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Taverne ein'augen manticore [Taverna]

Re: Taverne ein'augen manticore [Taverna]

MensagemGrecia [#175146] por Hades Hatzimichalis » 07 Mar 2017, 12:17

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    Ser um recém morador desta parte da Europa e desta região bruxa, implica em conhecer os lugares e as culturas nela estabelecida. Ao menos era uma distração das conversas de Tânatos ou dos meus pais que insistiam em cuidar plenamente dos meus irmãos. Era o papo perfeito da responsabilização da família tradicional: o mais velho quem cuida. Claro que não me importava com aquilo, sobretudo, amava meus irmãos e um dos principais motivos de termos vindo para cá, não era nada luminoso e bonito como o que nossos pais tanto se vangloriavam... A verdade é que os fatos trevosos da nossa família formou a mudança brusca e por minha sorte, já era formado. Quando descobrira o que Ares fizera, também soubera de outros que já sabiam de seu segredo.

    Éramos irmãos, o mínimo que poderia fazer era: - Está tudo perfeito? Sem provas?– E tal como resposta, tinha sua confirmação. Se preciso mataria por eles e se preciso assumiria um crime por eles... Mas cá estava, numa espelunca em pleno final de semana bebericando uma cerveja e vendo que a maioria dos funcionários das grandes empresas próximas se confraternizavam por aqui. Crianças menores de idade apareciam na maior cara de pau. Provavelmente eram estudantes estagiários ou acima de certos anos. O problema era que uma taberna não deveria aceitar isso, mas quem era eu para impedí-los? Quanto mais pecados cometerem, mais garantidas serão suas vagas em meu submundo.

    Retornei a escrever no pergaminho que estava sobre a mesa. Apesar de estarmos em um país tão diferente, certos costumes sociais mantinham-se os mesmos. “Ela tem te olhado muito”... – Dizia Tânatos com as mãos segurando o queixo. Ele era um espírito que somente eu conseguia vê-lo. Ele era meu irmão gêmeo que foi sacrificado para minha vida manter intacta e agora ele vigiava-me em outro plano e existência com um objetivo que nem mesmo ele poderia nomear. – Deixe-a que contemple minha beleza? – Sussurrei de maneira quase inaudível disfarçando com uma golada de cerveja. Tânatos aparecia quando tinha mulheres interessadas em mim ou quando tinha algum perigo que precisava ser eliminado.

    A menina a quem se referia era uma menina com aparência bem mais velha que meus irmãos, mas não tão velho quanto eu. Sua beleza era excêntrica, mais morena que os branquelos e desbotados normais. Podia jurar que Afrodite sentiria inveja de tal beleza – ou não – vai saber? “Você também tem olhado muito para ela, ignora suas análises e se divirta, precisa disso”. – Aconselhara Tânatos mais uma vez. Respirei profundo sentindo-me contrariado pelo meu irmão, soltei a pena sobre o pergaminho e o guardei em minha mochila. Nunca teria sossego adequado para transcrever as análises sociais.

    Beberiquei um gole da cerveja e retirei-me da mesa indo em direção à morena. – O que uma bela dama faz em um lugar tão pobre como este?– Direto e ousado. Indaguei enquanto me aproximava da garota e ficava ao seu lado encarando-a profundamente nos olhos. – É tão perceptível quanto uma rosa na escuridão. – Suavizei cortes e galante com um sorriso luminoso. – Hades Hatzimichalis.– Apresentei-me tocando minha bebida em seuu copo deixando ecoar um pequeno tilindar pelo atrito causado e com um enorme sorriso nos lábios, tal como um belo cumprimento discreto e tímido grego.


ps: dps mudo a conta.
vai la Joyce =*
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Re: Taverne ein'augen manticore [Taverna]

MensagemInglaterra [#176050] por Lola Rousseou » 12 Abr 2017, 14:00

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- 01 -


Se pudesse levar a sério a difícil missão que vinha sendo desligar sua mente, talvez Lola não tivesse ido parar em Liechtenstein. Ou teria, quem sabe. O negócio era que sua vida vinha sendo um completo furdúncio nos últimos meses e tudo porque seu pai decidiu surtar. Claro que não sendo levado como um surto sério, mas decidiu encontrar no alcool um refúgio para tudo que vinha acontecendo de ruim com ele no trabalho, fazendo com que a dona Rousseou ficasse ainda mais sem paciência. E com Lara recém nascida, tornava impossível a convivência. Se não fosse por Lola, talvez sua irmã mais nova já tivesse sido tirada de casa por sua avó. Mas então, eis que os pais estavam se acalmando depois de um longo, longo, muito longo mês; A morena sentia falta da escola, dos amigos, de sua mansão... estava tudo tão longe.

