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Ucrania Viktor K. Zolnerowich [ 16236 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Viktor K. Zolnerowich
  • Professor Durmstrang

  • Professor Durmstrang

  • NOME COMPLETO

    Viktor Kaminski Zolnerowich

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,85m

  • PESO

    80kg

  • OLHOS

    Azul Claro

  • CABELOS

    Loiro Claro

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    40 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    10/08/1973

  • SIGNO

    Leão

  • NOME DO PAI

    Yuri Zolnerowich

  • NOME DA MÃE

    Anya Kaminski

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Kiev/Ucrania

  • NÍVEL

Bom, por onde começar para falar de minha vida a qual deve ser muito interessante para vocês perderem tempo em ficar lendo isto, não é? Mas, vamos lá. Vim de uma família de Kiev, Ucrânia. Minha família tem mais importância entre os trouxas do que entre os bruxos, mas, nunca me importei com isto, nem mesmo com fama. Mas, sou filho de sangue puro mágico, embora isto também jamais me importasse. Pelo contrário... acho que teria sido mais interessante se eu fosse um mestiçozinho ou até um “sangue-ruim”. Afinal, esta mistura iria acabar batendo à porta do famigerado Instituto Russo de Magia, Durmstrang, onde, como toda a minha família, me formei, na casa Vodyanoi.


 


Meu pai mantém uma empresa que fabrica peças e matéria prima para peças de motos. A  empresa também é usada como local de encontro para um Clube de motociclistas, o Death Angels, fundado pelo meu pai e por mais dois amigos deles, na década de 60, mais precisamente, em 68. De início era apenas um clube de pessoas apaixonados por velocidade, por Harleys, mas, que começaram a entrar no mundo do crime, mais precisamente no tráfico de armas. Á princípio, apenas armas de pequeno porte advinda da Rússia, ou melhor, da União Soviética, da qual a Ucrânia fazia parte, posteriormente, aumentando a potência bélica como também, avançando fronteiras além da Ucrânia. Afinal, a Europa como também a própria União Soviética viviam num clima beligerante o qual a qualquer momento poderia precipitar em alguma rebelião ou guerra.


 


Com isto, o dinheiro entrava fácil e a empresa se tornava um segundo plano nos negócios da família de meu pai como também de seus amigos. Meu pai, paulatinamente foi se afastando do mundo mágico, até mesmo de praticar magia, já que via entre os trouxas uma adrenalina maior e uma forma fácil de subir na vida.


 


Ele já namorava a minha mãe, desde da época em que viviam em Durmstrang. Ela tentou ser algo no Mundo Bruxo, como auror no Ministério Russo, por alguns anos, mas, logo a família lhe puxou para outra realidade, e, assim, abandonou no Ministério para cuidar de Nadya (Yvonne Strahovski), sua primeira filha, e quatro anos depois, de mim.


 


Cresci num meio com relativo dinheiro, coisas ilícitas e uma moral desvirtuada; o dinheiro paulatinamente entrava; e assim, não tive uma infância difícil no que tange ao dinheiro. Contudo, mesmo com a grana entrando, meus pais ainda se mantiveram presente no subúrbio de Kiev onde cresci. Assim, sempre tive tudo que quis, pelo menos no que tangia ao material. Pois, pro lado do piegas sentimentalismo, Yuri (Jeff Bridges) não era o que se poderia chamar de um modelo paterno; pelo menos para mim, já que para Nadya, praticamente criaria um mundo, se ela assim pedisse. Deve ser aquele lance psicológico de complexo de Elektra. Vai entender.


 


Minha doce mãe Anya (Diane Keaton) sempre tentava apaziguar a forma rigorosa como meu pai me criara. Talvez também por que eu o instigava a isto. Afinal, desde pequeno era um transgressor de leis, pelo menos escolares; tendo sido expulso de várias escolas, e quase também de Durmstrang. Por certo, alguns psicólogos poderiam falar que era aquele lance de querer chamar a atenção do pai e todas estas ladainhas.


