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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Residência de Ryan Suliver [Vaduz | Liechtenstein]

Residência de Ryan Suliver [Vaduz | Liechtenstein]

MensagemEscocia [#120369] por Ryan Suliver » 18 Abr 2013, 10:47

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Dono de uma personalidade ligeiramente volátil, Ryan já submeteu sua residência a algumas reformas. A razão pela qual ele simplesmente não se muda é desconhecida, mas não há como negar que, a cada reforma, o imóvel ganha mais quartos e espaço na garagem.

A "encarnação" atual da residência do escocês, localizada num pacato subúrbio de Vaduz, é um elegante sobrado de aparência simples. No andar inferior da construção, a sala de estar com um sofá novo, a TV de 52 polegadas, que Ryan comprou sob a justificativa de "permitir que Yato aprenda um pouco sobre a cultura trouxa", mas que na verdade serve para ele aprender a mexer no videogame que ganhou de Adrian. Ninguém sabe o que levou o Suliver foragido a dar um presente tão..."exótico"...ao sobrinho, mas nas raras ocasiões em que ele aparece na residência, ele e Ryan passam longas horas discutindo sobre o jogo de corrida que ainda não aprenderam a jogar direito. No corredor, uma série de quadros e retratos pendurados; à direita, uma sala de jantar com decoração discreta e, ao seguir em frente, o visitante se depara com uma cozinha típica de uma residência trouxa, que dá acesso para o quintal onde, além da casinha de Black Nation, o labrador nomeado em homenagem a um personagem de videogame (que Ryan descobriu mais tarde ser apenas o pet de Rufus Shinra, do jogo Final Fantasy VII e que infelizmente já era tarde demais para mudar o nome de seu cachorro), existem agora um alvo pendurado numa castanheira e um pequeno lago artificial com algumas lótus flutuando.

No andar superior, acessado pela escada que fica de frente para a sala de jantar, temos o quarto de Ryan e Miriam: uma suíte melhor organizada e melhor decorada do que o antigo quarto do escocês. A cama, herdada de Lyon, também foi jogada fora por motivos que Ryan se recusa a divulgar; de frente para o corredor do andar superior, um banheiro e ao lado deste, o quarto de hóspedes onde Ayesha dorme durante suas visitas ao escocês; do outro lado do corredor, existe o quarto de Yato que, ironicamente, fica de frente para o quarto de Ryan e Miriam. Existe um quinto dormitório, localizado ao lado do quarto de Ayesha.

A casa também possui um sótão, acessado pela escada oculta no final do corredor do andar superior. Nele, todas as outras quinquilharias das quais Ryan não teve coragem de se livrar, bem como alguns itens que Miriam trouxe do templo.

De volta ao andar inferior, temos a garagem. Abrigando os carros do escocês e protegida pelos mesmos feitiços de antes, o local agora encontra-se muito mais organizado e limpo do que antes. Há uma porta que liga a garagem ao interior da residência e mais outra que dá acesso ao jardim dos fundos. Próximo a essa porta existe uma outra escada ligeiramente oculta que leva ao porão da propriedade. No porão encontram-se os materiais de treino de Yato, Miriam e, surpreendentemente, de Ryan: mais alvos, bonecos de treino, espadas, adagas, uma besta (que o escocês levou ao ministério uma única vez), alguns bastões e dois arcos e suas respectivas aljavas com flechas. Ninguém sabe por quê Ryan insiste em manter essas coisas ali, mas ninguém reclamou até a presente data.


Editado pela última vez por Ryan Suliver em 16 Fev 2018, 13:12, em um total de 12 vezes.
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There is no emotion, there is peace.
There is no ignorance, there is knowledge.
There is no passion, there is serenity.
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Re: Residência de Ryan Suliver [Vaduz | Liechtenstein]

MensagemFranca [#120370] por Alexander Neveu » 18 Abr 2013, 10:54

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Personagem: Ryan Suliver
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Re: Residência de Ryan Suliver [Vaduz | Liechtenstein]

MensagemSiria [#120430] por Aalyah Nagi Saab » 20 Abr 2013, 20:14

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Fala
Narração
Pensamento
Fala de outros

AMOR&PODER
--------01--------


Há muito que eu não encontrava humanos que me poderiam ser úteis e isso era o que mais me incomodava. Com essa tecnologia, tanto bruxos como trouxas, não se tornavam guerreiros tão menos fortes, sempre se acostumando com esses itens banais criados pelos trouxas. A América do Sul estava me incomodando profundamente, então resolvi voltar para a Europa. Além de ser outro mundo e os humanos serem muito mais bonitos, havia recebido uma ligação de um de meus escravos, dizendo que o Ministério queria que eu comparecesse lá. Antes de tudo, sim eu sei o que é um telefone, celular, internet e qualquer outra tecnologia dos trouxas. Sou uma vampira com 824 anos de idade, eu tenho que estar atualizada em todas as culturas existentes nesse planeta.

