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Sala de Reuniões

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Sala de Reuniões

MensagemAlemanha [#147463] por Thomas Dernach » 26 Abr 2015, 23:07

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A sala era arejada e espaçosa, apesar de não possuir nenhuma janela "de verdade"; a única que havia no local era uma réplica, encantada para mostrar o cenário de Vaduz em tempo real. No centro da sala pendia um majestoso lustre que fornecia a iluminação da sala e, abaixo deste, a tão conhecida mesa de reuniões, que era enfeitiçada para esticar-se indefinidamente, tal como a sala toda, a fim de comportar os aurores presentes.

Nas paredes laterais, quadros com retratos de todos aqueles que ocuparam o cargo de Chefe dos Aurores. Na parede ao fundo, o retrato do primeiro de sua ordem: Sir Donovan Michaelis Jacob, sempre com sábios conselhos para aqueles que, assim como ele, carregam o fardo desta nobre, porém ingrata, profissão.

(descrição by Ryan Suliver)
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Re: Sala de Reuniões

MensagemAlemanha [#147476] por Thomas Dernach » 27 Abr 2015, 01:31

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[ TRAMA OFICIAL I ]
[ JUST A RANDOM INCIDENT ]


[ Ministério da Magia de Vaduz ]
[ 10h07 – 26 de Julho de 2015 – Verão ]


De pé frente à mesa de seu escritório, levemente curvado sobre a papelada de um caso urgente recém-recebido, Thomas passava o olhar ao longo das linhas escritas e fotos presentes, carregando um leve vinco entre as sobrancelhas, o único indício do quão intrigado o alemão se encontrava naquele momento. Acostumara-se, após anos trabalhando junto ao departamento de Execução das Leis da Magia, a acompanhar solicitações variadas, fosse em termo de dificuldade, periculosidade ou mesmo relevância. Não lembrava, contudo, de nada tão inexato quanto era aquele caso que lhe fora entregue há alguns minutos. Suspirou ao fechar o arquivo, dando uma rápida observada em seu relógio de pulso, apenas para concluir que passara tempo suficiente para que seu chamado por patrono fosse atendido pelos aurores. Sem mais, puxou a varinha, uma sacola, o arquivo e as cópias deste, girando para deixar seu escritório e caminhar pelos corredores, rumo à sala de reuniões.

Bom dia. ― cumprimentou ao chegar ao recinto, tendo no porte a altivez usual, enquanto os olhos de gelo corriam pelo contingente. Cumprimentou com um meneio de cabeça os presentes, lançando um olhar mais demorado sobre um dos colegas que retornava àquele convívio e, em grande parte, era culpado por Thomas ter retornado ao cargo que então ocupava. Suspirou, contendo um sorriso divertido antes de se posicionar à cabeceira da mesa, indicando que todos podiam se sentar se assim desejassem ― Peço perdão pelo chamado repentino, mas acredito que temos uma ocorrência urgente e no mínimo atípica. ― explicou, depositando sobre a mesa o arquivo e a sacola, antes de deslizar pelo tampo as cópias, entregando uma a cada um dos funcionários e dando alguns instantes para que eles passassem os olhos pelos parâmetros gerais antes de começar a enunciar o caso.

Adler Förstner, 30 anos, mestiço. ― disse, deixando que a voz grave se erguesse ― Após a formatura em Hogwarts trabalhou como consultor de leis bruxas para aqueles que eram processados pelo ministério, mas há 5 anos, após noivar com uma trouxa, abandonou o mundo da magia e passou a advogar como promotor aqui em Vaduz. ― observou o arquivo sobre a mesa, encarando a foto do bruxo sorridente ― Seu corpo foi encontrado hoje às 9 horas da manhã pela noiva deste, Frieda Risinger, que foi até o apartamento após ter sido informada da ausência de Förstner em uma audiência. ― disse, elevando uma foto do corpo estendido sobre o chão, vestido com camisa, calça e tendo os pés os descalços ― De acordo com a polícia trouxa, acionada pela Srta. Risinger, estima-se que a morte ocorreu por volta da 1 da madrugada devido a uma parada respiratória. Durante a análise do corpo, contudo, foram encontradas pequenas marcas, semelhantes a picadas de cobras, o que indica uma possível morte por envenenamento, ainda que nenhum animal tenha sido encontrado no local. ― disse, ressaltando as informações mais importantes que existiam no arquivo que os aurores possuíam consigo.

Devido a este detalhe peculiar, somado à possibilidade de um homicídio e à importância que Förstner teve ao ajudar a esclarecer antigos casos ministeriais, esta ocorrência foi trazida a nós. ― um suspiro, afinal, então chegava o ponto crucial daquele incidente ― Até onde sabemos, contudo, ninguém envolvido neste caso tem conhecimento do mundo mágico ou mesmo da origem bruxa do advogado, incluindo a procuradoria ou mesmo a noiva de Förstner. Assim sendo, teremos de agir com o máximo de cautela para não revelar nenhum destes detalhes. Não quero, de novo, ouvir sermões e ameaças vindas do departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas por conta de ‘quebras’ no sigilo mágico, entendido? ― questionou com firmeza e seriedade acentuada, aguardando a concordância de todos ― Pois bem, em um primeiro momento precisamos averiguar a situação do local, conversar com a Srta. Risinger e descobrir mais informações sobre o falecido ou a situação de vida deste que pudesse vir a causar a morte deste. ― enunciou antes de retirar da sacola de papel alguns itens retangulares, os quais foram devidamente entregues aos presentes, um exemplar para cada.

Isto, para quem não conhece, é um celular – e posso oferecer maiores explicações sobre ele ao fim da reunião. De qualquer modo, além das funções comuns de qualquer aparelho trouxa, ele foi magicamente modificado, a fim de facilitar a comunicação entre nós. Assim sendo, quando precisarem falar com qualquer um nesta sala, digam ‘Auror’ e o nome ou sobrenome da pessoa, exatamente nesta sequência. Caso a pessoa não possa atender, a mensagem ficará gravada e basta apertar o ícone na tela para ler ou ouvir o que quer que tenha sido dito. Se algum trouxa questionar a funcionalidade atípica, digam que se trata de um ‘comando de voz’. ― explicou junto de uma breve demonstração, apenas para não haver erros naquele quesito tão básico ― Pois bem, ― e com um gesto, guardou o próprio exemplar no bolso ― infelizmente eu ficarei com a parte burocrática e terei de me reunir com o chefe da promotoria para informar o que temos até aqui. Informem-me de qualquer passo relevante e, na medida do possível, entrarei em contato para saber como andam. ― alegou, fazendo uma pausa para que todos terminassem de absorver as informações ― Agora, devido à urgência do caso, precisarei que vocês se organizem para otimizarmos a ação. Preferência por alguma das atribuições? E, mais importante, alguém desconhece por completo o mundo e os costumes trouxas? ― questionou, deixando que o olhar analítico corresse pelo rosto de cada um dos funcionários ali presentes.


