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La Cave

Descrição: A caverna

La Cave

MensagemFranca [#121414] por Mestre de Beauxbatons » 14 Mai 2013, 19:20

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No extremo oeste da ilha Beauxbatons, um belo e místico lugar se esconde. Irradiando um poder antigo e constante, resquício da força das deusas, La cave é um reduto misterioso e tranquilo, apresentando uma beleza natural singular. Rodeada por um desfiladeiro em três dos seus lados, La cave é um lugar de difícil acesso, semi-intocado, cuja melhor forma de ser acessado é através do rio que margeia sua entrada e parte de seu interior. O paredão de pedra, a água cristalina e os raios de sol controlados que penetram o lugar, fazem somente a visão de externa de La cave impressionante. À medida que a água margeia a entrada da gruta, um chão seguro de pedras começa a se formar sobre o cristal, oferecendo um reduto tranquilo aqueles que desejam relaxar ou apenas conversar sob o calmo som da água colidindo contra as pedras. Apesar do difícil acesso, para aqueles que conhecem o lugar, apenas uma certeza pode ser dada: Ir ali vale a pena.
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Re: La Cave

MensagemItalia [#124302] por Vito Villadesko » 22 Jul 2013, 20:24

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BAILE CLANDESTINO – A DUPLA REAL – CAP. 1


Já tinha se passado um mês desde a minha chegada a Beauxbattons e eu diria que a vida estava um tédio, isso se minha loira não tivesse voltado para meus braços. Porém, eu ainda precisava deixar minha marca naquele lugar, mas, para isso eu precisava da ajuda de meu melhor amigo. Por noite tramei isso com Phil. O príncipe sempre esteve em meu lado, assim como eu estava ao lado dele, até mesmo nas provas do Tribruxo. Tudo tinha que ser perfeito, aquela noite teria que ter o selo da “Dupla Real”.

Como quase sempre, em todas as festas que demos em Durmstrang, o dia anterior e o dia da festa era cansativo para nós dois. Claro, que contava com a ajuda de nossos súditos e eu, por minha vez, sempre tinha o apoio de Emma. Aliás, eu adorava aqueles bailes, porque sempre gostei de dançar com a minha loira. As noites sempre terminavam de uma forma mais quente, se é que me entendem.

Phil ficou encarregado de contrabandear a bebida, comida e contratar a banda que animaria nossa reunião. Eu por minha vez, com o cenário. Phil havia me indicado um lugar, uma caverna, acho que era isso e devo dizer que a ideia me animou. Bastaram algumas palavras e logo meus “seguidores” e alguns elfos doméstico enviado por minha tia Marichiella preparavam o lugar para receber os nossos convidados. Aliás, o boato do nosso baile já havia se espalhado pelos alunos das três escolas. Lembro-me da reação dos jovens de Durmstrang, no instante em que corujas invadiram o nosso acampamento, trazendo o convite do baile. Todos queriam saber quem era a “Dupla Real”, mas é claro, isso apenas seria um desejo.

Às sete horas da noite, a lua tomou conta do céu francês; A caverna estava preparada para um grande baile. Mesa com o mais variado tipo de comida estavam espalhado pelo salão da mãe natureza. Balões de todas as cores enfeitava o teto da caverna. Como consegui isso? Não gastarei meu tempo contado, apenas pessoas co a minha capacidade são dignas de tal poder. O momento se aproximava e não demorou a que nossos convidados chegassem. O show iria começar.

Todos estavam ansiosos, queriam saber quem eram os anfitriões. Mas esse segredo, talvez nunca fosse descoberto, ou seria? Uma fumaça branca invadiu o lugar e logo luzes tomaram conta do palco que havia sido montado próximo a uma parede, a mais bela, onde pedras preciosas estavam cravadas, pedras que nenhum homem seria capaz de retirar daquele santuário sagrado. O som se ergueu e logo a galera se animou, ovacionado a música que começava a tocar. A banda arranjada por Phelipe havia subido ao palco e sem mesmo dizer quem eram, deram inicio a uma coreografia, a qual era famosa pelo mundo tudo.

Vestido em ternos pretos, com máscaras, todos no palco davam seguiu as batidas da música, arrancando aplausos e gritos da plateia. As meninas surtavam, berrando de uma forma chata e até um pouco irritante, mas muito gostosa de ouvir. Por que digo isso? Ora, acham que Phil e eu não estávamos no meio da banda? Claro que estávamos e desempenhávamos nosso papel de tal forma, que nunca alguém desconfiaria de nós dois.

A música aproximava-se de seu final, momento em que uma explosão tomou conta do palco, ocultando por um momento os integrantes da banda. O que havia acontecido? Era hora de sair de cena. Phelipe e eu havíamos sido substituídos por outros dançarinos e agora estávamos prontos para apreciar a festa que com tanto esforço havíamos planejado. “ A Dupla Real” estava de volta.

Como era tradição, entrei na festa trajando minha farda militar, ostentando o nome da casa ao pertencia, a Rurikovich. Ao meu lado, de braços dados comigo, estava Emma, em um digno vestido vermelho, o qual realçava suas curvas. Phil também estava ao meu lado, acompanhado de uma garota, a qual eu não conhecia. Sorri para meu cúmplice ao ver nossos convidados empolgados com a banda que cantava e os envolviam em seu ritmo quente. Idiotas! Eram tão ingênuos que se quer notaram o que havia acontecido. Sorri de modo satisfeito, dando um doce selinho em minha loira.
– Que a festa comece! – Gritei para que todos pudessem ouvir, puxando Emma para a pista de dança, a qual havia sido improvisada num cantinho da caverna. O baile clandestino estava começando e aquela noite certamente entraria para a história dos Torneios Tribruxo. Duvidam?


