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Air Strike – Cardiff

Re: Air Strike – Cardiff

MensagemEstados Unidos [#192592] por Gwen Stacy Marvill D.C. » 23 Jun 2019, 22:06

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De todas as coisas que mais incomodavam Gwen, nenhuma se comparava à confusão que sua casa podia se tornar devido à enorme família da qual ela fazia parte. Ao que parecia, não haviam limites para os seus pais, quando o assunto era procriar e nomear seus filhos com nomes de super heróis do universo dos quadrinhos da Marvel e da D.C. Havia tanta gente na mesma casa, que às vezes a menina confundia nomes, heróis e até mesmo os nomes do pai e do tio que, para piorar a situação, eram gêmeos e não raras vezes, tinham crianças gêmeas também. Ela mesma era gêmea de um rapaz e ambos haviam herdado os nomes de heróis dos maravilhosos quadrinhos do Espetacular Homem Aranha. Desta forma, ela era Gwen Stacy e seu gêmeo, ninguém menos que Peter Parker. Mas ao contrário da mocinha dos quadrinhos, ela não era um gênio em ciências com um futuro promissor em um grande laboratório e jamais poderia se apaixonar pelo seu par, por motivos óbvios.

Não a entendam mal a pobre Gwen, não era que ela não gostasse da família. Amava a todos com muita devoção mas, as vezes, gostaria de ter um pouco mais de silêncio e privacidade no meio do caos que era ser uma Marvill Di Cristi.

Para piorar a situação, nossa Gwen não era, tampouco, uma garota muito organizada ou delicada. Ela era como um furacão passando e nada ficava em pé quando ela estava por perto, de forma que, quando Gwen estava em casa, era certo o prejuízo com copos e outros itens delicados que certamente deixariam suas mãos para encontrar o seu fim no chão.

Desastrada, pouco glamurosa e extremamente alegre, Gwen nascera também com os cabelos muito claros, num loiro quase branco, que lhe conferiam uma aparência ainda mais peculiar do que o normal. Por outro lado, assim que se descobrira bruxa e entrara na escola, descobriu no quadribol um mundo ao qual ela definitivamente sentia fazer parte. Quando estava em campo, saía a Gwen desastrada e esquisita e surgia uma jogadora implacável e audaz. Por isso, quando ela terminou os estudos e ingressou na vida adulta, procurou alguma forma de se dedicar ao esporte que mais amava. Foi assim que ela fora parar naquela boate em Cardiff, Air Strike, para uma entrevista de emprego no time ao qual ela mais admirava no mundo bruxo, as Harpias de Holyhead.

Obviamente, para Gwen, só o fato de jogar quadribol em algum time profissional já seria algo extraordinário. Mas quando soube que as Harpias estavam abrindo testes para novas jogadoras, quase ficou louca. Peter foi quem lhe deu maior força para seguir adiante e, sem ele, com certeza ela desistiria de tudo.

O coração parecia querer sair pela boca no mesmo ritmo da música que preenchia todo o local e a deixava confusa. Era como o barulho de casa, quando todos estavam juntos para uma festa ou coisa do tipo e isso desnorteava Gwen e, somado ao nervosismo, faziam que ela sentisse uma leve náusea.


- Vamos embora, Peter?

- Espere aí, moça! - O irmão a segurou pelo braço a puxando para si. - Não vai desistir agora, vai?

- Elas não vão me aceitar, Pete. Eu nunca joguei na liga profissional!

- Você é ótima jogadora, Gwen, tenho certeza que as Harpias vão te adorar. Você é o que elas estão esperando pra arrasar na próxima temporada.

- Não sei… parece ousadia demais… - insegura, ela abaixou a cabeça sentindo que poderia chorar, tamanho o nervosismo.

- Qual é Gwen Stacy, você não veio até aqui só pra peidar na farofa!

Gwen olhou para Peter e franziu o cenho. Odiava quando ele usava aquela expressão. Fazia com que ela parecesse uma criança idiota. Pior que aquilo, só o apelido digno da família geek que eles tinham.

- Vamos lá, Spider Gwen. - Peter abriu os braços num movimento exagerado
- Eu te espero bem aqui. O espetacular homem aranha será seu reforço!!!

Ele ousou usar aqueles apelidos ridículos de sua infância e sorriu fazendo com que ela desejasse matá-lo. Mas o esfolamento de Peter teria de esperar. Alguém se aproximara e indicava a ela que deveria segui-la, a entrevista iria começar. Peter roubou-lhe um estalado beijo na bochecha e ela seguiu, meio como um zumbi, para o interior da Boate.

A irmã de Peter não se lembrava de nenhuma outra situação em que estivera tão nervosa. Talvez no dia em que tivera sua primeira transa, dois anos antes… não, aquilo era muito mais amedrontador. Estava numa parte privada da boate e, diante de si, estavam várias das musas do seu time favorito. Era surreal e, ao mesmo tempo, amedrontador. Olhando para cada jogadora, a menina não conseguia ver como poderia fazer parte daquilo, pois se achava tão diferente que destoava com a aparência de todas elas.

Gwen segurou as próprias mãos diante do corpo para que parassem de tremer quando se aproximou observando a bela Lunna, que iria presidir a entrevista, cercada das outas mulheres que ela havia apresentado.


- Er… boa noite, eu sou a Sp...Gwen… Gwen Stacy, mas basta me chamar de Gwen, só. - Droga, quase dissera o apelidinho ao invés do nome. Peter iria rir horrores se soubesse.

A jovem Marvill Di Cristi deu um risinho nervoso quando Lunna explicou como seria o teste pelo qual passaria. Um jogo de verdade e consequencia para que a conhecessem melhor. Droga… seria melhor um jogo, uma demonstração de habilidades… Mas não, um maldito jogo onde ela só precisava ser ela mesma. A menina suspirou fundo tentando conter mais uma vez os sentimentos e pegou uma dose de tequila que lhe ofereceram. Não acreditava que a bebida a ajudaria de alguma forma, mas seria bom poder beber algo antes de finalmente começar a se expor.

Mas a sorte parecia estar ao lado de Gwen, ao menos naquela noite. Sentindo o rosto queimar com o calor que a tequila lhe passava, viu que as outras garotas iriam participar do jogo de verdade e consequência em pé de igualdade com ela e que, por sorte, a própria Lunna seria a pessoa a pagar a primeira prenda da noite. E que prenda, diga-se de passagem!!

Foi difícil desviar os olhos da performance de Lunna no Pole dance, mesmo sempre tendo sabido sua preferência sexual por meninos. Peter devia estar enlouquecido em ver aquilo, seja lá onde ele estivesse já que haviam se separado.

