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Inglaterra Karleen Grace [ 16327 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Karleen Grace
  • Mundo Mágico

  • Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Karleen Morrison Grace

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,70m

  • PESO

    56kg

  • OLHOS

    Azul Claro

  • CABELOS

    Castanho Claro

  • SEXO

    Feminino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Bissexual

  • IDADE

    23 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    12/03/1993

  • SIGNO

    Peixes

  • NOME DO PAI

    Kennedy Morrison

  • NOME DA MÃE

    Mary Anne Grace

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Mestiço

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Cambridge/Inglaterra

  • RELACIONAMENTO

    Solteiro

  • NÍVEL

A família Morrison não se orgulhava do sangue quase completamente puro, das riquezas, prêmios e títulos adquiridos ao longo dos séculos, nem mesmo do notável talento para habilidades de mutação. Eles se orgulhavam de sua inteligência. Qualquer um que ouvisse falar da família Morrison reconheceria aquele sobrenome de Ministros da Magia, trabalhadores importantes no Ministério, Diretores do Hospital e Chefe de Medibruxos. Qualquer um que fosse o cargo, se tivesse algum tipo de renome ou importância, então algum membro da família já tinha passado por ele. Era notável a sagacidade e esperteza em cada um daqueles que carregavam o sobrenome, características tão fortes que não se tinha conhecimento de algum membro sem elas. Eram corvinais, para Hogwarts, Mélusinos, para Beauxbattons, ou mesmo Romanovs, para Durmstrang. Eram bruxos que não precisavam batalhar com tanto afinco pois sempre sabiam estar um passo a frente de todos os outros. Eram trabalhadores. E, principalmente, sabiam se comportar com uma notável educação e etiqueta. Nem mesmo os que tinham ido ao encontro de trouxas se perderam no meio do caminho. Eram advogados, médicos, diplomatas, químicos, físicos, inventores, todos profissionais e bem-sucedidos.

Kennedy Morrison também não fugira àquela sentença. Ao alto de seus trinta e sete anos, não se sentia humilhado, entristecido ou arrependido por ter renunciado a bruxaria aos quinze anos. Se lembrava muito bem do dia que saíra de Corvinal, enviara uma carta para seus pais e tomara seu rumo em meio aos trouxas. Não fora deserdado pela família - como já foi dito antes, eles não se orgulhavam tanto assim do sangue quase completamente puro -, mas deixara por decisão própria deixar de frequentar as reuniões e ceias aos domingos. Preferira tomar um caminho diferente da maioria dos integrantes e partira para a cidadela de Cambrige, iniciando seu caminho rumo a uma boa escola. Trazia consigo o dinheiro reservado a si no cofre da família, o que permitira a compra de uma casa simples - poderia ter sido uma mansão, mas Kennedy era um homem de simplicidade - e o pagamento de seus estudos. Aos vinte e um anos, estava orgulhoso de ter iniciado os estudos na faculdade de Cambridge, decidindo-se por direito. Por mais que fosse recluso, era apaixonado por uma profissão em que pudesse defender alguma causa. Assim, aos vinte e seis anos, formara-se, pronto para seguir carreira rumo à advocacia.

Conhecera Mary Anne Grace numa ida a um parque perto de sua casa, na época aos vinte e quatro anos, escolhendo, entre todos os rostos, aquele a ser seu alvo para uma conversa. Encontrara-se fisgado pela beleza da moça, que chamava muita atenção, sem parecer que ela gastava muito tempo ao dia para se produzir. Na verdade, mais tarde descobriu que ela era um tanto quanto desleixada, se comparada a outras mulheres de sua idade. Não que não fosse vaidosa, sua beleza natural que permitia isso. E Mary Anne se mostrara, além de bela, uma garota afável, amigável e amável. Apaixonara-se por ela após duas semanas de encontro, até descobrir que cursavam faculdade em campus próximos. Enquanto ele estava a alguns semestres de se formar em direito, para ela ainda seriam quatro anos de estudos na área da medicina. O que aconteceu depois, claro, foi um tanto quanto clichê. Casaram-se no dia seguinte ao que ela se formou, não sem antes o choque que foi descobrir que o marido era um bruxo e, por mais que tivesse renunciado, ainda sabia fazer alguns feitiços. Dois anos depois, com vinte e nove, nascera Karleen Morrison Grace.

