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O trevoso!

Descrição: A trama do trevoso.

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Re: O trevoso!

MensagemRussia [#181016] por Annegrieth P. Holmes » 27 Out 2017, 17:54

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катастрофа #005


As pessoas não paravam de chegar, vindas da mesma direção, reforços enviados por quem? Se Anne bem recordava, aquela missão não era exatamente o que chamava de “legal”. Não podia negar a si mesma, era uma ótima hora para aquelas pessoas chegarem, enquanto seu lobo ainda exibia toda a graciosidade e ferocidade. Não sabia quem eram, mas haveria tempo para descobrir... Ou não. A voz de Gwen se fez presente, conjurando uma nova proteção, dando a eles mais tempo para se recuperar e refortalecer seus patronos. “"Pelo menos fez algo de útil"” Pensou consigo mesma acerca de Gwen, respirando fundo para manter o feitiço.

Com a visão periférica, a loira percebeu uma movimentação estranha do chefe do departamento, que estava bem demais para quem quase havia sido beijado por uma horda de dementadores. Desviando a atenção do feitiço que executava para a ação completamente peculiar do norueguês, Anne acabou deixando seu pomposo lobo começar a sumir. Um novo grito cortou o ar, desta vez de uma garganta feminina. “"O que diabos está acontecendo naquela casa?"”. Todos ouviram, mas ainda assim, estavam muito ocupados com os dementadores, porém, a curiosidade de Anne era um pouco maior que o instinto de sobrevivência. – O que? – Perguntou, ao ter seus pensamentos interrompidos por um estranho. – Não, acho que não – Seu patrono então sumiu, ao mesmo tempo que a russa girou o corpo para entrar na casa, com a sensação de alguém em seu encalço.

"Após quase ser beijado por um horrendo guardião de Azkaban, Lasse Matberg se recompõe milagrosamente e..."” Formulou um trecho de sua matéria, entrando sorrateiramente na casa e dando de cara com uma cena pior do que imaginava. Andrew parecia não estar mais na mesma realidade que os demais, Alisson não dava mais sinais de existência, talvez uma ilusão criada devido à fumaça do incêndio que seguia firme e Antonella agonizava aos gritos devido a um feitiço que Annegrieth conhecia bem e que havia sido lançado por ninguém menos que Matberg “"... E enlouquece, lançando a maldição agonizante na própria subordinada, put* merd*!"”. Sem esperar muito, volta correndo para o lado de fora, com uma noticia trágica e quente em mãos. – Lasse está lançando cruciatus em Antonella! – Resumiu, dando apenas os dados importantes para que alguém tomasse uma providência. “"E eu achando que o obscurial era o furo...""


Off: || Tagged: Alisson Jules; Andrew Schleswig; Antonella Carbeshôn | With: Lasse Matberg; Gwendoline Stankovački; Sammuel Wolters; Morgan Lee Gewn; Ludwing Browlien (NPC); Luff (to com preguiça hoje, sorry) | Wearing: Click Me! | Note: Indo ver que bicho mordeu o Lasse; Comunicando “pras pipou”; Foi o que saiu, to 0 inspiração. | Music: To Have And Not To Hold – Madonna ||
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Annegrieth P. Holmes
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Re: O trevoso!

MensagemCroacia [#181018] por Gwendoline Stankovački » 27 Out 2017, 21:52

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Talvez o mais estranho de toda aquela situação era a presença da coreana. Ela dizia ter ido a convite do diretor do departamento de criaturas mágicas, mas mesmo assim. Na minha cabeça não fazia sentido uma Morgan que trabalha, é responsável... Só lembrava dela como a louca do quadribol e das roupas curtas (essa última inclusive, minha parte preferida), mas vê-la ali, salvando minha vida, era algo completamente inesperado e, confesso, me deixou extremamente grata.

Coloquei o ultimo pedaço de chocolate na boca e me permiti apreciar aquela pequena parte de satisfação por alguns instantes, enquanto conjurava novamente o guarda chuva acima da minha cabeça e da coreana.
- O que? Esses pingos na minha cara estão em irritando, queria um minuto de paz, posso? - Morgan não pareceu muito feliz com a minha resposta, tal vez, mal educada. - Ok, desculpa... Estou irritada com o troglodita ali já faz alguns dias, agora então... - Apontei para o norueguês, constatando, para minha surpresa, que ele já estava em pé, com a varinha em mãos. - Mas o que... - Me levantei e segui na direção do brutamontes. Ele nem parecia quase ter tido sua alma arrancada por um dementador alguns segundos atrás, falava com um tom de imposição, mas não no estilo Lasse... Era algo muito mais frio do que estávamos acostumados, alguma coisa não estava certa. - Ok, mas onde você vai? Eii!! - Fui ignorada por completo. Ele não podia estar realmente acreditando que eu iria impedir os outros ministeriais de ajudarem a gente. Tínhamos um obscurial dentro daquela casa, dementadores rodando a bolha de proteção, qualquer ajuda era necessária. Ele nunca daria essa ordem, não naquela situação.

Algo dentro de mim me dizia que eu deveria seguir o troglodita, mas o meu lado "funcionária do ministério" me impedia de contrariar uma ordem do meu chefe. Mesmo assim ainda sentia meu coração inquieto, sem mencionar a leve dor de cabeça que aqueles dementadores tinham me causado. Parei a certa distancia da entrada da casa, ainda tentando encontrar a razão de aquilo tudo estar acontecendo. Quem seriam os pais daquele garoto? Porque ele não pode aprender a usar magia? De onde vieram aqueles dementares? Como o departamento de criaturas mágicas parecia estar a par situação e nós não? Mantive o guarda-chuva acima da cabeça enquanto observava atentamente a entrada da casa, até começarem os gritos. Meu coração parecia quase sair pela garganta, ensaiei uma caminhada até a casa no momento em que um dos homens junto de Morgan fez a brilhante observação de que algo estava errado.
- Mas o que diabos está acontecendo lá dentro? - Minha atenção estava voltada para aquela situação, até Morgan notar a perturbação na barreira.