Até que o teste estava divertido. Ela tinha algum receio do que perguntariam e do que ela teria q fazer caso ousasse pedir desafio? Sim, mas gostava também da ideia da aventura. No mais, era como Peter dizia, ela deveria relaxar e curtir. De qualquer forma, aquele era um momento único, estar entre as harpias e poder conhecer parte delas, era uma honra única e Gwen admirava isso. Ainda assim, sentiu-se estremecer quando voltaram para a parte privada da boate e Lunna passou o teste para outra moça, Aileen. Ela já estava um pouco acostumada e relaxada com a presença da primeira entrevistadora mas, agora, as coisas mudavam de parâmetros. Por isso, respirou fundo, quando se sentou de novo diante da mesa e esperou que dessem continuidade ao jogo.



With: Peter Parker e as Harpias (não vou lembrar todos os nomes ainda, sorry)
(Inserir mensagem de auto-ajuda ou Mensagem religiosa XD)
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In fact, done!
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Re: Air Strike – Cardiff

MensagemInglaterra [#192845] por Raizel Kreigsman » 01 Jul 2019, 21:32

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    “As pessoas vão à igreja pelos mesmos motivos que vão à taverna: para estupefazerem-se, para esquecerem-se de sua miséria, para imaginarem-se, de algum modo, livres e felizes. ” A jovem negra não poderia dizer que concordava, inteiramente, com o celebre filosofo Bakunin, contudo, era igualmente impossível se colocar completamente contra, não quando ela sentia a fraca e pífia iluminação da taverna concentrar-se em sua colega de trabalho, como se ela fosse algum tipo de fada iluminada. Raizel sabia que fadas não eram exatamente como pintadas pelas histórias trouxas, ainda que mesmo essas ela conhecesse apenas superficialmente, porém, ela desconhecia forma melhor para explicar a poética ébria em observar o mundo se movimentar de forma constante.

    O sorriso fácil, a voz levemente embargada, porém, ainda profunda e envolvente, o toque suave de uma proximidade quase não pronunciada, delineavam a cena de uma materialidade astral palpável, tão intensa quanto a própria inglesa. O assunto, já não importava tanto, não quando ela sentia o sopro de vida fluir em suas veias de maneira absolutamente deslumbrante. Alguns meses atrás, a mulher extremamente descontraída e envolvente que se apresentava diante da colega docente encontrava-se embargada pelos excessos práticos do abraço a simplicidade teórica de uma verdade considerada absoluta.

    Hoje, ela não poderia dizer-se oposta a tais convicções, ainda comungava de cada um dos ideais que a impulsionaram a deixar o convívio para com os pais anos antes. Contudo, a vivência, o estudo, a própria fé haviam a feito agregar novas perspectivas, afinal, como ela mesmo já havia dito vezes antes: não há verdade absoluta, do mesmo modo que inexiste pessoas semelhantes, ainda que estas respondam pelo mesmo nome, a essência modifica-se ante as possibilidades, percebendo influências dos espaços, pessoas, leituras e até mesmo de si, o fato é que você não conseguirá ter um encontro com a mesma pessoa mais de uma vez, pois assim como o Rio de Heráclito, nem a pessoa será a mesma, nem o ambiente, muito menos você.

    A sinestesia de sensações espalhava-se pelo corpo esbelto da inglesa, cujo olhar já se encontrava levemente perdido, vidrada na dança que os flashes de luzes delineavam frente aos olhos negros. Raizel sentia-se, possivelmente pela primeira vez, uma criança, ansiosa por explorar os limites da embriaguez crescente, impaciente pelo desconhecido brilho refletido no mundo, sôfrega pela magia dos sons inexplorados que lhe invadiam os ouvidos de forma crescente, brincando com as sensações pífias e poucos usuais que lhe invadiam. A unidade repartida das formas agraciavam-lhe a visão, a confluência de odores distintos provocava suas narinas atentas, o toque, esse, lhe invadia a alma, rasgava a pele delicada com a intensidade com que ela sentia.

    O compromisso sussurrava deliciosamente nos ouvidos da mulher, cujos olhos levemente turvos buscaram e encontraram o azul infinito em sua frente, sentindo-se tragada pela intensidade palpável das faíscas eletrizantes daquele olhar. Raizel não costumava cultivar sentimentos negativos, sua fé lhe impedia de tais acometer seu corpo a tais negativações, afinal, a carne nada mais era que uma extensão da própria alma, danificar um, seja através da utilização de substâncias carregadas, seja por meio de pensamentos impuros, era como deferir uma facada na própria alma. Contudo, ali ela se encontrava, sentada em uma boate, ingerindo doses cada vez mais significativas de álcool, encarando a única pessoa capaz de desestruturar as barreiras da positividade que a própria mulher havia lhe imposto.

    Antipatia, assim como a raiva, também danificava a alma, no entanto, era exatamente o que a mulher inglesa sentia por Aileen, desde o primeiro dia, esta que havia se estendido pelos muitos meses seguintes, sendo alimentada por comentários maldosos e dúbios sempre que possível. Raizel não se orgulhava daquele joguinho perverso e pouco saudável compartilhado com a canadense, contudo, mais uma vez, naquele momento, ela não se importava, de modo que simplesmente se virou, dando um beijo na bochecha de Lia, voltando o olhar para Aileen.
    - Porque essa é a sua especialidade, não é mesmo? -A ironia sambava em cada nuance de suas palavras embaralhadas, ainda que perfeitamente conscientes.

    A ferocidade rasgante presente na voz naturalmente grave fez com que um novo choque percorresse suas veias, fazendo-a revirar os olhos, indicando com as mãos que deveriam continuar.
    - Como se alguém fosse querer se prende a você -Sussurra, quase inadiavelmente, especialmente considerando-se as batidas fortes e altas que embalavam a boate do time feminino, contudo, devido à proximidade dos corpos e implicância constante das duas mulheres, o mais provável é que a canadense tivesse ouvido o comentário, de modo que no momento em que cruzaram a barreira que as separava das demais pessoas na boate o desdém naturalmente atrativo voltou a conquistar a atenção de nossa protagonista, cujo corpo se virou para outra em uma velocidade tão extrema que fez com que vacilasse alguns passos, quase caindo por cima da outra.

    - O que é a loucura para você? -A voz delicada saí ainda mais sussurrada do que antes, acompanhada de um olha tão intenso que poderia derreter até mesmo a mais grossa das calotas.- Que cartesiana você, Al, esperava mais -Um sorriso brincalhão acaba por habitar os lábios bem delineados, infelizmente, ou felizmente, naquele exato momento Lunna adentrou o espaço, lançando algumas provocações para as duas, fazendo com que a inglesa revirasse os olhos, afastando-se da canadense.