Ai onde entra a taberna. Lola precisava de uma fuga, algumas horas longe de toda confusão e precisava aproveitar que sua irmã havia, finalmente, conseguido dormir. Era importante para a morena que sua mais nova ficasse segura, mesmo que seus pais não estivesse fazendo o ambiente ser assim. No fim das contas, sua mãe havia tomado um remédio para dormir e o pai viajado a negócios, só voltaria dentro de dois dias. Ela queria voltar para Hogwarts e seguir a vida, mas não conseguiria ainda deixar Lara para que a mãe cuidasse. Ainda não. Ao sentar-se na mesa, pouco limpa, no canto do estabelecimento, respirou o cheiro de bar e poera. Ótimo. Mas não foi apenas isso, em seu campo de visão devia estar, com toda certeza, um dos homens mais lindos que viu em toda sua vida. Lola não era tão limitada em conhecer garotos, mas aquele com certeza chamou sua atenção de um jeito especial. Ela sorriu consigo mesma e baixou os olhos para seu copo recém chegado na mesa.

O conteúdo parecia cerveja amanteigada, mas o cheiro era de Wiskey de fogo. Talvez tivessem pensado que ela era maior de idade. Era bom, ninguém faria perguntas, então olhou o homem novamente e suspirou. Há quanto tempo não fazia isso? Sair, beber, paquerar... bom, desde Lucian. Lembrar do loiro fez o coração de Lola apertar. Ela amava o rapaz mais do que qualquer outro, foram quase dois anos de história e depois do que aconteceu no ínicio daquele ano letivo, ela podia jurar que voltariam a namorar e seriam o casal perfeito. Ou pensou, desejou. Lucian olhou pouco para a morena no mês que se passou e agora estava afastada da escola para resolver assuntos pessoais. Não tinha espaço para pensar em Lucian agora ou no que queria que fossem. Ainda não estava pronta para encarar uma possível rejeição do garoto... por esse motivo, olhou para o estranho novamente, tentando ser discreta. Dessa vez, sem sucesso.

Quando ele se aproximou, Lola pensou em levantar e correr, mas não, seria forte. Talvez ele fosse apenas um cara legal buscando compania, porque não? Nem todos eram loucos. - Ora, olá pra você também. - Sorrindo da melhor maneira que conseguiu, respirou fundo disfarçadamente. - Eu diria que estou buscando um pouco de paz... tentando não ser notada. - Completou, para só então notar que parecia rude em sua resposta. Por sorte, ele não percebeu ou fingiu não fazer já que sua resposta foi bem elaborada. - Você tem cara de ser um galanteador nato. - Pelos céus, os olhos eram ainda mais lindos de perto. Lola se perguntou se eram lentes ou brilhavam naturalmente assim. - Lola Rousseou. - Respondeu quase automática. Ela não sabia quem ele era ou o que queria, mas aquele sorriso a fez parar de pensar por alguns minutos e então sorrir de volta. Talvez fosse isso que ela precisava. Conversar com um estranho e então desestressar. Poderia pensar em sua vida e no que tinha pra fazer depois. Beeem depois.


Notes: TIRANDO A FERRUGEM! .corre
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Re: Taverne ein'augen manticore [Taverna]

MensagemFranca [#176510] por Biancah Jones » 07 Mai 2017, 19:45

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Night Out
001


Bolsa com tamanho magicamente modificado, um dos milagres do maravilhoso mundo mágico. Nela eu posso carregar quase todo o meu closet e mesmo assim, não tem peso nenhum! Pego a minha bolsa e depois de algum tempo procurando, finalmente encontro minha calça jeans, a blusa, maquiagem, sapatos, enfim, aquelas coisas de mulher né, e me troquei linda e maravilhosamente no banheiro do hospital. Fim de mais um dia de trabalho e amanhã é folga, e isso quer dizer: Absolutamente nada.

Procurei minha irmã, gêmea, Pamella, mas a criatura está fazendo algum tipo de pesquisa de campo na Austrália, ocupada demais para sair comigo. As coisas não eram assim quando éramos mais novas… Na verdade vivíamos grudadas (nas férias, já que minha mãe teve a linda ideia de me mandar para BEAUXBATONS!). Bom, as outras irmãs estão por aí no mundo… Hellena deve estar na Alemanha, Daniella também estaria se Flavio não tivesse obrigado ela a se mudar para a Escócia, mas tudo bem, ele é bonito e deu uma filha lindérrima para a chata da minha irmã mais velha, todos felizes.

Por falar em Flavio, eu poderia ter chamado o irmão dele, Vincent, para beber, esse nunca nega nada, mas pela hora, provavelmente está em alguma festa, pegando alguém. É, a saída é beber sozinha mesmo. Depois de pronta, ajeito os cabelos para sair. Eles estavam longos e pretos, como sempre. - Eu estou ficando careta… Sempre a mesma coisa! Vamos mudar um pouco. - Graças a Merlin e aos genes lindos de alguma parte da família eu sou metamorfomaga, então encurto as madeixas, criando leves ondas, bem estilo vintage. - Agora sim eu estou pronta para a sociedade! - Mando um beijo para o espelho e desço para a Taverna, que fica perto do hospital.

O ar quente vem com tudo contra minha face corada pelo frio. O fim do ano é uma época ótima! O frio está chegando e as roupas bonitas e quentes começam a sair do armário, ocupando o lugar das mini peças. Tiro o casaco e o posiciono entre as alças da bolsa enquanto ando em direção ao interior. Algo chama minha atenção no canto, então paro minha caminhada. Então ele também frequentava a taverna? Como não nos encontramos antes? Seria o destino?

