Dados Básicos do Fórum:

Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

Últimas publicações do Livro Vermelho:

Título Autor Visitas Data
Ano 2 Sophie Agger Karhila 194 16/01/2021 às 17:17:16
Ano 1 Sophie Agger Karhila 159 16/01/2021 às 17:14:25
xxxxxxxxxxxxx Viviane LeFay 258 13/01/2021 às 16:47:07
O Anjo Viviane LeFay 257 13/01/2021 às 16:42:40
Viviane & Kiefer Viviane LeFay 236 13/01/2021 às 16:34:25

Central de Ajuda Zonko's:



Entre em contato por: [email protected]

Zentralen Platz

Moderadores: Conselho Internacional, Special Confederação Internacional dos Bruxos, Confederação Internacional dos Bruxos

Zentralen Platz

MensagemRussia [#146504] por Guardião Russo » 04 Abr 2015, 17:19

  • 9 Pts.
  • 16 Pts.
  • 154 Pts.
Não se trata realmente de uma praça, é apenas uma calçada de pedra, que está sempre coberta de neve, com um poste de ferro encrustrado no centro. É o centro do pequeno vilarejo, que não possui nem 100 habitantes. Tal local não possui absolutamente nenhum simbolismo ou significado aos aldeões, que insistem em amarrar os seus cachorros de trenó no poste, que está sempre molhado e malcheiroso.

A "praça" é também o local de aparatação oficial da cidade, embora o meio de transporte favorito de quem entra ou sai de Ek-Tagh.
Guardião Russo
Mundo Mágico
Avatar do usuário
 
Reg.: 19 de Oct de 2014
Últ.: 27 de Dec de 2016
  • Mensagens: 21
  • Nível:
  • Raça: Outros
  • Sexo: Macho

Rolagem dos Dados:
  • 9 Pts.
  • 16 Pts.
  • 154 Pts.

Postado Por: Guardião Russo.


Re: Zentralen Platz

MensagemFranca [#149365] por Clarisse La Fontaine » 14 Jun 2015, 16:27

  • 20 Pts.
  • 10 Pts.
  • 92 Pts.
5 anos atrás — Praça de Ek-tagh: Zentralen Platz


    O pequeno vilarejo causava arrepios na mulher, e não era por causa do frio. Assim como Clarisse, Ek-tagh escondia muitos segredos, a única diferença era que o que os cobria era uma cidade gélida, escura e mal frequentada, enquanto Clarisse guardava aqueles fatos sigilosos que compunham sua história debaixo de uma aparência feliz e bem comportada (claro, ela dava aulas particulares de Eiqueta para filhos de famílias nobres). Mas não fora por que ela e a cidade eram parecidas que ela resolvera aparatar lá no meio da noite, vestindo uma grande capa com um gorro que ocultava seu rosto. Achava que aquela vestimenta lhe deixava parecendo uma bruxa das trevas, mas o que ela estava prestes a fazer não tinha nada de “luz”.

    Caminhou por algumas ruas escuras e suas grossas camadas de neve, que pareciam cobrir a cidade como um longo e felpudo tapete esbranquiçado. Felizmente a capa a protegia do frio rigoroso que fazia, o que fez ela pensar se era sempre daquele jeito a Rússia. Nunca tinha conhecido aquele país antes, mas tinha alguns amigos russos que fizera durante um torneio tribruxo realizado em Hogwarts na sua época de aluna. Era uma péssima maneira de conhecer um país, mas se o clima fosse daquele jeito sempre nem ficaria com vontade de voltar uma outra vez. Enquanto andava ia pensando em seu tempo em Beauxbatons, como era feliz com suas amigas e com o seu namorado, quem depois virou seu marido, e quanto tempo da sua vida havia sido bem aproveitado. Naquele momento, porém, ela sentia medo, raiva, revolta e uma profunda tristeza, tudo por causa do incidente há onze anos atrás. Quem poderia imaginar que o que era para ter sido um dia de felicidade mais tarde se revelaria ter sido uma data desgraçada. E uma das coisas que mais irritava-a era a falsa aceitação de seu marido, que fingia agir como se nada tivesse acontecido apenas para que ela não se culpasse e amargurasse mais.

    Vazio e solitário, o centro de Ek-tagh logo foi invadido pelo barulho de seu sapato agora carregado de neve. A barra da capa também carregava um pouco daquilo que caia do céu russo e se amontoava nos telhados e calçamentos, e se o que a mulher viera fazer ali não desse resultados ela certamente se livraria daquela neve o mais rápido possível. Logo sua figura pôde ser vista passando em frente de uma construção abandonada antes de ser concluída e mais alguns passos depois ela já alcançava seu objetivo, a tenebrosa praça coberta por (mais) neve que tinha em seu centro um único poste luminoso. Sabia que era ali que as pessoas costumava aparatar para chegar no vilarejo, mas não o fez para que pudesse analisar o perímetro em volta de onde aconteceria o que viera fazer acontecer ali. Uma figura coberta até a cabeça, exatamente como ela, encontrava-se ao lado do poste com cheiro de mijo canino, e devido ao forte odor ela não se aproximou muito, apenas o suficiente para que um pudesse ouvir bem o outro.


    — Trouxe o que pediu, agora faça. — Suas palavras cortaram o ar e não causaram nenhuma reação na única outra alma viva na praça. Clarisse sabia, entretanto, que esse era seu jeito de assentir; aquele não era o primeiro encontro dela com a figura misteriosa, sabia com quem estava lidando e como devia lidar com ele. — Onde está? — Perguntou a figura, com a mesma voz rouca e penetrante que assustara a mulher da primeira vez que se viram. Aquele era um timbre tão poderoso que às vezes Clarisse se perguntava se ele não estava falando com ela de dentro de sua cabeça. Ela levantou o braço a apontou para a rua arás de si, de onde viera. — Siga-me. — Foi tudo o que disse.

