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Irlanda Shia McLoughlin [ 17055 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Shia McLoughlin
  • Mundo Mágico
  • Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Flynn Mayer Rothschild

  • RAÇA

    Vampiro

  • CLASSE

    Não-Mágica

  • ALTURA

    175m

  • PESO

    67kg

  • OLHOS

    Castanho Escuro

  • CABELOS

    Ruivo Escuro

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    100 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    10/04/1916

  • SIGNO

    Áries

  • NOME DO PAI

    Máel Mcloughlin

  • NOME DA MÃE

    Asthar Rothschild

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Condado De Tyrone, Ulster/Irlanda Do Norte

  • NÍVEL

Parte Paterna:


Descendente do McLoughlin, família que se originou em Ulster, na Irlanda do Norte, sendo trazida da Escandinávia, em específico da Noruega, com a ocupação Viking no Reino Unido. O sobrenome significa "terra dos lagos", em virtude da região em que os Lochlann viviam na Noruega. A família é ainda encontrada em toda província Ulster, e também se espalhou para o leste durante a Idade Média, através do Canal Norte na Escócia, onde se tornaram o clã MacLachlan.


Os McLoughlins de Ulster fazem parte do ramo Cenél nEógain do Norte Uí Néill. A família Uí Néill do Norte expandiu-se do Ulster para Argyll, na Escócia, onde Mac / Nic Lochlainn se tornou o gaélico escocês moderno 'Mac / Nic Lachlainn', mais comumente soletrado 'MacLachlan em escocês e inglês. Eles governaram o que é agora County Tyrone, Londonderry e Donegal. Os Altos Reis da Irlanda desta família foram Domnall Ua Lochlainn e Muirchertach Mac Lochlainn que viveram durante o século XI e XII.


Hoje o Clã Maclachlan, de onde a família de Shia faz parte, tem predomínio principalmente nas terras altas da Escócia. O último dos chefes linhagem masculina da Clan Maclachlan foi John Maclachlan que morreu em 1942. Ele foi sucedido por sua filha, a vigésima quarta chefe do clã, Marjorie Maclachlan de Maclachlan que, posteriormente, foi sucedida pelo seu filho mais velho Euan John Maclachlan de Maclachlan, que foi um membro do Conselho Permanente dos Chefes Escoceses, uma organização que representa os chefes de clãs e família proeminentes na Escócia. Hoje, o clã está vivo e vive como o Clã Maclachlan Society.


A Sociedade Clan Maclachlan é composta por oito filiais em todo o mundo, incluindo Austrália, Grã-Bretanha e Irlanda, Canadá, Nova Zelândia e Estados Unidos da América. O Lachlan Trust é uma organização de caridade escocesa registrada que leva doações para preservar a herança do Clã Maclachlan. Membros de clãs escoceses mostram sua fidelidade a este clã principal através do uso de emblemas da "crista". O emblema da crista usada por membros do clã Maclachlan contém a Latina lema FORTIS ET FIDUS, que se traduz em "forte e fiel".


O clã Maclachlan esconde o fato de serem também um clã de lobisomens; característica mágica que perdura na geração por milênios de anos e que é mantida em segredo; sob segredos de lealdade tribal e também de feitiços mágicos poderosos. Eles usam a organização de caridade como forma de se proteger e também de perpetuar os seus poderes entre os trouxas como também entre os bruxos. São guarnecidos de poder mágico milenar, repassado por gerações através de ensinamentos e rituais tribais que devem ser respeitados e seguidos. Tanto o clã da Escócia como os de outros países estão ligados por estes preceitos. Inclusive, é imperioso que se casem entre si como forma de manter a linhagem animal da qual, diferente de tudo que se vê no mundo mágico, eles têm orgulho.


 


Parte Materna


Por parte da mãe, Shia descende de outro clã poderoso, os Rothschild, de origem alemã-judaica que significa "com o sinal vermelho", em referência às casas onde estas famílias viviam.


É um clã notável no ramo financeiro trouxa e bruxo que fizeram sua fortuna no fim das guerras napoleônicas, quando tiveram conhecimento da vitória da Inglaterra e lançaram um rumor no mercado que Napoleão havia ganho a guerra. Com isto, a bolsa caiu quase a zero e os Rothchild praticamente comparam a economia inteira da Inglaterra. Quando a verdadeira notícia de que a Inglaterra havia ganho, os Rothchild emergiram como a família mais rica da Europa.


Mayer Amschel Bauer, o primeiro Rothschild foi um judeu que estabeleceu seu negócio bancário na década de 1760 e, ao contrário da maioria dos judeus, Rothschild conseguiu legar a sua riqueza e gerou uma família internacional de banqueiros através de seus cinco filhos que se estabeleceram em Londres, Paris, Frankfurt, Viena e Nápoles.