    - Eu não estou tão bêbada assim -Dispara, após o comentário sobre casar com Aileen, abraçando a alemã carinhosamente, sentindo o pertencimento tão comum aos momentos em que se encontrava com as colegas de time lhe preencher. Afinal, mesmo com toda a implicância da canadense, ser uma harpia era fazer parte de uma grande e amorosa família, onde no fundo, existia apoio mutuo e determinação. Ali, entre suas iguais, Raizel concretizou tudo o que acreditava sobre ser feminino, lutar por direitos, vivenciar a sororidade, ser subversiva ao ponto se simplesmente ser, sem explicações ou cobranças. Indiscutivelmente, ser uma harpia havia mudado a inglesa em tudo aquilo que seus pais reprovariam e tudo o que a faz acreditar na existência frágil da humanidade, ou seja, na leveza de existir.

    ...

    - UAU -A exclamação deixou os lábios da inglesa ao mesmo tempo em que ela se abanava levemente, sentindo como se a temperatura local tivesse subido repentinamente, ainda que na verdade isso se devesse a dança nada inocente executada por sua colega de time. Engano seria negar a atração inegável que a mulher possuía, especialmente aquela direcionada a outras mulheres, contudo, em geral, Raizel não se entregava aos prazeres meramente carnais, até mesmo por estes irem de encontro as égides que regiam sua vida, no entanto, assim como a bebida e tudo o mais, ali ela se encontrava, consciente da atração física despertada por uma colega de time.

    A sensação de ardor ainda eletrizava as veias da mulher, cujo álcool, ela acreditava, ter sido evaporado pela performance mais do que quente de sua colega de time, tanto que ela já não sentia como se o mundo fosse tão belo, embora, curiosamente, os olhos da canadense ainda lhe atraíssem em níveis que ela não considerava normais. A inglesa balançou a cabeça algumas vezes, vendo Aileen seguir de volta para a sala privativa junto com Gwen e Akilah, ela, segundo Lunna, deveria seguir as colegas, porém, naquele momento, definitivamente não desejava encontrar-se tão próxima da canadense, não com a mente naquele estado pífio entre a sobriedade e a lucidez, sentia que era perigoso demais.


    - Eu vou receber a outra candidata -Alertou Akilah, deixando-se levar pelas energias fluídas das batidas embriagantes e as luzes dançantes. Sorriu, abertamente, vendo-se, finalmente, livre da influência negativa que a canadense possuía a capacidade de destilar em suas veias. A verdade é que a mente da mulher teimava em vacilar entre os movimentos ousados da colega alemão, os olhos intensos e raivosos de Aileen e a voz doce e delicada de uma pessoa que ela não via há anos, mas que parecia não se encontrar disposta a lhe abandonar tão facilmente.- Eu preciso conversar com Vio -Falou para si, vendo uma dose de tequila ser colocada em sua frente, como sempre acontecia quando uma das Harpias vinha até o balcão, um sorriso levemente afetado surgiu nos lábios delineados no momento em que ela levou a dose até a boca, virando seu conteúdo de uma única vez, sentindo o corpo inteiro arder.

Wearing: CLICK
Off: Raizel se separou das meninas para poder ir atrás da Ororo
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Raizel Kreigsman
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Re: Air Strike – Cardiff

MensagemEstados Unidos [#192869] por Ororo Marvill DiCristi » 02 Jul 2019, 23:45

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Uma morena no Bar

Abri meus olhos lentamente deixando com que a claridade que invadia o quarto fosse me despertando. Ao meu lado encontrava-se um total desconhecido, dono daquele quarto de hotel em Cardiff, o qual eu encontrara na noite anterior caminhando pela cidade sozinho saindo de um restaurante chique, sendo, portanto, uma vítima perfeita para o que eu procurava naquele momento. Precisava de um lugar para dormir e uma cama de um bom hotel parecia bastante convidativa. – Como esses homens são bobos. – sorri ao lembrar do quanto havia sido fácil convencer o homem a me convidar para ir até o seu hotel, sem ser necessário nem ao menos falar meu nome ou pedir o nome do mesmo. Eu o preferia assim. Ele até que era bonitinho e não um daqueles velhos barrigudos que outrora eu já havia me envolvido. – Tadinho, se soubesse o quanto fingi tudo na noite passada. – pensei, olhando pela última vez ao desconhecido. Não havia sido nem de perto uma daquelas noites brilhantes, mas ao menos tinha sido rápida e eu conseguira jantar uma deliciosa lagosta e dormido feito um anjo naquela bela king size.

Olhei para o lado e vi as roupas que eu usava na noite anterior jogadas em uma poltrona ao lado da cama. As roupas eram bonitas, mas infelizmente eu precisava de algo muito melhor para o que se aproximava naquela noite. Eu conseguira uma entrevista para tentar adentrar o brilhante time das Harpias e isto era uma chance de ouro para eu conseguir mudar de vida. Não me entendam mal. Minha vida era muito divertida e excitante do jeito que eu a vivia. Mas eu estava buscando recentemente ter mais independência financeira, para não ter que me meter em situações similares aquela pela qual eu me encontrava. E para isto eu precisava de roupas novas. Com um sorriso maroto me aproximei do jovem que ainda estava adormecido e me aproximando do ouvido sussurrei sedutoramente. – Vamos acordar belo adormecido. Eu preciso que você continue aquilo que começou na noite passada. – sorri malandramente conforme ele me fitava, já sabendo o que tudo aquilo resultaria.



-x-x-x-x-x-x-


Após meu pequeno sacrifício matinal o resultado tinha sido bem proveitoso. Havia ganhado um banho de lojas que me deixara incrivelmente linda para aquela noite e além disto havia almoçado em um restaurante indiano maravilhoso. E o rapaz era um verdadeiro gentleman, o que tornava as coisas mais agradáveis também. Seu nome era Thomas e na sua cabeça meu cabeça meu nome era Katie. Me despedi do mesmo após ter passado um número falso, afinal, eu não precisava mais dele. Agora meu objetivo era outro. Rumei para o local da entrevista, decidida que aquela noite era uma das mais importantes da minha vida.

Vi que uma pequena fila se encontrava na entrada do local e se fosse em qualquer outra situação eu daria um jeito de pular todo aquele pessoal esperando. Mas confesso que estava um pouco nervosa e também queria causar uma boa impressão então preferi por esperar 10 minutinhos até conseguir entrar. – Acalma, pensa no que você vai falar e faz tudo que você sabe fazer. Elas vão gostar de você, não se preocupa. – conversava comigo mesma, tentando não surtar em meio a tudo aquilo. Se dependesse das minhas habilidades em campo ou até mesmo entre quatro paredes eu não estaria nenhum pouco nervosa, mas como era uma entrevista de emprego e ainda mais com mulheres eu não sabia até que ponto eu conseguiria utilizar toda a minha sensualidade a meu favor. – Se fosse um homem a me entrevistar eu tenho certeza que não teria nenhum problema. – sorri, pensando naquela possibilidade e rindo ao lembrar que muitos se referiam as mulheres como o sexo frágil. Aquilo só poderia ser mesmo uma piada.

