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MensagemRussia [#109417] por Mestre de Durmstrang » 14 Out 2012, 15:57

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Há 30 anos, Frau Edith Krauzz disse ao seu marido que um negócio envolvendo artigos esportivos no alto de uma cordilheira congelada e inabitada não vingaria... e, de fato, não vingou, embora Herr Ivan Krauzz permaneça até hoje com a Krauzz&Familie em funcionamento, firme e forte! Nas estantes empoeiradas é possível encontrar conjuntos de bolas para quadribol, vassouras clássicas que não são comercializadas há três décadas, pares de esqui, pranchas de snowboard, agasalhos, gorros, etc. Mas não se engane! Mesmo que as vendas não sejam lá estas coisas, Herr Krauzz é antenado nas novidades esportivas e tem sempre um par ou dois dos artigos lançados mais recentemente, o que faz da Krauzz&Familie uma loja um tanto quanto... confiável no ramo. Do luxo ao lixo, você encontra na Krauz&Familie.


CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NA LOJA!
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Re: Krauz&Familie

MensagemInglaterra [#113127] por Mérope M. Black-Thorne » 15 Dez 2012, 02:05

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Desde que alcançara o posto de batedora do time de sua casa, havia se tornado muito difícil que Mérope se empolgasse tanto com qualquer outra coisa. Sentia a extrema necessidade de se dedicar ao máximo àquela responsabilidade, também para não perder o cargo que fora lhe dado extremamente de boa fé, sem nenhuma certeza de reforço. Com isso, pediu autorização dos pais e, com ajuda do pó de flu, viajou até o outro lado do continente, para a Rússia, onde sabia que poderia encontrar os melhores materiais para o esporte.

Diante da fachada do estabelecimento, Mérope não pode sentir muita fé na fama que tinha. A informação que recebera é que era exemplo no ramo e que poderia encontrar todas as últimas novidades ali, mas não era essa ideia que a aparência do lugar vendia. Era destacado da civilização, de difícil acesso e parecia deserto. Ao adentrar no local, Mérope também perceber que o mesmo carecia de cuidados.

Ao aproximou do balcão, com algum receio por estar em um lugar como aquele sem nenhuma companhia (sim, não havia nem mesmo outros clientes!), mas tentou não se incomodar muito com aquilo. Foi atendida por um homem mal encarado, que transpirava a entipatia. Seusjeitos bruscos deixaram Mérope sem jeito de início, mas logo ela se lembrou de quem era filha. Sabia que não havia bruxo no mundo que ousaria se meter com Ludovic Black-Thorne e aquilo a ajudou a estufar o peito e olhar com sua pose altiva de sempre.

-Quero saber o que tem de mais novo para batedores amadores. – Exigindo, como se lhe atender não fosse mais do que a obrigação do homem. O mesmo lhe lançou um olhar intrigado e Mérope podia jurar que ele quis responder algo, mas se limitou a resmungar qualquer coisa como “pirrralhos inconvenientes” e começar a depositar vários objetos de ultima linha diante da ruiva.

Ele lhe mostrou pelo menos três tipos de tacos diferentes, explicando com detalhe seus prols e contra e falando animadamente sobre cada marca, além de fazer observações com recomendações de diferentes vassouras dependendo da estratégia do time e sobre qual era a melhor marca em itens de proteção. Aparentemente, ao falar de seus produtos ele havia esquecido que era um homem rabugento, pois dissertava encantado sobre o material, o que Mérope ouvia com atenção, se esforçando para aprender alguma coisa com o que ele dizia. Ao final das compras, tinha seu quite de quadribol completo, comprado sob reconmendações competentes e adaptado às necessidads do time da sonserina.
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Re: Krauz&Familie

