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Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemGrecia [#175546] por Hades Hatzimichalis » 23 Mar 2017, 13:49

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    Não me importava com um cortezinho provocado tão inutilmente, contudo, sentia-me com algo a menos no organismo e isto não alegrava Thânatos. Entreabri meus lábios de canto de rosto ao ouvir aquela “donzela”. Ela parecia mais ter caído na brincadeira... Vamos ver quanto aguentaria seu jeito firme.– Apenas sobrenomes gregos... Alguns ainda são complicados. E o seu é mais que o meu. –Pirragueei lambendo a gota de sangue que manchara meu dedo e voltei a mão para o pescoço cobrindo o corte. – Acho que minhas cordas vocais estão saindo!!!– Dramatizei inclinando o pescoço e mostrando o corte para que a mulher pudesse ver melhor. Okay, paremos de forçar. Ignorei o corte idiota e peguei de volta o bloco. – Obrigado, fará um pirralho feliz. – Encarava a assinatura.

    - Só isso?– Resmunguei em tom bem humorado encarando o bloquinho. Estava apenas com seu autógrafo, algo comum, sobretudo algo em meu interior dissera que ela sentira algum incômodo por aquilo. O que seria? Bom, não saberia dizer sem antes investigar, sobretudo, poderia me divertir com tal coisa. – O que achar melhor, já que interrompi seu treino...– Não era atleta, mas julgando a relação que tinha com Poseidon e Zeus, posso dizer que pelo menos em correr, era bom! – Beleza!– Guardei o bloquinho no bolso da calça de novo e voltei com minha mãos no sobretudo leve apenas para aquecê-las em precisar de pôr as luvas.

    Vê-la de perto ao meu lado, conseguia notar porque muitos jovens adolescentes que atendia diziam ter preferência pela artilheira Gwen dos Tornados. Ela era bonita e parecia ser pouco mais nova que eu. Ergui a sobrancelha observando suas orbes profundas. – Lobos? Está preocupado com o bem estar de sua vítima?– Pigarreei mantendo meu olhar semelhante ao gato de botas do filme Shrek trouxa. – Não tenho medo da floresta ou dos animais dela... Creio que nos meios urbanos e nas cidades existem outros animais mais perigosos que os daqui. – Soltei automaticamente referindo-me que éramos mais mortais que os animais.

    O que era fato, afinal, os animais atacavam por sobrevivência, ameaça, reprodução, proteção; eles não matam por diversão e seus comportamentos são mais previsíveis... O que os humanos trouxas ou bruxos, se tornam imprevisíveis. Talvez por isso sentira fascínio por tais animais... – Tinha acabado de trabalhar aqui perto e aí te vi por aqui...– Murchei os lábios observando ao redor e caminhando ao lado de Gwen.- ... E aí pensei, meu irmão quer logo o autógrafo, terminei minhas obrigações... Por quê não?– Encarei-a de beirada enquanto listava algumas coisas.–Afinal, uma mulher tão linda e encantadora não iria te matar por um autógrafo...– Piscadelei.– Acho que nós fãs não conhecíamos esse seu lado ‘ninguém me toca’. – Virava meu tronco levemente para a direção da mulher mantendo a postura ereta e bem humorada com um sorriso nos lábios. Será que me matariam se eu lhe arrancasse um beijo?
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemCroacia [#175781] por Gwendoline Stankovački » 01 Abr 2017, 10:51

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Não podia negar que aquele drama todo tinha um certo charme, mas só porque eu tinha uma leve queda por caras muito mais altos que eu. - Se não quiser eu pego de volta e ainda conto pro seu irmão que foi você quem desdenhou meu autográfo. - Era só o que me faltava, além de me assustar ainda reclamava do meu autógrafo. Não era dos melhores, mas mesmo assim... Nunca gostei de criticas, não seria agora que eu começaria a gostar. - Você não interrompeu meu treino... - Sorri novamente pra ele. - Na verdade eu já estava pensando em ir para casa. Não corro para treinar, corro pra aliviar a ansiedade. Você vem ou não?

