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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Recepção Hospitalar

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Recepção Hospitalar

MensagemLiechtenstein [#179250] por Mestre do TvH » 07 Set 2017, 11:10

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O grandioso salão de entrada do hospital, onde também é utilizada como sala de espera para os pacientes que são direcionados ao 'Setor de Danos Causados por Magia', que localiza-se no mesmo andar. Assim que atravessa o portal de entrada, o paciente depara-se com um grandioso balcão de madeira bem trabalhada, enquanto na extensão da sala , um conjunto de poltronas, sofás e mesas são devidamente distribuídas pelo espaço na intenção de trazer maior comodidade. Os periódicos mais famosos e conhecidos do mundo bruxo ou dos trouxas estão sempre em suas edições atualizadas sobre as ditas mesas. O teto bem trabalhado, causaria certa curiosidade aos que o admirassem, pois as ondulações pareciam se mover lentamente em um padrão distrativo, como uma aurora.
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Re: Recepção hospitalar

MensagemLiechtenstein [#180947] por Mestre do TvH » 24 Out 2017, 10:47

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Dia dos mortos.

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Sir. BRENNAN, famoso historiador e membro do Ministério da Magia do Egito.
Local/Data: 27 de outubro – 14h da tarde– recepção TvH.


    A poeira encobria os céus daquela manhã castigando os pulmões do jovem Brennan, forçando-o a tossir miseravelmente sobre um guardanapo. As explosões não lhe assustavam mais, sobretudo, as recentes descobertas precisavam ser apresentadas à sede, afinal, aquele coração em mãos erradas, poderia custar a vida do universo. Abrira a carta que estava lacrada há uma semana: “uma catástrofe para Azkaban”. Aquela frase já simbolizava tudo. “Os ponteiros se encontrarão ao norte”. Sabia que finalmente entregaria o relatório ao agente da descoberta.

    - Mais um café por favor. – Pedira em Árabe contendo a tosse e amassando a carta. O garçom saíra com sua xícara vazia, deixando-o com os próprios pensamentos. O rapaz sentia seu corpo estremecer e formigar, como se estivesse sendo atacado. Mais uma vez pegou um guardanapo, vomitando sangue entre as crises de tosse. Sentira o mundo girar, a visão ficar turva e os pequenos flashes da noite anterior, de uma criatura de outro mundo lhe visitar os sonhos. Levantara assustado e subira as escadas para seu quarto. Brennan folgara as vestes, quase esgueirando por entre as paredes e deitando sobre sua cama. Seus batimentos estavam em demasia e seu peito ardia. Sua pele suava, seu ouvido zumbia e a claridade parecia lhe incomodar mais que o normal.

    Brennan fechara o olhos lembrando-se das ruínas, do objeto e da criatura de maneira confusa e, antes de perder sua consciência, olhara sua mão direita. Nela havia um besouro, um escaravelho, caminhando. Franzira o cenho estranhando tal criatura, piscara algumas vezes e já não a via mais. Estaria ele delirando? Respirara profundo e adormecera.

    ....

    Na tarde do dia vinte e sete de outubro às quatorze horas, na recepção do Hospital bruxo, nada mais além do comum acontecia, todos faziam suas rotinas diárias e tudo estava normal, além é claro, de:

    - EXPULSO!– O grito ecoava ao longe, próximo à recepção. O corpo do segurança do hospital era arremessado metros à dentro, alertando à todos que o perigo se aproximava. Brennan estava fora de si, sua varinha em mãos fazia presente perante à todos. Seu rosto parecia descamado, suas vestes maltrapilhas e ensanguentadas. Sua pele mal cuidada e seus olhos moviam-se de um lado ao outro, fora de si.