    Estava com medo, não confiava plenamente na misteriosa figura e uma dor cruciante tomava conta de seu peito sempre que se lembrava do que havia feito. Tudo para alcançar seu objetivo, tudo para acabar com o sofrimento que a invadia sempre que chegava em casa e encarava aquela pequena figura cada dia mais frágil. Se tudo desse certo ali na Rússia sabia que ainda dava tempo, mandaria uma carta para a Diretora Priestly e explicaria o mal entendido, pediria uma carruagem imediatamente e faria com que Mille finalmente fosse para Beuxbatons, mas tudo isso dependia dos trabalhos secretos do homem que já começava a se dirigir para a rua que ela indicara com o dedo. Tudo estava tão perto de dar certo, e ela nem sentia mais os efeitos do vento gelado na cara, tamanha era a ansiedade.

    A figura, entretanto, desaparatou dali assim que mais alguém aparatou no centro da praça. A velha colocou a mão na frente da única parte desprotegida pelo gorro da capa e colocou-se em uma área que não era iluminada pelo velho poste. Pensou em desaparatar dali, assim como o homem misterioso, mas queria descobrir que era o(a) filho(a) de trasgo que estragara seus planos.

Citados: Melissa Prietlsy
Imagem
Clarisse La Fontaine
Mundo Mágico
Avatar do usuário
 
Reg.: 10 de Nov de 2013
Últ.: 09 de Jun de 2018
  • Mensagens: 80
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 20 Pts.
  • 10 Pts.
  • 92 Pts.

Postado Por: .


Re: Zentralen Platz

MensagemBelgica [#149899] por Harvey Anna Lothringen » 22 Jun 2015, 19:39

  • 8 Pts.
  • 9 Pts.
  • 56 Pts.
5 anos atrás ─ Praça de Ek-tagh: Zentralen Platz


─ Mãe! Não é como se eu fosse desaparecer do mapa ou algo assim! É só um passeiozinho rápido com as minhas amigas. Talvez eu até traga alguma coisa pra você... Dizem que há lembranças divertidas no vilarejo. ─ Por mais que meu tom fosse irritadiço, um sorriso confiante tentava instalar-se em meu rosto; estava certa de que iria conseguir a bruxa má ─ apelido que eu dera aos meus doze anos ─ a me deixar ir ao encontro de algumas meninas de Beauxbatons. Tínhamos marcado para o dia seguinte na casa da lufana do grupo, que ficava logo num vilarejo um pouco assustador russo, todavia não queria precisar acordar com serviçais tentando me arrumar a todo custo antes que eu enfim fosse ao meu destino. Era muito melhor sair naquela hora e hospedar-me na casa de minha amiga. ─ Já tenho catorze anos! É obvio que posso me cuidar sozinha. Além do mais, o que pode acontecer? Algum senhor perverso tentando roubar minha inocência? Desculpa, mas o fato de sermos bruxos reinando num país trouxa não significa que iremos participar de um romance, ok? E se estiver bom pra você, peço que Marietta me acompanhe na aparatação, assim não vou precisar usar outros métodos que julgas menos confiáveis.

Não cruzei os braços, nem sorri, muito menos demonstrei desconforto. Naquela conversa, em que mamãe tentava a todo custo me convencer a ficar até o dia anterior, meus olhos que não paravam de encará-la eram uma clara afronta para desafiar minha rebeldia adolescente. Precisei respirar fundo para não bufar quando ela só concordou quando mencionei Marietta e saí da sala num misto de classe com pisar duro. Aquela parte chata de mim que ficava gritando, totalmente irritada com as decisões tomadas por mim desde a infância, e a outra que dizia que minhas aulas de etiquetas seriam impostas a força caso eu continuasse a me comportar sem demonstrar classe. Fui direto para meu quarto, jogando-me na cama e pegando algum livro qualquer, teimando em aprender o que tinham me imposto daquela vez. Desisti em cinco minutos e peguei outro em minha estante, trazido por mim da biblioteca e pela minha única e boa vontade. Fiz isso porque ainda faltava cerca de duas horas até o horário combinado com minha amiga, o que significava tempo de sobra. Meia hora depois, levantei-me e fui procurar Marietta, crente que ela estaria na cozinha, como sua lista de tarefas mandava.

Marietta era mais uma serviçal e menos uma criada pessoal. Eu tinha uma criada pessoal, que fazia questão de dispensar em todas as ocasiões possíveis ─ e impossíveis, com ajudas de truques ou minhas irmãs e irmãos ─, cujo relatório sobre não vale em nada para essa narrativa. Marietta era quase uma faz-tudo. Podia limpar a casa, ajudar na cozinha, ajudar com os cavalos e qualquer outra coisa que lhe pedissem. Digna de confiança, mamãe designou-a como uma espécie de segunda criada pessoal. Sua presença não era necessária e podia ver-me livre de si em noventa e cinco por cento do tempo que passava no castelo, todavia, quando chegava uma emergência envolvendo magia, ela quem precisava me ajudar. Isso porque Marietta era bruxa. Não sabia muito sobre si, a última criada para aquele fim saíra há dois meses e não tive muitas emergências cuja presença requisitasse a nova ─ sendo assim, sem tempo para conversas ─, mas suspeitava que ocupasse aquele cargo enquanto estudava para arranjar coisa melhor. Bruxos não tinham o costume de serem serviçais em famílias importantes disfarçadas de trouxas. Pois é. Mesmo assim, fui ao seu encontro. Precisava aparatar em meu destino e ainda tinha três anos me separando da permissão daquele ato.