 


Enfim, pode ser, posto que hoje ainda busco o seu reconhecimento, mesmo tendo conquistado certo espaço. Eu o admiro muito, afinal, o que ele criou há mais de 40 anos perdura. Ele é um homem de fibra, destemido, que se preciso suja as mãos para conseguir o que quer e proteger aqueles que ama. Minha mãe, é uma mulher perfeita, pelo menos para mim; aquela que sempre esteve do meu lado, mesmo sabendo de meus defeitos. E a respeito do lado “ilegal” dos Zolnerowich, ela também protege, e sabe que tudo é feito com o intuito de fortalecer o clube e a família. Para ela.... A família sempre vem em primeiro lugar. E sabe que às vezes é necessário sujar as mãos, pois nem sempre o caminho com menor resistência cruza com os nossos passos.


 


Meu pai falava que minha mãe me estragava ao me mimar, já que ele sequer fazia o mínimo por mim. Mas, não era porque não me amava, pois hoje sei que sim, porém, com aquele aprendizado ucraniano de que as coisas para os homens têm que ser mais rígidas. Afinal, cresci em plena guerra fria, União soviética... o mundo não era de homens fracos.


 


Assim, do lado materno ganhava a habilidade de lidar com mulheres, de meu pai, herdava um caráter falho e moral deturpada do que era certo e errado e o melhor para a família. Pois, o velho sempre dizia: Família, Amigos e Pátria deveriam vir em primeiro lugar. Mas, obviamente, nem sempre as coisas facilitam estes lados.


 


Contudo, apesar da exigência de meu pai em me fazer um homem que lhe correspondesse ás suas expectativas e exigências, cobrando-me o máximo, eu fazia tudo ao contrário, tornando-me um rebeldezinho sem causa e mimado. Em Durmstrang, por exemplo, via um lugar para extravasar as energias; sendo regado de muita farra, azarações, casinhos com meninas, a criação de um mercado negro com venda de objetos ilícitos no instituto para alunos que, assim como eu, adoravam transgredir as regras. Meu pai? Ele vinha atrás, sempre tentando limpar a sujeira que fazia, mesmo com o olhar colérico em minha direção, mas, queria manter as aparências de uma família normal para que isto também não atrapalhasse seus negócios no Mundo Trouxa. Inclusive, usou de amigos bruxos para tentar impedir que eu fosse expulso de Durmstrang em meu sétimo ano.


 


Em Durmstrang, apesar de ser uma miniatura de bandidozinho e cujo pinto não conseguia ficar dentro da calça, era um aluno destacado em algumas disciplinas. Tinha aquela inteligência de pegar as coisas rápido, não precisando ficar horas e horas nos livros para aprender algo como muitos faziam e me odiavam por isto. Claro... não era perfeito em tudo. Por exemplo, cozinhar e brincar com mato não era a minha praia e nem muito ficar catando merda de animal mágico. Portanto, tinha poucas opções de interesse, e talvez assim, minha mente acabava focando nelas.


 


Quando sai de Durmstrang, as coisas não melhoraram. Sai de casa, indo morar no centro de Kiev, já que, a cidade é dividida em raions, sendo a parte leste mais desenvolvida. Assim, me mudei para o raion de Desnyanskyi, para um apartamento da família, fingindo, portanto, que não estava mais sob a tutela de meu pai. Lá, juntamente com Alexei e Vladimir, dois amigos meus bruxos, cujos pais ajudaram o meu a fundar o clube, e com quem eu havia me formado em Durmstrang, vivíamos de bares em bares, com muito álcool, drogas, mulheres, brigas e, invariavelmente, presos, por diversos crimes, como desordem pública, atentado ao pudor, crime contra o patrimônio público, e porte de drogas para consumo próprio e ilegal de armas.


 


Meu pai tentou me segurar em casa, afinal, me queria no clube como também coordenando a empresa, afinal, mesmo ela funcionando como plano de frente para as atividades ilícitas da “família”, ela também rendia lucros. Porém, obviamente recusei. Não queria nada que viesse dele e todo aquele blá, blá, blá de coisa rebelde da porra. Contudo, não negava coisas dele, quando ele tinha que ir atrás de mim, resolver as merdas que havia feito pela cidade. Minha mãe tentava acalmar os ânimos dele, mas, ele dizia que eu não passava de um fracassado que não seria nada na vida. Nesta vida eu fiquei dos meus 17 anos até aproximadamente 25, 26 anos. Ou seja, quase 10 anos só fazendo merda por ai. E hoje me pergunto como ainda estou vivo e, de certa forma, com uma boa saúde, exceto os meus pulmões devido ao vício pelo cigarro que tenho desde meus quinze anos e o gosto inveterado por álcool.


