DA PRÓXIMA VEZ - Brandei, sem muito sucesso. Tentei bater em seu abdômen sensual e pensei em outra opção. Mordi seu pescoço - Que tal me deixar aqui e ir brincar de ser gostoso no mar... não preciso entrar agora, agora, agora. - Enfatizei. Mas talvez... alguém estava extremamente decidido. Droga.


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Madeleine Wolters
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Re: Brighton, East Sussex, UK

MensagemFranca [#180991] por Isabelly Blanch » 25 Out 2017, 18:30

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Laurent D'Aramitz - Setimanista - Monitor-chefe da Mélusine


De fato, a praia sempre me chamou mais a atenção que qualquer outro lugar. Veja bem, cresci no mato: Florestas, relvas, todo tipo de contato com a natureza que alguém pode imaginar. A vizinhança onde cresci, aquela que secretamente abrigava bruxos numa parte mais afastada, era repleta dos campos mais bonitos - esse, aliás, era um dos motivos pelo qual adorava levar Isla até lá, nas poucas vezes que tinha oportunidade. Mas árvores e arbustos nunca fizeram por mim o que o mar faz: a sensação de liberdade, de impotência misturada com o forte objetivo de explorar mais do mundo, de conhecer mais as coisas, de entender os segredos por trás de tudo e, talvez, fazer o possível - e impossível - para diminuir a sensação de ser alguém tão pequeno perante algo tão grande. Amava as ondas, as marés; sempre gostei de observar a água desaparecer sob meus dedos, da conexão, que me trazia todo tipo de pensamento tranquilo, mesmo quando fazia apenas sentar na areia. Nadar, então, era como maximizar todas as coisas boas; nem mesmo o mar mais revoltoso me trazia angústia, não a ponto de temê-lo.

O que mais me fez feliz, contudo, não foi a oportunidade de ir a praia, mas sim de visitá-la com minha namorada. Veja bem, qual é a melhor forma de aproveitar um de seus lugares prediletos? Exatamente, como as pessoas que mais importam, ou, no caso, com a que mais importa. Sorria durante o caminho, tranquilo, porque era incrível pensar que cheguei ao acordo para ter a praia vazia, e uma vez que estávamos lá a felicidade maior veio apenas pela consciência de cumprir o que prometi a mim… uma parte, até então. Já era um bom início. – Não precisa, mas merece. – Sorri, abertamente, cada vez mais orgulhoso ao vê-la aproveitar um pouco da paisagem, enquanto eu arrumava as coisas. Isla era incrível. Tinha um tipo de conexão com os lugares, coisas, pessoas… nem sempre eu compreendia, mas me esforçava. Sempre sabia, muitas vezes só por sua expressão, quando ela estava se sentindo feliz, ou triste, mesmo chateada com algo ou decepcionada com algum acontecido. Se havia algo que me dava orgulho, era ser a razão para alguns daqueles sorrisos.

Finalmente, joguei algumas das roupas de lado, só um pouco atrasado porque não parei de observá-la. Ri de volta, percebendo, antes dela, que precisava fazer uma coisa: levá-la ao mar. No mínimo, tentar. Aproveitar que nenhuma tempestade, que aquelas eram as ondas mais tranquilas num raio de uma centena de quilômetros, e que eu gostava de pensar que ela não tinha com o que se preocupar estando comigo ali - não que eu fosse permitir que ela se preocupasse, mesmo que existisse motivo. – Oi? – Perguntei, outra risada escapando, mais grave, enquanto segurava seu corpo contra o meu, minhas pernas em suas coxas para ter maior equilíbrio, e já comecei a andar. As batidas até doíam - Isla tinha mão pesada -, mas não era nada demais, não em comparação a quando ela batia nos outros para machucar, e sendo sincero só me faziam sorrir mais. – Nem pensar. – Ri mais ainda da ameaça de me tacar de uma vassoura. – Mas seria um ótimo encontro com o chão, admito.

Não demorou para chegar na borda, e as mordidinhas só deixaram a situação mais cômica. Eu sabia o que estava fazendo, antes que alguém decida me acusar de tentar matar minha namorada: conhecia a parte mais tranquila dentre as várias partes calmas, sabia muito bem a partir de qual ponto ela poderia ter um treco, e por nada nessa vida eu pretendia soltá-la. Entrei na água no segundo que a deixei ‘em pé’, trazendo-a para perto e silenciando suas reclamações com um beijo. – Shh… Eu tô aqui. Você está segura, prometo. – Sussurrei, senti os lábios de Isla se afastarem dos meus, mas não ela. Meus braços eram como barras de ferro prendendo-a comigo. – Viu? Tá tudo bem. – Sorri, o balanço dos mar levando-nos para frente e para trás, para frente e para trás. – Que tal se você respirar fundo… e então eu penso no seu caso? – Tentei, relaxado, apesar das reclamações; tentava mostrar que ela continuava viva, respirando, ainda muito linda. – É só o mar… E só para nós.

