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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Inglaterra Emma Lacroix [ 15505 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Emma Lacroix
  • Mundo Mágico
  • Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Emma Lacroix

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,70m

  • PESO

    55kg

  • OLHOS

    Azul Claro

  • CABELOS

    Azul Claro

  • SEXO

    Feminino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    20 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    28/02/1992

  • SIGNO

    Peixes

  • NOME DO PAI

    Hemet T. G. Lacroix

  • NOME DA MÃE

    Juliete Mary Travel Lacroix

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Mestiço

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Londres/Inglaterra

  • NÍVEL

  • Animal de Estimação Animal de Estimação:

    Este personagem não possui um animal de estimação!

  • Feitiços Aprendidos Feitiços Aprendidos por este Personagem:

    Um total de 193 magias...

  • Inventário Total de Itens no Inventário:

    1 diferentes itens


    • 1 un de Varinha de Oliveira, 27cm, Cabelo de Ninfa, Elástica
  • Dados do Jogador Dados do Jogador:

    Letícia Rodrigues

  • Ajuda

    Abaixo você confere alguns links para tutoriais e textos importantes que vão te ajudar a entender melhor o funcionamento do nosso jogo!

    Em caso de dúvidas procure alguém da Staff ou algum jogador mais antigo para lhe auxiliar.


O senhor Lacroix, era um homem de negócios muito competente, competitivo e às vezes muito feroz. Havia se casado com Juliete, uma jovem de uma família tradicional, porém decadente nos recursos financeiros. Mas era a tradição que importava, como dizia seu pai. Poderia dizer-se que o casamento de Hemet e Juliete era feliz, pelo menos eles sempre estavam sorrindo durante os eventos sociais, e um parecia sempre completar o outro, mas nem sempre era assim. O casamento por negócio começou frio, principalmente por parte de Hemet, mas ao longo dos anos ele começou a sentir-se mais confortável com a esposa e esta parecia aceitá-lo mais. Não viviam em lua de mel eterna, na realidade, nos primeiros anos quase não se falavam. Hemet procurava no trabalho duro as alegrias e Juliete se entretinha com os serviço sociais, organização de campanhas e festas beneficentes. 

Com cinco anos de casados, Juliete informou ao marido que estava grávida. Aquilo mudou por completo o relacionamento dos jovens. Hemet ficou encantado com a possibilidade de um filho homem para que ele pudesse passar seu legado. Fazia planos para filho, planos a curto e longo prazo. Uma espécie de paixão surgiu no homem pela mulher, e por cerca de três meses a casa dos Lacroix parecia ter sido invadida por Vênus. O clima nunca estivera tão paradisíaco, porém no dia 5 de agosto, Juliete acordou assustada, estava com fortes dores no abdômen. Hemet estava ao seu lado, levantou-se de um pulo e pegou o telefone. 

O médico chegou rápido, mas já não havia o que fazer. Juliete havia abortado a criança. Uma tristeza abateu-se sobre todos na casa, principalmente sobre Hemet. A jovem Juliete ficou muito abalada também, as algumas semanas depois estava conformada, porém Hemet não a tratava mais do mesmo jeito de quando ela estava grávida. Ele estava distante, evitava falar com ela, e mesmo dormir no mesmo quarto. Parecia culpá-la por perder seu herdeiro. 

Um ano depois disso, Juliete engravidou novamente. O clima não foi como antes, mas Hemet parecia muito mais cuidadoso do que apaixonado. Juliete nunca foi tão cercada de cuidados como naqueles nove meses. Hemet fazia planos consigo mesmo e com o pai, que estava orgulhoso de virar avô. Nesse mesmo período, Hemet ficou sabendo que seu motorista também iria ganhar um filho. Ele ria da situação. Não era o tipo de homem que ficava íntimo dos seus empregados, nem os tratava como se fossem da família. Eles recebiam pelo serviço, e só, mas nunca foi desumano ou injusto com nenhum deles. Seu motorista era o único que tinha uma relação um pouco menos profissional com Hemet. Tinham quase a mesma idade, a mesma altura, o mesmo físico. Hemet tinha um porte mais desenvolvido, fruto de todos os ensinamentos da infância e juventude, mas os dois homens tinham a paixão pelos negócios muito parecida. Hemet gostava sempre de questionar seu motorista sobre assuntos financeiros, e este lhe respondia sempre com bons conselhos. 

