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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Krauz&Familie

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Re: Krauz&Familie

MensagemRussia [#162848] por Ania Klara Holmes » 30 Mai 2016, 23:02

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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2016.


- Ah, seu pai pediu pra você fazer um favor pra ele enquanto estiver aí... - resmungava pelos cantos, imitando a vozinha afetada da secretária do meu pai, com quem eu tinha o infortúnio de compartilhar o nome. Ele podia ter contratado uma norueguesa de nome estranho, tipo Hild ou Bananit, no que me concerne. Mas nãããão... Tinha que ser uma Anastasia. Anastasia com seus olhos verdes e seus cabelos escuros, cascateando perfeitamente em suas costas. Anastasia que parecia cantar todas as vezes que abria a boca. Anastasia que só faltava beijar o chão por onde meu pai passava. Anastasia ridícula que agora ficava me ligando a cada dez minutos.

E daí que meu pai que tinha pedido que ela me ligasse? Ela era tão incapaz de falar tudo de uma vez só? Ou será que tinha uma memória tão pequena que só lembrava trechos de informação por vez? A última da vez fora:
"Seu pai pediu que você retire um pacote pra ele na loja de quadribol. Disse que manda o dinheiro pra você depois." E desligou. Não perguntou se eu tinha dinheiro pra retirar o que quer que fosse que Charles queria. Se eu tinha tempo pra ir na p*rra da loja. Se eu 'tava a fim. Nãããããão... O que Charles diz é ordem; e fim.

Encostei no balcão e, sem me dirigir a alguém em particular, disse.
- Vim buscar o pedido 167, em nome de Charles Böhm. - um dia desses, eu tinha esperança, as lojas do mundo mágico começariam a aceitar cartão de crédito e eu poderia me vingar do meu pai comprando uma Firebolt Galaxy e parcelando em infinitas vezes em seu American Express Platinum. Agora, porém, eu mal tinha tempo entre minhas andanças pela Europa de sentar e comer, imagina de gastar uma pequena fortuna em cafés absurdamente caros e bolsas de luxo. Enquanto quem quer que estivesse me atendendo separava alguns itens a porta da loja abriu novamente e um belo exemplar de homem adentrou o recinto. Todo feito em músculos e cabelos loiros, não tinha uma mulher no ambiente que fosse capaz de ignorar sua presença. - Oh mein Gott! - eu podia sentir todos os meus hormônios entrarem em erupção só de vê-lo caminhar. Será que mais alguém sentia todo aquele feromônio ou eu estava enlouquecendo?


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Re: Krauz&Familie

MensagemNoruega [#162859] por Lasse Løkken Matberg » 31 Mai 2016, 09:27

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                    - Major se apresentando, senhor. – Juntei meus pés em uma postura totalmente ereta enquanto uma das minhas mãos erguia até altura da cabeça batendo continência. O uniforme das forças armadas do exército Norueguês reluzia mais ainda as medalhas de honras e todos os adereços e participações militares que tivera. O que pode ser considerado o equivalente a um Almirante recebeu-me muito bem e em seu silêncio após as apresentações formais, me fez fazer mais juramentos em nome da bandeira para então retirar o símbolo de Major alterando-o para Tenente-Coronel. Honra. Era tudo o que significava para mim naquele momento e não podia permitir um fio de traço alegre em meu rosto, tinha as etiquetas militares para respeitar e fazia jus ao presente ato. Após aquela nomeação na sala, seguimos para fora do QG sendo oficialmente anunciado e recebendo as continências dos meus novos subordinados. Ao longe, meu pai me assistia com sua muleta e perna artificial mantendo o mesmo respeito que todos ali estavam tendo. Com o suor da batalha e da defesas do país, conseguira chegar a mais um posto com somente vinte e seis anos. Para se tornar um general precisava ter não somente experiência, mas a idade média deles era de trinta e cinco a quarenta e cinco anos, batalharia para chegar o ápice do poder e servir a coroa com todo o meu coração.

