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Estados Unidos Nikola Tesla [ 17008 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Nikola Tesla
  • Mundo Mágico
  • Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Nikola Tesla

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,70m

  • PESO

    59kg

  • OLHOS

    Azul Claro

  • CABELOS

    Preto Intenso

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Homossexual

  • IDADE

    18 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    18/09/1998

  • SIGNO

    Virgem

  • NOME DO PAI

    Desconhecido

  • NOME DA MÃE

    Desconhecido

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    NY/Estados Unidos

  • NÍVEL

Adoraria poupar a todos de minha história chata e inteiramente sem graça, mas creio que se o fizesse estaria omitindo o motivo para tudo que fazia naquele exato instante e motivos, meu caro, era o que não me faltava.

Se quer saber porque eu, um belo jovem na flor dos meus dezoito anos, me vendia assim abertamente para qualquer um que desejasse pagar, bem, eu vos digo. Eu fui uma criança com a típica vida perfeita. Tinha boas notas, ganhava o presente que quisesse, era um bom garoto... eu só... no marasmo da vida, não me sentia feliz. Estar preso a rotina era algo horrível, o meu pequeno ser não parecia fazer diferença alguma na vida de meus pais, um casal de empreendedores cujo o trabalho simplesmente importava mais do que qualquer criança... Isso é, até o nascimento de minha irmã.

Chame de síndrome do primogênito, ou qualquer coisa do gênero, eu não me importo, pois para mim a verdade é que eu não me sentia amado. Não antes da chegada dela e muito menos depois, pois foi apenas ai que a compreensão bateu a minha porta e eu, em minha ingenuidade, a abri. Eu tinha sete anos quando ela nasceu e estava lá quando todos os amigos da família vieram nos visitar e trazer presentes para a garota. Eu estava lá para saber que eram babás que cuidavam de nós dois o tempo inteiro, e estava lá para saber quantas vezes tive a porta fechada na minha cara quando fui chamar meu pai, ou minha mãe, para fazerem sumir o monstro debaixo da cama. Eu estava lá para perceber que eu não fazia a diferença. Eu estava lá para saber que, na verdade, não estava.

Foi exatamente essa falta de conexão com aquilo que deveria ser o mundo de uma criança que me levou a arranjar má companhia, a fugir de casa pela primeira vez aos treze anos e a roubar pequenos itens de lojas de conveniência e, infelizmente, realizar tudo isso apenas fazia aumentar minha frustração. A vida em casa continuava a mesma. Não havia castigo algum, senão o típico olhar de soslaio. Não. Não tinha nenhum tipo de atenção, mesmo fazendo o que eu fazia. De novo era como se eu não existisse e minha irmã, bem, pelo menos tínhamos um ao outro, era possível conseguir dela, e ela de mim, qualquer mínima quantidade de carinho...

Até sua trágica morte aos seus sete anos de idade. Por que conto tudo isso? O caminho até o subúrbio é longe e eu vou a pé e, no trajeto, infelizmente há bastante tempo para recordar os meus motivos e apaziguar minha alma, dizendo-me que eu nada tenho de culpa em toda essa situação, nem na morte de... como era o nome dela mesmo? Esses detalhes me faltavam hoje em dia, mas também... sequer lembrava o meu próprio nome. O que eu lembro é que eu fui a minha primeira festa na noite do funeral dela.

As coisas começaram a sair de linha exatamente naquela noite, quando eu tinha quatorze anos e amigos muito sem noção. No começo era apenas para sermos descolados e, no meu caso, afogar toda a minha tristeza. Começara só com algumas identidades falsas e uma cerveja, que com o tempo acabaram se tornando shots de tequila e vodka e, nos meus dezessete anos, se tornaram algo ainda pior. As festas, além de álcool, traziam pequenas belezas que deixavam tudo simplesmente mais... compreensível. Começara com ecstasy, nada mais do que um simples agrado para fazer o corpo vibrar em meio as batidas de músicas eletrônicas de festas basicamente trouxas realizadas nos típicos ‘undergrounds’ das festas e orgias proibidas.

O vento frio agora me castigava o rosto e eu, com certo alivio, o inalava profundamente. Ainda tinha tempo até chegar e vontade era o que não me faltava. Sabia muito bem o que demorar faria acontecer e, sinceramente falando, não é nada legal chegar ao fundo do poço com mets. A droga era algo que pedia um uso continuo, como se... fosse um celular que você jamais pudesse deixar desligar e colocava para carregar sempre nos últimos cinco por cento de bateria. O... ‘crash’ da mets era assim e, também, era exatamente o que me impedia de chegar até ele. Tinha medo de como seria e, para evitar a situação, apenas investia em mais cristais por vês.

Enfim, voltando a minha triste história de vida... Eu vou admitir que metade dos meus motivos eram por causa da farra e a outra era simplesmente para chamar atenção. No entanto o coração de alguém só aguenta aceitar uma verdade até certo ponto e o meu, já triste e quebrado além dos reparos clamou como última vez uma noite em que eu me encontrava particularmente alto. Eu não existia para eles? Ótimo. Não existiria para ninguém então. Foi exatamente assim que, chegando em casa depois de minha formatura (aliás, único momento na minha vida que vi meus pais aparentemente felizes com algo), peguei minha mala e sai pela janela.

Faz então mais de um ano que não ouço falar deles e, modéstia parte, não me interessava mais desde que me formara, na boa e velha Ilvermorny. O nome que me deram também não me importa, nada mais disso, desse mundo, realmente tem algum valor mais. Não... Não quando as pessoas perdem a fé em si mesmas. Ergui a mão até a altura da cabeça, golpeando a porta três vezes até que a mesma fosse aberta. – Newt. Hoje eu tenho o dinheiro, por favor cara. – Supliquei, observando-o pela fresta da porta que abrira. – Vamos lá, você sabe bem que eu não sou de te deixar na mão... eu preciso de pouco, eu juro. Só pra fazer a manutenção...– A voz me saía rouca, sinal de que a gripe que tinha comigo agora afetava os pulmões. –O dinheiro, Nico.– Amém. Tirei do bolso as notas suadas, que demorara a noite inteira e cinco caras para conseguir. – Aqui... por favor, me dê algo bom, viu?– E ele sorriu. Ah, adorava aquele sorriso... E o embrulho...


[Ojesed] - Maior Sonho: Ter um sentido na vida.
[Bicho Papão] - Maior Medo: Ter de encarar de fato a realidade.
[Dementador] - Memória: A morte da irmã.
[Testrálios] - Viu a Morte?: Sim.
[Tattoo] - Marcas corporais: Cicatrizes em ambos antebraços.

Este perfil já foi visualizado 114 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 27/09/2017 às 16:25:30