 


E durante este intercurso tiveram pessoas que passaram em minha vida de forma significativa. A primeira fora Mariya, ou Masha como era sempre chamada, minha primeira namorada. A guria era de Durmstrang também, onde começamos os nossos affairs, era uma “mestiça”, apenas ela e o pai eram bruxos. Vivíamos no mesmo raion, Svyatoshinskyi, e o fato dela ser bastante parecida comigo na época ajudou para uma aproximação. Masha era louca, gata, toda porra louca, mas, acabou por se aprofundar nas drogas, algo que nós três saímos logo quando vimos que ia dar merda, e assim, acabou se fudendo. Claro... embora não assuma para ninguém, sinto-me hoje culpado pelo que aconteceu com ela. Contudo, sabia também que tentei de todas as formas possíveis para ajudá-la, ameaçando terminar, tirando as merdas da casa dela, tentando leva-la para uma clínica... Mas, ela resolveu dar mais valor para as suas picadas do que para mim de fato. Matei inclusive o seu traficante quando a garota teve sua última overdose, a qual culminara com sua internação compulsória. Namoramos de fato por uns dois anos, mais ou menos. Claro, houve algumas traições (poucas, mas hove), eu era jovem, mas, ela no final, parecia nem se ligar pra isto.


 


Posteriormente, fiquei sabendo que ela saiu da clínica e se dera bem na vida, passando por cima de seu passado e superando-o conseguindo até de medibruxa no TvH. Contudo, a vida acabou por nos distanciar, embora ela ainda mantenha contato com a esposa de Vladimir (Conor McGregor), Yulia, ocasionalmente.


 


Yan Borisovich era apaixonado por Masha. E eu pegara a irmã dele e o a amor da vida do dito cujo (Masha). Era um trouxa que vivia e cresceu no mesmo raion que nós quatro. Não aceitara o fato de que Masha se apaixonara por mim, e, ainda me culpara pelo final trágico que a garota tivera, numa internação compulsória numa clínica de dependentes químicos. Posteriormente, ele virou policial, um aspirante a delegado do raion de Podilskyi, tendo influência também no de Obolonskyi, e, seu sonho de consumo é me ver e meu clube atrás das grades. E assim tenta há alguns anos me fuder.


 


Aos 23 anos comecei a me envolver com Evey, uma bruxa francesinha gostosa, filha de papai, bancada a rebelde que me trouxera a maior dor de cabeça e também o fora mais filho da puta que tive. No começo, ela era uma mulher intensa pela vida; gostava da adrenalina, também fugia das garras de seu pai e resolvera desbravar o mundo ao meu lado. Foi a relação que mais me instigava a ser fiel. Afinal, amava a mulher. Até o momento em que ela resolvera engravidar. E ainda por cima, querer ter a criança. Pô! Eu com 24 anos, vivendo na loucura, ter que frear a minha vida por causa de um filho ia ser foda. E aquilo quebrara as minhas pernas. Principalmente quando ela deu a louca e resolvera me abandonar e ir para a casa da irmã (que a propósito, me odeia até hoje). O foda é que ela quis dar lição de moral em mim, que pediu para que ela tirasse a criança, mas, acabou entregando a menina para a irmã cuidar. Vai entender a linha tênue da hipocrisia, não é? Por esta mulher, fiz até coisa que nunca fizera antes: correr atrás. Fui na casa da irmã dela busca-la, mas, recebi soco na cara e pé na bunda.


 


Por ironia do destino ou não, quando fui para Hogwarts aos meus 39 anos, lecionar História da Magia, a dita cuja da minha filha estava lá, inclusive, na mesma casa a qual eu acabara me tornando diretor. E mais ironia ainda, a pirralha gostara de mim, (apesar dos pesares) e se aproximara mais de mim do que da ‘tia’, que passou, após ter sua identidade revelada, a ignorá-la por questão ... de sei lá o quê... talvez uma forma de resguardar seus sentimentos, conhecendo-a como conheço.