Com Lasse lá dentro eu estava segura de que ele tomaria conta de tudo, mas não parecia ser o que estava acontecendo. A jornalista tinha chego até a casa tão rápido quanto minha vontade de esganá-la, mas parecia que tínhamos problemas maiores.
- Cruciatos? O que o c*ralhos aquele idiota tem? Está testando a minha paciência. - Pressionei os dedos contra a varinha e voltei minha atenção para a coreana. - Morgan, você e os outros conseguem cuidar deles, não? - Perguntei, apontando para os dementados acima de nós. - Preciso ir ver o que o Lasse está fazendo. - Desfiz o guarda chuva corri na direção da casa, mas não estava preparada para o que veria. No fundo eu queria que fosse mentira, mas não era. O brutamontes realmente estava torturando a louca da Antonella. Por alguns instantes eu não consegui me mexer, sentia meu corpo pesado, paralisado, como se fosse pedra... - Sim, pedra. Petrificus Totalus!

________________________________
Off: petrificar o brutamontes

[feitico]Petrificus Totalus[/feitico]
Feitiço: Petrificus Totalus[dano: -7]; [dificuldade: 6]; [perde rodada: 1];
Descrição: Esse feitiço faz com que os braços e pernas da vítima se juntem ao corpo e a pessoa fica rígida como pedra, impossibilitada de mexer um só músculo, apesar de completamente consciente.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Mogno, 26cm, Escama de Basilisco, Retorcida

    Usou um Varinha de Mogno, 26cm, Escama de Basilisco, Retorcida.

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Gwendoline Stankovački
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Re: O trevoso!

MensagemEstados Unidos [#181020] por Sammuel Wolters » 27 Out 2017, 22:46

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Sam estava muito p*to. É. Esta parecia a palavra perfeita para o que sentia naquele momento. Seus olhos vasculhavam pelos lados, se havia mais alguém tão estúpido em se meter em uma orda de dementadores. Ao chão, Lasse e sua prepotência, enquanto o enorme e poderoso dragão parecia subir ao ar, conseguindo afastar por talvez alguns minutos as criaturas malignas. Tantas perguntas se afundavam na mente, parecendo estar subindo pelas paredes mais obscuras do inconsciente para a consciência, em busca do que acontecia. Tinha o mínimo de noção na cara de que não as receberia ali, no meio de uma tempestade mágica, muito menos quando o chefe do Departamento de Catástrofes parecia uma pamonha no chão, precisando de ajuda. Não sabia ao certo, se o norueguês entendia o que estava acontecendo ali, já que pelo fato do americano ter vindo de fora, sabendo algumas coisas, fazia a diferença. Esse era o problema: em situações como aquela, tempo era algo crucial, ainda mais se precisavam juntar dados para criar uma estratégia de luta. E o que o panaca fez? Deixou-se cair.

Antes que pudesse falar algo, o dragão desceu ao solo, atingindo Lasse e brilhando por todos os lados, tirando a maldição da infelicidade para longe - Deve ser o suficiente por algum tempo - Limpou as mãos sujas na calça, antes de tentar limpar os olhos da chuva. Sam desceu da vassoura, certificando-se de que a maioria estava bem. Encarou Morgan, que parecia ter olhos somente para a irmã, enquanto Luffendorf tinha certeza de algo estava errado. Os olhos do homem pareciam certificar-se de que a estrutura tão negra dos dementadores parecia ser muito mais do que meros seres sugadores de almas. Sam, deixando Lasse no chão, virou-se para os outros, incluindo uma loira que nunca havia visto na vista - Estão todos bem? Alguém dá um chocolate para esse homem. - Tentava esconder da voz a raiva, mas era impossível. Seu temperamento, às vezes, era como o de um dragão: forte, imponente e extremamente destrutivo. Esforçava-se para ser mais calmos em situações que exigiam isso, ainda mais como Chefe de Departamento. A calmaria, após o Totallum ter sido erguido, não era suficiente para Wolters, que tinha ainda a sensação de que algo estava errado.

Estava prestes a mandar uma mensagem para Browlien, que ainda se mantinha nas colinas, quando a voz de Lasse soou alta. O caso, não era o fato da voz ser firme, mas sim que ele estava vivo. Não como alguém que quase perdera a alma - E VOCÊ ACHA QUE PODE FALAR ASSIM COM ALGUÉM, LASSE? NÃO FOMOS NÓS QUE QUASE MORREMOS ALI. - Gritei, sem perceber nada de diferente nele. Sua voz impositiva acontecia de vez em quando, por isso não parecia nada de mais. Porém, ele não prestara atenção em Sam ou nos outros, como se só existisse a irmã de Morgan. Sam estreitou os olhos, forcando qualquer coisa que pudesse vir do ser vivo, mas nada parecia vir - Quando voltar, vou te dar uns tabefes para aprender a lidar como homem com dementadores - Brandou, sem deixar que a situação acabasse de forma qualquer. Pensou em continuar a conversa, tentando encontrar uma solução para tudo aquilo, mas logo Luffendorf e Morgan se aproximaram, mostrando que havia muito mais que um Lasse estranho.

- Sim, acabei de reparar nisso - Comentou o homem barbudo, confirmando que ainda sabia contar, mas também se preocupava pelo fato de que ainda não haviam repelido mais com um protego poderoso daquele. Luffendorf estava certo em levemente temer pelo que estava ali a frente dos outros: era um ser que seguia uma estranha voz, que também eram capazes de lidar com obediência plena, sem desviar. Ao mesmo tempo, eles haviam começado a tempestade. O que quer que eles fossem, não era exatamente o que deveria se esperar de um grupo tão grande andando por aí - Precisamos repeli-los o mais rápido possível, não teremos tempo para mais nada. Conseguiram ver algo do Lasse? - Luffendorf parecia ter ido ver algo sobre o assunto e Morgan também não havia percebido nada. O que era um infortúnio - Vamos fazer a nossa parte e...

O som de algo bipando em seu bolso o fizera mudar de ideia, onde rapidamente um enorme grupo barulhento de pessoas do outro lado da parede de tempestade parecia assustador - O que houve Browlien? Estamos ocupados aqui e.... - Fora interrompido com as informações que um grupo de ministeriais haviam se aproximado da tempestade e pareciam estar combatendo os dementadores. Um arrepio tomou o corpo de Sam, percebendo que a ajuda havia chego a tempo, aliviando e ao mesmo tempo ainda deixando-o p*to de raiva. Porque Lasse não havia feito isso antes? Em vez de ferrar todos os outros? - Está bem! Conte quantos eles são e vamos manter aqui as defesas, pelo o que quer que tenha dentro desta casa. Que parece extremamente importante para o Departamento de Catástrofes ainda estar aqui. - Com uma confirmação, Morgan encarou Sam, informando que não havia mais ninguém fora, somente eles do Departamento - P*TA M*RDA DESSE POVO. Me perdoe, Senhorita Stankovacki - Viu Morgan fazer uma careta.