- Ora, ora ora… Peter Abbington! - Chamo seu nome, me aproximando de sua mesa. Nos conhecemos no último jogo do Tusthill, na semana passada. Ele era irmão do goleiro e capitão do time, sendo este time o mesmo que minha tia Alysson acabou de integrar. De longe, Peter era o mais bonito dos dois. Sim, sei que são gêmeos, mas essa é a minha cabeça e é assim que ela funciona. Naquele dia, tomamos uma cerveja juntos, nos apresentamos mas não conversamos muito, afinal, cheguei no último dia do longo jogo, e as horas finais foram bastante empolgantes. Ele comentava sobre a partida, e eu admirava seus músculos, já que, é óbvio, eu não entendo nada de quadribol.

- Posso? - Questiono, apontando para a cadeira vazia em sua frente. Aparentemente Peter estava sozinho naquela noite… Eu também… Bom, acho que agora não estamos mais. Sento na cadeira após receber a permissão e quando passa um dos empregados da taverna, peço uma cerveja, afinal, a noite estava só começando. - Perdão… Traga duas. Uma para o cavalheiro. Por minha conta. - As vantagens de ser de uma família rica: eu poderia usar da boa educação dada pelas senhoras e do dinheiro acumulado por elas. Ok, talvez minha mãe desaprovasse o fato de eu estar pagando bebida a um homem, e não ao contrário, mas novamente, minha cabeça.

- Então, Senhor Abbington… Conseguiu recuperar o sono perdido daquele jogo? - Pergunto, recostando na cadeira e olhando no fundo de seus olhos. Talvez isso fosse um pouco intimidados, mas os olhos são as janelas da alma, e eu queria vê-la.


Off: || Tagged: - | With: Peter Abbington | Wearing: This | Music: All That She Wanted - Ace of Base | Note: - ||

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Re: Taverne ein'augen manticore [Taverna]

MensagemEstados Unidos [#179476] por Eden Phoenix » 11 Set 2017, 21:22

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Beber, cair...
_________________________________

LEVANTAR!
Parte I


Eu era um homem correto. Meu passado militar comandava a maior parte de minhas ações no ambiente de trabalho, de modo que tudo era regido de maneira rígida e o mais correta possível. A minha vida fora do ministério da magia, por outro lado, era inteiramente diferente. Eu permitia que minha juventude viesse a tona, vivendo-a de maneira plena e – as vezes – não inteiramente sensata. Aliás, fora exatamente desta maneira que eu acabara por conhecer a meio-veela... em alguma noite da vida em alguma festa, e depois em outra e, por último, nos conhecemos em um motel... cujo os detalhes da noite eu prefiro não comentar.

De todo o modo, a jovem de vinte e dois anos acabara por se tornar minha companheira e alvo frequente de provocações de teor sério, como o típico ‘vou te prender por não ter registro’ ou qualquer coisa do gênero... o que me lembrava de uma certa incompetência minha por não ter conseguido registra-la quando ainda trabalhava naquele departamento em particular, mas enfim, errar é humano, não é mesmo? Aliás, era tão humano que chegava a ser algo frequente pra mim, pelo menos na minha vida pessoal, já que diariamente no meu trabalho errar era um luxo que eu não poderia me dar. Voltando ao meu hoje... Havia passado a noite em claro, resolvendo problemas no ‘escritório’ que fora seguido de algumas doses de whisky com intuito de relaxamento que claramente foram mais do que eu precisava.

Resumo da ópera? Acordei parecendo um morto-vivo, com uma p*ta dor de cabeça e fotofobia f*dastica. Bem, shit happens, não é mesmo? Aspirinas, banho frio e uma lata de coca-cola depois e estava no local marcado para encontrar a moreninha, abrindo um meio sorriso assim que a... garota de Barbados – quem nasce em barbados é o que? Barbudo? – entrara em meu campo de visão. –Na verdade eu que não queria te deixar esperando mesmo... – Afirmei, fechando brevemente os olhos diante do beijo, permitindo que um suspiro alegre me escapasse as narinas. – Se não, eu ainda estaria dormindo. – Comentei, esboçando um sorriso.

-Um autografo...– Repeti, observando ela curiosamente, - Sei...– Murmurei, soando razoavelmente suspeito quanto as reais intenções da enfermeira. – Bem, se você ‘tá de dizendo... – Dei de ombros, seguindo na direção dos portões, rindo baixinho com a naturalidade com que a garota se embrenhava em meio a torcida. – Bem, sei lá. Provavelmente vou dormir, ou algo assim? Voltar pra casa...– Listei, de maneira pensativa, revirando os olhos ao notar que ela claramente não estava escutando uma palavra que saia da minha boca. – Tem é? E qual é?

----------


Eu acabara por descobrir a ideia mais cedo do que imaginara. Verdade seja dita, assim que o placar alcançou uma diferença absurda entre os times eu convidei Robyn para nos retirarmos, decidindo ir para o bar de uma vez a esperar que a horda de torcedores sofredores com a derrota iminente fossem conosco. Poupava o estresse tanto da muvuca, quanto de assistir a derrota em si. Enfim, a necessidade de um álcool básico acabara nos levando de volta a Liechtenstein, mais precisamente para velha taverna e suas bebidas absurdamente batizadas.

