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[The Hague, Países Baixos] Um Duplex Qualquer

[The Hague, Países Baixos] Um Duplex Qualquer

MensagemHolanda [#185562] por Anastasia de Bourbon-Parma » 04 Ago 2018, 23:32

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Para aqueles que viam Anastácia caminhando pelas ruas calmamente jamais imaginaria que, na verdade, ela era uma princesa. Filha da Rainha Máxima e do Rei Willem-Alexander, segunda filha do casamento de três muito unidas irmãs, a jovem era uma das mais sociáveis princesas dos Países Baixos. Os pais, mesmo sabendo de que a ordem de sucessão forçava que a irmã mais velha, Arabella, fosse a futura rainha do país, jamais deixaram de expressar que gostariam que fosse Anastácia. Isso, de vez em quando causava um problema entre as três princesas, já que Arabella estava doente por anos e não conseguia se recuperar da enfermidade. A filha do meio, com apenas vinte e seis anos de idade, esperava que seus pais continuassem reinando até uma avançada idade, pois apreciava muito vê-los comandar o povo. Gostava de os assistir cuidando dos pobres e aflitos, auxiliar refugiados e até mesmo quando podiam, participar de aulas nas escolas locais. Isso ajudava Anastácia a perceber que tipo de atitudes os pais esperavam das três crianças independentemente do que se tornassem no futuro.

Mesmo que as três fossem unidas, não queria dizer que todas pensavam da mesma forma. Arabella, doente sempre, não tinha condições de aproveitar o mundo como as irmãs mais novas. Alexia, por sua vez, tinha planos diferentes, tratando de mostrar que não queria fazer parte de forma alguma do mundo das responsabilidades – mas claro, das regalias. Anastacia era uma jovem de bom coração, que ao descobrir aos onze anos que era uma bruxa, tudo se transformara dentro de sua vida e família. Sendo nascida em uma família não tradicional da magia, precisou manter por anos em segredo de seus outros parentes, e isso incluiu por muito tempo suas próprias irmãs. A escola de estudar em Hogwarts não fora somente uma escola pela língua, mas também política. Ter a filha em Grã-Bretanha possibilitava também que a família real tivesse a segurança não mágica na mesma e para os estudos de etiqueta dela.

Fora dentro da escola que conhecera pessoas admiráveis, cheias de coração puro como dela e também diferentes. O espaço era ideal para aprender sobre lidar com diferentes pessoas, administrar tempo e claro, os estudos mágicos. Como uma adorável lufana, aprendera a ter novos amigos e agradecia por cada um deles nem sequer conhecer sua família podendo agir como uma jovem comum por pelo menos sete anos. Nos primeiro quatro anos, conheceu um de seus mais amados amigo: Andrew A. Schleswig. Mesmo quando o jovem havia se mudado para Durmstrang, ambos continuaram suas cartas e compadeceu-se dele durante sua vida e problemas. Ambos, que carregavam o peso do trono e de uma família real, conheciam os problemas e dificuldades que se era em lidar com um mundo que muitas vezes colidia com o mágico. Ainda mais quando a jovem Anastácia descobriu que a irmã Arabella havia sido diagnosticada mais uma vez com câncer e que talvez não fosse viver por tanto tempo. Mesmo com os problemas de Andrew, ambos pareciam encontrar um tempo para conversar e ouvirem as dificuldades. Ela alegrou-se quando o amigo encontrara alguém que o fizesse pelo menos feliz e agora ela própria podia começar a procurar alguém para ser seu par.

- Andrew. - Respondeu com um sorriso, enquanto descia as escadas de seu Duplex em The Hauge. Era um local que usava durante os meses de verão para poder trabalhar em alguns serviços comunitários do mundo não mágico e auxiliar as diversas organizações não governamentais que estavam prontas para que ela pudesse administrar. E também, naqueles dias, seu local de refúgio. A irmã mais velha de Anastácia havia falecido na semana anterior, colocando um enorme peso no coração da lufana, mas também nas responsabilidades que com o funeral implicavam. A jovem escondia-se para poder controlar seus pensamentos, mas também sua magia, que parecia ter perdido levemente o controle. Nunca fora uma maravilhosa bruxa com feitiços de combate, porém os de proteção e também transfiguratórios lhe eram os mais especiais. Pensara em utilizar-se de alguns deles, antes que enlouquecesse com a ideia de ser a próxima rainha, como seus pais sempre sonharam. Aproximou-se do amigo, abrindo um sorriso gentil, esquecendo-se de si mesma, mesmo que visivelmente ainda abalada com o que houve - Eu sinto muito. Esqueci alguma de nossas reuniões? Se eu fiz isso, por favor, me diga. Ultimamente nem mesmo minhas agendas ou lembrol tem me ajudando a ter a cabeça no lugar...


