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Herberge Rotenboden [Hospedaria]

Re: Herberge Rotenboden [Hospedaria]

MensagemUcrania [#161763] por Viktor K. Zolnerowich » 29 Abr 2016, 16:38

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De que adiantava eu saber que Victória me queria junto dela, dentro dela se ela refutava tal possibilidade com tamanha aversão? Embora eu imaginava ser um joguinho de poder (o que de fato era, somente eu não ganharia) acabou tomando outros rumos, de certa forma inimagináveis para mim. Segurava Vic em meus braços para que ela não escapasse de mim, porém, esvaia aos meus dedos a possibilidade de ficarmos juntos de novo e fazermos um flashback. Afinal, era isto que queria quando vi o elo que nos unia novamente, depois de sete anos. Não que eu nesta época tecesse algum sentimento para com a princesa, porém, havia obviamente gostado de entremear em suas pernas num passado no qual confabulávamos o assassinato de seu irmão. E, assim, era naturalmente querer repetir a dose quando ela foi boa.

Embora eu fosse fisicamente mais forte que ela, ela mantinha sua expressão altiva e indiferente enquanto eu a tocava. Poderia ter usado da legilimência nela, porém, para mim isto perde toda a graça do momento, os mistérios, os obstáculos se tornam mais vulneráveis e assim menos interessantes. E para finalizar, suas feições duras foram também acompanhadas por palavras ríspidas, com o intuito de ferir meu orgulho. Victória, Victória... a princesa conseguia fazer isto tão bem às vezes que era preciso desenhar um sorriso forçado nos lábios jocoso em resposta aos seus insultos.
- você fica ainda mais gostosa assim, sabia? Fazendo-se de inalcansável. - pressionei meu corpo contra o dela a ponto de poder sentir sua respiração roçar em minha face e também para ouvir de perto mais insultos vindo da loira. Eu ri. Soltei uma risada sarcástica nos lábios, não acreditando no que eu tava ouvindo. - Não...- fitei-a malicioso em resposta ao seu pedido para soltá-la, no fundo imaginando que ela realmente queria que eu a soltasse. E foi o que aconteceu. Não tardou para que Victória não gritasse pedindo ajuda, mas, levasse sua mão até o volume de minhas calças o qual estava consideravelmente túrgido por ela e ela torcesse como torce um pano qualquer e o joga fora. A dor foi ensurdecedora. Quem é homem sabe do que eu tô falando. Aquela dor que te faz ir até ao inferno, ficar lá um tempinho queimando com o diabo e voltar quase morrendo. Soltei-a e levei as minhas mãos instintivamente ao meio de minhas pernas, inclinando o tronco a fim de tentar aliviar a dor.

- p*** merda, Victória! - disse irritado, fitando-a ajeitar as vestes e mantendo-se inatíngivel para mim. Óbvio. Não ia tentar mais nada com ela. Afinal, deixara claro realmente que não queria, embora tivesse me tentado para c****** neste dia. Vocês mesmos viram. - Você não me quer e ainda quer me tornar inutilizável para outras. - massageava minhas bolas, com o intuito de alivar mais a dor que paulatinamente, bem lentamente ia se exaurindo de mim. - Sim... Mas... - sentava na cama para buscar forças de pegar uma cerveja. Talvez ela ajudasse a desviar a atenção para as minhas partes íntimas. - você vai mesmo negar fogo para mim? - sim... meu ego involuntariamente ainda refutava esta possibilidade. Isto que dá ser alguém como eu: pretensioso, que se acha desejável e a última bolacinha do pacote. Claro... tais pensamentos eu deixava bem escondidinhos dentro de meu inconsciente. Mas... - é por causa do engravatadinho lá? - pensei que ela poderia realmente amar o filho da p***, mas, duvidava que fosse tão forte... Sei lá... mil pensamentos passavam em minha mente naquele momento. Todos arrumando desculpas para entender a rejeição de Victória.