Chegando a Liechtenstein, fui direto ao Ministério. Fiz o que era preciso e quando saí, esbarrei em uma determinada garota ruiva. Não podia negar que seus olhos eram maravilhosos, mas o que me chamou a atenção, foi o poder que ela transmitia. Li sua mente e todos seus pensamentos. Sorri maliciosamente, pois ela era o que eu buscava há alguns anos. Outro ponto que me chamou e muito a atenção, foi seu namorado Suliver, pois além de conhecer todos seus antepassados, ele era a reencarnação de Elijah. Sem dúvidas que eu logo me interessei por esse tal de Ryan, mas antes eu precisava descobrir tudo sobre a vida desse casal magnífico. O que não levou nem 5 minutos, uma vez que enquanto falava com Zoey, Ryan apareceu. Li sua mente e tive a certeza de que ele era meu antigo Elijah.

De algum tempo para cá, comecei a 'fazer' amizade com ambos, algumas vezes até utilizando meus poderes, porém não foi preciso muito esforço. Descobri que Ryan possuía telecinese e iria ajudá-lo a aumentar seu poder.
"Você é tão forte quando meu querido Elijah." pensava sempre que encontrava o escocês. A garota também me era útil, além de seus dons extraordinários para magia negra, a ruiva não era tão santa quanto o escocês imaginava. Enfim, depois de algumas conversas, finalmente convenci o rapaz a aceitar minha ajuda.
Havíamos combinado que eu o ensinaria em sua casa, mas pelo jeito além de ser teimoso, ele não acreditava em meus poderes, e já até sabia como forçá-lo. Seu ponto fraco era sua namorada e Zoey era muito fácil de ser influenciada por mim. E eu só aparecia para seus 'treinos' quando a garota estava junto.
"Você ainda será muito útil para mim garota. Assim que eu finalizar com Suliver, você será uma bruxa poderosa." pensava sempre que encontrava me encontrava com ela.

Hoje iniciaria meus treinos com o Suliver, então cheguei no horário marcado. 23h. Sequer bati na porta, eu a abri sem encostar meus dedos nela e já comecei a gritar ordens. Iria mostrar a eles quem mandava nesse lugar.
- Suliver, não vou tolerar gracinhas, demora, erros e sequer preguiça. Não vou gastar meu tempo explicando tudo o que eu sei fazer, a única coisa que importa aqui é... _disse chegando perto do sofá onde ele estava sentado -Você jamais irá me superar e se falhar sua namorada irá pagar por isso. _O agarrei pelo colarinho, colocando-o de pé e virei-me em direção a garota que estava totalmente pálida na outra parte do sofá. - Não quero que saia dai, entendeu queridinha? _eu disse com uma vez suave, diferente da que havia falado com Ryan, mas minha expressão era séria e assim que a ruiva assentiu eu andei até o meio da sala e virei-me para o escocês. - Primeiro quero ver do que você é capaz. Tente mover qualquer coisa em minha direção. _disse sorrindo com a cara de espanto do rapaz. "Tolo, você possui um enorme poder e não o utiliza." pensei abrindo os braços. -Vamos Suliver, não seja um inutil igual seus antepassados. _dessa vez eu gritei aguardando a ação do escocês.
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Postado Por: Nara.


Re: Residência de Ryan Suliver [Vaduz | Liechtenstein]

MensagemEscocia [#120579] por Ryan Suliver » 24 Abr 2013, 18:19

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”Reject
Are you no one
Feel you nothing
You know I'll bet you think
You have a good reason to be living
In the limelight of the fortunate ones
you're too weakened by the poison
That they feed you in the living lie
They don't believe you
Call to no one
Trust in nothing
Little impotent one”

[“Fear” – Disturbed]

Normalmente, Ryan evitaria levar Zoey até sua casa, especialmente depois que David começou a morar lá também. Mas, como haviam saído juntos do trabalho, o escocês não viu mal algum em levar sua namorada até seu domicílio e, para sua sorte, David havia ligado mais cedo informando que não passaria a noite em casa. ”Ótimo”, pensou o auror com um sorriso no rosto. Não que ele não gostasse da presença do rapaz, uma vez que ambos já se conheciam desde a época de colégio, mas o simples fato de que o americano agora era um lobisomem fazia Ryan temer pela segurança de qualquer um que se aproximasse dele. Em especial, Zoey.

