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Cemitério de Père-Lachaise

Cemitério de Père-Lachaise

MensagemInglaterra [#83876] por Aaron Denvers » 13 Jul 2011, 03:24

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Narração
- Falas -
"Pensamentos"


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Cemitério de Père-Lachaise, Paris. Estava chovendo no local, o frio era um pouco incomodo, um pequeno grupo de pessoas estava ao redor de um tumulo, todos de preto e com guarda chuvas. Todos estavam abatidos com o velório, Charles e Katie Bouvier estavam abraçados após tanto tempo, era duro para os dois enterrar sua filha mais velha, Jacob tinha morrido no ano anterior e agora Jennifer. Mas Aaron Denvers talvez fosse a pessoa quem mais estava sofrendo, pode parecer exagero comparar sua dor a que os pais de Jennifer estavam sentindo, mas ela morreu ao seu lado e praticamente em seus braços, de certa forma ele tinha morrido também, será se um dia ele voltaria a sorrir? Iria demorar muito para que o jovem Denvers recuperasse a vontade de rir, pois só de pensar que ele nunca mais a veria, não sentiria o calor de seus lábios ou admirar aquele belo sorriso o fazia desejar estar no lugar dela. Aaron se perguntava porque ela, porque justamente na primeira noite que tinham passado juntos, porque ela e não ele. Ele queria gritar, queria chorar, mas não conseguia, tudo o que fazia era olhar para a lapide com o nome da sua namorada, os olhos já vermelhos de tanto chorar, voltavam a se encher de lagrimas enquanto ele relembrava os momentos felizes que tinha passado com ela.


- Obrigado Sra. Bouvier, mas vou ficar aqui mais um pouco. Mãe por favor quero ficar sozinho. – Acrescentou para sua mãe ao notar que a mulher iria contestar o seu pedido, mas Helena Denvers entendeu o que o seu filho queria, então ela saiu acompanhando o Sr. e a Sra. Bouvier deixando o local, contudo alguém ainda estava ali ao lado dele. Caca Porter segurava um guarda chuvas com um das mãos, a outra ela segurou a mão do Lufano, os dois ficaram em silêncio por alguns segundos, depois ela saiu do local deixando-o finalmente sozinho. Aaron estava sem guarda chuva, mas não estava nem ai para o frio ou se estava ensopado, tudo o que ele queria era sumir, ir para um lugar onde ninguém o encontrasse. – Eu te amo tanto Jennifer... – Aaron começou a chorar, ele já não tinha forças para segurar as lagrimas que percorriam o seu rosto juntamente com os pingos da chuva. Denvers não queria retornar a Hogwarts no dia seguinte, tudo lá iria lembrar Jennifer, mas seus pais insistiram para que ele concluísse seus estudos, muito contrariado ele acabou mudando de idéia, não era isso o que sua amada iria querer. Jennifer com certeza queria vê-lo perto dos amigos, ao redor daqueles que o faziam bem, Helena Denvers pensava igual, por isso insistiu tanto para que filho voltasse. Contudo o rapaz não conseguia tirar a imagem da sua namorada morta em seus braços da cabeça, a agonia que foi esperar os Médicos a atenderem e o desespero ao saber que ela já não estava mais viva, Aaron fechou os olhos ainda chorando, e começou a relembrar tudo o que tinha acontecido naquele dia, que tinha começado bem e terminado de maneira trágica.

Flash Back ON


Aaron e Jennifer estavam comendo doces e rindo, o casal estava na casa de Verão da família Bouvier, localizada em Cancun. Os dois aproveitaram a volta do Egito para escapar com a ajuda de Marvin, o Elfo. Jenny apesar de estar um pouco preocupada com a reação dos pais, sorria a cada piada que o namorado contava, Marvin estava na cozinha limpando a louça do jantar, os dois estavam sozinhos, ele de pijama e ela de camisola. – Ok chega de piadas, vamos falar sério agora, ta pronta mesmo? Se quiser eu espero mais alguns dias... – Mas ele foi interrompido por Jenny que o beijou, era a primeira noite dos dois juntos e ele queria que fosse perfeito, por isso não queria forçar a namorada a nada, mas ela dizia estar pronta. Os dois se beijavam lentamente, até que Jenny tirou a camisa de Aaron e saiu do seu colo, ela deitou-se na cama, em seguida ele por cima dela, aos poucos foram tirando a pouca roupa que ainda tinham. Jennifer apagou a luz do abajur que estava sobre o criado-mudo ao lado da cama, tornando o momento ainda mais intimo, os dois teriam sua primeira noite longe de tudo e todos.