_ Você tem um dom! - Hemet dizia para o motorista, enquanto pensava que se aquele motorista tivesse tido as mesmas oportunidades que ele, talvez seria até mais rico que ele. Às vezes poderiam até estarem em papeis invertidos.

Mas nos últimos meses os assuntos entre aqueles dois homens tão parecidos e diferentes era outro diferente. Falavam sobre seus futuros herdeiros. Hemet sempre mais apreensivo, enquanto o motorista falava do quanto estava feliz, juntamente com a esposa. Aquele era um ponto distinto. Desde que Juliete perdera o primeiro filho, Hemet havia se afastado mais da esposa e mesmo agora, com um novo filho, esse sentimento não havia mudado. Estava feliz por ter um herdeiro, mas não sentia-se apaixonado pela esposa, mesmo tendo carinho por ela. Enquanto seu motorista sempre dizia levar flores para a mulher.

O tempo passou e no dia em que Juliete sentiu as dores do parto, quase não haviam empregados na casa. Aquele nascimento não estava previsto para aquela data. Ele havia dispensado os empregados, visto que iria com a esposa para a casa do pai, na cidade vizinha. Ainda bem que seu motorista ainda estava com ele. Recebeu a notícia enquanto estava em uma reunião. Sem explicar muito, cancelou a reunião e partiu para casa. Queria ser o primeiro a pegar seu filho nos braços. O médico já estava a caminho. Foi interessante, porque a mulher do motorista também havia entrado em trabalho de parto. Os dois estavam ansiosos para a chegada. Hemet quase não esperou o carro parar.

_ Termina de tirar minhas coisas do carro! - falou para o motorista e partiu para o quarto da esposa.

Ficou do lado de fora, aguardando notícias. Duas secretárias haviam permanecido na casa, e tentavam acalmar o homem que andava de um lado para o outro. No quarto o médico recebia a ajuda de duas enfermeiras. Uma das secretárias lembrou Hemet de avisar seu pai, que em pouco tempo descia no heliporto da família. Já tinha mais de hora que o médico estava trancado com sua esposa e nada, não davam notícias. Hemet estava a ponto de derrubar a porta quando ouviu o choro de bebê. Não se conteve e entrou. O médico estava terminando de cortar o cordão umbilical e passava a criança para a enfermeira. Hemet só queria pegar seu filho, mas a enfermeira levou primeiro para a mãe, que tinha lágrimas no rosto. O médico puxou Hemet pelo braço e falou que o parto foi difícil  e que precisavam levar Juliete para o hospital com urgência. Uma uti aérea já estava a caminho.

_ Meu filho. Quero pegar meu filho - Hemet falou, espantando o médico, visto que ele estava falando que a esposa dele poderia morrer se não fosse cuidada.

_ É uma saudável menina - falou a enfermeira, chegando perto de Hemet para lhe passar a menina. 

Ele ficou um pouco chocado. Estava tão certo de que era um garoto que não podia conceber que era uma menina. Não pegou o bebê e se retirou do quarto. O pai estava do lado de fora e apenas ouviu quando Hemet saiu cabisbaixo, rumo ao seu escritório.

_ É uma menina.

Em poucos instantes algumas pessoas de branco "invadiam" a casa dos Lacroix e levavam Juliete e a menina para o hospital próximo. Hemet trancou-se no escritório e coube ao pai dele acompanhar a nora e neta.

[...]

Após duas semanas, a pequena menina chegava em casa, carregada pelo avô. Junto a ele vinha uma enfermeira toda vestida de branco. Hemet estava em seu escritório quando seu pai entrou. Sua expressão não era das melhores.

_ Ela está bem, meu filho - seu tom era ameno e carinhoso, antagônico ao de seu filho, frio e cortante. Ele não levantou os olhos para ver seu pai balançar a cabeça negativamente e, com um suspiro profundo, deixar o escritório.

[…]

Emma brincava com seu amigo, Sean quando em uma correria o mesmo não conseguiu parar e entrou no escritório de seu pai. Ela segurou um gritinho, afinal, aquele era um lugar totalmente proibido. Nem ela mesma podia entrar ali, a não ser que seu pai lhe chamasse. Ela ficou olhando de fora, enquanto viu vários livros levitarem e então seu pai afagou os cabelos de Sean com um sorriso no rosto. Emma observava tudo, segurando-se na porta. Seu olhar apontava um pouco de ciúmes. Mesmo pequena, ela sentia que havia algo errado com ela. Sentiu vontade de que um dos livros acertasse Sean..

