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Casa de festa Casa Chic - Happy hour da galera do DCM

Re: Casa de festa Casa Chic - Happy hour da galera do DCM

MensagemCoreia do Sul [#198857] por Hatori Han » 06 Abr 2020, 22:16

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Welcome to the CyberJungle!


Era até divertido para ele ver como as pessoas pareciam reagir de formas totalmente diferentes entre si ao se depararem com a festa que ele havia organizado com tanto amor e carinho. As meninas eram divertidas, Charlotte e Kiara. Sua companheira de cargo era alguém um tanto fria e distante, mas Hatori se recusava a acreditar que ela não estivesse se divertindo de verdade. Como alguém podia não se divertir em uma festa que tinha pula pula liberado para o uso de adultos? Ela com certeza só estava se fazendo de durona. Ele cumprimentou todo mundo, incluindo a namorada de Charlotte que também lhe pareceu bem simpática, com uma expressão séria que não parecia pertencer ao mesmo homem que montara aquela festinha. — Olá, sou Hatori Han. Um prazer conhecer vocês. Todos vocês. Espero que consigamos construir um ambiente de trabalho agradável e de respeito juntos. Lembrando que fora do horário de trabalho ainda somos funcionários do ministério e nossa conduta deverá ser exemplar para não sujar a imagem do setor. Mas, entre a gente, podemos, e devemos, estabelecer uma relação de amizade, ainda que hierárquica. E... — Ele foi interrompido pelo som das portas se abrindo, seguido pela entrada de uma pessoa no salão. — Ah, droga! O discurso estava ficando tão bom...

Ele respirou fundo para tentar conter a careta de reprovação infantil que lutava para se desenhar em sua face. Ao olhar para o funcionário que acabara de entrar ele buscou em seu banco de dados mental as informações referentes àquele rosto. Graças por ter uma memória tão boa! Conseguia se lembrar de cabeça das informações mais importantes contidas na ficha do novo integrante dos presentes na festa. Andrej Wernfried. Vampiro. Magizoologista com anos, e ele repetiu mentalmente, anos de experiência. Era sempre bom poder contar com experiência quando se era tão novo. — Bem vindo, Wernfried! Sou Hatori Han, essa aqui do meu lado é a Natasha Novoselova e somos os novos responsáveis pelo departamento. Pode ficar a vontade e, gente! Se apresentem para ele, vamos! — Ele ainda tinha o rosto sério, mas estava um décimo mais animado em seu tom. Quando os funcionários e seus acompanhantes disseram seus nomes para o recém chegado, Hatori pigarreou achando que havia chegado a hora de tentar terminar seu discurso. — Então... Como eu estava dizendo...

Mais um barulho de porta se abrindo. Ele sentia que poderia quebrar o copo que estava em suas mãos, tamanha era a força com que o segurava. Mas ainda assim, estava longe de estar descontrolado. Ele raramente se descontrolava. Seus amigos da época de escola diziam sempre que era mais fácil ver um gato cair de costas do que ele cair nas armadilhas da fúria. Logo, ele tornou a jogar o ar para dentro de seus pulmões e cultivou sua expressão Serena. Aquele que adentrava o local era Korn Winkelmann, oficial de registro, assim como Kiara. Ele estava acompanhado de uma bela moça e, assim como havia feito com Andrej, Hatori o cumprimentou. — Bem vindo, Winkelmann, bem vinda senhorita! Sou Hatori Han, essa aqui do meu lado é a Natasha Novoselova e somos os novos responsáveis pelo departamento. — Parecia até um robô programado de tão igual a apresentação anterior que aquela soara. Até pediu para que todos se apresentassem outra vez. — Então... Como eu estava dizendo...

A porta mais uma vez. Dava para ver a veia saltando na testa de Hatori e o copo estava sendo mais esmagado do que antes. Ele sorriu. Só que seu sorriso parecia errado. Estranho. Não combinava com a emoção que transmitia dele. Era um riso nervoso, mas ele foi tentando colocar aquele breve ataque de raiva numa gaveta. Dois homens entraram no lugar. Juntos. Kris Chen, Klaus Willen e depois Sarah Maison. Os três funcionários do comitê de Zooherbologia. Hatori respirou fundo de um jeito nada discreto. — Bom, acho que está todo mundo aqui. Se apresentem entre si depois e acho que já está todo mundo aqui sabendo que me chamo Hatori Han e que essa do meu lado é a Natasha Novoselova e que somos os responsáveis pelo departamento agora, certo? — Alguns riram da irritação de Hatori, mas ele não conseguia definir quem seriam. E nem se importava, na verdade. A raiva não era das risadas. Era só pelas interrupções. Ele havia dado duro para elaborar aquele discurso, poxa!