Mayer era um homem muito carismático e de imensa capacidade intelectual, conquistando assim, a simpatia da realeza. Durante o século XIX, a família Rothschild possuía a maior fortuna privada do mundo, bem como a do mundo moderno. A riqueza da família foi dividida em vários descendentes, e, hoje, seus interesses abrangem uma gama ampla de domínios como serviços financeiros, imobiliário, mineração, energia, agricultura mista, vinificação e organizações sem fins lucrativos em ambos os Mundos.


A família Rothschild tem sido frequentemente objeto de várias teorias da conspiração, muitos dos quais de natureza antissemita.


Em seu testamento, Mayer definiu regras específicas pelas quais a Casa Rothschild deveria operar nos anos seguintes, como a de que todos os cargos-chave da Casa deveriam ser ocupados por membros da família e somente pessoas do sexo masculino teriam permissão para participar dos negócios; o filho mais velho deveria ser o chefe da família, a não ser que a maioria dos demais concordasse com forma contrária; os membros da família deveriam se casar com seus próprios primos de primeiro e segundo graus, preservando assim a vasta fortuna. Esta regra foi rigidamente obedecida no início, porém, mais tarde, quando outras casas bancárias judaicas entraram em cena, ela foi afrouxada para permitir que alguns Rothschilds se casassem com membros seletos da nova elite.


Mayer ordenou também que membros do sexo feminino da família, seus maridos e filhos receberiam seus juros no patrimônio, sujeitos à administração dos membros masculinos. Eles não teriam parte alguma na administração dos negócios e, qualquer um que disputasse esse esquema, perderia seus juros no patrimônio. Esta última estipulação era especificamente destinada a tapar a boca de qualquer um que porventura viesse a romper com a família. Ele obviamente achava que havia muitas coisas debaixo do tapete da família que nunca deveriam ver à luz do dia.


A poderosa força da Casa está baseada em diversos fatores importantes como um completo segredo resultante do total controle da família de todas as negociações comerciais; uma estranha capacidade, pode-se dizer até "sobrenatural", segundo os trouxas, de ver o que estava à frente e tirar proveito daquilo. Toda a família é impulsionada por um desejo insaciável de acumulação de riquezas e de poder; uma total frieza e rudeza em todas as transações comerciais; alguns dizem que eles são até motivados por um "impulso demoníaco" para serem bem sucedidos em seus empreendimentos secretos.


 


Pai e Mãe:


No que tange aos ascendentes diretos de Shia, seu pai, Maél McLoughlin atuou como representante do clã Maclachlan na Irlanda do Norte. Ele sempre lutou para a união dos chefes de linhagem da Irlanda do Norte, como uma forma de concentração de poder e fortalecimento dos clãs, para preservação do patrimônio financeiro, histórico, mágico e cultural de seus antepassados.


Na Irlanda do Norte, isto foi possível em 1991, quando dezesseis dos dezenove "chefes de linhagem" foram recebidos pelo Áras an Uachtaráin pelo Presidente da Irlanda, Mary Robinson, juntamente com o Chefe Herald Irlanda e representação do Conselho de Turismo da Irlanda. Assim, um museu em homenagem aos clãs foram criados para que o povo trouxa pudesse saber o que poderia ser sabido de suas histórias.


Assim como a maioria das famílias tradicionais europeias, Maél tinha sangue bruxo. Era um homem conservador, orgulhoso de suas origens, ligado em demasia às tradições de seus ascendentes, embora também carismático, bom com as palavras e dotado de uma beleza e sorriso misterioso que angariava qualquer mulher.


Maél era historiador, sendo bastante ativo no resgate das memórias de seus antepassados e também na preservação da cultura e magia dos celtas. Ele também era um pesquisador inato, cultivador das histórias das famílias mais tradicionais do mundo, estudante ávido do ocultismo e das Artes das Trevas no Mundo Mágico, embora não a praticasse. Assim como toda sua família, ele era um lobisomem, filho de clãs de lobisomens e que deveria manter a linhagem, casando-se com uma e repassando da forma tradicional para seus herdeiros.


Porém, devido a esta sede pelo conhecimento, Maél foi levado a Inglaterra, à história do clã Rothschild e a ligação do clã judaico-alemão com os Illuminati, e assim, conheceu Asthar Rothschild, com quem futuramente viria a casar, contrariando todas as projeções de sua família na Irlanda.


