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Sala de Reuniões

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Sala de Reuniões

MensagemGrecia [#150075] por Faunos, o Centauro » 25 Jun 2015, 17:02

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"Sala de Reuniões" era o que diziam as palavras douradas sobre a quinta porta do corredor. Naquele local, apenas as pessoas autorizadas pela chefe do departamento poderiam entrar, medida para assegurar o sigilo dos assuntos ali tratados, assim como era o caso do feitiço de isolamento acústico que envolvia todo o recinto, impedindo que tudo o que ali fosse dito pudesse ser escutado do lado de fora da sala.

Outro detalhe importante do local era que a extensão da mesa e o número de cadeiras poderia aumentar de acordo com a quantidade de pessoas que estiverem na sala, de forma a não deixar ninguém sem lugar. As duas paredes brancas do lugar também poderiam ser alteradas de acordo com a necessidade dos ocupantes, podendo exibir, por exemplo, um quadro negro.
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Re: Sala de Reuniões

MensagemNoruega [#167455] por Lasse Løkken Matberg » 24 Set 2016, 16:37

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    TRAMA DO DEPARTAMENTO – um novo começo, again?(!!!)


    Incompreensível, inadmissível e... Irrecusável. As três palavras que descreveram completamente o decorrer daquela reunião que tivera com o Almirante Vossa Alteza Real. Não tinha o mínimo de gosto ou orgulho de sair dos militares e seguir para o mundo bruxo. Sua desculpa era em alto e bom tom: mais uma forma de estar próximo do Ministério da Magia é tendo alguém lá dentro de sua confiança e que ao mesmo tempo pudesse fazer um trabalho exemplar, principalmente se tratando da segurança dos trouxas e dos bruxos. Não perderia minha patente, minhas missões, pelo contrário, seria quase um subemprego dentro do meu título de tenente coronel que mesmo assim não me agravada nem um pouco. Meu gosto e meu agrado era estar em campo e não entre quatro paredes, porém, se ordens reais são dadas é porque devem ser cumpridas.

    Certamente minha família ficaria orgulhosa, exceto meu pai que desejava ter meu posto quieto entre os militares, mas se existia tal necessidade, assim deveria cumprir e se conquistando tal espaço dentro daquele Ministério, trataria de ensiná-los a como ser um esquadrão de verdade. – Barry, acho que eles não sabem o que é um batizado alcoólico!– Comentava enquanto virava mais uma garrafa de cerveja em meus lábios. O líquido dificilmente me deixaria atordoado facilmente e isto me garantia boas bebidas em grandes quantidades principalmente após aquela ordem de Vossa Alteza. – E aquela mulher lá?! – Sussurrou baixinho, insultos reais poderiam causar guerras ainda mais em uma taberna no meio de Dublin longe de suas terras natais.

    – A encontrei após o almoço para saber lá do departamento e ela não soube nada praticamente... Não aceito uma pessoa que não possua noção de gestão das coisas... – Virava mais outra garrafa e soltava uma grande risada. – Claro meu amigo! Serei fiel apenas aos filhos legítimos de minha nação e AÍ se resolver fazer algum mal para os meus amigos.– Explicava o quanto estava desgosto em ter uma rainha como aquela mulher, aquele tipo é capaz de matar os príncipes para ter o poder, mas ficaria de olhos bem abertos para quando esse momento chegar, ser capaz de estuporá-la para bem longe da Noruega.– No mais é gostosa mesmo! –Brindei com Barry em outra gargalhada. Aquela noite seria comemorada uma nova fase.– Então você assume essas outras coisas, pelo visto o nosso pelotão vai se dividir, mas não se esqueça de mim. – Precisava dizer aquilo. Não gostava de abandonar meus homens e vê-los ali, reunidos para uma despedida, parecia ser mágica.

    A badalada do relógio tocou doze vezes e a cada toque, os copos foram preenchidos com o mais antigo whisky que a taberna poderia ter, ao fim o meu copo estava ali. Encarei os meus amigos, erguemos as taças e brindamos em um único gole a minha despedida. Deixei sobre a mesa o análogo do copo vazio, de mais uma missão da minha vida cumprida e agora retirava-me do bar com orgulho e saudade pelos meus amigos sob seus copos erguidos. Para qualquer um de nós aquele ritual era sagrado, carregado de sentimentos e dramatismo porque de alguma maneira significava que ali seguiríamos rumos diferentes.



    O sábado amanheceu trazendo comigo uma pequena dor de cabeça devido a ressaca que tivera por não ter dormido nada naquela sexta à noite. E mesmo que tivesse algum tempo para seguir antes da reunião que foi solicitada com corujas para cada funcionário, não poderia perder tempo. Coloquei o Rayban sobre meus olhos e ajeitei as vestes sociais que ultimamente estava usando mais que minha farda. Segui até a rede de flú do meu apartamento e logo me encontrei no Ministério da Magia.

    O horário do almoço chegou e finalmente poderia conhecer minha estagiária. Uma garota que estudava na mesma escola que minha irmã e... Poderia ser o elo fraco da nossa corrente aqui dentro.– Peça o que quiser.– Indaguei mostrando o meu elfo que se chamava Alien. Estava no local que poderia ser o novo espaço dos estagiários do setor, porém, só tinha uma mesa e cadeiras para o momento. – Então há quanto tempo você está aqui?– Questionei observando-a com a sobrancelha direita erguida. Iria testar aquela guria, afinal, não quero acidentes envolvendo menos sob minha tutela.– Já foi à campo? – Abri um largo sorriso ao ouvir e ver as respostas e expressões que a ruiva fazia. – O que você tem contra os trouxas? – Cruzei os braços tomando uma postura mais séria. Certamente ela era do tipinho puritando que não se envolvia, misturava e mimimimi diabaquatro.

    - Se você não gosta dos trouxas o que está fazendo aqui? Espero que seja competente o suficiente para passar no meu teste.– Pirragueei enquanto finalmente começava o meu almoço. – Creio que você irá adorar fazer seus relatórios.– Abri um largo sorriso de canto de rosto, soltei um dos talheres, estralei os dedos e o elfo trouxera um notebook-tablet deixando sobre a mesa. – Algumas coisas precisam ser feitas aqui, bom se acostumar com um deste, ele foi modificado magicamente para suportar aqui dentro, então você terá uma bela pesquisa sobre as coisas trouxas, afinal, faz parte do seu estágio. – Enfatizei a frase final dando mais rigor a palavra “estágio”, queria ver até quando a garota iria aguentar meus testes... Engoli rapidamente a comida e levantei-me.– Bom, termine e fique à vontade, o elfo irá lhe ajudar no espaço... Não exagere nos pedidos. – Abri um largo sorriso simpático para a pequena e retornei para o meu gabinete.

