Dados Básicos do Fórum:

Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

Últimas publicações do Livro Vermelho:

Título Autor Visitas Data
Parte 1 (1/2) Isabelly Blanch 1855 18/06/2017 às 21:24:38
DCAT 5º ANO: AMIGA É PARA ESSAS COISAS… Lara Lynch 4707 17/07/2016 às 04:16:34
Passado? Parte 2 Steffano Di Facchini 4568 09/07/2016 às 20:29:55
Passado? Parte 1 Steffano Di Facchini 4552 09/07/2016 às 20:28:44
Chegando em Kosice Steffano Di Facchini 4611 09/07/2016 às 20:27:07

Central de Ajuda Zonko's:



Entre em contato por: webmaster@zonkos.com.br

Japao Davos Kyushua [ 17113 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Davos Kyushua
  • Funcionário do Hospital TvH

  • Funcionário do Hospital TvH

  • NOME COMPLETO

    Davos Kyushua

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    170m

  • PESO

    65kg

  • OLHOS

    Preto Claro

  • CABELOS

    Preto Claro

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    56 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    30/10/1959

  • SIGNO

    Escorpião

  • NOME DO PAI

    Desconhecido

  • NOME DA MÃE

    Maki Kyushua

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Kyoto/Japao

  • RELACIONAMENTO

    Viúvo (a)

  • NÍVEL

Sobre Davos:


Davos nasceu no Japão, dentro de uma casa de entretenimento masculino, onde sua mãe, Maki, trabalhava. Posteriormente, ainda recém-nascido, foi levado para a casa de Kagenobu Yoshioka (Ken Watanabe, depois Tsutomu Yamazaki), um senhor que frequentava a casa em questão e que se afeiçoara a enigmática japonesa.


Nascido no dia 30 de outubro, às duas horas da manhã do ano de 1961; da casa de escorpião, da lua da câncer, da ascendência de virgem, do ano do boi, da polaridade Yin, regido pelo elemento água. Davos cresceu vendo Kagenobu como exemplo a ser seguido, um “pai” que estimava consideravelmente e que lhe ensinou boa parte do que sabe hoje; seja de conhecimentos técnicos, seja sobre a vida.


Davos logo criança começaria a mostrar indícios de sua magia; segundo Kagenobu, Davos estava destinado a um futuro grandioso, e, se ele permitisse ajudá-lo, alcançaria o sucesso quão antes esperava. Mostraria ser avarador antes mesmo de entrar na escola japonesa, posteriormente, teria a mesma afeição da mãe pelas sutilezas das ervas mágicas, e também por ocluação, dominando o elemento da água, que, segundo sua mãe "é onde tudo começa e tudo termina; a infinidade das possibilidades, o germe da vida, o agente da transformação".


Devido às suas habilidades, Davos não tardou em ser convidado a adentrar na Magu, sociedade de origem egípcia a qual Kagenobu faz parte na qualidade de Cavalheiro da Ordem de Rá, constituindo o vigésimo sétimo degrau de trinta e três da Organização. Davus paulatinamente subiu de status na organização, por total mérito, graças a sua personalidade, aos seus códigos, a sua visão de Mundo construída e alicerçada onde viveu. Aos cinquenta e seis anos, Davos ostenta o título de Mestre Ma'at, o vigésimo degrau da hierarquia.


O nosso protagonista em questão sempre foi um homem muito disciplinado, metódico, conservador, tradicionalista. Assim, nas relações sociais Davos pode se mostrar um homem sério, rígido, que quer sempre que as pessoas mostrem o seu melhor, todo o seu potencial, que também o faz ser uma pessoa enérgica e exigente. Pode parecer ser um homem frio de pensamento, mas, é uma máscara criada pelo seu código de conduta. Davos se considera um homem misericordioso, e evita o sofrimento alheio prolongado até mesmo em combates. Não é covarde e respeita o seu oponente, em qualquer meio de ação. Não é o típico ser humano que subestima aquele com quem luta. Contudo, também acredita em seu valor.