Algumas horas depois, os dois estavam dormindo, Aaron dormia de bruços vestindo apenas a calça do pijama, o braço para fora da cama fazia com que seus dedos tocassem o chão frio. Ele sentiu alguém o chutar na perna, provavelmente era Jennifer se mexendo enquanto dormia, contudo ele sentiu novamente, dessa vez mais fraco. Quando ele olhou para o lado avistou a namorada enrolada por uma espécie de pano negro, bastante surrado, ela estava de boca aberta quando o pano negro a largou sobre a cama e investiu contra ele. Aaron tentou agarrar a varinha em cima do criado-mudo, mas o manto negro já o envolvia por todo tronco até cobrir a boca. Ele tentava lutar, mas era inútil, a criatura tinha bastante força, ele estava ficando sem ar, seu corpo começava a doer, foi quando Marvin entrou no quarto.


– Senhor Denvers! – Gritou o Elfo com sua voz esganiçada, em seguida Marvin agitou os dedos e a criatura voou para longe de Aaron que caiu no chão. Contudo a misteriosa criatura fugiu pela janela, mesclando-se a noite. Aaron e Marvin correram até Jennifer que não estava se movendo, o rapaz a pegou nos braços e gritou. – Marvin leva agente para o Hospital agora, talvez ela ainda esteja viva. – O Elfo pulou a parte da reverencia e correu até Aaron segurando em seu braço ele, aparatou com os dois.

Como estavam bastante longe de Liechtenstein, o Elfo teve que aparatar duas vezes, o que atrasou em alguns segundo que poderiam se cruciais. Até que finalmente chegaram ao Hospital Theophrastus von Hohenheim, Aaron entrou adentrou o local, desesperado ele foi o mais rápido que pode até a recepcionista que imediatamente chamou ajuda. Para a surpresa do rapaz, sua colega Caca Porter correu até os dois, acompanhada por um homem loiro que a julgar pelas vestes, deveria ser um medico. O Doutor a examinou rapidamente, depois pediu para que levassem Jennifer até um sala.
– Doutor ela vai ficar bem? Por favor diz que sim. – O homem não respondeu, Caca trouxe uma maca onde Aaron deitou a namorada com os braços tremendo, não do esforço físico, mas sim de medo, ele estava com um mau pressentimento. Caca voltou alguns segundo depois com uma coberta para o Lufano que estava sem camisa, porem ele estava muito preocupado com a namorada. Minutos depois, o Dr. Neveu (Caca contou o nome do Médico) voltou, e pela cara dele, não trazia boas noticias, antes mesmo que ele falasse, Aaron já sabia, seu coração sentia uma tristeza profunda, seus olhos se encheram de lagrimas, Caca o abraçou pelas costas dizendo algumas palavras para reconfortar o amigo enquanto o Dr. Neveu contava o motivo da morte, porem Denvers não prestava atenção.

Ele não conseguia acreditar, era muito injusto com os dois, com ele, com todos que amavam Jennifer, não podia ser verdade, ele queria explicar ao Doutor o que tinha acontecido, pois o mesmo fazia perguntas, porem tudo o que o rapaz conseguia fazer era chorar. Tomado pelo desespero ele se soltou de Caca e correu até a sala, mesmo não sabendo qual era, ele adentrou a primeira que viu, e lá estava Jennifer. Parecia que ela estava dormindo, ele caminhou até ela, a pegou nos braços e encostou a cabeça dela a sua. – Não... NÃO. – Ele gritou desesperado, não estava se importando se estava em um Hospital, ele não conseguia controlar, Jennifer estava morta. Aaron nunca mais iria ver o brilho em seus olhos, era angustiante, mas era a verdade, Jennifer Bouvier estava morta em seus braços.