Spoiler: Mostrar
Então galera, esse baile é uma parceria minha e da Luh. Todos são bem vindos para esse arco. Façam, postem o que achar melhor. É uma festa clandestina, por isso, tudo aqui está liberado. Pedimos que sejam coerentes em caso de ações mais quente entre casal, deixando pelo menos um aviso antes do post. Ah sim... Ninguém sabe que Thom e Phil estão por trás, exceto Emma e a convidada do príncipe. Também não sabem que eram eles dançando na primeira música. Fora isso, façam o que desejarem... Divirtam-se...
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Re: La Cave

MensagemItalia [#124489] por Jasper Bertolle » 29 Jul 2013, 17:38

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      DE VOLTA? #O1


                      No início da noite um leve assovio contrastava com os sons dos insetos noturnos, o marulho do grande lago e a incessante gargalhada de uma garota que caminhava mais a frente. Várias outras pessoas seguiam o mesmo destino, que pelo muito que lembrava iria até a uma das cavernas da ilha. Deixei que o vento levasse a fumaça de meu cigarro vagarosamente, sem pressa para compelir aquele veneno de meus pulmões. Eu gostava dessa forma para manter a calma, porque por mais que quisesse, aquela risada estridente da idiota ainda ecoava em minha cabeça.

      Era estranho estar ali outra vez. Na primeira noite de volta a Beauxbatons, não havia encontrado ninguém conhecido ainda e apenas estranhos, muitos deles. Idiomas estranhos e personalidades arrogantes. Com certeza eu estava no lugar certo, mas ainda não entendia aquele tesão todo em suas ações. Mais cedo enquanto caminhava pelos jardins, próximo ao hall de entrada, vi um jovem recebendo uma coruja – uma entre várias que coloriam o céu francês – e junto as suas patas esganiçadas se encontrava um bilhete, ou melhor, um convite. Me aproximei e por cima de seu ombro detectei uma atividade anormal. Sim, uma festa debaixo dos narizes dos professores, mesmo que longe da sede da instituição.

      Por sorte o pequeno era inglês, com sotaque impecável apesar da voz infantil. Arrisquei meu inglês enxuto para pedir-lhe o papel para ler mais precisamente. O outro me passou a folha dobrada em duas partes ao meio. Um sorriso escapou por meus lábios antes que pudesse responder.
      — Você não precisará disso meu caro. — Afaguei sua cabeça e empurrei o convite para o bolso de trás do meu jeans.

      E agora estava ali, caminhando para a tal festa, sem precedentes e parceria. Apenas o bom e velho Jasper displicente de sempre. Evitei deixar os pensamentos vagarem por muito tempo, por que daí chegaria a pensar nela e em todas as outras coisas que eu havia deixado para trás ao sair dali, nem mesmo me lembrando a data do fato. Apenas uma carta mudou a minha vida e tive que ver com meus próprios olhos. Pena que essa busca tinha demorado tanto assim. No mais, não vem ao caso agora.

      O caminho exaustivo já se encurtava e por sorte consegui me afastar do grupo tagarela. Coloquei as mãos no bolso do moletom e continuei caminhando. Estava com o mesmo jeans de mais cedo e um tênis qualquer. Não estava desarrumado, apenas nem ai com o “figurino” daquela festa clandestina. Qual a graça de fazer um evento desses, na surdina, se você não pode ir como quiser? Que seja. Acho que o bordado na parte superior da vestimenta, um “JB” desenhado perfeitamente alinhado próximo ao peito (lado direito), seria o suficiente para servir de credencial.

      Ninguém tinha me visto ainda desde que voltei mais cedo, então os sussurros de alguns alunos da Beuax me fez crer que a notícia iria correr rápido: Jasper voltou... Ou não.

      Deslizei pelo salão até encontrar a mesa com as bebidas. Ah sim, fazia algum tempo que estava limpo e precisava de um pouco de combustível se quisesse voltar a me divertir. A festa até que estava legal por enquanto. A decoração era aceitável, a música normal, só estranhando aquela boyband no palco. Passei os olhos pelo salão e me encostei num canto colocando uma das mãos de volta no bolso, e a outra segurando firme o copo que já se encontrava pela metade no primeiro gole.

      Então, onde estão todos?



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Re: La Cave

MensagemFranca [#124498] por Melanie Blanch » 29 Jul 2013, 21:30

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♥ ♥ ♥ Baile Ilegal ♥ ♥ ♥
♥ ♥
Parte 01 ♥ ♥


- Maldita coruja estúpida. Por que tinha que me acordar? _reclamei com a coitada que carregava uma carta. Tudo bem que ela não tinha culpa, o infeliz que a mandou sim era o responsável por ela me acordar tão cedo. Em falar nisso que horas eram? - Ai caramba! A Angelien vai me matar! _gritei comigo mesmo enquanto pulava da cama e começa e procurar minhas coisas. Havia combinado com a professora de me ensinar alguns feitiços e já estava atrasada. Bronca seria pouco. Ela iria me matar, isso se não me transformasse em algum bicho feio. "Ninguém merece essa ruiva de mau-humor." pensei enquanto corria para encontrá-la em sua sala. Por sorte havia deixado minha mochila pronta, o que economizou e muito meu tempo. Nem tive tempo de ler a carta que havia recebido e pelo jeito só o faria quando minha aula terminasse. Só torcia para que Angelien estivesse de muito bom humor.

[...]