Isso, você ouviu bem. Absurdamente batizadas, de modo que um whisky – por exemplo – tinha muito mais danos ali do que em qualquer lugar do globo. –Bem... cá estamos, Rob...– Abri um meio sorriso travesso, sustentando no olhar um ar de desafio na direção da garota, -Estava pensando em começar com uma dose de Tequila...– Empurrei os óculos para cima, deixando que os mesmos segurassem parte dos cachos para trás e longe dos olhos, - Me acompanha, srta. Fugitiva da lei? – Questionei, provocando com um leve ar de troça. Fazer o que se ela era, não é mesmo?


O que ele vê, -O que os outros dizem-, -O que ele diz- e o que ele "pensa".
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Re: Taverne ein'augen manticore [Taverna]

MensagemBarbados [#179769] por Robyn Allen Dreschler » 19 Set 2017, 14:50

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    O jogo antes do fim já havia perdido completamente a graça para a torcida do nosso lado, o que serviria como uma boa desculpa para encher a cara e afogar as mágoas não é? Mas quem disse que precisávamos de desculpas para tal coisa? Talvez a coisa fofa- primo de Eden- sim, mas o moreno não tivera paciência para esperar o final da partida assim como boa parte dos torcedores julgando pelos espaços vagos nas arquibancadas que antes faltava acento para acolher a todos.

    A quantidade de absurda de pessoas que se encontravam no interior da taverna aquela hora do dia bebericando seus copos era maior do que realmente esperava, quer dizer, ainda faltava algumas horas para o sol enfim dar lugar a melhor hora de um final de semana e mesmo assim os atendentes pareciam deveras ocupados andando de um lado a outro com bandejas abarrotadas de copos e garrafas. – Tequila pra mim também parece ótima, afinal de contas, nada melhor uma bebida forte para curar uma ressaca não é?- Recostei junto ao balcão, sentando em um dos bancos e virando o corpo para encarar o salão procurando realmente algo em meio aquelas pessoas antes de deixar a cabeça pender um pouco para o lado e abaixar levemente os óculos para fitar o homem. – Awn, você não vai me denunciar as autoridades não é?- Voltei o corpo na direção do moreno graças ao acento giratório da cadeira, retirando os óculos do rosto e prendendo-o no decote da blusa para sustentar um olhar sínicamente atrevido em sua direção.

    - A menos que seja você quem vá me prender...- Mordendo levemente o canto dos lábios deixando a mão repousar sobre o joelho do rapaz. – Você sabe que ai eu posso realmente pensar no assunto... – Continuava com o tom de voz provocativo, encarando-o e deslizando os dedos “ameaçadoramente” por sua coxa subindo cada vez mais. - Mas você não teria um par de algemas com você agora, teria?- Voltei ao meu lugar comportadamente, arrumando os cabelos para trás da orelha antes de dar de ombros rindo. – Então vamos deixar essa brincadeira pra mais tarde, querido.- Não estava de fato ironizando-o, aliais já havia mesmo ‘brincado’ disto com o rapaz, mas não acreditava que ele fosse de fato me denunciar por um simples registro que cá entre nós achava um absurdo por parte do ministério exigir que todos passássemos por aquilo como se fossemos algum tipo de animal, objeto, ou qualquer outra coisa para receber um rótulo e estar “autorizado” a existir.
    Ainda assim, havia prometido ao homem que um dia faria tal registro, só não estipulei-lhe uma data.

    Os minutos se arrastaram, Eden praticamente secara o copo enquanto eu me limitava a bicar o mesmo pedido de horas atrás na intenção de realmente não acabar totalmente tonta, pelo menos não ainda se bem que chegar a este ponto precisava de muitas doses. Conferia vez ou outra o relógio sobre a estante de bebidas atrás do balcão a nossa frente. – Se tivéssemos assistido o jogo até o fim não teríamos que esperar tanto aqui agora, mas marquei com uma pessoa que quero te apresentar.- Levei o copo aos lábios, rindo de canto e tomando um pequeno gole da bebida como se estivesse me escondendo atrás deste. De fato não havia mencionado nada daquilo para o outro, mas tinha certeza que os planos dele de dormir não seriam melhores que os meus. Se bem que respondia mentalmente a mim mesma que Eden dormiria mais tarde de uma forma ou outra só que até lá muita coisa ainda iria rolar.

    A presença repentina atrás de mim, se aproximando de forma súbita e envolvendo os braços em torno de minha cintura me tomara de sobressalto quase me fazendo engasgar com a tequila, o que não seria nada agradável. – Hey!- Levei a mão livre aos cabelos bagunçados de James afagando-o e desalinhando ainda mais os fios que nunca pareciam arrumados, rindo com as cócegas que o cavanhaque deste fazia em meu pescoço. – Até que enfim! James, esse é meu amigo que falei... Eden. Eden, James.-

    Mordi levemente os lábios deixando que ambos se cumprimentassem, dando uma leve piscadinha a Eden assim que ambos se abraçaram, movendo os lábios sem deixar que qualquer som escapasse deles. “Surprise.”