- Só há uma coisa a fazer – Disse Luffendorf, movendo sua varinha, buscando a mais profunda e poderosa emoção, trazida estranhamente pela jornalista. Com um Expecto Patronum, o enorme e destrutivo Leão das Montanhas surgiu, rugindo e começando a destruir o que via pela frente. Morgan e Sam, infelizmente, não sabia o que acontecia lá dentro, já que os gritos, foram abafados pelo som dos feitiços que tinha ali ao redor. Estavam próximos demais das coisas - NÃO VAMOS ENTRAR - Reforçou Sam para a pequena equipe - Vamos jogar esses Dementadores dentro do Departamento e avaliar cada um deles, dando a chance para Luffendorf de conseguir uma visão nova de seu livro e eu de f*der Lasse.


Sam e Morgan falharam em saber o que houve com o Lasse.
Luffendorf teve sucesso no feitiço Patrono.
Precisei arrumar a ordem das coisas pra fazer sentido pra mim -q
Feitiço: Expecto Patronum[dano: 35]; [dificuldade: 18];
Descrição: Ser de luz que protege o bruxo de Dementadores e Mortalhas-Vivas. É branco-prateado e sua forma varia de acordo com cada bruxo. O encantamento para sua criação é Expecto Patronum e o bruxo tem de estar pensando numa lembrança muito feliz para conseguir executá-lo. Sendo assim, o Patrono é uma reprodução da felicidade da pessoa, mas como não é um ser humano, os Dementadores não podem vencê-lo.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Castanheira, 28cm, Pelo de Barba de Fauno, Flexível

    Usou um Varinha de Castanheira, 28cm, Pelo de Barba de Fauno, Flexível.

  • Espelho de Dois Sentidos

    Usou um Espelho de Dois Sentidos.

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Re: O trevoso!

MensagemFranca [#181022] por Antonella Carbeshôn » 27 Out 2017, 23:50

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    Se todos os contos de de princesa sempre tem um príncipe encantado com certeza Charlie é do príncipe que sempre me salvaria dos apuros, aonde quer que eu estivesse o meu pedido de socorro com certeza seria atendido. Eu esperava que não demorasse muito Já que as coisas com o garoto não andavam muito bem, além do grito ensurdecedor de Lasse serviu mais como um sinal de alerta do que com pedido de socorro. Realmente as coisas não poderiam estar piores.
    Naquele momento não me restava muito esperar, no entanto, perdida em meio ao corredor, já não sabia o que fazer. Eu iria ajudar o loiro bundudo ou então acudir o moleque das chamas? Sinceramente, naquele momento só me restava esperar que aquela loucura terminasse, mas eu ainda tinha o meu espelho de dois sentidos para enfiar dentro da minha bolsa. O corredor não era tão longo, no entanto, meu pequeno vislumbre do passado fez-me perder tempo, mas ao observar a porta de entrada da casa uma silhueta familiar me trouxe um pouco de alívio. Lasse cruzava a entrada com sua varinha em mãos, o que me deixava aliviada em saber que o loiro estava bem, contudo algo nele estava diferente o seu olhar frio de postura rígida e um sorriso maléfico me fez tremer e sem mesmo esperar o filho da mãe me atacou.

    Apesar de nunca ter sentido a magia era difícil de ser desconhecida, somente uma coisa poderia ser capaz do efeito que ela fazia e com certeza aquela era uma das maldições imperdoáveis. Apesar de não acreditar que ele poderia estar fazendo aquilo comigo, pude por uma fração de segundos olhar em seus olhos e ver que o olhar doce daquele brutamontes não era mesmo, algo estava diferente e eu sabia que ele seria incapaz de machucar alguém que jamais o tivesse feito mal. Eu não consegui me mexer, apenas agonizar de dor, uma dor insuportável como se cada unha minha tivesse sido arrancada friamente, como se cada fio de cabelo estivesse travado na minha cabeça feito agulhas e minha pele estivesse dissolvendo em uma chama de fogo maldito. A dor não me consumia somente externamente, mas também era como se a minha alma estivesse queimando os ossos quebrando eu não conseguia raciocinar direito. Me vi tão em total fracasso, indefesa, me contorcendo enquanto o loiro sorria maleficamente como se estivesse se deleitando com todo sofrimento que estava diante dele. O ar não existia mais em meus pulmões apesar de que ainda havia forças em mim para poder gritar gritar histericamente como se aquele fosse o meu último suspiro, um grito de socorro que eu esperava ser ouvida para enfim receber ajuda ou então a sentença de morte, pois tudo que parecia era que somente a morte me salvaria de toda aquela dor.

    Paris 15 anos atrás...


    Era difícil reconhecer o lugar onde a minha falha memória jamais esteve, contudo, algo em meu interior afirmava que talvez eu reconhecesse aquela decoração. Minha varinha estava sendo segurada com rigidez, mas as mãos ainda trêmulavam emanando poder. O quarto possuindo uma iluminação fraca e uma enorme cama redonda de lençóis brancos, fizeram-me sentir em meu peito uma dor jamais sentida, inigualável, mas que me corroia por dentro. Fazia parte de mim aquela dor, fazia parte daquela cena e ao olhar-me no espelho presente do compartimento luxuoso relembrei o que havia acabado de acontecer. Logo em seguida o homem saiu do banheiro eu ataquei mediatamente sem hesitar com um único pensamento em mente - às vezes as pessoas matam também os que mais amam. -



    Eu já havia matado um homem e agora as memórias já estavam claras. Só em pensar que eu causei dor parecida o pior que aquilo tudo, senti as lágrimas escorrerem e meu rosto enquanto estava sendo suspensa. A agonia pela e invulnerabilidade sem chance de defesa fazia com que até o menor doss meus pensamentos me doesse, me fazendo desmoronar da mesma forma em que aquele imbecil me jogava contra parede para quê ele tivesse chance de fugir. Não pude ver para onde, mas o efeito foi cortado e apesar de que a minha consciência estivesse voltando não pude perceber o rumo que tomou, entretanto, tudo que me restava era encontrá-lo novamente pois aquilo iria ter volta.
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Re: O trevoso!