─ Boa noite, Madeleine e Ligiah. ─ Fiz uma leve mesura com a cabeça, deixando um sorriso fiel a meu rosto, que não poderia trair meus pensamentos pois estes eram verdadeiros. Realmente gostava de passar algum tempo ali, ou ajudando algum criado/serviçal e coisas assim. Quer dizer, muito mais divertido que aprender história ou etiqueta! ─ Vocês viram Marietta por aí? Soube que ela foi designada para a cozinha, hoje. ─Foi o que perguntei ao ouvir suas respostas a meu 'boa noite', esforçando-me para não fazer uma careta com o cumprimento seguido por meu título real. Títulos reais sem graça. Já bastava um, que eu odiava ter, por que tantos? ─ Obrigada, Madeleine. ─ Mamãe ou a professora de etiqueta brigariam muito comigo se me vissem agradecendo-a, mas idaí? Mantinha a compostura em festas, eventos, encontros, visitas, gente estranha na casa, gente conhecida mas importante na casa... Pra que me importar quando se tratava de gente que eu conhecia desde criança, tirando raras exceções? ─ Boa noite, Marietta. Obrigada por ter vindo. Eu estou precisando dos seus servi... da sua ajuda! Importa-se em abandonar o posto por uma questão de cinco minutos?

Aquilo era desnecessário, claro. Por mais que meu tom fosse gentil e minhas maneiras não tão educadas para alguém em meu posto, era claro para qualquer um abaixo de meu nível que precisava respeitar o que eu pedisse. Odiava usar voz de comando e fazia questão de não fazê-lo, limitando-me a quando era muito preciso, todavia bastava um pedido assim para entenderem que não tinham escolha. Claro que não iria deixar de dar escolha dependendo da situação, mas como nada mais urgente estava acontecendo, fosse comigo, com a cozinha ou com a Marietta mesmo... Não tinha problema, né? ─ Sim, sua alteza. Acompanhe-me. ─ Longa reverência... tom de voz tímido... hesitação nos gestos e pressa ao andar. Já disse o quanto é chato fazer com que as pessoas novas se acostumem? Fazer com que me tratassem como gente normal era difícil. Eu não tinha repolho na cabeça nem nada, só uma coroa invisível cuja sucessão seria difícil, já que era a nona na linha do trono. Poxa! Queria mesmo era ser livre daquilo tudo. Minha vida seria o quê? Três trilhões de vezes mais fácil? Bem por aí, mesmo.

***


Eu amava utilizar roupas confortáveis! Era ótimo carregar uma mala, independente do peso, sabendo que tinha escolhido tudo e feito questão de deixar qualquer coisa com sinais de ostentação ou pompa. ─ Estamos aqui, sua alteza. Quer que eu lhe acompanhe? ─ Isso porque poderia dispensá-la ali mesmo. Ainda assim, tinha a tarefa de fazê-la parar de agir como se eu fosse um bicho de sete cabeças, por isso um gesto para que continuasse a meu lado, enquanto andava no meio da rua de um vilarejo qualquer. Era o centro de aparatações e a casa ficava a uma boa distância dali. ─ Obrigada por ter me acompanhado. Foi uma luta para convencer mamãe a me deixar vir. Da próxima vez, irei apostar no papai. Ãh, desculpe, você não parece bem. Precisa de algum casaco? ─ Isso porque a coitada mostrava sinais de frio. Já estava me agachando para pegar qualquer coisa, visto a sua não-resposta ─ basicamente um gesto para lá e para cá com a cabeça, provavelmente um "não" ─, quando ouvi alguma coisa. ─ Espera! Vem aqui! Atrás dos arbustos. ─ Corri até o primeiro esconderijo que vi, a escuridão servindo para não revelar-me e nem a Marietta. Mesmo assim, tinha a impressão que fora descoberta.

Recapitulando: Uma mulher cujo rosto também não via direito, com um homem. Os dois conversando. Estava distante demais para reconhecê-los, todavia o farfalhar do arbusto deve ter alertado-o de minha presença. Bom, ao menos tinha físico de homem, diferente da outra que tinha físico de mulher. Sumiu no ar. "Bruxos! Ah, droga. Mas eles... Espera aí." Enquanto a mulher ia para onde o poste não a iluminasse, seu rosto ficou perfeitamente visível em meu campo de visão. Alguém que eu conhecia. Muito bem, por sinal. Afinal, roubava-me as horas que poderia estar incorporando meu russo e italiano ou treinando equitação. A senhora que agora ensinava etiqueta no palácio. ─ Marietta, fique aqui. Espere cinco minutos e desaparate. Diga que eu cheguei bem, se lhe perguntarem, e volte a seus afazeres. Minta, quantas vezes for preciso. Você me viu entrando na casa da minha amiga, entendeu? Agora vá. E desculpe. ─ Esperei até que ela sumisse, o barulho provavelmente alertando a mulher e então fui em sua direção. Postura ereta, uma face despreocupada, enquanto fingia caminhar até a direção certa para a casa de minha amiga. Fingi que meus olhos se viraram para onde ela estava "escondida" e que tinha parado para falar consigo, sem saber quem era.

─ Boa noite. A senhora precisa de alguma ajuda? Aqui está frio e... Madame Fontaine? ─ Arregalei os olhos, em minha melhor atuação. Era preciso ser muito bom naquilo para me desmascarar. Desde os três anos eu vivia atuando, pregando peças e me safando de punições, assim como de aulas e coisas irritantes no dia a dia. Era ótima em fingir-me de inocente ou tornar-me culpada quando alguém precisava, como minha irmã mais velha. Seria uma ótima atriz, caso seguisse aquele ramo trouxa, o que era improvável, ainda que não impossível. ─ O que a madame está fazendo aqui? ─ Por acaso gente chata caminha em lugares escuros com homens desconhecidos?, fiquei com vontade de dizer, segurando as palavras na garganta. Oras, fora ela quem me ensinara, certo? Sempre, independente da situação, era preciso manter a compostura.


Spoiler: Mostrar
Acho que um primeira tentativa com a Harvey tá ótimo, haha! O post saiu gigante -q Mas eu adorei escrever <3 Super divertida a guria... Ainda mais com 14 anos (?).

E fiquei com preguiça de pegar estética pra pensamento -q Mas enfim, taí.
Imagem

Spoiler: Mostrar
[img]http://i.imgur.com/96ys4fK.png/img]
Harvey Anna Lothringen
Mundo Mágico
Avatar do usuário
I am the one thing in life I can control; I am an inimitable, I am an original
 
Reg.: 08 de Jun de 2015
Últ.: 07 de Sep de 2020
  • Mensagens: 166
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 8 Pts.
  • 9 Pts.
  • 56 Pts.

