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Flashback/Festinha aleatória

Flashback/Festinha aleatória

MensagemInglaterra [#156811] por Karleen Grace » 05 Fev 2016, 15:28

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= Karleen Grace, Mélusine, 15 anos, Férias de Natal =


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Algum momento antes das férias de natal...

"Inglesa sem graça,

você não vai acreditar no que aconteceu! Lembra-se daquele garoto que te contei nas férias? O Gérard, alto, moreno, olhos castanhos, muito gato e sextanista? Então, agora ele não apenas está no sétimo ano como também ─ tenho meus métodos para saber essas coisas ─ já é maior de idade. E como se não fosse mais incrível, ele me convidou pra sair! Ok, não foi exatamente um convite, mas quase isso, ok?

Depois da aula de Magizoologia, que acabou sendo em conjunto com o sexto e sétimo ano, ele me abordou falando sobre uma festa para os mais velhos nas férias de natal. Isso não é o máximo?! Disse para eu levar duas amigas minhas ─ Désirée e Gabrielle ─ e quem mais eu quisesse, por isso pensei em te convidar! E só não falo sobre isso pessoalmente, porque com certeza vamos passar as férias juntas, porque estou muito animada em falar sobre isso com alguém que não o conheça e não fique de mimimi "mas ele só te convidou porque você é bonita".

Certeza que ele gosta de mim! Por qual outro motivo teria me chamado? Deve ter notado que eu gosto dele há o quê? Um ano? Talvez um pouquinho menos? O importante é que estou convidada e posso impressioná-lo. Será que sua mãe me empresta algum sapato? Enfim, a gente vê isso depois.

Te vejo nas férias, gata,

Karleen que não é Kate nem Kathleen"


Caminhar pelos corredores de Beauxbatons era sempre um prazer a mais na vida de estudante de Karleen Grace, todavia passear pelos exteriores da academia francesa tornava único o tempo na escola. Era incrível como o local misturava bonito com elegante de uma maneira tão simples, fazendo parecer que a pessoa com todo aquele trabalho fizera-o sem o menor esforço. Adorava a maneira como a decoração refletia toda estação, todavia as estátuas de gelo sempre faziam presença nos locais, e amava mais ainda o toque bruxo em cada espaço. Aquele lugar, sem dúvida, respirava magia (mesmo que houvesse uma TV em sua comunal). Sempre que precisava pensar em algo mais que não fossem estudos ou deveres de casa fazia questão de ir para os exteriores e gastar seu tempo apenas observando a decoração e as pessoas que ali se encontravam. Era exatamente isto que fazia naquele momento, sentada numa árvore do jardim enquanto cruzava o olhar com diversos adolescentes; a maior parte de sua idade ou um pouco menores. Havia acabado de sair da aula de Magizoologia, todavia prestou atenção em exatamente nada no decorrer de classe, e viera até lá exatamente para aquilo. Pensar.

Isto é, até ser surpreendida com uma presença no mínimo notável. Gérard Prevost, também conhecido como o filho de um influente membro do Ministério da Magia e uma mulher que fizera riqueza fazendo sabe-se lá o que no Mundo Bruxo. Estes eram os motivos pelos quais os adultos tanto lhes admiravam. Os motivos pelo qual outras pessoas, mais novas, faziam questão de notar sua presença variavam. Existia um boato de que o cara era um gênio, tirando nota máxima em todos os deveres e testes que lhe eram passados, além de ser conhecido pelo cargo de batedor no time da Morrigan (apesar de não ser o melhor jogador). Para o resto, que representava setenta por cento da população feminina de Beauxbatons, a beleza dele era notável. Diferente dos padrões franceses, tinha a pele um pouco mais morena que o comum, combinando com o cabelo cor de terra (bagunçados e para cima, bem sexy) e, bem, sobrava pras garotas descobrir como era por baixo da camisa. Karleen, como algumas, já tivera a chance de ficar perto dele uma ou duas vezes, e se havia algo que a impressionava era a altura ─ uns quinze centímetros mais altos que si ─, além dos olhos castanhos... não eram azuis ou verdes, mas tinham seu charme.