Com Andrew A. Schleswig
veste: isso
o local é um duplex normal, para permitir que ela possa entrar e sair sem problemas, cheio de proteções mágicas e somente quem pode entrar são alguns amigos e familiares.
Editado pela última vez por Anastasia de Bourbon-Parma em 06 Out 2018, 16:38, em um total de 1 vez.
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Re: [The Hague, Países Baixos] Um Duplex Qualquer

MensagemDinamarca [#187324] por Andrew A. Schleswig » 25 Set 2018, 18:14

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    Algumas coisas são difíceis de esquecer, como a figura de espectros, as sombras negras a me encararem, meu corpo e espírito quase paralisados, o cheiro desagradável de enxofre e a figura quase demoníaca a olhar-me, despreparados, surpreso e vulnerável. O meu tempo de coma após isso pode não ter durado mais do que poucos dias, onde eu só podia observar o corpo do príncipe herdeiro do trono da Dinamarca deitado e desmaiado, fora de mim mesmo, em um quarto do próprio castelo. Estava em coma, mas ao mesmo tempo apenas em um sono profundo, enquanto não conseguia voltar facilmente como das outras vezes, e algo naquela vez e naquele olhar ainda chegava a me perturbar, e não só a mim, como também ao outro que geralmente não era abatido por nada. Principalmente, por, de alguma forma sabermos, quando tudo acordou e meus verdadeiros olhos verdes finalmente se abriram, que toda aquela demora não era mais que um teste, uma demonstração de poder ainda não explicada, que fizera-me me sentir como aquele menino enrolado em cobertores anos atras, e com a pele marcada por runas de sangue, e a tremer de frio. O menino que eu jamais gostaria de ser de novo e que, por conta de minha irresponsabilidade, falta de esforço, rebeldia recente e certas outras atitudes que vinha tomando, voltava a me tornar, como meu pai outrora talvez houvesse me orientado. Eu havia sido cegado pelo meu próprio receio, meu próprio medo, pela hesitação e pelo garoto Andrew que não considerava fria e racionalmente as coisas, e deixava-se levar pelas emoções. Eu havia falhado, e aquilo era inaceitável para um príncipe, e, principalmente, para mim.

    Não que alguém jamais fosse saber de minhas experiências. Apesar da forte marca em minha memória e minha Alma, nada eu comentava exceto talvez ter tido intoxicação com inalação de fumaça e desmaiado, mentira corroborada por um pequeno estímulo financeiro ao meu médico particular. Mas não nego que tudo aquilo, de certa forma, havia me mudado, e trazido consigo uma quase compulsão. Trabalho do ministério, compromisso reais, aulas com meu pai e minha avô, eu não dava a minha mente quase nem um tempo para descansar ou para qualquer outro tipo de pensamento me envolver, afogando-me também naquela poção sedativa, toda vez em que conseguia ouvir algo não sólido ou real ou ver algo que não deveria estar vendo. Ok. Aquilo de vez em quando poderia turvar minha visão ou trazer de volta as terríveis dores de cabeça, mas como quando Lilith sumira, era o melhor dos males, até por que, a cada recaída, eu e meu outro eu parecíamos ficar mais próximos, e seus sussurros eram mais claros, altos e invasivos.

    Poderia até não ter dado um tempo em minhas missões de campo, já que não queria admitir minhas falhas, mas, apesar de continuar com aquela brincadeira de ser ministerial, eu apenas me mantinha distante, mais frio, realizando apenas o que meu lado racional mandava, ou o mais lógico. Sem investigações aprofundadas, sem recaídas, e talvez me desligando um pouco das emoções, que como antes, tornavam-se distrações passageiras. Teatros que eu apenas conseguia fingir com maestria. Coisas que, novamente, me pareciam mais faceis, mas acho que isso também era influênciado outro eu.

