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Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemUniao Europeia [#147958] por Guardião Internacional » 15 Mai 2015, 21:36

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Floresta que compreende quase todo o principado de Liechtenstein, estendendo-se para além das fronteiras da Suíça e da Áustria. Repleta de animais, mágicos ou não, esta floresta fora muito usada nos tempos antigos para rituais druídicos e pontilhada por pequenos povoados celtas. Ainda hoje diz-se ser possível ouvir os cânticos dos Druidas nos locais que outrora serviam de altar para seus ritos, e é incrivelmente fácil se perder no interior da floresta.

Pode-se encontrar ruínas e vestígios das habitações celtas, especialmente na orla da floresta, o que faz de Stuttgart uma espécie de sítio arqueológico interminável. O Ministério da Magia, inclusive, mantém pesquisadores no local durante todo o ano em busca de artefatos mágicos ou detectando e desfazendo feitiços antigos que podem ser perigosos para a população.
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemDinamarca [#159916] por Lilith Ambrew » 20 Mar 2016, 18:56

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    Tudo aquilo era muito novo. As férias finalmente tinham acabado, as aulas começado e... Anne estava mais saudável, finalmente estávamos mais tranquilo em nosso relacionamento apesar de alguns contratempos e... Benjamin existia em minha vida agora. Nada mais importante que abrir uma investigação e abusar dos últimos dias dos meus abortos para ir atrás de algumas informações. O tal de Erik agora não era mais o diretor da sonserina e tinha um novo homem que desconhecia totalmente.

    Para tanto, fiz questão de pedir uma investigação minuciosa da vida dele e acreditem, eu achei todos os podres do cara, mas nada me fora útil. Não era do tipo que viraria para ele e: ou você para de chifrar sua esposa e exponho isto. Não. Tinha um objetivo específico e nada me interessava o resto da vida dele naquele instante, pois só queria saber se ele tinha conhecimento da cultura nórdica o suficiente para ensinar meu sobrinho de algumas coisas que não poderei e... Confiar-lhe o presente de uma chave de portal especial que tinha feito com muito custo e muito suor.

    A chave de portal era especial porque conseguia funcionar dentro do meu duplex que era tão protegido e impenetrável como também dava acesso ao meu gabinete. Sabia bem que o garoto iria ganhar o mundo com aquilo mesmo que só tivesse estes dois destinos além do banheiro masculino da sonserina, mas o entregaria como um voto de confiança e como uma necessidade extrema de auxiliar aquele garoto, afinal, ele era meu sobrinho! Tinha de tê-lo por perto assim como tive meu irmão.

    - Lies, entregue esta carta para o Senhor Viktor, chefe da sonserina. Seja breve e discreto.– Na carta dizia um encontro especial para discutir assuntos pertinentes aos alunos da sonserina nada muito específico para o caso de ser interceptada, não levantar suspeitas. O ponto de encontro era em um local central da Floresta Wald às vinte horas da noite. Uma barraca de acampamento estaria improvisada e muito bem vigiada para aquele encontro. Ao final a assinatura de “Duquesa da Dinamarca”, sem nenhum nome específico ou qualquer coisa do tipo para não ser associado ao cargo de Suprema Corte. Claro que se o homem também fizesse o dever de casa, saberia de quem se tratava. O elfo reverenciou minha ordem e desapareceu.

    A noite do encontro finalmente caíra, o homem tinha confirmado sua presença um tanto curioso, mas deixara claro que o assunto deveria ser extremamente secreto e fora de lugares públicos. Garanti todas as proteções mágicas geográficas e deixei um segurança pronto para recebe-lo quando o mesmo chegasse.

    Estava dentro da cabana que era magicamente encantada para parecer um cômodo de sala de jantar enorme, luxuosa e farta. Apenas uma mesa para duas pessoas existia ali com um ambiente um tanto romantizado. Claro que no mesmo dia pedira para Tony me liberar mais cedo, pois trataria de um assunto deveras importante sobre a minha família e o mesmo autorizara.

    O homem finalmente chegou acompanhado do segurança que o guiara até o local onde estava. – Sente-se por favor.– Indaguei apontando a cadeira para o mesmo e recebendo as taças de vinho. – Desculpe-me o mistério. Quero evitar intrusos.– Indaguei com um largo sorriso nos lábios analisando o loiro à minha frente e... Realmente ele tinha um corpo muito encantador.– Por favor, sirva-se à vontade. – bebericava um pouco do vinho. Meu traje era de gala igual quando encontrava com os agentes da agência secreta da Dinamarca. Mantinha a postura e o cargo de Duquesa, afinal, ali estava exercendo meu poder real. Encarei os seguranças que tinham entrado atrás de Viktor e os mesmos se retiraram dali nos deixando à sós apenas com os elfos que nos serviam.
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemUcrania [#159973] por Viktor K. Zolnerowich » 21 Mar 2016, 15:15

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Paulatinamente ia me adequando à nova rotina, com o advento de mais um ano letivo em Hogwarts. Era o meu segundo, porém, o primeiro dirigindo a casa esmeralda. E não seria uma atividade fácil como lecionar história da magia, porém, não era homem de me deixar intimidar por uma cambada de pirralhos que se achavam os donos do mundo, inclusive, minha filha fazia parte de antro de alunos de Hogwarts. Eu havia crescido em Durmstrang, na casa Romanov, devo dizer que tinha algumas das características prezadas por Salazar Slytherin, porém, não tinha aquela cina ainda presente em muitos sonserinos de se sentirem superiores aos nascidos trouxas, mestiços e trouxas. Pelo contrário, achava peculiar o jeito trouxa de viver e, volta e meia me via entremeado naquele mundo seja pelas atividades que eu dispensava na minha organização, seja pegando alguns exemplares femininos desta categoria de humano.