Haviam tantas outras coisas a observar que mal percebeu quando ele se aproximou, os lábios se movendo dizendo alguma coisa que não escutava mais. Só foi se dar conta de sua voada nas nuvens quando ele parou de falar, olhando pra ela como se esperasse alguma resposta, um dos braços armados na árvore para apoio e aquele sorriso de quem tinha toda a confiança do mundo. ─ Então, você vêm? ─ Escutou os dizeres, erguendo uma das sobrancelhas. Mais lentamente do que deveria, seu cérebro registrou as palavras anteriores; alguma coisa sobre festa para os mais velhos durante a época do natal, e levar duas de suas amigas (Gabrielle e Désirée, além de outros convidados). ─ C-c-claro... Posso dar um jeito de ir, sim. Ãh... Ah, sim, qual o endereço mesmo? ─ Xingou-se mentalmente pela maneira como agia, totalmente infantil perto do menino que gostava. Devia parecer madura e confiante, como as garotas mais velhas, mas era um fracasso naquilo. Ao menos quando estava perto dele. ─ Claro, aqui está. ─ E sorriu, levando consigo aquele sorriso confiante e um suspiro da morena de quinze anos.


Algum momento no início das férias de natal (tarde)...

─ Pode ir saindo da cama, Lu! Não tô nem aí que você não para de espirrar, é mais do óbvio que vai comigo. Gabrielle e Désirée aparecerão daqui à meia hora para irmos, então trate de se arrumar nesse meio tempo! Irei ao banheiro ajeitar meu cabelo, pode ser? ─ Uma Karleen de 15 anos muito ansiosa para o que aconteceria dali à uma hora e meia não parava de locomover-se pelo quarto, tentando tirar a melhor amiga da cama ao mesmo tempo em que conferia suas vestimentas e aparência no espelho a cada cinco minutos. Não tinha ideia se o que vestia era demais ou pouco apresentável para o tipo de festa que iria, muito menos se estava bem o bastante para chamar atenção de seu "alvo". Não se sentia exatamente confortável, mas aquela era a última coisa que pensava enquanto retocava a maquiagem e ajeitava os nós e fios soltos ridículos da cabeça. Queria estar perfeita, fosse lá o que perfeita significasse, para o que viria a seguir.

Suspirava só de pensar no semblante de Gérard enquanto lhe convidava, imaginando como seria enquanto estivessem juntos, no mesmo lugar. Será que ele lhe pagaria uma bebida, como faziam os caras nos filmes? Esperava que fosse algo com pouco álcool, afinal as poucas vezes em que experimentou foram nada agradáveis. Talvez lhe chamasse para dançar, se houvesse algum espaço para dança, e então colocariam uma música lenta especialmente para os dois, em sua cabeça, e ele lhe daria um beijo digno de cinema. Ou talvez fizesse melhor e "sequestrasse-lhe" para fora da festa, levaria-a para algum lugar secreto que apenas ele conhecesse e os dois deitariam no chão para observar as estrelas; ou ele faria uma declaração incrível e lhe pediria em namoro, que ela com certeza diria sim ao abraçá-lo e beijá-lo depois. Diversas cenas passavam por sua mente, alguma delas compartilhadas com a melhor amiga, enquanto sentia que podia cantar e dançar a qualquer instante para extravasar a própria felicidade. Sim, aquela noite seria uma para ser lembrada.

E, bem, não conseguiu convencer Luna, mas estava numa felicidade tão grande que desistiu da ideia nos minutos seguintes. Quando suas duas amigas francesas chegaram ─ e apresentou-as para a inglesa ─, fez questão de esperarem pelo menos meia hora antes de ir. Sabia que as pessoas legais chegavam no mínimo meia hora depois, e seu plano era chegar 45 minutos após o início da festa. Tempo o bastante para ter muita gente, mas ainda sem encher, e o suficiente para fazer com que Gérard se perguntasse se ela iria ou não. Será que estava pensando nela e se perguntando quais vestes havia escolhido para a ocasião? Não que importasse muito, mas... Certeza de que ele estava pensando algo assim. Ou outra coisa, mas nela.

Cerca de quarenta e cinco minutos após o início da noite...