                    Assim que a cerimônia se encerrara, também tivera meu momento de folga, foi-me dado alguns meses para poder ficar com a família e organizar minhas obrigações porque agora faria parte de um grupo de elite e raramente iria para missões a não ser que fossem grandiosas demais. Finalmente voltara para jogar o amistoso de quadribol da Noruega, finalmente pude ver como minhas irmãs tinham crescido depois de alguns anos longe delas e uma nova proposta tinha chegado que segundo minha mãe, viria cair muito bem para poder conseguir arrumar uma mulher para mim e fazer o que gostava ao mesmo tempo. Sair do time de Quadribol da Noruega significava muito e aquilo poderia ser interessante quando. – Whatas Fouck!– Xinguei em outra língua com um pouco da minha enrolada. O time que queria minha força não era nada saboroso. Parecia irônico, mas como minha mãe e minhas irmãs pediram para aceitar, não tive como recusar o pedido de minhas mulheres.

                    Aproveitei o momento e na semana seguinte parti para a loja bruxa de artigos esportivos. Na Noruega o estoque do bastão específico estava em falta e mesmo que mandasse fabricar, não seria tão barato assim. No momento não queria gastar muito do que tinha, precisava ter uma casa nova e aproveitar um pouco da vida por ter ficado muito tempo somente com homens, armas e sangue. – Vamos. – Puxei minhas duas irmãs e logo chegamos à Rússia. Precisava da ajuda delas para matar a saudade e amassá-las com abraços públicos demarcando meu território para nenhum molequinho chegar perto delas. – Nos encontramos depois. Cuidado. – Finalmente atendi o pedido da mais velha e as deixei livre. Diziam que queriam ficar sem um gigante brutamontes que chamava atenção de todos por onde passava. Na verdade, nunca me importei com isto, pelo contrário, alegrava-me ver que parecia ser um monstro gigante e assustador! Ninguém ousaria olhá-las.

                    Após algumas voltas um pouco perdido, consegui chegar na loja Kraus&Familie. Adentrei ao local analisando as vassouras e os diversos itens expostos. Quem sabe não daria um pomo de ouro de presente para a caçula? Estranhamente senti olhares pesados sobre mim e apenas com um gesto mais amenizador, esbocei um pequeno e sutil sorriso. Dirigi-me até o balcão onde o homem estava. – Posso ajudar? – Indagou o homem me encarando com uma expressão que no momento não conseguia nomear.– Aquele bastão. – Objetivo e claro, apontei para o modelo de bastão que estava à mostra dentro da loja. Por alguns segundos o atendente me reconhecera e aquilo só me deixou pouco mais tímido. – Novo time, novo bastão. – Tentei manter a gentileza preocupando-me um pouco com minha voz grossa. Acreditem. Hoje não tenho problemas com minha voz ou minha altura, mas quando estava na escola, de acordo com o dinamarquês, era um magrelo de voz grossa, mais parecia um ogro encurvado.

                    O homem pegou o bastão rapidamente e me entregou voltando a atender uma mulher ao meu lado. Girei de costas para o balcão e balancei com o braço esquerdo o objeto. Joguei-o para a mão direita e o girei entre meus dedos testando sua força e leveza. Tinha de ser preciso.– Vel... Vel... Kan “du bryte grenen”!– Realmente dava “para quebrar o galho”.– Licença, desculpe.– Indaguei para a moça ao meu lado com um pequeno sorriso.– Envolte a base aqui aqui com laranjado. – O balconista me encarou por alguns segundos que me fizeram erguer uma sobrancelha e quase coçar minha barba.– Sor?– O atendente riu. – Tá brincando?! Eles não vencem uma! Vivem perdendo, depois se consideram um time!– Inferiorizou o time em uma pequena piada um tanto quanto cinza. Abri um largo sorriso entregando o bastão para o mesmo e controlando para não dar uma risada com aquilo. – Faltam-lhes jogadores Noruegueses! – Não era bem assim, mas brinquei mantendo as ofensas e soltando alguns sorrisos com aquilo enquanto olhava discretamente para baixo em um código de homens, como se quisesse dizer que faltavam culhões no time para ganharem algo. E logo o mesmo pegou o bastão ainda interrompendo e esquecendo da mulher que lhe pedia atendimento.


