JORNAL LUMMUS

LIECHTESTEIN, 14 de Novembro de 2017

Os Campeões do Torneio Tribruxo
"Conheça um pouco mais dos três campeões que representarão as principais escolas de magia da Europa!"
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Finalmente temos o inicio do tão esperado Torneio Tribruxo. Algumas discussões diplomáticas, problemas logísticos e o pequeno corte no orçamento do evento (que esperamos não afetar as comidinhas), nada impediu o inicio dessa grande competição entre os representantes das três maiores escolas da Europa. Ao passear pelos corredores da escola sede, também conhecida como Hogwarts, sentimos aquele ar jovial de inocência e pureza (leia essa parte com certa ironia) impregnando o ambiente, assim como a ansiedade daqueles que colocaram seus nomes dentro do Cálice de Fogo e aguardam pela sentença de morte, digo, pela glória eterna.

A cada quatro anos, as três maiores escolas de bruxaria da Europa (Hogwarts, Beauxbatons e Durmstrang) se reúnem, com sede rotativa, para assistir a três grandes provas que irão testar os campeões em todas as capacidades possíveis como bruxos. Devido o alto risco de morte durante as provas, as inscrições para a mesma são para somente alunos do Quinto ao Sétimo ano, que poderão representar suas escolas, revelando o máximo de sua inteligência, conhecimento em Feitiços, Raciocínio, Preparo Físico, Criaturas Mágicas e entre outros, colocando seus nomes dentro de um enorme e poderoso Cálice de Fogo.

Naquela noite lotada de crianças saltitantes e adolescentes transbordando hormônios tive a oportunidade de acompanhar toda a cerimonia, desde o anúncio dos campeões, feito pelo Chefe do Departamento de Cooperação Internacional em Magia do Ministério Britânico , Magnus Casiraghi, até o delicioso jantar preparado pelos elfos da escola britânica. Assim que Magnus se aproximou do tão misterioso Cálice de Fogo suas chamas mudaram de um calmo tom de azul para um vivo e eletrizante vermelho, anunciando o primeiro nome, sendo acompanhado pelas palmas da academia francesa: Madeleine Wolters. Em seguida, foi a mesa do Instituto russo a explodir de felicidade com o anúncio do nome de Elizabeth von Wangüuk, finalizando com a euforia da mesa sonserina ao ouvir o nome de Benjamin Carter.

Assim que os ânimos se acalmaram tive a oportunidade de conversar um pouco com cada um dos campeões, para tentar entender um pouco a personalidade de cada um, seus pontos fortes, fracos e também dar a oportunidade de cada um deles conquistar os corações dos ávidos leitores do Lummus. Vamos lá?

Lummus: Sejam muito bem-vindos! Espero que o choque inicial já tenha passado. Vamos começar por aquelas perguntas bem óbvias, mas que sempre estão na moda, não é mesmo? O que levou cada um de vocês a colocar o nome no Cálice de Fogo?
Elizabeth: Sério que você 'tá perguntando isso? Glória Eterna não é algo chamativo? Já que isso não é tão óbvio, que tal a parte da fama? Demonstrar que sua escolha é superior que as outras… É uma demonstração de coragem, estratégia e também força. Ser reconhecida como a melhor, é algo bem chamativo, se você quer saber…
Madeleine: O Torneio é uma chance única em nossas vidas. Quando teremos novamente a idade para trazer essa honra e glória para a nossa escola e famílias? Sou alguém que não perde uma competição por nada, muito menos o Tribruxo e, quero deixar registrado agora: Nós vamos trazer a Taça de volta para casa. Fica muito mais bonita em nossa Salle des Trophée, por assim dizer.
Benjamin: Sinto uma necessidade constante de testar minhas habilidades e nenhuma prova na minha vida acadêmica vai ser tão reveladora quanto esse torneio.