Adentrei no recinto e logo vi o que parecia ser um anjo dançando no meio da pista de dança. Uma garota com cabelos azulados dançava de uma forma totalmente sedutora fazendo com que eu fitasse a cena maravilhada. – Bem que eu podia ser recepcionada assim todas as vezes. – olhava a cena, buscando prestar atenção em cada um dos movimentos daquela beldade e foi então que consegui reconhecê-la como sendo Lunna Erhardt, uma das jogadoras do time. – Olha, acho que encontrei realmente meu paraíso. – Ela era linda e seus movimentos eram extremamente sincronizados com aquela música. O local todo fitava a jogadora, estupefatos com aquela performance.

Infelizmente tudo que era bom durava pouco e a garota logo saiu do centro da pista, fazendo com outras pessoas ocupassem o seu local. Provavelmente o ar-condicionado da boate não estava funcionando, afinal meu corpo parecia estar em chamas. – Ah, se ela não fosse do time. – meus pensamentos maliciosos pulavam em minha mente. – eu com certeza já estaria atrás dela para arrastá-la para algum lugar. – aquela possibilidade me divertia, porém eu tinha consciência que por hora não era uma boa tentar me aproximar da garota. – Caso eu consiga a vaga quem sabe.

Sem poder me aproximar da primeira pessoa que me interessara naquele local só me restava uma alternativa, rumar para o bar em busca de uma bebida gelada para refrescar o meu corpo e quem sabe me aliviar um pouco aquele desejo. Me aproximando do balcão pude ver uma linda morena com cabelos cacheados virada de costa para mim. Sua vestimenta delineava muito bem com aquela cintura fina que devia requebrar que era uma maravilha. – Uma moça linda assim não deveria ficar sozinha no balcão dando sopa para marmanjo. – falei no pé do seu ouvido ao me aproximar por trás dela dando um largo sorriso assim que a mesma se virou. Mas aquele sorriso durou pouco, pois assim que a garota olhou para mim pude notar que era a Raizel, outra jogadora da equipe. Eu tinha decidido flertar justamente com uma das jogadoras o que poderia ferrar de vez as minhas chances na equipe. – P*** bola fora c******. Que m*****. Espero que ela não saiba que eu esteja aqui pela entrevista. Realmente espero.



Off: A cria nasceu. Desculpa qualquer coisa Rach.
With: Raizel Kreigsman.
Mention: Lunna Erhardt
Ororo veste

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Re: Air Strike – Cardiff

MensagemInglaterra [#192965] por Raizel Kreigsman » 06 Jul 2019, 21:29

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      O líquido ardente aflorava o interior da inglesa, cujo corpo desabrochava, florindo em meio a timidez disfarçada por seu estado ébrio. Os olhos turvos, perdiam-se e encontravam-se tantas vezes no fundo vazio daquele pequeno copo onde antes jazia o dourado resplandecente da bebida mexicana. Os pensamentos, confusos e desconexos, já não lhe incomodavam, afinal, não havia espaço para a racionalidade na embriaguez, sendo a sensível o único caminho possível. E Raizel a abraçava como a uma velha amiga, sentindo-a em cada centímetro de seu ser, deixando-se invadir por seu odor embriagante de liberdade, arrepiando com o seu toque ousado, viajando ao bailar das luzes multicolores, transcendendo ao som de seu sussurro rouco.

      A loucura da embriagues bailava com a psicodélica batida da música, misturando-se a mesma, acariciando-se com a mesma intensidade com que arrepiava a inglesa, fazendo um sorriso leve brotar de seus lábios enquanto entreabria os olhos, percebendo, provavelmente pela primeira vez, que as carícias e sussurros que acreditava fazerem parte de seu estado ébrio, em verdade, advinham de uma mulher de pele negra e curvas absolutamente perfeitas.
      - Oi -O sorriso brincava nos olhos negros, cuja felicidade e inocência ganhavam tons de malícia tão incomuns que assustavam a própria Raizel, pelo menos o fariam, caso ela se encontrasse em estado de se perceber, naquele momento, contudo, apenas respirou fundo, tentando focar na mulher, algo, talvez sua consciência, lhe gritava que isso era importante.

      - Justamente quem eu estava procurando -Bateu palmas algumas vezes antes de lançar-se sob seus braços, apertando-a efusivamente contra o seu corpo. Em geral, Raizel era extremamente simpática, inclusive adepta fiel dos abraços e carinhos, contudo, devido a sua timidez, quando não se tratava de seus alunos, Violette, ou Bakka, raramente se permitia expressar de forma tão natural.- Seja bem-vinda, Ororo -Sussurra, ainda com os corpos próximos, tentando passar o máximo de energia positiva que conseguia, afinal, era uma amante da positividade e dos bons atos e seus retornos misteriosos por parte das forças do Universo.- Você quer beber um pouco antes da entrevista? -Pergunta, ainda com um sorriso nos lábios delineados.

      - No dia da minha entrevista, eu estava bem nervosa, sabe? -A cumplicidade brincava em suas palavras, embora essa fosse uma característica natural de si, compartilhar informações pessoais não o era.- Eu não tive o privilégio de ser enquanto estudante, nunca imaginei que conseguiria uma vaga nas Harpias, especialmente por defendermos mais do que meros gols, nós somos uma fortaleza de inspiração para tantas meninas e mulheres ao redor do mundo. Elas nos olham e se percebem enquanto parte do nosso time, enquanto as guerreiras que o são apenas por nascerem e reexistirem todos os dias na condição de mulher, se reinventando dentro da própria dor.

      Os olhares se encontraram, se tocaram e se reconheceram, ou pelo menos foi essa a percepção da jovem inglesa, cuja sinceridade transbordava seu ser, bailando em sua volta, exatamente como o corpo esguio acabava o fazendo.- Por que você quer entrar nas Harpias? -A pergunta escapa-lhe os lábios de forma séria, ainda que ela mesma sorrisse abertamente, levantando-se para começar a dançar, aproveitando para puxar a candidata para si, guiando-a em passos extremamente sensuais, embora estes, em sua mente, apenas refletissem aquele sentimento que lhe fazia pulsar desde que havia visto Lunna dançar.- Porque não me conta um pouco sobre Ororo Munroe Marvill DiCristi -Volta a lhe sussurrar, sem deixar de dançar por um único minuto. Raizel possivelmente não se percebia enquanto elemento de distração, porém, como narradora, posso afirmar que não seria uma tarefa fácil concentrar-se com a embriaguez explicita da inglesa, especialmente pela forma como ela parecia atrair para si todas as atenções e pensamentos em nada condizentes com uma entrevista.

