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RAVE NA PRAIA

RAVE NA PRAIA

MensagemFranca [#193307] por Justice Jacobs » 21 Jul 2019, 01:14

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Justice Jacobs
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Re: RAVE NA PRAIA

MensagemFranca [#193308] por Justice Jacobs » 21 Jul 2019, 01:23

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      A brisa marítima acariciava-me o rosto, lembrando-me do que foi, o que é... E o que não mais será. A dor despedaçava-me o coração que apenas existia, inerte, um pedaço de carne cujo pulsar parecia ter sido deletado de suas configurações, apenas me lembrando dos motivos pelos quais um dia ele bateu tão forte quanto jamais o havia feito. Era como uma droga, depois de ter sido consumida uma vez, desejava-se mais e mais.... Não mais se sabendo quando parar. Mas a hora chegava. E por mais que você se diga tantas vezes que aquilo vai acontecer, não parece ter sido o bastante e você ainda arde em desejo por mais.

      Um sorriso nostálgico me preencheu as feições no momento em que meus olhos alcançaram o horizonte, inundando-me com suas lembranças na mesma intensidade com que as ondas quebravam ao atingir as pedras que lhe seguravam. Eu também havia quebrado perante suas carícias ousadas e promessas vazias, afinal, o maior problema de se usar uma droga é acreditar que se tem o controle. Você foi minha droga, minha ilusão perfeita que assim como tudo na vida.... Acabou. Acabou o relacionamento, acabou o amor que você dizia sentir por mim e me acabou no processo. A verdade é que eu não sei mais parar, porque você me viciou na doçura das suas mentiras sussurradas a luz da mesma lua que me fitava agora.

      As luzes brincavam entre as ondas, mesclando-se ao som intenso que agraciava meus ouvidos, elevando-me para outra dimensão, onde bastava fechar os olhos, entregar-me as sensações que pulsavam como as caixas de som o faziam com as batidas insanas. Candice jurava como festas eram a solução para o meu ‘problema’. Não acho que a música, a bebida e luzes ajudariam a curar as feridas que você deixou aberta em meu peito, no entanto, a energia gritante corroía meus poros, entranhando-se em minha pele, consumindo-a ao ponto de sentir meus pés se moverem sutilmente, seguindo o ritmo de forma absolutamente destrambelhada, afinal, você sempre foi a bailarina de nossa relação.

      Impulsionei a palma de minhas mãos contra a areia fina na intenção de erguer-me, melhorando, ou não, minha irmã gêmea ainda se encontrava completamente embriagada e sozinha em algum lugar daquela praia. Sorri, balançando levemente a cabeça quando eu a vi pela primeira vez. Eu poderia mentir, dizer que nossos olhares se encontraram e sentimos uma conexão imediata, mas a verdade é que eu nem ao menos consegui ver seu rosto porque ele logo se inclinou na direção da areia, liberando jatos do que acredito ser o efeito do excesso de bebidas consumida.
      .

      - Ei... -.Sabe o que as pessoas não lhe contam sobre o mundo das festas? Enquanto você está bebendo, muitos se encontram ao seu lado, sorrindo, tirando fotos, se envolvendo em linhas tênues de uma conexão fingida, porém, quando, por qualquer motivo, você não mais vibrava em suas frequências, era descartado como o copo que eles usavam para preencher seus vazios existenciais..- Respira -.Minha voz soou calma, ou pelo menos era isso que intencionava enquanto segurava seus cabelos azulados, afastando-os em um coque para que não fossem contaminados com a expulsão dos espíritos da alegria..

      Acariciei levemente suas costas, confortando-a, ainda que sem palavras. Não sei exatamente o motivo de ter feito isso, mas acredito que era exatamente assim que gostaria que tratassem minha irmã, caso ela precisasse, então, apenas continuei com o carinho.
      .- Eu vou pegar um pouco de água -.Avisei, pegando um prendedor de cabelo em minhas vestes, não era raro Candice precisar, utilizando-o para substituir minhas mãos. Suspirei, meio incerta, não me parecia legal deixa-la ali, por outro lado, ela realmente precisava se hidratar, só Deus saberia informar o que ela havia consumido. Olhei, rapidamente, para o estado em que ela se encontrava, finalmente me afastando, as pressas, para pegar uma água e uma fruta para ela..

      - Aqui, toma -.Ofereci, vendo que ela finalmente tinha parado de vomitar..- É só água, juro -.Sorri, delicadamente, a ajudando a se apoiar em mim para caminharmos para longe de todo aquele líquido expelido, não deveria lhe fazer bem ficar ali, além do mais, caminhar poderia ajudar a eliminar as toxinas de seu corpo. E, então, eu percebi que pela primeira vez em muito tempo você não se encontrava mais em minha mente, eu precisava cuidar dela, garantir que ela não seria abandonada naquela areia de sonhos e desilusões. A primeira vez que eu a vi, também foi a primeira vez que não vi você em cada pequena ação, acho que no fundo quem precisava agradecer era eu, não é mesmo?.


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