MensagemItalia [#181033] por Maëlle Dominick » 29 Out 2017, 00:41

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- Você não pode resolver isto? Eu te pago para quê então, se toda vez tenho que ir a empresa para solucionar problemas? – dizia a siciliana para seu subordinado na RosenKrauser, corporação a qual ela havia herdado de seu pai, e, cujo papel no Mundo Mágico era obscuro para a maioria dos reles mortais. Sob debaixo dos panos, num departamento de restrito acesso, o findado Sr. Ulrich Dominick tinha a intenção de criar meios adversos para se controlar a magia, inclusive, através de manipulação genética e quiçá buscar respostas num universo além do terreno.

Após a morte do siciliano, Maëlle conseguira controlar suas ações e, posteriormente, tornar-se sócia majoritária da corporação. Por muitos anos, sua obsessão foi fazer com que estes estudos trouxessem seu irmão de volta à vida, numa alusão infantil de que isto tiraria, consequentemente, a loucura de sua mãe, podendo ter uma família “normal”, e, não fazer dela a última remanescente dos famigerados Dominick.

Claro, as coisas não fluíram como a ruiva desejava, e, por fim, viu seu objeto de desejo por tantos anos ir à mingua, necessitando encontrar um outro objetivo em sua vida. Havia partido para o Egito, todavia, Loebens a trouxera de volta para Liechtenstein, para o Ministério da Magia, para o Departamento de Mistérios. Ele partira. Outro entrara. Alguém de seu total desafeto, cuja primeira aparição na posição de chefe lhe apartara qualquer relação frutífera entre chefe e subordinado. Ela não tinha mais porquê se prender ao departamento. E, por muitas vezes, pensara em desistir. Todavia, a ruiva considerava um ultraje, alguém de tão longa data naquele departamento simplesmente sair.

Para ela, por algum tempo, sair significava desistir. Contudo, paulatinamente, sua saída ia ganhando novos contornos, novos significados. Rosenkrauser, cujo desfecho ia aquém do que se esperava, o trajeto diário de Liechtenstein - Alemanha, uma vida sem propósitos, sem objetivos, sem significados. Isto parecia tão impalpável para alguém tão cética em certas coisas como a ruiva, uma mulher criada para ser a mais racional possível, mas, que por fim, foi parar no lugar onde coisas inexplicáveis aconteciam.

Concomitante a sua conversa com seu subordinado, o chamado do tal chefe viera, convocando-a para uma missão com fins que a levariam a Kiev, Ucrânia. Graças a Salazar pela magia existir, caso contrário, sua presença naquela cobertura de um prédio específico da capital ucraniana, demoraria mais do que a urgência de sua presença requerida.
– Resolva isto, Schenker – entregou a pasta para o alemão a sua frente. – tenho negócios a tratar. Quando voltar, nós conversaremos sobre. – disse, com poucas palavras, mas o suficiente para que o alemão sentisse a apreensão de uma dispensa inoportuna e inesperada de anos de serviço na corporação.

Obscurus - era o que iriam enfrentar. Bruxos que por espontânea vontade (ou não) tentam suprimir a magia existente em seu DNA. Era difícil imaginar como alguém relegaria a uma vida sem qualquer uso da magia em seu cotidiano. A maioria são vítimas de abuso psicológico ou físico, geralmente advindas de famílias mistas, e, talvez por isto, muito se cultivou a ideia de casamentos entre bruxos ao invés de mistura com os trouxas. Talvez o excesso de miscigenação houvesse criado estas criaturas unas e incomuns. Só isto ou uma mente deturpada explicaria o motivo pelo qual alguém tentaria conscientemente suprimir sua magia. Todavia, achando necessário afastar-se de suas conjecturas sobre o tema, a bruxa ouvia os comandos de seu chefe (não por muito tempo), que a designaria, junto com mais quatro colegas, para a missão de “cuidar da tempestade”.

Soava boçal quando se comparado ao frenesi de enfrentar uma horda de dementadores. Mas, para quem não possuía um patrono, não soava de bom tom nem inteligente enfrentar tais criaturas. De longe, eles avistavam um pouco do cataclismo no qual o tal obscurial estava emergido, esperando que não fosse ela a deparar-se diretamente com a criatura desembestada e tentar controla-la, principalmente se tivesse de usar de um diálogo inflamado para. Estes tipos de coisas nunca fora de seu feitio. Solidarizar-se a tal ponto com a tragédia alheia soava-lhe tão distante como a longitude entre o céu e o inferno.


- Eu não montar nesta coisa medonha, você tá louca, Isla? – dizia como se questionasse o óbvio para a colega de trabalho. – o cenário não deve estar muito longe daquelas copas de árvores – sinalizou uma pequena floresta a fundo – posso aparatar lá e, possivelmente, chegaremos no mesmo tempo, quiçá mais rápida que vocês neste monte de madeira velha. – dizia desdenhosa, explicitando seu, desde sempre, desafeto nutrido por aquele instrumento, arma principal de um esporte asqueroso que ludibriava uma manada de bruxos.

Tão logo a tarefa foi dada, tão logo a ruiva partira, usando do meio mais óbvio, eficaz e seguro de transporte bruxo. Não era de bom tom nem racional surgir no meio de um cenário belicoso como aquele, cujos céus se avistavam figuras azul-prateadas e uma tempestade digna de cenários hollywoodianos. Com sua varinha em riste, a ruiva conjurou um feitiço de impermeabilização para que não ficasse ensopada, resfriada. Em seus óculos escuros, também usou o feitiço “Impervius”, fazendo com que sua visão não fosse dificultada pela tempestade. Antes de partirem, Isla lhe dera alguns chocolates, caso algum Dementador lhe achasse. Embora no fundo ela soubesse que eles não teriam muito sucesso com sua “alma”. Sua felicidade de longe jamais seria atrativa àquelas criaturas das trevas. Todavia, aceitou de bom grado a atitude da colega que distribuíra para os demais participantes daquela “missão de estiagem”.