Off: Não me matem, pls :*
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Re: Air Strike – Cardiff

MensagemEstados Unidos [#192969] por Ororo Marvill DiCristi » 07 Jul 2019, 10:53

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As duas morenas

A morena a minha frente era estonteante. Ela tinha uma inocência no olhar e parecia estar em outra dimensão assim que me aproximei da mesma. Era Raizel Kreigsman, a goleira do time das Harpias no campeonato passado e a pior pessoa para eu ter flertado logo de início naquela minha busca por um espaço no time. Mas parece que os deuses estavam conspirando a meu favor. – Muito obrigada. – agradeci em silêncio ao notar que a garota estava em um misto de felicidade e embriaguez. Seus olhos passeavam em meio ao ambiente, tendo dificuldade de focar nas pessoas ao redor. Sorri ao ver aquela cena.

Ela me esperava. Ela me procurava. Não estava entendendo muito bem tudo aquilo, e entendi menos ainda quando senti o peso do seu corpo todo sendo jogado junto a mim, tendo que me equilibrar para que nós duas não caíssemos ao chão. – Vamos com calma princesa. – falei, sentindo meu corpo arrepiar por inteiro ao sentir a proximidade dos nossos corpos. Se fosse em outra situação utilizaria daquele momento para beijar o seu pescoço e tentar qualquer tipo de aproximação. – Melhor não. Melhor não. – era difícil demais para eu resistir aquele momento e desperdiçar oportunidades como aquela ao lado de uma pessoa linda, porém eu estava tentando me manter focada. Mas aquele perfume. Aquele perfume meu Deus. Como era maravilhoso. Me afastei levemente da garota para fitar seu rosto. Eu estava tensa. Isto não era normal. – Uma bebida cairia muito bem, ótima ideia. – sorri para a mesma e me virei para o barman que estava no balcão. – Por favor querido, me vê 3 doses de tequila igual ao que você deu pra ela, e também uma caipirinha sem açúcar, com cachaça se você tiver.

- Vamos lá linda? – sorri para a Raizel e ofereci uma das tequilas que estava na minha frente para ela. Ignorei o limão e o sal oferecidos pelo belo garçom. Meu negócio era mais hardcore. Eu gostava de sentir a tequila num todo. – Arriba, abajo, al centro, adentro. – brindei com a garota e virei uma das doses, sentindo todo o líquido esquentando a minha garganta e já trazendo um sorriso em meu rosto. Bati o copo no balcão, e já peguei a outra dose que sobrara, virando a na sequência. – Agora sim está bem melhor Raizel. – sorri para ela sentindo meu corpo muito mais leve. Bebi um gole da caipirinha na sequência e a mesma estava do jeito que eu gostava. – Você já tomou caipirinha pequena? – ofereci para a mesma enquanto ouvia ela falar sobre como havia sido o dia da sua entrevista.

Era engraçado ver a morena tentando conectar as ideias em meio a embriaguez que a consumia e confesso que as vezes era um pouco difícil entender uma palavra ou outra quando ela enrolava a língua. Mas a mensagem dela era bem clara. As Harpias iam muito além do quadribol. As meninas formavam um time de um misto de ideais. Este era um dos motivos que eu queria entrar justamente neste time. Por todo o empoderamento feminino que o mesmo possuía. Estava mais do que na hora dos homens entenderem qual era o nosso papel na sociedade.

Ela parecia estar flertando comigo ou talvez fosse só o álcool falando por ela, mas eu tentava focar meus olhos em outro local que não fossem no fundo daqueles olhos maravilhosos. Eu precisava não cair na tentação. Mas ela era linda. Foquei em sua pergunta e fiquei feliz que pensando no motivo eu ocuparia minha mente com outras coisas. – Bom. São vários motivos. Primeiro é porque quadribol é minha paixão. É uma das poucas coisas que eu acredito que eu faça bem sabe? – mas enquanto eu falava ela me puxou para perto dela e começou a rebolar junto a mim, passando suas pernas próximas da minha e fazendo com que toda a linha de pensamento que eu tinha fosse por água abaixo. – Foca. Foca. Porque que ela tem que estar tão perto de mim? Pera. Será que ela está me querendo? – Eu queria também estar mais perto de pessoas influentes sabe. – porque ela tem que dançar assim perto de mim. Tão colada. E com esse perfume minha gente. –nossos corpos chegavam cada vez mais pertos um do outro, e eu sentia que meu corpo já não estava mais no seu estado atual. Eu estava com tesão. Muito tesão. – Bom, já que eu to no inferno, bora abraçar o capeta. – Me aproximei do seu sorriso e decidi que eu iria usar de tudo que eu sabia para conquistar o coração daquela garota. – E porque eu sou boa no que eu faço sabe? – sussurrei em seu ouvido, enquanto segurava próxima do seu pescoço enquanto falava, massageando lentamente o local. Eu não iria beijá-la. Mas iria seduzi-la. Estava decidida. – Eu quero poder mostrar pro mundo todo o poder da beleza feminina, uma beleza tipo a sua. Sedutora, confiante, linda. E quero poder mostrar que o que nós mulheres fazemos – e nisso coloquei minha coxa no meio de suas pernas puxando a pela cintura e trazendo para mais perto do meu corpo, sentindo o seu peito e o meu se encostando pelas nossas roupas, mostrando que talvez as coisas estivessem indo bem. Ou simplesmente saindo totalmente do controle. – Mostrar que não precisamos de homem para nada. Nós mesmas somos donas do nosso destino e podemos nos satisfazer plenamente, não acha? – falei essa ultima cheia de malícia, trazendo a para mais perto de mim. Eu sei que eu não havia respondido as suas perguntas do jeito que ela queria. Mas eu havia decidido focar no que eu era melhor. Só espero que não tenha errado muito nesta minha decisão.



Off: Com a linda da Raizel. Acho que o trem tá se descontrolando todo rsrs

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Re: Air Strike – Cardiff

MensagemEslovaquia [#192983] por Akilah Vidakovic » 08 Jul 2019, 02:03

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◎ ♔


Teste para Harpias!
#01


Apito e fim. Treino longo, exaustivo e o meu corpo estava tão encharcado quanto o de qualquer uma delas. Quer dizer justamente essa merda, ser preparadora física era uma das profissões que mais gostava. Se não tivesse seguido por esse caminho, possivelmente seria uma ginasta ou modelo de biquíni. Não saberia dizer, mas para minha sorte a mamãe que cuidou tão bem de mim era focada em me dar um bom futuro e me mandou estudar fora logo no começo, onde eu aprendi que o esforço nunca é demais. Muito ao contrário, toda a preparação vinha de uma longa e séria sequência de tentativas e erros. Até chegar ali, no ponto alto de sua carreira como preparadora das HARPIAS DE HOLYHEAD. Se alguém me perguntasse eu pensei que aconteceria, a resposta seria só aos trinta e tantos, mas ali estava. Aos vinte e sete e muito bem estável. Mostrando serviço e recebendo caretas pela longa série de exercícios pesados. Ótimo!