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Lummus: Vemos que confiança não falta a nenhum de vocês. Mas agora, entre nós, algum de vocês de alguma maneira se arrependeu de ter colocado seu nome no cálice quando ouviu o anúncio?
Elizabeth: Não, não me arrependi e estou curtindo cada segundo disso. É uma sensação bem gostosa, se quer saber…
Madeleine: Não. E estou extremamente empolgada para o que virá a seguir. Quando me inscrevi eu sabia que se chegasse aonde estamos, não tem mais volta. Então, aonde arrependimento se encaixa? Ma déesse
Benjamin: Não tenho o hábito de me arrepender das decisões que tomo, mas se eu soubesse que teria de disputar com tão "adoráveis damas," 'teria mandado uma carta para o Departamento de Criaturas Mágicas me candidatando para cuidar de trasgos montanheses. Seria menos arriscado.

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Lummus: Pelo visto temos um galanteador entre nós! (risos). Vamos começar por você então, Benjamin. Uma ficha impecável: um aluno com talentos para assuntos específicos, um nobre prometido a outra nobre norueguesa, e além do mais, primo de um dos vencedores do último Tribruxo. Com isso em mente, você acredita que Phelipe deva ser um exemplo a ser seguido? Afinal, você é o campeão da escola anfitriã, a pressão deve ser muito maior.
Benjamin: Principe, Phelipe. Você realmente não deve conhecer nada sobre os Schleswig ou talvez soubesse que Príncipe Phelipe abriu mão da glória individual de ser Campeão, para dividir e salvar os companheiros que estavam com ele. Coisa que não estou disposto a fazer, não me inscrevi nesse "treco" para colocar minha vida em risco, posando de super-herói trouxa e salvador de donzelas.

Lummus: Bom, aparentemente a história do jovem galanteador caiu por terra... E a sua noiva. O que acha de disso tudo? Provavelmente deve estar aflita com a possibilidade de ficar viúva antes mesmo do casamento. Ou... A inscrição para este Torneio fora justamente para evitar o casamento?
Benjamin: Receio não poder te responder o que segundos ou terceiros acham, pensam ou temem. Imagino que única pessoa que possa te responder isso, é a própria Princesa Anne.

Lummus: Vemos que a nobreza realmente o treinou muito bem para lidar com a imprensa, Sr. Carter. Muito obrigada pela participação.

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Lummus: Agora vamos para a campeã de Durmstrang, Srta. von Wangüuk. De acordo com nossas informações, sua reputação no instituto nórdico é o que poderíamos denominar de... curiosa. Você acredita que sua inscrição nesse torneio seja uma maneira de expor seu desejo por uma morte sádica ou apenas uma diversão sem limites?
Elizabeth: Para início de conversa, minha reputação dentro de Durmstrang é algo que estou "cagando". E, se fosse totalmente verdade, garanto que a diretora não deixaria que eu tentasse a sorte como campeã. E não. Não creio que a minha inscrição seja uma forma peculiar de morte sádica, muito menos menos de diversão. Afinal de contas, é um Torneio na qual posso morrer e isso é definitivamente a última coisa que desejo. Mesmo se fosse, não daria certo. Não vou morrer, muito menos perder. É uma diversão? Talvez, mas se tiver a morte de um dos meus adversários, aí sim será bem mais que uma diversão. Sinto muito para quem não gosta de realidade, mas 'pra mim, o Tribruxo sem morte ou perda de membros não serve nem 'pra comemorar.

Lummus: Srta. von Wangüuk, a senhorita realmente tem gostos muito peculiares. Acredito que nem todos comemorarão a falta de alguns membros ou a perda de uma vida. Que tal seguirmos para a próxima pergunta? É sempre esperado dos campeões um brilhantismo de ideias e escolhas. Entretanto, vejo inúmeras detenções no seu histórico escolar. Você acredita que o Cálice tenha lhe escolhido como maneira de redimir seus pecados ou talvez a possibilidade real de morte seja uma maneira de punição máxima?
Elizabeth: Só que é idiota espera brilhantismo. Fala sério! É uma competição onde quem tem mais inteligência, estilo e habilidades vence. Se você tivesse lido de verdade meu histórico teria notado os motivos das detenções e perceberia que estou mais que preparada e qualificada para tal. Não acredito em carma, destino ou essas m*rdas todas aí. O Cálice escolhe os que mais representam suas escolas e, no meu caso, daria a vida para trazer a vitória. Estou no sexto ano e não aceitei e nem tentei ser escolhida à toa, ou quem sabe, por falta de ter o que fazer. Treino duro para estar aqui e supero qualquer obstáculo com o melhor de mim. Pecados? Olha, se for por isso, vou precisar participar de pelo menos mais umas dez edições para poder pagar todos eles. Não sei os outros competidores, mas será necessário um esforço muito grande das provas para me matar, pois não vim aqui para sair sem a taça.