A primeira coisa que percebeu ao chegar foi o barulho. Muito barulho. A entrada em si era um prédio velho, cuja aparência decadente era suficiente para fazer com que as pessoas pensassem duas vezes antes de entrar, todavia ao pisar os pés no local subitamente revelou-se elegante no interior. As instruções que recebeu indicavam que deveria ir até o último andar e caminhar diretamente ao fim do corredor, o que fez sem pestanejar. Gabrielle, que era a única maior de idade do trio, sugeriu que aquela localização foi pensada para manter adultos longe, já que nem mesmo os bruxos pensariam que um local daquele porte como escolha dos adolescentes. Désirée passou mais tempo analisando o interior, dizendo que foi reformulado com o uso de magia. Por fora estava velho demais para ser um prédio pensado com tais intenções, então deveriam ter pegado um aleatório e feito-o daquela forma. Karleen, no entanto, só conseguia manter os pensamentos no que encontrariam assim que atravessassem a porta. A música foi o primeiro sinal que recebera; alta, mas não alta o bastante para estourar os tímpanos. Talvez uma banda ao vivo? Era possível. Não havia ninguém esperando atrás da porta, e era possível que também não tivesse ninguém após, um indicativo de serem realmente receptivos a convidados inesperados (aka penetras).

Ainda assim, não foi a música ou falta de lista de convidados que a surpreendeu quando adentrou, e sim o ambiente. Longe de ser organizado, com diversas pessoas andando de um lado para o outro acompanhadas de copos em suas mãos, em nada se parecia com as festas e bailes organizadas em Beauxbatons. Não havia adultos presentes, percebeu de cara, ainda que algumas pessoas aparentassem serem maiores de idades (não que ter mais de dezessete anos significasse ser um adulto, sabia). O cômodo em si era grande, todavia mesmo com iluminação encontrava-se escurecido, e conseguia ver na lateral esquerda um bar modernizado, com objetos que indicavam a existência de móveis trouxas. Uma espécie de pista de dança mais ao fundo, com mais gente do que achava ser possível no espaço, e todos eles se divertindo com o som de uma música que do ângulo que estava não percebia da onde vinha. Outras coisas mais que não estava acostumada com e lhe fizeram se despedir das amigas e procurar um banheiro [onde pensaria mais a fundo sobre no que se metera].

***


Cinco minutos após sumir do local no único espaço que não seria incomodada com facilidade, voltou ao ambiente da festa com a cabeça erguida. Ok, idaí que não era como pensava que seria? Ainda era bem possível que alguns de seus pensamentos se concretizassem, todos eles envolvendo o francês não estereotipado, e nada lhe impedia de aproveitar a noite enquanto estes não se fizessem valer. Poderia muito bem reunir Gabrielle e Désirée e dar a ideia de dançarem um pouco na pista, afinal era uma das coisas que mais gostava de fazer quando tinha oportunidade, e talvez até chamasse a atenção de alguns rapazes. Por que não? Já estava ali mesmo, que se divertisse então. Havia dito para si que gostaria de lembrar daquela noite, então continuaria com o plano de chamar a atenção de Gérard somando ao fato de precisar se divertir. Talvez tomasse coragem para beber alguma coisa que não fosse água ou refrigerante, afinal a mãe de Luna achava que tinha ido passar um fim de semana na casa de Gabrielle mesmo.

E os pensamentos foram por água abaixo quando deparou-se com uma cena que fez todo seu encanto por Gérard perder-se de uma vez. Andou por menos de um minuto enquanto procurava uma das amigas, até que seus olhos cruzassem com uma cena inesquecível. Uma parte dela desejava que estivesse errada e não fosse o morrigano, mas era capaz de reconhecê-lo em qualquer lugar e aquele, bem, era um lugar. Ele estava por trás, claro, todavia as vestes e o cabelo denunciavam ser quem era; virada para si, ainda que fosse impossível ver, estava uma loira da mesma altura que o rapaz. E eles estavam, como apenas Karleen não esperava, praticamente engolindo um ao outro. Era uma cena quase nojenta de se ver, e naquele instante culpou-se por imaginar a mesma coisa com ela estando no lugar da loira. Nem ao menos percebeu quando depositaram um copo em sua mão, a cena que via exigindo de toda sua atenção. E naquele momento queria mais do que tudo ir para um canto sozinha e extravasar chorando.