Afastou as preocupações quando finalmente chegou em casa, e a simplicidade do imóvel em nada deixava transparecer que ali vivia o herdeiro de uma das famílias bruxas mais poderosas da Europa. Assim que adentraram a casa, Ryan anunciou em voz alta que prepararia o jantar e, com um sorriso travesso no rosto, acrescentou que seu jantar seria melhor que o canelone ao molho de queijo que Zoey havia preparado em seu aniversário mas, para qualquer efeito prático, Ryan era um cozinheiro razoável e seu trunfo era um espaguete com molho à bolonhesa e almôndegas que, graças às inestimáveis dicas de sua mãe, tinha o mínimo de qualidade para ser considerado “jantar”. A refeição seguiu sem maiores incidentes, à clara exceção da pequena guerra de macarrão que Ryan travou com sua namorada quando ela insistiu que o canelone estava melhor que a macarronada e atirou uma almôndega no escocês para provar seu ponto, transformando a pequena sala de jantar num caos de molho, carne e macarrão espalhados por todos os cantos.
A limpeza consumiu alguns segundos graças à facilidade que a magia conferia aos bruxos: bastava um aceno de varinha e todo o pandemônio alimentício estava desfeito. O casal esparramou-se no enorme sofá da sala de estar, admirando a TV que, por alguma razão, Ryan havia instalado em sua sala. Explicar para Zoey a serventia daquele objeto levaria boa parte da noite, então o escocês limitou-se apenas a dizer que ele gostava da TV e das coisas que os trouxas assistiam nela, especialmente os desenhos animados.

Ficaram ali deitados no sofá até um clique surdo anunciar que a porta de sua casa estava destrancada e, assim que o Suliver captou o som, sentou-se no sofá com um sobressalto, seu coração palpitando nervoso em seu peito e sua mão esticou-se na direção da mesa de centro enquanto seus dedos fechavam-se em volta da varinha de freixo. Antes que pudesse levantar-se do sofá, no entanto, uma voz familiar ecoou por seus ouvidos.

– Suliver, não vou tolerar gracinhas, demora, erros e sequer preguiça. Não vou gastar meu tempo explicando tudo o que eu sei fazer... – A voz da vampira era como um punhal gélido por suas entranhas mas, antes que Ryan pudesse esboçar qualquer reação, Aalyah já fechava suas mãos em volta da gola da camiseta do auror e o erguia do sofá de forma rude. Ele não processou o resto do discurso, mas sabia o motivo pelo qual a vampira havia invadido sua casa e, após berrar um punhado de ordens, posicionou-se de braços abertos na frente do escocês. Antes que pudesse pensar e utilizar sua varinha, Ryan sentiu o objeto ser arrancado de sua mão pela vampira, mas ela sequer o tocou.

– Segura as pontas aí, madame! Você não pode simplesmente chegar aqui invadindo minha casa e...
Aalyah o interrompeu de forma rude, e o rapaz sabia que ela não estava para brincadeira.
– Primeiro quero ver do que você é capaz. Tente mover qualquer coisa em minha direção.
Arremessar qualquer coisa na direção da vampira utilizando-se de sua recém-descoberta habilidade telecinética seria um desafio e tanto: Ryan já conseguia mover as chaves de seu carro e qualquer outro objeto pequeno por qualquer superfície e, algumas vezes, era capaz inclusive de fazê-los levitar no ar mas, sempre que o fazia, estava calmo ou entediado, e sua mente convergia somente sobre o objeto em questão. No entanto, ele não estava calmo naquele momento; o auror sentia o olhar de desprezo da vampira corroendo-lhe o interior e o nervosismo o fazia duvidar que conseguisse repetir o feito sob pressão. Ryan fechou os olhos e respirou fundo antes de focar-se no controle remoto da televisão que repousava sobre o tampo de vidro da mesa de centro. Ele se concentrou, sua mente ignorando até mesmo o protesto de Aalyah, e o pequeno objeto de plástico começou a tremer antes de se erguer lentamente no ar, pairando a centímetros da mesa, mas Ryan sabia que não era o suficiente. Cerrando os punhos, o escocês forçou-se a erguer o objeto um pouco mais alto antes de arremessá-lo na direção de Aalyah, mas as últimas palavras da mulher ressoaram-lhe na mente e ele perdeu a concentração, fazendo com que o controle caísse pesadamente sobre a mesa de centro.

”Se falhar, sua namorada irá pagar por isso!”, foram as últimas palavras da vampira e, quando deu por si, Ryan estava ofegante pelo esforço. Ele encarou sua “treinadora”, os olhos azuis do escocês faiscando de raiva.

– Eu vou tentar de novo.


Aprendizado de Característica

Personagem: Ryan Suliver
Característica: Telecinésia

Introdução
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There is no emotion, there is peace.
There is no ignorance, there is knowledge.
There is no passion, there is serenity.
There is no chaos, there is harmony.
There is no death, there is
the Force.
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Postado Por: Rafael (a.k.a. Ryuu, Sully, etc...).