    Assim que o tilintar do relógio marcara quatorze horas, tratei de seguir até a sala de reuniões e esperei alguns minutos para que todos estivessem presentes. Como não era meu estilo aquelas roupas sociais e formais, retirei o paletó e o coloquei sobre a mesa ficando ao lado da cadeira que sentaria.– Bom... Boa tarde, como puderam ver sou o novo Chefe de vocês e espero suprir as faltas e incompetências da chefia anterior.– Alfinetei a sua Rainha que não gostava nada dela.– Lasse Matberg ao dispor de vocês, mas gostaria de saber cada um dos aqui presentes e inclusive aqueles que faltaram. – Encarei a estagiária por alguns segundos. Principalmente saber se eles são competentes ou não para o cargo. – Antes das apresentações, gostaria de avisar que foi identificado um grupo de trouxas que tem conhecimento de nós e que precisam ser obliviados.– Abaixei minha mão para debaixo da mesa e o elfo logo me entregou as pastas.

    - Durante aquele incidente do dragão, ficou ainda alguns trouxas sem o obliviate, eles se reunirão em uma espécie de fucking seita e ficam pregando milhares de coisas envolvendo rituais perigosos, até onde soube, os rituais e magias são bem concretas por assim dizer e me leva a imaginar que algum bruxo ou mestiço possa ter feito a cabeça dos trouxas. A missão será se infiltrar nesse grupo, localizar os itens de poções, rituais, livros, etc; confisca-los, obliterizar eles e identificar ainda o trouxa bruxo que saiu dando informações e quebrando a Lei do sigilo da magia. – Expliquei rapidamente e soltei a pasta sobre a mesa. O material era bem trouxa, mas para ajudar Alien já distribuíra o material para todos. – teremos uma semana para pensar nesse caso. – Respirei profundo e finalmente me sentei de forma mais largada e acomodada.

    - Bom, agora as apresentações para darmos prosseguimento da missão... – Cocei minha barba e ergui a sobrancelha para os demais. A maioria da equipe era composta por mulher, todas elas deveriam provar que dariam conta do recado, treinamento de campo talvez? Seriam coisas a serem analisadas. – Além do chefe daqui, também jogo nos times do Cannons como batedor. Sou tenente-coronel da Noruega e me formei em Durms... Não gosto muito de ficar preso em gabinetes e nem pretendo deixá-los muito quietos. Sempre estaremos em treinamento, afinal, precisamos estar atualizados o máximo possível. Também amo uma cerveja, saída, etc... Me mudei recentemente para aqui perto e não tenho muito saco para burocracias e frescurites do papel... Mas para evitar problemas, gosto da perfeição e eticidade para tal. Tenho duas lindas e adoradas irmãs e tenho muito apreço pela cultura trouxa, principalmente suas armas... - Me apresentei brevemente e deixei claro a forma de organização que gostava. - Quem começar ganha duas garrafas de whisky de fogo. – Soltei em um tom brincalhão, afinal, não conseguia manter a postura de um homem sério por muito tempo, principalmente quando meus sentidos me diziam que Sean, aquele jogador de um time de quadribol aí, estava me encarando como se fosse me comer.

    Claro que ignorando a situação toda, conjurei uma caixa gélida cheia de cerveja ao lado da cadeira em que estava sentado e comecei a beber mais despreocupado. - Alguém aceita? - Ofereci para a mulher de cabelos rosas. Não iria encarar aquele homem de novo, iria? Vai que ele acha que eu realmente quero ele?




    O prazo pra postagemé: 05/10.

    Off: apenas um comecinho, né?
    Na própria fala do Lasse tem dicas do que será a próxima e real trama da gente.
    Se todos postarem antes do prazo, adianto também a minha parte.
    Fiquem a vontade pro lasse, inclusive sobre os detalhes, ele irá dar tudo TUDO é só pedir.
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Lasse Løkken Matberg
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Re: Sala de Reuniões

MensagemFranca [#167725] por Louise Françoise La Valliére » 02 Out 2016, 22:29

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Un nouveau départ - Partie I


Louise se olhava no espelho, como tantas outras vezes. Olhava-se atentamente observando a extensão natural de seus cílios e a curvatura acentuada, ressaltada pelo instrumento de metal que jazia na penteadeira. Seus olhos azuis brilhavam intensos, cheios de ansiedades e preocupações. Os boatos da saída de Georgine apenas deixava a pequena triste, nostálgica, intrigada e curiosa. Sabia que aquela reunião seria mais que uma simples formalidade, seria o início de uma nova era. Fechou os olhos... suspirou lentamente deixando o ar sair ritmado por um biquinho dos lábios. Abriu os olhos e sorriu para si mesma. Pegou o famoso red velvet de sua coleção de batons e pintou os lábios carnudos. Para a francesa era engraçado estar ali preocupada com o futuro do departamento, ela mesma não esperava permanecer tanto tempo assim no emprego. Seus motivos para estar ali já tinha sido alcançado, sua missão verdadeira em breve estaria finalizada, então estar no ministério já não era necessário mais, mas... Um novo suspiro e um último retoque no blush cor de rosa.

Louise tinha se afeiçoado aos colegas de departamento, amava admirar a beleza melancólica de León, se divertia com as conversas de menina com a doce Ellie. Sentia-se ligeiramente incomodada com a presença ousada de Antonella e adorava o estilo de moda de sua chefe ou melhor...Ex chefe. Aliás, foi inspirado nela que hoje deixou de lado seus vestidinhos rodados e entoou um vestido colado ao corpo, em um tom de marrom acobreado maravilhoso, rendado com aplicação em forma de rosas. Elegante, sexy como a ex chefe do departamento. Olhando-se no espelho se sentiu muito bonita, mas também um pouco estranha. Não era seu estilo, mas não que tivesse ficado ruim. Deu de ombros pegou a bolsa e entrou na lareira.