Em seu nascimento, o primeiro fator que chamara a atenção de seus pais foi, inevitavelmente, seus olhos. Da forma mais clichê possível, um poderia ser descrito como o céu de verão e o outro como a folhagem de uma floresta. Aquela condição, conhecida como Heterocromia Completa, foi "passsada" através do nascimento por genes de sua avó. O segundo fator foi os cabelos cor de terra, como a superfície original após um banho de chuva. Seis meses depois de seu nascimento, era inegável a beleza da garota, tendo puxado quase completamente a mãe. Os olhos largos, a boca carnuda, o nariz em um tamanho proporcional, assim como as sobrancelhas finas. Mesmo o rosto, um pouco rechonchudo, era extremamente agradável se junto das outras características, como se todas elas estivessem em perfeita harmonia. Também parecia ter puxado a personalidade de seu pai, pois apesar de estar sempre curiosa sobre o mundo a seu redor, era uma criança bastante quieta. No fim, conquistava a todos com o jeitinho generoso e o porte belo, ainda mais quando conquistara o marco de quatro anos de idade. Viria a se tornar uma garota bela, inteligente e sagaz. Se fosse estudar magia em Hogwarts, seria quase obvio que o Chapéu Seletor lhe selecionaria para a corvinal. A única amizade que cultivava desde que não se entendia por gente era Luna Lockwood. Fora com ela que descobrira a existência da magia, já que seu pai, apesar da pureza no sangue, nunca chegara a abordar aquele assunto consigo. 


Qualquer um que visse de fora poderia pensar que sua vida era perfeita. Não importava o ângulo, não importava se era uma investigação amadora ou uma que preenchesse todos os detalhes. E a verdade é que realmente era. Ela tinha uma família que a amava, uma melhor amiga com a qual podia contar em todos os momentos, fazia amizade com exímia facilidade, morava numa mansão que cabia outras dez de si e, como já era de se esperar, puxara a inteligência da família, a beleza da mãe, sem falar na ambição e astúcia: Características próprias. Ainda havia o fato de que, mais tarde, viria a cursar os sete anos em Beauxbattons, na casa da Mélusine. Mas, aos oito anos, a trama que cercava seu destino começara a se desenrolar. Foi pega de surpresa quando, uma noite, durante um jantar em família, sua mãe surgira da cozinha com uma expressão alarmante. Ao invés de explicar o que acontecia, pegou Karleen pela mãe e correu até a despensa, deixando-a ali, gritando para a garota que não saísse mesmo que sentisse necessidade. E por mais que sua curiosidade falasse, sua obediência sabia que deveria obedecer sua mãe. Mas ela ainda podia ouvir o que acontecia. Os passos, os barulhos de coisas se quebrando, os gritos. Como em um filme de terror em que ela não podia fazer nada para ajudar.

E quando ela tentou se libertar, a porta não lhe ajudou. Parecia trancada por fora, mas ela sabia que aquilo não era verdade. Havia sido um mero golpe do destino. A mansão era, apesar de recém-reformada, velha em seu interior. E a porta da despensa havia sido a única que não fora trocada, de forma que a ferrugem fez com que, naquele momento tão importante, fosse impossível abri-la pelo lado de dentro. Na verdade, era possível, sim, mas não para a força de uma menininha de oito anos. A despensa também era o único lugar mal iluminado da casa. Como os produtos de limpeza eram retirados para uso durante o dia, colocar uma grande janela era a única maneira de preservar a luz do dia, sem trazer altas contas de luz evitáveis. Uma pena que sua arquitetura permitira a construção frente a árvore do jardim, de forma que o aposento estava um breu. E seus gritos não foram ouvidos durante a noite. Um aposento escuro, apertado, não podendo comer, beber ou mesmo fazer suas necessidades. Mas o medo que começou a crescer em si impedira-a de dormir. Havia escutado terrores e passava por outro, era demais para uma criança de oito anos.

Após ser libertada, cerca de doze horas após o ocorrido, ganhara consigo a marca de uma vida perfeita começando a desmoronar. Não só descobrira seus pais mortos, esticados em um banho de sangue no chão da sala, como também sabia não conseguir mais ficar em espaços muito fechados. Ainda assim, Karleen sabia que não podia deixar aquela noite estragar toda sua vida e, num ato que já era de se esperar, passara a morar na casa de sua amiga, Luna. A mansão em que morava e a riqueza que a família construíra com o tempo ficaria na guarda de um tio até que completasse dezoito anos - a família sempre confiara nele, já que o tio sempre estava presentes em datas comemorativos, além de ser bastante próximo -, de forma que seguiu com sua vida. Mas em cada noite silenciosa, noites nas quais não podia ver o céu e só podia escutar gritos, ela prometia a si que um dia, quando tivesse a oportunidade, iria atrás de respostas.


