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Alpen von Liechtenstein [Alpes]

Alpen von Liechtenstein [Alpes]

MensagemUniao Europeia [#147979] por Guardião Internacional » 16 Mai 2015, 11:41

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Trata-se de um conjunto de cordilheiras que estendem-se da Áustria, Eslovênia, cruzando a Itália, Suíça, Liechtenstein, Alemanha e França.

Ao contrário do que se pode pensar, os Alpes não formam uma barreira intransponível; já foram cruzados várias vezes com propósitos de guerra, comércio, peregrinação e turismo. Os locais de travessia, chamados "passos", são depressões nas montanhas que são acessíveis por vales que conectam planícies e zonas pré-montanhosas.

A fauna e flora locais são bastante limitadas; a flora é constituída principalmente de vegetação decícua (carvalhos, faias, freixos e bordo sincômoros), e pode-se notar também uma variedade razoável de animais nas regiões montanhosas e circunvizinhas: Javalis, Cervos, Veados, Esquilos, Lebres, Bisões, Linces, Lobos, Leopardos, dentre outros.

É desnecessário dizer que as regiões mais altas dos Alpes de Liechtenstein possuem uma camada densa de neve perene, o que é bastante útil para os aglomeramentos populacionais próximos, pois regula a oferta de água potável durante todo o ano. Algumas estações de esportes no gelo – como esqui e snowboard- podem ser encontradas ao longo das cordilheiras.
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Re: Alpen von Liechtenstein [Alpes]

MensagemDinamarca [#179451] por Benjamin Carter » 11 Set 2017, 14:08

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    Senti o impulso me puxar pelo umbigo e em meio a giros e mais giros tudo foi ficando distorcido em um misto dissonante de cores caleidoscópicas. Não levou mais que alguns segundos até que meus pés tocassem a grama fofa do meu destino. - Você demorou. - Disse a voz vinda de um amontoado de árvores secas, seu tom baixo e misterioso era algo costumeiro, eu já estava acostumado a lidar com tamanha excentricidade. - A chave estava programada com horário, não achei seguro mexer nisso.- Respondi ajustando o manto negro em minha face, se ele estava querendo se manter “protegido” dos olhos curiosos, eu não tinha motivos para me expor.


    Aquela era minha primeira viagem como aluno formado e embora isso não fosse muito relevante para o resto da população mágica, para mim, era algo totalmente fundamental. Principalmente pelo fato de estar indo me encontrar com alguém tão intrigante quanto o homem a minha frente. - Não acreditei que você estava vivo, Nuala as vezes acaba exagerando em suas visões. E nem sempre seus relatos e fatos que diz ter vivido realmente são fidedignos. - Minha voz também não era alta, na verdade nem existia a necessidade de fazer muito estardalhaço, as folhas secas do outono já fazia o favor de denunciar nossa caminhada.


    - Na verdade, nem eu sei se realmente estou vivo. Não me sinto preparado para encarar o mundo lá fora. - Disse ele penosamente, realmente eu não o sentia como uma pessoa comum, mesmo estando tão perto, o calor de seu corpo não era algo que podia ser sentido com facilidade. - Sei bem como você se sente. Um deslocado, uma peça que não se encaixa.- Refleti por alguns instantes enquanto me solidarizei pelo sentimento de meu antigo professor. - Mas então… Conseguiu o que a Nuala transcreveu na carta?- Questionei já indo direto ao ponto, não dava para passar a noite chorando mágoas e se lamuriando sobre as injustiças da vida.


    Ele retirou uma pequena caixa de seu manto e estendeu o objeto em minha direção. - Não foi tão difícil achar. - Disse ele enquanto me entregava a caixa. Abri o recipiente e em seu interior havia uma varinha de olmo, peguei em minhas mãos e passei a língua em sua extensão, era minha forma de expressar minha afinidade. - Chifre de Minotauro. - Fiz um movimento e notei que era razoavelmente elástica. - Têm certeza que é essa? - Perguntei de forma incisiva. - Só o futuro está sempre em movimento. O passado é estático. - Coloquei o objeto no bolso e dei as costas ao homem. - Vamos nos ver mais uma vez?- Perguntei antes de me preparar para usar a chave da minha casa. - Só o tempo vai dizer! - Toquei na bolinha de gude e desaparatei para longe.