Ok, as vezes eu podia soar mal educada ou grosseira, mas não era minha intenção, eu simplesmente sempre fui assim. Talvez por conviver com tantos irmãos menores que me enchem o saco sempre tenha feito minha paciência chegar ao menor nível possível, fazendo a grosseria ser algo normal pra mim. Um dia quem sabe eu resolveria isso. - Minha vítima? - Tentei segurar mas não consegui, sim, ele tinha conseguido me fazer rir de verdade. Caso raro, mas conseguiu. - Te garanto que se fosse uma "vítima" pra mim não estaria nem andando nesse momento. E nem adianta me olhar assim. - Desviei o olhar por alguns instantes... Qual era a dele, afinal? - Não tenho dó de pobres coitados... Apesar de achar que você não é pobre, muito menos coitado. - Olhei de relance para Hades e constatei o que meus olhos já tinham reparado. Casacos como aquele não eram vendidos por sicles... - Talvez, desavisado no máximo.

Pelo menos em algo ambos concordávamos, sim, os humanos eram animais muito mais perigosos do que qualquer outro. Quando eu era muito pequena meu pai sempre chegava em casa exausto, com uma expressão completamente sem esperança. Só fui entender o que aconteceu quando entrei em Hogwarts e descobri o tamanho da guerra contra Você-sabe-quem e seus comensais. Meu já era cacique da corte croata e vivia sob pressão de vários comensais. Apesar do alvo principal ser o ministério britanico, ministérios menores também tinham de lidar desaparecimentos, maratonas de julgamentos. Além, claro, das ameaças em relação a nossa família. No início éramos só eu e Pruddy, mas não demorou muito para os gêmeos virem e a preocupação de papai aumentar... - Concordo... Os humanos são bem piores que todos esses animais.

- Linda e encantadora? - Minha cabeça já começava a ter mil ideias só de pensar se ele continuaria me achando encantadora depois de algum tempo. - Digamos que nem minha família sabe de muita coisa sobre mim, quem dirá meus fãs. - Somente a imagem da expressão de papai se descobrisse o que eu fiz durante quatro anos na escola já me divertia. - Digamos que algumas escolhas na minha vida me fizeram ter a necessidade de aprender a me defender. - Mordi levemente o lábio inferior, lembrando de certas ocasiões em Hogwarts. - Quem sabe um dia eu te conto... Mas não vá criando esperanças. Não é facil arrancar informações de mim. - Aquela altura meu corpo já estava frio, me fazendo voltar a sentir frio. Soltei o cabelo, deixando os fios azuis cairem nno ombro, protegendo minha nuca e orelhas do frio. Já mencionei que eu detesto o frio? - Mas você trabalha na floresta? Quem, em sã consciencia, trabalha na floresta? Ou então... - Me afastei alguns centímetros de Hades, fitando-o com desonfiança. - Por um acaso você veio desovar um corpo aqui? Porque se for o caso eu já vou seguindo meu caminho que eu não quero problemas pra mim...
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemGrecia [#175783] por Hades Hatzimichalis » 01 Abr 2017, 12:12

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    Gwen definitivamente era uma mulher mais fofa do que mesmo ela poderia pensar. Sua forma de contornar algo para não parecer ofensivo divertia-me o ego. Aposto que Afrodite teria ciúmes dela! Permaneci com um enorme sorriso nos lábios ouvindo-a e apenas fiz-me surpreso ao ouvir a frase de que não lhe arrancaria informações... Mal sabe ela que todo o seu comportamento, seu sorriso, o jeito de soltar o cabelo por conta do frio e até mesmo o olhar, já denunciava tudo! – Nãaooooo mesmo! Tãoo difícil que fico até cansado!– Soltei com certa ironia e bom humor. – Eu?– Arregalei as pestanas e apontei as mãos em direção ao meu peito. Onde euzinho seria um trabalhador da floresta? Jamais desovei meus corpos em uma floresta! Geralmente queimo tudo e digo que matei algum animal assado!