    Seus lábios moviam-se em uma velocidade sem fim, julgada impossível para um homem - Biaism 'iilh syth, wasawf yuqtal watadmir kl shy'. 'aetani qalbik alan, 'aetani nufusak wahayatik, yakun jyshy! 'anaha sawf tahsl! –O segurança gritava para que todos se afastassem, mas Brennan continuava insanamente: - 'ant ln takun qadirat ealaa alsaytarat ealayhi, fahu hurun wa'anaha alquat alwahidatu! 'anaha ln tamlik 'iilah siadiun 'abada! sawf alsihr alkhasi bik ln yakun mumkina! 'anah qadima! kun eubidah! – O segurança, ao notar que Brenan parecia levemente distraído em sua loucura, se aproximara como aprendera na contenção de loucos. – Senhor. Calma, os médicos já estão à caminho, estão vindo.– Tentava manter a calma. O historiador, por alguns segundos, encarou com a cabeça inclinada o segurança. A consciência passara por seus olhos por um instante, no entanto o historiador tossia novamente, cuspindo sangue ao chão e, também, no segurança a sua frente.

    Com a aproximação do segurança, Brennan empunhara a varinha em sua direção, proferindo com agilidade surreal o feitiço: - Sectumsempra! – O mesmo atingira em cheio o peito do segurança! O historiador encontrava-se inteiramente fora de si, rendido pela insanidade. Era necessário que ele fosse contido, medicado e internado rapidamente, antes que mais desastres acontecessem.

Surprise! A trama se passa no tempo exato de 2 de novembro às 11h. 1 mês após a reunião da nova chefia.

BRENNAN : 50 PV (400 - 0 de calmara)
SEGURANÇA (Guiliernpc): 30 PV. (vários cortes pelo corpo)
Objetivo: Socorrer o segurança ferido e tratar ele. E conter Brennan.


As ações que podem fazer são:
Escutar idioma: 2 habilidade + 2 conhecimento +2 qualidade+ Inteligência – 1 fraqueza = +10

Podem ser usadas: ouvir, observar, concentração, determinado, linguista nato(se possuir a referida qualidade, inserir qual idioma a pessoa sabe no off), sentidos aguçados, ouvido absoluto, prontidão, empatia, médium, identificar magia, defesa contra as artes das trevas, ocultismo. Fraquezas: qualquer uma.

Desarmar o Brennan com feitiço: dado 3/2 + destreza + inteligência – DF + 1Habilidade + 1 Conhecimento + 1 Qualidade – 1 Fraqueza = 25

Podem ser usadas: prontidão, concentração, determinado, avarador, acuidade com varinha, utilizar múltiplas varinhas, feitiços, identificar magia, aptidão mágica, saque rápido, ambidestria, raciocínio. Fraquezas qualquer uma. Anexar varinha.

Desarmar Brennan sem feitiço: dado 3/2 + destreza + inteligência + percepção + força + 1 habilidade + 1qualidade + 1conhecimento – 1 fraqueza = 25

Podem ser usadas: prontidão, luta, determinação, concentração, consciência, intuição, esquiva, intimidação, performance, expressão, cultura dos trouxas. Fraqueza qualquer uma.

Persuadir Brennan: dado 3/2 + carisma + inteligência + 1habi + 1qualidade + 1conhecimento – 1fraqueza = 25.

Podem ser usadas: Expressão, lábia, sedução, temperamento calmo, voz encantadora, performance, empatia, empatia com a natureza, telepatia, legilimência, médium. Fraqueza qualquer uma.

Acalmar o segurança: dado3/2 + carisma + inteligência + 1habi + 1qualidade + 1conhecimento – 1fraqueza = 25.

Podem ser usadas: Expressão, lábia, sedução, temperamento calmo, voz encantadora, performance, empatia. Fraqueza qualquer uma.

Lembrem-se de anexar a varinha em caso de usá-la, pois se fizer alguma ação e esqueça da mesma, será descontado -5 no cálculo final. Lembrem-se de também colocar habilidades que tenham sentindo com seus posts, caso contrário, serão desconsiderados. Aos que obtiverem sucesso, informações adicionais serão inseridas.

TOPICO PARA ROLAGEM DE DADOS: viewtopic.php?f=451&t=12013&p=180945#p180945


Registro: TRAMA OFICIAL. (aberta para todos os não funcionários também, desde que contextualizem estarem no hospital).