Sorrio com o orgulho ferido nos lábios ao seu questionamento. O problema não era o engravatadinho. Mas, o fato dela não querer se sujeitar a mim quando eu a quisesse
. - Você tem problemas, Victória - consegui finalmente caminhar até ao frigobar e lá pegar uma cerveja e abri-la bebericando o máximo de gole que me foi permitido de uma vez, limpando com o dorso de minha mão as gotinhas ousadas que queriam perpassar em meu corpo. - Quer dar e fica ai fazendo c* doce por causa de **** de orgulho idiota. - dizia a verdade. Pelo menos a que eu acreditava. De forma clara. Como sempre gostava de fazer nestas horas. Usando o máximo de palavrões que a frase me permitia. Afinal, gostava deles. Quem não gosta de extravasar sua raiva pelas palavras, não é? Poderíamos ser farinha do mesmo saco; afinal também era orgulhoso, dominador, machista e o c****** de mais adjetivos que vocês quiserem elaborar para a minha pessoa. - Não rejeito foda por causa de orgulho, gata! - pisquei para ela, meio irritado ainda, sem qualquer malícia naquela piscadela, apenas um aviso de que realmente eu não fazia isto. - Meu orgulho atua depois! - ou seja...

Ela girou a maçaneta do quarto, pronta para abandonar o ressinto, aparentemente sem remorso algum, até responder minha última fala a ela. A loira sequer deixou eu retrucar aos xingamentos a mim dirigidos. Como me chamar de moleque mimado, metido a garanhão. Crescer... eu havia crescido, pelo menos no meio das pernas para ela. Ela que não quisera. E o baque surdo da porta fez se ouvir em todo o quarto. Eu em pé, bebericando meu último gole de cerveja e jogando a garrafa com força contra a porta. Por certo sequer ela chegou a ouvir. E pouco me importava.
- Peter - disse ao pegar o telefone e discar na recepção, sentado na cama, meio desarrumada. - a Charlotte está na hospedaria hoje? - ouvi a confirmação do recepcionista. - Pede para ela subir até no quarto em que estou, por favor e trazer bebidas. - e desliguei o telefone, esperando a bartender da hospedaria que eu já havia pegado (sem pagar, porque ela não era p***, deixando claro, apenas) a qual eu sabia que não negaria fogo para mim e quem sabe até tiraria a raiva que eu estava da princesa naquela hora.
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Re: Herberge Rotenboden [Hospedaria]

MensagemRussia [#163999] por Sörem Smooth » 30 Jun 2016, 22:27

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- 01 -
Almoço com chanceler sexy [...]


Existiam dois tipos de namorados. Os que você tem quando está na adolescência, e os que você tem quando está na fase adulta. Ambos tem suas vantagens e desvantagens, quando mais jovem, não se tem dinheiro e nem permissão pra sair, na maioria das vezes os pais são controladores e isso acaba dificultando o relacionamento. Na fase adulta, não existem regras para se chegar em casa ou mesmo proibições, mas existem os empregos e suas manias de controlarem cada movimento da pessoa. Mordendo a parte superior do seu grafite, a loira recomeçou sua lista de vantagens e desvantagens. Ainda tinha alguns minutos até usar a chave do portal para viajar. Tomando uma respiração longa e repleta de tédio, voltou a encarar o relógio.

Se alguém dissesse a ela três anos antes que estaria ali, na escola de magia francesa, namorando o mesmo médico arrogante que a dispensara de forma tão rude, com toda certeza a russa teria rido bastante e mandando a pessoa em questão com um passe VIP para o hospital psiquiátrico. Mas então, o mundo é cheio de surpresas, a começar pelo seu namorado tão quente e sedutor. O próprio Lars a encontrou, ele tomou toda a iniciativa de começarem a ter algo, embora, tenha sido ela a aliviar as tensões o beijando, no dia do jantar que ele quase a matou, sem querer e não no bom sentido. Um sorrisinho divertido cobriu os lábios da mulher, antes de levantar e pegar seu casaco. Estava sendo um pouco difícil se adaptar a rotina, mas aos poucos, ia se acostumando.

Quando estava pronta, checou ao redor, cada canto da enfermaria e suspirou ao ver que tudo estava em seu devido lugar. Tinha algumas horas que Giovanna havia ido a uma reunião com a diretora, algo sobre as férias da mulher. Sörem esperou até que a mesma voltasse para que, então, pudesse sair para seu fim de semana. Tinha quase quatorze dias que não via Lars, só se correspondiam por cartas e, apesar de ser um homem ocupado e importante, sempre dava um jeitinho de responde-la. A loira sentia falta de seu amado e sabia que ele também, por mais que ela fosse mais sentimental e propensa a demonstrações do que ele. Estava caminhando de um lado pro outro quando a sua colega na enfermaria atravessou as portas duplas com uma expressão cansada.