MensagemUcrania [#113248] por Svetlana Kostchenko » 15 Dez 2012, 22:26

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What the hell

---


O que raios eu estava fazendo aqui? Eu iria amaldiçoar até a trigésima sétima geração dos von Grimmelshausen e cuspir no caixão do Conrad quando ele morrer depois que ele me chamou para integrar o time de Quadribol. Era uma das poucas coisas que me desagradava no Mundo Mágico, soava-me como um esporte totalmente sem sentido. Preferia muito mais o raciocínio rápido e sagaz do xadrez bruxo, assim como a comodidade também. No entanto, pensei duas vezes.Era por Sonserina. E os veteranos não fizeram questão de se mostrarem merecedores da Casa a qual pertencem. Sendo assim, alguém tinha que fazer tal serviço. Eu tinha que superar isso, de certa forma. A minha falta de aptidão física, bem como outros fatores, teriam que ser deixados para trás. Não sabia como, nem o porquê. Mas naquele momento, eu estava como artilheira do time de Salazar Slytherin. Era o suficiente.

De qualquer forma, eu comecei pesquisando sobre o esporte, um pouco mais e sobre as jogadas. Como mestiça que passou a maior parte do tempo no mundo dos trouxas, era difícil me adaptar a tudo. Talvez pegar alguns equipamentos para treinar sozinha seria o ideal. Vassouras não eram realmente necessárias, o armário da Sonserina estava cheio delas. Portanto, eu tinha que pensar em algo que talvez fosse mais interessante para mim. Mas o quê exatamente? Provavelmente, alguns equipamentos para climas um tanto menos amenos. Talvez isso fosse o ideal. Pensava nisso enquanto caminhava pelas ruas da Rússia, durante aquele pequeno período de parada em Hogwarts. Diziam-me que ali havia tudo o que havia de melhor no esporte. Era a última palavra no Quadribol. Eu cruzava os braços, caminhando, coberta em uma capa grossa de inverno. O tempo na Rússia nunca costumou ser tão amigável.

Dessa feita, ali eu chegava. Apenas olhava para alguns produtos, bem interessantes... para quem realmente apreciava aquilo. Não queriam dizer muita coisa para mim os pomos de ouro, os balaços e bastões disponíveis. No entanto, eu observei coisas muito interessantes, como luvas de couro de dragão e óculos de proteção... tudo para se proteger da neve. Eu sorri de canto. O pessoal daquele lugar, nas proximidades de Durmstrang principalmente, deveriam estar acostumados com isso. Eu apenas peguei um par de luvas e um óculos, para levar comigo. Eu tirei um saco de dinheiro, já separado para este tipo de situação.
- É o que eu preciso, por enquanto. - Falei, de maneira seca e sem maiores explicações. Até porque os próprios produtos em minha mão já eram motivação suficiente. Pelo menos, ali eu não precisaria manter uma conversa desnecessária. Assim que os meus pedidos foram empacotados, peguei-os e saí. Logo, voltaria para casa. E provavelmente, xingaria muito o Conrad mentalmente no caminho.
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Re: Krauz&Familie

MensagemItalia [#114206] por Jasper Bertolle » 27 Dez 2012, 18:20

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                      A sensação de enjoo passou logo que meus pés tocaram o solo novamente. Levei a mão à boca segurando o vômito que veio bem próximo de sair, mas fora contido. — Odeio pó-de-flu. — Retruquei rapidamente enquanto reposicionava minhas vestes alinhadas. Respirei fundo sentindo o ar frio da Rússia preencher meus pulmões, ao menos tinha conseguido encontrar o lugar certo. Precisava de uma nova vassoura, e isso era inquestionável. Nem conseguia lembrar a quanto tempo usava aquela maldita velharia. Por vez, creio estar no lugar certo.

      Caminhei rápido saindo do pequeno casebre utilizado para o transporte. O tráfego de pessoas era mediano, quase nunca acontecia um “engarrafamento” na saída da lareira; o caso era que o vilarejo, que possuía a loja ao qual eu procurava, não passava de um pequeno ponto esquecido do mapa. Sim, eu – apesar de algumas vindas ao país – nunca havia conhecido tal localidade, era como se não existisse nada além do grande castelo de Durmstrang, e os outros pontos turísticos mais interessantes.