    - Euzinho aqui?– Murchei os lábios resmungando e mantendo o corpo virado para Gwen. – Jamais desovaria corpos em florestas... É muito clichê.– Lancei uma piscada em direção aqueles olhos profundos e esbocei meu melhor sorriso de canto de rosto. – Estava acompanhando um paciente em seu dia de trabalho, ele é funcionário do ministério, pesquisador sobre artefatos mágicos. E como parte do serviço, preciso investigar à fundo certas coisas que em um consultório é impossível.– Revelava enquanto retirava o casaco quentinho e ficava apenas com a blusa de manga longa. – Gwen... – Chamei-a suavemente.– Posso?– Avancei um passo e parei à frente da garota, sem antes de ter alguma resposta completa, a protegi com meu casaco. – Não quero nenhuma jogadora gripada por minha culpa.– Comentava retirando do bolso do meu casaco enorme a varinha e o deixando apenas o caderno de anotação de pacientes com minhas luvas.– Tem luvas aí dentro, pode usar... Só não leia o que está ai. E de nada!– Comentava voltando a ficar ao lado da garota enquanto guardava a varinha no cós da minha calça.

    - Você é uma das irmãs mais velhas né? Li uma reportagem que a sua família tem muitos filhos...– Tornava a caminhar.– Chato quando tem muitos irmãos para proteger né? Deve ser uma baita responsa, fora os tempos difíceis e rebeldes de escola... –Soltei um pequeno sorriso.– Por isso sabe lutar né?– Informações que sabia através do jornal e considerando a perícia dela em ter me derrubado, poderia muito bem reforçar a hipótese de sua juventude mais rebelde e aventureira.– Então, além de jogadora faz o que? – Perguntava curioso. Cocei a nuca ignorando o frio que percorrera meu corpo. Como homem, tinha o orgulho de não sentir frio mesmo que estivesse no polo sul pelado. Uma coisa que aprendi é a ser cavalheiro com as mulheres.


.corre
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemCroacia [#176065] por Gwendoline Stankovački » 13 Abr 2017, 11:24

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Ok, mais um ponto positivo pra ele: ironia. Mas não pra cima de mim... - Você é muito idiota, sabia? - Ou eu era idiota... Eu estava me sentindo uma idiota. Qual o problema Gwendoline? Virou menininha de novo? As vezes até eu me impressionava com a minha capacidade de regredir. - Ah claro... Fiquei muito mais calma agora. Vai saber se você não é um sociopata que gosta de manter suas vítimas dentro de jaulas no quintal de casa e a próxima serei eu... - Sorri ironica para ele e ganhei uma piscada e um sorriso engraçadinhos de volta, me fazendo perder alguns segundos desnecessários para admirá-lo.

- Paciente? Você é um medibruxo então? - Claro né, mas que pergunta idiota... Acho que toda aquela maconha estava começando a afetar meus neuronios ou então Caleb estava me passando erva da pior qualidade porque não era possível ser tão idiota na frente de alguém. Mas ainda podia piorar... Ele tinha que ser gentil. Nessas horas eu entendia porque preferia os estupidos e grosseiros, eles não me deixavam sem reação. É muito mais facil arranjar uma boa briga do que responder a um elogio ou a uma ação de gentileza.

Senti meu rosto corar, senti o peso do casaco de Hades nos meus ombros. A única coisa que eu não senti foi a presença do meu bom senso para fazer com que eu me asfastasse de alguém tão gentil assim. Isso era ruim para minha reputação, não podia ser vista ao lado de "pessoas boas". Apoiei minhas mãos nos ombros, tendo certeza de que o casaco estava muito bem acomodado, e olhei para cima, encontrando seus olhos azuis tão claros quanto o mar num dia calmo. Por Merlin... Agora eu também faço comparações poéticas? Acho que esse é meu atestado de óbito. Além disso aquela aproximação inesperada estava se tornando um tanto perigosa, mas se era para o bem ou para o mal ele quem decidiria.