    Eu poderia até não ser mais o mascote de meu pai, mas, o meu surto de extrema responsabilidade e desejo por ocupar minha cabeça com coisas palpáveis e reais ao invés de subjetividade quase adolescente, parecia agrada-lo. Embora aquilo também funcionasse como uma faca de dois gumes, já que seus comentários sobre não aceitar um casamento arranjado a altura com uma noiva escolhida por ele e berço e insistir em continuar “levando Giovana por aí, como um mascote em uma ilusão de realeza, ou uma rebeldia adolescente” (assunto que não estava com cabeça para tocar) ou sobre como trabalhar no ministério apenas para brincar de ser outra pessoa ao invés de aceitar minhas responsabilidades reais era apenas de perder tempo, pareciam apenas ter ficado mais e mais frequentes, aumentando meu desejo de fugir de tudo aquilo ou de poder ser outra pessoa, principalmente, após o episódio de fim de ano, onde vovó confessou sentir vontade de renunciar (o que me tornaria herdeiro direto, e meu pai alguém superior e meu rei, a quem dificilmente poderia questionar).

    Não era por menos que tentasse me distrair, ou evitasse meus irmãos ou até Lilith nos corredores do ministério. Tinha muito a pensar, ou melhor, a evitar pensar. Também tentava evitar alguns amigos antigos o Máximo que fosse possível, eles notariam a mudança e, de maneira nenhuma, alguém como eu poderia se mostrar afetado daquela maneira. Poderiam gerar boatos, escândalos, notícias para as hienas investigarem. O príncipe traumatizado por espíritos e com surto psicótico, que noticia ridícula. Pensava, prestando pela calmaria, as aparências e pela minha máscara, que mais do que nunca tentava fortalecer.

    Mas algumas coisas são inevitáveis, e embora tivesse tentado evitar as reuniões com uma velha amiga real da Holanda (das quais ela provavelmente havia esquecido, já que ele não receberá qualquer coruja), ali estava estava eu naquele dia, em seu Dúplex nos países baixos, aguardando para falar com uma velha amiga com o cabelo um pouco mais longo que o normal, embora minhas vestes formais demais para alguém de minha idade e postura quase rígida jazessem impecáveis. Mesmo que evitasse conversar e tentasse ignorar os problemas, saber da notícia da morte da irmã da garota fizera Minha presença ali inevitável, mesmo que de certa forma não muito consciente. Seria por empatia? Ou por que a amiga simplesmente me ajudara perante o outro trauma e seu egoísmo simplesmente me levará ali? Nunca saberia ao certo, ao menos não naquele momento, enquanto observava a mulher loira descer as escadas.

    - Não… - Balancei a cabeça, mantendo minha voz no tom Cortez e extremamente formal de sempre, enquanto meus olhos verdes mantinham a distância habitual. - Vim saber como está… Soube do que aconteceu com sua irmã e imaginei que talvez pudesse precisar de mim. - Pronunciei, não deixando por nem um mínimo segundo, transparecer meu estado ou qualquer período que pudesse ter me atingido no período em que tinha me mantido com distanciamento maior. Ela parecia ter ignorado isso devido às próprias preocupações e, talvez pensando um pouco cruelmente, aquilo fosse até bom para mim já que ela não lhe daria margem para notar qualquer diferença. - Para conversar ou talvez ajudar em alguma coisa a respeito do funeral, caso seus pais estejam lhe pressionando em excesso. - Assim talvez conseguisse pagar alguns favores a ela que devia de anos atrás. Ou, mais especificamente, achar algo para distrair ainda mais minha mente egoista de forma um pouco mórbida.