No que tange a magia e suas aplicações, Davos acredita na necessidade de se desvirtuar da magia atual, da forma como ela é pregada, ensinada e praticada, pois segundo ele, a magia não é potencializada em toda a sua força como também na sua pureza. Acredita na necessidade de se resgatar valores morais dos antigos, carregados de ensinamentos e de poder e que somente assim se pode progredir nas habilidades mágicas com maestria. Acredita na necessidade de se controlar o "eu" interior, destituindo de ações egoístas em prol de algo por um bem maior que abarque toda a irmandade. Davos não teme a morte, que segundo ele é a ordem natural da vida, e a abraçará quando esta vier em sua direção, com honra e dignidade, como qualquer japonês que se preze.


Acredita em forças superiores, em sua existência e na influência que elas exercem sobre a vida dos reles mortais. Acredita que às vezes é necessário fazer sacrifícios em prol de algo maior e orientar as pessoas quanto a esta necessidade. Acredita na força da família, da coletividade e que juntos tem mais poder que um só. Cultua os deuses antigos, buscando forças no xintoísmo, comum em seu país de origem. Ocasionalmente, pratica rituais juntamente com sua mãe e Kanenobu com o intuito de fortalecer o seu espírito e assim, o controle e lapidação de seu dom mágico e no resgaste dos conhecimentos antigos. Acredita na necessidade de continuo aprendizado como também na utilização prática daquilo que se sabe, baseando-se em um dos princípios do artes marciais asiáticas. Tenta também passar isto para quem deseja aprender e que será um bom aprendiz. Gosta de ensinar e vê nisto uma forma de também aprender.


Assim como qualquer membro da Magu, Davos pratica filantropia juntamente com Kagenobu e sua mãe, financiando ensinos em artes marciais pelo seu país e fora dele como também o controle do seu centro mágico através do aperfeiçoamento de habilidades distintas em escolas especializadas pelo Mundo Mágico, inclusive Medibruxaria que ele domina com destreza.


Por muitos anos, Davos via o mundo em preto e branco, carregado de estruturas rígidas de pensamento, mas, na medida em que foi crescendo, saindo da escola e passando a aprender com Kagenobu sobre o mundo e através de suas próprias experiências, viu que nem sempre é assim, e que é necessário pinceladas acinzentas para se conseguir alcançar os objetivos que a você está designado. Davos aprenderia que às vezes é necessário sujar as mãos por algo maior, fazer sacrifícios, que os códigos de conduta podem ser reavaliados e reinterpretados. Todos, inclusive a si próprio, são instrumentos de um jogo tecidos por regras e princípios alheios a sua existência.


 


Educação:


Mahoutokoro aceitara Davos quando teve a idade de sete anos. Nunca maculou a sua capa - objeto mágico que os japoneses estudantis ganham quando adentram no Instituto. Caso a capa se torne branca, segundo os princípios da escola, o aluno é expulso por praticar Artes das Trevas. Devido às suas notas, sua cor transitara de um rosa fraco, inspirado na importância da cerejeira para aquele país, para um dourado, a cor do imperador. Inclusive, Davos ganhara o campeonato de Poções da Escola quando tinha dezessete anos. Nunca, durante a sua permanência em Mahoutokoro, desonrou o código de honra japonês, seja na prática de Artes das Trevas, seja quebrando o Sigilo Internacional Mágico. A educação rígida, disciplinada cheia de códigos de honra que recebera de Mahoutokoro como também de Kagenobu no que tange as artes marciais o transformaram no homem que é hoje.


Após sair da escola japonesa, Davos dedicou-se ao aperfeiçoamento das artes marciais asiáticas, como também de seus conhecimentos sobre o controle do centro mágico, do seu ki, e também da lapidação de suas habilidades de ocluação, avaração e conhecimento sobre ervas e líquidos mágicos. Juntamente com Davos, havia Ken Hiroshi, também bruxo, dois anos mais velho que nosso protagonista que também fora aprendiz de Kagenobu. Com o aval de Kagenobu, Davos viu a necessidade e importância de se tornar medibruxo, uma forma de repassar seus conhecimentos sobre o corpo e a mente humana, os processos de cura e o poder da magia e do interior da pessoa neste processo. Ele acredita que uma mente doente gera um corpo doente. Formou-se em medibruxaria em seu país, posteriormente, foi para China onde aprendeu mais sobre a medibruxaria oriental.