RESUMO DO CASO

Vítima: Adler Förstner | [foto]
Idade: 30 anos
Profissão: Advogado – Promotor de Justiça
Origem: Bruxo mestiço, filho de pai bruxo mestiço e mãe bruxa nascida trouxa
Formação: Hogwarts, Corvinal
Residência: Vaduz, Liechtenstein
Ocorrência: Adler Förstner (30), foi encontrado morto em seu apartamento pela noiva, Frieda Risinger (27), às 9h da manhã do dia 26 de julho de 2015. A polícia trouxa foi acionada, chegando ao local às 9h15. O local demonstra sinais de luta, ainda que não haja quaisquer impressões digitais. Não houve arrombamento e a porta se encontrava fechada. O perito informou que a morte ocorreu por volta da 1h da madrugada deste mesmo dia e a causa mortis foi insuficiência respiratória decorrente de, ao que tudo indica, múltiplos ataques de cobra peçonhenta. Nenhum animal foi encontrado no lugar.
Observações:
- Forças policiais trouxas foram retiradas, exceto o perito que aguarda a chegada do ‘Serviço Secreto do Ministério Público’ – inventada para camuflar a presença dos aurores neste caso
- A noiva de Förstner foi levada para seu próprio apartamento
- Aurores, utilizar vestimentas trouxas e manter a varinha escondida


Off:

Como prometido, uma traminha (obrigatória) beeeeeeeeeeem besta, só para movimentar os personagens. Primeiramente, eu não sou policial nem nada do tipo, logo, tudo foi baseado no bom e velho PN (p*rra nenhuma) somado ao wikipedia, google e seriados. <3

Sobre a trama, essa primeira parte/post, claro, é a reunião. Dúvidas, questões, basta dizer em on ou consultar no off pelos mil meios existentes. Conversem entre vocês (por MP, facebook, chat do administrativo, sinal de fumaça, etc) para ver que caminho cada um seguirá: verificar o local da ocorrência, conversar com a noiva do morto ou descobrir mais informações sobre o mesmo (algo que, sim, pode ser conseguido pela noiva... ou não). Caso geral queira ir só para uma parte... Bem, darei na cara de vocês. Mentira. Usarei NPCs para fazer o trabalho que vocês não quiserem (porque sim, em on os aurores não são só meia dúzia de bruxos XD).

Após este primeiro momento a história seguirá dependendo do que vocês forem fazer ou pretenderem, havendo três opções:
a) No off do primeiro post você já dá uma prévia do que seu personagem pretenderá fazer (o que ele intenta descobrir, o que ele vai querer observar, com quem ele vai querer conversar, etc), então eu direi que dados você deve jogar, habilidades a usar e no próximo post já terá algo mais completo;
b) Vocês postam e depois que a segunda parte estiver postada vocês verificam e a gente vai conversando para maiores detalhes;
c) As duas opções acima dão b*sta e ai eu invento a terceira (-qqqqqq).

Sobre o sistema, para adiantar (ele só será efetivamente útil a partir da próxima rodada, mas pra quem optar pelo modo ‘a’, já terá ao menos uma ideia), deixarei um tópico aberto onde qualquer ação relevante para a investigação deverá ser rolada lá. Usarei basicamente o Dado 1, somando o modificador referente à ação e 1 ponto para cada habilidade acertada (ou seja, que ficar verde) e que, óbvio, for relevante (não adianta falar ‘vou dar um chute no cara’ e depois usar a habilidade, sei lá, ‘performance’ – juro que quem fizer bizarrices ganhará narrações no mesmo nível -q). Caso a soma disso tudo seja maior ou igual a 15, ótimo, a ação foi efetiva. Caso seja menor, falhou e ponto. Para disputas (embate ‘mental’ entre personagens, discussões, duelos ou o que quer que venha a acontecer), será utilizado o Dado 3, baseando-se na regra da Poliduellus (haverá um post de rolagem de dados dos NPCs).

Prazo para esta primeira parte: 10/05/2015 à 0h.

Sim, vocês têm duas semanas para dar o ar de vossas graças. Caso quatro funcionários postem antes do fim das duas semanas, darei prosseguimento e os demais se juntam depois (conversaremos o como). Quem não postar em nenhum momento desta trama estará fadado ao bom e velho ‘pé na bunda’, ok? Sem hard feelings.
(Única exceção: Dayana Fountcher, devido à “licença maternidade” - se quiser inventar um NPC para usar no lugar da Day e participar, fique à vontade)

Boa sorte.

Thomas Dernach
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Re: Sala de Reuniões

MensagemEscocia [#147827] por Ryan Suliver » 10 Mai 2015, 18:24

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“Checked my glove for the cash
It was all for the one
For the one
Slept my baby through it all
Checked my door for the crash
Shut like the first, you shut the last
I won, I won
Slept my baby through it all”

[“Sealings” – Yeah Yeah Yeahs]


Apesar do constante tumulto no qual se resumia a atual sociedade mágica, os dias posteriores à volta de Ryan como auror foram marcados por uma paz incomum ao Departamento de Execução das Leis Mágicas, fazendo-o voltar aos dias em que acabara de começar sua carreira como auror, em Vaduz. Vestia uma camisa preta simples, escondendo a camiseta que ganhara de Ayesha, junto de suas calças e os sapatos que, infelizmente, ainda era obrigado a utilizar. “Pelo menos, não tenho mais que ir de terno todo dia.” Sorriu, colocando a louça do café da manhã na pia e, com um breve aceno de sua varinha, organizando toda a bagunça realizada enquanto preparava sua refeição. Os dias, desde que sua prima resolvera passar parte das férias por lá, pareciam ser mais alegres naquela casa, mesmo que seu contato com Zoey fosse praticamente nulo. Talvez fosse alguma conseqüência do fato de que, agora, a ruiva ocupava um cargo importante no Ministério da Magia da Itália. “Tudo culpa daquele velho...”
Pegou o sobretudo – também preto – no cabideiro e, por mera precaução, decidiu levar junto a gravata azul que usava em seus dias de chefe do departamento, incerto sobre o que a sexta-feira lhe traria. Talvez tivessem de escoltar algum figurão da sociedade bruxa ou coisa do gênero e, nesse caso, o escocês não queria cometer a gafe de ser o único vestido casualmente no meio de muitas outras pessoas, vestidas mais elegantemente. Meneou a cabeça, puxando as chaves da Audi A6 enquanto um suspiro resignado escapava por suas narinas. “Eu não entendo...semana passada tava tudo funcionando direitinho e agora ela tá engasgando na quinta marcha...” Lançou um breve olhar para a C63 com o capô aberto, perguntando-se a respeito do problema encontrado no dia anterior, durante o trajeto de volta para casa. A perda repentina de velocidade do carro quase fez o sistema de aparatação falhar, algo que poderia ter conseqüências catastróficas. “Coisa da velha, só pode.” Havia tomado por hábito culpar a Grã Duquesa por qualquer desventura que lhe viesse a ocorrer e, na maioria dos casos, estava certo. Achava impressionante a maneira como a monarca sempre arrumava algum jeito de interferir em sua vida, especialmente depois da festa de Ayesha. Talvez sua aparição no aniversário da princesa tenha feito o velho ódio latente que a velha tinha pelos Suliver retornar com toda força. Deu de ombros, desejando mandar Adrika ao diabo pessoalmente, e então deu a partida em seu carro, descartando por completo a hipótese de tirar o outro Audi da garagem.