Re: Residência de Ryan Suliver [Vaduz | Liechtenstein]

MensagemEscocia [#120651] por Ryan Suliver » 26 Abr 2013, 00:05

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”Punk ass, are you listening?
Can you hear me or are you deaf and dumb to my language?
Do the real words seem to hurt you
Well put em' up motherfucker
You'll feel it
When I stamp it on your forehead
So you will never forget
That you're a reject
And you're no one
And you're nothing
Little impotent one”

[“Fear” – Disturbed]

O controle remoto da televisão estava caído novamente em cima da mesa de centro, e Ryan o encarava com raiva, sua mente centrada apenas no fato de que Aalyah poderia machucar Zoey a qualquer momento. Mais uma tragada de ar, e o escocês focou sua atenção no pequeno objeto de plástico enquanto sentia uma gota de suor escorrendo por sua testa. O controle ergueu-se no ar, e o rapaz cerrou os punhos mais uma vez , seus olhos focados apenas na figura do objeto que flutuava à sua frente e ele tentava focar Aalyah e o controle remoto num mesmo plano, para poder arremessá-lo na vampira mas, todas as vezes em que seus olhos mudavam o foco, o pequeno objeto insistia em cair no chão da forma mais ruidosa possível.

”Calma, Ryan. Foco. Você vai conseguir.”
O auror tentava acalmar-se e direcionar seus pensamentos apenas na tarefa proposta, mas sua mente insistia em relembrar das últimas palavras da vampira, e seus olhos encontraram os dela, cheios de desprezo. Ryan franziu o cenho e então desviou o olhar, buscando qualquer outro objeto que não pudesse quebrar por causa das tentativas frustradas. Acabou por lembrar-se de seu pingente e, tão rápido quanto se lembrou dela, o escocês abriu o fecho da corrente e a colocou em cima da mesa de centro. Um sorriso brotou involuntariamente nas faces do rapaz e ele concentrou-se no pequeno objeto, relembrando de cada característica sua. Menos esforço foi necessário dessa vez e, num piscar de olhos, o objeto já flutuava à centímetros de Ryan, na altura de seus olhos. Ele focou seu olhar na vampira e, em seguida, sua mente disparou um comando tão rapidamente que ele sequer teve tempo para processar o ocorrido, mas seus olhos foram mais rápidos e ele pôde ver os segundos em que o pingente atingiu a parede a um palmo de distância da testa de Aalyah. Se ela ia tomar isso por um insulto ou não, já não cabia a Ryan julgar, mas ele decidiu que faria uma nova tentativa antes que Aalyah pudesse dizer algo.

O pingente estava caído no chão, próximo o suficiente para que a vampira pudesse pisar em cima dele e frustrar qualquer tentativa posterior de Ryan mas, por alguma razão, ela não o fez. Talvez até estivesse se divertindo com a situação toda. O escocês focou seus olhos no objeto mais uma vez e o ergueu do chão à distância, a corrente movendo-se no ar como se fosse uma serpente prateada. Ryan fez com que o objeto se aproximasse de onde ele se encontrava e então alinhou-o na direção do peito de Aalyah. Provocar a vampira seria imprudente, ele sabia, mas também não poderia deixar passar barato o fato de que ela havia invadido sua casa e ameaçado Zoey. Com os olhos semicerrados, ele viu o objeto ir na direção da mulher, chocando-se contra seu peito e, de repente, Ryan sentiu-se extremamente cansado, como se o esforço fosse demais para ele.
Apoiando-se no sofá para evitar uma possível queda, o rapaz levou sua outra mão ao rosto, enxugando o suor. Enquanto tirava a jaqueta, ele dirigia-se à vampira, sua fala entrecortada pela respiração ofegante.

– Tá bom...pra você...? Era isso que você queria...?
Ele sabia que não era. Mas, para manter Zoey em segurança, qualquer tentativa era válida.


Aprendizado de Característica

Personagem: Ryan Suliver
Característica: Telecinésia

Primeira tentativa
Editado pela última vez por Ryan Suliver em 30 Abr 2013, 12:08, em um total de 1 vez.
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Re: Residência de Ryan Suliver [Vaduz | Liechtenstein]

MensagemSiria [#120811] por Aalyah Nagi Saab » 30 Abr 2013, 03:12

  • 9 Pts.
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Fala
Narração
Pensamento
Fala de outros

AMOR&PODER
--------02--------



Fiquei esperando o escocês absorver minhas informações e fiquei muito brava quando ele tentou usar a varinha. Sem mexer um dedo a lancei para o outro lado da sala e o olhava com uma expressão de fúria no rosto. "Como você ousa seu humano estúpido?" pensei me segurando para não rosnar. Ele realmente era uma reencarnação de Elijah, sempre me tirando do sério. Conforme eu via ele se concentrando comecei a olhá-lo com desprezo, ele nunca iria conseguir fazer qualquer coisa que fosse sem um empurrão. Quando o escocês fechou os olhos sorri de forma maldosa para a ruiva que estava encolhida no sofá. "Sinto muito queridinha, mas você irá ser minha cobaia esta noite." pensei enquanto imaginava formas de deixar o auror mais bravo e nervoso.

Eu sabia que ele não conseguiria de primeira, ele estava totalmente despreparado, mas isso não era motivo para desistir. Ele não sabe quando iria precisar utilizar de seus dons, então seria sobre pressão e ameaças que ele iria aprender. E como sempre eu estou certa, o controle que ele tentava lançar contra mim, caiu no meio da mesa.
- Incompetente. _sussurrei para mim mesma. Pelo jeito ele precisava de uma ajudinha, mas antes eu iria brincar com ele. Não ataquei sua namorada naquele momento e quando ouvi suas palavras realmente senti muita pena da ruivinha. Eu o encarava de forma séria e esperava que ele fizesse algo que valesse a pena, mas pelo jeito, iria demorar.