Mas, obviamente, não era o que faria. Se ela significava nada para ele, então por que ele significaria algo para ela? Não iria reduzir-se ao nível de choro simplesmente porque teve uma desilusão amorosa. Muito pelo contrário, faria questão de mostrar que não se importava, ou ao menos sair por cima. Bem, talvez não com tanta elegância, mas sua raiva moveu-a quando percebeu o copo em mãos; um cheiro forte e ruim saindo deste. Foi com maestria que cutucou-o por trás, pouco se importando em atrapalhar o casal horrível, e virou o copo para baixo quando esteve estava em cima de Gérard. Ao mesmo tempo, notou que a companhia desde era ninguém menos que Désirée, agora sim desejando ceder ao choro, mas mais uma vez pensando que seria a última coisa a fazer, se o fizesse. ─ Teria feito questão de rasgar seu convite e suas palavras mentalmente caso soubesse que me convidou apenas para dar um jeito de trazê-la aqui. E por acaso você é frouxo? Chamando a amiga para conseguir o prêmio? Não tem coragem de convidar a pessoa certa e mesmo assim gaba-se pelos convites depois. Cresça, Prevost. E, por favor, não inclua-a nesse crescimento, pois nem mesmo ela merece um merdinha igual a você. ─ E, finalmente, deu alguns passos para trás, não sabendo exatamente qual seria seu próximo passo.


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Enoooooooorme, mas porque gostaria de desenvolver bem esse lado ingênuo da Kar (aos quinze anos). Obviamente que não revisado, pq pregs, e esperando postagens de quem combinei com u.u
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Sim, são os olhos da Kar, obvio; sim, o nome disso é "Heterocromia completa"
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Re: Flashback/Festinha aleatória

MensagemFranca [#162797] por Edmund Vladislav » 30 Mai 2016, 03:26

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Minha ultima noite feliz.
...........................................................


    Dia de festa, férias do trabalho chato, era tudo o que Nico precisava e como se não bastasse tudo isso, ainda encontraria sua namorada, a bela “Scar”, apelido esse que o moreno tinha dado para ela, pois realçava a personalidade forte dela. – Ainda esta um pouco cedo para se arrumar, Jason. – Comentou com um de seus melhores amigos enquanto estava deitado na cama, enrolando um baseado. Nico teve muitos amigos na escola, mas fora Jason, Peter (Pepe) e Theodor os que mantiveram contato, e não era para menos, nos tempos acadêmicos, os jovens tocavam o terror. – Gosto de me vestir bem, causar impacto e... Bem, a Carly vai estar nessa festa. – Respondeu o mais baixo entre os rapazes que estavam no cômodo. Jason tinha ombros largos e braços fortes, provenientes de treinos de Quadribol já que ele era batedor, os cabelos loiros e os olhos castanhos lhe davam a aparência necessária para conquistar qualquer mulher, o problema era que o amigo tinha uma paixonite desde o quarto ano e nunca conseguiu se declarar.

    Pepe por sua vez era quase tão alto quanto Nico, porem magrelo, tinha cabelos longos, presos em um rabo de cavalo e dentre os amigos, era o único que tinha tatuagens. – Você tem problemas, irmãozinho, essa menina te faz de idiota desde que a terra era quadrada. – A voz do de Pepe estava séria, mesmo o rapaz sendo um grande brincalhão por natureza. – Se querem saber, vou investir naquela garçonete que conhecemos semana passada, a convidei para a festa. – Gritou Theodor de dentro do banheiro, ele era moreno, uma cabeça mais baixo do que Nico, mas tão musculoso quanto o mesmo. Os quatro amigos pretendiam curtir a noite em uma festa dada por um playboy qualquer conhecido de Theo. – E você, Nico? Qual seu plano? – Questionou Jason, girando o corpo e ficando de frente para que pudesse encarar o moreno. Nico por sua vez terminou de enrolar a seda e não tardou a acender o cigarro, dando uma tragada e se jogando na cama, olhando para o teto, pensando em Scar, é claro que iria passar o máximo de tempo possível em companhia da namorada de cabelos rosados.