E foi assim, neste ar sonserino que recebi a carta da "Duquesa da Dinamarca".
- Ehh... Mais uma realeza querendo se embrenhar no meu mundo - soei deveras pretensioso, um pouco machista e narcisista, embora, a principio, o que a tal duquesa queria era apenas tratar de assuntos pertinentes aos "alunos da sonserina", nada, porém, muito específico. - possivelmente uma tutora de algum pivete cheio da grana, e ela queria que eu desse um atendimento especial. - ou algo do tipo. Afinal, a maioria dos sonserinos vinham de famílias bem abastadas pela Europa, e inclusive, detínhamos um número até considerado de representantes reais, inclusive da Dinamarca. E se eu não tivesse enganado, a própria monitora pertencia a esta casa assim como o capitão do time de quadribol.

Confesso. Não tinha saco para ficar melando pivete cheio da grana e mimado. Afinal, não tinha saco nem mesmo para com a minha filha que foi estragada pela família que a adotara. Ás vezes, tinha vontade de dar uns cascudos nela, pra ver se ela virava gente. Mas, me continha. Não suportava gente mimada, que se achava a última pica do universo, somente porque em seu bolsinho tinha mais galeões do que dos outros. Sabemos que o dinheiro tem lá sua utilidade e, óbvio, não sou idiota a ponto de não saber de sua importância, ainda mais no dia de hoje, porém, ele não é a única arma que um riquinho deve usar. O tenso era que deveria ainda ir em trajes de gala, o que me fazia ter ainda mais aversão daquela reunião a dois sem antes conhecer a duquesa. O lugar, seria na Floresta Wald, em Liechtenstein, as oito da noite. Portanto, também não poderia ir de motocicleta; tinha que usar de meios mágicos para chegar a tempo.

Antes, tratei de tentar descobrir mais desta duquesa. Sempre é importante ter uma prévia do seu futuro interlocutor, ainda mais numa situação tão inoportuna e carregada de um mistério que poderia ser até exagerado. E sim... só havia uma Duquesa da Dinamarca ligada à sonserina; era Lilith Ambrew, que também pertencia a Suprema Corte de Wizengamot e não tinha idade para ser mãe de alguém com mais de onze anos de idade. E por ai vai.

E assim, comecei a me organizar para a tal reunião. Peguei um terno em meu guarda-roupa, cujo interior era na maior parte preenchido de roupas casuais. Não era muito ligado nestas paradas chatas de vestimentas; só me importava em quão confortável eu estaria, principalmente em cima de uma motocicleta, o que infelizmente, não era o caso. Peguei um terno "risca de giz" de fundo preto, uma gravata preta de risca acinzentada e uma blusa branca de fundo. Cabelos sempre soltos, barba bem aparada e em meu bolso minha cigarreira, uma garrafinha de metal com uísque dentro (vai que a mulher demora a aparecer? Preciso de um distrativo), minha varinha mágica e minha glock, presa em minha cintura, na parte posterior.

Aparatei para próximo das mediações do lugar de encontro e fui até lá a pé, enquanto tragava um cigarro e recebia aquela brisa noturna da floresta, cujo único barulho advinha de seus animais que habitavam naquele negrume. O tempo estava favorável para uma atividade campestre e assim, quando me aproximei, joguei a bituca de cigarro no chão, amassando-a com o meu pé. O lugar obviamente estava protegido magicamente e ainda havia alguns guarda-costas presentes. E não pude deixar de me lembrar de Dimitri e Jurg e no fiasco que fora o trabalho deles no luau que fizera para a sonserina. No interior da cabana havia aquela sustosidade real, portanto, demasiadamente exagerada, cheia de requintes, etiquetas e não me toques. Sabia me portar também nestes lugares. Não era um completo ogro como possam imaginar. A senhora Zolnerowich soube criar o casal de filhos que pusera no mundo. Pois, também era abastado e vinha de uma família que não poderia ter títulos reais, mas, era importante na Ucrânia, mesmo que às vezes ligada o seu nome as atividades ilegais do país, as quais, devo dizer, nunca foram provadas legalmente. Apenas meu passado como um jovem bruxo transviado que me ligava às prisões por desordem pública, atentado ao pudor e brigas de rua. Coisas de adolescentes problemáticos, mas, parte de um assunto que raramente era tocado, até mesmo pelos meus rivais no mercado de tráfico de armas.

O engraçado, contudo, naquela cena, era que nem mesmo no meio do mato a realeza não deixa seu brio e necessidade de sempre estar envolta em requinte desnecessário e exagerado. Se não fosse uma reunião, inclusive, diria de se tratar de uma cabana para jovens apaixonados que decidiram ter uma noite de aventura selvagem no mato. Quem sabe assim, a selvageria não passasse para outros momentos, e apimentasse mais a relação sexual dos jovens apaixonados? Mas, não era o caso. Contudo, deleguei um sorrio ao vislumbrar aquela decoração,obviamente, achando graça daquilo. O segurança havia me guiado até ao local, e quanto a duquesa se aproximou, não pude deixar de erguer as pestanas...
"putz... e não é que a mulher é gostosa mesmo"? Apreciei suas curvas dentro daquele vestido rendado preto longo, contudo, com uma fenda consideravelmente grande em sua coxa esquerda. E não pude deixar de imaginar minha mão brincando debaixo daquele vestido.

Todavia, contive-me, e sentei-me na cadeira, não antes de ela se sentar. Ela havia oferecido vinho. Não era minha bebida preferida, mas, fazer o quê. Aceitei. Afinal, álcool não se recusa.
- É um prazer, duquesa da Dinamarca. Ou posso lhe chamar pelo nome, Lilith Ambrew? - disse num tom cortês, exibindo um sorriso ligeiramente galanteador. Não sabia se a mulher gostava de alguma malícia no ar, e não tava afim de ser grosso com uma bruxa importante não somente no mundo trouxa como mágico também. Embora adorasse um bom par de pernas, e não recusasse nenhuma quando esta me era oferecida, também sabia ir com cautela quando a situação exigia. E assim, deixei as coisas correrem naturalmente, esperando para alguma brecha para poder intervir em assuntos além dos pirralhos de Hogwarts.