Chegou adiantado ao Ministério, sentindo as feições carrancudas dissolverem-se num sorriso enquanto deixava o veículo na mesma vaga de sempre. Robert ainda trabalhava como segurança ministerial, mesmo que Ryan já não fosse mais o chefe dos aurores. Talvez Thomas tivesse entendido o potencial do homem, que agora decidira servir à lei, ou, simplesmente, decidira ignorar a existência do ex-contrabandista, entendendo que ele já não trazia mais nenhum risco à sociedade. O único risco que Robert trazia era o de ter um infarto, dada a quantidade de alimentos altamente calóricos que consumia. Ou o de explodir, já que o uniforme mal parecia caber em sua pança extremamente avantajada.
Adentrou sua sala depois de alguns minutos, mas não teve tempo de sequer acomodar-se enquanto lia mais alguns relatórios: empoleirada na mesa, a águia-real que era o patrono de Thomas o aguardava para comunicá-lo de uma reunião urgente. Deixou o sobretudo e a gravata no sofá de seu escritório e então rumou para a sala de reuniões. Observou o chefe à espera dele e de seus colegas de profissão, deixando um sorriso escapar. Era reconfortante saber que as coisas finalmente voltaram a ser como sempre deveriam ser. “Você é o chefe de verdade, não eu”, escrevera em sua última missiva ao alemão, e seu retrato agora ocupava a porção central do “mural de ex-chefes”, do qual sua própria imagem fazia parte. Demorou-se observando seu retrato, portando feições mais sisudas do que de costume e concluiu que, aos poucos, estava se tornando uma versão mais jovem do Dernach. Tomou seu lugar ao lado de Miriam, e então aguardou que o chefe começasse a explicar o caso. Pegou também uma das cópias do caso e analisou brevemente a figura da vítima daquele que, inicialmente, parecia-lhe apenas mais um caso de assassinato contra mestiços.
“Maldita intolerância elitista”, pensou enquanto os olhos varriam os parâmetros daquela missão e Thomas explicava o que deveriam fazer. Franziu o cenho quando recebeu a causa mortis do advogado, tendo mais certeza em sua asserção anterior. Em sua mente, um plano de ação começava a se formar.

– Eu e Miriam vamos conversar com a Srta. Risinger. – Ergueu-se da mesa, analisando brevemente o celular entregue por Thomas. Por mais que dispensasse qualquer apresentação àquele dispositivo – ele e o alemão já eram familiares à tecnologia trouxa – observou atentamente à explicação do chefe acerca do funcionamento do aparelho antes de se pronunciar. Escolhera a chinesa mais por razões profissionais do que pessoais, sabendo que ela era uma das poucas ali que partilhava do mesmo conhecimento da cultura dos trouxas do que ele. – Alguém vai querer uma carona? – Aguardou por um momento e então deixou a sala com a oriental atrás de si, expondo suas constatações iniciais a respeito do caso. Talvez estivessem lidando com algum animago, mas ainda era cedo demais para afirmar qualquer coisa.
_______________________________________________________________________________




[OFF:
Ryan vai tentar conversar com a Srta. Risinger para descobrir se o Adler conhecia alguém meio “estranho” ou que tivesse costumes incomuns.]
Imagem

Imagem

There is no emotion, there is peace.
There is no ignorance, there is knowledge.
There is no passion, there is serenity.
There is no chaos, there is harmony.
There is no death, there is
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Re: Sala de Reuniões

MensagemEstados Unidos [#147834] por Dayana Fountcher » 10 Mai 2015, 23:30

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A vontade que tinha era a de estapear a cara do namorado, daquele tio dele abusado e de chorar horrores sempre quando entregava o seu bebê nos braços cuidadosos da sua amiga, Arisha. Fazia apenas uma semana que aceitou trabalhar para o Ministério da Magia, após a insistência imaculada do noivo, de que ela precisava se distrair da obrigação de ser mãe, que Fountcher tinha agarrado com tanta ferocidade.

Foi nos banheiros da instituição que a jovem recebeu o recado em uma forma perolada do seu então chefe de departamento. Tinha se trancado naquele recinto para pôr para fora e em forma de lágrimas a dor que sentia, e lamentar o fato de como algumas coisas poderiam ser tão injustas. Havia cuidado tão bem e meticulosamente do filho que, ali, no quartel dos aurores, parecia que foi punida ao ser afastada do seu bebê. Claro que, não entendia porque meses atrás tratou tão mal a sua cunhada, Nadya, quando ela apenas segurou Bernard no colo, e por ter tratado tão mal, sem motivos, outras pessoas, em um cisma alucinada de cercar o filho contra todos os perigos, até os inexistentes.

Com esses pensamentos que há dias confundiam a sua cabeça, e com os olhos vermelhos e inchados, seguiu pelos corredores até o quartel-general dos aurores. Antes mesmo que a reunião solicitada por Dernach se iniciasse e antes mesmo dele convidar os outros funcionários a se sentarem, Dayana se jogou em uma poltrona, faltando-lhe qualquer delicadeza da menina pequena de traços infantis que era. Ouviu a voz do chefe cumprimentar os presentes que haviam chego posteriormente. Pegou com as suas mãos pequenas e de dedos finos, a pasta que lhe foi entregue, revirando as fotos e os recortes de jornais, além de um relato que, impresso em um pergaminho novo, provavelmente tinha sido escrito recentemente.

Respondeu com um ''não'' seco à última pergunta, distraindo-se com as fotos do dito cujo personagem morto e de sua bonita noiva. Tinha prestado atenção na história contada por Dernach que envolvia àqueles dois. Não era isso que Darian queria? Que ela se distraísse? Bufou, fechando os olhos por um momento, antes de voltar ao caso ali apresentado. No fundo no fundo, sabia que Nagaen teve razão ao ter lhe dado a sugestão de estar onde Dayana estava. Com esse pensamento, tentou tirar da cabeça a imagem da mania que Benny tinha pego de ficar jogando os seus brinquedos do alto de sua cadeirinha e fazendo todo mundo de besta e catador.

Levantou-se da poltrona, vendo um dos aurores tomar a palavra. Fountcher, por sua vez, pôs-se a observar, vendo os demais decidirem o que iam fazer e por qual rumo a operação tinha que se iniciar. Como a jovem foi obrigada a entrar naquilo, não sentia-se motivada ou curiosa pelo caso, por mais peculiar que o mesmo fosse. Entretanto, estava na ''dança'' de qualquer modo e, se fosse para partir para um canto, queria ao menos ir sozinha.




off Dayana valar no local do crime.
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Re: Sala de Reuniões

MensagemFinlandia [#147839] por Miguel Enkelis » 11 Mai 2015, 01:00

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The Muggle World!

O Mundo Trouxa!