Off: Isso vai prestar? Não, não vai. Bjs. .dumau
Interagindo com: Eden Phoenix e James Scott.
Editado pela última vez por Robyn Allen Dreschler em 19 Set 2017, 14:54, em um total de 1 vez.
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Re: Taverne ein'augen manticore [Taverna]

MensagemInglaterra [#179770] por James Scott Darshmoore » 19 Set 2017, 14:54

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    Detalhes de como e onde havia conhecido a morena cuja qual iria me encontrar era uma longa história, porém devia a ela alguns favores por ajudar um certo lance ai depois do mesmo se meter em algumas confusões com a máfia e acabar com alguns ossos quebrados e se não fosse por Robyn estar na mesma boate na noite em que Joseph fora arrastado para o beco atrás do local e surrado, certamente não teríamos condições de lhe pagar um tratamento em um bom hospital. Porém sorte a minha a mulher aceitar outros tipos de pagamentos e sinceramente talvez já tivesse pago de fato em troca de outros favores pessoais, mas ainda fingíamos que eu lhe devia algo talvez por não querer assumir que estava curtindo toda aquela submissão e convenhamos que se tratando dela, sempre que meu telefone tocava não seria coisa pequena.

    Conferi mais uma vez o espelho, levando as mãos aos cabelos e sacudindo-os desmanchando os cachos que haviam antes de apanhar a jaqueta pendurada no gancho próximo a porta e sair deixando o quarto de hotel para trás desfilando passo a passo ostentando a roupa de grife que ganhara recentemente de um outro ‘lance ai’ que para ser bem sincero se não fosse o fato do velho liberar um bom limite em um cartão de crédito não o surportaria por mais do que uma única noite, porém desta forma lucrava muito mais do que poderia roubando sua carteira uma única vez.

    Bastou alguns minutos de caminhada para finalmente chegar a taverna próximo ao hotel onde já havia passado algumas noites e vez ou outra usava como ponto de encontro, conferindo o relógio de pulso antes de entrar no lugar e procurar o balcão principal como me fora “ordenado” uma vez que com Robyn não parecia haver conversas quando a mulher decidia algo. Literalmente não pedia, ordenava.
    enfim, que lugar melhor do que aquele para nos encontrar? Estava sóbrio a dois dias por questão de trabalho já que precisava garantir meu sustento e minha fuga para poder gastar os ganhos e não acabar atrás das grades pela milésima vez, e minha garganta implorava por uma boa cerveja.

    Assim que encontrei meu alvo sentado no balcão, agradeci não só pela bela companhia que jovem desfrutava e que muito provavelmente também iria aproveitar em breve, mas também o fato de estar próximo ao barman. – Um whisky com gelo.- Me dirigi ao homem atrás do balcão que limpava algumas canecas, observando rapidamente as duas figuras ali sentadas antes de me aproximar e agarrar a morena por trás, apertando-a contra o peito e beijado seu pescoço próximo a orelha. – Demorei?- Voltei minha atenção por fim ao rapaz com quem a garota conversava, estendendo a mão para cumprimentá-lo não sem antes dar uma conferida em tudo, literalmente tudo a minha frente de forma demorada. – Prazer.- Inclinei-me levemente, puxando o rapaz pela mão antes que o mesmo a soltasse para abraçá-lo e isso teria sido qualquer cumprimento despretensioso se já não houvesse qualquer pensamento maldoso em minha mente como o ato automático de sentir o perfume impregnado no pescoço deste.

    Porém tive a atenção roubada por um bem um pouco mais precioso naquele momento, o copo do whisky sendo depositado sobre a madeira do balcão balançando os cubinhos de gelo em seu inteior. – Então, vamos procurar uma mesa?-




Off: James veste isso.
Interagindo com: Eden Phoenix e Robyn Dreschler.
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Re: Taverne ein'augen manticore [Taverna]

MensagemIrlanda [#179905] por Dragos Nicolae VI » 23 Set 2017, 01:53

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Deixava o ministério no final da tarde, o dia ainda claro, úmido e fresco, as pessoas começando a sair às ruas. Segurava uma pequena pasta com uma das mãos, enquanto, com a outra, acendia um cachimbo de ervas calmantes. Caminhava à passos largos, porém, lentos, olhava todo o entorno, observava os pequenos eventos do cotidiano, diálogos na rua, pássaros, crianças. Me sentia incrivelmente disposto, algo que para mim era quase como é ficar doente para a maioria das pessoas, ou seja, só acontecia duas ou três vezes por ano. Curioso me sentir assim numa temporada de muito trabalho, as pendências só aumentavam na administração da Suprema Corte, haviam alguns julgamentos importantes marcados, mas para acontecer eles precisavam que o júri fosse selecionado, que todas as partes fossem informadas etc. Mas que bom que sentia o que sentia, a amargura e o sarcasmo me desgastam muito, é importante parecer só mais um funcionário de vez em quando para não desmanchar tão cedo. Passo à passo, me aproximava da taverna local, um nome um pouco antigo para um lugar atual, mas isso não é importante agora.