- Hmmm... É, acho que eu tenho que te agradecer... - Peguei as luvas no bolso do casaco e as coloquei nas mãos. Mãos essas que pareciam estar perdidas no meio do excesso de tecido, tamanha a diferença em relação às dele. Outro ponto positivo... Ajeitei o cabelo para que não ficasse bagunçado por conta do casaco e protegi minhas mãos dentro dos bolsos do "pequeno" casaco que me protegia. - Sim, sou a segunda filha. Minha mãe queria uma família gigantesca então decidiu que sua profissão seria parideira. - OK, me senti péssima depois dessa. A essa hora ela devia estar me xingando até o último dos meus dias por falar assim de sua pessoa para os outros. - O Kenny, apanhador do time, veio depois de mim, junto com a gêmea do mal. Na verdade acho que os dois são do mal... Não que eu seja a irmã do bem... - O que estava acontecendo comigo? - Ahhhh você entendeu, certo? - Porque diabos eu sentia meu coração acelerar? Com certeza devia ser a abstinência, não tinha outra resposta pra essa pergunta. Olhei para o chão completamente sem graça, apertando meus dedos dentro dos bolsos, tamanho meu nervosismo.

- Na minha casa a morte da minha mãe acabou coincidindo com os "anos rebeldes" da escola. - Respirei fundo, sinalizando as aspas com as mãos, tentando manter o controle. - No começo eu e Pruddy tentamos proteger os mais novos, mas todos nós temos o lado rebelde mais aflorado, então chegou uma hora que a gente simplesmente desistiu. Só interferimos quando alguém fazia alguma merda muito grande. Mas não, não foi por causa disso que eu aprendi a mexer com facas... Quem sabe um dia te conto essa história. Primeiro preciso ter certeza de que você não é um psicopata nem nada do tipo, ainda não estou convencida... - Sorri novamente para Hades, tentando recuperar o controle da situação.

- Além de jogar também trabalho no ministério, junto com o pirralho também. Trabalho no departamento de catástrofes. Não que esse seja o emprego dos meus sonhos. - Revirei os olhos. - Mas eu aprendi a gostar de lá. Meu chefe é gente boa, além de também jogar comigo, o que me dá algumas chances de descontar a raiva que eu sinto dele no departamento em campo. - Ah se dava... Lasse era outro que adorava encher o saco, mas uma hora teria volta. - E você, qual sua terceira profissão, além de desovador nada cliché de corpos e medibruxo? É óbvio que você tá escondendo alguma coisa. Nenhuma pessoa normal demonstraria tanta calma quando o assunto é desova de corpos numa floresta tão macabra quanto essa...
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemGrecia [#176067] por Hades Hatzimichalis » 13 Abr 2017, 13:26

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    A artilheira Gwen era alguém totalmente diferente do que meus irmãos diziam... Ou do que ela demonstrou ser logo no começo do nosso primeiro contato! Tudo bem, era engraçado ver sempre a premissa de que toda durona se desarma com muita gentileza, mas ainda me surpreendia ao observá-la toda ruborizada naquela floresta. Se realmente Thânatos soprasse em meus ouvidos que desejava sua alma, ela teria sido uma das vítimas mais fáceis de possuir. Sobretudo, podia imaginar que ele sentia que meu âmago a curtia. Fitei as luvas e esbocei um enorme sorriso de canto de rosto. Talvez devesse ajuda-la com as luvas para evitar seu estado mais ‘embaraçada’? Melhor não! Calmamente a ouvia enquanto tornávamos nossos caminhos. Provavelmente se fosse Poseidon ou Zeus, já teriam aparatado para um chalé ou bordel com ela... Bom... Não era desse tipo!

    - Parideira? – Soltei baixinho sem entender aquilo, mesmo que soasse engraçado fingi que sabia o que significava tal termo e continuei ouvindo-a.– Sim.– Confirmei também com um leve balançar da cabeça. E lá estava ela se abrindo. Realmente, não era ironia dizer que ela era fácil... Era a realidade. – Não sou um psicopata...– Murmurei fitando-a mais uma vez e virando-me rapidamente para não ficar preso nas orbes de Gwen. – Aquele monstro é seu chefe? Ele tem jeito de ser aqueles trogloditas grossos que no fundo tem medo até de matar uma barata. – Brinquei. Não que estava julgando alguém sem conhecer, mas estava descontraído demais para poder fazer tais brincadeiras. –Hey! Não sou desovador de corpos! O máximo que faço é oferecer a alma para thânatos.– Indaguei rapidamente.