#Décimo Oitavo Post!


Dois meses turbulentos se passaram, encontros com a melhor amiga de infância, desavença com um dos conselheiros ministeriais, mas finalmente, Miguel Enkelis estava começando a recuperar a calmaria, recém havia voltado para casa e tudo voltaria a ser como antes – E quem disse que tudo seria fácil? – O finlandês estava empolgado, mas de certa maneira, desconfortável, recuperar o coração de sua mulher não seria da noite para o dia, na noite anterior, não dormira em sua habitual cama, tão pouco com Imitiela, algo que remexia no seu interior, mas, voltar ao trabalho de alguma forma, estava ajudando a melhorar o ânimo do Enkelis naquela manhã – Vamos ver o que tem para um dia desses! – Dizia enquanto chegava ao seu escritório, era a primeira vez que voltara ali desde que se reconciliara parcialmente com a mulher, um ambiente extremamente agradável e calmo, mas teria sua calmaria interrompida em questão de minutos.

O finlandês sentou-se à sua mesa, colocou a mão no bolso do tradicional sobretudo bege que costumava vestir e tirando sua antiga foto de família, a colocou em seu habitual lugar – Hora de voltar para onde deve ficar... – Pensando alto, colocou-a dentro do porta retrato que estava vazio sob sua mesa, a lembrança de sua família toda reunida nos jardins da mansão era algo que alegrava Miguel nos dias mais estressantes de trabalho, por isso ele escolhera deixa-la ali. Porém, não se passando muito mais do que cinco minutos, um patrono facilmente reconhecível adentrou no escritório do auror – Ora ora, movimento à vista afinal? – Parou por uns instantes, observando silenciosamente a águia real do chefe do departamento pousar no móvel mais próximo de Enkelis, quando Thomas utilizava do patrono para notificar os aurores, reunião seria a coisa mais certa a se ocorrer logo em seguida e assim o foi, todos os funcionários estavam convocados a aparecer na sala de reuniões pois teriam um novo caso a trabalhar – Finalmente algo para animar o dia! – Sorriu logo após ouvir toda a mensagem, levantou-se, checou se estava vestido corretamente, naquela manhã de domingo, estava vestido um pouco fora de seu padrão bruxo, um sobretudo bege, camisa e calças trouxas, porém discretas – Nem muito trouxa, nem muito bruxo, imagino que dê para ir para a reunião assim – Por fim, saiu de sua sala para o local do debate sobre o novo incidente que discutiriam naquela manhã.

Poucos foram os minutos andando, e o finlandês já se encontrava na porta de entrada para a sala de reuniões, alguns colegas já se encontravam na sala, Thomas, o chefe, Ryan, que também já passou pelo cargo e Dayana, segundo o que Miguel ficara sabendo, tivera um filho recentemente – Parece que não está nas melhores condições – Se demorou um pouco olhando para a jovem que parecia estar chorando minutos antes, mas para não chamar muito a atenção da morena, voltou sua visão para os demais da sala - Oportunidade para conversar um pouco com eles – Sentou-se então após cumprimentar coletivamente todos ali presentes – Bastante coisa à vista – Enquanto passava o olhar pelos aurores, se demorou um pouco em seu chefe, sabia que o ocorrido com Jasper Specter II não geraria boas coisas, mas seu olhar se distraiu com a papelada na frente do alemão, que não tardou a anunciar o motivo de todos estarem ali, um novo caso para se investigar e nada comum como sempre, diga-se de passagem, neste instante, cópias do caso foram entregues para cada um dos aurores – Mundo Trouxa? Interessante... – Murmurou baixinho enquanto lia as informações, neste meio tempo, Denarch discursava fazendo um resumo do caso para que pudessem entender melhor – Que melhor oportunidade de interagir no Mundo Trouxa do que esta? – Era um dos principais gostos do finlandês, ter uma certa interação com o mundo fora dos bruxos, se era uma negação ou não para as tecnologias trouxas, ele não sabia direito, mas sempre se arriscava com os eletrônicos e coisas novas, principalmente por conta de sua filha Bellia Enkelis, que gostava bastante de se ambientar na cultura trouxa.

Algo chamava a atenção de Miguel em todo o discurso sobre o caso – Sem impressões digitais, marcas de picada de cobra? – Este questionamento invadia a mente do Enkelis enquanto voltava a folhear os arquivos do caso – Imagino algum ofidioglota usando a cobra para agir em seu lugar e não levantar suspeitas... – Falando um pouco mais alto do que pretendia, se calou logo em seguida e voltou a prestar a atenção em seu chefe, sem perceber se mais alguém tinha reparado no que tinha dito – Celulares? Interessante! – A missão que teriam pela frente estava se tornando um tanto quando peculiar, itens trouxas, serem discretos o suficiente para não chamarem a atenção dos moradores de Vaduz, uma investigação em tanto e que certamente renderia muita coisa para contar à sua filha quando voltasse para casa – O apartamento da Senhorita Risinger é perto da cena do crime? – Levantou o questionamento ao notar que Ryan havia se voluntariado para ir conversar com a noiva da vítima e oferecido carona em seu carro para os demais – Se a fama dele for como dizem, deve saber dirigir um carro bem, devo voltar vivo do carro caso vá com ele – E se pegou pensando na possibilidade de ir com o companheiro, caso os dois locais fossem perto um do outro, do contrário, arrumaria algum outro meio para chegar ao apartamento de Adler.

- De todo o modo, já que dois de nós vão conversar com a noiva, irei para a cena do crime, ver se acho alguma coisa interessante por lá... – Parando sua frase pela metade e se dirigindo ao casal que iria tentar conseguir alguma espécie de depoimento da mulher, continuou a falar – Caso vocês consigam algo de útil com ela, avisem a gente pelos... aparelhinhos aqui... – Sorriu segurando o celular que usaria durante a missão e voltou ao seu tom de sério e centrado – Se alguém quiser me acompanhar na investigação, gosto muito do Mundo Trouxa, mas uma companhia não iria mal – Voltou a apoiar suas costas na poltrona, esperando todos ali se pronunciarem e decidirem o que cada um iria fazer – Até que vai ser um domingo interessante e atípico – Em silencio, ficou imaginando o que esperaria por ele nos próximos minutos, enquanto os outros aurores iam conversando entre si sobre o caso – O que será que aconteceu com ela? – Ver a situação de Dayanna em silêncio e sem conversar com ninguém, de certa forma intrigava Miguel, mas conteve sua curiosidade em perguntar e começou a anotar algumas informações do caso em um pergaminho, para que pudesse usar posteriormente, tal como, sempre fazia em reuniões com seus colegas de trabalho.