    With: Anastácia.
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Re: [The Hague, Países Baixos] Um Duplex Qualquer

MensagemHolanda [#187497] por Anastasia de Bourbon-Parma » 06 Out 2018, 19:36

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Anastasia não deixou de observar que Andrew parecia um tanto mais velho do que da última vez que se viram em algum evento social de nobreza. Haviam se tornado bons amigos ao longo dos anos e conhecia bem a trajetória sofrida daquele a sua frente e sempre se sentia tentada a auxiliá-lo de qualquer maneira. Era quase como uma questão de honra, como fazia com suas irmãs a tal ponto de deixar com que ele pudesse se sentir cuidado e protegido de alguma forma. Ali, a história havia se mudado e agora era ela quem precisava de algum consolo. Como ele, também escondia um pouco de suas emoções em prol de seu povo, mas também dos esforços em auxiliar seus pais a passarem por diversos problemas. A vida, fora da escola, tinha começado a se tornar mais difícil e nem por isso deixava de ser deleitosa. Poder auxiliar sua irmã mesmo em seus momentos antes de falecer tinham transformado o coração da ex-lufana para cada vez mais desejoso de cuidar das pessoas que eram importantes para ela. Os passos até ele, pareciam levemente cansados, mas também dignos de quem sabia o que lhe viria a seguir, sentindo o peso da coroa quase sobre sua cabeça como também as responsabilidades que com ela vinham.

Quando Andrew lhe disse que estava ali para lhe prestar condolências, parou seus passos entre um dos sofás que ela tinha na área e o encarou. Havia optado por permanecer solitária exatamente por pensar que as pessoas não precisavam fazer isso por ela, já que tinham tantas coisas no mundo que precisavam de auxilio e gastarem com ela parecia muito egoísta. Mas ouvindo dele, parecia um tanto menos egoísta e mais uma reconfortante afirmação que de vez em quando todos precisavam ouvir e ter sua dor validada em voz alta. Seus olhos encaram a grande janela que trazia uma iluminação natural para o local, buscando uma alternativa para que as lágrimas que já haviam escorrido dentro de seu quarto privado lá permanecessem. Deixou que um breve e singelo sorriso escapasse de seus lábios ao retornar o olhar para o amigo, enquanto os dedos se entrelaçavam a frente de seu corpo e repousavam em uma elegante e delicada postura da realeza.

Diferente de Andrew, Anastasia tendia a ter um olhar muito mais caloroso e respeitador, que fazia com que muitos desejassem permanecer ao seu lado pela conversa amigável, mas também conhecida por manter bem definidos os limites. Gostava de Schleswig por ter esta postura mais respeitadora e também distante que lhe dava a chance de complementarem-se quando precisavam seguir para eventos juntos. Ela suportava todos aqueles antigos senhores que acreditavam saber o melhor para os países e eram incapazes de controlar seus próprios dinheiros, enquanto homens bêbados ou oportunistas tendiam nem sequer a chegar perto por perceberem a postura quase assombrosa de Andrew ao lado dela. Parecia um bom acordo e mesmo com as diversas memórias se sobressaindo naquele momento tão honesto para ela de um possível afeto de Andrew, lhe parecia ser uma boa amizade ao longo dos anos.

- Obrigada por vir, Andrew. - Respondeu após conseguir controlar as preocupações e quando sabia que seu tom de voz estava adequado para uma conversa. Mesmo que o amigo estivesse disposto talvez a ouvir tudo o que ela ainda tinha entalado na garganta, sabia bem o quanto ela deveria expor a qualquer um. - Os processos para o funeral já estão bem organizados, por assim dizer. Meus pais me informaram logo pela manhã que a data para o evento será semana que vem e creio que seus pais e familiares tenham recebido um convite para caso desejam vir. - Era uma organização tão mórbida e fria, que a própria Anastasia talvez não conseguisse com perfeição dizer o quanto ver pela última vez a irmã morta, em detalhes tão depressivos da avançada doença lhe haviam causado ao tão belo e adorado rosto. Preocupada com os próprios procedimentos, a tão bem observadora mulher era incapaz de perceber que um de seus melhores amigos estivesse mais frio que o de costume e por isso somente seguiu com seus costumeiros procedimentos. – Mas mesmo que esteja sendo uma situação tão fulminante, creio que devo dizer que estou mais aliviada que ela tenha ido. Minha irmã, como sabes, sofreu durante tantos anos devido seus constantes adoecimentos que me parece egoísta pedir-lhe que ficasse na terra somente para que pudéssemos tê-la por perto. - A breve confissão era algo que diria a qualquer pessoa, mas mesmo com uma leve entonação entristecida, podia-se perceber uma intimidade entre os dois. Retornou o olhar a Andrew e antes que continuasse despejando quaisquer palavras, preferiu caminhar em direção à cozinha.