    Estremeci. Respirei profundo rapidamente, diminui alguns passos e me recompus. Como diabos soltei isso tão fácil? – Apenas uma brincadeira entre irmãos.– Suavizei mudando um pouco o rumo. – Talvez você também seja uma desovadora. Está tão calma na presença de um estranho... Bom, além disso sou uma espécie de babá barra escravo dos meus irmãos...– Virei-me novamente para ela interrompendo seu caminhar repentinamente. – Tão levada que não resistiu à gentileza...– Soltei mais suave e de certa sombriedade. – Você já teria sido raptada.– Ergui a sobrancelha encarando-a autoritário. Sim. Estava intimidando-a. E estava novamente presa em seus olhos. – Sorte sua que sou bondoso.– Esbocei um pequeno sorriso de canto de rosto e estiquei minha mão para tocar-lhe o nariz tal como fazia com minha irmã caçula, Nyx.– Gweennn.... Está ruborizada de novo Gwen...– Indaguei baixinho e cálido. Abaixei minha mão novamente, mas fiquei preparado disfarçadamente para o caso de receber algum golpe. Suas orbes eram profundas, difícil não me perder neles... O que mais poderia ser além de tudo isso? Me diga... Me diga tudo sobre você Gwen... Deixe-me saboreá-la. E a única coisa que pude fazer era sorrir para a garota de forma bem humorada e provocativa.
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemCroacia [#176119] por Gwendoline Stankovački » 15 Abr 2017, 19:01

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Sabe aquele momento em que você começa a entender a confusão em que você se meteu depois de apenas um único deslize? Então, estava para acontecer... - O Lasse só tem tamanho, perto da mulher dele é tão inofensivo quanto uma mosca. - A imagem da cara de desespero dele no jogo das passarinhas contra o pegas assim que a mulher dele apareceu na torcida seria algo que eu não esqueceria tão cedo. Além disso eu faria questão de lembrá-lo diariamente do ocorrido. - As vezes ele fica bravo no departamento, mas é só passar da porta pra fora que já volta a ser um palhaço. - E foi a partir daí que eu tive certeza de que eu deveria ter ficado em casa.

- Thânatos? Quem é Thânatos? E por que diabos você ofereceria uma alma para ele? - Perguntei, diminuindo o ritmo da caminhada. - Brincadeira estranha essa de vocês... Não vai oferecer minha alma pra ninguém não né? - Alguém que oferecia almas em qualquer que fosse o ritual não devia ser uma pessoa boa. Eu comecei a me afastar discretamente dele, precisava arranjar uma desculpa para sair dali antes que a situação piorasse. - Se eu fosse uma desovadora acho que eu escolheria uma carreira principal um pouco mais discreta do que jogadora de quadribol, assim ficaria mais fácil para esconder os corpos, não acha? - Sorri para ele, tentando parecer calma.

E foi então que eu senti que a próxima alma a ser oferecida seria a minha, para quem quer que fosse o tal do Thânatos. O chão coberto de folhas que eu encarei durante todo o caminho agora tinha um par de sapatos me impedindo de seguir em frente. Levantei a cabeça e lá estava ele, me encarando com aqueles olhos novamente. Aquilo me surpreendeu tanto que eu não tive nem tempo de ensaiar uma reação. Gentileza... Eu sabia que seria por essa isca que eu partiria desse mundo, só não imaginei que seria tão rápido. Ainda tinha tanta coisa pra fazer, tantos lugares para visitar, tantas pessoas para conhecer. Ele, inclusive, seria uma pessoa que eu adoraria conhecer, apesar de toda aquela situação. O toque em meu nariz fez minha respiração acelerar, acompanhando o ritmo das batidas do meu coração. Pensei em pegar o canivete novamente, mas aquelas luvas enormes me atrapalhariam. O mesmo valeria para a varinha no bolso dele. Além disso, naquela proximidade eu não poderia nem tentar uma fuga, ele era muito mais alto e mais forte e eu já não poderia contar com o elemento surpresa como da primeira vez.