O dia estava se tornando promissor, investigar o assassinato de um mestiço, envolvido tanto com trouxas como bruxos, um caso sem o mínimo de pistas do assassino e andar discretamente nas ruas de Vaduz, sem quebrar a principal regra dos funcionários do Ministério, era algo que decididamente intrigava e desafiava Miguel Enkelis, um caso totalmente fora do padrão, mas que ele iria se dedicar em ajudar na sua resolução, mas por falar em andar pela cidade sede do Ministério, um pensamento veio em sua mente – Será que é perto de onde morei? – Sorriu com o pensamento, de certa forma, o finlandês não poderia negar, estivera a um certo tempo na cidade e conhecia alguns pontos principais para poder se orientar sem chamar a atenção no meio de locomoção, fora que agora, sua mulher também estava trabalhando na cidade, algo que fizera de certa forma, o finlandês a se inteirar melhor sobre o ambiente trouxa mais do que antes, sendo este, um dos principais motivadores para realizar a investigação.


OFF: Miguel também vai investigar a cena do crime.
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Miguel Enkelis
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Re: Sala de Reuniões

MensagemFranca [#147841] por Edmund Vladislav » 11 Mai 2015, 02:18

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    O dia começou bastante agitado na mansão Ramshaw. Charlotte acordou todo mundo ao tentar preparar o café da manhã, o que acabou resultando em uma pequena explosão na cozinha. Felizmente ninguém se machucou. Nico repreendeu a sobrinha, que tentou amolecer o tio fazendo uma cara de choro. Porem ele ainda estava bastante irritado com o sumiço de Sebastian. A pequena não ficou muito feliz e acabou se trancando no quarto. O café da manhã fora silencioso, Nico e Leah não trocaram uma única palavra, o que já era rotina para o casal. Marido e mulher se limitavam a trocar alguns olhares furtivos. Por vezes, ele pensou que ela fosse puxar assunto. No fundo, uma parte dele queria entender o que se passava na cabeça dela, por isso, até torcia para que Leah puxasse assunto. mas por algum motivo, permaneceu quieta. E assim seguiu a refeição, até o homem terminar sua xicara de café e ficar de pé, indo até o quarto para se aprontar para o trabalho.

    Assim que desceu as escadas da mansão, encontrou o mordomo na porta, com o sobretudo de Nico nas mãos, como sempre fazia quando o patrão saia para o trabalho todas as manhãs. – Senhor, vai almoçar em casa? – Perguntou enquanto o ajudava com as mangas do sobretudo. – Provavelmente não. – Terminou de vestir a peça de roupa e seguiu até a porta. Contudo, antes de sair, olhou novamente para o mordomo. – Hm.... Thomas... Você acha que eu sou muito... Sei lá, frio? – Sentia-se desconfortável, porem tinha duvidas gritantes em sua cabeça e precisava tira-las de lá para poder se concentrar no trabalho. O mordomo pareceu bastante surpreso com a conversa, parecia bastante pensativo, talvez temia que a sinceridade custasse o emprego. Por fim, respondeu. – Sinceramente? Acho que o senhor não sabe mais... Se divertir... Talvez... Se tentasse leva-la para jantar, ela mal sai daquele quarto. – Nico o encarou pensativo, a ideia era boa, mas como convida-la? A mulher sempre o afastava. – Obrigado, até mais tarde. – Atravessou a porta e seguiu em direção ao jardim para depois, aparatar.

    O ministério da magia estava agitado como sempre. Bruxos iam e vinham a todo momento, conversando sobre família e trabalho. Nico por sua vez seguia sozinho, caminhando em silencio, alheio a todas aquelas pessoas, totalmente perdido em seus pensamentos. A trajetória até a sala de reunião dos auror’s fora rápida. Ele adentrou o lugar, ainda em silencio, apenas cumprimentando alguns companheiros com um discreto aceno com a cabeça. Seguiu até o seu lugar, entre dois bruxos que ele conhecia apenas de vista. Nico observou Denarch, que fora promovido a chefe dos auror’s no lugar de Ryan. Uma substituição que para ele, não fazia diferença.

    Assim que a reunião começou, todos prestavam atenção nas palavras de Thomas. Nico acomodou-se melhor em sua cadeira, atento a conversa. – Finalmente um pouco de ação. – O caso era bastante peculiar. Um bruxo que abandonou o mundo magico após se casar com uma trouxa. Aquilo não era novidade para ele, conhecia alguém que tinha feito o mesmo, porem aquela pessoa decidiu voltar recentemente, causando uma grande confusão na vida do homem. Nico afastou aqueles pensamentos e tratou de focar sua atenção nos apetrechos de criação trouxa que Thomas estava distribuindo. Ele piscou os olhos ao encarar uma das pequenas caixas. A que lhe fora entregue tinha uma cor verde escura. – Interessante... – Girou o objeto, olhando de cima a baixo, apertando alguns botões. Era estranho como as figuras apareciam e desapareciam dentro daquela pequena tela. Nico decidiu que iria aprender mais sobre aquele item em outra hora, então guardou o objeto no bolso.

    Novamente voltou a olhar em direção ao chefe, escutando a ultimas instruções. Aos poucos, todos foram ficando de pé. Nico aguardou por alguns segundos, pensando no que iria fazer. Sabia que provavelmente, os companheiros iriam até o local do crime. Primeiramente pensou em conversar com a Srta. Risinger, mas Ryan fora mais rápido e disse que iria fazer essa tarefa. – Eu vou até o local onde a vitima trabalhava. – Anunciou ficando de pé e prendendo os botões de seu sobretudo. Em seguida, apanhou arquivo onde continha informações sobre o endereço do escritório de advocacia, talvez encontrasse respostas no local de trabalho do tal Risinger. Lá, poderia conversar com os colegas de trabalho e quem sabe, descobrir alguma pista importante para o caso.
Edmund Vladislav
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Re: Sala de Reuniões

MensagemChina [#147842] por Miriam Wu » 11 Mai 2015, 03:18

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                O barulho de um despertador soava no quarto bem arrumado, a não ser pela cama completamente desfeita, da jovem oriental, entretanto não fora ela que ergueu a cabeça do travesseiro para desligar o aparelho "incomodo" com seu som estridentemente irritante, mas sim uma jovem que tinha os cabelos curto e vermelhos, olhos castanhos. Com um bufar irritado, a mulher se ergueu da cama, pegando sua camisa do chão, a vestindo em seguida, enquanto caminhava para fora do aposento a procura da chinesa. - Miriam? - chamou a garota enquanto descia as escadas onde já podia sentir o cheiro de café.

Miriam havia acordado muito mais cedo, na verdade não precisava de despertador, apenas o havia programado para a ruiva, pelo que bem a conhecia, era capaz de passar o dia todo na cama dormindo, mesmo que tivesse que trabalhar depois. A auror já havia arrumado saido para correr, e no caminho havia comprado algumas coisas para o café, que apenas a outra jovem ia comer.
- Estou aqui na cozinha. - disse sem elevar a voz em demasia, continuando com seu trabalho de servir o café e arrumar a mesa, estava prestes a se virar quando sentiu os braços da outra em seu pescoço, e em seguida o beijo em sua nuca. - Celina, vou derramar o café. - comentou a jovem sem qualquer expressão, como se o caso do liquido ser derramado no chão fosse nada demais. - Não consegue nem sorrir? - perguntou a outra, mas ela mesma logo riu e se afastou da oriental indo para a mesa. - Vai algum lugar? - perguntou erguendo uma das sobrancelhas ao notar as roupas da outra. - Pensei que ia passar o dia comigo...