No entanto, aquele dia seria diferente. Em geral, as próprias jogadoras ou a técnica iria até o AirS para checar as novas candidatas, mas por algum motivo, me queriam lá. Obviamente que não recusei, só um idiota iria negar uma noitada numa boate bem ambientalizada com música boa e bebida a vontade. No entanto, eu não poderia ir sozinha. Logo que sai do chuveiro, vesti parcialmente as roupas - diga-se, tops e short - segui na direção de onde possivelmente encontraria alguma jogadora. Lunna foi a primeira a ser avistada, como forma de brincadeira cheguei assobiando o clássico ''fiu fiu'' para fazê-la virar e rir. - Novas jogadoras hoje a noite. Pode ajudar? - A resposta dela não demorou, o que foi ótimo pra mim, já que era meio nova naquela história de checar possibilidades e mesmo entrevistas. Lembro que a minha foi um terror, embora meu currículo falasse por mim.

Logo nos juntamos a Aileen. As meninas poderiam não sorrir pra mim com frequência durante os treinos, mas fora dos campos todas nós nos dávamos muito bem. Não havia intrigas ou confusões desde que havia chegado no time, e muita pouca coisa era discutida que levasse a proporções maiores. Um ambiente de trabalho sem qualquer estresse emocional ajudava as meninas a voarem melhor, se prepararem melhor e até mesmo ter um desempenho excepcional dentro dos treinos. Era ótimo de se ver e poder fazer parte daquela equipe. E como prova disso, a noite da diversão havia chegado. Podia pensar em como ajudaria as meninas na condução da entrevista, desde que era minha primeira vez, mas isso seria interessante. Por essa razão, logo que estava pronta e com Lunna ao lado, aparatamos dali até nossa querida sede de conferências farrista.

❰❱


Não foi diferente naquela noite. Logo que passei a porta, meu corpo se moveu automaticamente no ritmo da música e foi suficiente para liberar todo o cansaço do dia longo de treino. A parte, um pouco mais reservada, da boate já tinha as outras integrantes do time. Era ótimo poder estar ali com elas, primeira entrevista e por mais que minha visão não saísse do bar, não poderia deixar de rir das vezes em que Lunna parecia se divertir as custas das outras duas jogadoras. - Desde que me chamem pra ser madrinha nesse futuro casamento ai, eu vou manter a mesa cheia de bebidas por hoje! - As risadas que se seguiram não foi surpresa pra mim, mas logo que Aileen saiu para buscar a candidata, eu a acompanhei - mas rumo ao bar. Na bandeja tinham sete copos. Se seria suficiente eu não sabia, mas foi um chute certeiro. Logo que voltei a mesa, estavam todas rindo e a nova candidata bem acomodada.

Ela não parecia nervosa, o que era bom, mas não estava cem por cento relaxada também. - E voilá! Doses fortes e perfeitas pra começar nossa noite! - Voltando ao banco, o tal jogo da garrafa começou. - Eu quero girar primeiro, porque me sinto no direito de começar os trabalhos hoje... - A garrafa rodou rápido e uma gargalhada saiu alta quando caiu de mim para Lunna. Logo ela que sempre parecia tão quieta e comportada, havia escolhido consequência. - Aaah! Eu vou fazer você se arrepender pra car*lho dessa escolha, gata... - Eu sabia que estar entre elas era mais do que apenas um teste, mas tudo sobre diversão. Olhei para as companheiras de time e então ajustei meu corpo para conseguir encarar melhor a desafiada. - Você vai até lá... - Apontei o palco. - E vai fazer o stripe tease mais sensual que você já fez em toda sua vida! - Eu nem sabia se alguma vez na vida ela tinha feito algum.

Mas a julgar pela expressão de vergonha no rosto dela, era provável que nunca. Podia ouvir as risadas ao meu lado, assim como a nova candidata ficando ainda mais a vontade com toda a situação. Ela saiu da mesa e foi na direção do palco, onde a luz focou sobre ela e eu sabia que pagaria por isso depois. Qualquer que fosse o desafio colocado pra mim, com toda certeza teria dedo de Luna para me fazer pagar por ele. No entanto, era divertido mesmo assim, pensar em todas as coisas que poderiam acontecer naquela noite. Fosse qual fosse a situação, não era muito difícil de se ficar a vontade junto das meninas. O que me deixou surpresa, no entanto, foi a performance da sua jogadora no palco. Ela foi sensual, intimidante, sedutora e muito ousada. Eu ri e adorei cada segundo daquilo, em parte porque ela teve ousadia e em parte porque estaria bem ferr*da se começasse a mudar os gostos por causa de uma dança de sua colega de time. eitacarai.

❰❱


A dança acabou com Lunna sendo ovacionada em aplausos e muitos gritos da minha parte por incentivo. No caminho de volta ao lugar privado, aproveitamos para uma pausa no bar no intuito de repor as doses. - Então Gwen, nos fale um pouco sobre você enquanto esperamos as bebidas. - Ela parecia um pouco mais confusa, só não intimidada. Era bom ver que as coisas para ela estava indo com calma, muito embora o jogo tivesse apenas começado, ela parecia ser centrada. As respostas foram seguidas de sorrisos e alguns comentários por parte de Aileen, o que me fez rir ainda mais. Logo que voltamos ao espaço privado, a garrafa chamou atenção. Dando seguimento ao jogo, Aileen girou a garrafa e foi a vez de cair em mim novamente, só que dessa vez, direto para a Gwen. Ela me olhou como se eu tivesse duas cabeças e eu podia imaginar que ela pensava que eu iria ser malvada de novo, mas ergui os braços em defesa. - Relaxa, eu não vou ser tão malvada assim... ainda. - Pisquei pra ela, como se buscasse aprovação e então respirei fundo. - E então, verdade ou consequência? - Eu não sabia se ela seria corajosa de cara para enfrentar uma consequência, mas até ela responder eu já tinha virado mais uma dose de tequila.- Então a verdade... ok. É verdade que você consegue virar dois shots de uma só vez? - Não era, nem de longe, uma pergunta convencional, mas a julgar pelas doses já tomadas e a animação de todas nós ali, seria impossível não ir direto ao ponto. Álcool.


Notes: Primeiro post nas Harpias. Foco na emoção! <3
Akilah Vidakovic
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Re: Air Strike – Cardiff

MensagemEstados Unidos [#193087] por Gwen Stacy Marvill D.C. » 11 Jul 2019, 15:34

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Era como um sonho estar no meio das suas jogadoras favoritas. Gwen sempre sonhara com aquele momento específico onde poderia conversar em igualdade com todas as garotas nas quais ela se inspirava. A menina estava tão excitada que poderia sentia as próprias pernas tremerem sem parar. Não sabia como ainda não havia ido de cara ao chão com a emoção que sentia.