Deseja algo para beber ou comer? Decidi não ter nenhuma camareira ou serviçal comigo enquanto estou aqui. Não vejo a necessidade de tantas pessoas trabalhando para mim em um duplex. - O local, com detalhes clássicos do mundo trouxa, revelavam que Anastasia preferia quando estava longe do mundo mágico, agir como uma pessoa qualquer. Era um detalhe pequeno, mas de extrema importância para a própria vida, o que tornava a situação com sua irmã amenizada dentro de si. - Posso preparar algo para comermos, se desejar é claro. Assim podemos ir conversando, se desejas. Preciso colocar o corpo e a mente para trabalhar ou... - A voz levemente embargou e antes que algo pudesse ser levemente questionado, a holandesa engoliu seco e respirou fundo retomando o controle. Ela normalmente não agia como “durona”. Mas pela sua irmã, via-se na necessidade de ser forte.



Com Andrew!
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Re: [The Hague, Países Baixos] Um Duplex Qualquer

MensagemDinamarca [#187535] por Andrew A. Schleswig » 10 Out 2018, 20:26

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Deixando o egoísmo, ou apenas egocentrismo a parte, desconsiderando o ponto onde eu quase clamava internamente para ter algo para ocupar meus pensamentos no lugar das velhas imagens missão, não podia deixar de dar um sorriso formal e quase amigável de apoiador para minha velha amiga de escola, embora definitivamente aquela não fosse das minhas melhores expressões. Ela ia ficar bem apesar de tudo. Mesmo que pudesse ler em seus olhos os prováveis resquícios de lágrimas, e de provavelmente estar com alguma parte de si quebrada por dentro, como uma princesa que era, ela parecia conseguir esconder, optando pela calmaria, a qual eu respondia com serenidade. Dor, tristeza, perda e até lágrimas, sentimentos tão comuns para pessoas em geral mas que, para pessoas como nós, não deveriam ser demonstrados em frente à outros, por representar um sinal de humanidade e fraqueza. Um sinal de vulnerabilidade que não pegaria bem para os tablóides, nos criando muito mais problemas do que o necessário, e transformando um momento individual de luto em dor de cabeça, tanto em minha situação quanto na dela.

Portanto, por mais cruel que minha expressão quase austera, e minha postura imutável pudesse ser perante a minha amiga, sem todo aquele chororo, estardalhaço com palavras de apoio ou abraços de pêsames, ou o fato não arriscava mais perguntas ou invasões de privacidade, aquele comportamento era apenas natural para mim e para ela. Uma zona de conforto escondida por nossas máscaras de proteção, a qual, aparentemente nos dois nos sentíamos bem em não quebrar.

- Tenha certeza que vou comparecer, embora não possa dar garantias sobre todos meus familiares. E de que ela se sentiria honrada pelo homenagem. - Lhe respondi com calmaria, dando-lhe a entender em silêncio que contasse comigo se necessitasse de fazer ajustes finais, ou de conversar, afinal me lembrava do falso funeral de Lilith, e em como tinha ficado atônito por horas a fio em pé naquele salão, segurando rosas negras em uma das mãos, sem conseguir nada fazer, como uma criança inútil e mimada encarando, pela primeira vez algo que nunca mais poderia ter ou reverter. Mesmo que no período tivesse me esforçado para guardar esses sentimentos apenas em meu âmago, até que a última das almas saísse daquele salão, e minha esperança de vê-la pela última vez, mesmo como um espírito, os quais tanto odiava, desaparecesse totalmente (é claro que, na época, aquilo deveria ter me alertado que tudo era uma mentira - Mas realmente não possuía cabeça para pensamentos e análises complexas outrora).

Mas tirando aquelas memórias em minha mente que até hoje talvez me quisessem fazer estrangular minha prima ou prendê-la em uma pedra de gelo e jogá-la no meio da Antártida para morrer de verdade, por mais desavenças que tenhamos superado, eu apenas balancei a cabeça com um vislumbre silencioso de que talvez Arabella estivesse orgulha de Anastasia tentar ser forte e agradecia pela irmã ter cuidado dela, embora, com a dose de remédios que havia tomado recentemente, eu realmente duvidava poder ver algo, tendo quase certeza de que aquilo não passava de um mero devaneio de minha imaginação.