Postado Por: Mah.


Re: Zentralen Platz

MensagemFranca [#150466] por Clarisse La Fontaine » 02 Jul 2015, 19:44

  • 14 Pts.
  • 15 Pts.
  • 16 Pts.
    Quantas pessoas existiam no mundo? A velha não tinha certeza, sua área era a etiqueta e não os números de nossa sociedade. O fato era que ela precisaria ter sido muito azarada para ser interrompida por alguém conhecido, e foi mesmo. Não conseguiu esconder sua face a tempo e a figura que aparecera ali na praça acabou notando a, será que tinha reconhecido a velha senhora? Ficou indagando-se se ainda estava no anonimato, se aquele capuz da capa estava fazendo direito seu trabalho, mas ao ouvir seu nome saindo da boca da garota teve certeza que havia sido descoberta. Ótima hora para ser vista por uma de suas alunas, não haveria ocasião melhor para encontrar logo uma de suas aprendizes mais problemáticas. — E-estou bem... Harvey! — Não acreditou quando viu, sob a luz fraca do poste, os traços da menina de apenas quatorze anos. — O que faz aqui, querida? — Seu olhar era de preocupação, e nem ela saberia dizer se estava mesmo preocupada com o que a sucessora do trono belga fazia ali ou aflita por quase ter sido descoberta. O que pensariam dela se a vissem fazendo algo horrível como aquela troca?

    — Você sabe que horas são, Harvey? — Não podia deixar de dar uma bronca, afinal, ela era mesmo uma professora de boas maneiras. — Se não quer que os outros pensem que está fazendo coisas erradas, não ande por Ek-tagh sozinha a essa hora da noite. — Aquilo era tão irônico que ela se sentiu mal por falar. Não prestou muita atenção na resposta da menina, seus olhos já corriam pelos limites da praça certificando-se de que Harvey não havia trazido ninguém para o lugar. Seria mais difícil lidar com duas pessoas que a pegassem no flagra fazendo coisas erradas. Logo começou a pensar no que falaria caso ela perguntasse o que buscava em um lugar como aquele, então resolveu nem deixar a menina efetuar a perguntar. Não dar tempo para questionamentos era uma ótima tática para não ser colocada contra a parede, etiqueta também ajudava nisso. — Vamos sair deste frio, querida. — Pegou na mão da menina e arrastou-a para longe do centro da praça. Antes que saíssem do local, entretanto, voltou-se para ela e perguntou com toda a sinceridade que conseguiu colocar em sua voz cansada.

    — O que diabos está fazendo aqui afinal, Harvey?
Editado pela última vez por Clarisse La Fontaine em 19 Fev 2016, 10:15, em um total de 1 vez.
Imagem
Clarisse La Fontaine
Mundo Mágico
Avatar do usuário
 
Reg.: 10 de Nov de 2013
Últ.: 09 de Jun de 2018
  • Mensagens: 80
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 14 Pts.
  • 15 Pts.
  • 16 Pts.

Postado Por: .


Re: Zentralen Platz

MensagemBelgica [#150936] por Harvey Anna Lothringen » 15 Jul 2015, 14:06

  • 11 Pts.
  • 16 Pts.
  • 36 Pts.
Sua exclamação ao perceber quem estava chamando-a deixou claro sua surpresa. Não só isso, mas a voz agitada, o modo como seu corpo parecia encolhido, entre outros sinais, indicavam-me que, no mínimo, ela estava fazendo alguma coisa errada. Na melhor das hipóteses era errada apenas para si e mesmo assim não queria ser encontrada. Na pior... Mesmo assim, precisava agir com sutileza e, por que não?, animação. Não era todo dia que se encontrava a professora chata de etiqueta numa situação estranha, não é? ─ Mamãe permitiu que eu viesse visitar uma amiga. Pelo visto nenhuma de nós esperava por esse encontro. ─ Era quase um jogo, por mais que aos meus catorze anos não estivesse tão alerta sobre o fato. Ainda assim, tinha consciência de que ainda não era o melhor momento para questionar o que ela fazia ali, também. Se para uma menina de catorze anos era estranho estar por aquelas bandas naquela hora da noite, imagina então uma velha senhora com uma reputação a zelar? Não que fosse má a ponto de querer trazer problemas para ela, só muitíssimo curiosa. Além do mais, se quisesse mesmo trazer problemas, já o teria feito.

─ Sinceramente, madame? Acho que a maioria das pessoas sabe que eu vivo fazendo coisas erradas. ─ Falei, ainda num tom sincero, até porque era uma daquelas coisas que pareciam-se mais com verdades do universo do que qualquer outra. E também era verdade que aquela senhora vivia tentando me ensinar o modo mais certo de portar-me em sociedade e a controlar-me, mas não permitiria que alguém mudasse, nunca, meu jeito de ser. Acompanhei-a, então, meus olhos perseguindo o local para ver se não estava em algum tipo de emboscada. Afinal, sabe-se se lá se ela estava planejando alguma coisa, certo? Por sorte ainda estávamos apenas nós duas ali, e virei-me ao ouvir sua pergunta, as marcas da etiqueta aos poucos parecendo ser ignoradas. ─ Bom, é verdade que nós duas precisamos discutir, mas mamãe realmente deixou-me vir aqui. Você talvez tenha ouvido o barulho de uma das minhas criadas desaparatando, ela me acompanhou para certificar-se de que tudo estaria bem. Eu a dispensei. Tenho catorze anos, não sete, posso andar por aqui sozinha, pelo menos até a casa onde deveria. Uma pena que meus planos foram desviados, não acha?