“Foco Gwen!!”


Repreendeu-se e respirou fundo enquanto olhava as integrantes do time em volta de si. Gwen tentava manter os próprios pés no chão. Sabia muito bem que tudo aquilo era um teste e que ela ainda não era parte da equipe, por mais que todas ali a quisessem deixar à vontade. Ela não podia se deixar levar.

Gwen suspirou por um instante quando insinuaram sobre querer saber mais sobre quem ela era. Talvez ela devesse seguir os conselhos de Peter e apenas ser ela mesma. Por outro lado, ser ela mesma parecia tão pouco perto de um grupo tão magnífico! Ah, como ela gostaria de ser tão esperta quanto sua prima Diana, ou ainda, tão fascinante quanto sua própria irmã. Ororo. Sentia falta da irmã que havia se afastado em busca dos próprios sonhos. Sempre se divertia muito com ela e, mesmo, se inspirava muito ao ver que a bela Ororo era sempre tão confiante.

Era isso! Gwen se inspiraria em suas duas divas de família. Seria confiante como Ororo e esperta como Diana! Precisava estar à frente e no controle da situação ou jamais gostariam dela como deveriam. Ela devia ser mais esperta que todas ali e jamais perder o foco! O segredo era aparentar estar sempre calma. Como se nunca perdesse o controle. No mais, quais as chances de ser a próxima sorteada? Haviam tantas garotas ao seu redor… era uma para dez, não é mesmo?

A jovem Gwen nunca fora muito boa em matemática e muito menos ainda em disfarçar seus sentimentos. Foi assim que quase em pânico ela viu a garrafa parar virada para si. No memos instante, todo o seu raciocínio lógico havia ido por água abaixo e as imagens de Diana e Ororo se borravam em sua mente. Diante da pergunta feita para si, ela ponderou (por um milésimo de segundo) e segura do que deveria fazer, respondeu
:

- Claro que não! Eu nunca conseguiria beber duas doses de uma vez só! Eu nem gosto de beber! Provavelmente eu cuspiria tudo ou me engasgaria e morreria!!

Gwen olhou ao redor com os olhos espantados tentando ler as expressões nos rostos das presentes. Não era nada daquilo que deveria ter dito! Ela queria ser descolada e legal como Ororo ou Diana. Deveria ter dito que aguentava sim e parecer alguém bacana como todas aquelas mulheres ao seu redor. Mas ela era espontânea demais e agora todas as garotas ali saberiam que ela era apenas uma desastrada que nem beber direito poderia pois odiava o gosto das bebidas.

Envergonhada, arqueou as sobrancelhas ficando com um ar ainda mais cômico e sorriu um sorriso forçado de quem havia feito algo errado. Depois suspirou e esperou como quem já sabia que o mundo ia desabar em sua cabeça. Aquela era a verdadeira Gwen e ela nunca poderia esconder isso de ninguém, por mais que quisesse
.


With: Todas as Harpias que estiverem presentes
Citei: Peter (meu NPC), Diana (meu NPC de novo) e Ororo (Personagem do Vi <3)
(Inserir mensagem de auto-ajuda ou Mensagem religiosa XD)
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In fact, done!
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Re: Air Strike – Cardiff

MensagemUcrania [#193513] por Hannah Grahn » 29 Jul 2019, 13:31

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    Suor escorria por sua face ao sair da pista de dança. Alguma energia foi gasta ali, mas ela precisava de mais... Digamos, “incentivos”. Portanto, voltou para o local de origem: o bar. Hannah não era alcóolatra. De jeito nenhum. Na verdade, ela não bebia com frequência, mas gostava da sensação de torpor que o álcool causava – em certas doses. Sentou-se no banco novamente, levantando uma das mãos para chamar o mesmo barman que lhe serviu da última vez. Piscou para o homem ao perceber o drink posto em sua frente – vodka com limão. Ele já sabia, é claro. Ela, ao contrário, não lembrava mais qual dose era aquela. Nem se importava. Seu olhar permanecia atento, em contrapartida de seu corpo, que parecia mais quente do que o comum. Aquele era um indício de que, certamente, a bebida já causava efeito nela. Melhor assim, certo? Tragou a dose de uma única vez, sentindo a velha refrescância do limão e a ardência da vodka descerem por sua garganta. Bateu com o copo no balcão, dando indícios de que queria ser servida novamente.

    Contudo, algo fez com que virasse automaticamente do banco, voltando a encarar a pista de dança. As luzes apagaram. A escuridão se fez. De repente, um vulto surgiu ao longe. Inicialmente, não conseguiu reconhecê-la. Durou apenas um segundo, é claro. A iluminação era parca, mas aquelas pernas, a bunda perfeita e os olhos intensos, com certeza pertenciam a Lunna. Sentiu a respiração acelerar, mas ao mesmo tempo, estava paralisada. Sua expressão não desviou um minuto sequer. As pupilas esverdeadas estavam grudadas no movimento do corpo de Erhardt. Como mexia as pernas bem torneadas, o rebolado característico de alguém que parecia ter experiência com aquele tipo de dança. Sentiu-se momentaneamente surpresa com o que viu. Nunca imaginou que a moça de cabelos platinados – hoje azulados – pudesse efetuar aquele tipo de “apresentação” em meio a toda aquela quantidade de pessoas. Pior, gostou de cada minuto. Apesar de que, em algum momento, percebeu a moça encarando outro alguém que não ela. Não soube precisar o que sentiu, não naquele momento.

    Apenas quando as luzes voltaram a iluminar parcialmente o lugar, que ouviu a voz do barman lhe apontando sua bebida. Ao engolir mais aquela dose, sentiu o olhar um pouco turvo, dando indícios de que, certamente, devia diminuir um pouco o ritmo. Faria isso, obviamente que não. Pediu mais um drinque, tendo sua atenção totalmente desviada do barman ao ouvir a voz que lhe encantava os sonhos. Sorriu ao vê-la, mais bela que nunca.

    Nossa... Você está sensacional. – Sentiu a voz um pouco pastosa, mas ignorou, sorrindo para a moça. – Como deve ter percebido, estou um pouco bêbada. Mas, acredito que isso não vá nos atrapalhar. Até porque, você foi incrível agora à pouco e, certamente, pretendo aproveitar e mostrar que, no final das contas você me pertence.