XXX


A chave do portal era uma desagradável viagem. Muito enjoativa e cheia de reboliços, no entanto, era prática e muito rápida. Aparatar também era uma opção, mas não era permitido aquilo dentro do ministério da magia, por isso, usar a chave do portão para bem próximo de lá era melhor. Logo estava dentro do enorme centro de organização do mundo magico. A ultima vez que havia visitado o local, havia sido para uma entrevista exclusiva com o ministro da magia, que falou em primeira mão sobre o que estava acontecendo pelo mundo magico. Na época da matéria, ela havia sido bastante elogiada pela direção do jornal Lummus, a lembrança deu a ela um breve momento de nostalgia, que a fez passar direto do andar do seu namorado.

- Ah, me perdoe, estou indo ao quinto andar. – Comentou para uma senhora, de feições nada amigáveis que havia entrado no elevador e pretendia descer ao primeiro andar. A loira girou o corpo, mantendo a bolsa junto de si e moveu a alavanca do elevador para descer dois andares. Então, estava no local certo para ver Lars. Não esperou muito para sair dali e seguir seu caminho. Várias salas entraram em seu campo de visão, o que a fez suspirar um pouco ao lembrar-se de que nunca havia ido naquela andar ou visto a sala do namorado. A única vez, foi direto a sala do ministro e, de lá, de volta ao Lummus. Com um pouco mais de hesitação, mordeu o lábio e se aproximou, a passos curtos, para a recepcionista morena que parecia concentrada lendo alguma coisa.

Pigarreou para conseguir atenção. – Boa tarde, desculpe interromper. Gostaria de saber onde fica a sala de Lars Vanderhoff. – A moça deu uma boa olhada em Sörem, o que ela julgou ser muita falta de educação e, o sorriso que antes demonstrava, acabou por fecha-lo. – Se puder me dizer, rápido, eu agradeço. É importante. – A secretária ergueu uma sombrancelha, como se fosse dona de todo o mundo e ainda não falou nada. O silencio deixou a loira incomodada e irritada, mas não a ponto de irritar-se. Ainda não. – Posso saber quem gostaria de falar com o chanceler? – Perguntou, num tom cheio de ironia e não muita cortesia. A loira sentiu uma deliciosa vontade de azará-la, mas não queria fazer feio em sua visita surpresa ao namorado. – Eu sou a noiva dele. – Respondeu quase em triunfo - Algum problema com isso? – Com uma surpresa evidente, a morena baixou o olhar e discou alguma coisa em um ramal interno.

Alguns minutos depois, a loira estava atravessando a porta da enorme sala do namorado. Foi recebida com um sorriso surpreso e largo do homem. Ela queria poder estar do mesmo jeito, mas o bichinho do ciúme ainda pinicava dentro dela. – Bom, meu amor, eu vim de bom grado e humor lhe fazer uma surpresa e sequestrar pra almoçar comigo, mas sua secretária acabou roubando um pouquinho da minha paciência. – Já um pouco mais a vontade, deixou a bolsa na poltrona mais próxima e seguiu na direção dele, já sorria. – Ok, o bom humor voltou. – Do jeito mais sedutor que conseguiu, inclinou-se um pouco e depositou um beijo longo e suave nos lábios dele. – Então, posso sequestrar meu noivo? – Sussurrou, mordiscando-o no lábio inferior.

XXX


Pela terceira vez, Lars estava perguntando sobre a historia de noivo e, pela terceira vez, Sörem sorria largamente antes de começar a contar. – Acontece que aquela mocinha, que por sinal não gostei da cara dela, estava me olhando de cima a baixo como se eu fosse uma maldita tiete louca. – Involuntariamente, a loira apertou os dedos sobre os dele, já que estavam unidos. – E provavelmente não iria me deixar saber onde era sua sala, então eu tive que improvisar. Não fique com essa carinha, você adorou saber disso! – De um jeito divertido, a loira aproveitou para belisca-lo na lateral do corpo, enquanto ainda caminhavam na direção do vilarejo.

- Eu só queria ver você. Ela que ficou torrando a paciência! – Girando os olhos, a loira riu do comentário dele, enquanto entravam no local onde almoçariam. – Olha, amor, eu posso te pedir em casamento de verdade pra deixar tudo mais verídico, se quiser. – Piscou pra ele, pouco antes de olhar ao redor, em busca de uma mesa livre. Lars era divertido e cheio de vida, coisa que a loira adorava nele, embora não pudesse vê-lo com frequência. – E eu senti saudades sim. Não o vejo a quase duas semanas. Andou saindo com aquela secretária e esqueceu da sua noiva, foi? – Sentando-se, na cadeira que ele havia puxado, a loira o encarou, falsamente séria.