Eu teria uma conversa muito séria com esse tal de Joseph Bandaid ou sei lá seu nome. Ele é o namorado da Angel e não tira esse mal humor dela. Deusa! Ela só faltou me fazer de lanchinho. Minhas orelhas devem estar vermelhas e enormes, de tanto que eu ouvi ela falar e também me puxar. Se fosse qualquer outra pessoa eu provavelmente teria batido e falado um monte, mas com a Angel, bem eu não teria coragem. Entenda, ela é louca! Eu que não iria tentar algo contra ela, vai saber do que ela é capaz. Gosto de viver e também ficar com meu corpinho inteiro. "E algo me diz que ela iria adorar me fazer de mira." pensei enquanto ia para o banheiro. Precisava de um banho urgente. Mas eu tinha a sensação de que estava esquecendo alguma coisa. A CARTA! Lembrei da coruja e comecei a procurar a carta que ainda não havia lido.

Encostei-me na parede do banheiro e comecei a ler a maldita carta.
- Um baile clandestino? Isso eu não vou perder por nada. _falei sozinha enquanto guardava a carta de volta na mochila e entrava no banho. Pelo horário que estava escrito eu ainda teria tempo de procurar alguma coisa pra vestir. Mas teria que correr para fazer outras coisas. "Por que essa tal de 'Dupla Real' não avisou antes?" me perguntei sentindo raiva desses dois. Eu teria apenas horas para procurar algo decente e me arrumar inteira. E pra piorar, não conseguiria falar a tempo com Matt e muito menos com Thomas. Ou seja, teria que ir sozinha. Mas se eu recebi a carta, provavelmente os dois também teriam recebido, não apenas eles, mas todas as minhas amigas morriganas. Então ficaria sozinha por pouco tempo e mesmo que elas não fossem, eu sou Melanie Blanch Marchand, conseguiria arrumar alguém pra me fazer companhia por bem ou por mal.

Tomei um banho rápido e corri para meu quarto. Comecei a procurar um vestido entre minhas roupas e achei um perfeito. Curto e tomara que caia. Num tom de rosa que parecia ser roxo. Nunca entendi isso de cores, mas no momento não iria me preocupar com isso. Vesti o vestido, peguei uma sandália emprestada de Beatrice, sem ela saber, e deixei meus cabelos meio preso e meio solto, todo enrolado. Prendi a presilha que havia ganho de Phelipe no cabelo e me olhei no espelho.
- Linda, como sempre! _falei sozinha indo procurar a maquiagem. Estava perdendo tempo e chegaria atrasada. Me maquiei rapidinho e sai do quarto deixando um rastro de perfume pelo caminho. A tal festa iria acontecer na caverna da Ilha e só de andar até lá iria perder mais tempo ainda. "Juro que vou matar essa maldita Dupla Real." pensei enquanto andava pelo castelo. Pude perceber uma certa movimentação dos alunos e aquilo me animou. Máscaras iriam cair hoje.

Andei até o lugar e fiquei impressionada com a beleza. Ainda não conhecia todos os lugares de Beauxbattons e ficava maravilhada sempre que descobria um lugar novo.
- Mas que raios tá acontecendo?_perguntei sem ter uma pessoa certa quando uma fumaça idiota começou apareceu. Atrás dela surgiu um palco com uma banda dançando. Não posso negar que essa Dupla Real mandou muito bem, principalmente depois de ver os caras que estavam dançando. Sério! Que bom gosto. Me animei ainda mais e tinha vontade de dançar, mas ainda não havia visto nenhum conhecido. "Será que ninguém recebeu convite?" me perguntei andando até perto de uma mesa de bebidas. Estava com sede, essa 'pequena' caminhada havia me cansado. Peguei um copo de, ah sei lá, era alguma bebida que tinha cheiro de morango e olhei em volta até localizar um garoto sozinho.

Eu que não ficaria ali sozinha. Segui até o garoto e ergui uma sobrancelha enquanto caminhava. O menino estava com um moletom. Sério! Esse menino é o que? Doido? Eu até ia desistir e ir para outro lugar, mas algo me chamou a atenção nele. Me parecia familiar. Isso foi o suficiente para aumentar minha curiosidade e fui até ele.
- Licencinha! _falei ficando em frente a ele. A reação do menino? Sei lá. Ele parecia estranho e sequer consegui identificar sua fisionomia, isso graças a maldita fumaça que parecia me seguir. - Você não me é estranho, te conheço? _perguntei e tomei um gole da bebida que ainda não havia descoberto o que era. ECA! Tem gosto de álcool. Fiz cara feia e engoli o líquido que desceu quente em minha garganta. Precisava lembrar de ficar longe de tudo que tivesse cheiro de morango. Nem prestei atenção no que o menino falou, joguei o copo num canto qualquer e voltei minha atenção a ele. - Quer dançar? _nem sei por que eu perguntei isso, mas agora já era. Se ele não quisesse, bem, ai eu teria que arrumar outra companhia.


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Re: La Cave

MensagemItalia [#124516] por Jasper Bertolle » 30 Jul 2013, 12:13

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      DE VOLTA? #O2

                      Festa estranha com gente esquisita. Era como eu conseguia descrever aquele lugar repleto de crianças e adolescentes com hormônios preenchendo todo o ambiente. As garotas pulavam e gritavam para o grupo que se apresentava no palco, enquanto a maioria dos garotos estava pelas paredes. Um pé ia à parede, uma mão no bolso e a outra segurava o copo; a cabeça balançava-se no ritmo da música. Havia uma sincronia tremenda entre todos, o que me fez perceber que estava exatamente igual. Deuses! Tirei a mão do bolso para puxar outro cigarro. Bom, estava numa caverna e nesse caso não encontrava qualquer sinalização que indicasse que era proibido fumar.