 


Amélie, a minha filha em questão, tem 16 anos agora. E é uma adolescente complicada; mimada, quer tudo e todos nas mãos, odeia ser contrariada e ainda faz piti quando isto acontecesse. Estragaram a garota com este estilo francês de viver. Mas, gosto da garota, afinal, ela tem algumas coisas minhas em sua personalidade. Aos poucos nossa relação pode se tornar uma de pai e filha de verdade, afinal, é bem diferente quando você pega uma filha de 16 anos para amar e um recém-nascido. Mas, a amo ao meu modo como também a protejo.


 


Nadya era a minha irmã mais velha; a filha prodígio, a qual era a maçã podre da família (ou a única que prestava). Não se afeiçoava como a forma que a família ganhava dinheiro, e sempre que possível ficava longe destas paradas, inclusive, voltando-se mais para o mundo mágico. Meu pai, no entanto, sempre a queria por perto, e sofreu para caralho quando ela foi para Liechtenstein. Nadya foi para o Ministério de Liechtenstein, sendo inominável, onde conheceu o seu marido Adrian com quem tivera três filhos, entre eles Hazel (Karen Gillan). Eu e Nadya nunca nos demos bem. Ela me achava arrogante, presunçoso, um rebeldezinho sem causa que queria só chamar a atenção do pai, e ela toda certinha, com a integridade vomitada em sua moral, sempre se achando no direito de se ver melhor do que eu. Esse sentimento infantil de raiva, rancor e ódio acabou por culminar numa aliança entre mim e Maëlle Dominick, uma bruxinha com quem eu me envolvera, e juntos matamos Nadya, seu marido e seus dois filhos. A ideia foi dela basicamente. Eu apenas a pus dentro da casa de minha irmã para que ela enfeitiçasse Hazel para fazer todo o papel sujo. Hoje, confesso que me arrependo. Principalmente depois que vi a merda que fiz na vida de minha sobrinha, que tem problemas graves de socialização.


 


Porém, esta morte de Nadya foi o estopim para que eu me reencontrasse com Daphne, uma bruxa com quem eu também me envolvi no passado, mais precisamente, durante o namoro e casamento propriamente dito de Nadya com o irmão de Daphne, Adrian. A mulher estava noiva, porém, acabou o seu relacionamento para ficar comigo, e “Bum”... engravidou de mim. Desta vez, mais velho, aos quarenta anos, tentaria não fazer mais merda; não falaria para ela tirar a criança, até porque, mesmo a ideia me assustando, no fundo, havia gostado de poder ser pai novamente. Assim, resolvemos morar juntos, eu me mudando para Hogsmead para ficar mais perto de Hogwarts onde trabalhava e também para cuidar de Hazel que passou a morar conosco enquanto trabalhava no hospital, onde fora o único lugar que conseguiu se “achar” após graduar em Hogwarts.


 


Contudo, Daphne paulatinamente foi se tornando uma mulher insegura, imatura, possessiva, controladora, doente, psicótica. Afinal, não era nenhum segredo o tanto que eu galinhava por ai. Ela sabia da minha “fama” quando resolveu ficar comigo novamente, e assim, aquela neura de que eu poderia estar traindo-a, constantemente a controlava, e, com os hormônios da gravidez, a necessidade de me ter sempre por perto foi se tornando sufocante, e, invariavelmente, acabava perdendo o tesão pela escocesa com quem eu havia gostado outrora de ficar. Traia a mulher deliberadamente, com Deus e o mundo, contudo, não queria deixa-la sozinha carregando um filho meu, longe de mim, sabe-se lá com quem. Vai que ele virasse uma pessoa tão sem noção quanto a minha mais velha, Amélie, havia se tornado? Hipocrisia ou não, era assim que queria o sistema funcionando.


 


Porém, como nem tudo são flores... merdas rolariam escada abaixo, principalmente quando cruzara com outra mulher de meu passado, Victoria, a qual num passado distante havia me contratado para matar o irmão dela, o herdeiro do trono da Suécia. E, assim, concomitante ao tempo que estava com Daphne, fiquei com outras e com Victoria também. Embora, paulatinamente, o número de amantes diminuíssem a praticamente somente com a princesa ostentando este título, principalmente, quando os nossos encontros se tornavam mais frequentes.