Claro que aquela fala inteira era perigosa. Marietta ainda não deveria ter desaparatado, só esperava que ela fosse inteligente e saísse dali antes de fazê-lo, ou desse um jeito de abafar o som. Em segundo lugar, abriria margens para que ela me levasse a casa de minha companheira e aquela conversa se encerrasse. Sendo assim, olhei-a, não dando chances de que fizesse algum comentário, como ela mesmo fizera anteriormente, e questionei. ─ Sabendo o que estou fazendo aqui, acho que é justo que eu saiba o que você está. E se isso de alguma forma te consola, posso manter segredo sobre esse encontro. Claro que vou precisar de alguma coisa em troca, mas acho que já sabe o que é. Um mês livre das aulas de etiqueta, tirando os poucos dias que a mamãe vem se certificar que eu estou participando. E nesses dias você só fará perguntas sobre coisas que eu já aprendi. Certo? ─ Não ergui minhas mãos, não era necessário. Era marota, sim. Vivia arrumando confusão, também, e amava quando brigavam comigo por algo que eu fiz achando que era o certo, pelo menos para mim. Todavia, nunca deixei de cumprir uma promessa.
Imagem

Spoiler: Mostrar
[img]http://i.imgur.com/96ys4fK.png/img]
Harvey Anna Lothringen
Mundo Mágico
Avatar do usuário
I am the one thing in life I can control; I am an inimitable, I am an original
 
Reg.: 08 de Jun de 2015
Últ.: 07 de Sep de 2020
  • Mensagens: 166
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 11 Pts.
  • 16 Pts.
  • 36 Pts.

Postado Por: Mah.


Re: Zentralen Platz

MensagemFranca [#157931] por Clarisse La Fontaine » 19 Fev 2016, 10:39

  • 12 Pts.
  • 17 Pts.
  • 58 Pts.
    A velha professora já conhecia a insolência da pequena herdeira do trono belga de outras datas. Durantes as aulas de etiqueta no castelo da realeza, passeios pelos jardins e até ocasiões especiais que a família real convidou a professora particular da maioria dos herdeiros para presenciar, a personalidade de Harvey sempre foi algo que chamou muito a atenção de Clarisse, por causa de seu jeito brincalhão, propensos a arrumar problemas. Ele teve bastante trabalho para passar o conteúdo de suas aulas no começo, mas com o tempo Harvey pareceu deixar a matéria entrar em sua cabeça, Clarisse só se perguntava se a menina ia usar tudo aquilo algum dia. Apostava na resposta ‘não’.

    Mas o que Harvey tinha na cabeça em pensar que podia chantagear a mulher? Ela era a rainha da lábia, se alguém fosse contornar a situação com suas habilidades de esquiva ali seria ela e não a garota.
    “Com tão pouca idade e já tentando tirar vantagem de alguém tão idoso... Não vai querer mexer com fogo, queridinha.” A mais velha parou de caminhar e soltou-se da menina, virando-se para encará-la nos olhos e sorrir de forma cínica, o que sabia fazer extremamente bem. Talvez Harvey tinha realmente se esquecido quem era ela. — Segredo, querida? — Perguntou com uma expressão de dúvida. — Não precisa ser nenhum segredo, Harvey. Vim aqui pelo mesmo motivo que você Visita à um amigo russo, na verdade uma amiga. — Virou-se para o outro lado da praça e apontou uma rua torta que se estendia pela escuridão da noite. Iluminação era um grande problema de Ek-Tagh. — Martha Flynn, editora-chefe de um famoso jornal russo algumas décadas atrás. Você nem era planejada ainda, querida. — Soltou uma risada tímida. Apesar de sentir que tinha resolvido o problema ‘Harvey achando que estou fazendo algo errado’ ainda se preocupava com o trato, que foi interrompido no momento em que a menina e sua criada aparataram para o vilarejo russo. O tratante havia sumido antes mesmo de Clarisse lhe entregar o pagamento, isso significava que a sua parte do trato ainda estava jogada em algum lugar por ali.

    Mas não teve tempo de pensar em mais nada. Sentiu a movimentação nas sombras de um casebre ali perto, então veio a voz arrastada e com sotaque russo que sussurrou a forma de um feitiço da ataque. No instante seguinte ela viu o clarão e a magia que vinha em sua direção, agindo por instinto e virando-se para se proteger.
    FIRMENUM! — Sua voz saiu apreensiva mas cheia de força de vontade. Foi prazeroso ver grossos muros se formarem ao seu redor e de Harvey, que estava perto o suficiente da professora para ficar dentro da proteção invocada por isso. E aí veio a pergunta da menina, provavelmente já percebendo que a senhora não estava ali para visita nenhuma. — Eu explico depois, pode ser? — Respondeu a velha, ofegante com o movimento rápido que foi obrigada a fazer para proteger a si e à aluna. Os problemas só cresciam agora. O que aconteceria se os pais da menina ficassem sabendo que ela estava no meio de um ataque bruxo por causa da professora de Etiqueta, que estava com a família a tantos anos e parecia ser alguém de confiança. “Você não deveria estar aqui, garota.” Foi até a extremidade dos muros magicamente invocados e tentou espiar a localização do atacante, mas tão logo colocou a cabeça para fora da área segura e mais um feitiço irrompeu na sua direção. Por pouco não foi acertada.

    — Acho que está na hora de irmos embora, querida. — E ofereceu o braço para a menina, assim poderiam desaparatar dali e encontrarem um lugar seguro para que toda a história fosse explicada.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Marfim, 29cm, Cílios de Leprechaun, Razoávelmente Elástica

    Usou um Varinha de Marfim, 29cm, Cílios de Leprechaun, Razoávelmente Elástica.

Imagem
Clarisse La Fontaine
Mundo Mágico
Avatar do usuário
 
Reg.: 10 de Nov de 2013
Últ.: 09 de Jun de 2018
  • Mensagens: 80
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 12 Pts.
  • 17 Pts.
  • 58 Pts.

Postado Por: .


