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Recepção Hospitalar

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Re: Recepção hospitalar

MensagemHolanda [#181576] por Lizzie von Wangüuk » 30 Nov 2017, 12:58

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Por que caralh*s eu havia resolvido dar uma de heroína? Vai tomar no meio do c*! Sério! Além de ter um retardado gritando qualquer coisa que eu não fazia ideia, estava cheio de problemas de pele e a p*rra toda. Na moral! Cadê o povo sério pra fazer essas coisas não acontecerem? Ainda segurava com força os braços do retardado de outro país, quando um cara que eu não tinha ideia de quem era, resolveu brigar comigo. Aquilo estava realmente acontecendo? - Se liga, cara! Ele queria matar geral e você tá brigando comigo? - Falei em resposta, sentindo a ira me dominar e a vontade de mandar aquele cara para o raio que o parta. Que cacete tinha acontecido com aquele povo do hospital? O louco que eu segurava que era o errado e eu que tomava comida de rabo? Francamente! Dá próxima vez, tacaria o f*da-se e deixaria todo mundo se f*der. Quem sabe assim, ninguém viesse brigar comigo. Tudo só me deixou ainda mais irritada quando o 'todo poderoso' pediu para soltar o retardado que mais parecia um animal raivoso. Isso sem contar numa babaca que tentava falar com ele. MERLIN DO CÉU! CADÊ AS PESSOAS PENSANTES NAQUELE HOSPITAL? Ainda indignada, soltei lentamente o descontrolado, vendo-o se agitar em direção a estrupício que tentava conversar.

Minha vontade inicial fora de gritar 'sem perigo, né?', mas acabei não fazendo. Aquele cara de 'zóio' puxado poderia receber minha falta de educação depois, já que eu era a única ali que conseguia pensar em formas de segurar o idiota. - Não no meu turno! - Falei rapidamente, enquanto meus braços iam em direção aos dele, assim como seu tronco, para evitar que esse desvairado continuasse a machucar as pessoas que estavam ali no hospital. - Dá pra calar a boca e parar esse animal, ou tá difícil? - Gritei super irritada, forçando meus membros superiores contra o corpo do homem louco, sem me importar com o que poderia acontecer comigo. Sempre fora muito imprudente, porém, também sempre colocava a segurança em primeiro lugar. Se eu me f*desse para salvar quem estivesse ao meu redor, eu o faria, afinal de contas, era isso que eu aprendia a cada ano em minha amada Durmstrang. - FAZ ALGUMA COISA QUE PRESTE, IDIOTA! ELE NÃO ENTENDE UMA ÚNICA PALAVRA SAÍDA POR SUA BOCA, RETARDADA! - Gritei mais uma vez, para a insuportável que tentava falar com ele. P*ta que me pariu! Qual era o problema daquela estúpida? Ela não sabia fazer nada direito naquela merda? Caralh*, viu?

Sabe aquele momento em que você tenta entender como um bando de burros são contratados pelo hospital? Então, era naquela situação que eu me encontrava. Eu, uma aluna f*da pra caralh*, estava controlando aquele ataque melhor do que qualquer um que estava envolvido e, da melhor maneira. Mas, uma imbecil, que devia ter um bando de vento no meio da cabeça, resolveu f*der com tudo, porque, não satisfeita em tentar conversar com o louco que queria matar geral, resolvera meter um belo estupefaça em cima de nós. Num instante, estava brigando com o homem, imobilizando-o como eu podia, prendendo meus braços de forma que segurasse os deles e, no seguinte, lá estava eu, sendo jogada no chão e com força. - FILHA DA P*TA! - Xinguei alto, pouco me importante se ia tomar suspensão, bronca ou a p*rra que fosse. Aquela inútil não sabia usar a merda do cérebro? As dores me atingiram de uma só vez, assim como o peso do homem que eu segurava tão firmemente. Claro que elas só serviram para me deixar ainda mais brava e descontar isso no louco que eu estava agarrada. Porém, outro ponto me chamou a atenção: a doida que só fizera merda desde o início. - Bem? Você é burra ou o que? Podia ter me machuca, idiota! Faça alguma coisa direito! É cega ou não sabe pensar? - Resmunguei, apertando um pouco minhas pernas em torno da cintura do homem.