Lummus: Senhoras e Senhores, temos hormônios à flor da pele por aqui! Obrigada, Srta. von Wangüuk por sua entrevista.

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Lummus: Agora, por último, mas não menos importante, Madeleine. Uma aluna sem algo que a destaque pelo intelecto, algumas transgressões dentro da academia francesa… Você acredita que é a campeã ideal para Beauxbatons? Talvez alguma de suas habilidades ainda desconhecidas ao público e mais acaloradas a salvem tanto da morte quanto das críticas?
Madeleine: Cada um vê de forma diferente o que significa exatamente transgressões escolares. Eu as vejo mais como oportunidades de tornar as coisas ainda mais divertidas do que são. Que graça tem a vida sem um pouco de adrenalina? (risos) Por isso, eu acredito sim sou a campeã ideal para Beauxbatons. Eu tenho carisma, sou uma figura famosa dentro de minha academia e entre outras pessoas influentes, possuo um score perfeito no Clube de Duelos, Medibruxaria e também no de Jogos, sem falar que sou monitora. Para seu registro, o Tribruxo exige muito mais do que somente as notas em meu boletim. É necessário pensar rápido, capacidade em elaborar planos e executá-los, sabendo que poderão explodir ou não. Sem contar que não pode temer a nada, deve se dar ao máximo para conseguir o melhor para si e sua escola. E... Minhas habilidades são um segredo. Adoro brincar com segredos e adivinhações, é a parte mais divertida, não é mesmo?

Lummus: Sou obrigada a concordar com você nesse ùltimo ponto. Agora falando um pouco do coração. Soubemos que você é especialista em quebrar corações dos jovens estudantes, tendo, inclusive, negado um pedido de casamento. Como você pensa que seu "quase noivo" se sente vendo você arriscar sua vida por um mero primeiro lugar?
Madeleine: Gente... Até meus relacionamentos foram investigados (risos). Quanto tempo você teve para isso? Estou impressionada com a velocidade que a Mlle. descobriu essas informações e até me sinto honrada em saber que estamos falando de algo tão diferente, como romances.

Lummus: Nada escapa aos olhos atentos do Lummus, Srta. Wolters.
Madeleine: Mas, isso não é algo exatamente importante, né? Gosto de ver a vida com os olhos de que devemos extrair o máximo que ela traz para nós. Por isso, gostaria de dizer que está enganada em um dos pontos desta pergunta e gostaria de explicitar isso de forma clara e objetiva, tal como nós, americanas, gostamos de agir. Se fosse um "mero primeiro lugar", você não teria gastado seu Latim para estar aqui, né não, querida? Estamos aqui no Tribruxo, com milhões galeões para transporte, alimentação, acomodação, trazer animais voadores, arenas de treinamento, erguer arquibancadas, itens oferecidos pelo Ministério, horas extras de trabalho para funcionários e sem falar na locomoção de criaturas mágicas, como também qualquer tipo de coisas que a comissão necessite. Sem falar em seu próprio salário, o valor dobrado da reportagem que está agora trabalhando, o do fotógrafo e também as suas horas redigindo para serem impressos para um jornal internacional em primeira página. Tudo isso, só por um mero primeiro lugar? Talvez estejamos aqui esquecendo que isso é uma coisa séria Mlle. Clark. Eu vim para vencer e meu desejo de vitória não vai ser mudado por causa de homem. Se o de alguém aqui muda é problema deles, mas o meu? É de trazer essa Taça de volta para Beauxbatons, de onde ela não sairá até o próximo Tribruxo.
Lummus: Obrigada, Senhorita Wolters!