Abri a pasta e retirei algumas folhas com cuidado para que não fossem levadas pelo vento. Ventava muito naquela tarde, podia sentir na barba as rajadas e a direção do sopro. Percorri os olhos pelas fichas com certa admiração, eram as duas pessoas mais jovens da lista de jurados, ambas mulheres, com histórias de vida muito distintas, com características que, se eu quisesse ser chato, poderiam barra-las de participar do julgamento. Essa é mais uma situação bastante inusitada na minha vida, me interessar por duas pessoas quaisquer ao ponto de convidá-las para um café e uma conversa, como se não fosse mais fácil e prático selecionar as pessoas que me agradavam e passar a questão adiante, mas eu não teria uma desculpa para sair do ministério mais cedo e assim me embriagar também mais cedo. E também, qual conversa que não pode ser, no mínimo, útil? Uma mesa com três pessoas de personalidade forte, completamente diferentes, me parece divertido. Nos papéis haviam alguns itens marcados, escrito à tinta estava “confirmar se as voluntárias estão aptas a exercer o papel de júri”, um recado da “diretoria”. Considerando que o julgamento em questão envolvia morte de trouxas, a palavra “aptas” podia sugerir de tudo um pouco, mas a última coisa que eu pretendia fazer era deixar algum superior meu contente ou seguro.

O piso de madeira da taverna rangia nas primeiras vezes em que se pisava nele, como se o piso estivesse se acostumando aos seus pés e dar alguns passos o faria entender que você não era uma ameaça. As mesas ainda um pouco vazias evidenciavam o horário do dia, aquele não era meu “estabelecimento preferido”, mas o ser vivo “bar” é igual em qualquer lugar. Consultei meu bolso com o relógio e o cachimbo, já apagado, olhei as horas, elas poderiam chegar a qualquer momento. De frente com o homem atrás do bar, lhe disse – Deixe algumas bebidas na mesa em que vou me sentar, e... Vou precisar de um pequeno favor seu ainda hoje – Se meu objetivo ali era testar se as moças poderiam integrar o júri que faria o julgamento do tal Julis, então eu o faria, mas aos meus moldes, afinal, um pouco de cerveja na roupa não faz mal a ninguém. Sentei-me numa das laterais do salão, as mesas em torno também estavam desocupadas, o que, por enquanto, me transmitia privacidade, mas estava certo de que o encontro seria agradável a todos, ou seja, também nos meus moldes.
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Re: Taverne ein'augen manticore [Taverna]

MensagemReino Unido [#180090] por Zoey Bloom » 25 Set 2017, 19:27

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- Você sabe que não há o que eu fazer sobre isso, principalmente porque tenho um nome a zelar. - Dentro de meu escritório, falava através do espelho de dois lados, com o vampiro conhecido como Leon. Não saberia dizer qual era o status de nosso relacionamento, porque o tempo que ficávamos juntos, a maior parte dele, era para cuidar das crianças (tanto minhas quanto dele) e, o restante do tempo, era para resolver outros problemas pessoais, que dificultavam um romance ou coisa parecida. Não que eu me preocupasse com esse ponto em particular, mas algumas vezes era complicado depender de um vampiro com sede sangue para cuidar de crianças terroristas que possuíam muitas veias chamativas. - Pretendo não demorar, mas não posso prometer que chegarei cedo. É importante que eu faça parte do júri, tanto por conta do caso, quanto pelos problemas que andam acontecendo dentro e fora do ministério. - Minhas palavras eram sérias e, mesmo que meu desejo fosse sair dali da minha sala e aparatar para minha casa, não o faria. Leon poderia fazer o charme que fosse ou dizer qualquer coisa para tentar ganhar minha atenção, mas não funcionaria. - Cuide bem deles e, se a situação ficar complicada um pedacinho que seja, vá para o porão. Lá tem tudo o que você precisa... agora preciso ir! Até mais tarde, gato! - Me despedi rapidamente do vampiro, fechando o espelho e o jogando dentro de minha bolsa. Estava na hora de encontrar o responsável por me 'julgar', o que era bem irônico se parasse para pensar, afinal de contas, eu seria julgava para verificar a possibilidade de pertencer ao corpo de jurados. Ironia do destino.

Tudo já estava organizado e, com um terminho preto, me preparei para realizar a aparatação até o local de encontro. De acordo com o recado deixado por Dragos, o encontraria numa taverna ali perto, em Liechtenstein, mesmo que eu não soubesse, de fato, aonde ficava. Era mais fácil e mais prático aparatar do que simplesmente andar até lá e, já que existia a magia, por que não utilizá-la? Usava um vestido azul marinho, de mangas compridas devido ao tempo e na altura do joelho. Sentia mais frio na parte superior, de modo que a inferior podia ficar descoberta que não sofria tanto assim, prova disso, era que usava um sapato azulado também, de salto, que combinava perfeitamente com meu vestido. Estava preparada para aquele tal encontro e, mesmo que minha vontade fosse aproveitar o tempo 'livre' e beber, controlaria essa vontade, afinal de contas, não era como Suliver e seu problema com qualquer coisa alcoólica. Enfim... com tudo pronto e a varinha protegida sob a manga de meu braço esquerdo, fiz um movimento curto com os dedos, quase como um estralar de dedos, de modo que a força mágica me fez sumir dali do escritório, levando-me para a frente da tal taverna onde aconteceria o encontro.

