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Escocia Noah Henry Parkin [ 16700 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Noah Henry Parkin

  • NOME COMPLETO

    Noah Riley Henry Parkin

  • RAÇA

    Lobisomen

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,79m

  • PESO

    86kg

  • OLHOS

    Azul Intenso

  • CABELOS

    Castanho Claro

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    30 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    13/06/1985

  • SIGNO

    Gêmeos

  • NOME DO PAI

    Oliver Riley Henry Parkin

  • NOME DA MÃE

    Lily Henry Parkin

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Wigtown/Escocia

  • NÍVEL

  • Animal de Estimação Animal de Estimação:

    Este personagem não possui um animal de estimação!

  • Feitiços Aprendidos Feitiços Aprendidos por este Personagem:

    Um total de 194 magias...

  • Inventário Total de Itens no Inventário:

    3 diferentes itens


    • 1 un de Varinha de Jaborandi, 32cm, Pena de Fênix, Elástica
    • 1 un de Luvas de Couro de Dragão
    • 1 un de Varinha de Oliveira, 31cm, Pelo de Pégasus, Maleável
  • Dados do Jogador Dados do Jogador:

    Personagem do jogador Dado que atualmente mora em Bragança Paulista / São Paulo

    Todos seus Personagens: - - -

  • Ajuda

    Abaixo você confere alguns links para tutoriais e textos importantes que vão te ajudar a entender melhor o funcionamento do nosso jogo!

    Em caso de dúvidas procure alguém da Staff ou algum jogador mais antigo para lhe auxiliar.


Pessoas inúteis pelo simples fato de serem incrédulas a si mesmo. Serem emocionalmente babacas e sem controle de caráter em um mundo de pessoas frágeis com suas doenças instáveis. Em que mundo estamos vivendo? Como podemos continuar utilizando de nossas regalias com tantos vermes ao nosso lado? Eu contemplava os vermes a minha imagem, andávamos juntos e não tenho vergonha em assumir que era um dos mais impetuosos e honrados em meu dever. Andei e procurei por respostas por todo o canto, mais para minha desgraça, apenas encontrei minha culpa em meu caminho errôneo. Vivi minha vida a servir uma vontade que até hoje brigo para ser mais forte em meu julgamento, mas agora serei maus forte e irei lutar do lado certo, irei estar pronto para combater os vermes que ainda não purificaram seus pensamentos e irei forçados da forma que for cabível à faze-los entender e chegar a redenção.

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Tudo começou em uma casa de camping nos arredores de Wigtown. O que faltava de luxo sobrava em tamanho na casa que era acolhedora e movimentada.
Paredes mofadas, cortinas rasgadas e um forte cheiro de cigarro no ar, esse era a modesta casa mais ao fundo do terreno. Gordon era o caseiro que morava e cuidada da casa dos Parkin enquanto eles não estavam no campo. Seu trabalho era impecável, apesar de sua falta de velocidade. A idade estava pesando para o velho que não largava o cigarro nem na hora de comer.
Era comum a entrada e saída de pessoas desconhecidas ao olho da velho caseiro, mas era certo que todos ali sabiam o nome dos donos e de seus filhos. Crianças adoráveis, mais com uma diferença de idade considerável. Noah era o irmão mais velho e sempre cuidou de seu irmão com oito anos a menos. Com o passar dos anos Noah recebeu a tão espera carta e foi chamado para dar inicio aos seus estudos. Durmstrang seria seu novo lar e tudo iria mudar drasticamente.
O jovem tinha confiança que se sairia muito bem, que iria conhecer muitas pessoas, talvez nem todas boas, mais estaria pronto para julgar e ser julgado pelos demais.

Noah já se encontrava no segundo ano quando recebeu uma noticia perturbadora. Era começo de ano e fazia menos de uma semanas que estava de volta a escola de bruxaria quando recebeu uma noticia devastadora. Seu irmão mais novo que acabara de completar a idade necessária para dar inicio aos seus estudos sumirá. Seu pai o contou por carta que o casula estava brincando à frente de sua casa quando um grito se iniciou e foi-se cortado. A velocidade que Oliver, pai de Noah correu para fora, foi extraordinária, mais quem quer que tenha pegado o seu casula; não queria dinheiro, pois a família não tinha e não era segredo para sociedade.

O segundanista se desmontou e caiu em uma depressão avassaladora. O jovem que era atencioso , carinhoso e respeitador, agora estava com outro semblante. Não entendia como alguém poderia raptar seu irmão. Para que isso seria necessário?


A raiva se ganhava força dentro do rapaz, junto com seus pensamentos perversos e sofridos, pois era mais fácil acontecer uma agressão em noites conturbadas, do que sua mãe ter algum tempo para conversar com seu filho que crescia com a mente danificada pelo trauma sofrido.
Noah não só perdeu o irmão como a mãe que dedicou-se completamente para procurar seu filho desaparecido. Talvez não fosse culpa da jovem prostituta do rapaz ele ter se perdido tanto, mais o falta de compressão de sua família, pois ele sempre estava machucado e cuspindo sangue. Uma doença congênita? Trauma? Talvez a vida fosse assim, talvez essa fosse o mundo que fora reservado a essa família desestruturada que pela falta de um filho, não conseguiu se manter forte.