PRAZO PARA POSTAGEM:
04 DE NOVEMBRO. (ironia, não?)
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Re: Recepção hospitalar

MensagemFranca [#181004] por Biancah Casiraghi-Jones » 26 Out 2017, 21:10

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All Soul’s Day
001


Lá estava eu sendo linda e maravilhosa no meu incrível trabalho como chefe dos enfermeiros, quando o celular vibra no meu bolso. É, eu sei que não devia andar com esse troço junto comigo, ainda mais no mundo mágico, mas é a vida, não é mesmo? Corri para o banheiro e abri a mensagem: Era de Magnus! Ele queria jantar comigo depois do plantão. Quem é ele? Um cara que conheci numa festa da minha família, com quem estou saindo e devo dizer que é bem promissor. Teremos Biah desencalhada? Talvez. - É claro que eu quero ir! - Respondi em voz alta, só depois reparando nisso. Digito a mensagem de resposta com rapidez e deixo o banheiro sob um olhar estranho da moça da limpeza. Aff, não se pode mais ser feliz nessa birosca? Ai, com que roupa que eu vou? Ele deve me buscar aqui… Santa Brigit, meu cabelo deve estar horrível! Enquanto pensava em todos esses problemas do mundo feminino, acabei encontrando com minha irmã no corredor. Havíamos nos visto antes, quando encaminhei ela pra um atendimento de emergência uma meia hora atrás. Já acabou? Essa bicha é rápida mesmo, viu?! - SIS! Adivinha quem vai sair pra jantar hoje! - Propus, colocando uma prancheta no mesmo balcão em que ela está detrás, guardando a ficha do jovem Daughter. - SIIIIIM! Eu sei falei que não ia dar em nada, mas sinto que vai dar bom dessa vez, mana! Você acha que eu devo pedir pro Ricky vir aqui e trazer uma roupa pra mim? - Questionei, apoiando-me no balcão, um pouco sonhadora. Minha irmã riu e lembrou que Ricky estava ocupado demais com os últimos detalhes da grife dele. - Aff, verdade! Acho que vou pedir pra Karin trazer aquele conjunto da grife da Revolverheld… - Pam não estava mais lá. Melhor irmã do mundo, nem tenho vontade de agredir essa criatura…

Disparei pelas escadas, mais eufórica que nunca e sim, desci quatro andares como se fossem só quatro degraus e rapidinho eu já estava na recepção com a Janet, sem nem demonstrar a falta dos pulmões. Eu estava ficando atlética por causa da correria do hospital?. - Jaaaane! Lembra do Magnus? Moreno alto, bonito e sensual? Pois é, hoje ele vem aqui me buscar pra jantar, então se eu estiver muito pegada lá em cima, segura as pontas pra mim? Só diz pra ele esperar porque provavelmente estarei num caso daqueles, somo sempre é na hora que estou saindo… E, ah! Quando tiver um tempinho, usa aquele espelho divino e fala pra Karin trazer aquele meu conjuntinho preto da coleção Kindness Snowflake da Revolverheld? - A mulher parecia anotar tudo o que eu dizia, até me olhar incrédula no final. - Biah eu não sou sua secretária e… - Começou, mas eu fiz aquele biquinho fofo e apoiei os cotovelos e cabeça na mesa da recepção, com uma carinha angelical. - Mas você é tão eficiente, Parker! Eu confiaria minha vida a você! - Uma puxada no saco, massagem no ego e voilá! - Tá, tá. Eu faço isso… - A recepcionista se deu por vencida com uma risadinha enquanto eu a abraçava rapidamente. Sempre soube que podia contar com ela.