Claro que, mediante a resposta, ela não evitou a risada larga. – Se bem que, ela não é de fato uma ameaça. Ta tudo bem. E estou feliz que tenha conseguido um tempinho na sua agenda super cheia. – Com uma das mãos, a loira segurou a do namorado, enquanto tinha o cardápio na outra. O fitou por alguns minutos e sorriu consigo mesma ao imaginar a cara de inveja da secretaria outra vez, enquanto saiam do escritório de Lars. No fundo, ela sabia que havia exagerado um pouco, mas quem se importava? Ela não reclamaria se ele dissesse a mesma coisa e, bom, ela também sabia que ambos estavam caminhando para aquele futuro. Fosse naquele momento em vinte anos. A loira não tinha dúvidas de que era com ele que queria ficar.


Tags: GiovannaM; IngridL;
With: LarsV;
Notes: Surpresinha pra ti, Mary! *-* ~ A loira tava me enchendo a dias pra postar isso.
Roupinhas da loira gostosa aqui.
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Re: Herberge Rotenboden [Hospedaria]

MensagemInglaterra [#168900] por Samson Taylor » 04 Nov 2016, 01:40

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Os últimos dias do treinamento foram absurdamente difíceis para mim. Agora, caído de joelhos na grama desse bosque, eu começo a pensar se está valendo a pena todo esse esforço e toda essa dor para chegar a esse poder que me trará mais prestígio que poder de verdade. Afinal de contas, o que um animal pode fazer que um bruxo não possa? Se bem que aquelas asas podem acabar sendo úteis para mim depois... Bem, o que eu sei é que preciso descansar um pouco para recuperar as energias e decidir o que farei de agora em diante, já que, se eu continuar com esse treinamento, será sozinho mesmo... Mas onde diabos eu estou?

Sam se levanta, segurando o braço um tanto machucado. -Tá um frio do c*r*lh* aqui! Tem umas luzes vindo do sul, e é pra lá que eu vou. Só espero que seja uma vila bruxa, porque só tenho dinheiro bruxo aqui, e não quero ter que encantar nenhum trouxa pra poder ter uma noite digna de descanso. Mas calma... eu conheço esse lugar... C*R*LH*, EU VIM BATER EM VADUZ? QUANTO TEMPO EU VOEI NAQUELE ESTADO DISFORME? - O inglês chega na avenida principal da cidade, e olha ao redor procurando aquela hospedaria que tinha ficado quando foi ao Ministério registrar o ataque à sua mãe. -Nossa, ainda me lembro de cada detalhe daquela loucura de dia. Deixamos aquela praia totalmente desolada, parecendo uma praia da Normandia em 1945. E eu realmente não sei o que seria de mim se não fosse o Noir, caramba... Certeza que eu ia estar a 7 palmos do chão...

O rapaz então chega à entrada da hospedaria de Helga Rotenboden, que tinha dado muito em cima dele da última vez. -Pelo menos ela sucumbiu ao meu charme e me deu descontos magníficos. Espero que ela ainda esteja por aí, só assim pra eu tomar todas naquele bar dela. - Ele se olha no espelho na entrada do lugar. -Mas preciso me recompor também, manter a elegância. Tirar essa sujeira, é o primeiro passo. - Ele se certifica de que não tem ninguém por perto para poder sacar a varinha e lançar o feitiço. -Tergeo. - A sujeira das roupas do rapaz são sugadas até a ponta da varinha e desaparecem na mesma, quase em tempo de ele já conjurar outro feitiço. -Vestes Reparo.

-Pronto, agora que estou apresentável, vou procurar aquela mulher e conseguir logo minha bebida e minha cama. - Enquanto Taylor adentra a hospedaria, ele avista uma elegante mulher de meia idade próxima à entrada do bar com uma expressão furiosa berrando ordens para os muitos e frenéticos empregados do lugar. A senhorita Rotenboden não aparenta ter a idade que tinha (nunca se sabe se isso é um elogio ou uma difamação), mas das duas opções, uma: ou a velha tem olhos atrás da cabeça ou tem um radar para carne fresca, porque mesmo de costas e sem dirigir o olhar ao garoto anteriormente, ela já mudou a feição para algo que deveria ser uma tentativa de sedução, mas que de nada funcionou com o rapaz. -Olá, meu querido. Você demorou para aparecer aqui novamente, não foi mesmo? -Pois é, srta. Rotenboden. Estive bastante ocupado com uns trabalhos e treinamentos, perdão por não ter dado o ar da graça. -Haha, além de bonito, você é engraçado, mocinho! -Eu vou vomitar. Você falando assim eu fico sem jeito. - Sam tenta parecer um tanto tímido. -Que é isso, rapaz? Onde está a intimidade que nós tivemos na sua última visita aqui? -Nem me lembre, velha. Desculpe, srta. Rotenboden. - Nesse ponto, Samson, apressado para beber, tenta seduzir a mulher com sua voz. -Por favor, pare de me chamar tão formalmente. Para você, sou apenas Helga. Agora vá no bar e peça um uísque de fogo que vou resolver um último empecilho e volto para conversarmos.