      Nesse dia em especifico, havia uma grande concentração de pessoas paradas a porta de uma loja em questão.
      — Só pode ser brincadeira. — Resmunguei enquanto disparava numa corrida enérgica até um aglomerado de jovens e pais raivosos. “Vejam, ele vai abrir a loja”, balbuciou um nanico ao olhar pela vitrine embaçada. Com as férias escolares, muitos alunos saiam para comprar seu material do próximo ano com antecedência evitando a grande confusão de pessoas nos grandes centros comerciais, como o Beco Diagonal, por exemplo. Havia passado por lá, para providenciar uma nova vassoura, uma que não soltasse farpas sempre que polida. Por vez, com o estoque das melhores vassouras de Londres esgotados, foi o jeito visitar o lugar atrás de um precioso objeto para o ano letivo.

      Muitos idiomas, vozes irritantes, choros incessantes, um caos incontrolável. “Calma, um de cada vez...” Tentou avisar o vendedor antes de ser empurrado as pressas pela multidão que adentrava sua loja na correria de alcançar seu objeto de desejo.
      — Sai, sai, sai da frente fedelho. — Empurrar as cabeças miúdas a frente para ganhar impulso, era a tática. Nesse meio caminho ganhei alguns chutes na canela e socos na costela. — Ai, maldito. — Gritei com um pequeno que me xingava em Russo, ou sei lá o que. — É, pra você também. — E então, como num passe de mágica, pude encontrar o que procurava. Uma bela e bem alinhada, definitivamente brilhando na luz que a circundava, pedindo para ser toda minha: uma Firebolt Galaxy. — Delicia. — Corri para alcança-la esbarrando no balcão, caindo aos pés da escada, desviando de uma briga por um pomo de ouro que agora voava desesperado pelo teto da loja, até que me aproximei dela.

      Logo, antes que pudesse completar minha felicidade, senti a presença de outro dos infantes que me olhava com um ar choroso, nesse mesmo instante eu removia com cuidado o objeto de sua proteção. O encarei sorridente, mesmo vendo que seus olhos clamavam por minha compaixão.
      — O que foi baixinho? Você quer essa? — O pequeno deixou brotar um sorriso em sua face antes escondida pelas lágrimas. — Claro que quer. — Sorri em resposta. — Nós dois queremos, mas só tem uma. — Bufei numa falsa preocupação. — Eu posso te dar — Uma breve pausa. — Só que não. — Dei meia volta e disparei na direção do balcão para efetuar o pagamento. — Choro em 3, 2, 1. — E o bebêzão não demorou a se unir ao coro de moleques chorões que não conseguiram seus presentes. É, não tá fácil pra ninguém. Arremessei o embrulho contendo o dinheiro exato para a moça do caixa e parti, quem sabe ainda daria tempo de testá-la antes do pôr-do-sol e comprar outras coisinhas.
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Re: Krauz&Familie

MensagemRomenia [#118877] por Thomas Constantine » 11 Mar 2013, 00:25

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NARRAÇÃO
- FALAS

NOVA VIDA – CAP. 1


Após comprar todo meu material, era a vez do prazer. Se existia uma loja que eu adorava visitar, claro, depois da loja de livros, era a de esportes mágicos. Eu me deliciava naquele lugar, sentia um prazer gigantesco em gastar minhas economias com meus artigos esportivos.

Lembro-me da primeira vez que entrei nessa loja, acompanhado de meu guardião. Ele sempre soube que eu seria um jogador de quadribol, embora jamais tivesse visto um jogo meu, muito menos me dito algo sobre. Eu ainda estava no primeiro ano e ele já sonhador com a minha posição de batedor, dizia que eu precisava de uma boa vassoura, não apenas veloz, mas resistente.

Tio San sempre disse que eu não tinha como fugir, que o quadribol estava em meu sangue. Meu pai havia sido um grande batedor, jogador titular do time da Corvinal, a casa azul de Hogwarts. Por outro lado, minha mãe encantou os gramados de Beauxbattons, com seu charme e talento de apanhadora. Segundo alguns amigos de meu tio, os quais estiveram na escola juntamente com minha mãe, ela não voava, despejava charme e beleza em cima de sua vassoura. Ela parecia uma única coisa quando montada e sua nimbus. Devo confessar a vocês que foi após essa conversa, que decidi entrar para o quadribol. Aliás, esta fora a frase magia da diretora Melissa para que eu pudesse ingressar no time.