    Porem antes que pudesse responder, alguém bateu na porta do quarto. Nico rapidamente apagou o cigarro e o enfiou na gaveta do criado mudo. – Entre. – Era seu pai, Edward Ramshaw, um homem velho e de cara carrancuda. O velho era uma versão mais velha de Nico, os dois tinham a mesma altura, a mesma cor dos olhos e quando ficavam sérios, ficavam com um ar intimidador. – Vou sair com a sua mãe, uma festa de gala, passaremos a noite fora. – Disse enquanto encarava o filho, sua voz era firme e sua expressão bastante séria. – Não quero encontrar uma festa aqui, como aconteceu da última vez, ou um clube clandestino de lutas como aqueles trouxas fazem e muito menos jogatinas... Espero que obedeça, Nicolas, sonho com o dia em que poderei sair de casa e confiar que encontrarei tudo no lugar quando retornar. – Jason fez uma careta as costas do Senhor Ramshaw. Nico por sua vez saltou da cama e se aproximou do pai, olhando-o nos olhos. – Tudo bem, pai, dessa vez eu prometo cuidar bem da mansão... Apenas lembre-se do que conversamos mais cedo... Sobre Milla. – Dessa vez Edward recuou, desviando o olhar do filho para um ponto qualquer no quarto. – O Senhor me prometeu, papai. – Já não suportava mais ficar longe de Milla, sua irmã mais nova fora expulsa de casa por ter engravidado do namorado a alguns anos atrás e agora, estava morando com Vlad, um homem que Nico não gostava justamente por serem tão parecidos, exceto claro pelo fato do Russo ter negócios com bruxos das trevas. – Ok, Nicolas, sou um homem de palavra... Depois de amanhã, vamos atrás dela... Sua mãe quer conhecer os netos. – E pela primeira vez em tempos, Nico percebeu uma pequena ansiedade no tom de voz do pai, era como se ele estivesse tentando esconder algo por trás de toda aquela seriedade.


    Uma hora depois, ele desceu para encontrar os pais, o Edward já devidamente vestido com um belo terno de risca de giz, Elizabeth por sua vez estava deslumbrante em um vestido dourado, os cabelos vermelhos indo até a cintura, sem duvidas, uma bela bruxa apesar da idade. – Agora precisamos ir, querido, espero que se divirtam também, sei que vão sair.... Só por favor, não me de um neto, ok? – Concluiu com um ar risonho, puxando o filho para que esse curvasse o corpo e assim, ela poder beija-lo na bochecha. Edward deu um tapinha no ombro de Nico e o entregou a chave magica que abre todas as portas da mansão. Em seguida, o casal seguiu para os jardins e depois aparataram. Nico apertou a chave na mão e olhou para o céu, já estava escurecendo, tinha que tomar banho e se vestir para ir buscar Scar. – Sua mãe é muito bonita, com todo respeito. – A voz de Pepe o fez girar e mostrar o dedo.