      Eu apostava mentalmente – comigo mesmo – que o organizador, ou organizadores, daquela festa não eram membros da Beauxbatons. Em todos esses anos como aluno, nunca tinha ido para uma festa tão bem organizada assim, fora dos padrões da excelência francesa em pompas. Será Hogwarts? Ouvia algumas coisas interessantes sobre aquele lugar e até pensei em cursar um ano por lá. Lembrava da visita que tinha feito há alguns anos as redondezas da Escola Inglesa, que acabou com sexo na rua. Bons tempos.

      No mais queria parabeniza-los. Tudo estava em ordem, e ai estava um problema pra mim. Ordem? Não sei se estava apenas no início, mas aquilo começou a me deixar desconfortável. Quando você estuda numa escola em que organização é palavra-chave do ensino, começa a criar certo repudio com essa determinação. Por tal, eu esperava um pouco mais de, digamos, descontrole! O ponche estava batizado, haviam várias bebidas alcóolicas ali, mas ninguém estava ficando mais alegre do que o normal. Um ou outro corriam pelo salão com garrafas na mão.

      Tudo bem, vamos esperar mais um pouco e ver o que acontece. Ainda estamos no início, não seria tempo suficiente para ver um striptease.

      Foi quando já terminava todo conteúdo de meu copo que uma criatura se aproximou de mim. Estava curiosa. Seus olhos minúsculos por trás daquela fumaça toda brilhavam como uma excitação contagiante. Sua voz tentou se sobrepor ao barulho da música e das pessoas, me fazendo semicerrar os olhos para poder enxerga-la mais nitidamente. Pelo tamanho, além do desprezo considerável por bebidas, logo me fez definir: caloura, novata, franguinha, primeiranista.

      Pensei comigo, era isso que eu ia querer para aquela noite? Sentar num canto com aquela pequena infeliz e conversar sobre seus problemas em conhecer pessoas? Será que ela tinha ao menos algum amigo imaginário com quem conversar a noite? Não que me importasse muito, mas sentia um pouco de pena. Não tanta pena assim ao ponto de estragar minha noite, mas de dar alguns galeões para comprar um livro e viver num mundo de fantasias. Lá deveria ser um porto seguro para a jovem, não ali com uma pessoa que tinha “depravado” como nome do meio.

      Voltou a falar e fiz um pouco de esforço para manter a atenção nela.
      — Bem, não faço a mínima ideia de onde você me conhece. Mas, vejo que é caloura, o que me faz crer que deve ter ouvido algumas histórias sobre mim. — Prepotência? Claro. — Devo alertar que a maioria delas é verdadeira! — Sorri maroto. Falar de mim era uma coisa que eu realmente gostava, melhor ainda era ouvir alguém falando. Aquele discurso tinha sido apenas para mim, mesmo que a outra não tivesse prestado muita atenção. Era bom falar de novo, quase perdi a noção de como se mantinha um dialogo com alguém, além de subornar ou chantagear pessoas para obter informações sobre o paradeiro dele... Ele. Muito o que fazer ainda nesse caso.

      — Dançar? — A coisa mais normal do mundo agora me parecia bem estranha. Uma desconhecida, primeiranista, sozinha numa festa como aquelas, chamando um veterano pra dançar. — Eu não danço. — O que não era bem verdade, mas fazia tempos que não praticava essa arte tão sóbrio. — No entanto, se me der licença. Eu já volto. — Sai andando em direção a mesa de bebidas.

      Virei garrafa por garrafa com um liquido amarelo envelhecido verificando seus rótulos, até que me deparei com uma bela e deliciosa garrafa de tequila.
      — Por Mélusine. — Sorri. Coloquei uma primeira dose num dos poucos, um shot avantajado demais! Logo entornei o conteúdo do copo e preenchi outra dose no mesmo estilo. Para dentro! Quando estava realmente calibrado por aquele maravilhoso liquido, peguei outro daqueles copos vermelhos e preenchi com o ponche.

      Voltei para onde havia deixado à garota, numa das mãos estava o meu copo e no outro uma bebida mais amena preparada às pressas ali mesmo: kiwi, gelo, iogurte natural e uma dose pequena de vodka. Passei o copo com a mistura para a garota.
      — Pegue e me siga! — Passei andando para o centro da caverna onde a maioria das pessoas dançava. Comecei a me mover lentamente acompanhando com os pés a batida da canção. Era bem animada e isso ajudava meu corpo a absorver o álcool. Ergui o copo no início do que seria o refrão, que viria seguido de uma batida mais forte e cheio de sonoridade dançante. Apontei para a menina que me acompanhava a frente e cantarolei uma frase com o sotaque italiano sobrecarregando o inglês. Merlin, isso era Daft Punk? Sorri.

      Pulávamos balançando o corpo como duas crianças que ganharam seus presentes de natal. Estava começando a ficar bem quente ali e o suor escorreu na testa! Eu estava dançando com a caloura de forma tão envolvente, que poderíamos causar inveja nas pessoas ao redor. Virei o copo de uma vez! Arremessei a um canto no instante em que o refrão se repetia.
      — A proposito, me chamo Jasper Bertolle! — Me apresentei enfim.


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Re: La Cave

MensagemAfrica do Sul [#124524] por Emma Carter » 30 Jul 2013, 17:54

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Baile! #001



Quanto havia sentido falta daquilo! Durante o ano que passou fora, cuidando de sua mãe, seu pensamento sempre acabava debandando para o colégio e como estariam seus amigos queridos ou se seu namorado já havia lhe substituído. Já havia descoberto que apesar da distancia e do tempo, Vito havia lhe esperado, e só essa noticia havia tirado um peso de um hipógrifo de seu coração. E naquele instante, enquanto gargalhava com suas amigas, se pondo a par de tudo que havia perdido, percebeu o quanto ansiava poder voltar para aquele meio.