- E o que devo o prazer do convite, senhorita Ambrew? É a respeito da senhorita ou do senhor Schleswig? - disse após bebericar mais um gole do vinho. Não estava muito com fome, portanto, dediquei-me apenas ao prazer de beber e apreciar o que aquela beldade queria comigo. - O senhor Carter? Meu monitor? É a tutora dele? - curioso, inquiri a mulher enquanto os guardas se distanciavam, deixando a gente sozinho.


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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemDinamarca [#160009] por Lilith Ambrew » 22 Mar 2016, 12:17

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    Os seguranças estavam bem obedientes e comportados. Todos fora e prontos para qualquer eventualidade até porque depois de uma reunião secreta em que eu e meus companheiros fomos ameaçados, aquilo parecia ser apenas uma precaução de nossas vidas e não alguma proteção contra o convidado. Realmente não o temia e muito menos seus inimigos que durante as investigações percebera que eram muitos. – Sim. Fique à vontade. – Abri um largo sorriso gentil enquanto cruzava as minhas pernas e as deixava mais de lado da mesa. Beberiquei pouco mais do vinho. Algo leve para os próximos eventos até porque não queria ficar bêbada em uma festa trouxa da realeza.– Nenhum deles. É sobre Benjamin. – Concordei com a resposta de Viktor, mas logo abri um largo sorriso ao ver seu comentário sobre babás e regalias. – Pelo contrário, pode ferrar com a vida dele. Não me importo.– Brinquei com o loiro.– Ele tem de aprender que a vida não é fácil, simples assim! – Inquiri em um bom humor recebendo alguns petiscos e provando um pouco. Claro. Amava comida.

    - Servido?– Ofereci, era uma espécie de batata frita fina com uma pasta de frango levemente apimentado no estilo mexicano.– Bom... Digamos que talvez algumas pessoas tentem parar de tentar te matar.– Soltei esnobe. – O seu emprego em Hogwarts e a segurança de Amélie. – Finalizei. Sabia o risco que Benjamin era fora de controle e algumas coisas que poderiam ser importantes para o Diretor da sonserina no momento. Provei um pouco mais do vinho limpando a garganta do petisco. – Devo alertar que ele esta com selos pelas costas para evitar seu descontrole. Ele não pode usar o ápice de seu poder, isto pode custar a vida de quem o cerca.– Soltei em um tom sério.– Ensiná-lo sobre a cultura nórdica para entender runas. Não é muito, mas é algo que ao mesmo tempo poderá evitar dores futuras.

    Viktor respondia com certas brincadeiras e tranquilidade por assim dizer, claro que permitia tamanha descontração apesar de ter um ambiente formal e bem vigiado. E... Podia sentir que aquele traje lhe incomodava somente por observá-lo.– Claro que fiz, tinha de saber que homem estaria diante de mim!– Brinquei dando o ar da graça de presenteá-lo com uma risadinha tímida e baixa.– Vejo que você não conseguiu muita coisa.– Pirraguei em deboche vangloriando-me daquilo.– Então... Na verdade, você poderia fazer melhor.– Desafiei o homem que não queria ser um ‘paizão’. Entreguei uma caixinha simples para Viktor deixando-a em cima da mesa. – Infernize a vida dele, torne a sua lá dentro menos entediante e isto inclui os Schelswig. Porém, a única coisa boa que precisa fazer além de dar isto para Benjamin é não deixa-lo se descontrolar... Ou você não sabe que ele namora Amélie?– Soltei em um tom de segundas intenções. – Ela está em risco com as trevas dele e jovens sabe bem como é! Um clima, umas mãos, alguns beijos... Uma empolgação, o calor... E... As coisas saem dos eixos.– Deixei claro sobre sexo em minhas falas. Finalizei ainda explicitando que Benjamin descontrolado poderia matar sua filha.

    Entreabri meus lábios em mais uma risada principalmente após ouvir a intimidação do homem. Deveras engraçado quando sozinho ali atentava-me e eu com tantos seguranças? Chegava a ser cômico. Talvez gostasse do jeito de Viktor.– Claro, claro... Por isto o respeito. – Indaguei com sinceridade. – Uma chave de portal com apenas destinos certos que se ativa em algum canto da Sonserina. – Respondia analisando-o pensativo, provavelmente nesta altura do campeonato ele já repensava sobre a escolha de Benjamin como Monitor. – Digamos que isto é algo muito recente... E pelo visto você é mais um homem que não se dá bem com as filhas né? – Brinquei. Me sentia a mãe joana como diziam os trouxas devido a facilidade que tinha com as crianças. - Benjamin tem potencial. - Finalizei nostálgica lembrando de como o encontrara. Apesar de ter achado nosso primeiro encontro à sós um fiasco, sentia nossa ligação igual quando era pequena com meu irmão.

taí lili
-em setembro-
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemUcrania [#160517] por Viktor K. Zolnerowich » 01 Abr 2016, 12:49

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O encontro não era a respeito de nenhum dos representantes da realeza da Dinamarca, mas, de Benjamin, meu monitor da casa sonserina. A senhorita Ambrew era a tutoria do garoto, sabe-se lá por que motivo, e não pude deixar de me inquirir sobre o motivo de toda aquela reunião, aparentemente desnecessária, contudo, não pude negar certa curiosidade sobre o assunto. - Quer por acaso que eu vire babá do garoto? - inquiri num tom irônico, enquanto bebericava o vinho e com um olhar travesso fitava a duquesa, condessa, ou algo do tipo. Porém, não era isto que a jovem queria comigo, que eu me tornasse uma espécie de vigia da vida do monitor, o que, convenhamos, seria totalmente descabido e sequer um ato praticado por mim, já que nem de minha filha eu fazia isto.