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Infelizmente, não foi possível nos alongar muito com as perguntas devido ao horário. Afinal, crianças devem ir cedo para a cama. Mas, jamais poderemos negar que estes jovens são determinados, concentrados e também a insubordinação desses jovens quando se trata de ganhar a gloria eterna do Torneio Tribruxo. Só nos resta então aguardar as cenas dos próximos capítulos e ver seus incríveis feitos. A primeira prova começará em menos de quarenta e oito horas, e ainda precisam passar pelo check-up físico e prepararem-se para as últimas estratégias. Estaremos acompanhando cada um dos passos destas mais novas celebridades do mundo bruxo!

E então? Para quem estão torcendo? Time Benjamin, Lizzie ou, quem sabe Madeleine?

Escrito por: Vicky Clark.

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27/06/2017 às 08:44:38



JORNAL LUMMUS

LIECHTENSTEIN, 30 de maio de 2017

Programa de Intercâmbio: tudo o que você precisa saber
Diretora de Durmstrang classifica a experiência como "necessária".
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Todos os anos, milhões de jovens deslocam-se de suas casas para diferentes locais do mundo a fim de dar início a mais um ano escolar em suas vidas. Alguns jovens submetem-se a longas viagens e precisam passar todo o ano longe de suas casas, outros, porém, têm a facilidade de estarem extremamente próximos de suas escolas e possuírem o privilégio de residirem em países que comportam seu próprio instituto de magia para adolescentes; este é o caso de britânicos, franceses e russos. Embora existam diversas escolas de magia dispersas pelo globo (a maioria delas de localização desconhecida e/ou confidencial), as três instituições que mais recebem alunos e estão à frente nos conhecimentos passados a esses são as de nacionalidade já citada: Hogwarts na Grã-Bretanha, Beauxbatons na França e Durmstrang na Rússia (o paradeiro exato continua sendo um mistério para aqueles que não são estudantes ou funcionários da escola).

Diante da honra de possuírem em suas mãos a diretoria das maiores empresas acadêmicas que o Mundo Mágico já viu, os três diretores das instituições europeias (Kalet Casiraghi, de Hogwarts; Noëlla Zita Gerhard, de Beauxbatons; Anne Beatrice Mountbatten, de Durmstrang) se reuniram e decidiram compartilhar os costumes de suas escolas com os discentes das demais. Tal encontro pode, é claro, ter sido facilitado pelo fato dos três bruxos serem amigos de infância e terem em comum o sangue real correndo em suas veias. Hogwarts, Beauxbatons e Durmstrang já são velhas conhecidas das edições passadas do Torneio Tribruxo (competição onde três jovens bruxos, um de cada escola, disputam a glória de eternizar seu nome na história do Mundo Mágico), mas pela primeira vez os alunos teriam a oportunidade de vivenciar diferentes rotinas, diferente daquelas a quais eram submetidos em suas escolas, e até mesmo ser designado às separações de cada instituição: irem para uma das quatro casas dos fundadores em Hogwarts, serem abençoados por uma três deusas matronas de Beauxbatons ou conhecerem a qual das duas dinastias russas pertenceriam em Durmstrang.

O Intercâmbio, como viria a ser chamado pelos organizadores e também pelos participantes, chamou a atenção de todos os alunos e arrecadou recordes de inscrições assim que foi anunciado. Os estudantes de Hogwarts e Durmstrang não demoraram a preencher suas fichas que demonstravam interesse na primeira escola a ser visitada pelos estrangeiros: Beauxbatons. Ingleses, russos e muitos outros adolescentes de nacionalidades diversas, todos acima dos treze anos (idade limite para fazer parte do Intercâmbio), se deslocaram da mesma forma que os alunos franceses faziam todos os anos: cartas que se transformavam em chaves de portal e carruagens carregadas por cavalos alados que logo levantavam voo e só aterrissavam na escola. Momentos mais tarde os novos alunos estavam selecionados entre as três mansões (Mélusine, Brigit e Morrigan) e uma festa foi organizada para recebê-los a moda da casa.