Sem cerimônia ou demora, adentrei o local, arrumando meu vestido enquanto caçava o homem responsável por me fazer pisar num bar aquela hora do dia. Por alguns segundos, o procurei pelo local, com atenção nas mesas mais distantes, até que pudesse encontrá-lo, em meio a tantas desocupadas. Ótimo. Quanto maior a descrição, melhor seria aquela situação toda. Podia ouvir alguns dos pensamentos do homem, mas os bloqueei, apenas por segurança. Abri meu sorriso mais elegante e me aproximei com passos largos e confiantes, olhando na direção do homem sem qualquer desvio. Eu sabia que participaria daquele júri, não existia nenhuma maneira disso acontecer de outra maneira. - Olá! Acho que você estava me esperando, certo? - Falei alto para despertar a atenção de Dragos, me sentando numa cadeira que tinha ali. - Sou Zoey Bloom, muito prazer!


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Re: Taverne ein'augen manticore [Taverna]

MensagemRepublica Checa [#180135] por Amelia Marcovici » 26 Set 2017, 20:49

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Um chapéu e… Voilá! Respeitável o suficiente para um encontro com um membro da suprema corte e despojada, para esse evento que ocorrerá numa taverna em Liechtenstein. Ajeito a gola do vestido, quando lembro das tatuagens nas palmas das mãos. - Melhor tampar isso. Encontrar um ministerial exibindo o símbolo da avareza não é uma atitude muito inteligente. - Digo ao meu reflexo, ajeitando rapidamente um pequeno borrado do batom. Delicadamente, abro a gaveta de luvas e escolho uma das pretas, de renda, boa o suficiente para disfarçar o símbolo negro das palmas.

Tudo pronto, pego a diminuta bolsa sobre a cama e abro a porta do quarto, dando de cara com minha protegida antes mesmo de dar um passo para fora do recinto. - Estou saindo, Kidagakash. Avise aos meus pais, por favor. Comporte-se e não deixe de fazer seu treino de hoje. Cobrarei na volta. - Falo seriamente com a criança. - Sim, senhora Amelia. Faça uma boa viagem. - Ela me responde de cabeça baixa, deixando a passagem livre para mim. Com passos calmos e caminhada bem trabalhada, chego na sala, parando diante da lareira. De forma inconsciente, aliso o vestido cinza. - Melhor aparatar. - Concluo e pouquíssimo tempo depois, estou num beco de Liechtenstein, exatamente ao lado da parede externa da taverna. Apoio-me rapidamente na parede, para manter o equilíbrio, quase perdido devido aos saltos finos. Ajeito novamente o vestido e a postura para então caminhar de cabeça erguida para o local.

Após abrir a porta, sou tomada por um ar quente que cheira a um pouco de suor e cervejas amanteigadas, misturados com meu próprio perfume. Algumas mesas à frente, avisto um homem respeitável, de cabelos pretos e olhos claros, mas de cores não identificáveis pela distância. Diria ter entre os 30 e 40 anos e cerca de 1,80 de altura. Pelo porte, deve ser o homem à minha espera, então me aproximo com passos quase ensaiados mas apressados e ao estar próxima o suficiente, noto também uma ruiva, provavelmente outra integrante do juri. - Senhor Dragos Nicolae? Amelia Marcovici. - Estendo a mão cumprimentando o homem, com um sotaque um pouco mais romeno que o esperado. “Preciso trabalhar um pouco esse sotaque.” penso antes de continuar a fala. - Parece que sou a última, me perdoem. Prazer, senhorita… - Estendo também a mão para a mulher, fitando seus olhos cinzentos. Ah, essa cor, nunca conheci alguém de olhos cinzas que tivesse uma boa índole, ou alma serena. Se pertenceu à Beauxbatons - o que sinto estar certa -, foi Morrigana, tenho certeza. Indico a cadeira entre os dois. - Posso? - Sento após os cumprimentos e a permissão.

Observando um pouco mais atentamente o lugar, me parecia que todo o tipo de pessoas tinha acesso e me senti instantaneamente desconfortável. Não gosto de lugares ralé onde qualquer um pode ir… Não, eu só ando com a nata, os milionários e bem nascidos. É bem verdade que eu mesma não tenho um sangue tão fino, mas fui criada nisso, acostumada desta maneira. O que devem vender por aqui? Um conhaque mediano? Durante a fala seguinte do homem, dirijo meu olhar para um ponto bem específico da taverna: Alguém muito conhecido estava numa mesa próxima. Alguém que, eu já sabia, não existia , não mais. Era fruto da minha mente perturbada. Respiro fundo de forma sutil e torno a focar-me na situação realmente importante.