Para piorar ainda mais a situação comecei a atrapalhá-lo. Eu queria ver o quanto ele era forte então quando ele empurrava o controle pra cima eu o puxava pra baixo. Não podia negar, ele tinha determinação, e o medo de que eu machucasse Zoey era o que lhe dava forças. Sorri com isso enquanto lia a mente dele. Ele queria se concentrar, então para atrapalhar ainda mais o escocês, comecei a jogar algumas ondas de poder em direção a ruiva. Ela só iria sentir uma coceira, por enquanto. E deixei desse jeito até ele começar a tentar levitar outro objeto.
"Finalmente começou a pensar." pensei enquanto ele tirava o colar de seu pescoço. Mesmo eu querendo que ele evoluísse logo, não podia negar que ele precisava começar com objetos pequenos e pessoais.

Fiquei impressionada com a força que ele usou para atirar a corrente em mim, mas novamente seus poderes não seriam comparáveis aos meus. Mudei a direção do objeto no segundo antes de ele me acertar. Não disse nada, queria ver do que ele era capaz e o que poderia aprontar mesmo sabendo de seus planos antes mesmo de ele executar. Deixei o pingente cair no chão e aguardei novamente a ação de Ryan.
"Vamos começar a brincadeira." pensei começando a enforcar Zoey sem que os dois bruxos percebessem. Fiquei irada quando ele jogou aquela porcaria em meu peito e sufoquei ainda mais a ruiva no sofá. Ryan estava tão exausto que sequer percebeu.

- Pra mim? Acho melhor você perguntar á sua namorada. _disse sorrindo abertamente enquanto via a garota se debater tentando respirar. A ação do auror só fez com que eu risse. - Vamos Suliver, faça alguma coisa, ou terei que encontrar outra coisa para te motivar. Deixe de ser um incompetente. _disse gritando essa ultima frase. Eu não iria fazer realmente um mal a garota, mas Ryan não precisava saber disso.
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Postado Por: Nara.


Re: Residência de Ryan Suliver [Vaduz | Liechtenstein]

MensagemEscocia [#121157] por Ryan Suliver » 08 Mai 2013, 23:56

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”Fear awaken
Go with it now
And let it overcome you
Fear awaken
Your mind is racing”

[“Fear” – Disturbed]

Ryan não teve tempo para recuperar o fôlego. Assim que deixou a jaqueta cair no sofá, o escocês percebeu que Zoey estava sufocando com alguma coisa e, em uma fração de segundos, ele sabia o que estava acontecendo.
– ZOEY! – Ele não conseguia verbalizar mais nenhuma palavra mas, enquanto encarava a figura de sua namorada lutando para respirar, o auror sentia um ódio imenso crescendo dentro de si. Ele apontou um dedo na direção da vampira, pouco se importando com o que ela faria em seguida,e a corrente de prata voou a seu encontro, enrolando-se suavemente em seu indicador. Ryan não tinha certeza se foi ele quem fez aquilo, mas nada mais importava naquele momento.
– Solta ela!
Aalyah limitou-se apenas a rir. Ryan sentiu a corrente correndo seus dedos e então pairar no ar a centímetros de distância de seu rosto. Ele virou a palma de sua mão para cima enquanto o pingente tremulava no ar, a fúria evidente em seus olhos azuis.

A corrente voou mais uma vez pelo ar, atingindo a parede a centímetros de distância do corpo da vampira. Por mais que ele tentasse estabilizar a mira na testa ou no peito de sua oponente, sua concentração estava falha e ele conseguia apenas acertar aleatoriamente a parede em volta da vampira. As tentativas seguintes foram tão infrutíferas quanto a primeira e, por mais que ele se sentisse exausto, ver Zoey se debatendo e lutando para respirar fez com que uma força – que ele acreditava ter desaparecido há tempos – ressurgisse dentro de si. Ele arremessou a corrente mais uma meia dúzia de vezes, atingindo a parede ao redor da vampira até começar a descascar a tinta, cada vez mais perto de Aalyah.

– Eu não vou pedir de novo... – Ryan sentia-se exausto, e sua cabeça estava começando a latejar pelo esforço, mas ele não podia parar. Não podia deixar que Aalyah continuasse machucando Zoey, e seu “bravado” lhe parecia a única forma de atrair a atenção da vampira já que, por qualquer razão que lhe fugia do controle, ele não conseguia atingi-la com o pingente. Ele atirou a corrente mais algumas vezes, atingindo a parede e, na última tentativa, o braço da vampira. No entanto, quando a corrente a atingiu, ela mandou o objeto para bem longe do alcance visual de Ryan, forçando o escocês a procurar outra coisa para atirar na vampira. Seus olhos correram rapidamente a sala, e novamente o controle da televisão lhe pareceu uma boa ideia. – ...e também não vou mais ser gentil.