Já havia soltado a pobre coitada e pensava seriamente em voltar ao trabalho, quando um louco entrou pela porta da frente do hospital, já enfeitiçando um pobre segurança. Minha reação foi bem rápida, me abaixar atrás da mesa e puxar Janet comigo. Ela começou a sussurrar, perguntando o que estava acontecendo, mas apenas fiz um gesto pra ela não falar nada. Agachada, estico um pouquinho de nada pra poder ver o que está acontecendo, ao mesmo tempo que sorrateiramente puxo a varinha do bolso do jaleco. O estranho falava numa língua bizarra e completamente aleatória pra mim. “"Que isso, Mélusine?"” Penso, ainda de olhos bem atentos na situação.

Minha atenção voltou para o intruso de face descamada (Estaria desidratado? Talvez soro… Gente, eu to examinando o maluco?) no momento em que ele começou a tossir novamente, sujando o carpete de pontinhos escuros, talvez sangue. O segurança que tentava acalmar aquela criatura foi um novo alvo de sua fúria, desta vez com um Sectumsempra. “"Ah não! Não no meu hospital e não quando eu tenho um encontro!"” minha própria voz ressoou furiosa em mente, ao mesmo tempo que me revelo, ficando de pé com a varinha empunhada. - Expelliarmus - Lancei sem dó, fazendo a varinha dele voar para frente e a pego no ar com a mão livre, porque habilidade é outra coisa, né, queridos. Isso deixa o homem mais calmo? Claro que não e dessa vez ele veio na minha direção, falando loucamente naquela língua estranha, ainda bem que ainda não estou na zona de cuspe. Ainda. Num milésimo de segundo avistei Isabelle no canto da minha visão amparando o coitado do segurança e cá entre nós, minha situação tá um pouco pior. Da mesma direção uma cabeleira ruiva surge, pulando nas costas do invasor. - Lizzie!


Off: || Tagged: Magnus Casiraghi (♥); Ricardo Martinez (NPC); Karin (elfa - NPC) | With: Pamella Jones; Isabelle Revolverheld; Janet Parker (Recepcionista - NPC); Lizzie von Wangüuk | SAP: - | Wearing: Click Me! | Music: Numb – Nick Jonas, Angel Haze | Note: Ação - Desarmar Brennan com magia segundo as instruções de rolagem ||
Feitiço: Expelliarmus[dificuldade: 6]; [desarme: 1];
Descrição: Serve para tirar/desarmar varinha (ou outro tipo de arma de ataque) da mão do inimigo atingido, fazendo-a voar pelos ares.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Mogno, 28cm, Pelo de Unicórnio, Farfalhante

    Usou um Varinha de Mogno, 28cm, Pelo de Unicórnio, Farfalhante.

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Re: Recepção hospitalar

MensagemAlemanha [#181021] por Isabelle Revolverheld » 27 Out 2017, 23:15

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- Lidell! Tem certeza de que precisa dar essa passadinha no hospital? Acredito que no seu dia de folga deveríamos fazer compras, arrumar as madeixas loiras, dar um jeito nessas unhas sem cor - Um arrepio passou pelo meu corpo, sentindo por completo aquela horrível sensação de imaginar ver por mais do que vinte e quatro horas minhas unhas sem pintar. Minha querida irmã, por sua vez, nunca realmente se importou com isso, já que trabalhando no hospital, o látex das luvas cirúrgicas parecia receber mais atenção que seus lindos dedos. Estávamos naquele dia cuidando para termos um momento de irmãs. Johann for a jogado nas catacumbas com meu pai em alguma expedição maluca na Rússia e por isso estávamos sozinhas! Era a chance perfeita de fazer com que a medibruxa Revolverheld tivesse uma transformação extremamente amigável para quando voltasse ao trabalho na segunda, pudesse era atrair milhares de olhares. Tudo bem que a loira preferia os olhos de Joon, o artilheiro do Montrose, mas ainda assim não custava nenhum Sicle ser competente E na moda. Como eu! - Esta bem, está bem! Vou tentar o meu melhor para sobreviver ao ambiente do hospital. Mas me prometa que não terei sangue em minhas vestes! Elas são novas!