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Re: Taverne ein'augen manticore [Taverna]

MensagemIrlanda [#180366] por Dragos Nicolae VI » 01 Out 2017, 22:37

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- Você quer conhecer verdadeiramente a índole de uma pessoa? Faça-a agir instintivamente, tire-a do conforto e veja quem ela é – As palavras de um antigo professor da escola de direito bruxo ecoavam distantes nos meus ouvidos. Durante a maior parte da minha vida acadêmica e profissional foram poucas as vezes em que precisei lidar com pessoas, réus, jurados, advogados, sempre preferi os livros, os textos, as leis, mas nas vezes em que precisei, tentei tomar as palavras desse professor como guia. Afinal, o que é justiça? Como ser justo senão julgando as pessoas nas suas formas mais primitivas? Minhas formas de agir poderiam até ser vistas como imorais, mas à essa altura a comunidade já não esperava de mim nada muito melhor do que isso. Ao menos eu estaria satisfeito com minhas decisões, ou assim esperava – Dragos! Muito prazer, Zoey – Sorri indicando a ela a bebida que acabara de ser deixada na mesa – Não é como se ainda não tivéssemos conhecido um ao outro, afinal trabalhamos no mesmo lugar, mas não me lembro de já termos sido apresentados – Eu tinha meus métodos para testar as pessoas, uma substância muito interessante, álcool.

- Senhorita Amelie! Muito prazer, estava ansioso para encontrá-la. Me chame apenas de Dragos, por favor – Indiquei a ela a cadeira e a bebida que sobrava na mesa. Iniciamos uma “conversa de bar”, clima, trabalho, trajetória acadêmica... No fundo aquele tipo de conversa me deixava entediadíssimo, mas era preciso criar um ambiente agradável. Sentia, eventualmente, um leve arrepio, eu estava entre duas pessoas fortes e particulares. Tentei lembrar do que lera sobre elas nas fichas já que seria grosseria pegá-las nesse momento. “Mestiça, clarividente”, era o que dizia a ficha da mais velha, me perguntava se ela também seria capaz de ver o outro mundo. Via algo estranho nos olhos da mais nova, toda vez que a encarava algo parecia revirar em mim. Confesso que achei que seriam pessoas mais fáceis de dissecar – Cuidado, ela pode te ouvir – Ri, a voz soprou sobre meu ombro esquerdo, veio na hora certa. Será que ela já sabia o que eu pretendia fazer? Seria justo permitir um telepata num júri? Mas como eu poderia provar isso? Se eu pudesse controlar minha telepatia, talvez pudesse ouvir algo dela, mas não é o caso. E depois de já ter bebido um pouco, seria impossível ouvir qualquer coisa.

- Bom, acho que precisamos tratar de coisas um pouco mais sérias agora – Evitei pegar qualquer papel ou ficha, minha ideia era fazer daquilo algo natural, eu tinha um interesse específico em conversar com apenas elas duas entre todos os candidatos ao júri, alguns pontos me chamaram muita atenção no perfil, além disso recebi ordens de cima para isso, evitei perguntar à Gina quais eram as razões dela, talvez devia ter perguntado, mas agora era tarde – Eu fiquei um pouco curioso com o perfil de vocês e achei que se conversássemos poderia fazer uma escolha mais correta. Sabe, temos um caso bastante problemático em mãos, e ainda que a decisão final não agrade à comunidade bruxa, ela precisa ser tomada pelas pessoas certas, eu não costumo ser tão cuidadoso quando me pedem para escolher um júri, mas me pareceu sensato dessa vez –.

Bebi um pouco da cerveja no copo, cruzei as pernas e deixei os braços sobre a mesa – Me diga Amelie, porque se voluntariou a participar de um júri? Alguma pretensão em especial – Era estranho trazer o assunto à tona, não sabia bem como fazer as perguntas não soarem estranhas – Você é clarividente, correto? Talvez seja uma dúvida um pouco óbvia a minha, mas isso de alguma maneira poderia influenciar sua decisão no júri? Você, hum, viu algo? – Acho que se alguém chegasse à mim dizendo esse tipo de coisa eu ficaria um pouco incomodado – Zoey, você está no Ministério a quanto tempo? Você é atualmente embaixadora, eu ocupei essa posição algum tempo atrás, me diga, o que você pensa sobre os trouxas? As pessoas tem exigido muito nosso posicionamento em relação a isso ultimamente, sobre o sigilo da magia, etc. –

As horas estavam passando rapidamente, começava a sentir um forte cansaço já, mas ainda havia algo a ser feito – Vou pedir mais uma bebida para nós – Dei sinal para o homem no balcão, mas dessa vez um sinal específico – Mais tarde quando eu lhe der um sinal você vai levar as bebidas para a mesa e você vai derrubá-las sobre as pessoas que estarão comigo, é importante que você derrube nelas e não em mim, não se preocupe que eu cuidarei de tudo – Com algumas palavras como “conselheiro da suprema corte” e “moedas de ouro” consegui convencer o homem a fazer o que pedia. Ele veio andando em passos curtos, parecia até um pouco nervoso, deixou dois copos sobre a mesa enquanto conversávamos e ao pegar o terceiro simulou um mal jeito que o fez tombar o copo. Arregalei meus olhos e tentei parecer assustado, essa seria minha análise final (e talvez a única), era a reação delas que eu queria ver, numa situação como essa, um ser humano fora do seu conforto.
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