Ainda não entendia muito bem o que a mulher queria comigo... afinal, me chamar ali para ferrar a vida do pirralho ainda soava grotesco, contudo, necessitava de prolongar um pouco mais o suspense, talvez. E assim, deixei que ela continuasse em seu jogo. Ela ofereceu-me alguns petiscos, porém, como disse anteriormente, não estava a fim de comer, e neguei num gesto com as mãos.
- e o que eu ganharia por fazer isto com o garoto? - inquiri-a num tom curioso, sorrindo-lhe maroto, e, em seguida beberiquei mais do filho enquanto a fitava. - Parem de tentar me matar... - repeti a fala da jovem, achando de tudo aquilo uma comédia. Ela então se julgava capaz de interceder a favor de mim no mundo trouxa, livrando-me de meus algozes que conseguira ao longo de minha jornada na organização que geria cuja ação principal era tráfico de armas, sob uma empresa de fachada na área da metalurgia. Em seguida, citou o meu emprego de Hogwarts e a segurança até de Amélie- Quanta ajuda oferecida... - soei irônico. - Desse jeito fica até difícil de negar - continuei no mesmo tom, brincando com a jovem de tom esnobe que se julgava poderosa o suficiente para interceder por mim em vários ramos de minha vida.

Ambrew continuava em sua explanação sobre a vida do garoto e o meu papel em sua educação que ultrapassaria os limites tradicionais de um professor e aluno de Hogwarts. Claro... sabia que era perfeitamente comum alguns professores se dedicarem mais a alguns discentes que aos outros; seja por necessidade destes em virtude de um baixo aprendizado como também por interesse de ambos em lapidar mais o dom do aluno, sendo o último o exemplo no qual Carter se encaixava. Quando ainda aluno, em Durmstrang, também tinha o senhor Mtislav, professor de feitiços que me orientara em diversos aprendizados.
- Então, eu devo ajudar o garoto a controlar mais o seu poder? - perguntava retoricamente. Sabia que ela se referia ao poder de ocluação que o garoto ostentara. Afinal, eu o havia visto usá-lo no luau juntamente com a ofidiglossia durante um empasse que tivemos com nada menos nada mais que um basilisco. Tornar-me diretor da sonserina havia se transformado numa tarefa mais árdua do que eu à princípio imaginara. Os garotos vira e mexe se metiam em enrascadas e eu tinha que livrá-los para minha cabeça não ir à prêmio.

Ensinar runas e cultura nórdica realmente não era díficil.
- Parece então que a senhorita fez bem o serviço de casa, não? Ao me propor este trabalho bem como os benefícios que teria em ajudar o garoto - Afinal, o primeiro seria uma das várias coisas que lecionaria inclusive ao quinto ano no currículo de História da Magia, e cultura nórdica seria repassada ao primeiro e segundo, no tema de invasões que aconteceram no passado na Grã-Bretanha. Tentava-me me manter descontraído, já que a situação formal não me era muito agradável. Não achava necessário aquele requinte todo somente para me pedir para acompanhar o garoto mais de perto, e que teria certo lucro em fazer isto. Qual a necessidade de requerer de minha presença um traje tão formal quando havia apenas nós dois dentro daquele recinto?

- Não se vanglorie, minha cara - beberiquei o vinho novamente, sorrindo para a jovem com certo desdém - não é só porque eu não exponho minhas armas que significa que eu não as tenho - pisquei maroto para a jovem. Claro, eu fizera o "dever de Casa"; sabia quem estava a minha frente. Porém, não via necessidade de expor aquilo no momento como ela faria de minha pessoa. - Só acho desnecessário bancar de babá - referi ao papel que a mim ela queria delegar nem a mínima vontade de fazê-lo. Contudo, Ambrew ainda insistia, entregando-me uma caixinha simples, deixando-a sobre a mesa para que eu a analisasse. Peguei-a e abri, ouvindo-a concomitante. - Claro que sei que ele e Amélie tem um affair - afinal, não sabia quão sério era o relacionamento que minha rebenta mantinha com o monitor e também, devo dizer, pouco me importava. Afinal, o que era mais comum na idade deles era estes romancezinhos de adolescentes os quais não tinha muita paciência para ficar vigiando.- hum.... risco com as trevas dele... achava aquilo certo exagero, mas, continuei a analisar a caixinha - e Amélie morreria queimada durante as pegações entre eles. - sorri, jocoso, colocando a caixinha agora fechada sobre a mesa, no entanto, próxima de mim, desta vez.

- E o que supostamente faria com esta caixinha? - inquiri a jovem, mantendo certo descaso sobre o assunto, contudo, guarnecido também de um olhar curioso sobre o monitor em questão. A caixinha era uma chave de portal, algo que eu conhecera muito bem as aplicabilidades, como, por exemplo, que ela somente leva a pessoa para um lugar específico, durante um espaço de tempo pré-determinado. - Então, em suma, você deseja que eu ensine a Benjamin, da forma que eu achar conveniente, - já que ela disse que poderia "dificultar" a vida do garoto, o que me faria sair um pouco do tédio ao ficar tão preso em Hogwarts, apesar que agora, tinha Caith também para me ajudar na distração. - como ele controla seu poder através de um conhecimento mais apurado sobre runas e a cultura do seu país - imaginei erroneamente que o garoto também viera dos países escandinavos, como toda a família dinamarquesa em questão - e assim, a senhorita em troca, livraria-me dos meus perseguidores trouxas, faria com que isto não abalasse meu cargo em Hogwarts e ainda protegeria Amélie? - erguei as pestanas, expondo todas as cargas à mesa a qual Ambrew me oferecia. - já que ela a cada dia se "enrosca" - pus aspas com um movimento sarcástico entre os dedos, enquanto levava minha perna direita sobre a esquerda, a fim de depositar meu calcanhar sobre a coxa e cruzar as mãos a frente do meu peito, analisando não somente a situação como um todo, como também a mulher que se encontrava a minha frente, que diga-se de passagem, era deveras gostosa, mesmo escondida debaixo de tanto pudor e autoridade a qual ela não pestanejava em evidenciar a cada palavra.