Enquanto todos achavam que eu estava na sala da diretora, recebendo alguma bronca. Nos caminhávamos pelas salas de troféus, onde o retrato de minha mãe esta bem vivido. Lembro que nesse dia ela sorriu para mim, como costumava fazer enquanto cantava para mim. Mas chega de nostalgia, vamos falar de minha chegada.

Embora eu gostasse do lugar, eu tinha um pouco de receio sobre a minha chegada. Se nas outras lojas minha presença já causou grades confusões, seguindo de bagunças. Imagine como seria em uma loja de esportes mágicos, onde as pessoas realmente entendem o que é quadribol

Assim que entrei na loja, me deparei com um grande pôster meu exposto na parede. Eu não me lembrava de ter tirado aquela foto, na verdade, eu apenas tinha vestido o uniforme dos Arrows uma vez, em um amistoso, pouco depois de minha contratação e ainda sim foi algo escondido, longe dos fleches da imprensa Um garoto de Hogwarts gritou meu nome assim que me viu, correndo para junto de mim. Em sua mão tinha um bastão de batedor, o qual pedia para eu assinar. Fiquei confuso, sem saber o que fazer. Eu ainda não estava acostumado com aquelas pessoas a minha volta, me paparicando.

Olhei para minha tia, buscando ajuda e com um sorriso sereno, ela me reconfortou. Era verdade que a gente brigava bastante, mas ela sabia me deixar bem tranquilo. Peguei a pena da mão do menino e após perguntar seu nome, assinei no bastão. Tirei fotos com alguns fãs e distribui mais algumas assinaturas.

Aquele tempo na loja, me fez perceber o quanto às coisas haviam mudado. Eu já não tinha mais uma vida própria, muito pelo contrário. Agora ela era compartilhada com milhões de bruxos, muitos deles fanáticos pelos Arrows. Pessoas que colocavam esperanças em meu talento, que apostava que em fim sairíamos daquele doloroso tempo sem títulos. Gastei tanto tempo com as pessoas, que até me esqueci de que havia entrado na loja para comprar um par de óculos, partindo daquele lugar diferente de como havia chegado. Um novo Pirado havia nascido.
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Re: Krauz&Familie

MensagemAustria [#120951] por Sean von Vöwell » 03 Mai 2013, 18:47

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      Sonhos de infância. Quem nunca teve pode se matar com um tiro na cabeça. Desejos antigos alimentados por mentes inocentes. Tornar-se um super-herói, ter um dragão de estimação, ir a um parque de diversão ou conhecer seu ídolo. Diversos são eles. Muitos e inocentes, baseados em almas com o mínimo discernimento. Sejam quais forem, eles estimulam o lado mais competitivo e o motor da evolução dos seres humanos: a vontade de serem especiais, embora muitos poucos possam o ser. Sonhos. Assim se dizem. Desejos. Outros afirmam. E, mesmo já tendo passado da infância há cerca de dois aniversários, ali estava eu, agindo como uma naquela manha de férias, acompanhado da mulher de olhos castanhos e irritantes que se dizia minha mãe e de um garoto pirralho e baixinho de cabelos muito loiros.

      Olhos abertos, vidrados. Glândulas salivares ativas, o que causava quase uma meia baba no vidro externo gelado da maior loja russa de vassoura. Por que estava ali? Nada de interessante. Algo sobre arranjar uma vassoura decente pro pirralho idiota. Mamãe parecia confiar mais naquele lugar. Segundo ela: produtos russos de Quadribol eram bem mais seguros que os ingleses. Não que me importasse. Ryan que caísse de sua vassoura ou o diabo a quatro. Minha mente só tinha um alvo. Meus olhos um objetivo. Aquela beleza de estrutura de madeira, suas cerdas bem posicionada e rápidas. A nova geração que superava minha velha nimbus. Se realmente pudesse existir o vocábulo paixão em meu dicionário, diria que Sean Hans Vöwell estava apaixonado por aquela vassoura de corrida. A Nimbus 3000.