    Mais uma hora se passou, Nico agora estava no hall, devidamente vestido e utilizando uma joia que ganhou de presente da irmã, era um belo colar de ouro e como o moreno deixou dois botões da camisa abertos, dava para ver a corrente brilhando, mas não o pingente. Mas ele não estava sozinho, além dos amigos, todos os empregados da residência estavam ali, olhando para Nico sem entender nada. – Acho que todos estão aqui... Então, saibam que estão dispensados, quero a mansão vazia hoje a noite, podem sair para encontrar suas famílias, descansar, fazer o que bem entenderem. Podem voltar amanhã por volta das quinze horas, ok? Estou sem tempo para responder perguntas, boa noite. – Adicionou rapidamente, pois notou que o mordomo havia erguido a mão. Mas fora bastante claro em suas palavras, então, após aproximadamente dez minutos, todos os empregados saíram, deixando apenas os quatro no hall. Nico observou o interior e depois seguiu até a porta. – O que você pretende fazer? – Questionou Jason enquanto observava Nico apontar a chave para a residência e girar para o lado. O objeto liberou um pequeno brilho e um pequeno claque, como se estivesse trancando uma fechadura. Uma pequena ondulação atravessou toda a propriedade e Nico sabia que os feitiços de proteção estavam ativos, assim como todas as portas estavam seladas. – Se tudo der certo, vou ter a melhor noite da minha vida. – E girou o corpo, dando as costas para a mansão e seguindo pelo caminho ladrilhado que atravessava os jardins, indo em direção ao portão. – Você parece o Jason quando fala assim.... Essa tal Scar conseguiu mesmo te prender, o que ela faz? É boa de cama? Nos últimos tempos, não para de falar o quanto ela é bonita e especial, cadê aquele Nico pegador dos tempos da escola? – O comentário de Theodor fez com que Nico sorrisse. Ele não tinha dormido com a namorada ainda, mas se tudo desse certo, tudo iria mudar após aquela noite. – Podem ir para a festa, vou busca-la, não sei se encontrarei vocês por lá já que vai ter muita gente, mas de qualquer forma, pretendo curtir com a Scar. – E se aproximou dos amigos, apertando a mão de cada um, em seguida, todos aparataram.


    A casa onde Scarlett morava não era muito difícil de encontrar, Nico apareceu em um beco que ficava do outro lado da rua, então precisou apenas caminhar alguns metros e tocar a campainha. O moreno aguardou por alguns segundos, ansiosamente, até que a mãe de Scar surgiu a porta. – Boa noite Sra. Adams, vim buscar a Scar... Lett. – Engoliu em seco, talvez não fosse muito legal chamar a filha dela pelo apelido, por isso, Nico adicionou rapidamente o restante do nome. Mas pelo que a namorada falava, a Sra. Adams era uma mãe bem liberal e pelo pouco que Nico a conhecia nas vezes que a encontrou, se tratava de uma mulher bem resolvida e bastante simpática, até onde ele sabia, a sogra o adorava. – Sim, pretendo cuidar muito bem dela, a festa vai ser tranquila, não levaria sua filha para um local perigoso. – E isso era verdade, Nico já tinha levado Scar para algumas festas e jantares, mas jamais em locais perigosos ou frequentados por pessoas estranhas. O moreno adentrou a residência, indo até a sala e sentando no sofá. Porem, mal se passou um minuto para que Scar aparecesse. – Uou! – Comentou ao ver como ela estava linda e atraente. – Você está... Nossa, nem tenho palavras. – E se aproximou, dando-lhe um beijo na testa, na verdade gostaria de beija-la intensamente, mas ele conseguia sentir os olhos da sogra. – Bem, podemos ir? Estamos um pouco atrasados e os meus amigos já foram. – Scar concordou e rapidamente foi se despedir da mãe, depois acompanhou Nico até o outro lado da rua e de mãos dadas, ele aparatou, levando-a consigo.


    Os dois apareceram uma rua depois do local onde aconteceria a festa, Nico já estava com os ingressos no bolso da jaqueta, agora so precisam ir até lá para curtir um pouco. – Ainda bem que a sua mãe não se importou, afinal de contas, você é de menor ainda.... Alias, se sentir frio, me avisa que te empresto a jaqueta. – E colocou o braço sobre o ombro dela, começando a caminhada, já escutando o som de musica alta vindo mais a frente. Mas a voz de Scar chamou sua atenção, fazendo com que ele olhasse para ela. – Ah não se preocupe, eles não vão atrapalhar, sabem que meu tempo com você é curto e que precisamos aproveitar. – E então curvou o corpo para poder abraçar a garota e ergue-la, dando lhe um beijo longo e apaixonado. – Hoje você vai ser somente minha. – Disse enquanto mantinha um contato visual. A resposta dela o fez sorrir e a pegar nos braços, começando a correr, subindo pela rua, era a hora de dançar um pouco e Nico adorava musica eletrônica, os trouxas tinham estilo e isso ele não poderia negar, as festas daquela comunidade eram bem mais animadas do que as que os bruxos costumam organizar. – Aqui os ingressos, um para mim e outro para minha namorada. – Entregou as entradas para o segurança, ignorando a aparência do local, como era a primeira vez que frequentava o lugar, decidiu confiar nas indicações de Pepe. – Você pretende beber, gata? Por que eu vou e muito. – Colocou a mão sobre a cintura dela, a medida que atravessavam em meio a uma multidão, indo em direção ao que parecia um bar. – Adoro essa musica. – E puxou Scar para dançar, deixando a musica o envolver naquele momento. -