Ação: Imobilizar o homem com sucesso
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Re: Recepção hospitalar

MensagemJapao [#181669] por Davos Kyushua » 04 Dez 2017, 15:31

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Ações tempestivas são na maioria das vezes comandadas não pela honra, não pela justiça, mas, pelo medo. Tentamos justificá-las, nós as cobrimos com mentiras claras ou com a poeira espessa da falsa coragem. O medo é uma figura hostil que se apossa de você, recusando-se a sair; não para de lhe sussurrar, não para de lhe comandar. Estabelece limite ao seu corpo, a sua mente diante do desconhecido. Coragem nem sempre é expressa por ações, por movimentos impulsivos, pela força. Ao contrário, coragem é saber a hora certa de agir, e como agir, como também de se aquietar. Observar. Ouvir. Para se tornar uma pessoa melhor, é necessário superar seus medos, seus limites. Precisa se fazer mais do que a maioria faz. Todavia, fazer mais não é referente a quantidade.

Claro... não digo que ali, naquela cena burlesca deveríamos permitir as ações inconsequentes de quem aparentava ser o algoz do momento; todavia, acreditava em formas mais brandas de silenciá-las. Ele parecia querer dizer algo; o desespero lhe era tangente, evidenciado para alguns em forma de violência. Poderia estar pedindo socorro? Querendo por ajuda? Poderíamos ter feito diferente; sermos uma equipe preparada; todavia, o preparo e a sabedoria estava bem longe de contornar aquelas mentes. Esbravejar aos quatro cantos, xingar a todos, agir como uma besta fera indomável e irracional, estava de longe de minhas preferidas, todavia, a mais usada por aquela que seria a minha "residente".


- Agir desta forma tampouco vai impedi-lo permanentemente. Apenas lhe dar um falso controle da situação. Use mais a cabeça ao invés das mãos, senhorita. - dizia a garota que se segurava no homem como se estivesse montada num touro, procurando por arreios, usando palavras vexatórias como argumentos válidos e extremamente necessários, segundo seu ponto de vista distorcido. Eu ali parado, apenas observando a cena poderia estar lhe causando o pior dos furores, todavia, mantinha-me em prontidão, caso a situação extrapolasse além do presente.

Eu poderia muito bem liquidar o homem usando a força, afinal, com todos os meus aprendizados na área de lutas marciais, não sofreria sansões físicas como a jovem ali estava disposta a sofrer. Pensei em lhe lançar um feitiço forte o suficiente para aquietá-lo; e aqui, nada de experliarmus que poderia somente desarmá-lo magicamente, mas, não contê-lo fisicamente. Deixá-lo inconsciente, talvez parecesse necessário num primeiro momento, todavia, temia que, qualquer injúria que o tivesse dominando, tivesse seus efeitos potencializados por uma perda de consciência. Poder-se-ia assim, permitir toxinas de circularem mais livremente sem quaisquer resistência por parte de seu hospedeiro temporário; daria força ao conteúdo mágico que tentava dominá-lo. Ademais, julgava as palavras, aparentemente sem nexo, proferidas por seus lábios, deveras importantes; uma forma de entender o que realmente estava acontecendo.

Com segurança, tentava me mais aproximar dele. Era avarador, portanto, não se fazia necessário o uso de varinha de minha parte, todavia, como não era uma habilidade a qual eu gostava de me exibir (aliás, exibicionismo estava longe de alguma característica de minha parte). Assim, mantinha meu objeto mágico unido aos meus dedos da mão direita. Em prontidão, caso necessário o uso.

"Deus", "Vingança", "Aemmon", eram algumas das coisas as quais eu havia entendido. O que reforçava ainda mais a ideia dele estar sob um torpor mágico que o dominava. Quem o havia mandado ali? Por quê? Estávamos ali funcionando apenas como peças de distração enquanto algo maior acontecia em algum lugar daquele hospital? Por que ali? Aproximei-me mais, pisando em gotas de sangue espalhadas pelo chão. Contudo, as quais não podiam me contaminar. Não pensei em tirar a garota de cima do homem, pois, só iria piorar a situação, uma possível contaminação, pois teríamos um paciente ainda ensandecido, descontrolado, cujas palavras ainda queria entender, também uma besta fera de língua afiada para conter. Todavia, soava-me atrativo lançar magias paralisantes como incarcerous, por exemplo. Mas, me mantinha em prontidão.