Pessoal:


Davos casou-se aos trinta anos com Jéssica Wing (Michelle Yeoh) filha de um dos amigos de Kanenobu e que também pertence a vertente Magu asiática. Jéssica morreu dando à luz a única filha do casal Lih (Claudia Kim) hoje com vinte e seis anos. Posteriormente à morte de Jéssica, Davos não se casou novamente nem teve relacionamento sério com outras mulheres. Mantém um bom relacionamento com a filha, que ainda mora no Japão, baseada numa relação de respeito, amor, carinho e proteção. Sabe que sua filha dá conta de se cuidar, contudo, a protege de todas as formas possíveis. Lih é a única lembrança viva que ele tem de Jéssica.


 


Sobre a Mãe até o nascimento de Davos:


Maki Kyushua (Gong Li, depois, Wai Ching Ho) nasceu em 1939. Advinda de família pobre, vitimada por adversidades que assolaram os trouxas no Japão. Nascida em Hiroshima, aos seis anos de idade viu sua cidade ser destruída pelos americanos. Naquela época, eles viviam entre os trouxas. O pai de Maki, o senhor Nobu Kyushua conheceu Yuki, uma trouxa com quem se casou. Maki era a mais nova de sete filhos, os quais três moraram neste ataque. A mãe de Maki posteriormente colheria frutos deste ataque, vítima de um câncer raro o qual sequer a magia naquela época poderia curar um corpo trouxa.


Nobu era um homem muito rígido, disciplinado, ortodoxo com as tradições, além de orgulhoso. Atributo este que atrapalhara diversas vezes a família a elevar o seu patamar social, pela radicalidade dele em aceitar ajuda de terceiros. Foi com muito custo que a escola Mahoutokoro conseguiu fazer com que todos os filhos de Nobu aprendessem a dominar a magia, uma vez que por si só, a família não tinha condições de cuidar dos estudos dos filhos. Maki, por ser a mais nova e a única mulher foi a que mais sofreu nas garras do pai, inclusive, não completando os seus estudos na escola de magia japonesa, a qual não tem a tradição inicial de internato, como as europeias, sendo diurna, e, portanto, os alunos levados para as suas casas todos os dias.


Cansada e assolada pela personalidade de seu pai, Maki fugiu aos dezesseis anos de Hiroshima, da pobreza não somente de ordem econômica, mas, também espiritual pelo que sua família passava. Não tardou muito Yuki faleceu. Alguns dizem de desgosto, outros, que o câncer ascendeu em seu corpo, vencendo uma batalha rápida e dolorosa. Nobu ficara transtornado com a morte da mulher, inclusive pelo fato de que por ser bruxo não conseguira sequer salvar o amor de sua vida. Maki foi proibida de voltar à família. Inclusive, sequer pode assistir o funeral da mãe. Os irmãos, impedidos de praticar magia por Nobu, que a via como inútil.


Maki aos dezesseis anos, sem completar seus estudos mágicos, pobre, não tinha o que fazer de sua vida. E se viu obrigada a trabalhar em casas de entretenimento masculino na capital do país, em plena ressurgência japonesa do rastro de destruição produzido pela Segunda Guerra Mundial, em 1951. Lá conheceu Kikuya (Maggie Cheung), de quem ficou amiga e ajudou Maki a sair deste mundo, oferecendo-lhe ajuda financeira para ir para a Europa, mais especificamente para a longínqua Noruega, onde Kikuya tinha uma prima que trabalhava para a ostensiva família Glucksburg daquele país.


Assim, Maki viraria empregada da família real daquele país; um de seus ramos, mais especificamente. Lá ela conheceria Eiríkr Glücksburg, o seu patrão, que naquela época já era casado, mas, por quem invariavelmente se apaixonou. Como já era de se prever, a vida de Maki não era um conto de fadas, e, portanto, o seu príncipe encantado não era solteiro, não se casaria com ela e não viveriam felizes para sempre. Ao saber da relação que Eiríkr mantinha com a empregada, a mulher do bruxo, Alistid Carego, expulsou a jovem e bela japonesa de casa. Contudo, Maki naquela altura estaria grávida, de seu primeiro e único filho Davos Kyushua, hoje, com 56 anos de idade.