    Interagindo com:Anastácia

Itens Utilizados:

  • Essência de Ditamno

    Usou um Essência de Ditamno.

Editado pela última vez por Lasse Løkken Matberg em 02 Jun 2016, 10:41, em um total de 2 vezes.
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Re: Krauz&Familie

MensagemAlemanha [#162986] por Isabelle Revolverheld » 01 Jun 2016, 21:37

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- Por favor, necessito de um bastão - a atendente baixinha sorriu para mim e continuou a olhar em minha direção com admiração. Eu só vim pra comprar um bastão e sair correndo para o treino e não para ser admirada! Não que eu não seja a pessoa mais amorosa que já viram, mas vestida com roupas esportivas não é o que eu considero momento de beleza - me desculpe - acenei com a mão a sua frente olhando-a nos olhos, porém parecia muito concentrada - eu necessito do bastão!

- Você é Isabelle Revolverheld? - com muito custo a atendente respondeu e eu sorri. Quem sabe se eu continuar sorrindo ou fazendo alguma pose ela poderia movimentar-se! Eu estava atrasada e odiava ficar atrasada! Infelizmente meu querido é maravilhoso taco azul fora quebrado semana passada (culpa de Johann que resolveu tentar descobrir semana passada como se usava contra um balaço e não usou a força necessária para rebate-lo)! - ah! O bastão!

Os olhos da atendente brilharam enquanto saltava de seu lugar e corria em direção ao seu armazém. Ao entrar para a área exclusiva de funcionários, os gritos eram tão altos que não contive o riso. Ela era uma figura. Em menos de dez minutos a mesma retornara com uma caixa retangular talhada em preto e ouro. A atendente parecia radiante ao se aproximar de mim e entregar-me a caixa. Com cuidado a abri para verificar o conteúdo: um bastão bem moldado, peso ideal e estrutura impecável. Testei por alguns segundos em minhas mãos e me senti confortável com o mesmo.

- Muito obrigada! Você é maravilhosa! - eu provavelmente pintaria aquele bastão e tornaria ele a minha cara. Preciso de um nome para o meu baby! Mas por enquanto precisava correr - aqui está o valor do bastão - entreguei para ela um saquinho com as moedas e a mesma segurou-se com tanto carinho que fiquei preocupada com a sanidade da menina após minha visita.

Abracei-a e segui em direção a porta acenando para a mesma. Abri a porta encontrei Nicolas que também parecia impaciente - Desculpe, a atendente teve um ataque de fã! Eu não estava esperando uma crise dessas! - tudo o que eu ouvi foi uma alta gargalhada que não resisti em acompanhar - Você ri mas deixa o Ethan saber disso! Na próxima ele vai quer vir como meu segurança! Vamos logo, precisamos ir para o treino!
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Re: Krauz&Familie

MensagemRussia [#163000] por Ania Klara Holmes » 02 Jun 2016, 11:00

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– Licença, desculpe. – a voz carregada de sotaque foi dirigida a mim. O ser feito à semelhança de deuses antigos parecia ter dificuldade com a língua inglesa, como muitas pessoas que eu conhecia. Na verdade, eu era a aberração que trocava de um idioma para o outro sem a menor dificuldade. Alemão, Italiano, Russo, Inglês e Francês. Ainda podia me arriscar em Espanhol, Português, Hebraico e Gaélico. Que tipo de mente funciona desse jeito? Só a minha mesmo, mas isso facilitara a minha vida quando eu saí da escola e fui procurar emprego no mundo trouxa. A Reuters me aceitou de cara como estagiária, mesmo que eu ainda não estivesse de fato estudando em Oxford. Aos 19 anos eu tinha experiência em uma das maiores agência de comunicação do mundo e podia mergulhar no mundo mágico, como meu pai queria. Então não foi difícil que eu entendesse a conversa do homem alto enquanto eu checava o embrulho que foi depositado em minha frente. - Faltam-lhes jogadores noruegueses.