Naquela noite algo especial aconteceria. Vito havia andado bastante secreto durante a semana, e isso nunca era sinal de coisa boa. Dessa vez, o que ele andou aprontando foi uma festa secreta. Sim. Mais uma vez eles correriam o risco de serem expulsos, e ela mal havia acabado de voltar! Apesar disso, nada como uma dose de perigo para animar a vida de uma adolescente, então todas as meninas estavam guinchando de animação, enquanto se arrumavam e fofocavam sobre os estrangeiros mais gatos que tinham em Hogwarts e Beauxbatons. Obviamente Emma acabou sendo intimada a dar sua opinião. Rolando os olhos ela respondeu.
“Vocês sabem que eu só tenho olhos pro lindo do meu namorado...” Obviamente suas amigas não aceitaram a resposta de maneira alguma, e lhe lançaram travesseiros até ela completar. “Okay! Eu realmente queria poder voltar alguns anos no tempo, porque aquele Lucian da casa amarela de Hogwarts é um GATO!”

Outra roda de risadas, guinchos e confirmações, e ela balançou a cabeça enquanto terminava a maquiagem. Só esperava que aquela brincadeira não chegasse aos ouvidos do Vito. Do jeito que seu namorado era ciumento, era capaz de brigar com ela só pelo comentário. Não é como se ele fosse um santo e não achasse outras meninas bonitas, afinal, nenhum dos dois estavam cegos, mas o ciúme poderia fazê-lo esquecer esse detalhe. Por sorte, essas conversas entre meninas dificilmente saiam para além do quarto. Todas elas acabavam falando uma coisa ou outra que poderia ser usado contra elas num futuro próximo.

Quando por fim ficaram prontas, bastante tempo depois, seguiram para a tal festa clandestina. Com seus cabelos bem arrumados e seu vestido vermelho, a rurik estava arrasando, e com sua alto-estima lá em cima. Com o bom humor em que se encontrava caso não fossem pegos e expulsos, Vito tinha grandes chances de se dar bem no final do baile. Seu batom vermelho ajudava a se sentir poderosa – toda mulher sabe o poder de tal maquiagem, e foi sentindo-se assim que ela entrou na caverna. Não podia negar que o namorado havia feito um ótimo trabalho. Uma pena que tinha que manter o autor da obra em segredo.

Suas amigas acabaram se espalhando pelo local, encontrando conhecidos ou indo investir na pista de dança, e Emma resolveu pegar algo para beber e ocupar suas mãos enquanto Vito não aparecia. Sem duvidas iria fazer algum tipo de entrada triunfal, e ela não se decepcionou. Uma banda começou a tocar e ela passou a mover o corpo no ritmo, enquanto bebia uma cerveja amanteigada. Nada de começar com bebidas fortes ou ela não iria conseguir aproveitar – ou se lembrar – de nada que acontecer na festa.

Quando a primeira musica estava chegando ao fim, ela saiu da caverna e foi de encontro ao namorado, como haviam combinado. Sorriu ao ver que ele trajava a farda militar, e balançou a cabeça, pensando que certas coisas nunca mudariam. Ele estava com um ar esnobe, e ela riu enlaçando seu braço no dele e sussurrando no seu ouvido.
“Belo trabalho, lindão.” Entraram no salão de maneira teatral, e a loirinha riu ao ser puxada para a pista de dança, fazendo questão de deixar a garrafa de bebida em alguma mesa alheia – Vito pegaria algo para eles beberem. Como a musica não era romântica ou lenta, ela deixou que o rapaz lhe abraçasse por traz, de forma que os dois estivessem assistindo a banda.

Emma sorriu, e gritou em direção ao palco, se balançando quando a próxima musica começou. Inclinou-se no peitoral de Vito e olhou pra cima, deixando que seus olhares se cruzassem. Ainda não havia matado toda saudade que sentia de seu príncipe, e só de estar tão pertinho dele já lhe deixava sorrindo atoa. Mordeu o lábio do rapaz, e sussurrou.
“Eu amo você.” Não sabia no que aquela festa ia dar – com sorte, vários babados. – Não sabia se seriam pegos e expulsos. Mas naquele instante, nada importava. Ela estava feliz.


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Re: La Cave

MensagemFranca [#124526] por Melanie Blanch » 30 Jul 2013, 18:26

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♥ ♥ ♥ Baile Ilegal ♥ ♥ ♥
♥ ♥
Parte 02 ♥ ♥


Devo dizer que fiquei impressionada com o garoto. Além de estar vestido com um moletom ele não dançava. Que pessoa nesse mundo não dança? Isso é uma coisa completamente anormal. Mesmo que a pessoa não saiba dançar, ela pelo menos tenta. Opa, peraí. Será que ele não sabia dançar? Olhei com mais atenção para o garoto e percebi que ele devia estar tentando arrumar uma desculpa para eu sair. "Garotos mais velhos, tão típico isso." pensei quando estava para deixá-lo. Só não o fiz porque ele falou, ou melhor pediu licença e saiu. Fiquei petrificada. Como assim? Isso lá é modo de dispensar uma loira igual a euzinha aqui? Revirei os olhos e por alguma razão fiquei onde estava. Segui o garoto com o olhar até ele chegar na mesa de bebidas. Mas é claro. Pelo jeito conforme as pessoas crescem, acabam criando um gosto por bebidas que vai além da minha compreensão. Será que um dia eu vou acabar gostando de álcool? ECA! Provavelmente não.