Re: Zentralen Platz

MensagemBelgica [#158709] por Harvey Anna Lothringen » 29 Fev 2016, 13:40

  • 3 Pts.
  • 9 Pts.
  • 158 Pts.
Não importava quais palavras saíam da boca da professora contratada, nenhuma delas me eram realmente acreditadas; sim, o tom era convincente e talvez fizesse parte da verdade, mas a explicação era tão furada e sem detalhes que para os acontecimentos que presenciei sabia estarem longe de toda a verdade. Era muito provável que tivesse inventado aquela história, utilizando de informações que caso saísse a procura encontraria com certeza, de modo que continuaria tentando enfiar-me na cabeça dela até descobrir o que estava por trás daquela visita misteriosa. Nem por isso deixei de portar-me da melhor maneira para a situação: uma que a fizesse acreditar ter compreendido a história. Por isso mesmo tornei minhas maneiras menos defensivas e mais simples, ainda que não fosse divinamente boa naquela área, tinha um conhecimento bom o bastante para enganar quando queria, especiamente naquela situação em que entendia que parte da explicação podia sim ser real.


Claro, nenhuma de nós precisou manter os respectivos jogos a partir do momento em que uma criatura pôs-se em ação. Voltada para o que fazia e na intenção de descobrir o que Clarisse escondia deixei de prestar atenção no que havia a volta, contudo - para nossa sorte e talvez até mesmo o mantimento de nossa vida - a velha continuava esperta e teve tempo de conjurar uma magia de proteção. Por instinto deixei minha mão ir até a varinha, mesmo sabendo que só poderia usá-la em último caso e mesmo assim não o faria por um motivo não tão bom (o quê? Utilizar magia seria chamar atenção para nós e chamar atenção para nós poderia representar o segredo, qualquer que fosse, da velha sendo descoberto. Eu realmente mantinha minhas promessas, thank you very much). - Ele vai voltar. - Exclamei depois de um tempo, enquanto a mulher conferia fora da proteção, quase como se quisesse chamar a atenção para nós outra vez; o que, claro, só me fazia pensar que estava preocupada com algo e quase sorria perante a ótima possibilidade de descobrir o que estava acontecendo de verdade.


Outra vez senti as provocações de uma aparatação; nem ao menos me importava com a desculpa que deveria dar para aquela que estava visitando, minha mente focava na adrenalina do que acontecia, principalmente o último minuto, enquanto mentalmente tentava adivinhar os motivos para aquela trama. Ao chegarmos em nosso destino virei-me para ela assim que recuperei-me das consequências de teleportar-me de um lugar para o outro, sentindo aos poucos meu estômago voltar ao lugar, olhando-a e percebendo que parecia um pouco mal mesmo mantendo a pose. - Olha, não é minha intenção ser uma menina mimada e insolente, mas acabei de presenciar um ataque sério que é consequência de algo que a senhora está guardando. - mesmo que eu não pudesse afirmar cem por cento de certeza. - Somando ao fato de que agora quem atacou pode me reconhecer e querer se livrar de mim, ou até mesmo utilizar-me para atingir a senhora, exijo que me conte o que diabos está havendo. - E mantive meus olhos sobre o de Clarisse.


Spoiler: Mostrar
Hehe. Velha. Tell me all your (dark) secrets .wawa
Imagem

Spoiler: Mostrar
[img]http://i.imgur.com/96ys4fK.png/img]
Harvey Anna Lothringen
Mundo Mágico
Avatar do usuário
I am the one thing in life I can control; I am an inimitable, I am an original
 
Reg.: 08 de Jun de 2015
Últ.: 07 de Sep de 2020
  • Mensagens: 166
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 3 Pts.
  • 9 Pts.
  • 158 Pts.

Postado Por: Mah.


Re: Zentralen Platz

MensagemCanada [#175046] por Danielle Rockenbach » 02 Mar 2017, 20:25

  • 18 Pts.
  • 18 Pts.
  • 78 Pts.

Knowing a little more about

Conhecendo um pouco mais sobre

#Quadragésimo Post – Trama da Redação Acadêmica (Lummus Journal)


O período da manhã, se encerrou. Já havia liberado para que May Eastwood desse continuidade à atividade no próprio castelo britânico, afinal, não tinha o porquê voltar até Vaduz mais uma vez, se já estavam tão perto de Hogwarts “No próximo encontro, eu reúno as informações e começamos a desenvolver o artigo.” mordeu o lábio, pensando consigo mesma enquanto observava o corvino adentrar aos terrenos de sua escola, acompanhado por um dos funcionários da instituição – Pois bem, hora de voltar. – virou-se de costas e aparatou, seu destino? Voltar à sede do Lummus Journal. Em questão de segundos, já estava em seu local de origem, precisaria encontrar agora, Alexis Friedrich e leva-la até Ek-tagh. Supostamente, o vilarejo bruxo mais próximo do Instituto Durmstrang – Bom dia, Jonas. Sabe aonde minhas correspondentes estão? – arqueou as sobrancelhas, intrigada ao entrar na redação acadêmica e não ver nenhuma delas ali, apenas um dos funcionários administrativos – No café? Sério? – seu ar de curiosidade aumentou ainda mais “Aproveitaram o dia para tomar café? Sério?” surpresa, caminhou até a área comum da sede, não demorando muito a encontrar suas alunas conversando de maneira animada com o tutor temporário delas.

- Mas olha só. Alexis, Madeleine e quem diria, Thiago também? – sorriu divertida, encontrando os três conversando de maneira descontraída sobre as escolas que estudavam – Alexis, se me permite dar uma dica. Acho que precisará de um bom chocolate quente. Vamos para perto de Durmstrang e, até onde me consta, o clima lá não está muito quente não. – e a própria morena, serviu-se de um chocolate quente. Passando alguns minutos conversando com as duas, deu sequência à seu dia de viagens – Vamos? – encarou Friedrich por alguns segundos, enquanto se vestia com um casacão preto, com felpos no pescoço na coloração branca – Percebi que a senhorita gosta de viagens, então. Acho que vai gostar da tarefa de hoje. – mantendo seu ar simpático, aguardou a jovem pegar seus próprios pertences e por fim, ambas caminharam até a mesma área aberta que utilizara horas antes. Parando próxima à um chafariz, indagou à nascida em Luxemburgo – Sem problemas em aparatarmos? – mais uma vez, a reação foi de receio, fazendo com que Rockenbach tivesse uma reação divertida – Gente, não tem muito segredo em aparatar. Mentalize o lugar, vamos para Ek-tagh, na Zentralen Platz. Já deve ter passado por lá ao menos uma vez. – ao perceber que a jovem estava concentrada. Deu a mão à garota e no instante seguinte, tudo se desmaterializou para dar lugar a muita neve e um ambiente totalmente gélido.