Fora entre os arbustos que o corpo de Maëlle ganhara vida. O que seus olhos vivenciaram estava longe de ser algo belo - um retrato pitoresco dos mais insanos artistas, quiçá uma visão apocalíptica de fim de mundo caso ela acreditasse nestas balelas trouxas. Acima, outros bruxos vinham, cumprindo os desígnios de afugentarem os dementadores para que conseguissem ter acesso à criatura do capiroto. Possivelmente outros departamentos ali estavam. Os inomináveis costumavam ser os últimos a chegarem numa esfera daquela alçada, sinal de que os demais não estavam sendo qualificados o bastante para lidar com aquele tipo de conjectura. Entre os arbustos, ela vira seu chefe se transformar durante a queda numa representação animaga. A cena seria digna também de cenários hollywoodianos, todavia, posto ao desafeto nutrido pelo chefe, no mínimo soava para uma Bollywood da vida. Paulatinamente, os retardatários vassourentos chegavam e Maëlle se unira ao pequeno escopo de quatro bruxos, tentando achar uma posição segura o bastante para que pudessem conter a tempestade, o que acabou se tornando tangente a posição de meia-lua dos bruxos que acabavam de chegar com seu chefe.

Assim, concomitante aos conjuros patronais, ela fazia sua singela participação naquela cena curiosa e inusitada. Movimentavam as varinhas em meio às chuvas, patronos, destruição, um conjunto de copas esverdeadas e um casebre aparentemente incólume a toda aquela magia singular e incontrolável criada por um bestial, segundo ela pensava. Com o alavancar de varinhas, as vozes soavam os encantamentos cabalísticos
- Meteolojinx Recanto -com o intuito de fazer aqueles aguaceiros cessarem e proporcionar um movimento mais ordenado dos ministeriais que lá se encontravam.


Ação: Conjurar Meteolojinx Recanto para cessar a chuva, juntamente com outros quatro bruxos NPCs.
PS: Post não revisado. Mals o post cocô. Foi o que saiu.
Maelle usa: Clique Aqui
Feitiço: Impervius[dificuldade: 6];
Descrição: Torna algo à prova d'água.
Feitiço: Meteolojinx Recanto[dificuldade: 10];
Descrição: Faz com que chuvas criadas magicamente cessem.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Olmo, 26cm, Pelo de Pégaso, Retorcida

    Usou um Varinha de Olmo, 26cm, Pelo de Pégaso, Retorcida.

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Re: O trevoso!

MensagemLiechtenstein [#182639] por Narrador » 17 Jan 2018, 20:14

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    “Não tenha pena dos mortos. Tenha pena dos vivos, e acima de tudo, daqueles que vivem sem amor.”



    - Você realmente acha que é capaz de resistir aos meus desejos? – Disse sua voz sinistra. – Você foi apenas o meu cavalo de Troia, homenzinho. – Lasse não sabia o que acontecia com seu corpo, sua consciência estava mergulhada na absoluta negritude imposta pela voz em sua mente. Talvez ele já estivesse morto, talvez aquele fosse o inferno que o norueguês tinha direito, talvez esse fosse seu verdadeiro desejo, uma morte no campo de batalha como o verdadeiro soldado que sempre fora. Mas a sorte não estava em seu lado, aquele não era o dia de sua morte, seria apenas o marco de sua vergonha. - Petrificus Totalus! – Disse a croata Stankovački ainda sem entender os motivos para que o seu chefe executasse uma maldição imperdoável, Lasse tombou rígido como uma pedra sólida e só então Gwen pode ter noção do que realmente estava acontecendo.

    O frio mais uma a atormentou, as lembranças ruins a sensação de que toda a felicidade havia desaparecido assolaram a menina de cabelos cor anil. O chão congelou e do corpo do Norueguês emergia a sombra causadora de tudo, as trevas a abraçaram com um manto espeço da própria escuridão que existia por ali, o cheiro de podre inundou as narinas da nascida em sagitário e todo o seu corpo tornou-se imóvel, não era o medo que a mantinha presa, a força era muito maior. O “Mal” seguiu para o local onde o pequeno Alec se esforçava para descansar, a fera estava onde precisava estar e agora nada podia impedi-la de matar sua sede.

    A sombra flutuou velozmente até encontrar outro corpo caído, mas não era aquele que o interessava, seu foco era o Obscurial que serviria como parte do ritual que traria seu corpo de volta. – Finalmente!– Disse o monstro gesticulando com as mãos e passando a absorver a massa negra que Alec havia se transformando. – Não!!!!!! – Gritou o menino assim que sentiu seu “corpo” começar a se partir, Jules sentiu sua dor, ela sabia que ele estava sofrendo e ainda assim o menino se esforçava para mostrar-lhe a verdade incrustada em suas memorias. Com um lapso, eles foram levados para o quarto pequeno que Alec vivia, ao seu lado um menino de cabelos negros dormia e ainda assim era possível ver as marcas de seu cansaço. Alisson teve certeza que nenhum dos dois estava naquele lugar por vontade própria, seu coração estava despedaçado e a tristeza a envolvera de forma clara. – Me chamo Paul, ou pelo menos é isso que me lembro. – Falou a voz de uma lembrança que logo foi cortado pela imagem das diversas noites em que Alec velava seu sono, que sentimento era aquele que o Obscurial não conseguia compreender? A verdade é que ele o amava e que tudo o que fez, foi para protegê-lo daqueles que o queria ferir.

    Sammuel manteve sua posição, sua luta não estava dentro daquela casa cheia de pessoas estranhas, seu objetivo era outro e lutar contra os dementadores era a melhor forma de desvendar o mistério que envolvia aqueles poderes tão estranhos. – Um conseguiu passar! – Disse Luffendorf já direcionando seu patrono na direção da criatura que parecia enfraquecida de alguma forma, os vários animais cintilantes impactaram o mesmo alvo e desta vez não houve escapatória. – Abatemos ele! – A voz de Morgan avisou da vitória que o departamento de criaturas havia tido, claro que com a ajuda vinda do exterior das barreiras defensivas. – Você está sentindo isso? – Perguntou um dos inomináveis que Éden havia selecionado para aquela empreitada, sua resposta fora clara, era impossível que um bruxo que entendesse de magia negra não reconhecesse tal podridão. – Precisamos entrar. – Ordenou o chefe de departamento de forma inquestionável, do lado de fora não teria muito o que fazer já que os dementadores haviam parado de atacar as defesas. O jovem sabia que o verdadeiro problema não estava naquela parte do campo de batalha e que se quisesse ser útil, era preciso estar na vanguarda, Sem titubear, tocou nas mãos de seu amigo de trabalho e aceitou a aparatação.