Chegou no saguão de entrada com poucos passos, aquele início de tarde de sábado o ministério não estava cheio, ao contrário, os poucos transeuntes eram ministeriais em plantão. –Muito boa tarde. – Cumprimentou um senhor do departamento de transportes. Não sabia o nome do senhor, mas seu jeito engraçado sempre lhe fazia ampliar o sorriso de sempre. Caminhou calmamente até o elevador de acesso e quando este finalmente chegou Louise permaneceu imóvel. Por um minuto sentiu um pequeno mal estar ao se lembrar do ocorrido na noite do jantar, respirou fundo calmamente sorriu para a mulher que segurava a porta para ela e entrou, deixando para trás suas preocupações. – Muito boa tarde, tudo tranquilo em seu plantão? – A bruxa lhe respondeu risonha, dando-lhe um breve resumo das últimas fofocas. Louise sabia que ela era, nada mais que a maior fofoqueira do departamento, e uma estimada fonte de informações confidenciais. A capacidade de coletar informações da bruxa era fenomenal.

Finalmente era chegado a hora. Louise entrou na sala de reuniões e a primeira pessoa que viu foi o Loiro. – Leónnn – Correu, na medida do possível quando se usa um salto 15 agulha, em direção ao companheiro e abraçou-o rapidamente soltando-o apenas depois de um leve beijinho em sua bochecha magra. – Já faz alguns dias que não lhe vejo, senti saudades... – Só então olhou em volta e foi abraçar sua amiga. –Ellie lindinha tudo bem? – Sean apenas recebeu um aceno de mãos, mas não menos empolgado. Quando finalmente o homem, futuro chefe do departamento surgiu, Louise só conseguiu sentar-se e observar boquiaberta sentindo o coração palpitar. Sua felicidade em admirar a nova beldade durou pouco. O elfo entregou-lhe uma pasta com arquivos precários enquanto o senhor chefe, sim Louise não prestou atenção no nome dele, falava sem rodeios o motivo de estarem ali. Intrigada com a atitude do homem, mais ainda com seu currículo, Louise deixou a mente viajar imaginando-o em um uniforme militar o que lhe arrancou um sorriso bobo e um leve suspiro sonhador.

Foi puxada de volta a realidade quando ele, o próprio gato que ela adoraria ver fardado, lhe oferecia uma cerveja. – Muitissimo obrigada, mas recusarei. – Sorriu gentil. – Bom, creio que todos aqui já me conhece, inclusive o senhor, já que provavelmente leu minha ficha antes de assumir o posto, mas... Como não aproveitar a chance não é mesmo? – Sim ela já estava falando demais e ainda nem tinha começado a se apresentar, aliás se apresentar era sempre demorado, a começar pelo seu nome. – Me chamo Louise Françoise de la Baume le Blanc de la Valliére, Filha do nobre Giullio de la Baume le Blanc de la Valliére. Minha formação foi em Beauxbatton, onde fui monitora, monitora chefe, apanhadora e artilheira do time da mórrigan. A duas temporadas sou artilheira do Montrose Magpies e funcionária do departamento. Toda minha família está morta, menos minha irmã mais velha Claudia que está a quase um ano internada no TVH. Gosto de chá de limão, vinho e doces. Minha cor preferida é azul, e sim meu cabelo é natural, se é que uma magia em algum momento da minha linhagem pode ser considerado natural, mas eu já nasci com ele nesse tom. – Informações de mais, mas nada que realmente fosse comprometedor. Louise estava rindo por dentro da cara de entediado de alguns imaginando se alguém a mandaria ficar quieta caso continuasse. Sentiu uma pontadinha de vontade de continuar falando apenas para provocar, mas... resolveu sorrir largamente e passar a vez ao próximo. Sinceramente, não estava preocupada com a missão, obliviar era o que ela fazia de melhor.



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Re: Sala de Reuniões

MensagemSuica [#167769] por León Nicolaj Orlov » 03 Out 2016, 23:22

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- Recomeços...



Era sábado.... Já era sábado... Porém, León não parecia ter notado aquilo. Acordou tarde por causa da bebedeira da noite anterior e, naquele momento, tudo o que queria era tomar em paz o café da manhã servido pela governanta que sua mãe lhe arranjara, sem ter de ouvir a senhora, que tinha por ele um grande apreço, resmungar a todo momento que ele não deveria beber tanto pois era um jovem tão bonito...Orlov sorveu um pouco do café amargo fazendo uma leve careta. Que belo jeito de acordar: a dor de cabeça latejando a todo segundo por causa da voz irritante da governante que fazia as vezes de mãe e aquele café horroroso servido para que ele se animasse. Um pouco impaciente, apenas fez um aceno para que a mulher parasse de falar:



- Não me olhe assim, Sr Orlov!Não, ela não pararia. Era como se ela fosse uma extensão de sua mãe, sempre ali, sempre disposta a vigiá-lo- isso tudo é culpa sua. Se não bebesse tanto, não estaria nesse estado deplorável que se encontra.


León recostou-se na poltrona soltando um suspiro irritado e enfiou a cara um pouco mais na xícara. Gostava do cheiro do liquido escuro e quente, lhe trazia certo conforto em meio ao discurso enfadonho da mulher.


- Dormiu no chão da sala de novo, Sr Orlov! Me pergunto o quanto sua mãe deve ficar desgostosa. Coma, está cada dia mais magro!ela serviu algumas torradas com queijo derretido


- Devia ter me deixado dormindo. Se a sra se incomoda tanto com meus hábitos, deveria nem voltar.reclamou com sua voz grave e sombria enquanto ainda estava tomando o café.


A mulher estreitou os olhos para ele como uma mãe zangada. Ao que parecia ele havia sido um pouco rude. Mas a verdade era que estava com pouca disposição para aquele sermão e a única coisa que realmente queria era poder descansar.


- Ingrato! Pois devia me agradecer! Não fosse por mim, já estaria demitido do ministério! Quem lhe acordaria a tempo de seus compromissos depois de uma noite de bebedeira?


León voltou o olhar novamente para a xícara e pegou uma torrada. Ela estava certa. A governanta fazia muito mais do que suas obrigações como criada. Era uma verdadeira mãe para ele que mal cuidava de si mesmo. Naquela mesma manhã, havia recebido um chamado do departamento no qual trabalhava. Ao que parecia o novo chefe iria se apresentar e estava convocando toda a equipe para uma reunião após o almoço. Logo, se não fosse pela sra Guilter, provavelmente sequer teria conhecimento da convocação e estaria bem encrencado.