— Voltando... Sei que hoje não é dia de trabalho e sei que a festa está acontecendo para nos conhecermos melhor. Mas... Eu preparei uma surpresinha pra gente essa noite. — Caminhou com um copo de refrigerante nas mãos ornado do personagem Baby Shark como se segurasse uma taça de cristal cheia do mais caro e envelhecido vinho que já se tivera notícias. Parou a caminhada quando chegou a uma porta que estivera fechada o tempo inteiro, revelando uma sala “secreta” de tamanho amplo, com toda a parafernália necessária para que pudessem mergulhar virtualmente em uma realidade alternativa. Quem tinha contato com tecnologia trouxa poderia achar que se tratava apenas de uma (muito cara) sala de jogos, mas Hatori havia mexido na programação dos ambientes e encantado os aparelhos. A realidade mudaria por mágica assim que o óculos 3D fosse colocado, como se ele fosse uma espécie de chave de portal que os levaria direto para um lugar que só existiria em suas mentes e em nenhum outro lugar. — Vamos brincar um pouquinho? — Era um sorriso prazeroso e desafiador que se formou no canto da boca do rapaz. Ele que parecia tão inocente em quase todo o tempo, agora tinha uma pinta de malícia que só aparecia naquelas situações. — Aqui iremos enfrentar desafios referentes aos nossos cargos... E devemos nos virar neles de forma criativa. Assim vamos poder colocar em jogo nossas habilidades e nos divertirmos um bocado! Afinal... Por que trabalho não pode ser sinônimo de diversão, não é mesmo? — Ergueu o copo de refrigerante em um brinde. — Vamos lá... Quem vai ser o primeiro?


Agora vamos ter o que fazer na festinha de criança desse crianção. .pensa

Como vai funcionar: É um de cada vez, em ON... Em off a ordem de postagem não influencia muito. Totalmente interpretativo e sem a necessidade de soma para efetividade. Só peço coerência e nada muito OP. Dificuldade é bom e o povo gosta.

Em um resumo bem resumido: Hatori fez uma espécie de simulado para vocês treinarem em realidade mágica-virtual o conhecimento que tem referente aos seus respectivos cargos. As situações precisam trazer diversão para seu char então estão totalmente livres para criarem o que quiserem! Não tem mínimo nem máximo de posts brincando nessa coisa aí que o Tori montou e até os convidados vão poder brincar. Serão quinze minutos por pessoa, mas quem estiver jogando vai sentir como se houvesse ficado cinco horas na outra realidade.O tempo se passa de forma diferente dentro da simulação.

Vocês vão poder usar “avatares” diferentes enquanto estiverem em outra realidade, no início da simulação vai aparecer uma tela pra vocês montarem seus personagens no jogo e a criatividade está liberada. Se quiser ir de Batman ou de um avatar parecidinho com seu char mesmo, fica ao gosto do freguês.

Vou fechar isso aqui dia 01/05/2020 sem falta. Essa atividade era pra ter sido fechada em 12/19, né? (my fault .meme) Qualquer coisa só gritar no wpp... Sabem onde me achar... **desaparata**.

**aparata** SÓ QUEM JÁ POSTOU ANTES DESSA “ATUALIZAÇÃO” PODERÁ POSTAR NA BRINCADEIRA!! **desaparata de novo**


**aparata mais uma vez** Salvo a Cissa... Se ela quiser postar com o Korn pode .what **desaparata pela última vez**
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Hatori Han
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Re: Casa de festa Casa Chic - Happy hour da galera do DCM

MensagemTaiwan [#199399] por Kris Chen » 13 Abr 2020, 17:54

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Kris Chen nunca se considerou alguém bom com convenções sociais, mesmo sendo bem querido entre as pessoas com quem convivia. Pessoas demais, palavras demais que precisavam ser ditas. Corou um pouco ao notar que o homem que agora era responsável pelo departamento parecia um pouco incomodado com algo. Será que estava atrasado? Tinha se certificado que acertara perfeitamente o horário no relógio em seu pulso.