Isso explicava o sotaque forte e rústico, e norueguês era uma língua que eu, ainda, não falava, mas que estava ali na "Lista". Rapidamente também percebi o furo jornalístico que, não fosse eu na loja e sim uma pessoa mais maldosa, eu tinha ouvido. Aquele seria o novo batedor do Chudley Cannons, ou pelo menos reserva de batedor, e meu pai ficaria furioso se essa notícia vazasse antes da hora certa. Virei meu corpo ao lado do balcão, encarando o norueguês de cabelos muito loiros e muito longos e respondi em russo. - Não acredito que Böhm ficaria feliz se soubesse que essa conversa 'tá se espalhando. - agora a atenção do homem estava em mim, o balaço suspenso no meio do percurso até a bancada de vidro, preso nas grandes mãos norueguesas que me fizeram suspirar por um instante.- Sorte a sua que eu não vou falar nada pro meu pai. - sorri e passei a língua delicadamente sobre o lábio inferior. "Porque não fazer amizade com o mais novo contratado do Cannons?" - Anastasia Böhm. Prazer em conhecê-lo.


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Re: Krauz&Familie

MensagemNoruega [#163004] por Lasse Løkken Matberg » 02 Jun 2016, 11:59

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    Mover um bastão era igual manusear uma Katana ou uma arma. Ele era um objeto externo que acoplado em nossas mãos deveriam ser unos. Não era fácil encontrar um bastão com a leveza que caísse em minha força, muitas vezes, os de péssima fabricação quebravam em minhas mãos devido os fortes impactos e este era o meu forte: “a bomba Matberg” como era conhecido pelos meus companheiros de times da Noruega. Parecia ser algo muito legal e orgulhoso de ter, contudo, a realidade era outra. A frustração de aprender a controlar sua própria força, os jeitos, os métodos... Logo, preferia um bastão mais resistente a impactos para poder ser uno com meus braços.

    A loira de cabelos curtos chamara minha atenção quando a mesma soltou seu russo me repreendendo. Ergui a sobrancelha encarando-a e parando o bastão no ar entre nós. Por alguns segundos mantive minha expressão curiosa e analítica. De fato o capitão do time me pedira sigilo quanto aquilo, mas não acho que esteja falando alto e claro... Eu estava apenas falando para o balconista e...

    Olhei ao redor para certificar-me de algumas línguas. Infelizmente aqueles momentos eram embaraçosos. Automaticamente voltei para o balcão e soltei o bastão para que o atendente pudesse personaliza-lo enquanto prendia em um coque meu cabelo e continuava ouvindo a loira. Ela tinha o olhar de pestinha e olhar de pestinha fazia lembrar-me das minhas irmãs. E aquele olhar... Não serei um gigante maria mole com uma mulher que não é a minha. Não mesmo! – Acredito que deva ser sorte minha mesmo encontrar a filha do capitão e ela não me dedurar... – Soltei em um bom humor abrindo um largo sorriso.– Prazer Anastásia. Creio que já deva saber quem sou... Apenas chame por Lasse– Estendi minha mão esquerda para poder cumprimentar a loira para depois dá-la um beijo em uma das bochechas. Tinha de ser educado com ela, não podia correr o risco de matar a saudade dos meus desejos masculinos logo de cara com ninguém mais ninguém menos que a filha do capitão... Se ele descobrisse... Seria demitido antes do primeiro jogo! Ou... Ou... Depois de tanto tempo só com homens, não seria ruim... Sabia que meu nome não era nada intimidador ou muito menos másculo, mas não poderia deixar de tratar bem a filha de um capitão. –E o que uma garotinha como você faz aqui? – Sim. Senti a vontade de falar com ela igual com minhas irmãs. Talvez fosse a empatia no ar ou minha educação.