    Ação: Pegar a varinha!
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Re: Alpen von Liechtenstein [Alpes]

MensagemIraque [#186407] por Raven Amirah » 28 Ago 2018, 21:40

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    O universo tinha um ar diferente naquela noite, a brisa gélida tocava a pele de maneira mais carinhosa e sem dor. As estrelas iluminavam o manto negro e a neve embelezava o horizonte. Os Alpes de Liesch eram realmente bonitos e encantadores, típicos para ter uma jornada entre a Europa e fazer alguns esportes.– Um pouco de whisky por favor. – Pedira ao elfo-atendente do restaurante de uma pousada próxima à uma estação de esportes. O elfo servira rapidamente a bebida virando-se para os demais hóspedes daquele lugar. Saíra de próximo do balcão e sentara em uma mesa virada para a estação de esqui e os Alpes nevados. O ambiente era quente, aconchegante e o álcool aquecia o interior do meu corpo.

    Sobre a mesa a carta estava rasgada com um único nome. Aquela busca custara o emprego com os dinamarqueses e alguns contatos, fora o ápice para afastar-me de todos e determinadamente, ir atrás do meu pai. Em um ano de dedicação exclusiva ao Ulysses e assuntos que não eram do meu interesse pessoal, deixara-me longe da busca paterna e servira mais como uma distração do que como uma estratégia somatória. A parte boa de ter ficado um ano de buscas parada, era de pelo menos ter maior aproximação de Ulysses, conhece-lo melhor e acolhê-lo já que não tinha mais nossa queridíssima mãe para cuidar do pequeno. Não que tivesse ódio pela mesma, mas só de lembrar o quão sofrido fora para o pequeno, sentia mais ódio que amor pela mulher que me pusera ao mundo!

    - Um nome! – Sussurrara encarando a folha sem autor. Após passar dois anos no Iraque e pulado de país em país, finalmente tinha um nome: Altchidr Amirah Mohammed. – Apenas um nome! – Dissera em iraquiano bebericando mais um gole do whisky no estilo cowboy. Ao longe podia ouvir o barulho das pessoas conversando e festejando, pareciam estar felizes com toda aquela movimentação e curtirem o período de paz que tinham quando os alunos estavam em períodos escolares. – Posso? – A mulher negra aproximara educadamente. – Sim, por favor! – Autorizara. – O que além dessa carta conseguira? – Perguntara direta e séria. – Outro nome? – Esboçara um pequeno sorriso nos lábios tentando ser simpática. – Por favor, não me faça ter uma semana perdida! – Girava os olhos e balançava o resto do whisky no copo derramando-o todo em minha garganta.

    - Parece apressada dessa vez! – Retrucara tornando sua expressão séria. – Theodore Zahkillisos. Melhor ainda... Lothar Theodor Zahkillisos. – Finalmente chamara atenção dos meus olhos para si. – Esse segundo nome é do filho de Theodore, suposto vampiro que apareceu muito interligado com Altchidr Amirah. – Deixava o copo sobre a mesa e lhe ouvia mais atentamente. – E você não vai acreditar... Ele tem um ‘filho’. Sabe onde está? – Questionara tendo minha curiosidade. Erguera a sobrancelha e apoiara os braços sobre a mesa inclinando o corpo para a direção da mulher. – Beaux. Junto com seu irmão. – Coçara a nuca para evitar que o queixo caísse. – Agora, o pagamento por favor... – Esticava sua mão em direção ao rosto com sorriso vitorioso.– Está no quarto que lhe disse anteriormente. – Relembrara-a. A mulher deixara uma bolsa/pasta na cadeira ao meu lado e saíra para os quartos.

