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Mansão Afolayan - África do Sul

Mansão Afolayan - África do Sul

MensagemAfrica do Sul [#182410] por Masozi Afolayan » 03 Jan 2018, 12:54

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Masozi Afolayan
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Re: Mansão Afolayan - África do Sul

MensagemFranca [#182416] por Geneviéve Vougran » 03 Jan 2018, 14:26

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ATENÇÃO: O texto abaixo contém linguagem imprópria para menores, pessoas com estômago fraco e, quiçá, problemas de ansiedade. É recomendado que pessoas sensíveis evitem a leitura.

Sentava-se em uma poltrona impecável e confortável. A sua frente uma longa mesa dispunha diversas louças com comidas escondidas, as quais, ela sabia bem, agradariam apenas ao seu gosto peculiar. Ofereceu um olhar para o elfo ao seu lado, arqueando uma sobrancelha enquanto aguardava ansiosamente para que revelasse quais eram os quitutes preparados por suas mãos habilidosas – ainda que, sobre esse último dado, ela não revelasse ao subordinado esse tipo de coisa.

Conforme as tampas eram levitadas com um estalo de dedo da criatura mágica, a mulher inspirava profundamente os aromas exalados. Havia a presença de flores no recinto; copos-de-leite enfeitavam os vasos dispostos acima das peças de decoração da larga e arejada sala de jantar, algo que trazia uma paz ao seu âmago incomparável. Estava segura onde estava. Além disso, não havia lugar como o lar. Certo? Passou a língua por entre os lábios róseos, sentindo a boca encher d’água ao admirar os pratos ofertados. Diversas opções.

De súbito ergueu-se de sua poltrona, deixando que o vestido enegrecido voasse as suas costas conforme andava no contorno da mesa de mogno, admirando a beleza de cada uma das carnes assadas, fritas, ensopadas. Ofereceu um sorriso ao elfo, algo que ele raramente via, e resolveu beliscar uma costela, arrancando um pedaço da carne que estava presa ao osso, tendo a certeza de que seu chef sabia precisamente como cozinhar aquele ingrediente. Pois de tão peculiar que era, apenas uma ou outra alma na Terra conseguia chegar ao ponto que ela gostava de provar – mal passado. Levou o pedaço à boca, mordendo-o. O suco da carne encheu sua boca com o gosto forte de ferro. Os nervos eram rígidos conforme degustava, mas as especiarias usadas no tempero faziam a coisa toda funcionar. Chupou a ponta do dedo.

Em seguida dirigiu-se até o grandioso pernil assado. Sacou a grandiosa e afiada faca de prata disposta ao lado da peça, oferecendo um sorriso sugestivo ao seu pequeno chef de cozinha. Observou-o por alguns segundos, os quais, pôde notar, ele sustentou, muito embora sentisse certo receio por sobre a sua mestra. A mulher aproximou seu rosto da carne, inalando os aromas, para, enfim, fatiar um pedaço. O elfo tinha feito uma ótima tarefa arrancando a pele, deixando apenas a camada de gordura existente entre a pele e o músculo; fez o assado gratinar à ponto de a gordura derreter, penetrar na carne abaixo de si, e criar uma crosta crocante. A loira quis exatamente um pedaço daquela parte, degustando com delicadeza a maciez da mastigação. Ainda estava mal passada, mas boa o suficiente.

Chegou então ao prato principal, posto exatamente à frente do lugar onde geralmente ela mesma sentava-se. Naquele dia em especial preferiu o oposto da mesa. Admirou em silêncio as curvaturas de seu prato predileto. Estava cru, do jeito que preferia, e via os nacos de vegetais quaisquer enfeitando a beleza atípica daquele corte. Apanhou o guardanapo de tecido, girou os calcanhares e sentou-se na poltrona após seu companheiro arrastar o móvel; colocou-o em cima das pernas, ajeitando um garfo que estava ligeiramente mais para o lado do que o que recomendava a etiqueta. Pigarreou. De imediato uma pequena faca ergueu-se no ar, realizando um corte central na carne, resultando em uma fatia fina. O pedaço flutuou até o prato de porcelana embranquecido e deitou ali de bom grado.

– Pode se retirar. – ela disse por fim. – E dê os restos para os cães.

– Sim, senhora. – o elfo prontamente se afastou, apressado.