– Isla.. Pode fazer uma coisa por mim? – Pedi, deixando-me levar pela calmaria, mesmo que Isla não parecesse tão bem… só esperava que desse tudo certo. – Fecha os olhos. – Doeu um pouco a expressão de medo? Doeu. Mas, por isso, beijei-a outra vez. Minhas mãos acariciavam suas costas, muito de leve; queria tranquilizá-la, mais do que tudo, muito mais que aproveitar a água contra o corpo. – Imagina… Imagina que você está em uma rede, deitada. Que esse silêncio é porque todo mundo foi dormir, e que você está no conforto de casa. – Pedi, mantendo-a segura, não exatamente afrouxando o aperto, mas levando seu corpo um pouco mais para longe. Senti seu nervosismo e beijei seu ombro, o gosto de sal me fazendo sorrir. – Imagina que você está comigo, nessa rede… e que eu nunca vou te deixar cair, do mesmo jeito que nunca vou te deixar se machucar aqui. – Continuei, levando minha mão a dela, trazendo-a para cima, só um pouco. Ainda a segurava, mas deixei que nossas mãos repousassem sobre o mar, a minha por cima, a dela sentindo o balançar das ondas. – Pensa que não há motivo para temer, não comigo. Nem nunca vai ter. – Levei minha mão a seu rosto, acariciando-a, beijando sua testa e sussurrando que podia abrir os olhos.


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Não sei se eu fico "Aaaaawn" ou se corro pra longe aushuashuashuashuahsua espero que goste <3
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Re: Brighton, East Sussex, UK

MensagemEstados Unidos [#181034] por Madeleine Wolters » 29 Out 2017, 00:45

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Isla Breathnach - 17 anos - Monitora-Chefe da Brigit


Meu coração bateu forte, parecendo que ia sair da boca. O som do mar, se aproximando, começava a ficar cada vez mais intenso, fazendo com que o medo começava a me dominar. Laurent sabia: o mar não era meu amigo e nunca seria. Preferia uma ótima estufa, cheia de estrelinhas no céu e um bando de ventanias, no ar, Mas nunca a água. Podia aguentar uma piscina, sentindo o pé no solo, sabendo que aquilo era o limite. Mas, o restante, era algo completamente fora do controle. Meus olhos ainda permaneciam fechados, sem conseguir fazer mais nada, percebendo que estava grudada, quase arranhando o corpo sarado. Tudo me incomodava em locais onde não conseguia colocar o pé no chão, mesmo que, estranhamente, no ar eu ainda estava bem: o solo estava ali, me estrebuchar ia ser tudo bem. Logo, minhas pernas foram soltas e eu não tinha para onde ir. A areia, molhada, que subia pelos meus pés devido as ondas, me davam calafrios. Gemi baixinho com a sensação de que logo uma onda bateria e inundaria nós dois, fazendo com que fossemos separados e eu precisasse mesmo era pedir a ajuda de Mélusine para cuidar de tudo. Mas fora o beijo de Laurent que começara a tirar aquela sensação de pânico para longe.

- O m-m-m-ar... não - Consegui falar, sentindo gaguejar, enquanto presa pelos braços do meu namorado. Nem coragem de abrir os olhos eu tinha, imaginando que teria de espanca-lo para voltar a areia fofa. Já sentindo a areia começar a afundar meu tornozelo, precisaria me mover rápido - EU JÁ TO DE OLHOS FECHADOS - Exclamei, desesperada, vendo pelo menos algo positivo: consegui falar uma frase completa sem dar um piti extremamente necessário. As mãos em minhas costas pareciam começar a arrepiar-me, começando a ter minha atenção. Movi um de meus pés, quase caindo em cima de Laurent, mas escapando da armadilha que o mar me trazia. Aos poucos a ideia dele era um absurdo. Que história era essa de rede? Que tipo de ideia mental ele estava achando que funcionaria? Abri os olhos, esperando que o besteirol acabasse, mesmo ele estando sendo extremamente um amorzinho. Preferia que tivesse várias pessoas, porque aí as desculpas eram perfeitas: muita gente, difícil de ter um pedacinho, preciso de sol, a chuva já foi e aproveitar para torrar. Sozinhos, implicava em realmente ter que lidar com a situação e não estava preparada para isso. Quando ele colocou nossas mãos no mar não aguentei mais, sentindo tremer e muito nervosismo.