    Perto dali, Andrew se esforçava para manter os cinco espectros longe de seus companheiros, ele servia como um farol em meio à escuridão tempestuosa, quem sabe o poder que brotava em seu ser não provinha da esperança que muitos acreditavam ser a única forma de vencer as trevas. Mas por que o ruivo? Ele não era bondoso ou - tão pouco - uma pessoa caridosa como os marqueteiros reais se esforçavam para fazer a sociedade dinamarquesa acreditar. Contudo, And tinha a coragem necessária para assumir as obrigações que lhe eram destinadas, o príncipe sabia que apenas ele tinha o poder necessário e ao atacar as feras espectrais, seu mundo finalmente clareou. O bruxo pode compreender parte da essência do que ele estava combatendo, se antes ele havia sido chamado para derrotar um Obscurial, agora ficará claro que o problema ia muito além da compreensão anterior. O monstro se alimentaria da alma e do poder maligno que vivia dentro de Alec, ele consumiria a criança para que pudesse caminhar entre os homens.

    Não houve tempo para cumprimentos ou conversas aleatórias entre Eden e Sammuel, a breve calmaria causou estranheza em todos, os dementadores não estavam mais ali e a tempestade sessava tão rápida quanto havia se iniciado. – O que isso? – Perguntou Morgan ao sentir sua magia sendo puxada para dentro da casa, em instantes a barreira e os patronus haviam sido sugados, agora diante dos olhos dos chefes de departamento, existia a iminência do que parecia ser uma explosão mágica. – Algo está reunindo energia dentro da casa!– Falou um dos inomináveis. – Mas consigo sentir que o calor está aumentando. – Disse o rapaz que Eden levou para ajuda-lo a resolver possíveis problemas com ocluação. – Os agentes do departamento de catástrofes estão lá dentro! – Morgan alarmou a todos no exato momento em que a intuição de Annegrieth lhe dissera que a coisa estava fora das capacidades dos bruxos que estavam ali. A jornalista podia parecer uma total inútil ou quem sabe um peso morto, contudo, ela já havia ido ao o local onde o Obscurial se encontrava, se Anne era boa em alguma coisa, sem duvida aparatação era uma delas.

    A sucção absorveu os efeitos mágicos que nossos heróis possuíam e agora Antonela, Lasse e Gwen podiam voltar ao trabalho, mas a equipe não estava completa. Andrew e Alisson corriam sérios perigos, o calor dentro da casa aumentava e as chamas passavam a consumir o local. De onde Alec estava, eles podiam sentir um forte poder tornar-se cada vez maior. Por alguns instantes, a lembrança de seu passado lhe veio a memoria e Antonela pode mais uma vez sentir o peso do poder das trevas, o sentimento era o mesmo de quando seu primeiro amado demonstrou o que eram “As artes das Trevas”, o medo lhe tomou para sí já que se morresse ali, seu filho jamais saberia a verdade. Fugir era sem dúvida a opção mais obvia, contudo, está era uma decisão que envolvia mais de uma vida.

    A carne de Alisson voltou a arder, a mulher sentiu algo escorrer por suas narinas e para outras lembranças ela foi levada. – Eles são iguais, da mesma raça? – Disse o pai de Alec ao analisar o que a professora dizia sobre as anormalidades que o seu “melhor amigo” fazia. – Não sei, mas o menino é estranho. Você precisa leva-lo daqui, já me basta o seu filho. – Alec então teve a certeza que precisava agir, ele o protegeria nem que para isso tivesse de destruir todo aquele lugar! Alec pegou alguns travesseiros e com seus poderes os fez parecer à imagem de seu amigo, o Obscurial forjou a morte daquele que fora seu verdadeiro amor e então o fez dormir para poder leva-lo para longe, para protegê-lo. As lembranças se foram e Alisson se viu outra vez dentro do casulo criado pelo menino. – Você ficara comigo, até o fim? – Disse ele enquanto chorava as dores de seu corpo dilacerado.


    OFF – Então, desculpem a demora, mas antes tarde do que nunca. Confesso que fiquei bem emocionado ao escrever esse post (sim eu tenho coração e ele bate, as vezes) e espero que gostem. Estamos na reta final das postagens e muito provavelmente a atualização de conclusão ficará a cargo da Fernanda, só lá que vocês realmente vão conseguir compreender tudo o que está acontecendo. Perguntas do tipo: quem é esse Paul, onde ele está, cade o fdp pai do Alec, quem é esse bicho dumal? Tudo isso deve ser informado quando todas as peças do quebra cabeça estiverem juntas, sendo assim, vamos às ações:

    1 – Aqueles que possuírem dois ou mais em pontos em “Feitiço” ou “Identificar Magia” podem entender que a explosão iminente é uma mistura de poder magico bruto e fogo maldito. Os danos que essa explosão pode causar, estão além do compreendimento rápido dos seus personagens e eles não têm tempo para perder analisando o “Big Bang”. É preciso tentar achar uma forma de minimizar os estragos que isso vai causar para o ON da sociedade bruxa, dai é usar a imaginação e as informações da ficha de cada um. A única coisa exigida é a necessidade da POSTAGEM de 7 personagens trabalhando neste objetivo especifico.

    2 – Todos que estiverem dentro da casa até o final desta rodada, receberão 60 de dano, não têm jogada que o proteja disso.

    3 – Quem estiver do lado de fora receberá 60 de dano, mas esse dano pode ser reduzido a 10 com o uso adequado de feitiços de proteção de nível 7 e 8. Para esse caso é necessário fazer a rolagem básica do

    4 – Andrew está desacordado, e como consequência da sua falha na jogada anterior ele só pode interagir ou tomar ações com pessoas que tenham alguma qualidade que permita ver ou ouvir espíritos. Têm uma última coisa que ele pode fazer, interagir com Alec direto no mundo espiritual, isso pode dar a informação de onde o “Paul” está.

    5 – Alisson está presa, precisa achar um modo de sair de dentro do Alec. Não precisa rolar dados, basta ser criativa e coerente com tudo que vêm sendo narrado.
Editado pela última vez por Eiríkr Glücksburg em 17 Jan 2018, 20:18, em um total de 1 vez.
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Re: O trevoso!