– Vejamos como está este daqui... – disse, mais para si mesma que para qualquer outra pessoa. O garfo espetou a fatia e ergueu-a diante de seus olhos arroxeados. – Você não parece tão esperto agora, não é mesmo, Donovan? – e saboreou uma das tantas partes de seu inimigo.

Despertou.

Mas não foi o gosto cru que a despertou daquele sonho. Melhor: daquela memória. Não. O toque suave em sua face fez com que ela abrisse os olhos, ofegante, e afastasse-os da pessoa à sua frente. Os archotes incendiados em alguns pontos daquela prisão deixaram nítida a silhueta esguia de seu raptor. E ele sorria. Mesmo que a luminosidade não deixasse aparecer, pelos deuses, ele sorria! Sentiu a ira crescer em seu peito e o grito que saltou de sua garganta a fez arder; os braços se sacudiriam, em uma tentativa inútil de sair daquelas correntes que faziam os membros adormecerem, já que ficavam erguidos e sem amparo, exceto pelo próprio peso. Onde estava?

Ele aguardou. Um riso ecoou após um momento de silêncio. Zombava de si. Importava-se muito pouco com a mulher. Ela era nada para si. Ela era, na verdade, um problema, mas Geneviéve não tinha como saber disso. Tentou ajeitar as pernas a fim de que ficasse em pé, mas encontrou-as dormentes. Provavelmente adormeceu em cima de uma das veias, impedindo a circulação do sangue para todas as pernas de seu corpo. Foi então que um dos focos de luz, mais precisamente o da esquerda, se aproximou de seu rosto, fazendo seu olhos doerem a ponto de ter de fechá-los.

– Boa noite, minha querida. – ele disse, com uma voz suave e ligeiramente rouca. – Peço desculpas pela indelicadeza de deixa-la presa aqui, mas saiba que é para o seu próprio bem...

– Eu já disse que não tenho nada pra você. É melhor me soltar ou eu vou acabar com você quando vierem me buscar! – ela ameaçou, esperançosa de que algum Vougran tenha dado por sua falta.

Mais uma risada. Os passos ecoaram para o lado, acendendo uma espécie de caminho de óleo posto pela parede, fazendo a luz crescer a medida que o fogo o tomava. Nesse ponto a loira pôde vê-lo melhor: era um homem, tinha certeza, com roupas de pianista impecavelmente brancas; trajava botas enegrecidas até os joelhos, com saltos; o rosto era de traços finos, andrógeno; e os cabelos curtos eram de um tom de loiro muito próximo do platinado. Seus olhos eram cinzas. Ela imaginava que sua alma era igualmente acinzentada. Seus lábios exibiam o mais sádico dos sorrisos, incluindo o dela mesma. Ali, naquele momento, ela sentiu medo. Parecia que o homem desconhecia qualquer tipo de limites. Ela conseguia ver em seus olhos. E havia apenas uma criatura que lhe deixou tão temerosa quanto ele. Em seu âmago o desejo de que a morte a encontrasse em um dos confrontos mais esperados pelos leitores despertou. Áyida Bernhard seria muito mais benevolentes que aquele homem, ela sabia.

– Mas você sequer sabe o que eu quero? – perguntou. – Bom, por certo deve imaginar que o que eu não quero é ser ameaçado em minha própria casa. Certo, rapazes?

O vozerio que se fez, ainda que baixo, deixou nítido que ele não estava sozinho. Haviam muitos mais, o que também significava que, caso ela quisesse escapar, a coisa não seria de todo simples. Pensou na aparatação, mas as tentativas anteriores fizeram-na entender que não adiantaria. O que havia de fazer? Pensou no ministério e nos aurores que a procuravam, em especial naquele que a levou para a prisão, Thomas Dernarch. Será que ele não estaria procurando por ela? Alguém haveria de dar conta de seu desaparecimento. Tentou forçar uma corrente mais uma vez, dessa vez ergueu-se por completo.

– Saiba apenas que suas ameaças não me servem de nada, ainda que sejam realmente a cereja do bolo dessa cena. Veja bem: nada me agrada mais que o drama. A princesa raptada procurando por seu salvador, imaginando que alguém aparecerá na hora que o vilão lhe mostrar a adaga e coloca-la contra seu pescoço. – o pianista disse, passeando para a entrada da cela em que ela era mantida como prisioneira. – Ah! E a audiência? Os expectadores vão à loucura quando o salvador, enfim, aparece! Nunca cedo demais, nunca tarde demais; o mocinho aparece na hora certa! – os olhos acinzentados foram de encontro à um homem de quase dois metros de altura, musculoso e cheio de presença. – Não é mesmo maravilhoso, Bert?