A mulher parece que vai embora voando, o que faz com que o jovem inglês agradeça a todas as divindades possíveis, mas não muito antes de se dirigir ao bar, onde o mesmo garçom bigodudo da outra vez estava limpando copos (possivelmente com o mesmo pano da última vez, mas com uma mistura das antigas e de renovadas sujeiras). O homem vira os olhos em direção ao rapaz. -A srta. Helga disse que eu pedisse um uísque de fogo enquanto ela termina de resolver alguma coisa. - O homem indica o banco do balcão com a cabeça para o garoto Taylor, ao mesmo tempo que dá as costas para buscar a garrafa da bebida. -Agora sim meu descanso começa. - Sam olha ao redor do bar. Apenas umas quatro ou cinco cabeças a mais estão ocupando o aposento, cada uma cuidando das suas vidas, e nenhuma destas parecendo interessante o suficiente para receber atenção do inglês. Então entra mais um rapaz no bar, que logo senta no balcão e pede uma cerveja amanteigada. Aparentemente cansado que só ele, olha de relance para o ex-sonserino, aponta para um detalhe que havia passado despercebido no joelho da calça do mesmo. -Devia consertar isso, rapaz. - De fato, Sam encontrou um parceiro de conversa para aquela noite.



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Re: Herberge Rotenboden [Hospedaria]

MensagemFranca [#168982] por Theodore Bertrand » 05 Nov 2016, 22:25

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─ Mãe... Não se preocupa, pode deixar suas coisas aí. ─ Por alguns segundos olhei desesperadamente pra minha mãezinha, chamada Beatriz Veloso, um suspiro escapando de meus lábios enquanto a via retirar quase todos os itens da mala. Ela, sendo uma pessoa extremamente controladora e desconfiada do resto do mundo, acreditava fielmente que os empregados do hotel fossem revistar e roubar suas coisas dentro da mala assim que tivesse a chance, e por isso mesmo agora encontrava-se pegando todos os objetos de valor e jogando-os no cofre ─ um feitiço de extensão, que ela masterizava, para que tudo coubesse no espaço mínimo. ─ É sério, mãe. Ninguém vai pegar suas coisas, por favor. Vamos descer logo. ─ Quase sentei numa das poltronas, sentindo-me cansado e com a menor vontade de discutir, apesar de estar puxando a discussão, contudo continuei a ajudá-la (contrariando o que eu pensava que ela deveria a fazer) a retirar as roupas e dobrá-las novamente. Sério, só minha mãe pra ser daquele jeito.

Pra quem não sabe, Beatriz Veloso é uma meia veela filha de um pai trouxa e uma mãe que sumiu na primeira oportunidade. Brasileira de corpo e alma, com certeza não fazia o estilo feliz e livre no dia a dia, apesar de ser extremamente animada quando perto de amigos ─ e a conhecia o bastante para saber que, apesar das atitudes controladoras e protetoras ao extremo, ela era alguém genuinamente feliz quando tudo estava de acordo com seus desejos, inclusive a presença de quem desejava por perto. Por isso encontrava-me consciente de que aquela era uma causa perdida e ela passaria a hora seguinte arrumando suas coisas de um jeito que nem mesmo os bruxos mais poderosos fossem capaz de roubá-la, ou seja, lá se vai minha ideia de comermos alguma coisa e conversarmos sobre o que acontece nos últimos tempos. Comigo, meu treinamento de auror ─ mesmo agora que ela estava 'melhor', desde que papai começou um tratamento para o alcoolismo, não falava muito sobre Demetria ─ e com ela, e no caso dela, tudo que fosse interessante no seu dia a dia, o que pra ela eram muitas coisas.