Olhou para os lados um pouco assustado ao olhar as outras pessoas. O cheiro de um deles era particularmente estranho, indicando que possivelmente não possuía mais traços humanos, mas num geral, todos pareciam incríveis! Infelizmente, conforme os outros falavam, chegou sua vez de se pronunciar.

E-E-eu sou Kris e trabalha... trabalho n-no setor de zooherbologia. — maldito nervosismo o fazendo gaguejar! Encolheu-se um pouco mais no lugar, tentando tomar ar para completar o que dizia. — É um prazer conhecê-los! — soltou de uma só vez. Sentia-se julgado por olhos gigantes e que sequer estavam ali, mas precisava ser forte para manter seu emprego. Sorriu mais sem graça enquanto prestava atenção em cada um de seus colegas. Conhecia uma parte deles, mas ainda o deixava um tanto ansioso, com o ar lhe faltando um tanto, enquanto acalmava-se. Não precisava mais falar em público dali em diante.

Uma atividade? Estavam ali para uma atividade, então. Kris sorriu de leve enquanto esperava seu momento de entrar. Parecia realmente estranho e o jovem lobisomem não era lá o maior expert em tecnologias ou naquele tipo de coisa, mas assim que viu diante de si mesmo uma situação catastrófica em um laboratório, com anotações estranhas em um quadro branco, sobre uma infecção lupina que precisava de antídoto, o garoto pareceu mais confuso.

Durante o tempo lá dentro, precisaria desenvolver algo com as ervas e poções ali dispostas? Seria isso que seus novos chefes queriam? Olhou um pouco mais confuso para as instruções, iniciando uma corrida contra o tempo para procurar os ingredientes. Na lousa, no entanto, faltava muitas informações que eram substituídas por imagens confusas.

Isso não faz o mínimo sentido, se eu misturar essas substâncias, a reação... — parou por alguns minutos, olhando confuso para o que estava acontecendo. Aproximou-se do quadro, começando a apagar tudo aquilo que parecia incorreto. Já tinha em sua mente a maior parte daquilo. Correu para o canto da sala, tentando analisar se havia algum tipo de amostra dentro das estufas. Após confirmar que o microscópio estava devidamente limpo, decidiu procurar por luvas e equipamentos para administrar adequadamente as amostras que encontrava.

Demorou algumas horas pra realmente encontrar o correto e não protocolado vírus ao qual a lousa se referia. Entre muitas idas e vindas ao quadro e entre os materiais, riscando e calculando como um louco, além de muitas falhas, Kris finalmente chegou a um antídoto. Mesmo o teste sobre uma das amostras funcionou perfeitamente.

Consegui! — suspirou aliviado, vendo a máscara, as luvas e todo o laboratório subindo aos poucos ao ressurgir perto dos colegas. Que tipo maluco de experiência era aquela que parecia realmente tão real? Estava até mesmo suando, cansado. Deu um sorriso mais tímido para os colegas de trabalho. Eles... será que eles tinham visto tudo aquilo? Tomara que não. Porque tinha até feito um desenho de lobinho feliz na lousa enquanto estava pensando e seria constrangedor demais se eles o tivessem visto.
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Kris Chen
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Re: Casa de festa Casa Chic - Happy hour da galera do DCM

MensagemAustria [#201512] por Andrej Wernfried » 11 Mai 2020, 17:42

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Under the sea
Under the sea
Darling it's better
_________________________________

Down where it's wetter
Take it from me

Parte II


Meneei a cabeça em uma breve saudação, os olhos se erguendo em seguida para os presentes na sala. – Desculpe o atraso, Sr. Han e Sra. Velius, não imaginei que isso seria como uma reunião... – Caso contrário eu teria gasto menos tempo assistindo South Park e mais tempo chegando aqui na hora, mas esse era um fato que eles não precisavam conhecer, pelo menos não agora. O ponto é que, na minha época coisas como ‘Happy Hour’ não existiam exatamente e quando fazíamos algo parecido, trabalho não era exatamente o tópico principal. Digo, sim, uma confraternização do trabalho, mas sem o mesmo como assunto... não... isso.