Prestei atenção em cada movimento do garoto, que a propósito não sabia o nome. Isso esta começando a virar costume. Todo baile que estou indo, acabo conhecendo um garoto mas o nome da criatura que é bom? Nada. Precisava mudar imediatamente esse costume irritante. Não podia ficar criando apelidos a torto e a direito para todo garoto que eu conhecia. Apesar de que, a culpa não foi exatamente minha, eu ia perguntar o nome do Ogro no baile, mas do nada brotou uma garota e deu um murro nele, como que ele iria me responder? De qualquer forma, esse outro garoto que me largou pra pegar bebida, não me é estranho. Já devo tê-lo visto em algum canto de Beauxbattons. Só não me lembro onde.
"Preciso aprender a prestar mais atenção nas coisas." pensei enquanto minha mente viajava para outro lugar.

Assustei quando o garoto voltou. Com dois copos de bebidas. Nem preciso dizer que um deles era pra mim. Peguei o copo e olhei dentro dele.
"É bom que ele não tivesse enfiado nada de morango ali dentro, ou eu juro que jogo isso na cara dele." pensei enquanto sentia cheiro de kiwi. Não posso negar que o cheiro estava delicioso e senti minha boca salivar. Tomei um gole da bebida e segui o garoto. O por que? Nem eu mesma sei, simplesmente o segui até onde os alunos dançavam. Comecei a dançar segurando o copo e torcendo para não derramar a bebida que estava ali dentro. Dei risada quando ele começou a cantar com a música e senti minha empolgação começar a se espalhar por meu corpo. Cantei junto com ele a música e com tantos outros que também gritavam as letras das canções.

Já tinha terminado minha bebida e largado o copo em algum canto há algumas músicas. Meu corpo estava em êxtase e nunca havia me sentido tão bem. Podia jurar que nós dois eramos o centro das atenções, principalmente por conta da forma que dançávamos. Nem me importava com isso, a vergonha já havia sumido de meu corpo. Se eu não estivesse tão perto dele, não teria ouvido suas palavras, ou melhor seu nome. Jasper Bertolle. Eu sabia que eu o conhecia. Ele é um azul.
- Você é da Mélusine. _falei um pouco surpresa. Como eu podia não ter reconhecido? Já havia visto fotos dele e ouvido conversas de várias garotas mais velhas. E devo dizer, nem tudo são coisas boas ou bonitas. "Isso é bem interessante." pensei enquanto o ritmo da música mudava. Tinha alguma coisa que eu estava esquecendo. Algo importante. Ah, se fosse realmente importante eu teria lembrado. Não iria discutir sobre casas ou quadribol. Eu iria aproveitar, afinal, agora eu sabia quem ele era.

- Sou Melanie Marchand, mas pode me chamar apenas de Mel. _me apresentei enquanto meu corpo se aproximava mais ao do garoto. Não sabia exatamente porque estava fazendo aquilo, mas diria que é culpa da música. Sempre me empolgava quando dançava e por estar sendo acompanhada por Jasper, a coisa só continuou. Sei lá. Parecia que ele não se divertia há muito tempo, ou algo parecido. Podia ver e sentir como ele estava, feliz? Contente? Não sei exatamente qual palavra usar, mas devo dizer que gostei do que vi. - É impressão minha, ou você quer ser o centro das atenções? _perguntei dando uma risada. A razão de eu ter feito essa pergunta? Simples. Que mal há em ser o centro das atenções numa festa? O que eu ia acabar perdendo? Que eu saiba, nada.



Interação: Jasper Bertolle
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Re: La Cave

MensagemInglaterra [#124586] por Sean Dewey » 31 Jul 2013, 21:23

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Os últimos dias estavam sendo diferentes para Sean tudo lembrava o tempo que estudava e precisava das notas para passar de ano, lembrava de que odiava pegar nos livros, por isso muitas vezes fazia sua lição junto a Emma, a qual fora criado junto. Ela sim gostava de estudar e ler bons livros, mesmo assim Sean conseguia com artimanha tirar algumas notas melhores do que ela, e com isso eles brigavam. Uma dessas brigas havia sido feia e algum tempo eles ficaram sem se falar. Mas o tempo concerta as coisas mesmo que da pior maneira possível.

Só o tempo pode arrumar as coisas, e Sean sabia muito bem disso. As vezes ele se dava um tempo sentava apenas com seus pensamentos e uma boa cerveja amanteigada. Ele encontrava-se sentado apreciando essa boa cerveja amanteigada bem gelada, gole a gole, a mistura do doce leve e o sabor da cevada no final amargando um pouco, uma mistura perfeita. Ali sentado estava longe cada gota que escorria pelo seu copo era acompanhada pelos olhos rápidos do rapaz.

Estava em Beaux gostava do Torneio que estava acontecendo, uma pena seu primo ter sido eliminado logo nas primeiras etapas, mas continuaria ali para ver o grande ganhador. Estranhou uma voz na suas costas, ele não fazia mais parte de Hogwarts e até onde sabia não precisava voltar, logo não era com ele. Foi isso que Sean pensou.