De qualquer coisa, nada comentei sobre aquilo, ou qualquer coisa, mantendo minha postura e a seguindo em silêncio para a cozinha, para uma ideia que não parecia ser das melhores. Anastasia? Preparando alguma coisa, ok que ela costumava ser lufana, mas qual era o melhor álibi para me matar envenenado por acidente que aquele. Mesmo diante de uma amizade de anos, posso dizer que, em nenhum aspecto soava em algo que concordaria. Não seria melhor irmos a um restaurante ou algo assim? Poderia sugerir alguns lugares onde ficaríamos longe dos olhares dos jornalistas ou de seus pais, ou até mesmo chamar meu elfo particular para cuidar daquele tipo de coisa. -Agradeço o convite, mas… - Não sei se é uma boa ideia que eu fique internado no hospital mais uma vez no último mês. Pensei, evitando demonstrar isso, e sem querer ofender a holandesa naquela situação, enquanto discretamente a olhava se segurar para não desabar ali. Foco Andrew, você lhe devia um favo. -Se não tem elfos ou serviçais aqui, vou lhe ajudar com isso. Não seria adequado a um cavalheiro, deixá-la ter tal trabalho por causa de mim, ainda mais em território holandês. - Ofereci sem nem mesmo saber de onde aquilo tinha vindo, então finalmente notando o meu erro, e varrendo aquele cômodo com meus olhos verdes, enquanto finalmente percebia: Eu não sabia por onde começar.

Off: Aí, Dih. Fique livre pra zuar ele. ;)
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Re: [The Hague, Países Baixos] Um Duplex Qualquer

MensagemHolanda [#187591] por Anastasia de Bourbon-Parma » 14 Out 2018, 22:51

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- É muita bondade sua participar do funeral, Andrew. - Comentou, guardando para si a voz quase embargada diante da realidade que aos poucos lhe atingia. Enquanto não enterrava a irmã e a colocava sete palmos no gramado real, aquilo ainda parecia ser um pesadelo que poderia escapar. Mesmo que a jovem soubesse com certeza de que quando encarasse a irmã para uma última despedida seria com certeza a pior experiencia para si. Quanto mais fosse capaz de se preparar para seguir avante, mais rápido seguiria para os planos da sua vida, incluindo o que significava essa mudança de hierarquia e a clara preferência de seus avós para quem deveria tomar o poder. Mas quando ela encarou Andrew em meio aos pensamentos, logo relembrou sobre a própria situação dele onde com a morte do amor dele tudo tinha perdido o sentido. Anastasia ficara feliz por ele quando encontrara alguém para amar, mas sabia que o passado ainda o percorria por dias e anos, como o dela faria. Seria ela capaz de lidar tão bem como ele? Ou não? - Vou te informar os detalhes que serão significativos. É claro que jamais te deixar em meio a cerimônia.

Entre conversas sobre algo que ainda doía muito, Anastasia tendia a tentar realizar mais tarefas com suas mãos do que optar por aquela que despenderia mais dinheiro. Comer em casa provinha que ela não necessitasse sair do Duplex por muito tempo, mesmo que precisasse sobreviver de sanduiches, já que as camareiras apareciam lá algumas vezes na semana para limpeza e comida. Isso permitia que o espaço ficasse suficientemente humano para ser habitado e que ela, como uma princesa, pudesse sobreviver. Diferente de Hogwarts, que ao longo dos anos a jovem aprendera a conviver com outras alunas que tinham variadas situações econômicas e até mesmo familiares. Isso a fizera aprender bastante sobre como poder agradar a todos com quitutes e também com detalhes completamente desconhecidos por ela sobre os outros países. Com certeza, a comida sempre unia as pessoas, mesmo que a holandesa preferisse mesmo seriam longas discussões históricas e políticas de como poderia influenciar outros diante de seus interessantes projetos de auxílio ao seu povo.