Flash Back OFF


Lentamente ele abriu os olhos novamente, ainda chorando muito, a chuva estava diminuindo quando ele tocou a lapide de mármore. Aaron jamais iria esquecer Jennifer, mesmo que no futuro ele ame novamente (se ele conseguir), sempre vai se perguntar se estaria casado com Jennifer, quantos filhos teriam juntos ou se ela realmente iria seguir carreira de Medica. Denvers olhou o seu relógio de pulso, estava ali a mais de três horas já, seu terno estava bastante pesado já que estava encharcado por causa da chuva. Estava na hora de ir embora, pois tinha que retornar a Londres com sua mãe. – Um pedaço de mim foi com você, descanse em paz Jenny, eu sempre vou te amar. – Aaron limpou as lagrimas do rosto e pos o óculos escuro, em seguida saiu caminhando para a rua principal do cemitério que dava até a saída, onde sua Mãe o esperava.



Notes: Bom, desculpa se emozei muito, mas o Aaron está muito triste, eu to com preguiça de revisar, qualquer coisa eu edito, espero que gostem.
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Re: Cemitério de Père-Lachaise

MensagemInglaterra [#138852] por Aaron Denvers » 11 Set 2014, 15:00

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– O dia treze de Julho poderia ser um dia comum para qualquer pessoa comum. Mas não para Aaron, aquela data marcava um dos piores acontecimentos em sua vida. Após três anos, o loiro decidiu aproveitar o período de férias para ir à França. Era verão, mas estava chovendo, exatamente como da ultima vez que estivera lá. O cemitério de Père-Lachaise estava deserto, provavelmente por causa do tempo, a única presença no local era a de Aaron. – Me perdoa, Jenny. – Lagrimas percorriam sua face molhada pela chuva. O homem estava sentado na grama, totalmente ensopado, olhando fixamente para a lapide de sua falecida amada. A morte de Jennifer ainda o abalava, mesmo após três anos, Aaron ainda tinha pesadelos, acordando no meio da noite, as vezes gritando. Por muitas vezes, sua mente lhe pregava peças, tão intenso era o pesadelo que ao despertar, chegava a ver Jennifer parada ao lado de sua cama, o observando com aqueles belos olhos e um sorriso meigo.


O tempo foi passando, o crepúsculo deu lugar a uma noite fria, as luzes dos postes que iluminavam o cemitério foram acessas. Um senhor, que Aaron presumiu ser a pessoa que cuida do lugar, chegou a perguntar se ele estava bem. O inglês respondeu apenas com um aceno positivo com a cabeça, recebendo um tapinha nos ombros daquele humilde homem. – Era sua irmã? – Perguntou olhando para lapide. – Minha namorada. – Suspirou, triste, lembrando dos momentos felizes que passaram juntos na escola. – Sinto muito, rapaz. – Novamente, o senhor deu tapinhas de consolo no ombro do loiro, em seguida, se afastou, deixando o inglês sozinho, perdido em lembranças e pensamentos do que parecia ter sido uma outra vida, uma outra realidade.


Lembrou de quando começaram a namorar, Aaron estava no quarto ano, Jenny no terceiro, ambos eram apenas bons amigos no começo, sem imaginar o que viria a seguir. – Prometi te vingar, localizei a mortalha... Mas não fiz nada, sei que você não iria querer isso. – Sorriu, lembrando o quanto Jennifer era bondosa. – Sinto falta do seu sorriso, da sua voz... Era pra ter sido eu naquele dia, Jenny... O mundo precisa de pessoas bondosas assim como você. – Suspirou sentindo as lagrimas retornarem, o coração parecia sangrar, ele precisava dela, precisava sentir o seu beijo novamente, ouvir sua voz, admirar aquele sorriso. Aaron sentia tanta saudades dela, que por vezes chegou a pensar em tentar criar uma pedra da ressurreição, utilizando o estudo que obteve de um grimorio que ele ganhou de um alquimista turco. Acabou desistindo, sabia que era loucura mexer com o ciclo da vida, mesmo amando tanto sua falecida namorada, temia que se obtivesse sucesso, ela não fosse a mesma ao “retornar”.