- Fiquei sabendo que ela é minha filha recentemente. - sorri-lhe em confidência, ocultando boa parte da história que me unia a francesinha de forma deliberada - ela está numa fase que diga-se de passagem, não é muito agradável; ainda mais para um pai inexperiente neste papel - exibia um sorriso ao narrar minha história a jovem que aparentava ter não somente paciência como jeito com crianças, adolescentes e toda esta sorte juvenil - não duvido que o garoto tenha potencial... - dizia sem saber quão verdadeiro era a assertiva - e pelo visto a senhorita tem não somente jeito com adolescentes como também um sentimento protetor para com o garoto, querendo transformá-lo num bruxo melhor... e para isto, pede minha ajuda. - beberiquei mais do vinho, enquanto a fitava maliciosamente, resvalando por fim um sorriso nos lábios. - sinto-me tentado em ajudá-la, senhorita Ambrew - soei meio jocoso e sarcástico, embora não soubesse ainda até que ponto aquilo me incitava a querer participar daquele jogo de habilidades.

- Mas, considero pertinente aumentar o valor da minha ajuda - disse em tom de negociação, diante da mesa. Afinal, sabia que a mulher seria de grande ajuda em livrar-me dos meus obstáculos em Kiev. Contudo, também esperava ganhar um pouco mais de algo que poderia fazer, mesmo que despendesse mais tempo de minha pessoa. Exibi um sorriso malicioso e maroto para a jovem, fitando-a demoradamente. Ela possivelmente poderia se imaginar como parte do acordo; já que ela pesquisara suficientemente sobre minha pessoa, sabia que eu tinha uma queda abismal por mulheres como ela. Porém, não era este o prêmio que queria, embora jamais o negasse caso ela oferecesse, o que duvidava. Quem sabe, não me oferecia uma relíquia de sua família, ou um objeto de valor no qual eu pudesse barganhar e lucrar também algum dinheiro? Tinha que tentar tirar um pouco mais da bela conselheira da suprema corte. Sabia que ela podia dar-me mais do que oferecia.



Off: Perdi a parte de nossa conversa no zap que combinávamos a interação .mimi
Assim, modifiquei um pouco as paradinhas... espero que não tenha fudido tudo. ahsfushf ;)
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemDinamarca [#160769] por Lilith Ambrew » 06 Abr 2016, 20:02

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    O mundo sombrio era muito mais perigoso do que qualquer missão entregue para aurores e ali estava, negociando às escuras com um homem totalmente ‘errado’, com métodos sombrios e foras da lei de lidar com as coisas. Vitkor parecia abusar da própria sorte que lhe dera, era como um insulto vê-lo pedir por mais coisas, mais ofertas e nitidamente sabia que o seu preço envolveria o meu corpo... Devo desculpá-lo, mas não sou p*** ou alguma das fêmeas dele para barganhar o meu Eu. Sou de valor inestimável, indomável e inegociável. Analisei-o calada por alguns minutos deixando o silêncio pairar pela nossa tenda especial. Provei um pouco mais da comida desviando atenção por alguns segundos daquele clima um tanto quanto desafiador. Intervalo para comida, a melhor coisa do mundo!

    - Se você se acha tão bom assim e tão capaz, irá encontrar uma Castellana ideal... – Beberiquei um pouco da água mantendo meu ar de mistério. Jamais daria o meu corpo para nada e se eu quisesse, bastava uma runa escrita no ar e a chave de portal pegaria fogo instantaneamente, contudo, uma mulher era famosa naquele meio mesmo sombrio: la caliente. Uma Castellana, espanhola um tanto quanto diferente e até onde soubera, era cobiçada até mesmo pelos homens da Dinamarca por ser tão vívida, mas bem sabia de sua fama e seu poder. Uma mulher que vivia em bares trouxas de motoqueiros e se envolvia com Piratas...– Talvez esteja falando demais... Não sei se será capaz...– Mantive o mesmo ar analítico de canto de rosto para Viktor. Será que ele daria conta do recado? Felizmente tivera atenção do loiro.

    - Não é um blefe. Sempre mantive minha palavra.– Soltei com sinceridade até porque não era nenhuma novidade ser verdadeira em meus dizeres. – Ela é chamada como La Caliente ou como Castellaña. Poderá encontrar nos bares da Inglaterra ou lugares onde o mercado negro impera... Mas como eu disse... Não sei se daria conta do recado, afinal, ela é realmente La Caliente. – Inquiri como se realmente tivesse até provado do calor da mulher. Era a maior oferta de mulher que poderia dar para aquele homem e ao mesmo tempo seria um desafio em sua vida.