O pedido, vindo logo depois com uma expressão de carinha pedinte, poderia ser quase impossível. Todas as vezes que me havia sido colocada dentro daquele lugar, fora um problema para minhas roupas. Era um vestido cinza, de tecido ecolê, criado por um estilista renomado tailandês. Com o corpete justo ao tronco at a cintura, abria em uma leve saia drapeada, que ia até o meio da coxa, com uma barra perfeita italiana. As mangas ¾ sinalizavam que estávamos começando a sentir um pouco de frio, como as lindíssimas luvas tom bege, que davam o ar da graça. O cabelo estava solto, levemente liso e as pontinhas onduladas, enquanto no rosto uma maquiagem de tons mais neutros e um belissimo batom rosa crochê magoante, destacando bem a beleza. Nos pés, claro um sapato Rosa, para combinar, né? - Eu sempre estou pronta, Lidell - Comentei após sua fala, enquanto me encarava nos vitrais de uma das lojas - Vamos antes que percamos a chance de pegar a rede de flu para a França! Poderíamos visitar Jean Pierre, um estilista, para fazer seus vestidos novos! Ou calças, mesmo achando-as desnecessárias - Sorri divertida, diante da praticidade de minha irmã mais nova, que sempre parecia se importar mais com os outros do que as aparências. Ajeitei seus cabelos, que hoje trançados, realçavam o seu rosto e seus olhos de coruja.

Com um aceno, começamos a seguir para dentro do hospital, enquanto mantínhamos uma conversa animada sobre a o jantar. Se minha irmã pudesse só viver de comida e trabalho, com certeza ela o faria. Havíamos comido antes de sair de minha casa, o que não fazia nem sequer 2 horas, e ela já estava com fome de novo. Ao chegarmos a recepção, nos separamos, enquanto me sentava e folheava despreocupadamente o Daily Lummus. As notícias boas, normalmente do quadribol e moda, sempre estavam mais para o final, já que as tragédias e problemas enfrentados pelo ministério sempre pareciam ser o foco - Quando vão aprender a cuidar disso de forma mais responsável? - Questionei a ninguém tendo certeza absoluta de que não prestariam a mínima atenção. Ajeitando os cabelos, um garotinho aproximou-se perguntando se poderia ter o meu autógrafo e eu sorri tão feliz. Adorava cuidar dos fãs, ainda mais quando eram mais novos e gostariam de seguir as carreiras que mais almejavam na vida. Em uma amigável conversa com ele e a mãe (que ainda tremia ao ver uma super modelo a sua frente), me contaram que o amor do garoto pela moda era tanta que estava tentando começar a desenhar e ser estilista - NÃO ACREDITO! - Gritei empolgada, sem sequer me lembrar do ambiente hospitalar.

O mesmo TvH que anos atrás, era meu pai o diretor. Onde passava os fins de semana ali, aprendendo a ser uma medibruxa, antes de seguir meus sonhos de modelo e estilista. Fora uma trajetória difícil, já que estava sozinha: sem ninguém para me dar um empurrão extra ou algo a mais. Porém, valera cada minuto. Não queria dizer que deixei de aprender a arte sagrada de cuidar e proteger as pessoas, ainda mais quando elas precisavam de uma mudança em suas roupas! Como não fazer isso? - Vamos fazer o seguinte, Carl. - O garotinho tinha olhos lindos, vestido apropriadamente e tão carinhoso, que quase morri de amores - Aonde quer estudar? Deveria ir para Beauxbatons, vou poder te ensinar mais detalhes de fazer roupas. Mas se for para Hogwarts, e cair na Corvinal, com certeza posso fazer seus uniformes. - O meu amor pela casa azul era tão óbvio que nunca havia escondido de ninguém. Antes que pudéssemos continuar com uma proposta divertida para ambos, o som de algo se explodindo surgiu, fazendo com que imediatamente nos abaixássemos nas cadeiras, tentando nos proteger. Encarei os dois ao meu lado, e outras pessoas que tentavam escapar de feitiços que um homem, estranhamente vestido, atirava a todos.