    Voltei minha atenção para o atendente por alguns segundos. – Então, pode fazer hoje? Qualquer coisa aguardo.– O homem apenas confirmou e falou que duraria algumas horas. Ótimo, pois iria dar uma volta pelas lojas ou ficaria testando os brinquedos dele enquanto arrumava o meu. – Você joga também?– Perguntei curioso voltando para a garotinha e antes mesmo de ter qualquer momento à sós com uma mulher, a porta abriu e o perfume adocicado de 212 adentrou. – Pestinha.– Sussurrei voltando atenção para a entrada da loja e vendo minha irmã com uma sacola de livros vindo me entregar. – Se vi... – Soltei em norueguês e a mesma me encarou com seus olhos marejados de gatinha enquanto colocava em cima da sacola de livros uma caixa de bombom. – E tira esse perfume! – Soltei na língua norueguesa com uma expressão mais séria. Virei-me para Anastácia. – Desculpe. Continue... Então você só o ajuda fora dos campos? – Perguntava enquanto abria a caixa de bombom e oferecia para Anastácia – Aceita? - Facilmente era comprado por doces...

Sim, ele prendeu o cabelo pra evitar chamar atenção demais -q
Só pra ela sentir como ele é bonzinho e maria mole.
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Re: Krauz&Familie

MensagemRussia [#163024] por Ania Klara Holmes » 02 Jun 2016, 16:04

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Observei enquanto ele prendia o cabelo em um coque alto com maestria. Em seguida, senti sua barba comprida roçar em minha pele delicadamente. Lasse tinha um cheiro inebriante, capaz de fazer até a mente mais aguçada para por um instante e apreciar o momento. E foi o que eu fiz. Não tentei sair correndo ou me jogar em seus braços - ainda que essa não fosse uma má ideia - só aproveitei o momento. - Sorte a sua sim. Se fosse qualquer outra pessoa já teria vendido a notícia.

Lasse tinha algo de muito sedutor em toda a sua forma bruta, principalmente em oposição à sua personalidade, até onde demonstrada a mim, gentil. Comecei a me questionar se, talvez, ter dito o sobrenome de meu pai assim tão de cara tivesse estragado qualquer possibilidade de descobrir o que aquelas roupas todas escondiam por conta da relação profissional com meu velho. Essa minha paranoia foi confirmada no instante em que ele abriu a boca de novo. - E o que uma garotinha como você faz aqui? - "Garotinha!? Sério!? Insultante." Não que eu me vista como uma velha e aparente ter 30 anos, mas garotinha? Nossa, pegou pesado. A única pessoa na terra que ainda me chamava dessa forma era meu pai, e só quando ele pretendia ser particularmente irritante. O choque foi tamanho que eu nem consegui respondê-lo antes que o norueguês voltasse sua atenção ao atendente da loja de novo. Aproveitei esse momento e paguei pelo embrulho que ficara responsável por levar para casa.