    Elevei até altura do ombro a mão esquerda e com apenas o dedo indicador aberto chamara um dos seguranças. Imediatamente surgira um com uma caixa simples, preta. – Não possui valor algum já que você deve querer algo encantado. Esta é a corrente de ouro branco do Príncipe falecido Joaquim. Ela é extremamente fina e tem o mito de ter protegido o príncipe durante algum tempo. Mas... Apenas uma pessoa é capaz de transformar esse colar em algo especial e autêntico. – Aproximei mais meu corpo de Viktor mantendo ainda o mistério e analisando-o de perto.– La Caliente é criadora de itens. Diga que veio através de Lilith Ambrew e você terá a mulher, se é que será capaz de pegar ela – Indagara como um desafio – E terá um item enfeitiçado. - Jogara meu trunfo final para o loiro. Ele poderia me trair ou fazer milhares de coisas, mas estaria bem vigiado e aposto muito que conseguiria pegar tal mulher. Aposto muito que ele recusaria um desafio vívido. – Então?– Voltei o meu corpo e apoiei o queixo sobre minhas mãos com uma das sobrancelhas erguidas encarando-o.
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemUcrania [#161313] por Viktor K. Zolnerowich » 18 Abr 2016, 16:03

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Sabia que Lilith, ou melhor que a senhorita Ambrew não gostaria de minha tentativa em querer tirar algo mais daquelas aulas particulares que faria com Benjamin, contudo, era ingenuidade da mulher imaginar que me contentaria com pouco. Se ela tivesse visto e pesquisado tudo sobre minha vida mesmo, veria o quão viajadinha estava no mundinho de faz de conta dela. Contudo, ainda mantinha a minha pose de um homem educado e que pede por algo ao contrário de exigir. Afinal, minha língua não servia apenas para acariciar as mulheres mas também para falar ardilosamente. Brincava com a taça a minha frente com meus dedos. O líquido ali já havia se esvaído há tempos. E estava cansado de beber vinho, champanhe e todas aquelas bebidas cheias de firulas. Assim, tratei de pedir um uísque escocês de 10 anos, puro. Não era muito fã de macular o líquido fazendo-o ficar mais diluído devido aquelas pedrinhas sorrateiras que poderiam ser usadas em outras ocasiões, com efeitos e resultados melhores.

- Não imaginava uma oferta por este caminho, senhorita conselheira. E parece-me que está fazendo o papel de uma aliciadora de encontros pervertidos? - sorri malicioso, achando aquilo uma ideia no mínimo absurda. Encontro às cegas não era da minha praia. Afinal, não era o tipo de homem que comia qualquer coisa a minha frente. Posso ser considerado um "galinha", mas, sei selecionar as minhas presas. - ou tem a mente muito fértil. - fingia que só havia requisitado uma oferta financeira, um objeto mágico que eu pudesse vender do mercado negro, por exemplo. - e ainda ousa de difamar sem ao menos conhecer meus atributos... tsc, tsc, senhorita Ambrew - lhe sorria provocativo, o que poderia angariar olhares de abjeção da mulher para minha pessoa, contudo, não tinha como deixar de achar cômico a sua investida.

- La Caliente? - ergui as pestanas. Meu Deus que mulher coloca este tipo de adjetivo à sua pessoa ou permite isto? Será que era uma mulher fácil da vida com quem a dócil conselheira havia cruzado o caminho, contudo, se eximia de tamanho pecado? - pelo visto parece conhecê-la bem... ao julgar que não daria conta do recado e que ela faz juz ao "La Caliente" dela. - sorri, esboçando um olhar jocoso e provocativo para a loira a minha frente.

Ela chamou os seguranças, e, por um segundo, pensei que ia pedir para eles me tirar do recinto. Tsc, Tsc, se assim fizesse. Não era homem para me deixar conduzir por outro, afinal, mesmo ela ali não acreditando, sabia honrar o que mantinha no meio das pernas. Porém, ela recebera uma caixa simples, de cor preta em suas mãos. Era um objeto, uma corrente de ouro branco do príncipe falecido Joaquim. Ela dizia que a corrente não possuia valor algum, já que eu queria algo encantado, e ainda incitava o fato de que havia um mito em torno do objeto que dizia ter protegido o príncipe que morreu por algum tempo. Não havia me interessado muito pela corrente, contudo, fingi manter o foco nas palavras da loira, esperando algo melhor, porque era isto que ela incitava ter. A tal La Caliente era criadora de itens, e se deduzia que seria a pessoa capaz de transformar aquele colar em algo especial e autêntico. Nha... sei não. Desconfiava. Porém, fingia me interessar pelo assunto. Afinal, não custava conferir o produto e ver se ela poderia transformar aquela corrente em algo mais atrativo para meus clientes.

Poderia vê-la de longe, por exemplo, se me angariasse movimentos instintivos no meio de minhas pernas, talvez investisse na tal criadora de itens e companheira de piratas e motoqueiros, um nome inapropriado para motociclistas.
-hum... - beberiquei o copo de uísque com um só gole. Afinal, aquela conversa já estava dada por finalizada. E assim, me levantei e peguei a caixinha; as duas: a de Benjamin e a do colarzinho e pus em meu bolso. - lhe dou um retorno, senhorita Ambrew. Logo saberá notícias de minha pessoa. - pisquei malicioso para ela. Não deixando claro se iria ou não atrás da "La Caliente".
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemCroacia [#175465] por Gwendoline Stankovački » 20 Mar 2017, 17:39

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O jogo de estréia na temporada estava cada vez mais próximo e por algum motivo aquilo me preocupava mais a cada dia que passava. Minha cabeça não andava das melhores e nem Caleb conseguia fazer minha tensão diminuir, e olha que ele sempre foi muito bom nisso. Para melhorar ainda mais a minha situação eu não podia fumar... Acho que no fundo era a abstinência o que realmente me incomovada nesses ultimos dias e eu teria de conviver com ela por mais alguns. Uma das maneiras que eu tinha encontrado para aliviar essa tensão era correr por aí. Meu pai não curtia muito essa ideia, principalmente porque meu lugar preferido era a floresta, não podia negar que seu ar sombrio me atraia um pouco. Além disso era sempre muito calma, eram raros os corajosos que se atreviam a caminhar por lá, facilitava muito a minha vida, inclusive porque muitas vezes gostava de correr por aí em minha forma não humana, então era uma ótima maneira de me manter longe dos trouxas.