SABE A QUANTO TEMPO EU LIDO COM UMA SITUAÇÃO COMO ESSA? HÁ ANOS! Peguei minha varinha, que estava escondida em meu vestido e sorri para Carl e sua mãe - Vou tentar avisar minha irmã, que é medibruxa aqui, tentem sair o mais rápido que puderem! Aqui... - Entreguei um cartão dourado com detalhes azuis para o garotinho - Me envie uma coruja e eu vou te ajudar. Vão, vão! - Enquanto o homem se aproximava da recepção, outras pessoas tentavam fugir. Ergui a cabeça, olhando de um lado para o outro, à procura de Lidell para que pudéssemos sair dali, mas ela não surgia nunca! Eu só queria um dia feliz, normal, depois de tantos problemas que estávamos tendo em Beauxbatons. Suspirei, derrotada, percebendo que se não destruíssem meu cabelo e minhas unhas, estava bom! Olhei para os lados, vendo um homem indo tentar falar com o rapaz que parecia completamente maluco - NÃO! - Gritei ao ver o feitiço Sectumsempra atingir o homem que agora caia agonizado de dor. Olhei para baixo, meu lindo vestido, e então para minha maior dificuldade: lidar com alguém ferido à minha frente. Com um choramingo, engatinhei (torcendo para que meus joelhos não fiquem machucados depois dessa), tentando me aproximar do que parecia ser o segurança do homem.

- Hei, fique comigo! Vou tentar te puxar para as cadeiras - Por sorte, todos os treinos de quadribol foram mais do que o suficiente para arrastar um homem pesado na direção pretendida. Nem queria olhar para baixo, onde o sangue de um inocente destruía o tecido tão caro que eu estava usando. Se quebrassem minhas unhas ou meu cabelo, com certeza seria eu a maluca contra aquele homem - Que tal começar dizendo seu nome? - Sorri para ele, tentando colocá-lo em uma posição confortável, enquanto avaliava a situação tensa que estava sendo imposta a ele. O corte parecia começar a ficar ainda pior - Sou Isabelle Revolverheld, e eu quero que o senhor se acalme. Minha irmã é medibruxa e vai cuidar de você. Enquanto isso... Se acalme. - O homem tentava se acalmar, mas talvez pela dor fosse algo realmente difícil. Sua voz, ainda entrecortada pela dor, parecia tentar alertar-me de algo que estava acontecendo. Toquei de leve em seus cabelos, torcendo para que o outro maluco não se aproximasse, já que eu teria que cortar suas roupas!

- Cuidado. Ele tava falando coisas estranhas – Sua frase, estranhamente, lembrou-me das palavras que foram ditas antes do feitiço que dilacerava o peitoral do rapaz no chão. Tentei sorrir, percebendo que talvez estivesse querendo falar algo a mais - Você entende o que ele diz? Talvez possa nos ajudar a acalmá-lo. E isso te ajudaria a ficar mais calmo? - CADÊ VOCÊ,
LIDELL?




Ação: Acalmar o Segurança com Sucesso! - A fala dele foi autorizada pelo Narrador da Trama.
Citando: Lidell Revolverheld.
Usando: Diva.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Nogueira, 28cm, Cabelo de Ninfa, Razoávelmente Elástica

    Usou um Varinha de Nogueira, 28cm, Cabelo de Ninfa, Razoávelmente Elástica.