Embora soe piegas, Maél realmente se apaixonara pela enigmática Asthar, e acabou por ter que se submeter às ordens e às regras do clã de sua esposa que sempre pareciam se envolver em mistérios, crimes, poder e política e, assim, também o imbuía de curiosidade e necessidade de desvendar estes segredos e, consequentemente, a se afastar de seu povo, de suas origens.


Ashtar conhecia o fato de Maél ser lobisomen e sempre tentou proteger e esconder este segredo até à morte do irlandês.


Em seu íntimo, Maél era fascinado pela história deles, pelo tanto que se protegiam e se ajudavam mutuamente, tanto quanto era pela de seus ascendentes, e  que agora o havia afastado de seu povo. E depois de anos tentando não se sucumbir a sua curiosidade desenfreada, ele começou a descobrir a fonte dos mistérios da família de sua esposa. Esta curiosidade, infelizmente, levou Maél à morte, vítima de um acidente misterioso, que até hoje levanta suspeitas quanto ao tema "acidente", entre os herdeiros irlandeses, mas, que, obviamente é jogado a sete chaves pela família Rothschild.


Asthar, embora fosse a primeira filha de seu pai, não tinha direito a administração dos negócios da família, mesmo tendo conhecimento e capacidade para tal. Contudo, assim como todas as verdadeiras Rothschilds, ela ajudava o clã por outros meios, através da clarividência.


Assim, a "estranha capacidade" de ver sempre o que estava à frente e tirar proveito daquilo no meio dos negócios era oriunda desta participação feminina. No que tangia à participação masculina, tinha-se o fato de que, cultivavam o conhecimento da animagia entre eles; através de rituais das trevas, as memórias, os conhecimentos e os impulsos de sempre proteger a família e fazê-la crescer em todo mundo em poder e dinheiro eram passados para quem ocupasse o cargo de chefe do clã. Assim, todos tinham uma pequena essência de seus antepassados chefes dentro de sua instância, de sua alma e de sua mente.


Ashtar era uma mulher ambiciosa, forte, de temperamento difícil, linda e também ligada ao ocultismo, mas, que se viu aquebrantada pelo carisma e a beleza exótica de Máel. Tentou-o domá-lo, protegê-lo dos segredos de seu clã, contudo, ao ver quão sucumbido seu companheiro ficara na tentativa de descobrir as verdades podres e tórridas dos Rothschilds, Asthar não pode fazer nada quando os homens, em especial, seu irmão, então chefe do clã, decidiram por eliminá-lo por "queima de arquivo". Não adiantara Asthar dizer que ele não trairia a família banqueira mais rica da Europa; que ele só estava sendo alimentado pelo seu instinto de historiador, banhado pela curiosidade.


Maél morreu quando Ashtar ainda estava grávida de Shia.


 


Sobre Shia:


Shia veio no meio de todo este tumulto, nascido em Londres na Inglaterra, com o nome de Flynn Mayer Rotshchild, cujo significado de Flynn era "o filho do homem ruivo".


Ele não chegou a conhecer o seu pai, embora sua aparência física fosse uma cópia nada velada da presença de Maél pelo mundo que parecia ao mesmo tempo confortar como também aterrorizar Asthar.


Shia nasceu logo após a morte de Máel, sendo criado por sua mãe e por seu tio, então mandante da morte de seu pai. Foi amado pela mãe como também pelo tio, Nathan Mayer Rotshchild, que ambicionava no garoto um futuro chefe do clã Rothschild. Aprendeu as artes das trevas e ocultismo com seu tio, posto este conhecimento ser propagado como ritual dentro do clã entre os homens.


Era amado pela mãe, porém, esta fora tomada pelo remorso de ser "conivente e passiva" com a morte de Máel, tornando-se paulatinamente de uma mulher forte e ambiciosa a algo doente, apático e futuramente inutilizável para o clã.


Acabou por se ver sucumbida aos seus pecados, morrendo naturalmente em seu leito quando Shia tinha onze anos de idade, na mesma época em que ele seria conduzido para Durmstrang, como todo membro homem, sem exceção, de sua família.


Shia agora estava com onze anos; sem o pai que sequer chegou a conhecer e sem a mãe que acabara de morrer.


O garoto herdava várias coisas de Maél como a beleza exótica, certo carisma, bom com as palavras e com as mulheres desde pequeno, a vontade de saber de seu passado, de seu pai que nunca chegara a conhecer e da morte de sua mãe, pois lhe era vergonhosa a forma como Asthar tinha deixado um mundo cheio de glória, poder e riqueza sempre tão palpáveis para um Rothschild. Não acreditava como alguém que segundo histórias era tão única e poderosa como sua mãe, sendo uma das clarividentes mais poderosas dos Rothschild tinha simplesmente evaporado.