Antes que eu pudesse responder uma menina entrou na loja espalhafatosamente, entregando ao homem uma enorme sacola de livros e uma caixa de bombons. Ele pareceu contrariado e muito satisfeito ao mesmo tempo, e finalmente consegui continuar o diálogo.
- Não, eu joguei quando estudava em Durmstrang. Artilheira. Mas não jogo profissionalmente. - Lasse agora tinha um sorriso na face. Os dentes perfeitamente enfileirados e brancos à mostra. Talvez nem tudo estivesse perdido. Aceitei um dos bombons que ele oferecia, nada como um bom chocolate para alegrar o dia. - Também sirvo de escrava particular do meu pai. - disse rindo, enquanto ajeitava o embrulho em meus braços. - Quanto tempo até o bastão ficar pronto? - pelo que eu ouvira da conversa, o objeto seria entregue em algumas horas, tempo suficiente para explorar o vilarejo russo a dois. Ajeitei o cabelo e mordi o lábio inferior; não podia negar que estava interessada no norueguês másculo. - Conheço um lugar aqui perto que tem uns cafés maravilhosos. E bolos também. - não sei precisar o motivo que me inspirou a chamá-lo tão abruptamente para algo que muitos definiriam como um encontro, mas o fiz.
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Re: Krauz&Familie

MensagemBrasil [#163274] por Lara Lynch » 10 Jun 2016, 21:35

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{ UMA VASSOURA SÓ PARA MIM }


Depois de toda uma confusão causada pelo papagaio arredio, que voou por meio Beco Diagonal, fugindo de mim, agora era a hora de irmos à loja de artigos esportivos. Precisava me equipar adequadamente para a possibilidade de jogar no time de quadribol da escola. Não que houvesse qualquer certeza, indício, ou mesmo oportunidade disto acontecer, porém a esperança sempre existiria num coração puro e com fé na humanidade. - Dessa vez vai ser diferente, papai. Tenho certeza que eles irão reconhecer meu talento. - Bom, não vinha ao caso que anos atrás, quando ainda estudava em Beauxbattons, eu tinha me perdido num treino do time enquanto caçava o pomo de ouro, que em minha percepção havia subido alto demais e se escondido entre as nuvens. Essas coisas acontecem no quadribol. Essas bolinhas são muito travessas. Contudo, para quem se preocupou, ficou tudo bem. A equipe de resgate montada pelos professores da escola me encontrou alguns poucos quilômetros da escola, mas foi tranquilo. Eu apenas peguei uma corrente de vento errada e toda aquela nuvem impediu a minha boa localização.

Chegamos a loja preparados para as compras. Tinham tantas variedades de vassouras que eu nem sabia qual parar para olhar. Cabos lisos, texturizados, retos, tortos, coloridos... - Minha nossa! São tantas opções! Vou ficar louca aqui! - Explodi em entusiasmo, ao passo que o vendedor da loja se divertia, aproximando-se de mim e meus pais. - Bom dia! Em que posso atendê-los? - Recepcionou-nos sorridente. - Pelo visto a jovenzinha é uma atleta! Qual é a sua posição favorita no time? Tenho vassouras próprias para cada estilo posição e necessidade do jogador. Basta me dizer suas intenções. - O bruxo afirmou convencido de que seria possível encontrar uma perfeita para mim. E era bem possível que pudesse. Acreditava nele. Afinal, sua loja era famosa e antiga. Com toda certeza ele sabia mais que qualquer um sobre estas belezinhas. - Uhul! - Comemorei. - Ouviram isso?! Ele sabe de tudo! Vai nos ajudar. - Repeti as palavras do vendedor para os meus pais, segundo minha interpretação. - Moço, eu sou apanhadora. Mas também gosto de ser batedora. Eu tentei uma vez, sabe? Só que não deu muito certo. Goleira também não é uma má idéia.... Humm... Não. Muito parado. Artilheira seria melhor, tem mais movimento. - Fui me perdendo em minhas conjecturas, quando retornei ao cerne do assunto. - Bom! Como eu ia dizendo, minha posição é apanhadora! Isso! O que o senhor consegue de mais adequado para mim? - Questionei-o com ar apreensivo. Agora era o momento dele me surpreender.

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Postado Por: Victor Cotrim.


Re: Krauz&Familie

MensagemItalia [#171845] por Giovanna Marchesin » 29 Dez 2016, 13:20

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Breaking the routine

Quebrando a rotina

#Quinquagésimo Quarto Post!