Sempre perto. Não somente para impedi-lo, como até mesmo para proteger a jovem ensandecida. Embora ela parecesse contê-lo bem, obviamente não conseguiria por muito tempo. Forças físicas se esgotam. Não duram para sempre, ainda mais diante de uma atividade de resistência daquele tamanho. Outra medibruxa surgira com o intuito de deixá-lo inconsciente, e, nesta jogada também fizera com que a residente fosse jogada ao chão. Tudo aconteceu rápido e tão logo o paciente entrou em estado de inconsciência. Desacordado.


- Vamos levá-lo para uma área segura e onde ele possa ser contido. – dizia aos presentes, procurando por ajuda. Mantinha minha voz compassada, porém, firme. - Há uma ala psiquiátrica aqui? - inquiria aos presentes. - Ele vai acordar e, possivelmente, ainda no mesmo estado mental para pior. Ele parece ter sido vítima de rituais mágicos juntamente ou não por algum tipo de toxina. – dizia, mesmo desnecessariamente, afinal, todos ali ou quase todos eram da equipe multiprofissional do hospital e já deveriam ter imaginado aquelas assertivas. - E a senhorita - referia-me à residente, ainda no chão, com as pernas ainda presas a cintura do homem - também precisará ser examinada e posta de quarentena. Não se sabe se é contagioso ao toque. – dizia peremptório. Esperava um pouco de racionalidade e temperança da garota naquele momento e, que, agora, com o homem desacordado, ela pudesse agir como uma verdadeira residente hospitalar, pensando, soltando o paciente em potencial.

- Está tudo bem? - disse compassadamente ao me aproximar da medibruxa que havia lançado o feitiço estupefaça e que parecia preocupada com a residente. - E controle seu linguajar, senhorita. – dizia sério, totalmente insatisfeito com aquela atitude de minha futura subalterna. Como era feito os cuidados com os residentes daquele hospital? Como aquilo pode chegar naquele nível? Onde se estava o respeito com o próximo, com seus mestres? Isto jamais seria admitido de onde eu viera. Pelo contrário, instigaria os mais sôfregos castigos físicos e mentais. - Aqui todos nós estamos trabalhando juntos. Não há necessidade de xingar e muito menos desrespeitar alguém. Você não iria conseguir contê-lo por muito tempo, por mais que seus xingamentos e sua braveza lhe dissessem o contrário. -


Ação: Escutar Idioma
Idiomas compreendidos pelo char: Japonês, árabe, inglês e alemão
Acredito que tenha conseguido bons frutos, já que tirei d1 20, d2 17.

*Sem os conhecimentos requeridos.
Solicitado aprendizado.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Faia, 31cm, Corda de Coração de Dragão, Retorcida

    Usou um Varinha de Faia, 31cm, Corda de Coração de Dragão, Retorcida.

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Davos Kyushua
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Re: Recepção hospitalar

MensagemLiechtenstein [#181697] por Mestre do TvH » 05 Dez 2017, 20:21

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    Finalmente o homem estava contido e equilibrado? Não. A verdade é que mais uma vez Lizzie precisou intervir com sua força e pensamento, não pensado de apenas imobilizar o homem para não cometer mais maldades. Enquanto isso, a medibruxa Lidell chamada pela capitã do time de quadribol dos montrose, Isabelle, ajudava Guiliern o segurança que muitos ali conheciam como um homem bondoso e sensato. Guiliern gostava do hospital e dos demais funcionários, tinha bons relacionamentos e já estava ali há mais de vinte anos. Sua idade era por volta de quarenta anos. Fora admitido muito jovem como segurança, logo após se tornou chefe dos seguranças do hospital em que era muito bem elogiado pelas chefias devido sua ética e cuidados. Sempre esteve pronto e também sobrevivera aos ataques dos anjos das trevas, aos atentados ao Hospital e às trocas de chefias.

