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Emirados Arabes Khalil M. Mukhtar [ 17210 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Khalil M. Mukhtar
  • Professor Beauxbatons

  • Professor Beauxbatons

  • NOME COMPLETO

    Khalil Mahmoud Mukhtar

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,86m

  • PESO

    74kg

  • OLHOS

    Castanho Intenso

  • CABELOS

    Castanho Opaco

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    29 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    08/11/1986

  • SIGNO

    Escorpião

  • NOME DO PAI

    Ka’im Mahmoud Mukhtar

  • NOME DA MÃE

    Anwar Mahmoud Mukhtar

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Abu Dhabi/Emirados Arabes

  • NÍVEL

Minha história começa quando uma vida se finda, esta é a realidade. Não vale a pena me limitar ao prólogo do que um dia eu já representei, a fumaça que povoa o meu passado, a pálida lembrança de uma infância próspera, sem muitas torrentes. Quando criança eu não sabia o papel que fui designado mesmo antes de nascer; estava num estágio absoluto de preparo. Disciplina, astúcia, raciocínio rápido, resistência.... Essas foram algumas das palavras que descobri o significado correspondente cedo demais. Eu era uma máquina, uma máquina composta para não esboçar felicidade, privada de sentimentos correntes à uma criança. Eu jamais fui um menino completo. No lugar dos brinquedos em prateleiras adornando as paredes do meu quarto, quadros, pinturas, cartazes, recortes de gazetas... Bandeiras.

O aposento que chamava de meu também podia ser designado como um quartel general. No lugar dos gibis, dos livros para colorir, volumosas biografias e saltérios da história Arábica, os princípios de nossa sociedade e dificílimos opúsculos de lógica sobre guerra. Não era uma leitura agradável, devo confessar. Não no início, pelo menos. Descobri que gostar seria convalescença, ao menos responderia as muitas perguntas feitas pelo meu tutor de bom grado, com alguma consciência das palavras fluentes entre meus lábios. Sim, tutores eram responsáveis pela minha educação. Eram dois, não lembro seus nomes. Um gordo fétido, com um fino bigode delineando um sorriso que jamais sorrira, e uma mulher, uma mulher esguia, alva e incrivelmente bonita, mesmo que seus traços houvessem sido congelados pela severidade. Com eles eu aprendia o que deveria aprender, aprendia também que não deveria aprender algo além da orientação que me fora dada. Informação desnecessária deveria ser destacada tão logo quanto fosse necessária. Assim, adestrei-me com o maquinismo.

Mas se é minha história que querem saber, vamos situá-los no mundo em que nasci. O dia era 08 de novembro de 1988, a cidade Abu Dhabi e o mundo Emirados Árabes. Formados por uma confederação de monarquias árabes, cada uma detendo sua soberania, chamadas emirados, os Emirados Árabes Unidos estão situados no sudeste da Península Arábica e fazem fronteira com Omã e com a Arábia Saudita. Os sete emirados são Dubai, Sharjah, Ajman, Umm al Quwain, Ras al Khaimah e Fujairah e Abu Dhabi, esta última é lar de um dos maiores números de bilionários do mundo, incluindo a família Mukhtar. Filho de um casamento arranjado entre primos de uma família sangue puro da, sempre fui aquele tipo de criança que tinha tudo o que queria menos seus pais, amor e tudo o que uma criança normal queria. Ka’im Mukhtar, meu pai, era referência em todos os emirados quando o assunto era economia. Graças ao seu dom de magia ele conseguia utilizar-se de rituais antigos e pagãos para ganhar rios de dinheiro, e como não havia nenhuma fiscalização do mundo mágico, afinal poucos eram os bruxos que se aventuravam ao país cuja religião repudiava mais do que tudo a raça de feiticeiros, Ka’im tornou-se poderoso em todos os aspectos.

É dessa poderosa máfia do mundo de ricos e do submundo dos bruxos escondido em Abu Dhabi que eu descendo. Sempre vivi com o mínimo contato possível com o meus pais, sempre morei em um prédio cuja imensurável altura sempre afugentou as ideias de sair dali. Sempre tive contato com a magia, inclusive os ensinamentos que me tutores eram diversificados, mas a magia sempre estava presente, principalmente a alta magia cerimonial, de tal forma que quando ingressei em Uagadou não tive dificuldade alguma. Criado de uma forma muito rigorosa e em uma família rica e influente que fazia questão de que todas as pessoas pertencentes a ela fossem educadas de forma tradicional e rígida, não senti nenhuma falta quando aos 11 anos fui convocado para ingressar em Uagadou onde dediquei-me à magia de maneira mais integral (mesmo que meus tutores me obrigasse a estar matérias trouxas nas férias e no tempo livre).

A escola Africana foi todo um novo mundo para mim. Trancafiado e comprometido com os estudos e meus tutores eu não estava habituado, de forma alguma, a precisar contatar e interagir com outros adolescentes. Foi uma experiência nova para mim, apesar de normalmente ser renegado por outras crianças. Na escola encontrei mentes brilhantes nas poucas pessoas com as quais conseguia me relacionar minimamente, embora tal contato sempre tivesse sido mantido a um nível mínimo. Os professores começaram por gostar de mim. Depois, tentavam gostar de mim. Acabaram por me considerar como o garoto estranho, que não podia ser tocado, sentado no canto da sala. Sempre fui genial em tudo o que relacionasse ciências: Tratos das Criaturas Mágicas com Biologia, Teorias da Magia com Física, feitiços com Matemática. Posso explicar perfeitamente essa da Matemática e Física Quântica, com recurso a ângulos e usos de energia. Apenas dois professores eram capazes de gostar verdadeiramente de mim. O professor de Teorias da Magia, um velho homem com um nome do qual acabei me esquecendo, e a professora de Magia Negra, uma de minhas disciplinas favoritas, mais pela teoria e pela complexidade existente por trás da mesma do que pela intenção, uma mulher de quarenta e alguns anos com o nome de Sarahah.

Minha vida teve fim com a guerra. A riqueza de meu pai prosperou como nunca, porém num ato de loucura minha mãe que viva presa em casa devido aos costumes de nossa cultura gritou para toda Meca a que raça nós pertencíamos, isso gerou uma das maiores guerras mágicas que a década de noventa viu, a simples insinuação de tal mestiçagem e heresia em solo sagrado alavancou uma rebelião sem tamanho que perdura até hoje. Para os trouxas os poços de petróleo é o motivo do bombardeio que muitas cidades, cuja religião é a mesma que prevalecia em Abu Dhabi na época, sofrem. Para os bruxos que sabem a verdade, o motivo vai além de um simples líquido viscoso formado pela decomposição de matéria orgânica. Perdi meus pais na época e quase fui morto, mas meus tutores haviam recebido ordens e um plano de como cuidar de mim, aparentemente mamãe havia pensado em tudo.

Nos dias atuais os Emirados não sofrem mais pela guerra, mas outras regiões sim. Depois desta época nunca mais voltei para minha cidade natal, refugiei-me no Egito até completar a idade maior e receber todo dinheiro que meu pai havia guardado em bancos bruxos. Há muitos segredos em minha história que ainda não posso revelar, seja por defesa própria ou em defesa daqueles que descobrirem tal segredo. Mas creio que o já descrito aqui seja o bastante para me apresentar à sociedade Francesa, meu atual refúgio.

 



Este perfil já foi visualizado 130 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 24/09/2017 às 07:12:09