E o problema ia mais fundo, para dizer a verdade. Queria muito que Laurent tivesse uma experiencia linda, cheia de felicidade e diversão dentro do mar e na praia. Não queria que ele ficasse preocupado comigo, quando a imensidão azul que ele gostava tanto (poderia ser a cor do mar... se ele fosse vermelho, talvez eu mudasse de ideia), e era a hora de fugir. Beijei-o com vontade, tentando lutar contra a sensação horrorosa da areia dominando minha perna, e aquele gosto salubre que tomava os lábios dele - Ouvi um barulho - Falei, mais na intenção de fugir mesmo. Olhei para o lado, de onde vinha as cadeiras e estávamos longe demais. Respirei fundo, e dei um passo, tentando puxá-lo comigo - Melhor a gente ir ver.. por favor - O tom pedinte, talvez fosse o suficiente para que ele movesse mais alguns passos. Ou não. Meus olhos, levemente turvados, reconheci que algo se mexia em nossas coisas. Foi o momento de piscar duas vezes, percebendo que havia algo diferente: como se fossem corujas, ou algo assim - Laurent... tem algo lá. - Já imaginando o que viria a acontecer, encarei-o com seriedade.

- EU VOU ME AFOGAR E VOU DESCOBRIR O QUE HOUVE E AI DE VOCÊ SE TENTAR ALGO. - Separei-me, tentando andar. Mas a areia não ajudava. Agora parecia séria a coisa e eu precisava de ajuda para sair dali....


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Re: Brighton, East Sussex, UK

MensagemFranca [#181496] por Isabelly Blanch » 26 Nov 2017, 17:43

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Laurent D'Aramitz - Setimanista - Monitor-chefe da Mélusine


À medida que os segundos passavam, mais o corpo de Isla enchia-se de tensão. Eu não percebi, não de início; talvez estivesse maravilhado demais, talvez fosse o fato de que minha mente sempre deixou de funcionar quando estava muito próximo dela, não importasse a situação. Deveria, contudo. Quando passaram-se alguns minutos e percebi que nem todos os meus esforços foram capazes de acalmá-la, pareceu que meu coração levou a pior das porradas. Isso mesmo, daquelas que nem o soco mais forte pode-se igualar. Odiava aquilo, a maneira como seu rosto mostrava uma careta à cada mudança da paisagem ou do mar, a forma como ela olhava pros lados como se precisasse urgentemente escapar. Suspirei, desejando mais do que nunca que eu pudesse fazer alguma coisa, mas sabia que só existia uma opção, e sabia também que quanto mais tempo eu demorasse para ir até o final com essa opção, mas eu me sentiria culpado e triste pela forma como eu a deixei. Porque, de fato, o culpado era eu.

‒ Se segura. ‒ Pedi, com um suspiro, olhando na direção do céu apenas para conferir o que ela apontou. Fora isso, não perdi mais um segundo: assegurei-me de que meus braços estavam firmes em sua cintura e comecei a andar, meu joelho lutando quase que sem esforço contra as ondas, só tendo um pouquinho de problema onde a água era mais forte. Logo saímos dali, por sorte, e sorri, bem mais aliviado, mesmo que a expressão em seu rosto, não apenas de alívio mas de conforto por ter saído, tenha trazido de novo aquela sensação ruim (a narradora gostaria de dizer que tal palavra foi usada para evitar a repetência do termo ‘terrível’ e que, na verdade, o personagem se sente péssimo, pior do que um viajante depois de ter suas economias roubadas ou um guerreiro que perdeu todo tipo de batalha; obrigada). ‒ Você tá bem? ‒ Perguntei, colocando-a sobre uma toalha, me sentando a seu lado só pra poder abraçá-la. Ela tremia, quase chorava, e queria mais do que tudo não tê-la arrastado.

‒ Desculpa. Isso foi… desculpa, eu não devia ter te levado, eu sou um namorado péssimo. ‒ Bufei, chateado comigo mesmo, olhando pro lado só por alguns segundos. Não é que não quisesse vê-la, mas me cortava o coração observá-la com medo, ainda mais com a consciência de que tive uma parcela de culpa. ‒ Shh… Tá tudo bem. ‒ Pedi, sabia que ela ia dizer que eu não era um namorado ruim, que não foi culpa minha; aquela era Isla, podia estar na pior mas nunca, nem pensar, deixaria outra pessoa se arrastar para o fundo do poço com ela. Era uma das coisas que amava nela, como para ela sempre foi mais importante que os outros estivessem bem. Mas no momento só queria me assegurar que ela estava ok, e então arrastá-la para alguma coisa que ela realmente fosse amar, algo que ela acabasse correndo e tendo que me levar junto, não o contrário, de tanta empolgação e felicidade. ‒ Eu amo você. Me perdoa? ‒ Pedi, em silêncio, acariciando seu corpo com todo carinho do mundo, beijando-a também. Já tinha pego uma toalha e agora a ajudava a se secar.