MensagemAlemanha [#182771] por Alisson Jules » 25 Jan 2018, 22:25

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Eu já sabia que essa missão não seria fácil, mas também não esperava que tudo isso que está acontecendo agora fosse acontecer logo de cara como minha primeira tarefa. Tudo bem que eu não tinha a pretensão de achar que sairíamos do departamento para comer biscoitos com leite, mas essa ideia não me parecia muito ruim agora. Eu mal tive tempo de conhecê-los melhor, apenas saímos uma vez para beber na taberna, ainda tinha a minha irmã Sarah, eu queria tanto revê-la...
A dor nas memórias daquele menino beirava ao ponto de ser insuportável. Eu me sentia cada vez mais fraca e com menos vontade de lutar para manter a lucidez. Ele era muito forte. Eu me sentia igual ao Atlas, como se ele pudesse me esmagar com o peso das suas memórias doloridas enquanto eu suportava – ou pelo menos tentava suportar - aquele peso.

- Ei! Você não pode fazer isso com ele! Ele é apenas uma criança- Eu tentava gritar, mas era como se eu estivesse sem voz. - Pare, por favor, pare. - Eu sentia tudo, mesmo não querendo sentir mais nada. Alec estava se "partindo" em pedaços e mesmo assim ainda lutava para me mostrar mais do que acontecia em sua memória. Achei que eu pudesse realmente confiar no que eu tinha dito a ele, que iríamos sair dali juntos e que ele podia confiar em mim. Ironicamente eu sentia aquilo que mais odeio nas pessoas: A falta de esperança.
Em menos de um segundo fui arrastada para outra de suas lembranças, mas creio que dessa vez, Alec não tinha controle sobre isso. Um pequeno quarto apareceu diante de mim e pude ver onde Alec vivia. Ao lado estava ou outro menino de cabelos negros que parecia extremamente cansado. Por algum motivo tive a certeza quem nem o garoto gostaria de estar ali.
- Paul? - Repeti após ouvir o seu nome da lembrança. Quem era esse agora? A cena mudou novamente num piscar de olhos e pude ver Alec velando o sono desse tal Paul. O jeito que o menino o olhava, era o olhar de quem ama extremamente alguém. Eu sabia, eu fazia o mesmo com a minha irmã Sarah antes dela ter sido tirada de mim e da minha mãe. Todas as noites eu tinha que me certificar que ela estava bem e que não ouvia as brigas que o pai dela tinha com a nossa mãe. Como irmã mais velha, eu me sentia no dever de protegê-la de tudo a todo custo. Será que era exatamente esse o sentimento que Alec também tinha? Ou era algo mais forte?

Enquanto minha mente vagava nas lembranças desse menino tão sofrido, sentia minha pele arder. O lugar onde estávamos ficava cada vez mais quente, ou talvez era a "barreira Alec" que estava saindo do controle? O que estava acontecendo? Meus colegas de trabalho estavam bem, não é? Tinham que estar. Por mais que eu tentasse eu não conseguia ver o que acontecia por ali. - Alec, pode me ouvir? - Tentei falar com o menino. - Eu sei que você está muito mais assustado agora - um liquido quente escorria pelas minhas narinas e respirar era cada vez mais difícil - Mas eu ainda quero sair daqui com você. - Arfei – Quem era essa pessoa que você me mostrou? Eu sei que ela era ou é especial para você, senti tudo o que você sentiu naquele momento. Sei que você não é uma criança ruim, por isso eu não desisto de você - talvez eu fosse maluca, talvez fosse o desespero que tomava conta de mim. Provavelmente eu morreria no final dessa missão, mas a única certeza que eu tinha era de que as memórias que eu tinha visto não eram falsas, Alec era uma boa pessoa. - Sim, eu vou ficar com você, eu prometi. Lembra? - Falei, mesmo ainda estando presa a ele. Eu tinha conseguido me aproximar dele conversando calmamente. Então quem sabe assim eu poderia sair dali também, já que erguer uma varinha o assustou...
Torci para que meus amigos escapassem dali. Desde o começo disso tudo a minha intenção foi proteger eles, mesmo que isso significasse que eu ficasse para trás. - Me fale sobre ele Alec, me conte quem era esse Paul. Onde ele está agora? - Eu disse, deixando minhas lágrimas escorrerem pelo meu rosto novamente.

Mentioned: Alec, Paul e Sarah Stromfield | Listening: Bring Me The Horizon – Avalanche | Notes: Ação: Conversar com o Alec buscando mais informações.
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Re: O trevoso!

MensagemFranca [#182987] por Antonella Carbeshôn » 19 Fev 2018, 17:40

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“Dizem que no inferno existe um lugar
onde seus piores pesadelos se repetem
sem parar, mas muitos não precisam
morrer para chegar lá.” - Wolverine




    Um suspiro profundo de alivio me tirou do torpor da dor. A maldição do crucius que uma vez eu mesma já havia hesitado de lançar me atingira como um raio certeiro, uma manada de Erumpente, um banho de fogo maldito ou qualquer outro inferno que me levaria ao fundo do poço. Assim também pude comprovar a veracidade dos fatos e mesmo sem ter consciência do porque, os pomos de ouro voavam feito meteoro por hora rápido e em seguida foram desacelerando conforme minha consciência voltava a funcionar e a lucidez fazer sentido. Minha cabeça ainda doía e levando as mãos até ela, alisando os fios loiros e tentando me recompor, busquei observar o quão critica estava a situação. Eu nunca havia passado pelo inferno, mas pelo que falavam, nossos piores pesadelos repetiam-se sem sessar, dores infinitas e tormento em um lugar quente, gente gritando, moribundos e fogo de uma chama eterna onde nossos corpos carbonizariam eternamente. Aquela era uma experiência única, mas pela qual eu jamais gostaria de passar novamente. A cena em minha memoria se formava aos poucos vendo a situação do ambiente, talvez o inferno pudesse vir a terra e nem mesmo precisávamos morrer para estar nele.

    Lasse estava no chão, aparentemente petrificado, contudo, um dia me pagaria por ser tão idiota a ponto de se deixar ser controlado. Com certeza não guardaria magoas nem rancor, mas, jamais esqueceria tanto falta de cautela com a situação. Dentre todas as minhas vontades naquele momento a maior era ter dado um fim logo naquele garoto enquanto tivemos a chance, mas agora eu nem me reconhecia depois de tantos anos sem ter noção de que outro lado de personalidade existia em mim. Tudo o que eu sentia naquele momento era raiva, no entanto, meu controle emocional era essencial para que eu pudesse sair com vida daquele lugar. Os indícios de incêndio se propagavam pelo ambiente e a casa agora mais parecida com as outras da cidade destruída mostrava-se menos segura e o pior de todos os fatos: eu estava nela.