E muito menos com tema de festa infantil. Afastei esses pensamentos, esboçando um pequeno sorriso para os presentes, incluindo outros que chegaram atrasados. Fiz uma mesura curta, - Bem, eu sou Andrej Viktorin Notburga Wernfried. Magizoologista a algum tempo e vampiro a alguns séculos.– Sempre bom que descobrissem isso de mim e não de bocas alheias entre uma fofoca e outra. Claramente isso acabava com metade da diversão, mas preferia eu mesmo dizer que era um sanguessuga. – Espero me dar bem com vocês... – Meus olhos recaíram sobre o garoto fedendo a Vira-lata, - Se precisarem de qualquer coisa, estarei sempre à disposição. – Pausei.

-E sempre estou aceitando doações de sangue também, prefiro tipo O positivo, mas... – Abri um sorriso divertido, me interrompendo ali por hora, -Fico feliz com qualquer coisa que oferecerem. – Conclui, deixando que a juventude de minha aparência transbordasse em meio a expressão claramente pueril. Eu não precisava exatamente do sangue dele, mas se quisesse me doar... é o típico ‘vai que cola’. Me permiti cair no silêncio uma vez mais, assistindo as demais apresentações e, por fim, a proposta do Coreano. Isso com o queixo levemente caído e incredulidade estampada.

Obviamente eu gostava de me divertir, não era careta assim... uh, eu acho. Mas... cara? Isso tudo era completamente fora de qualquer conceito de normalidade que eu, por ventura, pudesse sequer cogitar em conhecer. Realidade Virtual simulando nossos cargos. “Ooookay, ainda bem que você não bebeu nenhuma gotinha do seu suquinho batizado.” Fui tolo em imaginar que teriam bebidas por aqui? Ergui levemente o nariz, buscando no ar indícios de cerveja ou qualquer coisa, mas o cheiro de salgadinhos e açúcar prevalecia. Bem, tudo bem. Que tá na chuva é pra se molhar, então bola pra frente... não?

-Bem, mais velhos primeiro, eu suponho. – Brinquei, dando um passo a diante com a oferta. O quanto mais rápido terminasse com isso, mais rápido poderia realmente começar a me divertir, não é? Entrei na saleta, deslizando o óculos pelo rosto e... – Ooookay... isso vai ser interessante...– Comentei, passeando em meio as possibilidades de avatar. Acabei indo como eu mesmo, com preguiça de montar alguma coisa que não fosse besuntado em zoeira, tipo ir como simplesmente uma mulher nua. Imagino que haveria implicações legais extensas se essa fosse a ocasião. Avançando pelos menus e o início da simulação, sou obrigado a dizer que isso...

Era lindo. Fazia literalmente séculos que eu não sentia o calor do sol assim... que não o via em sua real claridade. Digo, desde que eu me conhecia por vampiro, todas as minhas excursões sob a luz mortal do astro foram cuidadosamente conduzidas comigo vestido coberto literalmente da cabeça aos pés pela famosa roupa de Doutor da Praga. Extremamente eficiente, se quer saber, mas nada se comparava a isso. Fechei os olhos, respirando lentamente, aproveitando cada segundo disso... até gritos alcançarem minhas orelhas. – Ah... sim... – Claramente eu não estava ali para conseguir um bronzeado bacana, oh well.

Segui o som pelas ruas claras, ensolaradas e frescas com cheiro de canela, cerveja e carne de porco bem frita. – Alemanha.– Definitivamente, país vizinho ao meu. Ótimo momento para se falar Alemão, não é? Brisas a parte, minha boca se encheu d’água (figurativamente falando, Vampiros não babam... eu... acho... nunca reparei) com um cheiro novo, fazendo com que meus olhos se estreitassem e eu apertasse o passo... Até alcançar aquela cena de mais perfeita destruição. –Oh-ho... Aqui, vocês não pegaram um pouco pesado demais para um jogo não? Tem literalmente corp- AI CARALH*- Abaixei no momento exato que um pneu voava por cima de minha cabeça.

Veja bem, Crupes... Era incrivelmente amigáveis com bruxos, já com trouxas... uh, a história era completamente diferente. Era basicamente como jogar um balde de vísceras no meio do Caribe, apareciam tubarões literalmente de todas as direções possíveis. Isso aqui a minha frente não era exatamente diferente. Estiquei a mão na direção de um carrinho de linguiças e salsichas, trazendo-o para perto por intermédio da telecinese. – EI CACHORRINHOS! – Gritei a plenos pulmões, batendo com força nas panelas penduradas no carrinho, - Venham pegar! – E com aquilo sai correndo, sendo seguido por uma maré de Crupes esfomeados.