Terminou de comer sem protestar por mais nada que a governanta dissesse. Sabia da importância dela em sua vida e estava grato, pois o seu trabalho era o único prazer que ele ainda tinha naquela existência miserável que chamava de vida. Sra Guilter poderia ser chata, mas era competente e zelosa e, no fundo, ele gostava muito de tê-la trabalhando consigo.

Foi graças a essa proteção e cuidados da criada que León chegou relativamente cedo à sala de reuniões. Alguns dos colegas já estavam presentes mas ainda não era, de fato, a hora combinada. Sentou-se em uma das cadeiras, deixando a bengala ao lado para quando fosse necessário levantar-se mais tarde e ficou apenas a observar os outros colegas interagindo enquanto esperavam.

Na verdade, estava um pouco curioso e apreensivo. Apesar dos modos esnobes da chefe que sempre o olhava como se ele não fosse conseguir realizar suas tarefas por causa do aleijão, León nunca encontrara problemas em trabalhar com a mulher. Ele sempre se mostrou eficiente em campo e ela nunca teve a menor reclamação a fazer de seu desempenho. Com este novo chefe, Leon sabia que deveria mostrar logo de cara que não era um estorvo naquele departamento. Ficou assim perdido em pensamentos sobre o futuro do departamento e sobre o novo chefe que logo mais se apresentaria.

Então, Louise surgiu! Seus cabelos rosados e radiantes colorindo todos os lugares por onde passavam e vindo em direção a Leon de maneira tão animada e amável fizeram com que ele rapidamente se levantasse para recebê-la. A jovem parecia feliz em vê-lo e, apesar de corar ao receber o abraço e o beijo no rosto, Leon gostava da maneira como ela parecia se importar com ele. Balbuciou um desajeitado “eu também” quando a garota afirmou que estava com saudades de vê-lo, mas depois ficou um pouco incomodado imaginando se não teria sido um pouco ousado demais. Fechado como era, sempre se atrapalhava com os modos efusivos de Louise e mais ainda com os de Antonella. Por fim, convenceu-se de que a garota achara sua resposta adequada, pois logo ela sorrira e fora cumprimentar as outras pessoas na sala.

Assim que ela se afastou, observou um pouco melhor que estava vestida de modo diferente do usual. Estava um pouco mais madura e sedutora e León gostou daquilo que viu. Não que não gostasse de como ela se vestia antes. Na verdade, gostava muito do jeito peculiar da garota e seus babados e vestidos rodados como se fosse uma boneca de cabelos de algodão doce. Mas aquele tom mais sério e elegante que delineava suas formas de maneira tão sutil e feminina lhe caíra muito bem, tanto que o jovem Orlov levou um pequeno susto quando finalmente o novo chefe entrou na sala de reuniões, pois estava perdido observando a colega.

Logo de início, achou as feições do bruxo que tomaria o lugar de Georgine bastante familiares. Não conseguia se lembrar, mas podia jurar que já vira aquele homem em algum lugar.Até mesmo o nome lhe parecia estranhamente familiar. Então, Lasse começou a falar. A princípio pareceu bastante arrogante e mostrava nitidamente que não gostava nem um pouco da antiga chefe. León esperava que ele não os subestimassem a julgamento do que ele pensava da mulher, mas logo ficou claro que o homem os testaria sim, pois não confiava no potencial de cada um dos que estavam presentes.

No entanto, aquela atitude não o intimidou, apesar de deixá-lo levemente desconfortável. Na realidade, não tinha medo de ser colocado à prova, mas sempre se preocupava se seu estado físico seria mal visto pelos superiores. Era uma preocupação recorrente, mas não era algo que realmente o preocupasse em demasia. Para complementar, o chefe já explicou logo qual seria a missão na qual trabalhariam nos próximos dias. Ainda se tratava do episódio do Dragão e León se sentiu um pouco desconfortável ao se lembrar de seu desempenho naquele trabalho.

Em seguida, o chefe começou a se apresentar e conforme as informações iam sendo dadas de maneira um pouco brusca pelo homem, tudo ficou muito claro para León: Eles já se conheciam há muito anos! Surpreso começou a conectar as informações que recebia com o que se lembrava de Lasse Matberg e logo percebeu, seu velho amigo dos tempos de escola era agora o chefe de seu departamento.

Mas como não notara antes? Simplesmente Lasse estava muito diferente do que León se lembrava: Alto, magrelo e tímido. Nada daquilo parecia combinar mais com o militar forte e falante que exalava autoconfiança.

O jovem Orlov quase sorriu por um momento, então seu amigo conseguira tanto êxito depois de tantos anos! Estava feliz por ele. Mas tão logo pensou em sorrir, seus lábios se comprimiram de desgosto. Comparado a Lasse, León não era nem sombra do que um dia já fora nos tempos do colégio. Ele era a imagem viva do fracasso, enquanto o outro era a personificação do sucesso.

Assim, evitou ser o primeiro a falar. Deixou que alguns dos companheiros se apresentassem e, só depois de um tempo começou a falar sem encarar a ninguém diretamente e com um semblante grave e sombrio:


- León Nicolaj Orlov... formação em Durmstrang, obliviador...Não havia muito a acrescentar sobre si mesmo de que se orgulhasse, portanto hesitou um pouco e logo murmurou - Seja bem vindo....e deixou que os outros colegas continuassem a se apresentar apenas desejando não ser reconhecido pelo outro apesar de saber que o mesmo já deveria ter tido acesso a seu dossiê.
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"Sou um urso sobrevivendo à tempestade de gelo no ápice do inverno."
León Nicolaj Orlov
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Re: Sala de Reuniões

MensagemInglaterra [#167865] por Seth R. Beckhan » 09 Out 2016, 20:18

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Reunion in a New Age!
Ato #001

Olhava frequentemente para o relógio prateado em meu pulso, como se tivesse esperando a hora exata para o desenrolar de algo realmente importante. Quando o objeto marcou precisamente a hora do almoço e, logo depois, seria o meu turno no Ministério da Magia, ouvi passos vindo em minha direção, cruzando o portal que dava acesso à sala onde me encontrava. Passos esses diferentes dos delicados e assombrosos da antiga chefe de departamento. Sim, houve uma troca na chefia do Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas e, após o horário de almoço, teríamos a primeira reunião com o novo responsável. O que estava pensando de tudo isso? Bem, preferia a tenebrosa Georgine, mas tinha que aceitar quem viesse. Se por um acaso não correspondesse às minhas expectativas, era só mudar de setor e tudo certo! Pelo menos em minha mente. Respirei.