─ Tudo bem, já entendi. Eu vou descer, ok? ─ Aproximei-me dela com cuidado, esperando que terminasse de guardar alguns relógios de ouro e finalmente virou-se em minha direção, de modo que coloquei minhas mãos ao redor de seu ombro e beijei o topo de seus cabelos num cumprimento carinhoso. ─ Vê se não fica muito tempo aí, senhora Veloso. ─ Pisquei pra ela, apenas para ter uma despedida ao gritos enquanto eu corria pra porta ("É senhorita, Theodore Bertrand! Senhorita!"). Eu quase podia ouvir os resmungos dela "Como não consegui enfiar uma boa educação na cabeça desse garoto?!" É, mamãe podia ser muitas coisas, mas paciente...

***


─ Noite. ─ Murmurei, um sorriso tranquilo nos lábios enquanto acenava para uma colega, também auror, que estava ali sabe-se lá o motivo. Segui meu caminho, no entanto, em direção ao bar, sentando-me em uma das cadeiras e observando o bartender enquanto fazia um gesto qualquer. ─ Me vê uma cerveja amanteigada, por favor. ─ Pus uma das mãos no bolso e retirei algumas moedas, jogando-a ali enquanto esperava, observando o local como se a notar as pessoas que estavam ali; e realmente notava, em busca de alguém que pudesse conversar pela hora seguinte. No fim, essa pessoa que veio até a mim e não o contrário; não que isso fosse ruim, continuei com a expressão de boas e ri um pouco com a observação do rapaz, até um pouco surpreso (como minha mãe não notou?). ─ Bem observado. Não tinha visto isso antes, obrigado. ─ Acenei com a cabeça positivamente, só não pegando a varinha porque lembrei que aquela hospedaria era frequentada também por trouxas.

─ Primeira vez nesse hotel? ─ Fiz aspas no ar, apenas pra descontrair e puxar uma conversa, perguntando-me se aquele era um bruxo ou trouxa; pela bebida que pedi e sua reação, saberia qual dos dois. No meu caso, aquela estava longe de ser a primeira vez que visitava a hospedaria, tanto que meu primeiro mês no treinamento de auror foi passado quase completamente ali, até encontrar o loft onde morava atualmente. O tipo de coisa que poderia dizer se ele perguntasse... se fosse trouxa alterando a parte da profissão, claro, mas pensaria nisso mais tarde. ─ Falam as más línguas que é possível conseguir hospedagem quase de graça por aqui. ─ Sorri, levemente, depois olhando o bartender que me trouxe a bebida, pegando-a com certo cuidado enquanto ouvia a fala do outro.


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Here o/ Desculpa a demora, moço, espero que goste :3
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Re: Herberge Rotenboden [Hospedaria]

MensagemInglaterra [#169079] por Samson Taylor » 08 Nov 2016, 23:59

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O tédio está me consumindo aos poucos e de dentro para fora. Mas estou cansado também, então nem vou reclamar muito, vou só continuar tomando minha bebida e ouvindo essa música de fundo para depois me retirar; afinal, o dia foi longo. E também, acho que não vou demorar muito por aqui... Só queria que a senhorita Rotenbogen aparecesse logo e me desse um lugar para dormir, sem ficar dando em cima de mim... aquela velha maluca... como eu acabei ali com ela daquela vez?... Droga, não quero mais lembrar disso, pelas barbas de Merlin! – O jovem inglês pega o copo característico de doses de uísque que está na bancada à sua frente, virando seu conteúdo goela abaixo assim que o leva à boca. –Mais uma dose, por favor, meu amigo. Caprichada, se possível, obrigado. – Diz o ex-sonserino, dirigindo-se ao garçom que ainda insistia em usar aquele -segundo o rapaz, maldito- pano encardido, que acena consentindo, dirigindo-se à adega logo atrás de si.