Shia também era um garoto de temperamento forte, colérico, arrogante, presunçoso, algo que herdara dos Rotthschild. Era um garoto que entrara em Durmstrang já com conhecimento importante de como era, quem era e o que deveria ser o mundo; sobre que tipo de habilidades mágicas que lhe era importante ter.


Sua personalidade fora em grande parte lapidada pelo seu tio que tentou colher aquilo que achava mais importante para a família. Cultivava o carisma do garoto, punha-o sempre para trabalhar as palavras, galantear as mulheres, mesmo que sem fins sexuais; controlava sua raiva, aquela cólera e tempestuosidade que volta e meia Shia bufava.


Os Rothschilds eram conhecidos por criar muitas crianças secretamente que podiam colocar em posições de poder quando necessário, e nada como fazer isto com alguém que tinha o sangue da família correndo em suas veias. Contudo, Nathan Mayer Rothschild, pertencente ao ramo britânico do clã, não conseguia extirpar de Shia a característica que mais reprovava no sobrinho, a curiosidade e que ele herdara do maldito de seu pai.


Shia fizera sucesso em Durmstrang. Fora um aluno de destaque, monitor e monitor chefe, mesmo não querendo; na verdade, mais por imposição do tio que o fizera trabalhar para se tornar um líder estudantil. Shia tinha tudo para se tornar um líder inato dado a sua habilidade com as palavras e em ludibriar as pessoas, de convencê-las tanto pela lábia como pela força, se necessário. Era malicioso, gostava de jogar, de brincar com as pessoas e com as palavras, usando de seu físico e de sua mente como armas.


O pequeno ruivo gostava de provocar seus adversários, de incitá-los a uma luta na qual sabia de todos os meandros, de sua vitória iminente, contudo, o prazer de subjugar alguém lhe era atrativo; fazia por pura diversão, nem sempre com o intuito realmente malévolo, como seu tio lhe ensinava. Ganhara um bom físico, era um homem vaidoso e aprendeu a usar seu corpo como chamariz para alguns de seus objetivos, nada como tratá-lo de forma digna. Assim, ganhara músculos e uma força invejável, que lhe levara futuramente para os ringues em sua fase baixa e eterna de sua vida.


Ao sair de Durmstrang, Shia finalmente se achava com armas suficientes para descobrir as suas origens, pois sabia que ela estava carregada de mistérios e que seu tio fazia parte avidamente desta história. Assim, ele descobriu sobre seu pai, sobre sua mãe e como Nathan estava envolvido. Imbuído de uma cólera, de um sentimento de traição contra alguém que considerava como pai e que amava, Shia partiu para cima de Nathan, numa luta de palavras e socos, perdendo-a no final e sendo expulso do clã Rotshchild.


Com dezessete anos, num mundo trouxa que estava sendo alimentado por um sentimento de guerra, Shia, destituído de toda a sua herança financeira a qual tinha direito, entrou para o exército britânico trouxa de seu país, representando-o contra as ideologias nazistas, de superioridade, a qual inclusive havia sido criado. Viu coisas que jamais imaginava, viveu num mundo totalmente destoante no qual havia sido criado, mas, isto fez com que Shia se tornasse um homem mais forte, mais experiente e moldasse mais sua personalidade.


Após a segunda guerra mundial trouxa, ele sentia a necessidade de sobrevivência, não contava com a ajuda financeira dos Rothschild, pelo contrário, o clã, do qual um dia fizera parte, caçava-o como um animal na ideia de destruí-lo e matá-lo. Tentara fazer isto várias vezes durante até mesmo na guerra, e quase conseguindo, deixando Shia pela primeira vez a beira da morte. Afinal, ele havia tentado matar o chefe do clã o que era inadmissível.


Assim, Shia mudara de nome, pegando o sobrenome de seu pai numa versão gaélica e mais antiga e um nome de origem hebraica que sua mãe gostava. Não adiantaria muito, mas, pelo menos ele conseguiu sair temporariamente do foco de seus caçadores.


Em 1950, com trinta e três anos foi para os Estados Unidos, entrando para o mundo das jogatinas, das lutas ilegais, ganhando notoriedade neste ramo onde era conhecido como "Conor", o pequeno lobo, nome muito usado pelos legendários reis de Ulster, a província de onde seu pai viera e de onde ele se considerava vindo. Pois, não se via como inglês, da Inglaterra, de onde viera, o que ele considerava a "escória Rothschild".