Era com ele mesmo que estavam falando? Não conhecia aquela voz, então não deu a mínima, continuou ali apreciando sua bebida, olhou para o lado tinha outras pessoas por ali. Certamente não seria com ele. Apesar de que escutou o acento ao seu lado ser ocupado por alguém, um perfume feminino, só não sabia quem, olhou por cima do braço apenas mostrava os olhos verdes e, uma garota sentava-se ao seu lado pele alva, cabelos escuro e cumprido, com um olhar angelical, ela parecia ter um sorriso no rosto, encantadora. Mas ao ver que não conhecia a garota Sean voltou a atenção para o seu copo de cerveja suado. Não estava a ignorando, apenas não a conhecia e pelo jeito ela também não o conhecia. é ele tinha ignorado a garota, que coisa mais..... tststs preciso dar uns toques para o Sean....

Alguma coisa chamou atenção de Sean para a garota, ela havia falado baixo o nome de seu primo e como eram parecidos estruturalmente ela deveria ter confundido. Certamente ela se confundiu.


- Olá, acho que me confundiu com o meu primo - Ele olhou para ela com um sorriso no rosto - Esta servida? - não podia perder os bons modos - A propósito Sean Dewey... - ela se apresentou - Prazer! A propósito quer uma cerveja?

Ela se desculpava da confusão, mas realmente eram até que parecidos, dava um ponto para ela, Sean sorria ao falar com a garota. Mas o convite para a cerveja ela havia recusado, um bola fora de Sena, a garota não bebia. É rapaz estava perdendo a pratica.


- Ah não se preocupe, só matando o tempo, pode atrapalhar sempre que quiser esses momentos. - ao falar Sean sempre olhava profundamente nos olhos das pessoas - Desculpe pela bebida, mas se quiser um suco ou qualquer outra coisa não se acanhe. - Ela realmente negou a oferta de Sean, mas perguntou de seu primo.

- Bem eu não sei exatamente se ele já foi ou esta sendo um fora da lei como alguns alunos que não quiseram voltar. Porque quer mandar algum recado à ele?

Docemente ela falou de uma festa, indicou o local e todos os detalhes. Não parecia o tipo de festa que uma escola prepara, mas sim dos alunos. Quando ela se retirou foi extremamente cavalheiro, levantando-se junto e a acompanhou até a porta de saída. Voltou para o seu lugar e um sorriso malandro apareceu no rosto de Sean.

Estalou os dedos, em um único gole terminou sua bebida, jogou duas moedas sobre o balcão e outra na mão do homem que lhe atendeu. Saiu dali sentindo-se como um aluno, lembrou dos tempos de Hogwarts e as festas não totalmente autorizadas pela direção. Havia sido convidado, quer dizer seu primo tinha, mas era da família e a herança ficou.

Poderia chamar a Emma para ir comigo? Mas será que ela aceitaria? Não custa tentar

Sean estava todo pomposo para ir ao baile, festa, vulgo clandestinidade e claro. Não estava a Black tié, sequer passava perto, o jeans certamente não era um traje Black tié. Estava cheiroso, tinha passado avanço para as mulheres avançarem, só que não, conferiu o visual no espelho estava gato, mandou uma piscadela para o espelho e saiu.

Estava mais perdido que cebola em salada de frutas, caminhava pelo caminho que a garota havia falado, lembrava bem dos detalhes para conseguir chegar onde queria. Sean tinha um bom senso de direção e logo estava ali, certificou-se que não estava sendo seguido, não estava. Ao entrar viu que já tinha algumas pessoas dançando animadamente outras pareciam estar conversando.

O inglês passou perto da mesa de bebidas e ali pegou um copo que bebeu rapidamente para apenas aquecer e mostrar que estava pronto para o balaco Baco.

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Sean Dewey
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Re: La Cave

MensagemHolanda [#124606] por Lizzie von Wangüuk » 01 Ago 2013, 04:03

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Fala
Narração
Pensamento
Fala de outros

❅ ❅ ❅ Baile ❅ ❅ ❅
❅ ❅
Parte 01 ❅ ❅


Já fazia um tempo que estava em Beauxbattons e tirando as aulas e as atividades para os alunos, não havia muito que fazer. “Pensei que teria algo mais divertido para fazer.” Pensei enquanto me sentava na cama. Iria me encontrar com Auriel antes de tomar o café e só aquilo me faria realmente sair da cama. O corvino conseguia fazer coisas que ninguém mais conseguia. Quando ia levantar da cama vi uma coruja vindo em minha direção. Não posso negar que achei completamente estranho, mas poderia ser alguma coisa vinda de papai ou Zoey. Peguei a carta que a coruja segurava com a patinha e abri. Era sobre um baile ilegal que aconteceria naquela noite e com toda a certeza eu iria participar. Há dias venho querendo algo diferente e com toda a certeza faria Auriel ir comigo.

Levantei até mais feliz e corri para me arrumar. Encontrei com o corvino conforme combinado e já fui mostrando a carta.
– Nós vamos, né? _perguntei dando um beijo em sua bochecha. Meio relutante o corvino aceitou e aquilo foi motivo para me deixar mais alegre. – Te encontro aqui mais tarde, ta bom? Meia hora antes da marcada na carta. _falei e sai correndo. Precisava me arrumar e o principal. Encontrar o que vestir. “Ai Zoey, onde você se enfiou agora?” me perguntei enquanto voltava para meu dormitório. Precisaria fazer alguma coisa para ficar linda para Auriel. Talvez até fosse fazer algumas comprinhas na França. Não iria ter nada para fazer mesmo e já faz tempo que eu não compro coisas novas. Já havia me decidido. Iria fazer compras e iria procurar um vestido lindo.

[...]