Aaron ficou de pé, o frio começava a incomodar, mas ele não se importava com isso, a verdade era que Lunna estava sozinha em casa e ele tinha obrigações como tutor da garota. – Estou mais responsável... Se você estivesse viva, provavelmente seria minha noiva. – Sorriu novamente, enquanto chorava. – Aposto como você e a Lunes iriam se unir contra mim... A proposito, estou cuidando dela, também sou Professor em Hogwarts, acredita? – Olhou para o céu, sentindo as gotas de chuva no rosto. A chuva intensificou mais, relâmpagos iluminavam o céu, era a hora de voltar para casa, retornar para sua vida. – Preciso ir, Jenny. – Enfiou as mãos no bolso da calça, voltando a olhar para a lapide. – Eu te amo. – Tentou sorrir, mas não conseguiu. Em seguida, saiu caminhando, indo até o corredor de acesso principal e posteriormente, o portão do cemitério. Devido a distancia, optou por viajar usando pó de flúor, passando pela mansão dos Bouvier. –
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Re: Cemitério de Père-Lachaise

MensagemInglaterra [#189675] por Aaron Denvers » 13 Mar 2019, 19:31

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    – Paris em época de férias ficava mais cheia do que o normal, surgiam turistas para todo lado, ainda mais no bairro onde ficava localizado a Torre Eiffel, nem mesmo o frio ocasionado pela baixa temperatura era suficiente para diminuir o animo das pessoas, era como se a cidade transbordasse algo magico que as inspirasse. Aaron por sua vez não estava ali para admirar as belezas locais, ele caminhava por uma rua, desviando das pessoas enquanto carregava um buque de flores, estava trajando um sobretudo escuro e algumas camisas por baixo, além de luvas, cachecol, botas pesadas e um par de óculos escuro. Fazia muito tempo desde a ultima vez que tinha ido levar flores para Jennifer Bouvier, seu primeiro amor e a garota que morreu prematuramente antes dos dezessete anos. Aaron ainda era atormentado pelas lembranças ruins, por vezes fora acordado por sua esposa enquanto tinha um pesadelo. Catherine obviamente sabia de toda a historia e aliviava sua dor, contudo sempre que chegava perto da data de aniversário da tragédia, o loiro era dominado por uma profunda tristeza e saudades.

    Quando chegou na entrada do cemitério, ele respirou fundo, parando a entrada por alguns segundos antes de seguir pelo caminho central. A caminhada ate onde Jennifer fora enterrada não levou mais do que dois três minutos, o tumulo continuava limpo e bem cuidado e alguém havia deixado flores, provavelmente os pais dela ou algum familiar distante, la também estava enterrado o irmão mais novo dela que Aaron lembrava da época da escola, Jacob que veio a morrer ainda mais jovem do que a irmã mais velha. – Olá Jenny. – Estendeu a mão para tocar a foto e depois colocar o buque de flores ao lado da fotografia, em seguida sentou no tumulo que ficava ao lado, retirando o cachecol e depois retirando uma pequena garrafa do bolso, retirando a tampa e bebendo uma dose generosa de whisky de fogo. – Eu sei que não venho aqui com tanta frequência, mas sabe? Ainda penso em você. – Sorriu deixando que algumas lagrimas escapassem de seus olhos, percorrendo sua face, a mão tremia um pouco, mas ele tentou ficar firme.

    Uma brisa de vento percorreu o local, levantando algumas folhas que estavam caídas pelo chão. Aaron retirou o óculos e continuou a observar a foto de Jennifer, os olhos azuis que tanto amava, o cabelo loiro, ela parecia um anjo, mas ele a conhecia bem e sabia que a namorada era implacável, ainda mais no quadribol. – Você deve saber que eu estou praticamente casado com a Cacá Porter, lembra dela? Uma vez te acertou um balaço, fiquei muito preocupado naquele jogo. – Sorriu com a lembrança, levando a garrafa aos lábios e tomando outra dose generosa. – Ela é uma boa esposa, achei que seria impossível gostar de alguém depois que te perdi. – Respirou profundamente, baixando a cabeça, Aaron sabia que uma parte dele foi embora com Jennifer, ele sentia isso mesmo após tanto.