‒ Tá se sentindo melhor, amor? ‒ Perguntei, só pra ter certeza, segurando sua mão com carinho. Pelo menos tentei passar um pouco de segurança, independente de como eu estivesse me sentindo. ‒ Quer descansar? Ou podemos ir pro parque de diversões ali do lado… o que preferir. ‒ Sorri, não importasse a ideia ou o que ela preferisse, já tinha uma lista mental de suas coisas (desde músicas e comidas a objetos mesmo) prediletas para oferecer logo em seguida.


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MIIIIIIIIIIIL desculpas pela demora D:
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Re: Brighton, East Sussex, UK

MensagemEstados Unidos [#181651] por Madeleine Wolters » 03 Dez 2017, 23:53

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Antes que eu pudesse me mover – se é que eu conseguia – seus braços novamente me envolveram e eu me encolhi em seu corpo. Com os meus braços grudados na nuca de Laurent, como também meu rosto na curva de seu pescoço, não era mais quase possível. Olhar para o mar era doloroso, ainda mais quando ainda sentia meu corpo sendo tocado pelas suas ondas, subindo os arrepios de medo e pavor de ser afogada. Nem sequer percebi que logo o barulho e o cheiro salgado começaram a ficar levemente distante e meu corpo tocou o solo, fazendo com que o alívio começasse a se aproximar de minha posição quase fetal. Ouvi sua pergunta, mas precisei de um tempo para conseguir recuperar a voz que parecia ter sido perdida poaí, no meio das sereias. Segurei a mão de Laurent, levando-a ao meu coração descompassado, que parecia que ia sair pela boca, diante das batidas tão altas. Comecei a respirar fundo, ainda mais quando ele retomou a falar, dizendo coisas incompreensíveis para mim, que pareciam tão perdidas e confusas - Shiiiiiiii

De sopetão, abraçei-o, tentando inspirar seu perfume e logo sorri, próximo a sua orelha - Tá tudo bem. Eu só preciso me recuperar. Talvez da próxima vez seja uma ótima ideia irmos juntos, e não em uma surpresa - Aproximei meu rosto do seu, mesmo ainda com os dedos tremendo, para um beijo cálido que tentava mostrar minhas preocupações, mas também meu amor por ele - Eu te perdoo. Acontece. Você ama o mar e sempre espera que eu ame tanto quanto você. Da próxima vez te deixo na frente de várias pessoas para fazer um discurso, ou voar sem mim na vassoura. - A piada, mesmo negra, era uma forma de o fazer rir. Precisava ver ele sorrir e não o deixaria ficar chateado por minha causa. Encarei-o nos olhos, tentando de alguma forma ver seus olhos, e ter certeza de que ele estava bem - Eu vou ficar bem, Laurent. Não tem o que se chatear. Preciso de um tempo para gostar do mar, e você tem se esforçado com isso, por isso muito obrigada.

Olhei para minha mão, envolvida pela dele, e sorri, sentindo o coração começar a aquecer com sua preocupação - Podemos ficar mais um tempo aqui. O sol está ótimo para torrar a pele. O que acha? Já passou. Eu prometo. - Mesmo dizendo isso, sem olhar para o mar, é claro. Com mais um beijo em seus lábios, tão fofo e adorável que quase escondeu o som do piar de corujas - Corujas. - Comentei, olhando para o lado, vendo uma maior, parecida com as oficiais da escola de Beauxbatons. Sua pelugem branca, quase brilhante no sol, parecia nos encarar com um leve tédio e não poderia culpar ela: a situação era meio pessoal mesmo. Com um pouco mais de esforço, afastei-me de Laurent, pegando ainda meio confusa um pouco de dinheiro, entreguei a coruja, para que nos entregassem as cartas - Sinto muito por não ter comida, mas posso te dar água, você quer? Não é um banquete, mas vale uma tigela simples de plástico? - Abri uma das garrafas e depositei em uma tigela, deixando que bebesse, enquanto líamos as cartas.

Entreguei a de Laurent, para logo rasgar a minha. Quando meus olhos bateram nos materiais, já os sabia de cor e salteado, mas fora outra, em tom azul que me chamara a atenção. Meus olhos se abriram maiores que os da coruja, e o distintivo de monitora chefe caiu em meu colo e eu gritei. Não de susto. Mas de felicidade - LAURENT! LAURENT... Laurent?


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