O jovem Taylor vira seu olhar para o vazio à sua frente, esvaziando a mente de todos os acontecimentos recentes e de todos os planos que quer por em prática. –Obrigado, meu amigo. – , diz o rapaz quando o bartender traz sua pedida dose de uísque de fogo. Ao fundo, ele escuta o som de guitarras de blues bastante melancólicas, e absorve a sensação que a música passa, querendo apenas uma companhia feminina que não tivesse mais de 60 anos para si. –Onde estão as mulheres jovens dessa cidade? –, pensa o rapaz com seus botões, olhando ao redor, até que vê de relance o mesmo jovem loiro que havia comentado sobre sua roupa. –Esse babaca intrometido. – Sam lança um olhar mais clínico para ele, e percebe a bebida do rapaz. –Cerveja amanteigada? Ele é bruxo também! Vou agir naturalmente, como se não tivesse o xingado mentalmente cinco segundos atrás. "A manteiga daqui é boa?" deve ser uma boa pergunta. – Mas o inglês não esperava que o outro se adiantasse na conversa e soltasse um comentário que intrigou o cérebro recém-desafogado do ex-sonserino. –COMO DIABOS ELE SABE DISSO?? – O rapaz tenta transparecer um semblante sossegado e replica o estranho. –As más línguas falam bastante, não é mesmo? Preciso desviar desse assunto. O jovem então baixa a o tom de sua voz. –O que traz dois jovens bruxos a um bar cheio de trouxas em uma noite como esta?


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Re: Herberge Rotenboden [Hospedaria]

MensagemAlemanha [#171454] por Lars Vanderhoff » 21 Dez 2016, 17:09

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– Noiva? – questionou realmente confuso com aquele termo. Como assim sua noiva estava ali para visitá-lo? Nem uma noiva ele tinha. Provavelmente era apenas uma brincadeira de alguém, portanto, pediu para que a secretária deixasse a mulher entrar. No entanto, isso não significava que ele não se prepararia para a possibilidade de ser mais do que uma simples travessura, afinal, o ministério era constantemente alvo de atentados ou tentativas de. Então, segurando a varinha com a mão direita, esperou até que quem quer que fosse aparecesse em sua sala. – Sörem? – perguntou com surpresa assim que viu a loira mais do que familiar em seu campo de visão. Aquela definitivamente não era uma ameaça, portanto, rapidamente deixou a varinha e estampou um grande sorriso no rosto. – Noiva? Como assim? – não pôde deixar de perguntar, afinal, não se lembrava de te feito nenhum pedido de casamento ainda para sustentar aquele título. Contudo, ela não respondeu aquelas perguntas, passou direto para a parte de justificar sua aparição.

– Almoço parece uma boa ideia, de fato. Fico feliz pela iniciativa e já adianto que ficarei ansioso para outros sequestros como esse. – afirmou, acompanhando cada passo que ela dava com o olhos. – Sobre a secretária, isso faz parte do trabalho dela. – comentou, ciente de que a mulher não era o ser mais agradável do mundo em alguns instantes, porém, em alguns casos, aquilo era realmente necessário. – Contudo, peço perdão de qualquer forma. – completou, esticando um pouco o tronco para facilitar a aproximação da loira e tornar aquele beijo possível. Enquanto as bocas mantiveram o contato, fez questão de aproveitar cada instante. Também usou aquela situação para segurar na mão da loira, conseguindo com aquele ato constatar que não havia nenhum anel com um diamante por ali que pudesse indicar que talvez ele tivesse feito algum pedido enquanto estivesse bêbado ou alguma coisa do tipo para não estar lembrando agora. – Me sequestrar pode, a vontade. Mas de onde veio essa história mesmo? – verbalizou, novamente não conseguindo uma resposta.



– Mas então, você não vai mesmo me explicar essa história de que agora eu sou noivo? Porque até onde eu sei, não teve nenhum pedido de casamento. Ainda. – disse quando saíram do ministério, insistindo mais uma vez no assunto para ver se finalmente conseguia uma explicação e parava de se sentir um verdadeiro bocó por estar por fora das coisas. Inclusive, até já estava começando a cogitar a possibilidade de ser uma indireta ou alguma mensagem subliminar desse tipo. Dessa vez, no entanto, obteve sucesso na difícil missão de extrair informações. A origem daquela história acabou sendo um tanto simples. – Sério? Depois terei uma conversa com ela. – disse, estranhando o fato da secretária sequer ter reparado no fato de Sörem não usar nenhum anel de noivado. – Tirando a estranheza de tudo, foi uma experiência interessante. – comentou, abrindo um sorriso após o belisco. Mas se tinha alguém que tinha adorado realmente alguma coisa, era a loira e aqueles termos (noivo e noiva) e isso levava a novos pensamentos por parte do alemão.