Novamente, Maki não tinha para onde ir. Estava desamparada, jogada na sarjeta. Jamais poderia voltar para casa, ainda mais na condição de grávida, de um homem casado. Seu pai nunca a perdoara, pelo que ele considera a filha a responsável pela morte de Yuki. Assim, Maki recorreu novamente a Kikuya. Ela propôs para que a amiga tirasse o filho e assim voltasse para a casa de entretenimento. Como Kikuya tinha certo 'status' dentro da casa, poderia ajudar Maki a subir com ela. Porém, a japonesa recusou-se. Não tinha coragem de matar um filho. Não queria ser uma pessoa como seu pai era; alguém que virara as costas para seu descendente, por pior que ele fosse e as circunstâncias lhe fossem desfavoráveis.


Maki permaneceria na casa de entretenimento, mas, cuidando da organização do lugar, como uma governanta. Assim, teria um teto, comida e lugar para ter seu filho até pensar em algo melhor. Contudo, o destino parecia querer lhe ajudar, e, nisto, cruzaria seu caminho com Kagenobu Yoshioka (Ken Watanabe, depois Tsutomu Yamazaki), um senhor de Kyoto que se afeiçoara a Maki e resolvera lhe ajudar.


Maki, a princípio, não aceitara a ajuda de Kangenobu, julgando que iria se transformar numa cortesã de luxo e isto não lhe afeiçoara. Contudo, Kagenobu dizia que não forçaria Maki a nada que não quisesse, mas, que queria ajudá-la, propondo até mesmo cuidar da educação de seu filho, que, naquela altura já havia nascido. Maki, no final de tudo aceitou. Propôs que trabalharia para Kagenobu, ele lhe pagaria um salário e assim, ela manteria a sua dignidade. E ele aceitou. Maki se tornara a governanta da casa de Yoshioka, posteriormente, uma aliada. Ele lhe ensinaria sobre a magia, dom que há muito tempo ela não usava com perícia; ele lhe ensinaria tudo o que julgava necessário para a sua sobrevivência e também ajudaria o pequeno Davos.


Maki é uma mulher que sofrera muito na vida, portanto, aprendeu na dificuldade a ser forte. De personalidade forte, que nunca aceitara nada de graça, sempre pagando a todos aquilo que devia. Considera-se uma vitoriosa, lutadora. Sem estudos, é verdade, mas, nem por isto menos sábia. Sempre tratou Kagenobu com muito respeito, porque ele lhe respeitava. Nunca lhe tocara sem a sua permissão; e hoje, ambos idosos tem uma relação mútua de ajuda, companheirismo e aliança. Sabe quem ele é; o que muitos poderiam considerar defeitos na sociedade, mas, que para ela, pode ser o resgate de paz, algo que por muitos anos nunca tivera. Ensinou o filho a tratar Kagenobu com igual respeito, como um Mestre em sua vida.


A japonesa tinha vinte e dois anos quando seus caminhos cruzaram com o de Kagenobu. Aprendeu artes marciais, a controlar o seu ki, a força cósmica advinda do centro mágico da magia que permeia todo o universo, e também a lapidar sua magia, aperfeiçoando seus conhecimentos de ervas e líquidos mágicos o qual ela sempre afeiçoou. Posteriormente, passaria este conhecimento para seu filho, que se tornaria uma arma de defesa na mãos do bruxo e também para cumprir os desígnios que a ele foi delegado.


 


Sobre o pai:


No que tange ao seu pai, Davos nunca se viu na necessidade de buscar as raízes de seu passado a respeito de seu pai; mas, sabe que é necessário. Kagenobu conseguia suplantar totalmente a ausência de uma figura paterna de origem genética, contudo, para ser um homem completo, sabe que é necessário saber suas verdadeiras origens. Sua mãe nunca lhe falara quem era seu pai e via nisto uma exemplificação de algo ruim, de alguém que a havia machucado e a ferido. Porém, isto iria mudar quando Davos saísse do Japão, rumo a Europa para trabalhar, no que ela considera por um bem maior.


[Tattoo] - Marcas corporais: Várias cicatrizes pelo corpo e uma tatuagem de dragão nas costas como também da árvore da vida do lado esquerdo do peito.

Este perfil já foi visualizado 90 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 27/03/2017 às 17:27:07