    - Mais, por favor! – Pedira ao elfo e em alguns minutos, o mesmo deixara a garrafa de whisky sobre a mesa. Finalmente algo a mais... O problema é... O filho do meu alvo estar estudando na mesma escola que meu irmão. O quão perigoso poderia ser? Ou melhor... O quão eles poderiam saber sobre minhas pesquisas? Seria preciso planejar melhor cada passo dali por diante, ir atrás cautelosamente daquela família e saber realmente onde está meu pai. – Um prazer reencontrar uma mulher tão linda! – A voz masculina atraíra meus olhares. Um homem de cabelos longos e enorme sorriso nos lábios, seus olhos eram profundos e singelos ao mesmo tempo. O porte era semelhante à de um jogador de quadribol e... Sentia que não era estranho, mas ao mesmo tempo não sabia quem era. Por alguns segundos inclinara levemente a cabeça pra o lado encarando o homem se aproximar e sentar-se à minha frente. O conhecia? Infelizmente não conseguia lembrar de onde!

    Os lábios entreabriram em um sorriso educado. Ser cortejada nunca era ruim. – Obrigada, - Bebericava um gole do Whisky ainda o encarando fixamente. – E você é? – Inquirira curiosa sem conseguir controlar os lábios em enorme sorriso. - Nos conhecemos? - De fato aquela visão divina não era tão estranha, porém soava distante e... O conhecia? Quando o vira?


Testando neh -q
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Re: Alpen von Liechtenstein [Alpes]

MensagemAlemanha [#186451] por Max Vanderhoff » 30 Ago 2018, 20:38

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Já tinha se escondido o suficiente durante aquela semana de férias e então Juan estava mais do que satisfeito com o dia inteiro na prática de snowboard. Não que o homem ficasse cansado, havia se preparado a vida inteira para uma vida no escritório, então estava mais do que com as de experimentar a sua breve liberdade. Um Vanderhoff quando nasce já tem seu destino traçado. Uma profissão, um status, uma posição na sociedade mágica que seja respeitada e que isso leve a todos pensarem que é a família que seja destinada ao poder. Aquilo era uma grande perca de tempo, na opinião dele. E mesmo que o mesmo fosse um dos que seguiu a tradição por não querer desapontar sua mãe, ainda assim, estava levando mais tempo que o necessário para se estabelecer em quaisquer que fosse sua escolha.

Anos no Iraque o ensinaram a não superestimar suas decisões tão facilmente, porque mesmo assim, tinha aprendido seu ofício lá. Trabalhar em uma embaixada o levaram a várias direções que não queria, mas também o apresentaram a um novo mundo de possibilidades. Era bem claro que os pesadelos da guerra ainda faziam barulho em sua cabeça e, na grande maioria deles, eram vozes o chamando pra ajudar. Sabia que tinha que se livrar daquela parte ruim de sua vida, agora tinha outras coisas a fazer. Outras vidas para ajudar, e principalmente, a sua própria para livrar dos horrores que havia vivenciado nos anos anteriores. Não era fácil estar em um ambiente tão complexo, mas tinha seu lado bom. Era um Vanderhoff de respeito e isso já lhe dava alguns meses de paz antes que seu pai voltasse a exigir coisas.

Estava gélido, contudo não tanto. Escondido sobre as mangas longas de sua camisa cara demais e suas enormes botas apropriadas, o homem não se deteve em entrar na estalagem com o maior dos sorrisos. Juan, ao seu lado, parecia a ponto de congelar os ossos. - Vamos homem, eu conheci você com mais fibra! - O vozeirão poderia ser ouvidos por todos no lugar, mesmo que estivessem envolvidos demais em suas próprias conversas. - Você tem tendência ao exagero, está congelando, Max! - Juan comentou com a voz trêmula e divertiu ainda mais o amigo que se aproximava do local certo para pedir algo para beber. - Certo, então vamos pedir algo que esquente você e que sirva para parar de chorar. - Aproximando-se o suficiente para fazer seu pedido, o homem notou uma figura brevemente conhecida. Sim, era ela.