Mudanças, mudanças e mais mudanças. Giovanna Fontana Marchesin, antes de ser aceita no último time campeão da Liga de Quadribol, as Holyhead Harpies, tinha um dia a dia consideravelmente rígido, não se via aberta à novas oportunidades. Porém, depois de tornar oficialmente integrante do time, sua rotina literalmente foi quebrada. É claro, ainda tinha suas pesquisas relacionadas à área da medibruxaria, bem como, seus atendimentos e alunos para ensinar. Entretanto, também tinha que se render aos seus antigos costumes e, um deles, era permanecer na ilha de Beauxbatons durante todo o ano letivo “Afinal, vou arrumar tempo para as coisas do quadribol como? Tenho que sair.” mordeu o lábio inferior, pensando como sua vida já estava mudando a partir dali. Onde a jovem estava? Do lado de fora dos campos pertencentes à Beauxbatons, em uma área livre para aparatação – É, e vamos lá. Mudar a rotina. – falou em baixo tom para si mesma, com uma clara entonação saudosista, observando ao longe, o local onde supostamente, seu local de trabalho estava, no meio do oceano Atlântico “Espero que a Sörem consiga dar conta do recado e cuidar dos alunos nesse meio tempo.” apesar dos pesares, a italiana era um tanto quanto profissional e gostava de estar no meio das crianças, gostava de cuidar delas. E, se afastar do ambiente de trabalho, mesmo que momentaneamente, lhe dava um certo aperto no coração.

- É hora de partir. – respirou fundo, verificou seus pertences e vestimenta, estava utilizando um grande sobre tudo preto, por cima de uma blusa de lã com gola alta na mesma cor, o cabelo amarrados com uma toca verde cobrindo os fios loiros. Se havia motivo para tamanha prevenção ao frio? Ao menos na França não, mas o destino da nascida em Milão certamente estava mais congelante, literalmente, do que a capital francesa “Tudo em ordem.” seus goldens no bolso, orientações das Harpias para as compras e por fim, hora de partir – Krauz&Familie, Ek-tagh. Lá vamos nós. – falou para si mesma, mentalizando seu destino e, em questão de segundos, uma gigantesca cordilheira se materializou, o ambiente, como suspeitava, tinha muita neve e muito frio – Mas tem que ser tão frio assim sempre? – inconformada, apesar de já ter viajado para a Rússia nas férias anteriores, se encolheu em uma espécie de abraço na tentativa de se esquentar – Só acho que eles deviam vir para a Inglaterra. O ambiente é bem melhor. – mordeu o lábio e encarou um pequeno estabelecimento não muito distante, se tratava de uma das lojas mais conhecidas, embora estivesse no pior local, para artigos esportivos. Lentamente, a medibruxa, acostumada com calor italiano, caminhou na neve, afundando eventualmente sua bota no chão e levantando, caminhando com uma certa dificuldade.

- Bom dia. – anunciou sua presença ao não muito convidativo comércio e, já direta ao que queria, se dirigiu ao balcão – Poderia me ver uma goles, óculos e luva de proteção? – o senhorzinho que tomava conta da loja logo se retirou por entre as estantes e, neste meio tempo, Giovanna aproveitou para verificar as vassouras “Uma boa, preciso de algo bom para competir e...” parou diante de uma Firebolt Galaxy, muitos falavam bem dela e então, decidiu pela compra – Erm... E sim! Essa vassoura aqui também. Vou querer tudo isso. Quanto vai ficar? – a resposta do funcionário não animou em nada. Seu costume em viajar nas férias, teria que ser cancelado pela compra dos materiais esportivos “Adeus férias no exterior.” fez uma feição de desanimada, porém, era para um bom motivo sua escolha. Então, respirando fundo, entregou todos os goldens que lhe foram cobrados – Aqui está. Muito obrigada! – abriu um sorriso feliz e seguiu para o ambiente gélido do local. Este, era apenas mais um passo para a jovem Marchesin mudar seus costumes e se mostrar uma nova garota dali para frente. Ao menos assim esperava a medibruxa.