Por alguns segundos eu o encarei, tentando prever seu próximo movimento, mas ele permaneceu imóvel. Ficamos ali, em silencio, analisando um ao outro. Eu estava em panico, mas por algum motivo não conseguia me afastar... Na verdade, acredito que eu não queria me afastar. Algo me dizia que ele não me faria mal, apesar de toda aquela conversa estranha. Eu queria ficar, eu queria ver até onde ele iria. Toda aquela adrenalina estava fazendo meu coração bater como um louco, eu sentia o sangue voltar novamente as minhas bochechas.
- Talvez eu estivesse te fazendo de bobo durante todo esse tempo... - Dei um passo a frente, ficando na ponta dos pés, me aproximando o máximo que minha altura permitiu de seu rosto. - Talvez tudo o que eu queria desde o inicio era ver até onde você iria... - No fundo, eu sabia que não queria ter novamente o controle da situação, aquilo era novo para mim. A adrenalidade de "ser conduzida" parecia ser muito melhor do que quando eu conduzia. Era inesperado, instigante... E ao mesmo tempo desesperador. Sim, definitivamente ele estava me fazendo perder a cabeça.
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemRussia [#189037] por Katleen Blandert » 30 Jan 2019, 00:30

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                Desde a saída de Jullie do Ministério de Vaduz, tivera que arrumar outro auror para firmar uma parceria em sua missão pessoal, por algum motivo, acabou sendo Aaron Denvers, uma pessoa tão nova quanto ela, mas que parecia dedicada o suficiente. Como de praxe, tinha combinado de encontrar o loiro na taverna para mais uma troca de informações, no entanto, aquilo só aconteceria depois que o outro saísse do expediente, então, aproveitando aquele tempo livre (horas, na verdade) que ainda tinha, Katleen decidiu sair da hospedaria e seguir para a floresta de Stuttgart, um ambiente envolto de mistério. Não que a ruiva estivesse caçando qualquer um desses, pelo contrário, apenas queria um ambiente calmo e isolado para praticar um pouco. Acreditava que se manter em forma era algo essencial, por isso começou com uma corrida, seguindo por entre as árvores para qualquer lugar que seus pés quisessem lhe levar. Com isso, acabou chegando em uma clareira qualquer, sem vestígio de companhia e com uma iluminação boa o suficiente.

                – Aqui parece bom. – afirmou para si mesma. Retirando a mochila das costas e deixando essa apoiada em uma árvore, começou a tirar dali algumas de suas armas brancas, três novas facas de um modelo novo, mais letais segundo o vendedor que lhe mostrou as belezas. Pegando a primeira, jogou em uma árvore não muito distância, deliciando-se com o barulho feito enquanto a lâmina se fincava na madeira. Realmente parecia ter sido um bom investimento, a aerodinâmica era boa e uma análise mais de perto logo deixou claro que de fato estava bem afiada. Com um sorriso, recuou alguns passos, procurando algum local que fosse bom para o lançamento da segunda. Estava comparando os ângulos quando escutou alguns barulhos vindo de trás, constantes como passadas, pesadas o suficiente para serem humanas. – Essa área já está ocupada. – disse, sequer se dando o trabalho de dar a devida atenção a quem quer que estivesse se aproximando. Não era do tipo que gostava de interações com outras pessoas, principalmente porque a maior parte dessas não costumava ser interessante o suficiente para a jovem Blandert, então apenas esperava ser deixada sozinha mais uma vez para continuar com seu pequeno teste.

                – Alguém claramente é surdo. – falou baixinho ao perceber que as passadas insistiram. E dessa vez pôde perceber algo interessante, como um barulho extra. Dando uma olhada para trás, percebeu o homem loiro com a bengala se aproximando. Ou os problemas de deficiência realmente eram maiores do que os aparentes ou ele não tinha o menor medo do perigo que aquela garota ruiva com duas facas em mãos representava. Manteve-se quieta, completamente parada e sem dizer uma única palavra, esperando que ele esboçasse qualquer reação. Poderia muito bem ter jogado uma das armas na direção do homem, apenas para intimidar, mas por algum motivo, não o fez, apenas aguardou e ergueu uma sobrancelha quando ele indagou se por acaso ela se chamava Alex Sunders. – Acredito que minha vida provavelmente seria miserável se fosse o caso. – respondeu, deixando que o sotaque carregado tomasse conta de suas palavras. Não que aquele fosse um nome ruim, mas parecia ordinário demais, típico de um(a) estudante de Hogwarts sem nenhum feito fora do normal. Claro que Katleen era apenas uma variante do original e Blandert não era um sobrenome bem-visto por muitos, mas pelo menos estavam carregados com uma história muito mais intrigante.