A oportunidade de conhecer pessoas não era das melhores onde esteve, mas algumas lhe chamaram a atenção pelo porte. Uma delas em específico, apesar de estar casada. Juan pareceu entender o olhar e quando tentou deter o Vanderhoff, este já estava a meio caminho de encontrar a tal mulher. Certo que a apresentação não fora discreta, mas era uma surpresa ela não lembrar... talvez não tanto. Já tinham alguns anos, muito embora ele nunca esquecesse um belo rosto. - Nos conhecemos a alguns anos, e confesso estar surpreso e um pouco magoado por não ter marcado sua memória. - A falsa modéstia era algo de que ele tinha um certo orgulho, apesar de tudo. Abrindo seu melhor sorriso, voltou a fitar os olhos negros e estendeu a mão em busca da dela para lhe dar um beijo suave no dorso.

- Max Vanderhoff. É um enorme prazer revê-la! - Era uma tremenda falta de educação não lembrar o sobrenome dela, apesar de lembrar da fisionomia. O corpo também parecia mudado e por mais que estivesse escondido sob as roupas de frio, ele era bom em avaliar potenciais conquistas. Não que fosse o pior dos homens, mas era sempre direcionado a elas quando algo lhe convinha. Lamentou, no entanto, lembrar que a mesma mulher era casada e estranhou o fato de encontrá-la sozinha. - Já estamos longe da zona de guerra, o que a traz aos Alpes, Srta.Raven? - Tentou uma sutil iniciativa de conversa, esperando para ser arremessado longe por seu marido a qualquer minuto. Não que fosse necessário, é claro. Ele só estava sendo amigável... inicialmente.


With: RavenA;
Closet; Sou lindo, pq sim! u-u
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Re: Alpen von Liechtenstein [Alpes]

MensagemIraque [#186506] por Raven Amirah » 01 Set 2018, 20:42

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    A fisionomia do homem não parecia estranho, porém não tinha a espessura de se rum troglodita de quadribol, então já não era nenhum atleta; onde mesmo poderia conhece-lo? Será que era amigo do meu ex-marido e por ter afastado de sua realidade já não reconhecia seus antigos amigos? Como dizia Lilith, era jovem ainda para descobrir o mundo dos homens e das mulheres, diferente daqueles que vivenciam relacionamentos sérios. Ofereci com uma das mãos indicando o lugar na mesa. – Desculpe. – Soltara educada e levemente sem graça pelo fato de não lhe recoradr.

    O cumprimento era gentil e cortês nada que fosse necessário impor distância ou afugentar, deixara-o beijar a palma da mão e fazer seu cumprimento retribruindo-o com um enorme sorriso nos lábios.– Max... – Repetira rapidamente olhando para a parte inferior direita do nada. – O senhor Vanderhhoff... Sim... irã ou Iraque? – Questionara vagamente. – Deseja beber algo? –Perguntara logo após de ouvir sua curiosidade.

    - Aqui é um bom lugar para ficar sossegada e descansar, não acha? –Jamais lhe falaria diretamente que estava atrás do meu pai. Aquela revelação era recente demais para soltá-la do nada e... Não que lhe desconfiasse, mas pretendia primeiramente saber de si antes de falar sobre mim. – Estou em um período de férias e pretendi passar um tempo! – Complementara com um enorme sorriso nos lábios e bebericando um gole do whisky. – Aceita? – Oferecia.