 


Com vários rolos que aconteceram e interligavam eu e Victoria, sentimentos foram rolando, e após uma merda a qual ela fizera, matando seu marido para nos proteger a respeito do assassinato de seu irmão há tempos atrás o qual, não sei como, o dito cujo descobrira e nos ameaçara, eu a trouxe para Kiev para viver comigo e tornar a minha mulher. Hoje vivemos como um casal de fato... e ela está grávida de nosso primeiro filho, Dmitry. Abel, meu filho com Daphne, também vive conosco em Kiev. E Daphne se tornara apenas um passado em nossas vidas.


 


Enfim... minha vida é regada de mulheres, filhos, como viram, suas complicações... afinal, se uma mulher já é complicada, imagine várias juntas interligadas por sua pessoa? Mas, finalmente, tomara um rumo em minha vida, e estava, agora, só com uma mulher. Afinal, a filha da mãe fizera eu me apaixonar por ela.


 


Mas, fugindo de minha vida pessoal, voltemos um pouco ao passado, quando finalmente decidi tomar um rumo na minha vida, usando-me como exemplo de que nunca é tarde para mudar. Aos vinte e seis anos resolvi fazer faculdade de História e Antropologia trouxa, (algo que meu pai odiou) usando posteriormente isto para associar com a História da Magia. Afinal, outros pontos da Magia não me agradava muito, mesmo eu usando feitiços quando a situação exigia e algumas habilidades mágicas. Infelizmente (ou não) os trouxas sempre me fascinavam, assim como faziam com meu pai. E sabia que dia ou menos dia voltaria, como filho pródigo para a casa, aceitando o meu papel.


 


Com o aperfeiçoamento de Antropologia, História e História da Magia, isto facilitou o meu conhecimento para outras coisas. Afinal, voltara a minha atividade de extraviar objetos mágicos como fazia em Durmstrang, porém, agora, com objetos mais raros e, obviamente, mais poderosos, tornando-me uma espécie de traficante de raridades mágicas. Era conhecido no submundo e isto acabou fazendo com que me aperfeiçoasse em alguns conhecimentos como Runas, Ocultismo, Legilimancia e a Identificar Magia em objetos raros.


 


Estes conhecimentos também me ajudaram em outras coisas, juntamente com o fato de eu ser um avarador. Assim, entre os trouxas, tais habilidades se tornaram deveras atraente. Podiam me ajudar nas negociações, a esconder melhor as armas, embora, mantendo o limite aceitável para não me fuder quanto ao Estatuto do Sigilo. Fui aprendendo várias coisas, dentre as quais, a maioria com meu pai e meus “tios”. Inclusive a matar de uma forma menos tempestiva e a segurar os meus impulsos beligerantes. Gostava de armas; eram atraentes, emanava um poder semelhante ao da magia, e, o melhor, podia ser usada nos dois mundos, ao contrário do dom que deveríamos esconder a todo custo dos trouxas.


 


Algumas vezes, no passado, fazia papel de assassino de aluguel, conseguindo alguns servicinhos por fora, contudo, com o tempo isto foi deixando de lado, e com a maturidade e o ganho do respeito de meus “irmãos” consegui me assentar na cadeira de Presidente da Metalurgia Zolnerowich e também do clube Death Angels, quando eu tinha trinta e cinco anos.


 


E há cinco anos ainda me mantenho neste posto, usando todo o conhecimento que posso para alavancar fronteiras dos Death Angels. Mesmo que no momento eu também me dedico a área de lecionar História da Magia em Hogwarts, algo que eu adorava fazer e, invariavelmente, acabava por me manter “no mercado mágico” e ainda conhecido no mercado negro. Só não sabia por quanto tempo ainda manteria a minha mente dividida entre os dois mundos.


 


 


Para me ajudar, tenho Vladimir como V.P do Death Angels e também da empresa. Confio para caralho no meu irmão bem como na sua destreza de manter a ordem na minha ausência. Quanto a Alexei, infelizmente, o bruxo tomara outro rumo na vida, ao tentar, com uma ambição desmedida trair a sua família e assim a pagar o preço com a sua vida. Como sempre acontecia com aqueles irmãos que viravam as costas para o clube! Afinal, nascemos para ele e morreremos por ele.



Este perfil já foi visualizado 1.238 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 15/01/2017 às 20:32:01