Minhas órbitas esmeraldas acompanharam o dono daqueles passos pesados, logo, pude avistar um loiro de quase dois metros de altura com um físico invejável para muitos. Em outros tempos, aquilo poderia me despertar desejos insanos… Que peninha! O adulto ofereceu os trabalhos de seu elfo doméstico, na verdade, estava incubida de reformular aquela sala que seria o “covil” dos estagiários. - Estou a tempo suficiente para saber que é falta de educação falar com os outros sem sequer apresentar-se. Petra Rosier von Heinsten, Durmstrang! - Se eu estava irritada? Nenhum pouco. Talvez, TPM. Encarei o loiro, cruzando meus braços e escorando-me na mesa. - Sim, já fui ao campo e tive o desprazer de me deparar com… - A expressão de asco ficou evidente em minha face de porcelana. - Trouxas! - Se eu sou elitista e orgulhosa com o sangue que corre me minhas veias? Sim, eu sou. Além de que não gosto muito da ideia de ter que me envolver com trouxas e etc, entretanto, não podia perder a oportunidade de crescer dentro do Ministério da Magia. Por isso, eu até engolia meu trabalho. Só por isso! - Nada… - Encarei-o semicerrando os olhos. - A não ser deles serem uma raça inferior na qual não compreendo o motivo do Ministério se preocupar tanto com eles. Temos coisas bem mais importantes a fazer como, por exemplo, o ataque dos sangue-ruins e mestiços à nossas famílias bruxas! - Conclui. Dura e fria da forma que Durmstrang me ensinou a ser.

Não vou dizer que fiquei contente com as palavras do chefe em resposta às minhas falas, todavia, o que esperar de alguém que tem a fama pelos corredores de que idolatra aquela raça? Joguei minhas madeixas rubras para trás e acompanhei o mais velho sair pelo portal da sala. Tinha trabalho a fazer e fui logo dando as ordens necessárias. - Primeiro de tudo… - Olhei para o elfo que me encarava um pouco cético. - Alien, não é? Então… Uma máquina de chocolate quente e cappuccino naquele canto ali. - Apontei para cima de uma mesinha que tinha preparado para aquele importante objeto em um escritório de estagiário. - E alguns puffs e poltronas ali do lado… Para relaxarmos quando precisar! - Apontei para outro espaço reservado da sala. É… Teria algum trabalhinho por algunas horas.
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Quando o objeto prateado em meu pulso marcou quatorze horas, segui em passos largos até a sala de reuniões. Trajando meu típico uniforme ministerial preto, os longos cabelos rubros amarrados em um rabo de cavalo, me davam um ar mais sério e centrado. Quando estava naquele papel, deixava de ser a menina irritante e emotiva que era ao estar com aqueles que tanto me importava e passava a ser a Petra Rosier von Heinsten que poucos conhecem, mas temem. A sala não estava tão cheia, na verdade, éramos poucos naquele departamento. Sentei em uma cadeira, não tão próximo do chefe, e encarei-o, levando minhas mãos à mesa, depositando a xícara de chocolate quente que trazia comigo e aguardando o início de sua fala. O que não tardou!

- Petra Rosier von Heinsten, quinto ano no Instituto Militar de Magia Durmstrang, Rurikovich. - Disse, após todo o falatório do chefe e das sucintas apresentações de alguns outros funcionários. - Não preciso dizer que sou a estagiária, preciso? - Estava sendo irônica, por que não? Alisei a ponta de meus fartos cabelos, com um tom risonho em minha face. - A história de minha família é bem mais perigosa do que podem imaginar, mas, estou neste departamento para entender melhor o funcionamento do Ministério da Magia por dentro, pretendo - ao término de meu contrato aqui - seguir para outros setores como Execução das Leis da Magia e Mistérios. Sim, gosto de usar a varinha e sou boa nisso. - Pisquei, sorvendo um pouco do cappuccino em minha xícara. Encostei na cadeira e aguardei as novas falas daquela reunião.

    With: Lasse Løkken Matberg;
    Tagged: Outros funcionários;
    Notes: Desculpa o post bosta. Não revisado!
    Music: Chandelier, Alice Tirolla (Feat. Joelma Santiago)

    ...................................................

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  • Cappuccino

    Usou um Cappuccino.

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Seth R. Beckhan
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Re: Sala de Reuniões

MensagemAustria [#167869] por Sean von Vöwell » 09 Out 2016, 23:20

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    Ministério. Se me perguntarem que merda de droga eu usei para conseguirem fazer com que eu trabalhasse lá, ou passasse na entrevista, garanto que não faço a mínima ideia. Apesar de achar que a segunda seja por causa de minha genialidade e meus ‘O’s indesejados em todos os NIEMs. De qualquer forma, eu realmente odiava aquele lugar, odiava aquelas pessoas, a burocracia. E principalmente, aquele modo que eles tinham de tratar os trouxas. Sério mesmo? Apagar memórias e estragar a única coisa divertida que era ver eles sofrendo na mão dos Bruxos? Aquilo era tão sem graça. Tão irritante... Quase tanto como meu novo chefe.

    “Glasse” Matemberg, aquele era o nome do idiota norueguês que substituiu a megera. E, sinceramente, ele parecia ser muito pior que ela com aquela cara irritante de bom moço e andar superior por estar em um exercito qualquer que me fazia querer espanca-lo ou soltar um avada ou Cruciatus em sua cabeça constantemente, mesmo que só houvesse o conhecido há alguns minutos. Como se isso fosse uma grande vantagem e não um trabalho escravo para pegar imbecis..

    Enfim, eu o odiava desde o inicio. E fazia questão de mostrar isso naquela tarde, onde poderia estar em qualquer outro lugar, mas estava preso naquela sala o olhando com cara feia, fechada e cara assassina. O que era uma cena até bem engraçada levando em conta que naquele lugar era obrigado a usar aquele terno calorento de pinguim doente da mesma forma que os imbecis a minha volta. Que permaneciam tão interessados naquele discurso e no modo despojado do homem falar, que de certa forma me lembrava tanto a hipocrisia em massa encontrada em meu não tão amados professores em meu tempo de escolar.