      -Se ficar ai parado vai congelar... –Chamava o garotinho de doze anos preocupado, no entanto, nem assim me movia. Gelo. Ele poderia congelar minha pele a vontade, desde que ganhasse aquele “brinquedo novo”. Espirito consumista? Talvez houvesse herdado um pouco disso de Mary Clechester, pelo período que vivi em seu teto. No entanto, roupas estavam longe de ser meu anseio principal. O que eu queria era aquilo, velocidade.– Se quando me descongelarem estiver com ela na mão. –Respondi com ironia, agora com o garoto e mais a mulher me puxando. Duro, eu não saia do lugar. Não movia um musculo, um nervo como uma criança emburrada. Eu queria aquela vassoura e iria tê-la, por bem ou por mal... Mas talvez não naquele dia. Não com a neve caindo furiosa sobre meus cabelos.

      O que não sabia era que, o dia com o qual sonhara nos últimos dois anos, estava se aproximando...

      Words: 411
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Sean von Vöwell
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Re: Krauz&Familie

MensagemItalia [#123195] por Louis D'Angelo » 27 Jun 2013, 10:23

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" O pobre. "


O dia estava quente, e Louis havia acabado de sair do ministério. Precisava de uma vassoura para uma tal missão. Em sua bolsa de Goldens não contava com muitas moedas, não havia recebido naquele mês ainda. Havia chego de Veneza a pouco tempo para se tornar um Oficial do ministério. Sabia no entanto as dificuldades que iria passar.

O sol brilhava e tocava sua pele branca, nada de chuva ou vento, apenas o sol. Louis, estava vestido com um terno preto, um sapato também preto, a gravata era um tom de azul escuro. Podendo ser facilmente identificado como um trouxa qualquer. O seu conhecimento pelo mundo havia lhe ensinado que a única loja aberta com artigos de Quadribol, era na Rússia. E para lá ele foi.

No alto de uma cordilheira congelada, finalmente conseguia achar a loja. Era uma loja simples, bem simples, parecia a Casa Dos Gritos, daquele vilarejo bruxo próximo a Hogwarts. Louis pisava com cuidado naquela neve fofa, não queria sujar os sapatos novos, principalmente molha-los. Sua mão abriu a porta e este finalmente entrou.

Por dentro, o tom de Casa Dos Gritos se tornou bem mais palpável. Vassouras que certamente seu avó usaria, com artigos usados por "Merlin", itens tão novos e empoeirados que o seu peso era no mínimo a metade em pó. O dono veio até ele, e lhe atendeu, de forma seca, mas lhe atendeu. Os olhos do senhor D'Angelo procurava os itens que iria precisar, certamente um par de luvas, e alguma daquelas vassouras.

O senhor nada simpático lhe mostrou uma vassoura, o preço era acessível e facilmente poderia ir voando para a tal missão. Era essa que ele iria levar. Pagou o senhor rabugento e novamente saiu da loja, a excitação em ir para a missão surgira novamente.
Louis D'Angelo
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Re: Krauz&Familie

MensagemItalia [#124483] por Enzo Vittorio Ferazzi » 29 Jul 2013, 16:37

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Pelas barbas de Merlin, o tempo estava frio, gélido. A respiração formava uma fumaça à frente do rosto do jovem bruxo. Uma cordilheira mais fria que um congelador, era ali que a única loja de artigos esportivos estava. Enzo estava sentido os músculos doerem, principalmente as extremidades, mesmo com luva e vestido com seu casaco de pele, o frio obtinha exigido em penetrar as grossa camadas de roupas.