    Agradeci mentalmente por não estar de salto e por ter escolhido uma roupa mais adequada como o jeans me vestia. Apoiando-me nas paredes do corredor me consegui por de pé, dando alguns passos para observar pela porta como estava a situação no quarto onde o garoto provavelmente ainda estaria. Instintivamente saquei a varinha ao observar a massa negra que rastejava em direção ao que parecia ser o obscurial, no entanto, não consegui observar mais ninguém no quarto além de Andy que aparentemente estava desacordado. Um calcário tomou conta de meu corpo ao observar a cena de uma criatura tão poderosa quanto o obscurial sendo "sugado" por outra e a magia negra no lugar se tornavam tão palpável quando uma cortina de fumaça, sendo densa e quase tóxica. As condições da construção estavam cada vez mais degradantes a cada segundo que se passava, sendo com o aumento das rachaduras pelas paredes, tremores na casa ou até mesmo a imagem das massas que momentos se comprimiam e em outros se expandiram tomando conta de quase todo o espaço presente no quarto.


    Um simples sacudir de varinha trouxe Andy até meus pés. A magia era simples mais bastante útil para evitar que eu gastasse o pouco tempo com atos heroicos e com o dinamarquês próximo o suficiente, consegui arrasta-lo para a sala onde Lasse ainda permaneciam no chão e Gwen se mantinha mantinham com seu foco mágico ainda aposto. - Foi você quem...? - Perguntei para a mulher de cabelos azuis indicando o chefe do departamento com cabeça e tive a minha confirmação de que ela havia salvado-me do que aquele maldito teria me feito. Eu estava aliviada, mas não o suficiente para esquecer o calor das emoções, tampouco as dores que Lasse havia me causado. – Vem, me ajuda com o Andy que vou tirar a gente daqui. -


    Nuances se tornaram flashes do que eu estava prestes a fazer, mas eu já estava decidida. Eu já havia entregue de bom grado um homem para a morte e hoje ela receberia outro. Meu a atos heroicos tinham uma limite e friamente resolvi deixar Lasse testar a sorte na sua vida. O bruto, bundudo e gostoso seria um desperdício, no entanto, ele acabava de se recuperar totalmente de seu encantamento e estava prestes a levantar quando percebi que Gwen estava pronta com Andy segurando-o firmemente me restando apenas dar de ombros, me juntando aos dois aparatei para fora da casa até onde minha visão alcançou pela porta aberta.


    Eu já havia aparatado com mais de uma pessoa em meus testes para o ministério da magia, contudo agora era diferente e meu estado debilitado me fez ter um pouso não tão confortável. Os ministeriais que transportei estavam em segurança, no entanto fui cuspida a alguns metros de distância com um enjoo me fazendo vomitar a última refeição do dia e guardar na memória que nunca mais deveria fazer esse tipo de coisa.

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  • Varinha de Jacarandá, 27cm, Cabelo de Vella, Rígida

    Usou um Varinha de Jacarandá, 27cm, Cabelo de Vella, Rígida.

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Re: O trevoso!

MensagemLiechtenstein [#183316] por Narrador » 21 Abr 2018, 21:53

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    Antonella estava por um fio devido aos maus tratos de seu chefe, Alisson estava envolvida em uma bolha em que o Obscural criara, seria difícil de sair. O chefe do departamento de Criaturas mágicas, agentes inomináveis e até mesmo alguns aurores estavam se preparando para serem a cavalaria de toda a situação. Andrew, Gwendoline e os demais envolvidos procuravam não apenas se safar, mas também salvar à todos.

    Resultado? Alisson por ajuda de Andrew e Gwendoline, pudera se safar menos mal que o estado de Antonella, que estava sendo encaminhada imediatamente para os cuidados médicos, sua vida estava por um fio. Sammy, Maelle e os demais, foram a cavalaria necessária para os agentes de departamento de acidentes e catástrofes mágicas, exceto pela maldita sorte – ou perturbação - de Lasse. Fora o último a sair quase sendo sucumbido pelo CAOS que se instalava. Alec havia sido levado, o Ministro esperava próximo dos arredores os agentes e principalmente Lasse, que a partir dali, seria levado para os cuidados médicos e então para Azkaban.

    Ver Lasse sendo preso e necessitando de cuidados, provocara certa confusão na equipe... O mesmo parecia abatido, confuso e... Desesperançoso. A jornalista que antes participava atrás de acompanhar todo o desenvolvimento do caso para poder divulgar, parecia relutante em dizer a verdade que vivenciara. Pela primeira vez colocou-se em dúvida sobre a verdade e o que deveria ser exposto. Posteriormente, seria capaz de decidir com mais clareza sobre os fatos vivenciados, sobretudo, também estava afetada e sem ferimentos graves.

    A barreira não descera totalmente, porém custou muito a energia de todos para conseguir evitar que aquilo acontecesse. Os agentes da academia de Departamentos de Catástrofes e Acidentes Mágicos foram mobilizados para obliviar aqueles que tivessem visto algum sinal mágico e para manter a barreira mágica evitando que os trouxas tivessem acesso à tudo.

    Assim que a equipe voltara para Liesch semana após o ocorrido, entregaram seus relatórios para um dos membros da Suprema Corte que a partir daquele momento iria investigar todo o ocorrido. Lasse estava sendo acusado de tortura, traição e desobediência administrativa de ordens superiores, crimes dos quais deveria ser apurado provas e providências. O Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas estava oficialmente sem um chefe responsável e cabia à todos, cuidar pelo seu emprego.


Dando um final resumidísssiiisssiiimo devido as variáveis off e on da vida né.
- Bonificações: (poderão escolher apenas UMA das opções abaixo, ou APENAS UM de seu pré-requisito caso já tenham os listados abaixo:)
- Quem postou de 1 a 3 vezes na trama: Protego Totalum
Quem postou de 4 a 5 vezes na trama: DCAT OU Cultura Mágica OU Feitiços OU Ocultismo
- Quem postou de 6 a 8 vezes na trama: Prontidão OU Intuição
- Registrem o ultimo post de vocês com uma das bonificações desejadas e se for um pré-requisito avisem-me para que possa identificar!
ps: caso não saibam quantos posts cada um fez, ou tenha preguiça de contar: ta no spoiler! (validado com a introdução).


REGISTROS ATÉ O DIA: 25/05, quem não fizer até lá, perderá a bonificação!


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