Giovanna veste: esta roupa.
# Giovanna Fontana Marchesin #
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>> Giovanna | 22 anos | Italiana | Professora - Beauxbatons | The Eggs - Holyhead Harpies | Firebolt Galaxy <<
Giovanna Marchesin
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Re: Krauz&Familie

MensagemInglaterra [#187363] por Karen Dernach » 27 Set 2018, 14:04

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Eu lembro claramente do dia em que papai deu a Kammy a Firebolt Galaxy desta; da cara de surpresa e a felicidade genuína de minha irmã, assim como a diversão satisfeita do Sr. Dernach de conseguir uma reação tão espontânea dela e da preocupação de mamãe quanto à velocidade que aquela vassoura era capaz de alcançar e dos danos que, por consequência, poderia causar a quem nela estivesse montado – porque a Sra. Dernach gostava de muitas coisas do mundo bruxo, mas com certeza vassouras não era uma delas –, o que rendeu uma longa discussão entre ela e tio Karl acerca da segurança ou não presente naquele específico modo de locomoção mágico. Em meio àquilo – meio que ignorando, porque as discussões entre os dois por motivos quaisquer e, em muitos casos, por pura birra, já eram comuns –, recordo-me de Kamille perguntar como papai encontrara aquela vassoura que, ao menos no Beco Diagonal, estava em falta, o que rendeu uma história, daquele modo que só papai sabe contar, envolvendo um caso como auror, um fugitivo tanto hábil como azarado e uma loja montada no meio do nada.

Na época achei engraçado a imagem de uma loja montada no alto de uma cordilheira e lembro de, na empolgação, ter falado que papai teria de me levar um dia, afinal, parecia uma diversão e tanto conhecer e explorar um lugar daquele. Sinceramente, mesmo que ele tenha dito que sim na ocasião, não imaginei que, anos depois, papai ainda lembraria daquele pedido infantil de minha parte e que em meio a nossa ‘aventura de pai e filha’, ele acabaria por me levar àquele local em específico. Digo, a princípio não sabia que era aquele lugar nem que era lugar algum, pois tudo o que eu via era neve e mais neve até onde a vista alcançava e um frio intenso que, não fosse as roupas de ski as quais eu vestia por indicação do Sr. Dernach, teria sido impossível de aguentar. Conforme comecei a andar, segurando a mão de papai para não me perder ou ser levada pelo vento, comecei a avistar uma construção à distância e, ao me aproximar, vi a placa ali presente que fez com que eu abrisse os olhos.

“Krauz&Familie!”
– exclamei, surpresa, olhando da loja para os arredores e, então, voltando o olhar – “Poxa! E não é que ela realmente existe?” – observei, admirada, girando os olhos para meu pai, que erguia uma sobrancelha para mim.

“Acredito que minha criatividade não é tanta para inventar a descrição de um local como este, mein schatz.”
– e não pude deixar de rir, não esperando aquela resposta.

“O senhor se subestima, papa.”
– aleguei, divertida, vendo-o sorrir e pousar a mão sobre minha cabeça em um ato de carinho típico – “Devemos entrar?” – questionei, incerta, vendo-o assentir e, da mochila que carregava, puxar uma garrafa com um líquido transparente, cujo rótulo não conseguia ler muito bem – “O que é isso?” – disse, notando um leve curvar de lábios.

“Uma velha promessa.”
– e fiquei com cara de interrogação, não sei se com a afirmação em si ou com a expressão cheia de entrelinhas de meu pai, mas assenti, pronta para conhecer o interior daquele lugar que, até então, existia apenas em meus sonhos.



[ Off: Acabou o prazo de validade da minha pessoa, então acabou o post por hora.

Karen Dernach
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