O objeto de plástico ergueu-se no ar com uma facilidade que Ryan não acreditava ser possível. Ele estendeu as mãos mais uma vez, o controle pairando a centímetros delas e ele se permitiu um momento de contemplação enquanto o objeto rodopiava suavemente no ar. Então seus olhos azuis encontraram os olhos vermelhos da vampira e toda a raiva que sentia antes aflorou com uma força imensa. O controle voou pelo ar e estilhaçou-se assim que atingiu Aalyah na barriga. Talvez ele não tivesse acertado realmente, mas isso pouco importava. Seus olhos corriam da vampira para Zoey e dela para todo o resto da sala, buscando objetos maiores e mais pesados para atirar em sua oponente para que ela soltasse sua namorada, mas nada parecia ser o suficiente. Um copo de vidro entrou em seu campo de visão, e Ryan prontamente o atraiu em sua direção, mal tendo tempo de pensar no que faria a seguir, sua mente focada apenas no objetivo de atingir Aalyah. Talvez uma chuva de cacos de vidro fosse o bastante para fazê-la soltar Zoey...


Aprendizado de Característica

Personagem: Ryan Suliver
Característica: Telecinésia

Segunda tentativa
Imagem

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Re: Residência de Ryan Suliver [Vaduz | Liechtenstein]

MensagemSiria [#121213] por Aalyah Nagi Saab » 10 Mai 2013, 03:11

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Fala
Narração
Pensamento
Fala de outros

AMOR&PODER
--------03--------


Suliver não era totalmente previsível. Eu nem precisava ler sua mente para saber de seus planos. Sempre que a ruiva entrava em perigo, seus pensamentos ficavam rápidos, mas ao mesmo tempo em que ficavam limitados. Seu desespero ajudava e muito minha brincadeira. "Vamos Auror, mostre-me do que você é capaz." pensei com um sorriso maldoso no rosto. Ele tinha que parar de tentar com a corrente, ele já havia superado essa parte, mas pelo jeito isso ainda não havia passado pela mente dele. Depois de várias tentativas de me acertar, deixei que acertasse meu braço e me livrei daquele maldito objeto irritante.

Assim que ele começou a tentar com o controle comecei a soltar Zoey mas sem que ele percebesse. Ela não merecia passar por isso, mas era o único jeito de eu conseguir o que eu desejava. Sorri quando vi o controle vindo em minha direção, mas antes que ele tocasse minha barriga, eu o explodi.
- Não achou que seria tão fácil assim, achou? _disse sem sair do lugar. Percebi que o desespero do auror se intensificava a cada segundo. Isso apenas me divertia. "Humanos são tão patéticos." pensei revirando os olhos quando ele localizou o copo. Esperei ele levantá-lo e mirá-lo em mim, parei o copo a centímetros de meu rosto e soltei a força que estava sufocando a ruiva. Sem nem precisar usar força estilhacei o copo e comecei a brincar com os pedaços no ar.

- Você acha que isso é muito? Vamos ver se sua namorada ficará bonita com todos os cacos em seu corpo. _disse começando a fazer todos os pedaços flutuarem em volta do corpo da ruiva. Ela alternava o olhar entre o escocês e a mim, com uma cara de puro pânico. Ri ainda mais com isso. Voltei minha atenção para o auror e vi o medo e o desespero tomarem conta de seu rosto. A ira e a fúria estavam estampadas em seus olhos. - Você tem dez segundos para evitar que os cacos invadam o corpo dela. _disse com um tom de ameaçador na voz. Eu não queria machucar realmente a garota, mas eu iria se precisasse.

Comecei a contagem mentalmente. Eu queria muito ver o que Ryan conseguiria fazer. Sentia seu poder se intensificando, mas isso pouco importava, ele podia ser o homem mais forte do mundo, mas se não aprendesse a se controlar e, principalmente, dominar seu dom, ele não seria nada.
"Vamos Suliver, você é tão forte quando meu Elijah, ou é apenas uma reencarnação fraca." pensei começando a descer os cacos rapidamente. Iniciei jogando alguns pedaços em volta da ruiva e isso fez com que o escocês perdesse a noção de tudo. Comecei a rir ainda mais alto e senti uma adrenalina dominar o corpo do auror. "Você é um inútil igual a todos em sua família." disse na mente do auror. Eu queria complicar ainda mais a vida dele. O tempo havia acabado e antes de jogar todos os pedaços em cima de Zoey eu falei - Esse é o amor que você sente pela garota? Acho que ele não te ama o suficiente, pois sequer se preocupou em lhe proteger. Sinto muito Zoey, mas eu cumpro com minhas palavras... e ameaças. _disse com um brilho de excitação no olhar.
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Re: Residência de Ryan Suliver [Vaduz | Liechtenstein]

MensagemEscocia [#121270] por Ryan Suliver » 11 Mai 2013, 02:54

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”Hey reject
Are you no one
Feel you nothing
You know I'll bet you think
You have a good reason to be living
In the limelight of the fortunate ones you know”

[“Fear” – Disturbed]

Nada parecia fazer efeito. A corrente, o controle-remoto, o copo...tudo o que Ryan tentou arremessar na vampira fez com que Zoey acabasse sofrendo desnecessariamente. E, naquele momento, Aalyah estava para enfiar os cacos do copo arremessado anteriormente na pele de sua namorada. Por mais que quisesse evitar isso, ele percebeu que suas opções estavam cada vez mais escassas.