Mesmo o sol visível, a sensação térmica não aumentava. Mesmo assim, rumou à loja. A porta estava fechada, e na vitrine não havia nada que chamasse a sua atenção, mas mesmo assim ele entrou na loja. O saco de Goldens não estava cheio, mas precisava de uma vassoura, então teria que procurar muito para encontrar o que precisava. Até que finalmente um velho rabugento apareceu atrás de um balcão, Enzo percebera que até mesmo o Corujal era um lugar mais limpo.

O senhor perguntou o que aquele garotinho procurava ali, mas nem os olhos ele desviou de um objeto estranho que segurava.
- Quero uma vassoura, mas nao tenho muito goldens. - Com uma voz ríspida e seca o velho falou sobre uma vassoura em especial, e apontou na direção de uma estante empoeirada. Enzo andou até a tal prateleira, e pegou um objeto caído, a tal vassoura.

Caminhou até o caixa, e tirou da bolsa o valor daquele artigo mágico. O nobre senhor agradeceu, novamente de forma ríspida, e apenas levantou os olhos para contar os Goldens. O italiano não estava acostumado com aquela forma de atendimento, então prontamente pegou a vassoura e saiu da loja, voltando para o freezer da cordilheira. Dentro da loja não havia percebido o quanto havia aumentado a temperatura ao adentrar aquele local, sentiu apenas quando saiu e o vento gelado lambeu seu rosto branco e fino.
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Re: Krauz&Familie

MensagemInglaterra [#129328] por Gwin B. Woo » 17 Nov 2013, 16:59

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Finalmente só resta uma loja para ir, um item para comprar. Gwin está exausto. Não entende como as mulheres parecem gostar tanto de comprar, ele simplesmente não está aguentando. Felizmente só falta um item. O que ele mais esperava “O Estojo para manutenção da Vassoura”. Em breve teria sua própria vassoura, e voaria velozmente pelo céu. Sua mãe estava preocupada: “Não sei não, você com uma vassoura?”

Mas ele conseguiu convence-la a não mandar uma coruja a Hogwarts com recomendações de manter trinta metros longe de qualquer coisa que voe. Digamos que Gwin não possa culpa-la, certa vez pegou sua vassoura escondido e resolver dar uma volta. Gwin percebeu que andar de vassoura é mais fácil em teria do que pratica. Felizmente só quebrou o braço esquerdo e duas costelas do mesmo lado.

Gwin não aguentava mais carregar todas aquelas compras, já praticamente arrastava a sacola com seus livros pelo chão. Sua mãe já devia ter chegado, mas ele já estava acostumado com seus frequentes atrasos pra se preocupar. “A loja Krauz & Família fica pra lá de onde Merlin perdeu as botas. Juro que daqui a pouco largo essas coisas e vou embora... Pelo menos uma vez na vida ela podia chegar no horário” pensa o garoto mal-humorado.

A loja Krauz & Família ficava em um lugar ainda mais desabitado que a Slug & Jegge’s Apotécario. E o acesso era mais difícil. A fachada não era grande coisa, na opinião de Gwin. Mas talvez isso não significasse grande coisa, pois o menino admite que não sabe sobre o assunto. O importante é que ele finalmente chegou! Mas como já imaginava nada de sua mãe aparecer. Ela provavelmente vai demorar a chegar. Mas como Gwin é um garoto independente ele resolve terminar as compras e depois procura-la.

Gwin tenta esconder sua surpresa. Internamente estava em frenesi, a penas seu orgulho o impedia de apontar em todas as direções. Diversas vassouras estão penduradas na parede. De varias cores e tamanhos. Um senhor vem em sua direção mais continua em silencio. Ele estava um pouco acima do peso e faltava uma boa parte de seu cabelo. Mostrando assim uma lustrosa careca.