    Por que ele simplesmente não elimina esses trouxas de modo mais fácil e nos deixa em paz? Um trouxa morto fala bem menos que um trouxa obliviado. Pensava com os braços cruzados e continuando a encara-lo até que Lasse desistisse e eu tivesse minha vitória. Que persistiu durante todo o meu silencio, até que chegasse a **** da hora de me apresentar para aquele infeliz. – Sean von Vöwell – Soltei com má vontade, tentando conter a careta e a vontade de mostrar o dedo do meio ali para aquele idiota. Por que mesmo tinha que me apresentar? – 18 anos, formado em Durmstrang e batedor gênio dos Bats.– Seco, rápido, mal educado? Que se dane. Aquele cara não precisava saber sobre minha vida, e eu realmente não era nenhuma espécie de Beddle, o bardo para conta-la. Ele não tinha os arquivos dos funcionários? Então que ele olhasse aquela merda se tivesse interesse.

    Off:Sean implicou com o Lasse como disse Nanda.
    Off2:Post ruim porque toh sem inspiração. .sorry
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Sean von Vöwell
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Re: Sala de Reuniões

MensagemFranca [#167882] por Antonella Carbeshôn » 10 Out 2016, 14:13

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Bem vindo Chefinho



Despertei de mais uma noite bem dormida tateando a cama em busca de Charllie, talvez ainda sobrasse um tempinho para ficar deitada e desfrutar das minhas cobertas quentes, contudo, o aparelho eletrônico que me despertava recomeçou a tocar e rapidamente abrir os olhos sabendo que já estava atrasada. O sol parecia brincar de esconde-esconde no céu de Edimburgo e enquanto terminava de me arrumar, pude observar um pouco do clima pela janela. - Charllie, sua parte! - Arrumei todo meu cabelo para um único lado e assumi uma postura ereta aguardando que meu marido fosse fechar o zíper do vestido. A cena era sempre a mesma, mas nunca perdia a graça, Charllie já esperava sentado em sua poltrona quando eu o chamara. O ritual do banho de porta aberta, sair pelada para me secar no quarto, maquiagem, cabelo, salto alto e a lingerie, desta vez ao menos ele esperou o chamado para fechar o vestido, no entanto era eu quem não estava mais resistindo a demora.

****


Era difícil disfarçar a cara de suspeita em meu rosto, como se eu quisesse que todo mundo soubesse que tinha um homem maravilhoso, me faltava somente uma plaquinha com o texto “Sim! Estou feliz porque dei hoje." Caminhei apressada após sair do elevador chupando um pirulito que estava perdido há algumas semanas na minha bolsa para a sala de reuniões, sendo a iritante garota do toc-toc - aquela que quer mostrar seus scarpins novos - fazendo barulho para que todos vejam. Adentrei a sala com meus amiguinhos presentes e o novo chefinho, e que chefe... Claro que a colorida, o diferentão e o Leonzinho não perderiam algo do tipo e ainda tinha uma fulana querendo ser a esperta, mas eu ficaria para o final.

- Oi!...- Eu sabia que não deveria fazer aquilo, mas não resisti de curiosidade para ver as expressões dos garotos e chupei lentamente o pirulito tirando-o da boca com um estalo. Vesti a cara mais cínica e continuei com um sorriso dando de ombros ao ocorrido. - Antonella Carbeshôn, prazer! Logo aviso que sou casada, estou no departamento há algum tempo e espero que seja tão bom quanto a Georgine. Bem-vindo.- Terminei com uma piscadela e sabendo que com todos aqueles músculos e a pose de todo poderoso deixavam-me mais confortável, quando Georgine resolvia reunir a tropa e exibir suas coleções da Prada que deveriam criar mofo em seu guarda-roupas era enlouquecedor.

Apesar de parecer um tanto rígido, mostrou um lado divertido e conjurou uma geladeira de cheinha de cervejas. - Então, como ninguém quer... Não irei fazer desfeita. - Caminhei apressada até a geladeira e retirei uma cerveja. Observando os demais que mal se mexeram e agora me olhavam. Qual e? Ele ofereceu e estou com sede. - Que tal um brinde? Qual é gente, que mal tem uma comemoraçãozinha? – Sorri maliciosamente para Lasse bebericando um gole direto da boca da garrafa e independente de qualquer olhar de reprovação, aquela era eu.
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Antonella Carbeshôn
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Re: Sala de Reuniões

MensagemNoruega [#167918] por Lasse Løkken Matberg » 11 Out 2016, 09:41

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    - Muito bem animada!– Elogiei animação de Antonella.- Espero que possam ser tão bons quanto o tamanho do orgulho de alguns aqui.– Ergui a sobrancelha encarando o tal de Sean. Ele realmente tinha algum problema comigo e aquilo era nítido. Não lhe deixaria subir o poder e caso ele desejasse, lhe ensinaria seu lugar devido. – Obrigado por terem falado um pouco sobre vocês, isto será extremamente importante para justamente expor os detalhes da missão. – Levantei-me e apoiei meus braços sobre a mesa pegando a cerveja e bebericando um pouco da mesma analisando os documentos por alguns segundos.– Por ser arriscado esta missão de campo, vou precisar que você dê suporte junto com a equipe que ficará. Gostaria que também se acostumasse com o notebook, é um item tecnológico trouxa, mas foi magicamente modificado para você poder usar. Preciso que analise todos os itens existentes apreendidos no setor, que faça um esquema catalogando tudo com suas informações básicas. Claro que quem não for para o campo, irá te ajudar. Mas esta será sua grande responsabilidade. Itens trouxas ou mágicas e feitiços que estão aqui, podem ser muito perigosos lá fora. E é de suma importância que a gente saiba o que tem naquelas salas. Então, espero que abrace honravelmente este lugar...– Soltei em um tom doce afastando-me um pouco da mesa com um enorme sorriso nos lábios.