– Ah, é sim!

– Seria uma pena se... – ele começou após oferecendo um sorriso ao companheiro, completamente de costas para a mulher. – Bem, se nenhum mocinho quisesse resgatar a princesa.

Era exatamente aquilo que ocorreria com a meia-veela: pereceria sem nenhum salvador, sequer teria chances para se defender. Respirou fundo. Por todos os pecados que cometeu, talvez a solidão não fosse tão ruim assim. Apesar de tê-los cometidos todos em nome da família – os Vougran, seus verdadeiros familiares, independentemente da relação sanguínea –, faria tudo de novo se assim fosse requisitado. Eles a tinham tirado da miséria, do sofrimento. As vidas que ceifou ao longo de sua curta vida não foram nada se comparado a todo o sofrimento dos quais foi poupada. Fechou os olhos por um momento, rezando para a sua única deusa: Morrigan. Os lábios movimentavam-se conforme as palavras de devoção apareciam em sua mente. Ela aceitava a morte, pois a morte era uma das faces da deusa tríplice da guerra, caos e sedução. Se ela queria assim, então que assim fosse.

– Não sabia que tinha tanta devoção assim, minha querida. Quer um momento para dialogar com seu Deus?

– ... conceda-me sua força, Morrigan, para enfrentar a batalha... – sibiliava Geneviéve.

– Oh, a deusa da escola francesa. Faz jus realmente. Um casamento sem igual. – o homem deu um passo para frente, aproximando-se da mulher. – Mas não se preocupe, eu não vou fazer-lhe mal. Apenas quero saber onde está sua mãe.

Geneviéve abriu os olhos roxos para encarar a face albina de seu algoz, incrédula com aquela pergunta. Ela nunca se interessou pela família que a havia abandonado, muito menos tinha vontade de contatá-los se soubesse de seu paradeiro. Sua feição ganhou traços de ira. Reuniu a saliva da boca e cuspiu no chão, em uma demonstração de nojo por sobre a pergunta. Ele realmente achava que ela lhe diria, se soubesse? Para quê? Torturá-la também?

– Não sei onde está. Mas se eu soubesse, ela não estaria viva.

Foi exatamente a última frase que fez com que a figura esguia paralisasse. Parecia perplexo diante da possibilidade de a loira assassinar a própria mãe, mas ele pouco sabia do que sua prisioneira havia feito ao longo da vida – ao menos era isso o que ela entendia até aquele ponto. A face incrédula foi, aos poucos, se suavizando. O pianista girou os calcanhares, aparentemente tranquilo, e moveu-se na direção de Bert (se é que aquele era, de fato, seu nome). Um gesto delicado de cabeça fez com que o subordinado avançasse na direção da mulher, agarrando-a pelo pescoço e erguendo-a. O ar abandonava seu corpo e ela sentia a dor dos dedos grossos contra sua pele e garganta, de modo a sufocar. Tentou se debater, mas as correntes prendiam os pés e as mãos, além do fato de que não se alimentava tão bem há algum tempo.

A escuridão começou a tomar conta de sua visão, deixando nítida apenas a face divertida do homem que a sufocava. O que queriam de si? Imaginava a morte cada vez mais próxima conforme perdia os sentidos, até que, enfim, seu corpo foi solto, de modo que caísse de joelhos. Seus dedos foram até a garganta. Puxava o ar com força. Daquela vez tinha sido por pouco, muito pouco.

– Uma das coisas que mais desgosto é de alguém que não possui qualquer empatia pelo próprio familiar... – a voz suave se fez presente, meio ressentida. – Mas eu sinto profundamente que você tenha esses sentimentos para com seus familiares. De verdade. Eu sinto falta da minha mãe. Nós costumávamos nos amar muito, sabia? Até que um dia ela simplesmente desapareceu. E isso fazem uns 30 anos! No seu lugar, eu adoraria saber onde ela está.

– Foda-se! – Geneviéve gritou, tamanha era sua raiva.

– Que modos horrendos, minha cara. Logo uma dama como você! – disse em resposta. – Se bem que... O que esperar após ver seu pequeno açougue?

O rosto da meia-veela ergueu-se na direção do homem, ainda ofegante. Bert tinha se movido para o lado, a fim de dar a visibilidade que seu patrão desejava. Vougran viu seu raptor apanhar um pedaço de alguma coisa e degustar, com bastante prazer, mordendo. Engoliu e, depois de um tempo, fez uma cara de poucos amigos.