- Andrew. - Sua voz, levemente repreensiva, tinha consciência de que o nobre tinha aquela necessidade em auxiliar as pessoas em momentos inusitados. Nenhum dos dois sabiam preparar nada e ela tinha certeza absoluta que até mesmo o ovo francês que apreciavam tanto era uma técnica pior que as provas de NIEM’s. Tinha tido a ideia de talvez utilizar algum feitiço e quem sabe procurar ingredientes para pelo menos ter eles nas mãos. Porém, o olhar determinado dele quase a fez sorrir, tirando-a do lado letárgico que se sentia até então, desistindo da ideia de impedi-lo de desbravar sua cozinha. Agora, que talvez tinha a sua atenção, piscou duas vezes os olhos amendoados para ganhar tempo para uma resposta adequada - Precisa de ajuda? Posso ver se encontro um dos livros de minha avó, a rainha, de algumas receitas holandesas. - Percebera que a modulação de severidade desaparecera, dando lugar a uma tonalidade suave, quase divertida, agradecendo mentalmente o amigo que nem sequer poderia se dar conta do que ela estava sentindo naquele momento. Com ambas as mãos, levou-as as madeixas castanhas, colocando-as em um coque frouxo e partiu para o trabalho.

Abriu uma das portas, encontrando um avental rosa-choque, que parecia ter vários babados de tons arroxeados - Andrew. Talvez precise de um avental. - Comentou, ao avançar e colocar nele o repugnante objeto, na esperança de que mudasse de cor ao contato com outro humano que não fosse uma de suas camareiras. Controlando o riso, virou-se novamente para aventurar-se por meio das diversas prateleiras, tentando encontrar o livro que sua avó deixara praticamente na casa com esperança de que um dia, Anastasia desejasse cozinhar. - Ah! Encontrei um chapéu de chef. É realmente necessário? - O tom amarelado do chapéu muito a questionava se aquilo tinha sua devida importância que não fosse uma chula decoração. Colocou sobre a bancada, para retornar a procurar, no fim de uma das portas, em um local quase empoeirado pelo tempo, um livro. Retirou-o dali, encarando o objeto com extremo cuidado e, então, assoprando para verificar melhor sua capa. Mal tinha percebido que fora em direção a Andrew. Desta vez, não resistiu a uma risada, deixando o corpo sacudir com isso.


OFF: HASUASHSAUHSAUASHUSAHSAUHSAUASH BOA SORTE, ANDREW
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Re: [The Hague, Países Baixos] Um Duplex Qualquer

MensagemDinamarca [#188137] por Andrew A. Schleswig » 27 Nov 2018, 20:50

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Por instantes, o arrependimento gritou forte em sua mente, enquanto seu eu quase sempre seguro em tudo que fazia (afinal, errar nunca fora uma escolha que eu, como príncipe), se encontrava mais perdido que um cego em meio a um tiroteiro, com os olhos Esmeralda a encarar todos aqueles objetos esquisitos que decoravam a cozinha trouxa, os quais só conhecia de nome ou de ter visto sendo usado por cozinheiros do palácio enquanto roubava algum biscoito ou pedaço de bolo antes de algum jantar ou algum evento em especial durante sua infância (Já que para seu eu criança, todos os trâmites de cerimônias sempre demoravam demais, e nunca era educado comer mais que um pedaço na frente de visitantes, ou pular os pratos principais). Daquela vez não existia ensaio, treinamento ou preparação. E, literalmente não sabia por onde começar. O herdeiro da Dinamarca jamais tinha feito um único e simples sanduíche para si mesmo, imagine algo mais elaborado. O ruivo se dava conta, enquanto, por outro lado, seu ego e sua “palavra real” - que nesse caso pode ser descrita como orgulho - não lhe permitiam admitir-lo na frente de Anastasia ou mostrar fraqueza e falhas perante as adversidades, fazendo com que, falsamente, tentasse parecer o mais seguro e autoconfiante possível, como sempre. Afinal, não podia ser tão difícil não é? Sempre soubera preparar poções com perfeição suficiente para garantir “O” (Que era o mínimo do aceitável para alguém em sua posição) em todas as avaliações as quais prestará e aquilo em si não poderia ser tão diferente, ou ao menos disso tentava se convencer.

Só precisava de um manual e de não explodir nada ou envenenar si ou a Anastasia, esse já era um bom começo - E também talvez de alguns dos seus seguranças para servirem de provadores antes. Pensava, enquanto as brilhantes lentes verde esmeralda percorriam a bancada silenciosamente, a observar e analisar seu desafio e, secretamente, a desejar que a holandesa simplesmente tivesse preferido ir a um jantar caro em um lugar escolhido por ela, ou ao menos tivesse alguma de suas camareiras ali para prepara alguma refeição. Seria mais simples apenas gastar seu salário do ministério, ou até mais que isso, se fosse necessário, ao invés de se esforçar para fazer algo fadado a imperfeição e ao inaceitável fracasso, nesse caso.