    Guiliern tem três filhos e duas gêmeas, por isso trabalha e se dedica muito, precisa sustenta-los, as gêmeas são no-majs e isso lhe aflige, pois passaram a viver com os parentes de sua esposa que são trouxas. Seus três filhos estão iniciando a carreira nos ministérios ou se formando nas escolas bruxas. Todos esforçados e regidos pelos princípios e valores que Guiliern protege. Sua preocupação maior era com relação à sua família e com os pacientes do hospital. Após dividir algumas coisas para Lidell, sobre como o homem parecia ter duas íris, falar língua estrangeira e estar fora de si, complementara: - Por favor doutora, não avisem à minha esposa e meus filhos, não quero lhes preocupar! – Dizia com temor em seu tom de voz munido de aflição.

    Voltando para o desconhecido, Davos pudera compreender que o mesmo agora proferia frases sobre vingança, ódio e até mesmo morte. Ele estava fora de si e sua fala além de ficar mais baixa era acelerada. Fora de toda atenção, os escaravelhos se esconderam por entre alguns escombros sem serem vistos. Um saíra em direção à entrada, outro seguira alas à dentro e o terceiro, permanecera escondido. Nenhum funcionário ou paciente vira os insetos se movimentarem no meio daquela bagunça e por isso, não perceberam que talvez por eles, o homem falava rapidamente e sem sentido.

    Brennan conforme sentia as criaturas se afastando de si, sentia-se mais fraco e mesmo que continuasse falando em árabe parecia não saber mais falar inglês ou qualquer outra língua. Enquanto o mesmo revoltava-se contra os funcionários, Lizzie agarrava-o e no mesmo instante, Pâmela em um ato exagerado, lançava um estupefaça no homem lançando-o para trás e até mesmo atingindo Lizzie. Em sua deixa, Davos recolhera o homem já imobilizado e os demais seguranças e enfermeiros se aproximavam para auxiliá-los.

    Guiliern estava sendo levado pelo feitiço mobilicorpus até a enfermaria e Brennan recebia um sedativo forte para ser levado ao atendimento. Finalmente a situação estava contida e exaustos por aqueles esforços, deixaram os demais funcionários cuidarem do desconhecido e do segurança.

Desculpe a demora! É isso pessoal.
- Essa é a “1ºonda” de acontecimentos que ocorrerão.
- Aqueles que participaram dessa trama não podem fazer o atendimento do Brennan e nem do segurança.
- Podem ficar à vontade se entram em quarentena ou se seguem a vida normalmente, lembrando que devido o d2d20, com o tempo, algumas informações serão passadas para serem narrados e incluídos em suas tramas.
- d2d20 = determinou o nível de contaminação + grau de contaminação e como foram infectados. Calma, não levará à morte, mas aqueles que sofreram contato direto, terão respectivas sensações que enviarei por MP. As postagens com as informações serão sempre “oficiais” quando fornecidas.
- Registrem o post como: APRENDIZAGEM DE HABILIDADE: MEDIBRUXARIA. Quem não possuir a habilidade, poderá optar por 1 pré-requisito. Quem já tiver todas as bolinhas de medibruxaria, poderá escolher upar um dos pré-requisitos.
- Pâmela e Lizzie participarão de um arco em que terão o castigo por suas ações e condutas tão exageradas. (por mim e a Lili)
- “2º onda”: prevista para Janeiro.
Prazo para postagem: 19/12



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- Lidell -
ação curar o segurança: EFETIVA
dado 3/2 + destreza + inteligência – DF + 1Habilidade + 1 Conhecimento + 1 Qualidade – 1 Fraqueza = 25
160/2 = 80

O segurança recebeu seu primeiro cuidado ali, foi curado nos ferimentos mais profundos, porém precisava de mais atenção.
O Guiliern explicou como o homem chegou e relatou o que fizera e o que aconteceu.

- Lizzie -
Ação imobilizar brennan sem feitiço: EFETIVA
dado 3/2 + destreza + inteligência + percepção + força + 2 habilidade + 2qualidade + 2conhecimento – 2fraqueza = 25
94/2 +3+4+2+4+3+1-1= 63
Por mais uma vez Lizzie usava a força para mobilizar o homem, que naquela altura do campeonato já conseguia fazer muito bem, sobretudo, não esperava ser lançada também para trás junto com o homem. Apesar de não ter se machucado, foi um grande risco.