    A única lembrança que tinha daquele nome é que tinha um loiro de cabelos curtos em que algumas vezes meu ex-marido questionava sobre o mesmo quando visitava a embaixada. Não era nada importante além de um ser que atraía meus olhares e de alguma maneira e como todo homem, ele notara. Lembro-me de tê-lo pedido para ignorar tal fato, não notava isso e estava focada meais no objetivo de achar meu pai para poder ficar olhando homens enquanto casada. Um mal que segundo minhas amigas, não deveria ter feito: casado por amizade. O problema maior é que não sentira nunca aquele amor que todos falam e se isso existe, ainda não me ocorreu.

    - Você... – Franzira o cenho inclinando levemente o corpo para a mesa diante de Max. – Estava bem diferente né? – Retomara o assunto analisando a cabeleira do mesmo. – Hmmm, e o que lhe trouxe o ar de sua graça? – Soltara suavemente de maneira mais gentil com enorme sorriso nos lábios e bem humorada.
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Re: Alpen von Liechtenstein [Alpes]

MensagemAlemanha [#186534] por Max Vanderhoff » 02 Set 2018, 20:16

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O quão longe pode ir a imaginação de um homem que não conhece uma mulher que lhe atrai? Em meados de seus vinte e seis, o Vanderhoff se perguntou se existia o amor para si. Então encontrou Olena. Nobre, cheia de certezas sobre a vida e suas respectivas situações, tão segura de si quanto das roupas em que desenhava. Tinha o sangue mágico, embora sua fama fosse entre os trouxas e tal situação intrigou-o. Era incrível ver ela se sobressaindo sem precisar de ninguém além de si e isso fez com que ele caísse de amores em menos de dois meses de relacionamento. O que ele não sabia, era que tudo vindo de Olena era uma boa desculpa para tentar entrar na família Vanderhoff. Alguns motivos que não convinham a ele lembrar, mas que o fizeram desejar não amar ninguém por um bom tempo. E três anos depois, ele ainda mantinha tal pensamento. O problema era ele lidar com o encanto que vinha do par de olhos negros a sua frente.

- Iraque. - Corrigiu logo que ela pareceu recordar de alguma coisa. - Um whisky puro. Sem gelo. - Foi preciso na instrução ao garçom e caminhou na direção da mesa onde ela apontara dois minutos antes. Como bom cavalheiro que era - embora não costumasse ser, ajudou-a puxando sua cadeira até que sentasse e depois fez seu caminho até a que estava ao lado, nunca na frente. Mesmo que fosse um homem com instintos das cavernas e com bom gosto de olhar nos olhos durante a conversa, por algum motivo, naquele momento queria intimidade. Talvez alguns minutos de conversa mais baixa lhe rendesse mais do que uma boa bebida, a qual não demorou a chegar. Enquanto a ouvia, pode reparar em duas coisas. A primeira delas, era que ela não usava aliança. O que já foi suficientemente estranho para lembrar-se de que ela tinha um. A segunda coisa, era a maneira rotineira como ela mexia os ombros aos contar alguma coisa. Charme.

Ele gostava de ouvir. Adorava as ouvir, em especial. Seu lado conquistador romântico não lhe permitiria ser grosseiro, embora a última coisa que lhe passasse na cabeça, naquele momento, fosse ir embora para um quarto qualquer. - Férias! É a palavra mais bonita já criada peo homem, se eu fosse ministro, talvez eu decretasse a necessidade de uma a cada quatro meses. - Ela até poderia pensar ser brincadeira, mas ele tinha lá seu lado de verdade. Abriu seu sorriso ainda mais quando lhe foi direcionado sua pergunta anterior e só então se deu conta de que ela não tinha o evitado ou mesmo estava fazendo menção de sair dali. Era uma boa coisa, afinal. - Você gostou? Ouvi dizer que é mais... bem recebido entre o sexo oposto. - E agora sim jogou seu tom sensual, junto a sua clássica piscada com o olho direito.