- Irei trabalhar. - disse sem qualquer outra explicação, depositando o pão e outras coisas em cima da mesa para a mais velha, esta que observava a menina com atenção. - Quando vai me contar o que faz? Quando vou saber mais sobre sua vida, do que sei o que fazemos na cama?- perguntou a ruiva, fazendo Miriam suspirar pesadamente, enquanto se afastava e ia para o hall de entrada pegar suas armas. - Não se atreva me deixar falando sozinha, Miriam. - disse a outra seguindo a chinesa rapidamente para fora da cozinha. - Estamos nisso a quase três meses... Quero saber o que posso esperar disso tudo?

Wu apenas continuava o seu ritual, como se nada que lhe fosse dito fosse ouvido, não queria responder, afinal se o fizesse, ela não conseguiria ser gentil. - Você se esconde de mim, porque? Fiz algo errado, ou... tem alguém mais? - perguntou Celina, a voz praticamente denunciando as lágrimas que logo viriam, se já não estivessem sendo derramadas. - Eu te vi... Pela janela a algumas semanas, estava toda arrumada, um vestido que parecia feito para um filme... ou uma premiação do oscar... Naquele dia, saiu com alguém? - aquelas perguntas já estavam irritando a morena, que suspirou pesadamente se virando para encarar a ruiva atrás de si. - Sim, eu sai com alguém. Fui fazer um favor a um amigo... - disse vendo uma expressão triste surgir na face da outra. - Não rola nada entre nos dois, somos apenas amigos de trabalho. Ele precisava de uma acompanhante para o aniversário de uma prima... E eu fui com ele a festa. - outro suspiro escapou dos lábios da auror enquanto encarava os olhos castanhos de Celina. - Sobre mim? Bem, quando começamos a sair lhe disse que era algo casual, não procuro um relacionamento, e que minha vida particular não seria uma questão em pauta... O que faço, me desculpe, mas não posso lhe dizer, e sinceramente nem o quero. Além disso como pode me cobrar verdades se mentiu pra mim também? - perguntou vendo a face da mulher se tornar tão vermelha quanto os cabelos. - Não que eu me importe. Se não quiser vir mais aqui, também não posso lhe dizer para ficar. Agora se me der licença, tenho que ir trabalhar, pode terminar seu café.

Após estas palavras, Miriam pegou seus últimos pertences e saiu pela porta da casa, nem ao menos esperou qualquer palavra da ruiva, seguindo para trás de casa, onde ficava um templo escondido aos olhos dos trouxas, e dali aparantou para o Minitério da magia. A jovem respirou fundo quando se viu em seu local de trabalho, aliviada pelo fato de toda a loucura possessiva de possivelmente sua ex-namorada, ao menos era o que ela achava correto dizer, estar distante agora. Com passos rápidos, a chinesa seguiu até sua sala, que assim como sua casa era impecavelmente arrumada, a única coisa fora da arrumação da menina, eram as pastas em sua mesa. - Uma boa dose de trabalho... - comentou consigo mesma enquanto sentava-se em sua cadeira, começando a ler os arquivos.

Poucos minutos se passaram até que fosse interrompida pelo patrono de Thomas Dernarch, chefe do departamento dos aurores. Wu se ergueu da cadeira, rumando para fora da sala, pensando em qual assunto se tratava aquela reunião urgente. O que e fez lembrar de um outro compromisso que teria, este bastante distante do ministério, um assunto familiar que já deveria ter resolvido, mas que o medo, e talvez a culpa lhe impediam de fazer. Suspirando, Miriam entrou na sala de reuniões, acenando delicadamente com a cabeça aos presentes. Logo, sentando-se. Pouco tempo depois, Ryan entrou sentando-se ao seu lado, nenhuma palavra fora dita, apenas uma troca de olhares e acenar de cabeças. Quando todos estavam presentes as explicações começaram, Miriam quase deixou uma expressão de choque se formar em seu rosto, mas logo controlando-se.

A chinesa lia os arquivos dentro da pasta distribuida pelo chefe, após este entregar um telefone celular a todos, um nó se formou na garganta da mais nova ao se lembrar de seu pai adotivo, mas logo afastou isso de sua mente rapidamente, focando-se em seu trabalho. A jovem apenas retirou sua atenção das informações quando ouviu a voz de Ryan soar ao seu lado.
- O que acha que pode ter sido? - pergunta baixo enquanto seguia o mais velho. - Concordo, mas não devemos nos ater apenas a isso, precisamos de mais informações, talvez falando com a viúva consigamos mais. - disse por fim enquanto iam para o carro.


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Re: Sala de Reuniões

MensagemAlemanha [#149529] por Thomas Dernach » 17 Jun 2015, 04:56

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Após os aurores se pronunciarem, os olhos claros de Thomas avaliaram os funcionários veteranos antes de enfim pousarem sobre a face de Dayana. Era visível a falta de ânimo da mesma e entendia que a situação da jovem era complicada, especialmente pelo histórico, ao qual não só fora posto a par por seu sobrinho, noivo da auror, como também presenciara. Contudo, por mais que tivesse apreço pela americana, dentro daquele ambiente profissional manteve a firmeza típica, deixando-a junto de Miguel, não apenas porque uma ajuda a mais no local do assassinato talvez fosse de alguma valia, como também porque o Enkelis, sendo pai de família e um auror experiente, talvez pudesse auxiliar a ‘novata’ a se adaptar àquele começo e ver se aquela carreira era de seu gosto ou não.

Assim sendo, com as decisões tomadas. celulares distribuídos e as duplas devidamente separadas, após receberem de Thomas algumas carteiras com distintivos que simulavam os de oficiais trouxa com a sigla S.S.P.O. – Secret Service of Prosecutor’s Office (Serviço Secreto do Ministério Público) que, como já dito, foi criado para camuflar a presença dos aurores –, partiram para os três locais que ficavam em pontos distintos, ainda que localizados em bairros relativamente próximos do ministério:

    - Ryan Suliver e Miriam Wu para a residência de Frieda Risinger, noiva do falecido;
    - Miguel Enkelis e Dayana Fountcher para a residência de Adler Förstner, o local do crime;
    - Nicholas Ramshaw e Thomas Dernach para o Ministério Público de Liechtenstein, local de trabalho da vítima;
    - Wen Ling (formado em Hogwarts, pertencia à casa Sonserina, casado, filho de imigrantes chineses, atualmente reside em Londres), Saulo Gonzales (espanhol corpulento), Chelsie Price e Lynnette McGee, permaneceram no ministério para suporte.