Ela olhou para o livro e para seu pai e depois para Sean. Por que, provavelmente se perguntou? Sua fúria era grande. Aquele era seu pai. Sean já tinha o dele e uma mãe... ela não tinha uma mãe... Então o livro se moveu em direção ao pai. Mas parou na frente dele. Ele olhou e encontrou os olhos cintilantes de Emma. Hemet olhou repreensivo. Ela não desviou o olhar. Era pequena, mas bastante determinada.

_ Cold, pode ir. Obrigado. _ ele fala calmo, mas friamente _ Emma, venha aqui _ sua voz é firme e grave.

[…]

Emma estava em seu quarto. Brincava com um pequeno carrinho azul. Estava em silêncio. Anastásia, a babá, trazia-lhe uma bandeja com sopa.

_ Emma, querida, você precisa comer.
_ Não quero... - ela responde, fazendo beiço
_ Precisarei chamar vosso pai? - a babá fala, em tom ameaçador
_ Não - ela choraminga, levantando-se e caminhando para a mesinha em seu quarto.
_ Você não vai brincar com o Sean, Emma? - Anastásia pergunta
_ Não quero brincar - ela responde, desviando o olhar para os dedos...
[…]

Emma estava deitada em sua cama. Esperou que todo a casa ficasse em silêncio. Era tranquilizador. Jogou as cobertas para o lado e desceu da cama. Caminhou pé ante pé e abriu com cuidado a porta e quando deu um passo sentiu algo embaixo de seu pé.

- Ai! - falou Sean acordando - Emma!?

_ O que vc está fazendo? - ela pergunta, baixinho...

- Por que não brincamos mais? - ele perguntou

Ela faz uma cara feia _ Por que você pegou meu pai - ela fala, bufando

-Não peguei seu pai não. Eu tenho o meu

- Pegou sim. Eu vi no escritório... - ela parece ter algumas lágrimas nos olhos

- Não peguei não. O seu papai é seu papai. Ele só quer que eu tenha futuro como - olhou para os lados assustado - ele quer que eu tenha um futuro como bom bruxo. - levou o dedo na boca indicando silencio - o meu pai me mata se souber que estou te contando isso

Emma engoliu em seco... então puxou o menino para o quarto. _ Bruxo? você não é bruxo - ela fala, meio manhosa

- Sou, mas shiuuu

_ Você pode fazer isso? - ela pergunta, enquanto se esforça para movimentar o carrinho azul sobre a mesa, o que consegue. Ela estava acostumada a fazer aquilo, desde mais cedo...

- Nossa... você também é - ele abriu um sorriso - Consigo isso também - Sean conseguia criar falsas nuvens que pareciam ter o formato do nome de Emma

Ela leva a mão até a boca, como se segurasse um riso. Seu olho brilha. _ Papai não gostou muito de quando tentei jogar o livro em você - ela fala, olhando para baixo e sem jeito.

- Era em mim, pensei que fosse nele! - riram juntos

[…]

- Recebeu a carta dos Noms? - Perguntou Sean desinteressado à Emma

_ Não - ela responde de mau humor.

- Ora como não se todos os alunos já receberam - Sean joga para ela sua nota, orgulhoso.

Ela faz uma carranca para ele e se levanta, quase bufando. Sobre o assento, está um pergaminho, com seu nome, todo amassado

Sean ve o nome de Emma amassado e pega o papel. Vai atrás dela.
- Não precisa... - parou atras dela

_ Eu odeio isso. Eu estudei tanto... - ela tem lágrimas nos olhos - Eu só sei decepcionar meu pai

Sean ficou comovido com a resposta de Emma, a abraçou tentando consolá-la, - Não é assim. Você sempre se esforça para conseguir as coisas acha que o senhor Hemet não vê isso?

_ Não. Eu não quero seu abraço... eu não quero nada. - ela empurra o ombro dele, com força. Ela é forte, brava...

- Emma o que te fiz? - ele parecia não entender o que estava acontecendo ali.

_ Você existe - ela explode e se vira como se fosse soltar chamas, como um dragão

[…]

Já haviam se passado algum tempo desde que Emma falou aquelas palavras pesadas para Sean. Ela estava arrependida… arrependeu-se antes mesmo de terminar a frase, mas palavras soltas não voltam atrás e o estrago estava feito. Olhavam-se à distância, cumprimentava-se cordialmente, mas não era como antes… Ela sentia falta, muita falta.