Off: Não revisado, desculpem se ficou grande demais, me empolguei com o Flash back.
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Re: Flashback/Festinha aleatória

MensagemEstados Unidos [#187288] por Scarlett Adams » 24 Set 2018, 17:06

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                Já no final da tarde, uma Scarlett de dezesseis anos corrida de um lado pelo outro da casa, mostrando para cada um de seus familiares as opções de vestimenta que tinha para aquela festa, caçando opiniões a respeito de qual seria a melhor. Era uma festa para jovens, ou seja, sabe-se lá quando tinha sido a última vez que seus pais tinham ido em uma, quanto a Taylor, essa sequer tinha idade para ir em uma, afinal, era pra jovens, mas não tão jovens assim. Mas de qualquer forma, ainda escutava o que os demais tinham a dizer, queria realmente estar bem e impressionar, afinal, iria junto com Nico. Para sua sorte, a família que a adotara não era do tipo extremamente conservadora e etc, então, no momento em que mostrou aquele short cheio de brilhos e o top rosa metálico, eles simplesmente aprovaram em vez de reclamar do tamanho das peças e fazer todo um discurso superprotetor a respeito da imagem que deveria passar e de comportamento masculino, por mais que tudo indicasse que faria um calor considerável. Talvez o fato de conhecerem Nico tivesse alguma influência, ou apenas confiavam bastante na garota mesmo.

                – O que acha? – perguntou para Taylor horas depois, quando estava completamente pronta, vestida, calçada, maquiada, perfumada e bem animada. Obviamente, a resposta da irmã mais nova foi positiva, “brilhante como um Corsola”, o que, na língua da ruiva significava que ela estava muito bem sim. Por mais que Scarlett não compartilhasse da mesma paixão da outra por Pokémon, tinha aprendido algumas coisas ao longo do tempo, para facilitar a comunicação entre as duas. De qualquer forma, com aquela confirmação, precisava apenas esperar que Nico fosse lhe buscar e enquanto isso não acontecia, juntou-se a Taylor e ao seu pai na maratona de filmes. Estava tão concentrada ai que sequer escutou a campainha da casa tocando, sobrando então para sua mãe a tarefa de ir abrir a porta e encontrar o namorado da garota. A sorte de todos era que Sarah era uma mulher bem tranquila, caso contrário, poderia ter criado um problema, dando sermões e conselhos desnecessários para o pobre Ramshaw até que ele se arrependesse de ter ido buscar Scar.

                – Scarlett, seu namorado está te esperando lá embaixo. – sua mãe disse assim que entrou na sala de “cinema” da família, onde os outros três estavam praticamente vidrados na televisão aumentada magicamente, tornando-se quase uma tela de cinema de fato. – Estou indo. – falou, levantando-se da poltrona com um pulo rapidamente. Com aquilo, seu pai fez menção de procurar o controle para pausar o filme, mas Scar logo se adiantou. – Podem continuar aqui vendo tranquilamente, nós já vamos sair. Depois só me contem como terminou tudo. – pediu, abrindo um sorriso. Por mais que o pai tivesse uma personalidade parecida com a de Sarah, poderia acabar dizer alguma coisa que pudesse constranger a garota de dezesseis anos ou algo do tipo, afinal, adolescentes tinham aquelas neuras de dramatizar tudo e passar vergonha com coisas bestas. E por mais que Scarlett não fosse uma adolescente tão normal assim, não era imune a esse comportamento padrão. Então, deu um sorriso ainda maior quando concordaram em continuar ali e apenas sua mãe desceu junto com ela, dando algumas recomendações básicas, coisa de qualquer mãe consciente faria.