    Alguns segundos se passaram, mais lembranças em sua mente, de quando ele tomou a iniciativa e se declarou para ela, dos treinos de Quadribol, dos inúmeros passeios para Hogsmead, das tardes de domingo no jardim da escola, era como se tudo isso não lhe pertencesse, como se tivessem acontecido em outra vida e não naquela. – O Jhonny uma vez encontrou uma foto nossa enquanto mexia nas minhas coisas, ele me perguntou quem era a moça bonita e eu respondi que o papai tinha conhecido um anjo. – Riu sozinho ao lembrar da cena com o filho, Jhonny adorava mexer nas coisas dos pais, Cacá teve que esconder as lingeries mais picantes e Aaron trancou bem os ingredientes perigosos que ainda tinha em casa, além de desmontar todo o laboratório particular e leva-lo para o quartel dos aurors. – Ele contou para o George, os dois passaram um bom tempo me pedindo para contar sobre o anjo. – Novamente fez uma pausa, mais lagrimas percorriam sua face, dessa vez a tristeza veio com tanta força que ele apenas deixou de lutar, Aaron amava Jennifer, ninguém sabe se estariam juntos hoje caso ela ainda estivesse viva, talvez o sentimento de ambos fosse algo que acontece na adolescência quando os casais da escola pensam que vão ficar juntos até o fim da vida, o loiro não tinha uma resposta, apenas lembranças de momentos felizes. -

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Re: Cemitério de Père-Lachaise

MensagemAlemanha [#190204] por Isabelle Revolverheld » 11 Abr 2019, 16:09

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Parecia que ultimamente as pessoas gostavam de me pedir para fazerem visitas a cemitérios. Hanz fora o primeiro e agora, depois de verem Denvers caminhando a um cemitério específico em Paris, decidi que estava na hora de lhe fazer uma visita. Todos nós sabiamos quem estava enterrada ali e, se ele havia optado para ir la, com certeza Versace precisaria ser minha ajuda para conseguir lidar com as emoções envolvidas. Ao longo dos anos em um mundo tão mágico quanto o nosso, combates e até mesmo mortes acontecem com mais requencias que um botão no mundo cai de uma peça de roupa. Por isso, quando eu e eu lindo vestido (de autoria própria, é claro) pousaram na entrada, o frio na barriga mais uma vez surgira - Está tudo bem, Revolverheld. É somente o Denvers. Ele nem sequer merecia tanto do meu afeto, mas como os gêmeos dele são adoráveis, preciso fazer isso por ele.

Era o que eu imaginava, não é mesmo? Ajustei a bolsa de ombro e os cabelos para o lado enquanto caminhava pelo caminho que eu podia ouvir uma voz. Fazia quantos anos que não nos encontrávamos que não fosse próximos a datas de competição? Meus passos ecoavam pelo ar, deixando as belezinhas da Blurberry se acomodarem as ruas levemente acidentadas pelos pesados maquinares e túmulos por ali. Porém, quando comecei a ouvir sobre um dos gêmeos meus pés automaticamente pararam para ouvir a breve história. Parecia um momento íntimo demais para ser interrompido, enquanto as imagens pareciam subir a minha mente com tanta fluidez que me fizeram sorrir. As crianças sempre pareciam fazer e trazer leveza a problemas tão complexos. Denvers podia ainda sentir algo pela Jenny, como também ainda ser enlouquecidamente apaixonado pela Cacá.

Por um momento, eu pensei o que eu faria se fosse Ethan naquela situação. Se eu tivesse morrido com Jinger, ou nas queimadas que aconteceram na Raven. Ou ao contrário, quando em um duelo maluco no hospital, quando ele descobrira tudo sobre a história do passado dele e de Nicolas se também tivesse virado contra mim. Meus olhos se fecharam, abraçando o corpo que parecia tão pequeno quanto a briga que tinhamos a frente. Entretanto, havia tantas coisas boas, tantas experiencias que me transformaram eu nem sequer conseguiria imaginar minha vida sem eles. Voltei a caminhar em passos lentos, até me aproximar dele devagar tentando encontrar palavras em meio as minhas próprias emoções.

- Jenny... - Cumprimentei, achando que seria razoável de minha parte cumprimentar o túmulo e logo me virei para Denvers. Abri um cordial sorriso, imaginando que isso poderia ajudar ele a se sentir mais confortado com alguém ao seu lado- Aaron. Imaginei que o encontraria aqui. Também sinto falta de Jenny algumas vezes.


Com Aaron Denvers
Belle ta de vestido mas não to afim de procurar :)
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