Quanto os trouxas? Bem, uma coisa de cada vez. Primeiro, Crupes. Assim que os tivesse presos informaria o ministério e... então a simulação simplesmente desligou. Tirei o capacete levemente chateado. Talvez eu tivesse cartas nas mangas demais para deixar essas coisas interessantes também, eu acho. –Bem, foi bom curtir um dia de sol. – Comentei, entregando o capacete de volta ao pódiozinho. –Próximo?


○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●
O que ele vê, -O que ele ouve-, -O que ele diz- e o que ele "pensa".
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Re: Casa de festa Casa Chic - Happy hour da galera do DCM

MensagemInglaterra [#203182] por Sarah Scarlett Maison » 07 Jun 2020, 14:18

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    HAPPY HOUR DO NOVO TRABALHO
    TRAMA PESSOAL - O2



    Na hora que Hatori falou, após sua entrada e de mais alguns, a reação de Sarah foi instintiva. Dava para sentir uma tensão no ar e aquilo a fez encolher tanto quanto as risadinhas de algumas pessoas que já estavam ali. Detestava se atrasar, não costumava ser um hábito, mas o estrago já estava feito e a sensação de ter passado uma má impressão a apavorou. O ambiente da Confederação Internacional de Magia era MUITO diferente do que havia experimentado por anos no Hospital. A jovem não sabia dizer se era pela falta de familiaridade apenas ou se realmente as pessoas naquele lugar eram mais sérias, por isso aquele início não estava sendo dos melhores. Dizia para si mesma que tudo ficaria bem enquanto tentava mesmo acreditar naquilo. Festas costumavam ser um pouco mais animadas.

    A performance de seu chefe era confusa e ela não sabia decifrar se ele estava apenas encarnando um personagem ou se de fato agia daquela forma “pomposa” diariamente. Ainda que confusa, era ligeiramente engraçado vê-lo com todo aquele ar superior enquanto caminhava com um copo temático de tubarão. E então chegou a hora da apresentação que ela não tinha tido tempo hábil de participar durante suas poucas visitas ao trabalho com toda a mudança. Ver o jovem Kris gaguejar a fez lembrar seus tempos de escola e aquilo lhe despertou um leve conforto, afinal, ela não era a única estranha no lugar. Em seguida foi a vez de seu companheiro direto se apresentar, Andrej. Sarah nunca tinha lidado com um vampiro antes (ou pelo menos se sim, não fazia a menor ideia), e essa confirmação explicava muita coisa, principalmente a ausência de vitalidade quando estava na mesma sala que o rapaz. Não seria um problema, ela queria acreditar nisso, ele parecia ser bem “tranquilo”.

    Mas então a voz de sua mãe ecoou em sua mente. Ela sempre foi alertada de seu sangue ser “um pouco mais quente” que dos demais e que a sua energia poderia ser sentida à distância, por isso era essencial se manter alerta. Já tinha tido problemas com outras criaturas em relação à isso, mas como vampiros eram novidade em seu círculo social, apenas sorriu para o rapaz e se levantou ao chegar a sua vez. – Oi, pessoal. Compartilho das palavras de Andrej, eu não fazia ideia de que era uma reunião. Enfim – juntou as duas mãos à frente do corpo. – Acredito que eu seja a mais nova do nosso departamento, mas quero que saibam que eu sempre estive ligada a criaturas mágicas. Meu irmão mais velho é magizoologista e minha mãe era medibruxa, passei a minha infância inteira ajudando no preparo de poções e nos cuidados dos seres. Fiz estágio por muitos anos no TvH até, enfim, assumir que eu precisava mesmo era estar dentro do departamento. – O sorriso gentil e envergonhado foi marcado pela aparição das covinhas nas bochechas.

    As apresentações seguiram e sua atenção foi retomada quando uma nova sala foi apresentada com muitos aparelhos. Isso, para Sarah, era sem dúvida o mais apavorante naquilo tudo. Não tinha a menor familiaridade com tecnologia – ainda que também não tivesse qualquer preconceito em relação ao seu uso. Muitos amigos lhe ajudavam nessas questões, ensinavam à ela a importância de se ter um smartphone, um notebook e ficar conectada, só que era tanta informação e ela gostava mesmo de fazer as cosias à moda antiga. Talvez Sarah seja uma jovem velha, como Armand costumava brincar.