- Bem, eu.... – Ele balança a cabeça para tirar todas aquelas vassouras que ele queria. “Você tem que manter o foco, cara!” Você pode me ajudar?
Gwin B. Woo
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Re: Krauz&Familie

MensagemRussia [#129746] por Ichiro Kimura » 22 Nov 2013, 19:43

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I FLIRT WITH SUICIDE
------------------------------------------------
SOMETIMES KILL THE PAIN


    Gostava do clima nevado que existia na Rússia, muito embora não conseguisse ver ali qualquer vestígio de real grandeza. Ainda que fosse similar a Alemanha, Conrad preferia o país natal, talvez simplesmente pelo fato de ter sido lá seu nascimento. Os países eram parecidos na frieza, no convívio social, ou até mesmo na tranquilidade existente em seus amplos territórios. Foi esse o motivo que o fez se exilar naquele vilarejo mágico, afinal ali ninguém o atormentaria.

    Se me permite dizer, senhor, devia ficar por perto do ministério. Por sua própria segurança. – Havia dito o auror que investigava a morte da avó naquela tarde nublada, ventosa e sem graça. – Sei que é um momento difícil, mas tem de entender que não sabemos onde sua mãe está. Ela mesma é a suspeita, no momento, e levando em consideração todo o enredo que tem essa história, acredito que seja ela quem procuramos. Talvez o senhor mesmo seja o próximo.

    Acho que não devia se preocupar, oficial Gallagher. Tenho plena confiança no trabalho do Ministério, e sei que a encontrarão. Entretanto tem de ver que amava muito minha avó… Não posso simplesmente agir como se nada tivesse acontecido e me refugiar debaixo das saias do ministério. Anaïs, se estivesse viva, teria gostado se eu me afastasse um pouco das lembranças que me trazem dor. Preciso arejar a mente. O senhor deve entender.

    Entendo, sim. – E engoliu em seco

    O pensamento voltou a mente quando passou pela porta da loja, fazendo o sino soar levemente enquanto que despia as luvas de couro das mãos quentes. O ar era mais confortável dentro do que fora da loja, e sentiu-se bem com a recepção do calor, muito embora preferisse o frio. Seus olhos varreram a loja com interesse de um turista, bem como ele era, e via nas prateleiras esquecidas artigos de quadribol e peças esportivas mágicas. Isso, acima de tudo, foi o que mais mereceu seu desprezo. Tinha um objetivo ali e não era comprar goles, balaços e artigos de jogos. Mais a frente, por detrás de um extenso balcão de madeira de tons quentes, conseguiu localizar seu dono esculpindo o que quer que fosse em um pedaço de padeira maciça.

    Pigarreou.

    Preciso de uma vassoura veloz, que consiga percorrer grandes distâncias em poucas horas. Acredito que o senhor saiba bem o que quero.

    Ás suas costas uma sombra se moveu e tomou sua frente. Aquele era alguém que usava como estepe, um guarda para que não levantasse suspeitas da parte do ministério, e também uma promessa feita ao auror Gallagher antes que pudesse rumar ao vilarejo que estava agora. Seu nome era Sebastian, um bruxo bastante astuto e de perícias notáveis, mas não muito interessado nas mesmas artes que Conrad era. Além de tudo, quando Conrad o havia contratado para seu guarda-costas, exigiu que soubesse o mínimo do linguajar local para que pudesse interagir com os viajantes. Portanto, não precisou forçar um russo deplorável para repassar seu desejo ao dono. Quando o serviçal traduziu, o homem respondeu.

    Ele pergunta para qual serventia.

    Certo. – Respirou profundamente, olhando para o dono da loja. O motivo não é de sua conta, apenas me dê uma vassoura potente o suficiente. E saberei se tentar me enganar.

    E foi traduzido.

    Não tardou para que o velho voltasse com uma vassoura em suas mãos enrugadas, lustrosa e bem arrumada. Provavelmente seria raro alguém adentrar a loja para comprar algo, Conrad deduziu devido a poeira e o brilho nos olhos do comerciante. Não se impressionaria se salivasse quando visse a bolsa de ouro que o moreno o entregaria, portanto preferiu que seu intendente pagasse o dono pela raridade entregue.

    Esta de acordo? – Perguntou a Sebastian, que logo confirmou com um maneio de cabeça. – Entregue ao velho o que deve e vamos embora daqui. Pretendo regressar hoje mesmo a Alemanha.
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Ichiro Kimura
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