    Ela lembrava minha irmã, aquela cara de superioridade que dá conta de tudo mesmo não dando... Era a cara da minha irmã do meio! – Louise, creio que não terá dificuldades.– Abri o processo. – Existe um perfil, uma identidade falsa e tudo muito bem criada que irá bater com você. Em Paris, tem um restaurante trouxa que todos os dias, no mesmo horário, um senhor de idade toma seu café na mesma mesa. Ele se chama Frederick e é mais sábio que muito trouxa. Ele é um contato influente, mas é muito desconfiado... Você vai ter que conquistar esse cara a te colocar nessa ceita e terá de fazer em tempo recorde... Porém...– Analisei o estado civil da identidade falsa. – Espero que isto não lhe seja um problema.– Encarei todos ao redor. Leon, Sean, Antonella... Quem poderia ser o par perfeito para ela? Uma escolha errada e o disfarce poderia custar caro! Leon o antigo galanteador? Ou o orgulhoso demais Sean?

    Encarei Antonella por alguns segundos. Ela tinha muito mais atitude que muito macho que poderia encontrar pela rua e, isto iria de certa forma, intimidar o senhor. – Leon! Creio que não será difícil não é mesmo? Serão o casal a entrar nessa fucking ceita. Nas papeladas possuem detalhes das identidades falsas de vocês.– Pelo olhar do homem, não conseguia decifrar se era um pedido de socorro ou de gratidão, pois meu foco estava apenas em designar o pessoal certo para os locais ideais. – Sean, já que você é o todo poderoso Sean... Na mansão onde ocorre as reuniões da ceita possui um computador criptografado com uma sequência e combinações de números. Creio que um gênio como você é, não terá dificuldade em acessar esse computador e hackear as informações. – Sim, deixei minha voz mais séria e autoritária com um traço de cinismo. Queria ver até onde esse ódio duraria. – Não tem como sair matando os trouxas por aí e muito menos torturando. Quebraríamos milhares de leis e regras... Não tenho saco pra isso. E lembre-se, você estará sozinho nessa!– Se era um chefe louco, não sabia, mas não tinha nenhum contentamento ao ver o sorriso maroto nos lábios de Sean.

    - Antonella. Sua missão é de você ver até onde esse alarde tem proporções. Ou seja, se alguém descobrir sobre nossa equipe, será você quem terá de eliminar rastros e limpar pistas. Por mais ‘tosca’ que pareça é a que mais exige porque deverá se manter entre os trouxas próximo ao grupo e ao mesmo tempo distante. Tenha sempre em mente que se for descoberta, sofreremos graves consequências.– Folguei um pouco a gravata e respirei profundo. – Estarei com uma equipe tática de soldados que ficarão de olho em vocês. O objetivo desta missão é descobrir qual bruxo tem fornecido informações, magias, poções, etc. Assim que dentro da ceita deles, devem ser cautelosos e identificar o alvo, ou seja, o cara que está por detrás disto. Depois iremos apreendê-lo e usá-lo como isca para descobrir que bruxo é este. Por fim, obliteraremos todos os trouxas e levaremos esse bruxo à julgamento aqui. – Explicava passo à passo permitindo que todos pudessem ter seu momento de analisar o material.

    - E... Por fim... Vocês terão suas varinhas, mas lembre-se de NUNCA usarem, vocês serão trouxas, comportem-se como tal para não por em risco suas vidas e nem a deles. – Finalizei. Sabia que uma boa forma de obliteração era um lindo tiro no meio dos olhos, mas não seria cruel o suficiente para expor aquilo.



A missão de vocês é simples. No próprio post já explica o que deve ser feito.
O prazo para postagem é: 25/10
*somente poderá participar quem postou na 1º etapa*
Registrem apenas a primeira etapa como Trama OFICIAL

Postem nos respectivos links.
Somente a estagiária posta aqui e atrasados!






LOUISE viewtopic.php?f=176&t=10259
Spoiler: Mostrar
Link: viewtopic.php?f=176&t=10259
Nome: Isabelle Bruni Fountier.
Idade: (a mesma da Louise) Estado civil: recém casada
Emprego: arquitetura e desing (nome da empresa, se virem)
Classe média.
É francesa
Resumo da vida de Isabelle: Livre criatividade.


LEON viewtopic.php?f=176&t=10259
Spoiler: Mostrar
Link: viewtopic.php?f=176&t=10259
Nome: Leonard Franthiolli de Fountier
Idade: (O mesmo do Leon) Estado civil: recém casado
Emprego: segurança privada, empresa internacional (nome da empresa, se virem)
Classe alta.
É sueco.
Resumo da vida de Leonard: Livre criatividade.


SEAN
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Link:
Nome: Matt Lantter
Idade: (o mesmo do Sean) Estado civil: solteiro
Emprego: sistemas de computadores e redes (nome da empresa, se virem)
Classe média-baixa.
É francês.
Resumo da vida de matt: Livre criatividade.


ANTONELLA
Spoiler: Mostrar
Link:
Nome: Barbara Lucas Di Caprio
Idade: (o mesmo da Antonella) Estado civil: solteiro
Emprego: estilista (nome da empresa, se virem)
Classe alta-ultra-alta.
É Italiana.
Resumo da vida de Barbara: Livre criatividade.


Lembrando que nada impede a Estagiária burlar o que o Lasse pediu, mas cuidado, qualquer uso de magia indevida poderá arcar com as consequências. Também tome cuidado para não deixarem descobrir quem você é e muito menos afetar o disfarce dos funcionários.
E a trama toda do mundo mágico foi no final do ano anterior
Considerando os tempos atuais das escolas, estamos em meados de Abril, mas para deixarmos mais tranquilo as coisas, ela será em meados de março.
. Também se atentem que a reunião foi no começo do ano e a parte dos links das missões será em março, ou seja, tiveram um tempo longo para se prepararem.
.haha .corre .uha
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Lasse Løkken Matberg
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Re: Sala de Reuniões

MensagemPolonia [#168262] por Henry Hale » 21 Out 2016, 13:45

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Henry Hale acordara com o insuportável barulho de seu despertador vermelho tocando freneticamente perto de seu ouvido com aquele som irritanteMerda, por que esse negócio gosta de me incomodar?Bateu com tamanha força no objeto que caiu ao chão e emitiu um som de metal quebrandoAgora sim da para dormir em pazO jovem fechou os olhos novamente, pronto para cair num sono profundo, no entanto levantou repentinamente com seus olhos negros bem abertosSANTO MERLIN! COMO PUDE ESQUECER A MINHA PRIMEIRA REUNIÃO NO DEPARTAMENTO!?Saltou da cama deixando para trás seu lençol todo bagunçado, procurando sua calça social preta pelos amontoados de roupa que tinha no canto do recintoNão posso ser demitido no meu primeiro dia de trabalho, com certeza não possoEspalhava cada vez mais aquelas roupas e quem entraria ali com certeza seria acertado por uma mudaAchei essa merdaColocava da forma mais rápida possível. Após estar totalmente arrumado, Henry desce as escadas aos tropeços e corre em direção à cozinha, onde estava sua empregada doméstica, Wendy, preparando seu café da manhãBom dia senhor Hale. Está tudo pronto para você comer!Falava de um jeito gracioso, enquanto lavava o resto de louça que tinha sobrado do almoço de ontemDavid veio ontem aqui e disse que queria falar com o senhor. Como estava ausente, falei que você ligaria de volta, tudo bem?Henry assentiu e sentou-se a mesa, devorando tudo o que via a sua frente.