– Sempre bom saber que você só quer me ver. – comentou, abrindo um sorriso confiante, divertindo-se com aquele novo rumo da conversa. Naquele momento, já tinham chegado ao restaurante, então rapidamente começou a procura por uma mesa para duas pessoas em um ambiente agradável que não foi muito difícil de achar. – Olha, me sentiria lisonjeado, mas preciso dizer que sou um cara difícil, teria que ser um pedido muito bem elaborado para que aceitasse, além de bonito e claro, como não poderia deixar de você, teria que ter você ficando de joelhos. Sem contar o anel, também ia querer um enorme, bem brilhante para que eu pudesse sair me exibindo para os amigos. – disse, tentando parecer sério, não obtendo muito êxito no final. – Mas de verdade, gostei de tenha sentido minha falta e preparado essa surpresa. – falou assim que se aproximaram da mesa, logo puxando uma cadeira para que Sörem se acomodasse ali. – Por favor, sair com ela seria no mínimo entediante e acho que mesmo se isso acontecesse, eu não te esqueceria, você é perfeita demais pra isso. – respondeu, piscando para ela da mesma forma que ela havia feito instantes antes.

– Um tempinho na minha agenda para você é um prazer arrumar. – verbalizou, usando mais um de seus sorrisos sedutores ao mesmo tempo em que pressionava a mão da loira de leve. – Como sempre, pode escolher o que você quiser. – falou, deixando o cardápio de lado. Depois do incidente com soja, tinha decidido se abster daquele tipo de escolha, deixando tudo nas mãos da namorada, até mesmo porque ele não costumava ser um cara de frescuras e também confiava no bom gosto dela (ela estava com ele, afinal). E enquanto isso, focou apenas no “difícil” trabalho que era admirar aquela mulher sentada na sua frente.
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Re: Herberge Rotenboden [Hospedaria]

MensagemGrecia [#179766] por Hades Hatzimichalis » 19 Set 2017, 13:18

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    Morar e trabalhar longe de casa não era muito atrativo pelo fato de ter maiores despesas, porém, não tinha muita escolha quando todos os irmãos foram unânimes em suas votações de acompanhar meu pai. Acredito que Poseidon tenha tido sorte por não precisar mudar do nosso lar. Um marinheiro não tem lar, Poseidon vivia no mar. Eu? Alternava entre viagens à Dinamarca para poder cuidar de uma princesinha e à Liech que acabara me instalando na hospedaria como meio mais cômodo e mais barato de viver. A maioria dos pacientes eram encaminhados pelo hospital local e apenas alguns eram particulares encontrados por acaso.

    Nesse vai e vém, a única coisa mais confortável que poderia ter, era de encontrar-me com Gwen mais uma vez e espero que não tenhamos nenhum empada foda, afinal, já estava pulsando pela jogadora. Thanatos estava mais calmo depois de ter feito alguns rituais em seu nome, mas ainda assim, via a mulher como uma forte ameaça. “Não tem com que se preocupar, apenas não deseje um fio de seu cabelo e estaremos bem”.Era o alerta mental que deixava claro diariamente à Thanatos que estava gostando da mulher; Por quanto tempo essa paixonite infantil duraria? Não sabia dizer ao certo, contudo, definia muito bem quais sentimentos e pulsões tinha para com a jogadora.

    O lummus jornal acabava com seu departamento e também falava da ultima missão que tiveram: enfrentar um obscural. Era fácil de deduzir que a garota não estaria em seu perfeito juízo e para tanto, lhe dera alguns dias após aquela missão para podermos nos encontrar. Quando o sábado chegara, lhe mandara o recado de que estaria na hospedaria de Liech e que poderíamos nos encontrar lá. Todo o quarto estava organizado e engrandecido para que ficasse mais confortável e cômodo para mim. Naquela tarde, iríamos almoçar, comida preparada por mim e ainda por cima, desfrutando uma boa companhia! O vinho, a bebida, a comida, estava toda pronta. Um pequeno almoço no estilo grego e antes que pudesse terminar de ajeitar a mesa, segui para a porta que anunciava a chegada de Gwen. – Hey! Entra. – Dissera cumprimentando-a com um leve selo e observando-a por inteiro. Nenhum pedaço fora do lugar! – Imagino que ainda deve estar cansada! – Indagara a guiando para a cozinha com a finalidade de deixa-la confortável. – Já estava terminando de ajeitar a mesa. – Mostrava a comida pronta que levitava pelo fogão se ajeitando magicamente.

    - Acredito que não conhece muito da culinária grega... Então espero que goste. – Comentara calmamente já sabendo que nossas fomes não seriam da comida em si, mas de outra coisa.– Que bom que voltou intacta. – Soltei com um pouco de sarcasmo abraçando-a. Estava calmo e tranquilo porque naquele dia Thanatos ianda não me pertubara.


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Hades Hatzimichalis
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