Enfim, o outono já tinha chego e com ele meu desespero. Apesar de croata eu sou mesmo uma pessoa feliz no verão, adoro passar minhas férias na riviera francesa. Marselha sempre foi meu lugar preferido no mundo e assim continuará até eu encontrar outro lugar com tanto sol e pessoas bonitas com pouca roupa. O vento já bem frio batia em meu rosto, deixando minha pele ainda mais rosada do que geralmente fica quando corro por ai. O suor escorria da minha testa até o pescoço, meu coração batia acelerado, parecia que ia sair pela boca a qualquer momento. Isso fazia eu me sentir um pouco ridicula, afinal, como uma jogadora de quadribol tinha uma preparação física tão ruim quanto essa? Pois é... Não sei dizer exatamente o porquê, mas desde a época da escola, apesar de jogar por um tempo, meu rendimento parecia ter um limite relativamente mais baixo quando comparado aos meus colegas de time, a não ser, claro, quando alguém resolvia me tirar do sério. Ai não havia pessoa nenhuma nesse mundo que me segurasse enquanto eu não tivesse tirado o desgraçado do meu caminho.

Correr também ajudava nesse sentido, era bom para aliviar a raiva. Mas naquele momento o que eu realmente queria era um canto para sentar e respirar. Me apoiei em uma das árvores próximas e me deixei cair até o chão. Puxei os fones de ouvido do aparelho trouxa de ouvir música que Caleb tinha me dado de aniversário e posicionei meus braços nos joelhos, apoiando a cabeça entre eles, enquanto tentava recuperar o ritmo normal de respiração. Eu conseguia ouvir nitidamente as batidas ritmadas do meu coração, as folhas próximas a mim voando de acordo com a direção do vendo e passos próximos a mim... Passos? Fechei os olhos e me concentrei nos passos intrusos que se aproximavam de mim enquanto segurava o canivete dentro do meu bolso, já me preparando para algum imprevisto. Sim, sempre preferi andar com canivetes do que com minha varinha, sou desastrada o suficiente para cair em cima dela e quebrá-la, então vamos ficar com a arma feita de aço mesmo.

Podia ouvir a pressão que os pés do convidado inesperado faziam nas folhas secas no chão. Continuei fingindo estar distraída olhando para o horizonte, tentando recuperar o folego e assim que ele se aproximou o suficiente de mim pude torcer um de seus braços em direção as costas, derrubando meu não tão desejado companheiro no chão e posicionando o canivete próximo a sua jugular.
- Você tem 10 segundos para dizer seu nome e explicar porque estava me seguindo, senão eu juro que vou sentir prazer em ver o sangue escorrendo pelo seu pescoço. - Não estava no melhor dos meus humores e ser atrapalhada por uma intervenção tão furtiva como essa me agradava menos ainda, seria bom ele se explicar antes que a minha paciencia acabasse.
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemGrecia [#175469] por Hades Hatzimichalis » 20 Mar 2017, 21:49

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    - Que vazio... – Lamentei saindo do quarto e vendo que apenas meus irmãos mais novos estavam em casa. Desde que mudamos da Grécia para cá passamos a ter menos irmãos e mais silêncio, algo que era completamente estranho e deveria admitir que sentia falta da bagunça. – Não irmãnzinha, não sei onde está a sua cabra.– Desta vez não! Contudo não lhe contaria maltratava seu pet esquisito de estimação. Encarei a carta de Dionísio sobre a mesa pedindo para ter mais autógrafos dos jogadores de quadribol, algo que tínhamos em comum. O jogo das Harpias contra o Montrose fora acirrado e infelizmente perdera. Correr atrás de emprego em um novo país e se habituar a uma nova cultura, tomavam meu tempo e ainda tinha que me preocupar com algo em Apolo... Melhor nem lembrar!

    Naquele dia segui cedo para mais um dia corrido e agitado, pois se não iria trabalhar ainda em um local fixo, fazia meus bicos. Sublocava em Liesch um consultório e fazia atendimentos particulares. Iria acompanhar um paciente em campo na floresta de Stuttgart. Ele trabalhava com artefatos mágicos e tinha uma fobia específica. Como complemento, lhe pedira para acompanhar em um dia comum de trabalho para analisar essa sua recente fobia. O paciente E. R, que por condições éticas não podia dizer mais sobre ele, sentia uma repulsa todas as vezes que aprofundava-se mais nas escavações. Algumas vezes sua fobia era tão nítida que precisava intervir, sobretudo, o pouco de tempo de observação e de análises foram o suficiente para refutar a hipótese de não ser uma fobia comum, mas de ter algo em um buraco específico que lhe causava mal estar... Se meus instintos estivessem certo, podia ser algum artefato sombrio. Claro, era Hades e tinha conhecimento nas artes das trevas e artes ocultas, por isso meus instintos diziam que tinha algo além de um simples paciente com fobia naquele lugar.

    O tempo acabou, despedi-me do rapaz e aproveitei meu tempo para caminhar ali. Em meio alguns passos observando a imensidão da floresta e o silêncio que thanatos estava, as madeixas azuladas voavam sobre o horizonte. A mulher jovem de pele clara fazia seu exercício. Suas bochechas pareciam coradas e seu corpo era... UAU! A artilheira nova do time dos tornados! Levei minhas mãos até os lábios e as coloquei no bolso da calça lembrando que tinha um micro bloco de anotações que serviria muito bem para conseguir autógrafo.– Gwen!– Chamei-a sendo completamente ignorado. Girei meus olhos e resolvi acompanhar seus passos.

    Era engraçado ver como seu quadril rebolava enquanto acompanhava o movimento de impacto das pernas ao chão. Inclinava meu rosto em diagonal com o pequeno bloco em mãos com uma pena. – Hmmm...– Sussurrei involuntariamente com um enorme sorriso nos lábios imaginando coisas com a jogadora dos tornados. Ignorei tais pensamentos mundanos e finalmente a alcancei, entreabri meus lábios para lhe dirigir a palavra e...