A diretora da primeira escola a sediar os intercambistas, uma bela jovem de origem belga, conta que a experiência foi “revigorante”, mas para a infelicidade do corpo docente de Beauxbatons (pelo menos aqueles que estavam felizes com o programa de Intercâmbio), dez semanas depois os estrangeiros deram adeus às instalações na França, sendo a Rússia o próximo rumo dos que se aventurariam no programa. Procurada por nossa equipe, Anne Beatrice Mountbatten (atual diretora de Durmstrang) disse: “Creio que é um ganho e tanto para o estudante, em muitos sentidos. Uma forma de abrir os horizontes, obter novos conhecimentos e crescer como indivíduo, o que pode ajudá-los até mesmo a, quando chegar a hora, encarar a vida adulta. Porque, querendo ou não, um ambiente escolar como o de Beauxbatons, Durmstrang ou Hogwarts, onde não só estudamos como vivemos por anos de nossas vidas, nos molda de uma maneira que parece tornar o mundo... aquilo. Aquelas pessoas, aquela rotina, aqueles ambientes. Então vem a formatura e... Alguns realmente se assustam com a diversidade. Com o intercâmbio, os alunos tem uma oportunidade natural que eu e a senhorita DuJour, por exemplo, não tivemos, que é enfrentar rotinas, ambientes e pessoas diferentes das com as quais estamos habituados e lidar com conceitos e preconceitos diferentes.”

E o programa encerrou suas atividades em Hogwarts, onde os participantes puderam ter a honra de experimentar o famoso Chapéu Seletor e viverem mais dez semanas em uma das quatro casas da escola. O diretor de Hogwarts, herdeiro do trono de Mônaco, não foi encontrado pela nossa equipe (embora alguns elfos da cozinha tenham relatado que o Sr. Casiraghi foi visto correndo em fuga de nossos repórteres, mas nada confirmado até agora), por isso decidimos trazer o relato de um dos alunos que viveu alguns meses no castelo britânico. Shackladhach Fearaton (nome fictício), aluno originário de Durmstrang, relatou que a experiência foi “Devastadora! Calma, meu nome será revelado? Vai ter fotos? Se for, ângulo direito, por favor, é o meu melhor. Ah, sim, as semanas, foram terríveis, tivemos que dormir uns dias na floresta proibida, o que faz eu me perguntar se o nome é só uma invenção ou os docentes são loucos mesmo. Mas, a experiência do intercâmbio é sempre válida, fiz bons amigos.”

Por fim, encerrou-se em Hogwarts não só o Intercâmbio, mas o campeonato de quadribol entre as escolas europeias que participaram no programa. Organizado pelo Departamento de Esportes, do Ministério da Magia sediado em Vaduz, o Intercolegial (como foi chamado o campeonato) se iniciou em Beauxbatons e se findou na escola britânica, tendo Durmstrang se saído melhor no placar de pontos corridos. A chefe do Departamento de Esportes, Alexia Neveu, pronunciou-se sobre o evento esportivo: “Na verdade, não foi muito uma questão do Departamento em si [Alexia sobre a organização]. Eu realmente queria dar a oportunidade de um grupo de jovens experimentar um evento como este. No início nem tínhamos verba suficiente para arrumar as coisas.” A ex-aluna de Beauxbatons ainda conta como foram utilizando os fundos que possuíam e no fim o Ministério resolveu ajudar. Problemas de administração interna? Fica para o próximo caderno.

Numa última análise, concluímos que a experiência dos alunos das três escolas se tornou algo inesquecível em suas vidas. Seja pelo fato de terem vivenciado momentos nunca antes imaginados, seja pelo fato de conhecerem pessoas tão diferentes que não se esqueceriam tão cedo, todos pareceram sair satisfeitos com suas experiências do programa de Intercâmbio. A equipe do Lummus, que também acompanhou de perto esses eventos que abalaram a comunidade jovem do Mundo Mágico, também se sentiu muito realizada em participar de algo assim e recomenda que os alunos não recusem oportunidades como essa caso tenham a oportunidade no futuro.

Escrito por: Donna DuJour.

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08/02/2017 às 17:56:57

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