Ação extra: ver os insetinhos FALHA
dependia do d1d20 = valores acima de 16
d1d20 = 11 - não conseguiu ver nenhum escaravelho.

- Pâmela -
Ação imobilizar brennan com feitiço: EFETIVA
dado 3/2 + destreza + inteligência – DF + 1Habilidade + 1 Conhecimento + 1 Qualidade – 1 Fraqueza = 25
124/2 +3+4-8 = 61
Ao lançar o homem para trás, também cometera a tal gravidade de ferir a residente Lizzie que ao mesmo instante imobilizava o homem. Pâmela será advertida juntamente com Lizzie por ações "exageradas". Por sorte a jovem Lizie não se feriu.

- Davos -
Ação escutar idioma:
2 habilidade + 2 conhecimento +2 qualidade+ Inteligência – 1 fraqueza = +10
2+1-1 = 2+2
*bônus linguista nato = 2*
Pôde identificar que era um árabe bem antigo, porém, por estar mais distante, ainda sim não conseguiu ouvir com clareza o que ele dizia.
As palavras se repetiram, além de vingança e de renascimento ligado á palavras como: "vingança", "morte", "renascimento", "castigo".
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Re: Recepção Hospitalar

MensagemJapao [#182366] por Davos Kyushua » 02 Jan 2018, 14:57

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Havia recebido ajuda de várias pessoas para que pudéssemos realocar o novo paciente do hospital. Desacordado, não seria problema para ninguém. – Tome cuidado! Isto pode ser contagioso – dizia para os que ajudavam no transporte, tentando minimizar o máximo de estragos possíveis. Já me encontrava afastado dos pormenores, como da minha residente, com a qual teria uma conversa subsequente, e da jovem bruxa que havia lançado o feitiço o qual desacordara a "vítima". O segurança também havia sido socorrido, e tudo, paulatinamente, ia ganhando configurações de mais um dia de serviço no hospital TvH. Havia sido meu primeiro dia de trabalho e não sabia ao certo prever se toda aquela ocorrência significada um bom ou mau presságio para a minha estadia por ali.

- Talvez seja prudente pegarmos uma amostra deste sangue para coleta... – sinalizava para as pequenas poças criada pelo líquido rubro sobre a qual inclusive eu havia pisado. Percorria com os olhos todo o perímetro, todavia, haveria de passar despercebido para mim a presença de insetos os quais haviam saído do corpo de nossa vítima. Se aquilo traria problemas para minha nova equipe? Bom, era muito cedo prever. Ademais, como ninguém de nós havia visto naquele dia, era humanamente impossível delegarmos preocupações ao fato. Aos poucos a multidão se dispersava e eu, juntamente com a equipe de transporte, acompanhava o homem até o departamento de psiquiatria. Afinal, havia julgado lá o melhor lugar, e, até então ninguém parecia se opor.

As palavras entoadas pelo homem as quais eu havia conseguido captar ainda reverberavam em minha mente, tentando encontrar formas, elos que fizesse aquilo tudo fazer sentido. Se eu devia contar aquilo para alguém? Bom, isto era outra coisa que também perpassava em minha mente. “Vingança”, “ódio”, “morte”, “Deus”, “Aemmon”, “renascimento”, “castigo” não eram coisas comuns e, segundo minha intuição, não traziam bons presságios.

No trajeto até a internação do novo paciente tentava pensar sobre tudo aquilo que havia acontecido; trazendo à minha mente todas as cenas que me recordava, tentando olhar o passado sob uma nova ótica, de observação, como um telespectador. Algo não me cheirava bem, e não... não era o sangue exposto na Recepção do hospital.
– Podem continuar o trajeto. – dizia para a equipe de transporte. – vou procurar o diretor do hospital. – afastava-me indo em direção ao elevador, não antes de perguntar para alguém para onde eu deveria me dirigir. Afinal, era completamente novo ali. E, deveria tomar cuidado para não soar arrogante, petulante... “entrão”.

No fim, havia decidido por mim que segredos daquele tipo não era uma maneira boa de começar com o pé direito em meu novo local de trabalho.