Embora ele não soubesse afirmar se com ela funcionaria, sabia que usar aquele tom o resto da conversa serviria para desestabilizar um pouco as coisas. - No meu caso, o passeio até aqui se deve ao meu amor pela emoção de descer uma montanha de neve sem proteção. - Enquanto continuava o discurso, não perdeu o ritmo ou mesmo o olhar - por vezes bebendo dois ou três goles de seu copo. - E pra ser sincero, talvez eu estique um pouco mais as férias. O lugar se tornou, rapidamente, interessante. E não falo só da neve! - Flertar era um de seus muitos talentos e quase nunca falhava, e muito embora ela estivesse apta a lhe dar uma negativa em larga escala, o homem não deixou de sorrir ou mesmo demonstrar satisfação com a conversa. A ultima coisa que queria era deixá-la desconfortável ou fazer uma cena em que ela precisasse sair dali aos berros. Ele era um gentleman, no final das contas. Ele esperaria os sinais certos.


Notes: Perdoa o lixinho, chefa! x-x
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Re: Alpen von Liechtenstein [Alpes]

MensagemIraque [#186658] por Raven Amirah » 05 Set 2018, 07:50

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    O interessante depois de muito viver, era poder observar e saber diferenciar o que é algo apenas simples e ingênuo para um flerte ou paquera. Apesar de não saber mais como se fazia aquilo, o agrado da presença não me fazia afastá-lo e tampouco voar em seu corpo loucamente. Como dizia alguns conhecidos, amadurecemos o suficiente para saber controlar nossas pulsões e priorizar o que deve vir em primeiro lugar. Naquele momento, o primeiro lugar era permitir ter uma conversa descontraída que segundo meu próprio irmão – mais novo – não tinha nenhum mal. Ulysses era mais maduro que muita criança ou adolescente que podemos ver por aí e como ele dizia, estava ‘permitindo’.

    Max tinha seu olhar levemente brilhoso o que tornava a noite mais interessante, para um encontro apenas de negócios naquele Alpes, se tornara um ambiente mais acolhedor! Sabia que estava rindo daquela história das férias à cada quatro meses por sentir que os músculos da face contraíam em cada sorriso dos lábios. Juntara as mãos frente ao rosto cruzando os dedos e disfarçando a singela risada baixa ao ouvir o contexto inteiro. – Ah, Ministro! – Finalizava apoiando a lateral do rosto sobre as mãos cruzadas encarando as madeixas do mesmo. Observando cada traço facial de Max mover-se enquanto falava de si. Umedecia os lábios e seguia o caminho do cabelo com o olhar. Sua voz já mudava completamente e era interessante ver como não estava fugindo do mesmo ou mandando-o para fora.

    Sem jeito, esboçara um enorme sorriso em resposta à piscada, umedecera os lábios e por alguns segundos fitara-o. – Depende de que tipo de sexo oposto você está disposto a chamar atenção. – Apertava os dedos entrelaçados de minhas próprias mãos contendo à tentação de saber a textura daquelas madeixas. – Mas são bonitos. –Soltara o elogio enquanto soltava as mãos e afastava novamente o corpo para trás. Com a direita, pegava o copo de Whisky e bebericava o ultimo gole que restava da bebida. – Sem proteção? Isso é bom. –Gostava de riscos e aventuras, não à toa trabalhara no setor de Segurança. – Apelou para a magia não, né? – Claro, bons bruxos sabiam usar cheats nada legais. O melhor de aventurar-se era nú e crú, mas o costume da magia tirava qualquer graça disso.

    Apoiara os cotovelos sobre a mesa abaixando os braços para o meu abdômen e inclinando o corpo para Max. – O quê além da neve, Max Vanderhhof? – Talvez as doses de Whisky estivessem começando a fazer efeito? Não conseguia deixa-lo de encarar fixamente nos olhos com um sorriso de canto de rosto. Não concordava que tinha algo interessante neste lugar e tampouco pessoas incríveis. Okay, tirando uma nova companhia nessa noite, nada mais era interessante.
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