- Fazia tempo que eu não vinha para a Rússia. – comentou em um tom de desagrado com o frio que ali fazia. Porém, de toda forma, continuou o que tinha em mente – Muito bem Alexis, o vilarejo aqui é pequeno. Mas tem vários visitantes que você poderá abordar. – neste instante, ambas pararam para olhar todo o ambiente. Não estava tão movimentado quanto Hogsmeade, mas ainda assim, dava para tentar abordar alguém – Bom, contigo, ficará uma responsabilidade ainda maior. Já que Anthony, o diretor do jornal, estudou em Durmstrang e está muito interessado em ver o que será escrito sobre a escola. – esboçou um sorriso simpático e procurou incentivar a mais nova – Mas, considerando seu discurso de apresentação, acho que terá uma boa lábia em conseguir um entrevistado. – piscou algumas vezes, se acostumando com o local. Notando vários cachorros amarrados à um poste no centro da praça em que estavam “Esse vilarejo me parece mais trouxa do que imaginava.” por alguns segundos, ficou olhando para os animais, se acostumando com os latidos, para então, dar continuidade à sua explicação.

- Deixando esses cachorros de lado... – começou a caminhar para longe e soltou os fios de cabelo para que cobrissem todo seu pescoço, lhe concedendo uma franja longa à seu rosto – A ideia principal, é que você faça tudo sozinha. Estarei lhe acompanhando ao longe, mas quero ver como vai se virar. Afinal, eventualmente, um jornalista precisa abordar uma pessoa e, por conta disto, estamos aqui hoje... – interrompeu sua fala, para se afastar um pouco mais, os cachorros continuavam a latir de maneira incansável – Vamos para mais longe deles? Assim fica ruim de conversar. – caminharam um pouco mais para longe e por fim, a canadense finalizou – Lembra de quando nos reunimos para que vocês convencessem uns aos outros de estudarem em suas escolas? Então... Vamos seguir o mesmo pensamento, porém agora, você terá que abordar algum morador ou visitante e perguntar o seguinte: Qual a influência de Durmstrang para os habitantes locais e, ainda, questionar sobre algum acontecimento em Ek-tagh que se a escola não fosse aqui, não teria acontecido. Com isto, finalizar a entrevista, perguntando se a pessoa acha que o Instituto deve permanecer aqui ou não e, é claro, o porquê da resposta. – percebendo que a mais nova havia compreendido todas as informações, deixou que ela fosse, apenas passando uma orientação final – Qualquer dúvida ou problema que ocorra, estarei logo aqui, ao longe e se necessário, irei intervir. Porém é claro, não se esqueça de se apresentar como correspondente do Lummus Journal. – ficou em silêncio por alguns segundo e, por fim, concluiu – Nos encontramos aqui mesmo, em duas horas, tudo bem? – um aceno de cabeça confirmando e, por fim, Danielle caminhou na direção de algumas edificações próximas, de modo que ainda continuasse no campo de visão de Alexis, que caminhou na direção oposta.

Interagindo com: Alexis Friedrich.
OFF: Desculpem se passou algo pela revisão, mas afinal, o conteúdo em si, é esse aí.
Trama: Este post faz parte da trama da redação acadêmica do Lummus Journal.
Prazo para a atividade: Até o dia 01 de abril de 2017.
Observação: Para conclusão total da atividade, será necessário que me entregue também, mesmo que em OFF, a participação na etapa anterior. Porém, se possível, uma postagem em ON será válida.
Habilidades: Será permitido aprender ou aperfeiçoar uma e, somente uma, característica. Desde que é claro, seja devidamente desenvolvida na narração (e tenham um mínimo de relação com a área jornalística) e o post tenha mais de 760 palavras.
Registros: A primeira participação na trama, será considerada como registro de trama oficial. Já a segunda, como registro ou aperfeiçoamento da característica que desejarem.
Orientações: Eventualmente, podem ser que não consigam conversar com alguém, por se recusarem a dar entrevista ou qualquer outro motivo. Se desejarem narrar esse tipo de situação, sintam-se à vontade. Isto porque? A entrevista será dada com um NPC, sendo assim, usem e abusem da criatividade.
Maiores Informações: Post anterior da trama, se encontra aqui..
Dúvidas: Podem me procurar em privado, no whatsapp, ou afins.
# Danielle Hooper Rockenbach #
Imagem
>> Danielle | 25 anos | Canadense | Jornalista - BBC e Lummus Journal <<
Danielle Rockenbach
Mundo Mágico
Avatar do usuário
 
Reg.: 18 de Jun de 2015
Últ.: 16 de Dec de 2020
  • Mensagens: 83
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 18 Pts.
  • 18 Pts.
  • 78 Pts.

Postado Por: Piccolo.


Re: Zentralen Platz

MensagemArgentina [#185218] por Alice Gutiérrez » 25 Jul 2018, 08:03

  • 2 Pts.
  • 13 Pts.
  • 37 Pts.
- Stasha, você não quer ser meu Google Tradutor aqui, não? - A argentina questinou para a colega de dinastia, fazendo biquinho e carinha do gatinho do Sherek para amolecer o coraçãozinho da amiga. Alice tentava de toda forma ler a lista de livros que precisava comprar para mais um ano letivo em Durmstrang, porém as escritas mais pareciam desenhos feitos por uma criança do que palavras em si. Por mais que fosse iniciar seu quarto ano, ainda possuia algumas dificuldades com a língua de sua escola, de forma que precisava de ajuda de alguém. - Por que eles não mandam a lista no idioma da pessoa? Seria tão mais fácil... - Resmungou levemente triste para Stasha, enquanto apontava para a menina qual era o nome que não conseguia compreender. - Para você é fácil, já que nasceu na 'gelolândia', mas pra mim... parecem mais aramaico do que russo. - E lá estava a careta de desgosto, que sem dúvidas arrancaria risada de quem a visse daquele jeito.