Oque uma pessoa tem que fazer para ser percebida, quem precisa morrer para outra ter seu espaço na sociedade. Como podemos viver nesse mundo onde uma criança é pressionada até desenvolver um refinado gosto por sangue?
Noah tinha essas angustia em suas costas, tinha dúvidas do que era certo e do que era errado. Como alguém poderia tarja-lo como culpado pelos seus atos, se ele era apenas uma vítima do destino, poderia ser um monstro criado pela sociedade, seu ódio alimentado pela felicidade das pessoas a sua volta, e sua boa vontade em tentar digerir as conquistas insignificantes que todos vibravam de contentamento ao seu êxito. Com que direito o tratavam como uma peça quebrada, algo com defeito que só a piedade alheia consertaria.

Quem decide o que é ou não é normal? Quem decide o seu caminho? Todos esses fatores poderiam ser utilizados como desculpa e uma vida de piedade brindaria ao jovem problemático. Ou isso só esconderia a verdadeira face da sociedade perante um membro solhar desconfiado não aguentava mais os olhares a sua pessoa. Os pensamentos alheios que muitas das vezes eram ditos em bom e alto som.


Com esses pensamentos, não poderia deixar de enfatizar como as crianças podem e são perversas, horrendas e macabras quando elas querem, quando ela tem a oportunidade. Talvez a inocência as deixe a mercê dessas ações, talvez não seja por mal, mais qual ser pode ser perdoado após bater em sua face, xingar e ridicularizar sua genitora, te humilhando a frente de todos.

Quem sabe a pessoa que sofrera essa agressão devesse revidar, devesse enfiar um cigarro acesso no ouvido de um dos agressores e morder com tanta força a orelho do outro, a ponto de sentir o sangue descer sua garganta após cuspir o que era uma orelha no individuo, que agora berraria perdendo sua realidade e posteriormente sua consciência. Noah não se arrepende de sua agressão com os meninos que o perturbaram e o deixou acuado o forçando a revidar.

O mundo nunca fora um lugar bonito, pelo contrário, é um lugar horrendo para se viver, um lugar imundo com seus vermes. Como se um homem tivesse acordado atrasado pela sua noite de prazeres que fora pago com o dinheiro de uma colheita inteira. O mesmo homem que exalava a bebida que a ingeri-la noite passada para ter coragem de gastar todo seu saldo com tal ser repulsivo em sua aparência.
Sem sua dedicação e atenção matinal, devido à noite mal dormida, deixou a porteia aberta.
Seu único, mas consagrado cavalo escapou pelo deslize do homem. Dois dias de busca e o homem agora lucido e visivelmente preocupado encontrou seu velho amigo. O reencontro não foi como o esperado, nunca é como o esperado.
O animal estava preso em uma vala com as duas patas traseira quebradas. Uma brilhava o osso para fora e sem forças o ser agonizava em baixo tom, talvez sem qualquer movimento além de suas pálpebras.
Agora o homem que ficara triste em perder seu animal, ficaria mais triste ainda em encontra-lo e ter que sacrificá-lo para sessar sua dor.

A humanidade é como os vermes que iram comer o cavalo abandonado e apodrecido por um integrante dessa dinastia de vermes.
Noah não aguentava mais os vermes ao seu lado, suas ameaças e seus xingamentos. Sua fúria mostrou ao resto da sociedade, que ele não se encaixava nos termos e que ele era uma ameaça que tinha que ser contida.

Piadas não fariam o rapaz rir, nem ao menos sorrir, mas a simples ordem de apague as luzes, era o suficiente para ainda saber que ele era percebido e que a noite tinha chegado.

Noah recebia periodicamente uma visita um tanto estranha o tempo que permaneceu na instituição. Era um medico que fazia varias perguntas e que sempre tratava com muito carinho o rapaz. A maioria das vezes Noah não se pronunciava, só ficava quieto fazendo sua presença até o medico escrever seu relatório e ir embora. Ele o trazia calmaria e força em sua voz, trazia história de um mundo fora dos muros da escola.
Os contos eram exatamente o que Noah sonhava junto de seu irmão. Muitas vezes era ele próprio que cintava esses historias ao seu irmão.

Já em sua cama, o jovem tentava dormir para voltar ao seu mundo dos sonhos, mais a falha em sonhar estava se tornando persistente, até que ele nunca mais sonhou. Isso foi o fim para Noah, pois nos sonhos era onde ele se encontrava com seu irmão, onde ele podia proteger seu sangue e seu papel como irmão mais velho não etária trincado.

Os sonhos não funcionavam, mais os pensamentos estavam se ativando e logo o rapaz encontraria o menino em suas lembranças. Como se ele olhasse no espelho, entendeu o que ele deveria fazer para não ter que sair mais desse mundo magico, teria que acabar com a injustiça, teria que pagar com a mesma moeda, mais teria a hora certa. Teria que ser amigo de todos e estar onde as coisas aconteciam.