 


Curiosidade: Karleen sabe 6 (daquiapoucochegaemseteeachoqueparaporaí) línguas.


* Inglês e Polonês por conta da convivência, já que cresceu em Londres e sua mãe, Mary Anne, era Polonesa.


* Francês, russo e italiano vieram a partir da convivência com os familiares e amigos (porque Cambridge é uma cidade universitária e têm gente de tudo quanto é lugar).


* Português por diversão. 


* Atualmente está estudando alemão.


Karleen pode ser considerada autodidata e superdotada no que diz respeito a esse tipo de aprendizagem, levando cerca de 1 ~ dois (e meio) anos para tornar-se fluente, dependendo da dificuldade (tendo em vista as raízes trouxas, é fácil utillizar tecnologia tanto para o aprendizado quando pós, de forma a continuar fluente e treinando os idiomas).


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Conexões:


Luna Lovegood: Melhores amigas, irmãs, duas metades de uma mesma laranja. Não existia uma palavra ou frase que se encaixasse exatamente no que você e Luna eram - nenhuma capaz de abranger todas as quase duas décadas que passaram uma com a outra. Luna era seu porto seguro, os abraços apertados em momentos aleatórios, aquela que segurava sua mão quando tinha os piores pesadelos na madrugada. E você fazia questão de estar lá quando ela precisava - nos dias bons e nos piores. Crescendo, para alguém de fora, era impossível determinar que não compartilhavam laços de sangue - simplesmente não havia um dia em que estivessem separadas, e "longe" parecia uma palavra pesada demais, fragmentada demais em um futuro distante. Doeu quando seus pais faleceram, mas doería mais se não fosse por ela. Doeu quando você foi para Beauxbatons e ela trilhou um caminho diferente. E doía saber que você nem sempre estava lá para ajudá-la quando necessário. Mas os quilômetros não eram o bastante para separá-las, nunca seria, e férias transformaram-se em oportunidades para comprovar que não, nada mudara. Com o fim dos estudos, a ligação apenas aumentou, e vocês quase formaram uma família de novo - com você mudando-se para a casa da outra. Mais de quinze anos depois, Luna ainda é quem ela sempre foi: aquela que você ama mais do que qualquer um, a pessoa que a entende sem precisar de palavras e sua luz. Você não saberia viver sem ela - você até duvida que conseguiria.


Nikolaus D'Aviano: Você nunca foi de acreditar no conceito de cara metade. É difícil imaginar-se de outra forma hoje, mas Merlin sabe o quão diferente você já foi - numa época em que noites se pareciam muito mais com dias e estranhos ocupavam sua cama, mas nunca seu coração. Não que você não fosse cuidadosa, era só que a vida sempre foi curta demais e você fazia questão de aproveitá-la. Isto é, até perceber que talvez estivesse errada - e ficava cada vez mais difícil bancar seu estilo de vida sem usar o dinheiro deixado por seus pais. Uma coisa levou a outra, até finalmente começar a trabalhar em Hogwarts. Até lá, você não sabia o quão fácil era se apaixonar por alguém - quão vulnerável seu coração era a ponto de cair por fios loiros e um par de olhos azuis. Mas Nikolaus era mais, muito mais do que isso - ele era a pessoa que a escutava, que a fazia rir no cansaço da madrugada, na mais pura simplicidade, com quem conversava por tantas horas que era difícil acordar e trabalhar. Foi natural que prestassem mais atenção um no outro, culminando em um beijo, então vários, até que não sabia mais como era viver sem a presença dele a seu lado. Talvez por isso que doesse tanto que estivessem separados - sem alguém para esquentar sua cama, livrá-la do medo que vinha com a madrugada, alguém que a levasse para longe sem nem precisar se esforçar. Mas valia à pena sempre que o via de novo - e se tivesse sorte, talvez esse "de novo" um dia se transformasse num contexto diário. Pena que sorte nunca esteve ao seu lado.


 


[Ojesed] - Maior Sonho: Ter os pais vivos, ao seu lado.
[Bicho Papão] - Maior Medo: Claustrofobia; lugares escuros/apertados/que, de alguma forma, seja impossível sair.
[Dementador] - Memória: Estar aprisionada durante doze horas numa despensa escura - o que resultou em claustrofobia - enquanto ouvia seus pais serem mortos (e, mais tarde, silêncio, óbvio).
[Testrálios] - Viu a Morte?: Não.
[Tattoo] - Marcas corporais: -

Este perfil já foi visualizado 889 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 20/10/2017 às 00:23:23