– Eu nunca tinha visto alguém com um gosto tão peculiar, mas imagino que isso seja de família. – justificou. – Bom, posso dizer que carne humana não é algo que me agrade.

Engoliu em seco. De fato, o canibalismo era algo que poucas pessoas apreciavam. Ela, no entanto, não era uma pessoa. Era muito mais que isso. Era a escolhida de sua deusa, Morrigan, enviada para representa-la no plano material, certo? Do contrário, por qual motivo Geneviéve teria os olhos roxos, a fisionomia sedutora? Por qual motivo seria abandonada em uma floresta, acompanhada por corvos e urubus durante suas peregrinações? Ignorou. Ele claramente não possuía o bom gosto que ela tinha.

– Hahahaha... – riu com ironia. – Quando eu sair daqui, vou provar sua carne e ver que gosto você tem!

– Então melhor eu providenciar que você não saia, não é mesmo? – o homem interpôs, findando com o sorriso zombeteiro de sua hóspede.

– Eu sei o tipo de carne que ela gostaria de receber... – Bert falou, por fim, rindo gostosamente enquanto uma das mãos apertava o volume em suas calças.

A ereção talvez fosse justificava pelas roupas rasgadas, pela situação ou qualquer outra coisa que fosse. O que ela sabia era que homens como aqueles eram doentes, excitavam-se por qualquer motivo que fosse, inclusive um daqueles. Olhou-o com nojo. Dentre todas as relações que Geneviéve teve, com certeza uma com aquele ogro não seria algo que ela queria. Afastou-se de leve, de modo que os fios platinados caíssem em seu rosto.

– Bert, cale-se! – sentenciou seu empregador. – Sua insolência é a única coisa que faz de você um estúpido, por favor, mantenha-se quieto, sim? Pelos deuses, como você pode falar de uma coisa dessas na minha frente, homem?! Tenha dó! Qualquer dia desses... – falou, franzindo o cenho, extremamente chateado. – Quanta indelicadeza. Mantenha suas perversões no seu quarto, criatura.

Geneviéve piscou duas vezes, embora ainda tensa. Não entendia o que se passava naquele momento.

– Bom, o problema é esse: quero uma informação, mas você não tem. – de repente o pianista pareceu tão sério quanto no começo da interação. – O que devo fazer, então?

A mulher teve a extrema vontade de manda-lo se f****, mas sabia que isso não traria frutos melhores. Já tinha abusado da paciência de seu raptor o ameaçando daquele jeito, e Bert parecia extremamente interessado em apertá-la contra as paredes e forçar seu membro dentro dela, algo que a desgraçaria para sempre. De todo modo, não tinha vantagens, exceto talvez manipular o tolo do guarda-costas a ponto de tirá-la daquelas correntes – mas, convenhamos, as chances daquilo ocorrer eram baixas, já que a ideia de uma mulher acorrentada parecia o que atiçava o grandalhão.

– Eu até poderia considerar isso como uma mentira, mas a bebida da verdade não a faria dizer mentiras. – parecia ponderar sobre as opções. – Você realmente não sabe onde está sua mãe, eu entendo. Então devo dizer que você não me serve de mais nada.

De sua perspectiva, aquilo não parecia ser uma boa coisa. Sentiu o cheiro de problema. Sentiu, mais do que tudo, o cheiro da própria morte. O calor daquele cômodo não parecia alcança-la, já que seu rosto empalideceu ante a possibilidade de se tornar descartável. A questão era saber o que ele faria com aquilo. E isso fez com que a mulher suspirasse profundamente, afastando-se para o canto da parede estupidamente, afinal qualquer um entenderia que ela não tinha para onde fugir.

– Ótimo! Bert, faça o que quiser com ela... – deu as costas para a mulher. – Não me importo. Apesar de seu sangue do meu sangue, ela não é minha irmã de verdade.

E assim ele saiu, deixando os sapatos ressoarem entre as celas, levando consigo todos os outros homens, exceto por um – um que com certeza sanaria sua ereção com uma bela meia-veela.

Afinal, o que Geneviéve não sabia era que seu irmão prezava, acima de qualquer coisa, a fidelidade de seus subordinados. E ele faria qualquer coisa para sanar as vontades de sua “família”.
Geneviéve Vougran
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