                – Com isso eu tenho que concordar. – disse ao escutar a resposta do outro. Aos olhos da ruiva, pessoas patéticas era o que não faltava naquele mundo, então era normal que algumas tivessem nomes decentes, assim como muitas outras coisas. Aproveitando aquele assunto, o loiro pareceu se sentir motivado para se aproximar e entregar seu cartão profissional, indicando que era um jornalista. Se querem saber, aquela era uma profissão que trazia sentimentos dúbios para a jovem ruiva, afinal, seu caminho tinha se cruzado com o de muitas cobras que apenas queriam vender histórias, mesmo que não fossem totalmente verídicas. Contudo, conhecia também exemplos que buscavam saber cada mínimo detalhe, se dedicando a investigações pessoais e tudo mais. Qual caso era o do homem a sua frente era um mistério, mas antes se saber isso, tinha uma questão que ainda estava pendente. – E como o senhor diria que é o seu papel, senhor “León Nicolaj Orlov”? Está honrando o possível traço russo que há no seu sangue e sendo alguém notável ou apenas está seguindo por um caminho de mesmice? – indagou, erguendo uma sobrancelha. E já que ele tinha interrompido seu treinamento, que no mínimo se mostrasse ser alguém interessante.

Off: Post do Tinder
Com: León Nicolaj Orlov, claramente -q
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Katleen Blandert
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemSuica [#189550] por León Nicolaj Orlov » 04 Mar 2019, 21:17

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Encontro Tinder Zonkos
León Nicolaj Orlov e Katleen Blandert
Parte I - Ursos na tempestade




Uma floresta, definitivamente, não era o melhor lugar para alguém com as dificuldades físicas que León possuía. O terreno irregular e cheio de raízes de árvores, pedras e toda a sorte de plantas e musgos fazia com que uma simples caminhada se tornasse praticamente uma aventura de escalada quando se tratava de uma pessoa manca. Ele já havia perdido as contas de quantas vezes havia escorregado e quase caído e tenha o “quase” como uma sorte tremenda pois, no caso dele, era quase um milagre ainda não ter ido ao chão.

Por isso, o jovem Orlov já estava arrependido de ter aceitado se encontrar com seu informante naquele lugar perigoso de muitas maneiras para ele. Não que temesse a morte. Jamais. Na verdade, sabia que a morte o rondava há muito tempo, mas ela parecia querer apenas brincar com ele, tirando-lhe pessoas importantes e o deixando para trás, coxo e destruído. Seu arrependimento se devia ao fato de que lhe era cansativo demais todo aquele exercício para, no fim, correr o risco de receber uma informação que pouco lhe valeria em sua última matéria para o jornal Lumus.

No entanto, eram ossos do ofício e, há muito tempo León não se sentia tão bem em um emprego, como agora, no jornal. Pela primeira vez desde o atentado que lhe roubara o futuro e a vontade de viver, ele se sentia parte de algo que fazia sentido. Não era mais apenas um joguete que flutuava na órbita de um ser maior que o mandaria para onde bem quisesse. Pela primeira vez em anos, ele tinha a sensação antiga de que tinha o controle da própria vida, apesar de saber que isso era apenas uma doce ilusão.

Caminhou bastante, absorto em seus pensamentos e nos cuidados para não se estatelar no solo perigoso e, por isso, não se atentou para nenhum barulho além do de seus passos com a bengala (Barulhento demais!) e de sua própria respiração pesada por causa do esforço extra que tinha que fazer para se equilibrar.

Quando, finalmente, deu por si, estava diante de uma clareira onde uma jovem mulher o olhava com cara de poucos amigos enquanto segurava duas facas nas mãos. Uma imagem interessante, porém ameaçadora que fez o homem parar por cautela, sem ousar prosseguir antes de se certificar de que não seria morto sem saber ao menos o motivo, pois não seria inteligente afrontar alguma ameaça, ainda que ele não tivesse medo da morte.