”Você é um inútil igual a todos em sua família”, a voz da vampira ecoou em sua mente, e o rapaz sentiu suas mãos torcendo-se em punhos, suas unhas quase afundando-se em sua pele. Então um estalo correu o ambiente todo, e quando Ryan voltou-se para a fonte do barulho, percebeu num sobressalto que a mesa de centro estava rachada. Talvez isso fosse obra de Aalyah, mas o escocês duvidou muito que fosse, já que a vampira estava entretida demais tentando ferir Zoey e foi nesse exato ponto que ele viu sua maior chance.

”Foco, Ryan! Foco!”
Seus olhos captaram a figura de um cinzeiro de mármore posicionado numa estante logo acima da televisão. Embora Ryan não fumasse, o “enfeite” já estava no apartamento de Lyon e ele não teve escolha senão trazê-lo junto. Era pesado demais para que ele conseguisse arremessá-lo contra Aalyah. Seus olhos correram o local mais uma vez e a imagem rachada da mesa de centro lhe trouxe a solução: com um rápido aceno de cabeça, o auror conseguiu puxar o cinzeiro para cima da mesa, estilhaçando o tampo e espalhando uma miríade de cacos pelo chão da sala. Alguns deles estavam tão afiados que Ryan teve medo que sua oponente pudesse pegá-los primeiro e atirá-los em Zoey.

”Se você quisesse, já tinha feito isso.”
Ele sabia bem que a vampira poderia ouvi-lo e, naquele momento, nada disso importava. Focou seu olhar num caco com o tamanho de sua mão e então começou a atraí-lo para si. O pedaço de vidro começou a arrastar-se lentamente pelo chão e então ergueu-se em pleno ar, ainda na direção do auror. Ryan concentrou-se o objeto tentando evitar que o pensamento em Zoey lhe tirasse o foco mas, quando a garota soltou um grito de agonia, a concentração do escocês se foi e o estilhaço caiu no chão novamente. Seus olhos arregalaram-se de espanto quando notou um caco de vidro encrustado no braço de Zoey, e uma descarga de adrenalina e ódio tomou conta do corpo do rapaz. Encarou Aalyah, seus olhos faiscando de raiva, mas também sabia que não havia muito o que pudesse fazer. Encontrou outro caco de vidro e então tentou posicioná-lo próximo ao pescoço da vampira, mas o máximo de sucesso que conseguiu foi ver o pedaço de vidro atingindo a parede e então se desfazendo em uma miríade de cacos menores. Ele tentou mais uma vez e mais outra, ambas sem sucesso. Ryan sentia cada milímetro de seu corpo querendo explodir de agonia e ódio, sua mente incapaz de focar em qualquer coisa que não fosse a segurança de Zoey e isso impedia que ele pensasse com clareza. Somado a isso, Aalyah e sua constante pressão, vez ou outra invadindo a mente do auror para deixá-lo sob estresse intenso, próximo até demais de seu ponto de ruptura. O auror rilhou os dentes enquanto puxava o ar para dentro de seus pulmões e suas mãos pareciam cada vez mais apertadas em torno de si mesmas, a direita tremendo um pouco mais do que a esquerda.

”Agora você foi longe demais, sua cretina!”
Ryan focou seu olhar no que restou do tampo de vidro da mesa de centro e fez um esforço para erguer todos os cacos simultaneamente e então atirá-los contra Aalyah.
Os estilhaços começaram a se mexer, primeiro vibrando levemente e depois tremendo quase como se houvesse algo os chacoalhando, a melodia composta pelo clangor do vidro quase insuportável aos ouvidos do auror, mas ele não deu importância. O primeiro caco de vidro ergueu-se do chão, na altura da cintura do escocês, e então os outros ergueram-se junto, tilintando suavemente de encontro uns aos outros. Foi então que ele ouviu, mais uma vez em sua mente, a voz da vampira a desmotivá-lo e o grito de dor de Zoey.