    Rapidamente o mundo girou. O chão parecia mais próximo e podia jurar que o impacto causara incômodo em meu peito, mas o pior ainda, meu braço torcido para trás incomodava mais que qualquer coisa. Ao final, somente sentia a lâmina em meu pescoço e uma sensação de úmido na região enquanto meus olhos fixavam no bloco jogado ao chão e na pena ao seu lado.– c******!– Soltei nervoso e me controlando para não fazer uma careta. – Mais do que já está? – Resmunguei diante da ameaça.– Pelo menos podemos constatar que a jogadora favorita do meu irmão não vai ter problemas com autodefesa. – Pigarreei. – Sou Hades, e queria apenas pegar um autografo seu para dar ao meu irmão.– Soltei tentando manter a calma. – Não imaginava que ao invés de um autógrafo iria presentar meu irmão com um corpo. – Soltei tal frase secamente assim como era a referida tragédias, já pensou? Foi pegar um autografo e devolveu-se em um caixão! Finalmente pude me movimentar.

    Catei o bloquinho enquanto acariciava meu braço e a pena.– Hades Hatzimichalis, senhorita 'Stankovaski.' – Finalmente tive liberdade de falar livremente. Entreabri um enorme sorriso de canto de rosto mantendo minha postura cordial como se nada tivesse me acontecido. Claro que lá no fundo podia jurar que ela iria pagar por ter-me roubado uma gota do tão precioso sangue que habita em meu corpo. – Ai...– Choraminguei levando minha mão livre para o pescoço e conferindo a gotinha de sangue.

foi!
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Re: Stuttgart Wald [Floresta de Stuttgart]

MensagemCroacia [#175486] por Gwendoline Stankovački » 21 Mar 2017, 15:03

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Ser delicada nunca foi meu forte e eu sempre preferi assim, desse jeito os homens sabiam que estavam lidando com alguém que definitivamente não era uma "princesinha". Esse também foi um dos motivos de eu ter aprendido a lidar com facas e canivetes, uma pequena paixão desde a época da escola, além, claro, da necessidade de me proteger lidando com traficantes. Porém, acredito que esse não era o caso do meu compandeiro inesperado. - Autógrafo? - Por uma fração de segundo me perguntei porque ele queria um autógrafo meu. Essa história de jogar quadribol no profissional era nova pra mim, ainda não tinha me acostumado com o fato de alguns loucos saberem meu nome e se aproximarem de mim sem a minha permissão, algo que definitivamente não me agradava.

Me distrai por alguns instantes e o canivete deslisou um pouco mais perto do pescoço do intruso e uma gota de sangue escorreu. Confesso que não senti pena dele, pelo contrário, tive certeza que ele pensaria duas vezes antes de se aproximar de mim novamente daquele jeito.
- A escolha de presentear seu irmão com um autógrafo ou um corpo depende de você... E um pouco da minha vontade de não te machucar. - Soltei o braço do homem que me acompanhava e ele pôde se recompor a tempo de se apresentar. - Bom... Já sabe, meu nome é Gwen... E é Stankovački, sem o S. Vindo de alguém com um sobrenome tão complicado quanto esse imaginei que você já tivesse alguma experiência na pronúncia.

Limpei o canivete na manga do meu agasalho e o guardei novamente no bolso. Abaixei um pouco a cabeça, verificando pela última vez se meu cabelo estava bem preso e me deparei com o bloco e a pena, confirmando o que ele havia me dito. Peguei ambos e escrevi meu nome numa das folhas, apesar de não saber exatamente o que estava fazendo. Sempre ouvi falar que autógrafos tinham que ser criativos, mas esse não era um dos meus pontos fortes também, somente escrevi meu nome como normalmente faço e esperava que isso bastasse. Me aproximei do intruso para entregar o bloco e pude reparar com mais calma nele. Não podia negar que o homem a minha frente era um ótimo espécime masculino. Apesar da minha queda ser por ruivos, tenho que admitir que o loirinho em questão chamou minha atenção. Ele era muito mais alto que eu, o que já me agradava e muito, além disso tinha o mesmo sorriso bobo de Caleb. Pena que não parecia tão "durão" quando meu griffo ruivo, um cortezinho de nada e já estava reclamando. - Cuidado einh, capaz de todo o seu sangue sair por esse minusculo corte no pescoço, donzela. - Sorri irônica para meu companheiro. - Aqui, vê se não perde. Não quero ver um fã meu decepcionado por conta de um irmão desastrado. - Entreguei o bloco e a pena para o homem a minha frente e por alguns segundos senti vergonha do que estava escrito no bloquinho. Não sei nem se aquilo podia ser chamado de autográfo, mas a criança teria que se contentar com isso.

Uma corrente de vento fria bateu em minha nuca, fazendo com que um arrepio percorresse meu corpo. Fechei o agasalho e aconcheguei minhas mãos dentro dos bolsos.
- Então... Vai ficar ai parado ou vai me acompanhar? Prometo que vou só na caminhada, ai fica mais fácil para você me acompanhar. - Inclinei um pouco a cabeça na direção para a qual eu iria e encarei Hades mais uma vez. Caleb estava fora já fazia muito tempo, eu podia perder um pouquinho do meu tempo com o loirinho a minha frente, tenho certeza de que ele não se importaria em dividir a minha atenção com mais um.- Eu se fosse você não ficaria muito tempo sozinho por aqui... Dizem ter lobos vivendo nessa floresta.- Mentira, o único lobo que eu já tinha visto por lá era eu mesma, mas ele não precisava saber disso. Não demorou muito para que o homem a minha frente resolvesse me acompanhar, me fazendo ficar um pouco mais tranquila. Por mais que a floresta me agradasse pela sua calmaria, compania era sempre bom, ainda mais quando era tão bem apessoada. - Então, o que você faz por aqui? Não vejo muitas pessoas terem coragem de se meter no meio dessa floresta, você é raridade.
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