- Ai droga, estou atrasada. _falei comigo mesma enquanto terminava de passar brilho em meus lábios. Havia rodada a França inteira em busca de um vestido lindo e quando já havia desistido encontrei. Azul claro, quase no mesmo tom dos olhos de Auriel. Frente única e curto. Havia ficado linda e tenho certeza que chamaria a atenção do corvino. “Só espero que ele goste tanto quanto eu.” Pensei enquanto ia me encontrar com o garoto. Logo pude reconhecê-lo embaixo da arvore que havíamos combinado mais cedo. – Me perdoa, perdi a hora. Nossa você está lindo. _falei quando cheguei perto dele. Pude vê-lo corar e sorri com isso. Eu definitivamente amava quando ele ficava sem graça ao meu lado. Me sentia bem. Normal. Adorava Auriel e tudo o que vinha dele. – Bom, vamos para a festa? _perguntei entrelaçando nossos braços. Não queria chegar mais atrasada do que estava.

Pelo caminho encontramos vários outros alunos, das três escolas. Fomos conversando e minha animação só aumentando. Não posso negar que estava super curiosa para saber quem era essa tal de “Dupla Real” que havia organizado esse baile, mas algo me dizia que não iria ficar sabendo.
“Só espero que não tenha apenas bebida.” Pensei já ouvindo música. Isso é o que da ficar me arrumando e chegar atrasada. Perdemos a entrada triunfal do grupo que dançava no palco, mas pelo menos estávamos lá. Depois da grande apresentação fui com Auriel até o centro da pista de dança, ou algo assim. Eu adorava a música que a banda tocava e não conseguiria ficar parada. – Vamos Auriel, quero ver você me acompanhar. _falei dando risada. Podia perceber que o corvino estava meio deslocado, mas iria mudar essa situação. Afinal, somos crianças, temos que nos divertir, certo?



Interação: Auriel Suliver
Vestido da Wendy: http://www.vestidosevestidos.com/wp-con ... -claro.jpg
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Postado Por: Niica.


Re: La Cave

MensagemInglaterra [#124616] por Allan Cromwell » 01 Ago 2013, 14:28

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Le cave – Festa Clandestina I
Legenda:
Narração, Allan Cromwell.


Sabe, normalmente eu não me submeto a esse tipo de eventos. Hoje, contudo, minha pré-disposição era outra. Voltemos ao início de tudo...

Estava eu em minha grande afluência de amigos - sqn - caminhando por entre as belas e enfeitadas vielas de Beauxbatons até que as corujas decidiram irromper de todos os lados. Corujas brancas, negras, marrons, coloridas, enfim, uma infinidade de pontos voadores que coloriam o céu da escola francesa. Cartas, mensagens, embrulhos, enfim, tudo chegava em mãos aos alunos das três escolas por conta do Tribruxo. É bem verdade que recebi de minha mãe um bilhete um tanto quanto interessante, relatando alguns crescimentos nos negócios de poções que a família empreendia em uma comunidade trouxa, na Inglaterra. Como diz o ditado, na terra de cegos, quem tem um olho é rei. Na terra de trouxas, quem possui magia é quase que um imperador.

Notei, no entanto, entre meus pertences um pequeno envelope mal embrulhado e franzi o cenho. Abri-o com certa cautela e passei os olhos pelas letras garrafais que ali existiam. Era um convite. Não simplesmente um convite qualquer: era uma festa ilegal.

No mesmo momento, perguntei-me quem teria sido o esperto que havia me convidado para algo ilegal, o que aos meus olhos era praticamente inadmissível. Contudo, girei os olhos por todo o ambiente e vi que muitos eram o que haviam recebido o convite. Seria, no mínimo, curioso o que ali poderia acontecer. A menos, é claro, que a organização clandestina fosse descoberta e todos que ali estivessem fossem detentos por uns bons e muitos anos. Ainda assim, valia a pena a aventura.

Os inconfundíveis olhos azuis observavam meu reflexo no espelho já na sala comunal. Para a festa clandestina, ousei usar algo mais casual, limitando-me ao jeans e uma camiseta mais descolada. Por fim, acrescentei meu sobretudo que muito chamava a atenção - vide sign - e segui, sorrateiramente, o caminho indicado para a festa. Enquanto seguia o caminho, observei alguns rostos conhecidos e deixei escapar um sorriso de leve. A noite seria interessante, não é mesmo?

Caminhava, caminhava, caminhava, seguindo as direções indicadas no bilhete. Jamais estivera naquele local. Era, contudo, esplêndido. As cavernas de Beauxbatons faziam jus ao lado francês que possuíam. Quando, por fim, cheguei ao lugar estipulado para a festa, meus olhos saltaram. Aquilo estava mais do que infestado por alunos de ambos os países. Parecia um evento oficial do Tribruxo. A iluminação estava ótima e a banda já estava a tocar. Vi a ovação de muitas, o que, na minha opinião, era exagerada demais. E, por fim, após a apresentação, tudo estava na mais perfeita desordem que convinha a uma festa clandestina.

Percorri os olhos por toda a caverna a fim de encontrar alguém conhecido. Segui na direção da mesa em que estavam dispostas as bebidas e ali peguei algo para beber. Ao virar para seguir a direção oposta, no entanto, ploft. Esbarrei com alguém que estava vindo em minha direção e o copo que segurava lançou-se para longe, derramando todo o conteúdo praticamente. Com aquilo, meus olhos já se inflamaram irados.
- Mas que diabos... - E, por fim, percebi quem era a pessoa em quem havia esbarrado.


Citados: -x-
Resumo: Allan recebeu o convite para a festa e para lá se encaminhou. Ao pegar uma bebida, porém, esbarrou em alguém.
Do autor: Well, como não tinha combinado com ninguém... quem quiser esbarrar no Allan aí como diz no post, sinta-se a vontade. Só mandar PM pra gente combinar certinho. Fui. \o
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