                – Não se preocupe mãe, vai ser tudo igual às outras vezes. – foi a única coisa que precisou falar para que a outra entendesse. Além disso, tinha o fato de Nico ser formado ao seu lado, uma vez que poderia usar magias se fosse necessário, além de aparatar para que retornassem para casa em um piscar de olhos. E por falar nele, o namorado estava lá sentado no sofá, todo arrumando. Só de vê-lo, já abriu um sorriso enorme, mas assim que escutou o elogio, esse aumentou. – Por favor, você se viu no espelho? Porque eu posso muito bem falar a mesma coisa. Ou não falar, no caso, já que faltam palavras né… – respondeu, com o tom brincalhão de sempre, ao mesmo tempo em que ficava um pouco na ponta dos pés para facilitar o trabalho do outro de beijá-la. Na testa. Triste, mas compreensível. – Podemos ir sim. – respondeu, se desvencilhando de seus braços logo em seguida para ir abraçar a própria mãe como um gesto de despedida. – Boa noite. E não precisam me esperar acordados. – disse, mesmo que a última parte não fosse tão necessária assim, já que as vezes que em que eles estavam acordados quando ela chegou foi porque estavam assistindo filme ou fazendo qualquer outra coisa realmente interessante. E dito aquilo, voltou a se aproximar de Nico, segurando na mão do mesmo enquanto saiam da casa.

                – Vantagens de se namorar um cara mais velho e habilidoso… – comentou a respeito da aparatação assim que foram da quadra da menina para as proximidades do lugar da festa em segundos. – Minha mãe confia em mim e em você, então ela realmente não se importa. Sem contar que segundo algumas histórias que escutei, ela também aproveitou bastante a própria adolescência com Faer. – respondeu, não demorando mais do que um sorriso para continuar falando. – E por favor, se eu sentir frio, com certeza vou te usar para me aquecer. – completou, piscando para o outro antes de se aproximar ainda mais de seu corpo e abraçar a sua cintura. Enquanto se aproximavam do prédio, não pôde deixar de notar que realmente era um lugar peculiar, já que provavelmente ninguém entraria ali se realmente não soubesse da festa que acontecia lá dentro. – Será que seus amigos estão te esperando para curtir? – questionou, lembrando bem do que ele tinha falado antes de saírem de casa. Se fosse aquele o caso, a garota de cabelos rosados teria que se contentar em passar boa parte do tempo dividindo o namorado com os amigos dele. Mas, por sorte, Nico não estava tão preocupado assim com os outros, o principal foco seria o casal mesmo. E para deixar isso claro, ele a envolveu com os braços, puxando-a para cima e dando o beijo que ela estava esperando desde o instante em que se cumprimentaram.

                – Por favor, sua eu sou todos os dias. O importante é que hoje você ser somente meu. – respondeu, mantendo o olhar fixado nele, sentindo um sorriso involuntário aparecer em seu rosto, um daqueles típicos de garota apaixonada, o que era bem o seu caso. Tinha um crush em Nico desde a época em que estudaram juntos, então aquele relacionamento era uma das coisas que mais tinha desejado, ou seja, não tinha como não ficar completamente feliz e ainda mais encantada. Sendo assim, no instante em que o namorado saiu correndo com ela rumo à festa, deixou que uma gargalhada gostosa lhe escapasse, sentindo que aquela noite seria realmente divertida. Na entrada, Ramshaw entrou os ingressos, mas pelo que tudo indicava, esses não estavam sendo necessários e basicamente qualquer um poderia entrar ali se quisesse. Talvez aquilo fosse apenas mais um sinal de que a festa seria animada mesmo. De qualquer forma, entrando no ambiente, começou a mexer o corpo acompanhando a música, algo impossível de não fazer quando se adorava a batida. – Talvez, só não tanto quanto você. – disse enquanto seguiam para o bar. E antes que pudessem alcançar esse, Nico parou, aproximando Scar de si para que dançassem juntos. – Também adoro essa música. – comentou, movimentando o corpo de maneira complementar a dele. – E amo você. – continuou, passando os braços sobre o pescoço do namorado e puxando-o para mais um beijo. Não tinha como aquela noite não ser perfeita.


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Victoria Magrath
 
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Postado Por: Mary.



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