Com esse pensamento o jovem foi se amadurecendo e incrivelmente estava sempre em destaque. Todos adoravam ele, mais sempre acontecia lago estranho sem qualquer explicação com as pessoas ao seu redor. Algumas pessoas até tinham medo de chegar perto de mais e ser pego por algum tipo de maldição, mais era impossível negar a amizade ao Noah, uma jovem traumatizado que se levantou e se tornou um dos mais adoráveis e populares alunos de Durmstrang.

Sua formatura se fez e seu futuro seria brilhante com suas recomendações e suas habilidades.
Noah já era um homem feito e após os estudos, se dedicou a cuidar de seus pais que estavam doentes. A busca pelo casula mobilizou toda a família, mais a falta de êxito, destruiu os pais. Cinco anos tinha se passado e enfim Lily parou de sofrer descansando eternamente. Fazia dois anos que o pai do jovem tinha descansado, mais a falta ainda lhe fazia presente.
Agora que Noah tinha feito seu papel como filho, ele estava livre para seguir sua vida e sem muitas pistas ele sumiu pela Escócia. O jovem queria encontrar alguma vitória em sua família, para elevar esse marco. Sua busca era cansativa, mas sempre havia a velha casa no campo, na verdade, só havia a casa de Wigtown. O rapaz vendeu todas as propriedades, exceto a casa no campo e um velho bar na parte centrar da cidade. Não havia lucro o bar, mas o filho do velho Gordon, o caseiro que morreu a muitos anos, tomava conta tanto do bar como da casa de campo, seguindo os traços de seu pai. Talvez não todos os passos, pois Noah só deu esses empregos ao jovem Arthur, se ele nunca colocasse um cigarro na boca.
Em uma de suas viagens, Noah sofreu muito com uma desidratação misteriosa, perca de memoria, dor nos ossos e coceira em todo o corpo. Isso abri-o os olhos do rapaz e o fez ficar parado um pouco em casa, mais não tinha impedido ele de vasculhar os parentes da região, até ele se recuperar ou pelo menos descobrir o que havia acontecido com ele. O jovem tristemente descobriu que um sonho a um tempo atrás, era real. Ele havia sido mordido por um lobisomem, o deixando com a mesma maldição. Noah não aceitou e se mantem calmo com as poções que ingere regularmente.

Em uma das buscas que o rapaz fazia pelos velhos terrenos de seus ancestrais, uma lenda de um time de quadribol se fez presente a seus ouvidos. Era um time destemido que impunha medo e respeito. Até mesmo um velho uniforme ele consegui de um velho tio de seu pai, que por sua vez já estava em seu poder por mais de quarenta anos e antes com o pai dele e avô e assim até chegar aos tempos de gloria. Essa descoberta trousse-me lembranças de quando eu jogava na escola. “Bola em jogo! Logo o objeto de couro fora lançado para cima e para nosso breve desespero a posse não começaria com nosso time. Recuei imediatamente até as balizas enquanto o ataque adversário diminuía a distância entre nos. Ajustei minha altura e minha visão com os rastros coloridos que pareciam não ter freios. O passe tinha sido feito e poucos metro a frente a esfera avermelhada fora lançada aos arcos que eu protegia. Sem muito tempo para respirar desloquei-me para a esquerda alguns centímetros e estendi completamente meu braço esquerdo fazendo minha mão direita sozinha em minha Saturn’s Moon Two, mas ajudada pelos meus joelhos que comprimiam o cabo da vassoura mantendo minha estabilidade em meu reflexo para sentir a goles em minha mão evitando a passagem pelo arco esquerdo.” Os pensamentos de Noah voavam e como se ele estivesse jogando novamente. O jovem sempre mesclava entre goleiro e batedor, mas sua verdadeira paixão era o som dos balaços zumbindo em seus ouvidos, como o de rebar o mesmo e sentir o seus braços tremerem com a pancada do rebater.

Com a realidade reestabelecida, Noah chegou em outra casa simples. A moradia era de sua tia que se encontrava muito doente. Ela contou varia historias que ela ouvia de sua avó. Historias de um velho mapa que mostrava uma planta de um bar, mais essa planta mostrava mais que um simples bar. O motivo pelo qual Noah tinha mantido o bar onde Arthur trabalha, não era pelo prazer na bebida e sim pelo mata que sua tia lhe deixou ao morrer. Esse bar era uma relíquia que muitos o desejariam se soubesse o que ele realmente escondia embaixo do chão de madeira surrada.
Noah estava fazendo tudo que ele tinha que fazer, mais ainda faltava uma coisa, uma única coisa que ele prometera para sua mãe e para ele mesmo. Achar seu irmão mais novo e dar tudo que ele nunca teve direito como um Parkin.



Este perfil já foi visualizado 312 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 04/07/2016 às 19:17:25