- Estamos no mesmo ano, então tudo o que você precisa, eu também preciso. Você pede e eu informo que quero igual. Pronto! - E mesmo que sua ideia não fosse tão ruim, ela sabia que haviam algumas matérias que sua colega fazia de diferente. Tudo por conta do conteúdo 'extra' que o instituto militar liberava para os interessados. Nesse caso, ainda assim, precisaria entender o que estava escrito para não acabar pegando um livro de artes marciais por engano e deixar de lado o livro de ervas medicinais que lhe era importante. - Mas antes, só fala aí quais são os extras, pra eu não gastar dinheiro com coisa errada. Minha mãe vai me fazer comer o livro se fizer burrada. - E quando terminou de falar, levou a mão até o bumbum, como se pudesse sentir a dor que sua mãe com certeza lhe faria sentir se não comprasse os materiais corretamente. Depois de tanto insistir para os pais que poderia fazer algo sozinha, assim como seu irmão, Alice que não ia querer cometer um erro dessa magnitude. - Calma, calma! Uma coisa de cada vez, eu preciso anotar qual é qual... Como é? Artes milenares dos animais? É o que?
Imagem
Alice Gutiérrez
7° Ano Rurikovich
Avatar do usuário
Carmella Rose
 
Reg.: 20 de Jun de 2018
Últ.: 20 de Jan de 2021
  • Mensagens: 208
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 2 Pts.
  • 13 Pts.
  • 37 Pts.

Postado Por: Niica.


Re: Zentralen Platz

MensagemRussia [#185250] por Stasha Preobrazhenskaya » 26 Jul 2018, 01:12

  • 12 Pts.
  • 20 Pts.
  • 15 Pts.
Ri alto, jogando a cabeça para trás, igual o Tony Stark faz com o Peter Parker quando ele faz alguma pergunta bizarra. Voltei, ajeitando o colant que estava usando enquanto andávamos pelo vilarejo bruxo para comprar nossos materiais para o próximo ano letivo e Alice parecia ter esquecido tudo o que se falava em russo. Como isso podia acontecer? Nossa vida era como um filme! Da Marvel! TODO MUNDO FALA RUSSO LÁ. - O que foi? Tá com problema em ler a lista de novo? Precisamos do Thor para nos ajudar depois dessa. - Ri divertida, pegando a lista e ajeitando a bolsa de dança que estava carregando comigo pois meus pais não conseguiram pegar a tempo antes de encontrar os pais da Alice para irmos ao vilarejo. Ri de novo ao ouvir sobre a geolandia - Eles mandam no idioma que você fala na escola, né? Cade o seu celular? A gente devia ter alguns extras para esses dias. - Ajeitei a calça clara que eu tinha no corpo que facilitava a dança e a meia fina comum rosa com tênis.

Ergui a sobrancelha, percebendo alguns livros diferentes dos meus e que com certeza estavam em algum nível diferente do meu ou eu havia esquecido de fazer alguma aula. - Eu não sabia que ia fazer isso com o Motoqueiro Fantasma. - Disse apontando para um dos livros, que claramente era sobre uma versão avançada de rituais. Nunca ia bem nas matérias dele, porém ele adorava estar nos treinos para brincar com a Phill, então valia a pena cada segundo dele por perto. - Olha! Um livro especial pro Gandalf! Podemos fazer o seguinte: o que acha da gente só entrar na loja e ir pedindo tudo e dividimos o que é meu e seu? O que faltar pedimos extra! O quarteto fantástico gostaria da ideia. - Abri minha bolsa, tentando achar uma caneta que eu havia enfiado em algum lugar aqui e só precisava encontrar. Com um som de “Ahá!” achei a caneta do Capitão América, marcando com uma estrela os livros que eram iguais - Esse é de Combate de Criaturas Mágicas, eu preciso de um igual, vamos colocar um dois aqui... e eu preciso do Combates com Machados e Serrotes, e você do Estrelas e Ervas Medicinais Avançado. Achou esse na sua lista?

Era estranho para mim ver que Lice ainda tivesse dificuldade em falar russo, mas no fim das contas era sempre a escrita que a pegava. Normalmente, eu me esforçava o dobro para ajuda-la pois sabia que se fosse com o espanhol, ela faria o mesmo comigo. Como havia aprendido desde pequena inglês, por fazer parte da minha escola de artes em quase uma imersão bilingue não me era um problema - Até aqui, suave? Ce ta anotando a pronuncia? Ajuda mais, lembra quando fizemos isso no ano passado? - Estranhamente, aquele lado todo monitor havia ainda incorporado em mim e precisava realmente largar essa coisa. Meus pais gostaram da ideia, mas era melhor não. - Você tem um especial aqui. Está fazendo algumas aulas extras de Herbologia? Eu não consigo fazer pelo horário. - Fiz um muxoxo, chateada. Eu gostava do Gandalf, mas minhas praticas de luta precisavam se aperfeiçoar ou eu teria o meu couro morto. - Lembre, Lice, sempre podemos devolver os livros. Ou vender a alguém. Sua mae será legal. Vamos? Pois se não, a gente nunca acabará essa guerra contra essa lista. Desde quando precisamos de ratos mortos?


para Alice com amor
vestindo: https://i.pinimg.com/736x/9c/c2/d8/9cc2 ... -dance.jpg
Imagem

Spoiler: Mostrar
[centro]
Imagem

Imagem

Imagem
Stasha Preobrazhenskaya
7° Ano Rurikovich
Avatar do usuário
Adelaide Kane
 
Reg.: 21 de Jun de 2016
Últ.: 20 de Jan de 2021
  • Mensagens: 650
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 12 Pts.
  • 20 Pts.
  • 15 Pts.

Postado Por: Dih.


Próximo

Voltar para Ek-tagh

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 3 visitantes