– Mandei você soltar ela!
Mal terminou a frase e os cacos de vidro saíram voando na direção de Aalyah. A maioria transformou-se em pó antes de atingir a vampira, mas o último acabou por atingi-la na altura da coxa, e Ryan percebeu a raiva nos olhos da criatura anciã. Ele se permitiu um pequeno sorriso petulante e então suas mãos – escorregadias por conta do suor – relaxaram-se, os dedos balançando como se não tivessem ossos.
– Por que não tenta se resolver comigo, sanguessuga? – A petulância poderia custar-lhe caro, ele sabia disso, mas, naquele momento, seu objetivo primário era livrar Zoey de qualquer perigo. E então Aalyah poderia fazer o que quisesse com ele. Abriu e fechou as mãos mais algumas vezes antes de falar, enquanto sentia a sensibilidade retornando gradativamente às pontas de seus dedos.
– Por que não solta a Zoey e vem pra cima de mim? Ela não é importante para você. Por que fazê-la sofrer?
Ryan não notou que seu tom de voz havia se elevado. Mas notou – e com certa satisfação – que um porta-retrato flutuava a centímetros de seu ombro direito, saído da mesma prateleira de onde havia arrastado o cinzeiro de mármore.
”É tudo ou nada agora...”


Aprendizado de Característica

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Característica: Telecinésia

Terceira tentativa
Imagem

Imagem

There is no emotion, there is peace.
There is no ignorance, there is knowledge.
There is no passion, there is serenity.
There is no chaos, there is harmony.
There is no death, there is
the Force.
Ryan Suliver
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Re: Residência de Ryan Suliver [Vaduz | Liechtenstein]

MensagemEscocia [#121774] por Ryan Suliver » 22 Mai 2013, 01:02

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”Unannounced twister games,
All players with no names,
They lined up double quick,
But just one pogo stick,
Everyone gets to play,
Runaway, expose',
It was so exotic,
But just one pogo stick.”

[“Bounce” – System Of A Down]

Agora as coisas pareciam mudar. Se antes nada estava fazendo efeito, agora o caco de vidro cravado na perna de Aalyah parecia contar uma outra história. O porta retrato ainda flutuava a centímetros de seu rosto, e com um comando mental ele mandou o objeto na direção da vampira. Ryan nem parou para ver onde ou o que havia acertado com esse movimento, seus olhos já varriam o local em busca de outro objeto e, assim que ele encontrou uma réplica da Torre Eiffel em algum canto da sala, ele prontamente arremessou o objeto na direção de Aalyah.

Mas não parou por aí. Qualquer objeto que entrasse no campo de visão do escocês era prontamente arremessado na direção da vampira: copos, talheres, estilhaços de vidro, pequenos enfeites, chaveiros e lembrancinhas de viagens feitas há muito tempo voavam pela sala de estar, atingindo Aalyah e a parede em volta dela ou ricocheteando em alguma outra coisa e desaparecendo para sempre do campo de visão do rapaz. Um olhar por cima do balcão que separava a sala de estar da cozinha e uma dúzia de laranjas veio voando na direção do auror, e ele as direcionou para a vampira. Para cada laranja que a acertava, Ryan via três delas explodindo em pleno ar e transformando a sala de estar numa bagunça de objetos quebrados, lascas da parede e suco de laranja.


”Quero só ver quem é que vai limpar essa bagunça...”, pensou um pouco arrependido de atirar as laranjas, enquanto o ódio nos olhos da vampira só parecia aumentar. Mas ali ele também viu – ou pensou ter visto – um brilho de satisfação. Talvez ele realmente tivesse aprendido o que quer que ela quisesse que ele aprendesse, mas ele se permitiu um momento de arrogância em meio à sua fúria cega.
”É hora da sua ‘aula’, sanguessuga. Lição número um: ninguém machuca a Zoey e sai impune!”
A chuva de cacarecos continuou pela casa. Copos, enfeites, chaves e ninharias menores, todos voavam na direção da vampira e, repentinamente, o esforço todo pareceu demais para Ryan. O rapaz caiu de joelhos no chão da sala, ofegante, enquanto o suor escorria por sua testa e ele sentia como se tivesse sido surrado por dois trasgos bêbados. Firmando a palma de sua mão no carpete da sala, Ryan forçou-se a ficar de pé. Sua visão estava levemente borrada, e ele limpou o suor da testa com as costas da mão esquerda, enquanto seus olhos buscavam pela varinha de freixo, jogada em qualquer canto da casa.

”Droga...eu não devia ter forçado tanto...”
Sua cabeça latejava enquanto ele caminhava, cambaleante, na direção de Zoey. Aalyah já não era mais tão importante, apesar de ainda ser uma ameaça, especialmente com alguns cacos de vidro encravados em sua pele. O auror não tinha dúvidas de que a vampira iria querer retribuir o favor mais tarde, mas não deu importância a esse pensamento. O bem-estar de sua namorada era bem mais importante do que a ira da vampira.
”Além do mais, o que ela vai fazer? Me arremessar em algum canto? Eu ‘guento’ a pancada...”
Um sorriso cínico desenhou-se nos lábios do escocês enquanto ele caminhava na direção de Zoey, seus olhos lentamente retomando o foco da realidade. Será que a “aula” estava terminada?


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Quarta tentativa
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