[ REUNIÃO FINALIZADA ]


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Re: Sala de Reuniões

MensagemLiechtenstein [#161634] por A Vassoura Fugitiva » 25 Abr 2016, 23:59

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TRAMA Departamento de Esportes – 3ª Postagem

Ela conseguiu fugir! Como? Não tem ideia. A questão era: quem a pegaria? Quer dizer, quem conseguiria recuperar a vassoura da chefinha?
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Re: Sala de Reuniões

MensagemAlemanha [#176569] por Thomas Dernach » 12 Mai 2017, 19:46

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[ TRAMA OFICIAL ]
[ INVESTIGAÇÃO JUNTO À SUPREMA CORTE ]


[ Ministério da Magia de Vaduz ]
[ Segunda semana de Setembro de 2017 – Outono ]



A vida não vinha sendo fácil para qualquer pessoa que trabalhasse no interior de algum ministério da magia, e menos ainda para os que trabalhavam nos departamentos de execução das leis da magia ou equivalentes. Todos – ministeriais, civis, mídias e, em certa ocasião, até a dona de uma cafeteria – queriam respostas, queriam satisfações, queriam resoluções e todos queriam tudo de um modo que por vezes fazia parecer como se fossem os únicos que se importassem ou que importassem; como se os próprios chefes ministeriais e boa parte dos aurores do mundo não se sentissem frustrados e incomodados por si só com o incidente do genial jantar beneficente de quase um ano antes ou dos problemas causados na época pelo tal de Mascarado, sem precisar de pessoas lembrando do ocorrido a cada oportunidade possível – acontecimentos que, todos pareciam esquecer, nem mesmo dependeram, de fato ou puramente, da segurança do ministério, visto as restrições que os mesmos possuíam na ocasião e que a organização do evento fora feita mesmo contra o conselho de grande parte dos departamentos de segurança oficiais mágicos, incluindo o de Liechtenstein.

Thomas, que se encontrava no centro das investigações relativas a este caso em específico, particularmente naquela altura já levava os comentários e indiretas com um humor educadamente sarcástico – ou apenas sarcástico, dependia da ocasião. Porque para a grande maioria dos que falavam alguma coisa, tudo parecia muito simples, como uma partida do jogo trouxa Clue onde ao final alguém diria que “foi o Coronel Mustard com a chave inglesa no salão de festas!”, carregando certa expressão de obviedade. Uma maioria que não se via há quase um ano lidando com pistas que pareciam tão sólidas e incômodas quanto um vento invernal; que possivelmente não compreenderia que tudo o que acontecia indicava magias além das usuais ou mesmo familiares aos bruxos – o que tornava o todo muito mais complexo –; que mesmo se compreendesse, não ajudaria em muito ou em nada – porque era isso que grande parte dos humanos vivia para fazer: opinar muito e ponderar e agir pouco –; que, com certeza, imaginava que só existia aquela urgência para ser resolvida e trabalhada.

Quem dera.

Naquela manhã de domingo, por exemplo, sentado junto a mesa de seu escritório, as íris azul-gelo do chefe ministerial fitavam aos documentos entregues um dia antes, revisando o caso enquanto aguardava o horário combinado com os aurores, evocados por um aviso via patrono na noite anterior. Os dedos longos folheavam as páginas do arquivo que mais parecia um tomo e cujas páginas continham inúmeras informações, complementares a uma solicitação vinda do congresso mágico dos Estados Unidos e entregue pelas mãos do próprio responsável pelos aurores de lá, que fez questão de explicar a importância daquele caso e a necessidade de rapidez. Um problema tão carregado de entrelinhas e pormenores, que obrigara o sangue-puro a retirar de campo alguns de seus melhores profissionais e liberá-los dos casos nos quais trabalhavam no momento, incluindo a busca pelo Mascarado ou por mais informações dos acontecidos já passados.

Fechou a pasta que observava e também os olhos por um momento, relembrando detalhes relevantes, conversas, faces, cada decisão tomada e os arquivos montados; informações que pareciam flutuar em sua mente, organizadas como uma biblioteca metódica. Quando enfim reergueu as pálpebras, observou o relógio de pulso, o qual marcava oito e sete, indicando que estava sete minutos atrasado – o que, sem dúvidas, para si era atípico. Suspirou sonoramente, guardando a varinha antes de organizar as papeladas e pastas para carrega-las consigo ao deixar o próprio escritório. Caminhou pelos corredores do departamento, avistando em um dos cubículos da área comum, um rapaz que parecia organizar uma pilha de pergaminhos. Fitou por um momento o jovem, mentalmente ponderando por alguns instantes antes de, com um curvar leve do canto dos lábios, decidir que talvez seria uma oportunidade interessante para o estagiário.

Shackleton, bom dia. ― disse, de modo a atrair a atenção do mais novo ― Vejo que está ocupado, mas se importaria de suspender este dever por hora e participar da reunião desta manhã? Creio que precisarei que separe alguns documentos em certo momento. ― observou com a calma típica, aguardando apenas um instante antes de começar a andar em direção à sala de reuniões ― Depois do senhor. ― indicou com um tom firme, colocando-se do lado da porta para dar passagem ao romanov e então segui-lo. Lançou por um momento um olhar pelo recinto, verificando se todos que chamara se encontravam já presentes, e fechou a entrada, selando as magias que impediriam eventuais bisbilhoteiros ou interrupções ― Bom dia. ― enunciou, passando pelos funcionários enquanto jogava frente a cada um deles uma pasta arquivo com cópias das informações que formavam o caso que trabalhariam ― Como devem imaginar, a reunião desta manhã não é sobre uma situação qualquer. ― alegou, posicionando-se, em toda sua altivez, junto a ponta da mesa retangular.

Creio que todos se recordam do ocorrido no mês passado na Flórida, envolvendo a morte de cinco pessoas, dentre as quais dois conselheiros deste ministério, Jacques Colemman e Pangiotis Tskonas, acrescido das informações cruzadas sobre o desaparecimento de um terceiro conselheiro, Nicholas Junkle. ― recordou, ouvindo folhas girarem, enquanto com um movimento de varinha, ergueu sobre a mesa imagens dos três citados, tanto uma foto oficial quanto, no caso de Colemman e Tskonas, seus cadáveres tal como encontrados: irreconhecíveis, destruídos, maculados. Imagens fortes que ante a apresentação fez Thomas, discretamente, observar o estagiário presente para ter certeza de que estava tudo bem com este ― Os três, ― prosseguiu com a voz firme, não aparentando aquele momento de preocupação ― como já dito, vinham fazendo parte da suprema corte do ministério de Vaduz. Todos vieram transferidos do ministério britânico para cá, tal como ocorreu com outros juízes de outras partes do mundo, a fim de suprir as perdas do jantar beneficente do ano passado. ― enunciou, mantendo a voz neutra, mesmo que aquele simples citar, dentro de si, trouxesse a incômoda sensação do peso daquelas quarenta e cinco mortes ministeriais.