- Post cocô, mas, tá ai, finalizando.
- Davos possui full em Medibruxaria. Portanto, escolhendo upar um dos pré-requisitos desta habilidade. Escolhido upar Conhecimento em "Poções".
- Considerações sobre o Post: Como ninguém mais postou, considerei que ele foi levado para onde o Davos havia sugerido no post anterior. Caso alguém queria mudar, é só colocar, com coerência, outro lugar no post. #dadeombros
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Re: Recepção Hospitalar

MensagemUcrania [#194006] por Mariya Yakushenko » 16 Ago 2019, 17:12

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- Ai, ai... será que vai demorar muito? - questionava Mariyah olhando para seu relógio trouxa. Havia sido um presente ganhado de seu pai fazia vários anos. Estava até mesmo na hora de trocá-lo. Porém, era tão raro ganhar presentes do pai que não conseguia se desfazer do objeto. Era nostálgico e prazeroso olhar para aquele simples relógio. Observar como a velocidade do tempo urgia, a efemeridade das coisas, a saudade de casa e a dificuldade em voltar para Kiev, mesmo que por alguns dias.

Agora, sem colega de quarto, as coisas ficaram mais dificeis. Subsidiá-la em Liechtenstein, ajudar seu pai em Kiev eram cargas financeiras as quais dificilmente conseguiria sustentar se não fosse a carga extra de trabalho. Já nem se lembrava quando havia tomado férias. Mas, volta e meia ia para casa. Não para descansar. E sim para alimentar seu gatinho. Seu único companheiro. Brincava com ele. Tomava um banho bem demorado. Dormia talvez umas três ou quatro horas e voltava para o hospital. Havia até mesmo alugado algo bem perto do local de trabalho assim, não precisava perder tempo em translados, embora esta parte, a magia volta e meia facilitava. Mas, Mariyah gostava de ir a pé. De bicicleta na verdade. Era seu momento fitness, o qual era logo suplantado pelas gororobas que ela comia.


- Acho que não dra. Ele ainda está no horário. - dizia a recepcionista.

- Nunca mostrei o hospital para ninguém. Achei até estranho me darem este papel. - dizia, jogando metade de seu tronco para dentro do balcão. - tem café ai? - perguntava para a recepcionista que, não demorou a trazer um copinho de café para a ucraniana. Mariyah tinha amizade com boa parte do hospital. Pelo menos era assim que pensava. Vivendo ali, praticamente, gostava de passar um pouco do tempo trocando ideias, quando o sono não vinha (nas horas em que ela podia descansar, é claro.)

Não tardou para um jovem chegar. Anunciou seu nome: Peter Parker Marvill DiCristi. Extremamente grande, segundo a concepção de Mariyah. Contudo, o que ela poderia falar? Mariya Svetlana Kostiantynivna Yakushenko não era um nome diminuto.
- Oie... Sou a dra Yakushenko. - ofereceu-lhe a mão em cumprimento, trazendo um sorriso empático em seus lábios. - sou a medibruxa que lhe mostrará o hospital. - O medibruxo era jovem, mas, bastante bonito. Mariyah se sentiu uma velha encalhada perto do homem. Porém, não tardou de deixar estes pensamentos de lado. Não sem antes delegar um olhar travesso para a recepcionista, em confidência. - vou nesta. Depois conversamos mais.

- Preparado para seu primeiro dia de trabalho? -
questionava o jovem. Talvez de uma forma "dada" demais, contudo, não conseguia esconder certa empolgação pelo gesto. Estava um pouco cansada de atender pacientes naquele dia. Era bom revezar nas ações e, ainda estava ganhando horas de trabalho ali. Não podia reclamar. - É novo de formado? - perguntava curiosa sobre a vida profissional dele, conduzindo o caminho pelo corredor do térreo.


With: Homem Aranha. (Peter Parker)
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Mariya Yakushenko
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Re: Recepção Hospitalar

MensagemEstados Unidos [#194239] por Peter Parker Marvill D.C. » 27 Ago 2019, 15:51

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Peter desceu as escadas do apartamento onde morava equilibrando a bolsa em um ombro e um livro em uma das mãos enquanto terminava de vestir um casaco e mordia um pedaço de pão. Era óbvio que estava atrasado! Sempre estava atrasado! Maldita hora em que acompanhara Gwen em um infrutífero teste para ser jogadora de quadribol.