Sobre ser vampiro:


Numa destas lutas, Shia não aceitara a derrota, pois sabia que a luta havia sido sabotada. Assim, após o evento, ele resolveu tirar satisfação com o coordenador do festival, entrando numa briga na qual ficara entre a vida e a morte, tendo seu corpo jogado na sarjeta para ser consumido pela chuva que assolava naquela noite Nova Iorque, pelos ladrões que lhe roubara todo seu dinheiro e pelos bichos que se alimentariam de seu sangue.


Foi então que Bridget O'Connor, uma bela irlandesa com quem Shia tivera um breve relacionamento, que acabara pelo sumiço da loira, retornara à vida do ruivo, entregando-lhe o gosto amargo da imortalidade, da exigência de sangue para se alimentar e do desgosto de se ver privado eternamente pela luz do sol.


Shia, aos trinta e três anos tornara-se vampiro.


Bridget não lhe fora uma boa criadora neste aspecto; não era uma mulher de cuidar de ninguém, independente, que odiava se ver presa a qualquer tipo de responsabilidade e convenções. Apenas vira Shia à beira da morte e resolvera ajuda-lo, a seu modo, a sobreviver. Assim, Shia se viu sozinho, num mundo totalmente desconhecido, num instinto animal insaciável e incontrolável. Shia sofreu por meses sozinho, com esta necessidade de se alimentar, não não saber controlar seus impulsos. Conhecia sobre vampiros, mas, na teoria, quando ela lhe foi passada em Durmstrang. Agora sentia tudo na pele. 


Nestes meses em que se viu sozinho, foi o criador de diversos ataques existentes em Nova Iorque e nas regiões vizinhas, cuja origem era dado a animais selvagens que haviam fugido de seus habitats ou até mesmo animais domésticos vítimas do virus da raiva.


Brigdet, no entanto, voltaria após, aproximadamente sete meses, ensinaria um pouco sobre o que ele era agora, através de joguetes e manipulação, ensinando-lhe, inclusive, sobre a legilimancia.


Shia por muitas décadas não saberia que toda a sua história, até mesmo sua transformação como vampiro, fora prevista pela sua mãe, Asthar, em quem recaiu a maldição de ter o seu próprio e único filho envolto numa profecia que envolveria também o clã Rothschild.


A personalidade do ruivo também mudaria; ele se tornaria mais instintivo, mais selvagem, mais arrogante, presunçoso, colérico. Sendo mais levado pelos impulsos de oferecer um soco ao inimigo do que pela razão, na maioria das situações. Trazia consigo um humor irônico, ácido, jocoso até mesmo com a sua imortalidade com quem tem uma relação de aceitabilidade e ódio. Vive numa mania de perseguição; acha que a qualquer momento um mandante de Nathan irá bater a porta de algum hotel onde ele está e irá matá-lo.


Não demorou muito para que Shia conhecesse outros que nem eles; escravos do sangue e amantes da noite: Abul Amir Alshaykh que lhe ensinara a se transformar em animago enquanto vampiro, uma habilidade que ele havia aprendido em Durmstrang em seu sexto ano, e, que coincidentemente ou não, havia atribuido o animago de lobo vermelho. Como vampiro, o animago de Shia se transformara, ganhando a forma de um Chacal. Abul era uma lince, de pelagem de cor tripla.


Outra vampira que o ruivo conhecera foi Henrietta L. Tudor, também de origem bruxa e inglesa, com quem passaria a tecer uma longa e proveitosa amizade. Ambos se conheceram em Nova Iorque, pois Shia, mesmo depois de seu estado vampírico ainda continuava com as lutas ilegais, ganhando assim, ainda mais notoriedade que de outrora.


Henrietta lhe mostrara contudo, um outro lado, uma outra forma de se ganhar com a nova habilidade que o ex-bruxo ganhara. Inclusive, foi quem lhe apresentara Abul, um vampiro ancião com mais de mil e duzentos anos de vida.


Atualmente:


Agora, Shia viaja pelo mundo. Nunca está num mesmo lugar, fato que ainda carrega consigo. Pois, os Rotshchild ainda o caça. Seu tio Nathan, contrariando a natureza, ainda está vivo e chefia o clã judaico-alemão por detrás das portas. Shia é lutador de MMA. Mora onde luta. E foi num destes dias de luta que ele, na Escócia, cruzaria seus caminhos com Aubrey Rosenkrantz, uma bruxa que ignora o seu dom, tão estragada pela vida como Shia.


Não demoraria muito também para que um Rothchild, diferente dos que ele já conheceu, também cruzasse em sua vida, mostrando-lhe o real motivo pelo qual Nathan Mayer quer tanto a sua cabeça empalada na sala de sua casa.



Este perfil já foi visualizado 137 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 08/08/2017 às 21:05:45