Devido a esta ligação, ainda que o caso em essência pertença ao congresso mágico americano, foi solicitado que tanto nós quanto o departamento britânico ajudemos nas investigações, a fim de angariar maiores informações acerca dos falecidos conselheiros, junto aos funcionários que trabalharam com os mesmos. ― disse, deixando que o silêncio pairasse e os olhos corressem pelos presentes, a fim de permitir que todos captassem a implicação daquele caso ― Sim, isso significa que teremos de conversar com os membros da suprema corte – e creio ser desnecessário avisar que possivelmente a confiança deles, tanto quanto a disposição para cooperar, possam estar comprometidas após os ocorridos do ano anterior e o fato de não divulgarmos nenhuma informação a respeito da investigação. ― sentenciou com um sorriso contido, o qual denotava o desafio que ali existiria. Como sempre, para eles nada era simples e fácil ― De qualquer modo, apesar destes detalhes, o procedimento será padrão e os senhores terão uma semana para estudar melhor o caso, não apenas para formular os interrogatórios como porque alguns detalhes foram trazidos à tona apenas recentemente. ― disse, puxando a varinha de seu coldre.

No início deste mês os corpos foram transferidos da M.A.C.U.S.A. para nós e, ao longo das últimas semanas, foram submetidos a testes variados, a fim de tentar compreender algo além do que já fora notado. ― sentenciou, apenas para fins discursivos, afinal, todos os detalhes se encontravam nas pastas entregues aos presentes ― Informações mais detalhadas sobre a situação dos cadáveres foram liberadas ontem por nossa equipe forense, bem como detalhamentos e pesquisas feitas por Ling, sobre alguns dos possíveis rituais ou alguns dos s[imbolos. ― enunciou, erguendo novas fotos, as quais mostravam melhor os símbolos presentes ao longo dos corpos dos indivíduos, alguns dos quais ressaltados por círculos feitos pelo colega dos aurores, Wen Ling, o qual era especialista em rituais e simbologia ― Uma das marcas, contudo, foi uma das que mais acabou por atrair a atenção, visto que ao contrário das demais, que pareceram encavadas, esta se trata de uma tatuagem, idêntica em ambos os corpos, posicionadas no mesmo lugar e que não tinham aspecto de recentes. ― disse, girando o punho para fazer erguerem-se duas outras fotos, as quais davam um close de algo similar a uma árvore, existente sobre a região do coração.

De acordo com Van Pelt, ― e puxou um outro relatório, feito pela auror citada ― esta é a marca que liga membros de uma sociedade de raízes antigas chamada de “Magu”, a qual, até onde se sabe, é formada por bruxos elite de áreas de estudo de ciências variadas. ― enunciou, erguendo os olhos de gelo para fitar aos presentes ― A princípio os ideais desta sociedade são nobres e muitas de suas ações tem caráter filantrópico, o que talvez fosse motivo para tirá-la do radar, contudo, por experiência, ― um quase imperceptível curvar de lábios ― organizações seculares – trouxas, mágicas, míticas – dificilmente são cem por cento livres de indivíduos ou preceitos ou histórias de caráter duvidoso, que podem ou não ser conhecida por seus membros. ― observou, carregando em si um discreto aspecto de quem se divertia com uma piada interna ― Neste caso é difícil considerar mera coincidência quando, dentre cinco corpos, dois carregam em si sinais de tortura maior e possuem a mesma marca desta sociedade que, por sinal, foi também citada durante um julgamento recente, cujo responsável era, justamente, o conselheiro que se encontra desaparecido. ― disse, mantendo suspenso no tom as implicações ali presentes.

Como podem ver, ― observou, girando a varinha para trazer de volta as fotos do caso ― existem muitos pormenores e ligações peculiares. Detalhes que precisaremos investigar e entender, motivo pelo qual conversaremos com os conselheiros deste ministério. ― disse com um olhar grave ― Precisamos saber como era a rotina dos falecidos durante o período em que aqui estiveram, se alguém pode nos dar maiores informações sobre a vida profissional e pessoal dos três conselheiros, quem eram seus familiares ou amigos próximos, quais informações oficiais ou extraoficiais existiam sobre eles, enfim, quaisquer detalhes que possam vir a serem úteis para compreender o porquê da morte deles, o motivo por trás destas ‘coincidências’, incluindo a ligação e papel deles na “Magu”, a fim de determinar se existe ou não relevância na presença dela neste caso. ― explicou, girando o olhar para Fred ― Shackleton, enquanto os aurores aqui presentes adiantam a leitura dos detalhes recém-expostos e retiram eventuais dúvidas, o senhor, por gentileza, poderia buscar na sala de arquivo as fichas que contenham informações sobre os atuais conselheiros da suprema corte? ― solicitou, fitando ao mais novo com um ar calmo e afável ― Obrigado e, lembre-se, o que ocorre aqui, aqui se mantem. Caso perguntem sobre algum de nós em seu caminho, informe que estamos em reunião e apenas isso. ― disse com um olhar sagaz, observando o rapaz retirar-se.

Não houve questão da parte de Thomas ou palavras, quaisquer que fossem, ante o estalo da porta se fechando. Houve um olhar, contudo; um olhar que por um momento repousou em cada um dos presentes – Denvers, von der Grimmelshausen, Wu, Enkelis e Sulliver – em uma indagação muda. Era hora de questionarem, tirarem quaisquer dúvidas pertinentes ao que fora dito até então.


OFF:

Como de praxe, os aurores possuem arquivos que explanam o caso, bem como informações relevantes. É um resumo bem informativo, mas para detalhes mega detalhados (-q), deverão ir atrás de pessoas que possuam as respostas (Ling ou Van Pelt – Thomas também, mas o momento ‘pausa para as dúvidas’ é justamente para aproveitarem o momento e as tirarem, duh). Todos terão uma semana para entender o caso como um todo, de modo que por volta da semana do dia 25 de setembro, ocorrerão os interrogatórios (informação que apenas os aurores citados possuem).

Certo dia, sem aviso prévio, Thomas conversará com a Gina sobre a necessidade deste auxílio dos conselheiros de modo um pouco urgente e abrupto. As entrevistas ocorrerão neste mesmo dia em salas apropriadas ou nas salas dos próprios aurores (fica a cargo de vocês), os quais serão auxiliados por um gravador, similar a uma handcam, que registrará com imagens e som o interrogatório – parte do procedimento padrão, então lembrem que devem avisar os interrogados da existência desta ‘filmagem’.

Como dito, deverão adquirir o máximo de informações sobre os falecidos e quaisquer detalhes que venham a ajudar na investigação. As interações ficarão a cargo das duplas e para isso foi criado em off o grupo no whatsapp: para determinar como cada um preferirá desenvolver as postagens – conversem!

Fica aqui constado que estes arcos (ou seja, as postagens como um todo) deverão ser finalizadas até o fim do prazo de dois meses (aproximadamente até 19/07), independentemente de quantos posts vão existir entre as partes – ou seja, organizem-se entre si de um modo que as postagens sejam finalizadas na data supracitada. Cada parte terá cerca sete dias para fazer seu post (decentemente) e postar, o que poderá render quase cinco posts para cada. Caso alguém possua algum problema no percurso, informe sua dupla e seu chefe de departamento (ou se não for algo altamente pessoal, seja prático e jogue na roda do grupo -q).

Lembrem que os posts se baseiam em habilidades, então distribuam o que faltar e as girem aqui: viewtopic.php?f=406&t=11403

Quaisquer dúvidas, gritem no grupo.

Thomas Dernach
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