- - Perdoe a intromissão. - iniciou com a voz grave em um tom brando para demonstrar que não era sua intenção causar problemas. - - Seria a senhorita, por acaso, Alex Sunders?


Achou engraçada, porém certeira, a negativa da jovem ruiva que ainda o olhava com ferocidade própria de quem sabia muito bem manejar as armas que carregava. Certamente o informante que ele esperava encontrar num lugar como aquele deveria ser alguém, no mínimo miserável. Não fosse em posses, ao menos o seria em espírito, pois se tratava de um ser envolvido com camadas tão baixas de corrupção que jamais seria algum grande bruxo.

León avaliava a moça nos poucos instantes em que tivera contato com ela. Seu sotaque forte e seu porte físico, além da forma como se comportava, lhe diziam que ela sabia usar as armas das quais dispunha em suas mãos. Um ser interessante, era o que o íntimo do jornalista lhe dizia. O que ela poderia estar fazendo num lugar como aquele àquela hora e, ainda por cima, armada? Aquele curioso encontro mexia com o homem manco que, concordando com a observação da moça, acrescentou de modo polido:



- - Talvez... dai iria depender do seu papel nisto que chamamos de vida... Alguns podem ser patéticos mesmo tendo nomes brilhantes- disse isso se referindo a si mesmo, posto que tinha para si que era o mais fracassado dos seres.


No entanto, ela não tinha como saber, pois não se conheciam. Por isso, ele se aproximou um pouco mais, ainda mantendo as feições austeras como era o seu costume e, estendendo um cartão mágico com sua identificação de jornalista acrescentou a oportuna informação:


-- Sou León Nicolaj Orlov, trabalho para o jornal Lumus.


Esperou alguma reação mais amistosa da jovem, no entanto, ela, assim como ele, não parecia ser uma daquelas pessoas que faz amizades com facilidade. Ela continuava a encará-lo de forma inquisidora e a pergunta seguinte o fez perceber que ela não se contentaria com meias informações ou com questões simplórias. Sem meias palavras, ela tentava descobrir exatamente o que interessava a ela, sobre ele. Ou ao menos era o que ele pensava, pois, realmente deveria ser estranho um homem manco, sozinho na floresta à procura de um informante que poderia nunca comparecer ou, ainda, colocá-lo em maus lençóis.

Mas o questionamento dela lhe pegou de surpresa e algo há muito adormecido se fez presente naquela pergunta. Algo que ele sempre cuidara em guardar escondido em seu íntimo e nunca se questionar: “seu papel no mundo”.

Este era o grande dilema de sua vida. Por muitos anos ele soube exatamente quem era e todos os seus anseios e sonhos. Mas em uma única noite tudo lhe foi roubado: sonhos, futuro, dignidade… a vontade de viver. Desde então ele se tornara apenas um vivente. Um ser que vagava pelos dias desejando a morte, mas sem coragem alguma para dar um fim à própria dor. Por muito tempo foi apenas um ser que respirava e se arrastava no limiar do que o definia como ser humano e o lixo.



- - Sou um urso sobrevivendo à tempestade de gelo no ápice do inverno. - Respondeu simplesmente à moça sem nenhuma emoção exagerada, como se aquilo fosse apenas mais um dia normal em sua vida. O orgulho russo do sangue de seu pai latejando em suas veias. Talvez fosse isso que o fazia persistir em sobreviver...


Em seguida, indicou as armas nas mãos da moça e observou educadamente:


- - Não é difícil ver que a senhorita é uma compatriota. Me pergunto o quão notável deve ser o caminho que a senhorita escolheu, pois não é sempre que vejo alguém que saiba lidar com armas tão belas.

A curiosidade sobre a moça na floresta era grande, ainda mais pela escolha incomum que ela fizera por facas. O jovem Orlov era, desde a juventude, alo pacifista, mas ao mesmo tempo, tinha certa admiração por armas e não podia deixar de esconder isso, encontrando alguém que tinha um gosto tão peculiar como o daquela moça ruiva que, misteriosamente estava no meio daquela clareira.
Imagem
"Sou um urso sobrevivendo à tempestade de gelo no ápice do inverno."
León Nicolaj Orlov
Funcionário do Jornal
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Caspar Peteus
 
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Postado Por: Cléo.


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