Tudo já estava quase terminando naquela escola que lhe serviu de lar por 7 anos. Sempre ao lado de Sean, sempre sorrindo, sempre tão protegida por ele. Apesar de sentir raiva pelo que disse, Emma não tinha coragem de chegar perto do amigo mais. E se ele dissesse o mesmo? Ela não iria suportar ser recusada por Sean.

Entretanto, não houve mais jeito. Encontrou-se com ele em um corredor, e por mais estranho que fosse, estavam apenas os dois naquele lugar. Sean parecia chorar. Aquilo chocou Emma. Ele sempre sorria, sempre, não importava o que acontecia.

Aproximou-se de Sean, seu coração martirizado. Segurou seu queixo, e no instante em que cruzaram os olhares, tudo deixou de fazer sentido e ela apenas abraçou forte o amigo. Não importava o que tinha acontecido. Estava ao seu lado, como sempre deveria estar.

Muito tempo se passou nesse abraço, até que ela finalmente conseguiu pronunciar uma pergunta sobre o que acontecia. Abraçou ainda mais forte quando o amigo falou, entre lágrimas e soluços da morte de seu pai. Ela não podia imaginar aquilo, o pai de Sean morto. Era cruel demais. Ela sabia como era perder alguém? Talvez, cresceu sem mãe, e seu pai, bem, ele não é lá grande com essa coisa de demonstrar sentimentos, mas ela não conseguia conceber o que seu amigo sentia. Apertou ainda mais, e os dois sentaram-se abraçados no meio do corredor, chorando...

[…]

Haviam se passado algum tempo desde que pisara naquela plataforma. Muita coisa… Sentia-se nostálgica e feliz de estar ali novamente. De longe olhava a figura de um rapaz se propondo a ajudar uma aluna com um malão. Seus olhos tinham carinho por aquela figura e não demorou muito para impulsivamente aproximar-se com um sorriso no rosto, a mão pronta para um tapa e uma pergunta provocadora.

Sean até deixou de lado a garotinha, e a abraçou, como há muito Emma não sentia. Depois de formarem, Emma havia entendido seus sentimentos por aquele rapaz, e por morarem na mesma casa, ela tinha que sempre se policiar nas suas demonstrações. Era por medo de perder sua amizade? Não tinha a menor ideia. Sempre que ele arrumava uma namorada, o humor de Emma ia para a era glacial. Ela não conseguia esconder que não achava ninguém boa suficiente para seu amigo. Estava confortável com essa posição. Até a última. Essa deu trabalho para a garota, mas finalmente eles haviam terminado. Com uma inocência angelical perguntou pela "falecida", só para ter o prazer de ouvir Sean falar que já a tinha despachado. Só não previu a pergunta dele sobre um carinha que ela insistia em mostrar para Sean como seu namorado. Ela ficou rubra, mas respondeu, mesmo engasgando um pouco que estavam bem… "Nem se ele existisse" - pensava enquanto olhava para o amigo. Seu namorado era mais falso que nota de 3, mas ele não sabia… sabia?!

Conversaram um pouco e Emma disfarçou o motivo de estar ali. Não podia contar a ele, não depois de tudo… Seguiria sua intuição, simples assim, como sempre fizera. Subiu no vagão e começou sua caminhada, sempre na frente de Sean, tentando esconder seus pensamentos do rapaz.

Enquanto Emma caminha na frente, no corredor do expresso, um grupo de novatos vem com toda a velocidade, passando por eles como um furacão. Emma tenta se desviar deles, mas embaraça em seus próprios pés, ela pressente que vai se estatelar no chão quando sente uma mão ao redor da sua cintura. Quando vê, está cara a cara com Sean. Estão tão pertos. Sua respiração ofega, e ela sente sua boca seca, muito seca. Em sua cabeça apenas as palavras "ele vai te beijar" ecoam. Ela olha nos seus olhos fixamente.

Tudo estava como deveria ter sido há oito anos... como ela esperou por ele... sentia seu coração na garganta. O tempo parecia flutuar. Seus olhos nos deles, estava pronta para receber, quando não sabe porque, ela começou a rir, a rir descontroladamente, quase desequilibrando os dois. Ria gostoso, sim, mas era desconcertante. Quando percebeu que ria, fechou a cara, e mais que rápido, saiu dos seus braços. Virou a cara para o outro lado, longe do olhar de Sean enquanto falava para si mesmo: "o que você fez? era o momento perfeito"



Este perfil já foi visualizado 201 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 21/08/2013 às 17:57:36