    Não sabia se aquilo era uma verdade. Entretanto, algo dentro de si gritava. Percebeu os olhares direcionados a Lunna, bem como alguns bastante “apetitosos”. Hannah sempre foi desapegada. Não acreditava em namoros firmes, muito menos que havia chance de se apaixonar por alguém. E, no entanto, sentia ciúmes. Sim, aquela era a palavra exata que conseguiria definir tudo aquilo que pulsava em seu ser. Não deixaria barato, de jeito nenhum. Por isso, não esperou por sua resposta e, simplesmente, tomou os lábios dela com os seus, em um beijo mais ardente e, consequentemente, mais urgente. Sentiu o gosto doce, vindos de sua pele suave, bem como absorveu seu delicioso perfume. Seu estômago parecia dar voltas e ela acreditava que aquela quantidade de bebida, logo mais, não lhe faria muito bem. Novamente ignorou, afastando-se da moça, por estar momentaneamente sem fôlego.

    Senti sua falta e, acho eu, que devemos terminar esta dança...

    Segurou sua mão e lhe guiou novamente para a pista de dança. Apesar de se sentir bêbada, não estava vacilante. Pelo contrário, sentiu suas passadas firmes, bem como o toque na mão de Lunna. Na verdade, estava mais desimpedida que nunca. Assim que pisou na pista, puxou o corpo da moça contra o seu, movimentando levemente os quadris, sentindo o calor emanar da alemã. Virou-se, deixando que ela apenas observasse seu rebolar lento e cada vez mais próximo de si, ao ponto que seus braços se moviam lentamente, ao som da batida. Fechou os olhos, deixando a melodia lhe contagiar, ao ponto em que se afastava dela e voltava a se aproximar, em um ritmo repetitivo, mas, ao mesmo tempo, sedutor. Em dado momento, puxou-a para mais um beijo ardente, enquanto, com uma das mãos, agarrava a sua e lhe fazia girar, enquanto os olhos verdes não desgrudavam de seu corpo incrível. Naquele momento, queria que a moça de antes, aquela que Lunna encarou, visse que aquela mulher era sua e de mais ninguém. Mas, também, precisava mostrar para sua “paixonite”, que estava louca por ela, em todos os sentidos.



Interação: Lunna Ingelbert Erhardt
Extras: Queria ter sido mais detalhista e precisa nessa parte da dança, mas não sou muito boa nisso. Sorry, Hannah -q Contudo, para que a Lunna se delicie, Hannah dançou como em alguns momentos deste vídeo aqui.
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Re: Air Strike – Cardiff

MensagemAlemanha [#193791] por Lunna Ingelbert Erhardt » 06 Ago 2019, 23:17

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    A mente humana funciona de formas estranha e perspicaz, explicações e conclusões restavam isoladas a pontos específicos de uma psiquê que permitia-se ser compreendida, saliento, contudo, que isso não passa da ponta de um imenso iceberg imerso pelos emaranhados veias e sinapses presentes em nosso cérebro. E, bem, esse papo científico todo, na verdade, foi para explicar, ou melhor, tentar racionalizar a completa ausência de resistências ao momento no qual Hannah indicou que pertencia a ela. Lunna Engelbert Erhardt, sim, eu mesma, nunca me permiti pertencer a ninguém em toda minha vida, pelo menos era assim que gostava de ver, por mais que, sejamos sincera, sempre fui de minha arte, hoje, também era de minha família, amigos e, bom, agora, aparentemente, dela.

    E ali estava eu, sentindo meu corpo inteiro arder pelos movimentos da dança combinados a vergonha de o fazer com a certeza de que minhas bochechas se encontravam levemente avermelhadas, para coroar, alguns filetes de suor escorriam pelo canto de minha testa, ou seja: Imagens de horror e desespero! No entanto, pasmem, tudo o que conseguia fazer era sorrir, sentindo como se um grande sol houvesse acabado de surgir ali, iluminando a **** toda. E, cara, eu realmente gostaria de poder dizer como ela é linda e o quanto mirar aqueles diamantes perfeitos que ela chamava de olhos faziam do meu dia mais feliz, mas, na verdade, tudo o que consegui foi ficar parada a encarando como uma perfeita retardada.

    Então, eu senti! Foi como se fogos de artifícios explodindo por todo o meu corpo! Espalhando ondas de calor e desejo de uma forma tão única que não acho que já tenha sentido algo tão intenso antes. Os nossos lábios se encontraram e enquanto se desencontraram, deixando que nossas línguas se reconhecessem em uma dança que me fez arfar algumas vezes em meio ao beijo, deixando que ela me dominasse completamente, coisa que não conseguia sequer cogitar antes, agora, sinceramente, veio tão natural quanto respirar. E, assim como tudo mais com relação a Hannah, apenas deixe-me levar, puxando-a para mim na mesa intensidade que ela o fazia comigo, deslizando a ponta de meus dedos por sua cintura, apertando levemente, confirmando que ela realmente estava ali.


    - Eu acho que vou te deixar sentir saudades mais vezes -Brinquei, acariciando levemente seus cabelos, sentindo meu coração errar mais batidas do que seria considerado ‘normal’ depois de apenas alguns encontros, mas quem está contando, não é mesmo? O importante é viver, permitir-se e ser de forma tão plena que não se arrependa de nada por ter não ter feito, por isso, apenas sorri novamente, envolvendo seu corpo levemente, puxando-a na direção da pista de dança, sentindo, novamente, minhas bochechas voltarem a ficarem vermelhas, afinal, mesmo sendo uma Harpia, dançar não fazia parte de meus talentos ocultos.

    - Eu não sei dançar, Hannah -Ok, não é totalmente verdade, mas também não é inverdade... Eu sei um ou outro movimento porque sou uma Harpia, logo, é necessário saber, mas, bem, com certeza morreria de fome se dependesse de minha dança. E pela forma como a mulher se movimentava em minha frente ela parecia ser a Beyoncé... Fodidamente sexy e completamente maravilhosa! Eu acho que ela esperava que acompanhasse, mas, sinceramente, só conseguia sentir como se todo o ar estivesse sendo sugado da face da terra enquanto mirava aquele rebolado hipnótico, ditando até mesmo o teor dos sonhos que nunca tive, porque aquilo não poderia ser real!

    Em dado momento, não sei bem qual, consegui enlaçar sua cintura, acompanhando, ainda que pifiamente, o ritmo de seu rebolando, deixando que nossos corpos fossem guiados pelo ardor do desejo que parecia emanar de nossas peles.
    - Hannah -Foi tudo o que consegui dizer ao puxá-la para um novo beijo, deixando que minhas mãos se perdessem nos fios de seu cabelo, acariciando um pouco o local.- O que está achando da boate? -A pergunta, meio idiota, foi a única coisa que consegui pensar no momento em que me encaixei em suas costas, mordiscando levemente o lóbulo de sua orelha, sentindo seu corpo grudar no meu em um encaixe tão perfeito que poderia ser confundido por um.

Off: Cheiro de amor no ar....
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