Obrigado, Wendy. Por isso gosto muito de você! Preciso me apressar porque estou muito atrasado para a reuniãoHenry deu uma respirada profunda e tornou a falarE caso David volte para cá, diga para ligar no meu celular. Ok?Deu um último sorriso e saiu de casa com seu casaco preto. O Ministério não era tão longe de sua casa por isso chegou no local em apenas alguns instantes.Aquele local mais parecia um formigueiro do que o devido Ministério, a quantidade de bruxos que vagavam ali na entrada do local era inacreditável. Henry se sentia uma pessoa qualquer andando por aqueles corredores e atravessando aquele mundo de genteCom licença, senhor. Poderia me dizer onde fica o elevador? Gostaria de ir para o nível 3Henry interrogou um homem que estava parado lendo o Profeta Diário. O senhor levantou a cabeça, deu um leve sorriso e apontou para um local onde todo o pessoal estava caminhandoObrigado pela ajudaHenry se curvou e entrou dentro do elevador, pressionando o botão do Nível 3.

Henry estava apreensivo demais, será mesmo que iria levar uma brinca de seu chefe? Olhava a porta da sala de reuniões. Estufou o peito, erguei a cabeça e adentrou no recintoBom dia, gente!Henry olhava para todas as carinhas novas que estavam presente, queria correr de lá e nunca mais voltar, mas ainda sim conseguiu encarar aquelas caras de "Quem é ele?"Me chamo Henry Hale, mas se quiserem me chamar de Hale ou Henry, tudo bem. Estou aberto a qualquer apelidoSorria forçadamente para esconder o nervosismoMas mudando de assunto, qual será minha missão?Proferiu com tamanha cara de pau.
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Henry Hale
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Re: Sala de Reuniões

MensagemNoruega [#168316] por Lasse Løkken Matberg » 23 Out 2016, 11:26

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    - Então, temos alguns meses, alguma objeção? – Perguntei para os demais. Ninguém disse nada exceto a expressão de ódio na face de Sean. Ele muito poderia querer me matar naquela hora, mas não daria conta de mim. – Lembrem-se vocês estão em check.– Nesta hora deixei claro em outras palavras que ‘poderiam ser demitidos, por serem considerados inconsequentes e incapazes de tal cargo’. Terror? Bom, queria ver até onde eles iria levar aquela vida boa que a antiga chefe do depto lhes fez ter. Não fazer nada, não ter muito treinamento ou emoção... Isto apenas enfraquece a equipe. Agora teria de correr contra o tempo e principalmente, conversar com o ministério da magia britânico e francês sobre a missão. Trabalharíamos em segredo e em conjunto, apenas com autorização e participação mista para poder impedir essa seita Europeia de continuar causando.

    - Podem se retirar e levem as bebidas.– Abri um largo sorriso vendo Antonella ficar relaxada e mais calma enquanto bebia. Leon e Louise seriam uma bela dupla? Talvez eles próprio teriam de provar. A estagiária ficaria bem seu lugar, visto que lhe dará direitos de ajeitar seu setor. Liberdade? Bom, ela não entraria na missão. Não seria louca disto, então o melhor seria ocupa-la. Mas após sua tarefa, certamente iria treiná-la melhor.

    A porta da sala de reuniões abriram e finalmente pude ver um jovem se aproximar tão despreocupado, se acomodando entre nós, se apresentando e ainda:- Mas mudando de assunto, qual será minha missão? – Respirei profundo encarando-o com a sobrancelha erguida. Literalmente descruzei meus braços e soquei a mesa - sem que fizesse muito barulho - inclinando sobre ela e fitando Henry. Enchi os pulmões de ar contendo todas as minhas palavras ofensivas ou mal educadas e logo expirei. – Podem sair. – Não respondi o rapaz. Apenas esperei que os demais se retirassem do local até finalmente estar nós dois. Caminhei para perto de Henry e sentei-me sobre a mesa. – Você acha que tem alguma participação dessa missão? Após provar claramente sua falta de competência ao ter se atrasado? – Pirraguei. – Ou você acha que tem algum perdao por isso? – Cruzei meus braços e observei-o por alguns segundos.

    - Agradeça por não estarmos em um quartel soldado.– Avisei levantando-me e voltando para o meu lugar pegando o material e, à contra gosto, jogando na frente de Henry.– Você tem uma semana para se encontrar com o agente de esquadrão francês Miguel, no ministério francês, no departamento de catástrofes. Pontualmente às oito horas da manhã.– Menti, na verdade era às dez, mas visto aquele atraso, não iria vacilar com alguém que já provou que não merece minha confiança.– Ele lhe dará o resto das informações que possui. É um trabalho conjunto e por isso temos outros ministérios envolvidos, porém é restrito apenas ao nosso departamento. Será que é capaz de cumprir isso? – Questionei.

    - E... Atrasos não justificados não terão perdão.– Peguei a cerveja e minha varinha fazendo as demais bebidas retornarem ao seu lugar devido. – Dispensado. – Dei de costas para o rapaz pegando todas as coisas e organizando-as.– Ah e outra.– Comentei antes de tomar um gole longo da bebida. – Não tolero incompetências... Então, vou pensar o que farei com você depois.– Deixei a outra garrafa de cerveja sobre a mesa diante Henry. Apesar de ser um monstro gigante, não conseguia ser totalmente mal assim como queria. Não iria deixar a primeira impressão dele ficar na minha mente, mas não deixaria brechas para ele perceber isso. E a garrafa de cerveja deixada ali, foi um código claro de: “seja bem vindo, tenha sua segunda chance”.



Aguarde para maiores informações: viewtopic.php?f=176&t=10304

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