Claro que ele não reclamara de nada. Gwen era a pessoa com quem ele mais se importava no mundo todo. Sua gêmea! Companheira e cúmplice desde tempos imemoriais de pequeno óvulo, passando a feto, bebê e, finalmente, nascidos. Desde sempre estiveram juntos e era natural que ele a acompanhasse quando ela tinha algo tão importante para ir.

Na verdade, a noite nem fora tão perdida assim. Ele bebera um pouco, assistira um inusitado show de Strip tease e ainda acompanhara sua insegura irmã em um dos momentos mais importantes de sua carreira, o que mais ele iria querer? O único problema foi acordar cedo no dia seguinte para ele mesmo ir até o seu novo emprego.

Peter nunca fora do tipo desleixado ou irresponsável. Na verdade, meticuloso e muito aplicado em tudo que fazia. Mas sem ser ranzinza ou compulsivo. Ele era essencialmente um ser cujo humor contagiava e que sabia aproveitar todos os momentos, transformando mesmo os momentos mais complicados em diversão ou, ao menos, em algo que pudesse arrancar algum sorriso. Era um homem de sorriso fácil e de costumes simples. Sabia entender a alma humana e ver cores onde ninguém mais conseguia. Talvez por isso escolheu a carreira de medibruxo. Gostava de trazer alívio ao sofrimento dos outros e, por vezes, (na maioria delas) ainda conseguia salvar algumas vidas.

O jovem medibruxo ( cujo nome fora inspirado num super heróis de quadrinhos que era mais ferrado que ferradura de cavalo) decidiu vencer os últimos quarteirões que o levariam até o Hospital Theophrastus Von Hohenhein (eis um nome pior que o dele, Peter não deixou de observar) correndo. Ele já estava atrasado o suficiente para ficar levemente ansioso com o engarrafamento que o ônibus estava enfrentando, então apenas e literalmente pediu para sair.
Não demorou muito para que Peter Parker pudesse encontrar o Hospital bruxo e a recepção onde deveria se apresentar. Em um lugar tão grande, era de se esperar que ele demorasse um pouco,ou se perdesse. Mas não foi esse o caso.


Pouco mais de cinco minutos do horário marcado, ele adentrava o hall e se apresentava à recepcionista:

- Peter Parker Marvill DiCristi, sim, meu pai era louco!Acrescentou um gracejo para a enfermeira da recepção e para a médica que estava ali ao lado.– Sou o residente que pediram que se apresentasse aqui hoje.
Para sua surpresa, a médica se adiantou e esclareceu que já estava à sua espera .


Ela se apresentou como Dra Yakushenko e Peter teve de fazer algum esforço para não fazer nenhuma piadinha sobre o sobrenome da moça, se limitando a perguntar de uma forma gentil, mas com um sorriso maroto, como se soletrava para ver se quebrava um pouco do gelo.

Dra Yakushenko era uma mulher muito bonita, apesar das olheiras e das feições cansadas típicas de uma medibruxa num hospital tão grande e Peter se sentiu um pouco intimidado com a competência que imanava dela. Um pouco séria demais, fez com que Pete se sentisse um bobalhão que não sabia nada do cotidiano da profissão e, por isso, ele decidiu não fazer piadinhas demais, ainda que quase não resistisse:



- O amigo da vizinhança está sempre pronto! – sorriu se sentindo, de novo, um bobo que mal sabia o que estava fazendo.
Mas então notou que ela sorria quando conversavam e que, talvez, ela estivesse gostando de mostrar ao novato as suas funções. Mais que isso, ela mesma iniciava o diálogo perguntando sobre algumas particularidades, como o tempo de formado que ele tinha:


- Bem... Sim ... Eu me formei há pouco mais de um ano, mas passei algum tempo trabalhando em um hospital trouxa. Queria me aprimorar nas técnicas que eles usam antes de vir exercer a medibruxaria.


Explicou-se de maneira honesta e entusiasmada. Para ele não havia nada mais empolgante do que o inicio de um projeto e, naquele momento, ele iniciava o maior projeto que já tivera em sua vida.


Interação com a Dra Yakushenko .cute
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A dor pode ser curada com o riso!!!
Peter Parker Marvill D.C.
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Oliver Dench
 
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Postado Por: Cléo.


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