    Quando chegou a sua vez de adentrar aquela sala, a única coisa que a sua mente gritava era para que não houvesse qualquer tipo de interação com acromântulas (era a única criatura mágica que Sarah tinha PAVOR só de cogitar). Por sorte, a interação começou muito bem com ela podendo escolher “um avatar”, claro que Sarah escolheu uma mulher mais alta, de pele morena e longos cabelos negros ondulados que caíam por cima dos seus ombros, muito parecida com a que tinha visto nas férias e havia se encantado. Se havia um lado positivo na “realidade virtual”, era justamente você poder viver diversas realidades paralelas sem prejuízo a realidade.

    Após escolher sua personagem, o “jogo” tomou forma e a mulher que Maison interpretava estava no meio de uma fazenda cujas abóboras estavam completamente destruídas. – Por Brigit! Que raios aconteceu aqui?! – Ela caminhou até uma das abóboras que parecia ter explodido e abaixou-se a fim de procurar alguma pista do que tinha acontecido. – Onde está o dono deste lugar? Preciso entender o que se passa. – Ela continuou a observar tudo ao seu redor e anotar em um caderno dourado tudo o que lhe chamava a atenção. Foram quase vinte minutos de inspeção quando seus olhos encontraram pegadas redondas que levavam em direção ao que parecia um estábulo. – Interessante... – Caminhou até lá sorrateira a fim de não fazer qualquer barulho que pudesse assustar qualquer que tenha sido a criatura que ali entrou.

    Por cima do cerco encontrou uma mamãe porca com seus oito filhotes mamando e franziu o cenho ao notar que um deles tinha uma coloração bem diferente dos demais. Imediatamente, ela fugiu dali para não ser vista e procurou abrigo atrás das grandes pedras à margem da floresta. Há muito já havia lido sobre o poder de destruição que apenas um rabicurto poderia causar, mas aquela era a primeira vez que se deparava com um. Retirou da mochila o guia de criaturas e aproveitou para ler um pouco mais sobre essa espécie a fim de descobrir uma forma de tirá-la daquela propriedade antes que mais estragos fossem feitos.

    “Rabicurto não é uma criatura, é um demônio.” Ah, que coisa mais confortante de ler... Eu aqui sozinha contra um demônio em forma de porco. Isso sim é um espírito de porco, será que veio daí a expressão? – Sussurrava baixo sozinha enquanto a noite caía. – “São extraordinariamente rápidos e difíceis de serem capturados.” Nossa, só frases motivacionais neste livro, poxa vida, parabéns. Dona Sarah, que é péssima em corrida e não tem uma relação muito boa com demônios, terá que se livrar de um. – A palavra “demônio” tinha outra conotação em sua vida após ter sido possuída por Daim no último ano letivo em Beauxbatons. Foi então que uma grande ideia surgiu ao descobrir que sabujos albinos eram o ponto fraco do porquinho do mal. Terminou de ler tudo sobre eles e uma grande ideia se passou pela sua cabeça. Sarah não era boa suficiente, mas Lara (nome que acabou de inventar para a sua personagem virtual) era perfeita.

    Realidade alternativa era justamente para explorar a criatividade e seu poder de criação, certo? Era o que Sarah esperava que sim. Ao ouvir o barulho daquela criatura abandonando o estábulo e saindo em direção a mais uma das hortas para provocar o caos, a agora morena deixou tudo para trás, fechou os olhos mentalizando sua criação e correu já pronta para se transformar. De repente, suas pernas ganharam uma nova forma e ela já não estava mais em pé. As roupas foram deixadas para trás e o frio da noite foi substituído por uma leve brisa que eriçava os seus pelos. O grito que saiu da sua garganta já não era mais agudo e sim um latido estrondoso. Ela havia conseguido. Estava completamente transformada em um sabujo albino e aquele rabicurto aprenderia a nunca mais adentrar uma propriedade, incomodar os porquinhos e destruir a vegetação!



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    NOTAS: Missão cumprida. | MÚSICA: Barulho do ventilador porque tô com preguiça de colocar uma playlist.
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Re: Casa de festa Casa Chic - Happy hour da galera do DCM

MensagemJapao [#207292] por Haruno Kobayashi » 13 Set 2020, 18:38

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Haruno Kobayashi
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