Mas as coisas não seriam resolvidas apenas em um festival de “e se”, não é? Considerava, observando os botões do fogão, o aparelho microondas, e até um conjunto de facas e panelas em uma das gavetas enquanto procurava por alguma pista de como começar aquilo, ou como funcionavam algumas coisas. Até que seu nome fosse chamado e seu corpo girasse em direção a Anastasia, bem a tempo da princesa holandesa colocar aquele avental aberração em cores desagradavelmente berrantes em si. -Isso era para ser um avental? Por que confesso que o considero um tanto “peculiar”, e que desconhecia seu gosto por tais tons. Mas, agora que sei disso, um novo leque de opções de presentes de aniversário surgiu em minha mente, obrigado. - Sugeriu com uma sobrancelha quase levantada, não contendo um desagrado, em sua face normalmente serena e seria, que quase quase se misturou a uma careta. Se poderia descrever aquilo, com certeza referiria como um traje costurado apenas como para de uma piada de mau gosto.

Andrew levantou o tecido aos seus olhos para confirmar não se tratar de uma miragem ou impressão sua (o que não era, infelizmente, antes de, aproveitando a distração da mulher, pegar sua varinha, modificando as cores “daquilo” para um cinza claro e discreto, mais agradável aos seus olhos. Era melhor prevenir que remediar para o caso de uma foto sua por algum acaso ir parar na capa de algum jornal ou nas mãos de algum membro do parlamento dinamarquês. Não que colocar aquele chapéu, mesmo também tendo mudado as cores, melhorasse muito coisa, exceto no quesito fazer a Holandesa rir de si, esquecendo temporariamente o falecimento da Irmã, naquela cena que com certeza seria única nos próximos mil anos.

De qualquer forma, tentando ignorar o que seu pai com certeza descreveria como comportamento inapropriado, e até mesmo tirando esse tipo de pensamento de sua cabeça, ou apenas procurando uma forma de se distrair, Andrew simplesmente puxou o livro das mãos de Anastasia assim que ela se aproximou, o abrindo e olhando as paginas por mais tempo que gostaria. Coisas simples… Coisas simples… Seus olhos caminhavam pelas paginas até… É. Não eram bem seu estilo de prato favorito, mas talvez fosse adequado preparar aquelas panquecas americanas. Poderia usar o medidor de Anastasia que vira no armário para colocar os ingredientes em quantidade correta no liquidificador, e não achava que teria tanto dificuldade na hora de jogá-las com a frigideira. Seus tempos de escola haviam lhe rendido uma experiência de um ano jogando no time profissional do Puddlemere como artilheiro titular antes de ter uma aposentadoria forçada pelo protocolo real que nesse caso significava a ira de seu progenitor.

É até que, inicialmente, as coisas iam de acordo com o plano. Ou ele simplesmente houvesse deixado qualquer outro pensamento de lado para se concentrar, perfeccionistamente no que fazia. Nas medidas, nas quantidades, no liquidificador, e então em pressionar os botões para liga-lo. No primeiro minuto em velocidade lenta. E então um pouco mais rápido para que ganhasse a textura e fosse misturado da maneira adequado, da maneira como fora descrito no livro de receitas.

Tal livro, no entanto, não lida com intercorrência. E, por algum motivo, aquele eletrodoméstico em si tinha um botão mais duro do que deveria e uma tampa que não vedava completamente seu conteúdo como era o ideal. Mas, em sua busca pela perfeição, esse tipo de detalhe simplesmente foi esquecido por hora, possibilitando o acidente que veio a seguir, quando, em uma tentativa de fazer a rodoinha para acelerar o aparelho com mais força do que deveria, todo seu conteúdo houvesse escapado por cima, em direção ao nosso protagonista.

Off: Post ruim, mas foi. Andrew e seu acidente com a massa de panqueca para alegrar o dia .fofo
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Andrew A. Schleswig
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Sam Claflin
 
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Postado Por: Luh.



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