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Re: Recepção hospitalar

MensagemHolanda [#181059] por Lizzie von Wangüuk » 30 Out 2017, 19:17

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- Cara, já te falei! Graças ao Ryan, nossa barra ficou livre muitas vezes, porém, não podemos abusar! - Comentei mais uma vez para o rurikovich que fizera questão de ir almoçar comigo naquele maldito vinte e sete de outubro. Naquele dia, tudo estava dando errado pra mim, desde ter perdido a hora, brigado com meu namorado monitor-chefe, ter levado vômito de um pirralho remelento... Sério! Aquele era O pior dia do meu ano, porque as coisas mais idiotas estavam acontecendo em sequencia. Fora um milagre não ter ganhado um banho de comida no restaurante ou ter tido uma intoxicação alimentar... De toda forma, o dia ainda nem tinha acabado e, mesmo todo o tempo em que passei me ferrando em casa, não parecia ser tão constrangedor quanto aquela merda de dia. - É o nosso ultimo ano, Lizzie, vamos lá! Temos que aproveitar antes de cada um ir para um lado! - As palavras do russo fizeram uma pequena parcela de meu ser se agitar, querendo realmente esquecer todo e qualquer tipo de problema futuro e me focar apenas na diversão, porém... - Desde que você começou a namorar aquele medroso, mudou totalmente! Parece que o medo dele está começando a te consumir! - É o que? Eu? Ficando com medo? Parei de andar no momento em que ouvi aquelas palavras, virando-me para encarar Dimitri com a cara fechada e com vontade de arrancar-lhe os olhos. - Vamos deixar uma coisa bem clara aqui, beleza? - Disse colocando o indicador em seu peito, forçando-o para trás um pouco. - Eu continuo a mesma, de modo que posso contrabandear uma quantidade generosa de bebidas para essa festa, porém, Bea está em cima de mim, assim como Viktor, então não dá pra ser todo final de semana! Espere um feriado como o que 'tá pra vir e podemos ver uma coisa bem a cara Wangüuk! - Falei para Vuckovic com um sorriso malicioso e maldoso nos lábios, com os olhos brilhando e uma ideia em mente. O que eu poderia fazer? O lado endiabrado sempre foi a maior parte dentro de meu ser, e não seria com minha maior idade que isso mudaria.

- Quero só ver! Vou falar com Sam e Martin, eles podem ajudar... É melhor você não me decepcionar, Lizzie, ou vou fazer questão de te embebedar e te colocar um vestido rosa pink com chuquinhas. - Aquele era o jeito carinhoso daquele imbecil de dizer que esperava algo legal e, se eu não o conhecesse bem, diria que até estava com ciumes do meu relacionamento. Por favor, Dimitri podia ser muitas coisas, mas nunca fora o meu tipo, afinal de contas, ele era um idiota mulherengo. De toda forma, mostrei os dedos do meio para ele em resposta ao seu comentário, já que meu horário de almoço estava acabando e ele precisava ir para qualquer lugar que não me importava.- Só não sonhe comigo, baby! - Falei de zoeira, dando uma piscadela e então dando as costas para ele, seguindo em direção ao hospital, notando certa movimentação estranha bem na entrada. - Mas que merda aconteceu? Quem morreu? - Não fiz a pergunta para alguém, era apenas um pensamento alto para tentar entender aquele bando de gente que não devia estar ali dentro. Podia ouvir gritos e, sem pensar duas vezes, saquei minha varinha, correndo para dentro da recepção, a tempo de ouvir um feitiço poderoso que me fez arregalar os olhos. Merda! Aquilo estava fora do comum, e por que caralh*s ninguém fazia alguma coisa para parar o doido que lançava feitiços contra inocentes? Não, eu não tinha noção do que estava acontecendo ali, só vira um cara de costas conjurando magias poderosas e um bando de inúteis parados com cara de medo. Por que eu sempre tinha que ser a inteligente ali?

Guardei minha varinha rapidamente dentro da calça, pois tinha um plano em mente. Eu precisava deter aquele louco e, com magia talvez não fosse a melhor maneira, então iria para a porrada mesmo. Com passos calmos e silenciosos, me aproximei do homem, tomando o devido cuidado de não chamar-lhe a atenção e, foi num segundo que tudo aconteceu. De algum lugar, ouvi o feitiço de desarme ser conjurado e, sem nem esperar para ver se dera certo ou não, corri na direção daquele desgraçado. Mantive o tronco travado e prendi as mãos na cintura dele, de modo que conseguisse fazê-lo perder o equilíbrio. Se antes estávamos em pé, em questão de um piscar de olhos, paramos no chão, comigo em cima daquele idiota. - Segura ai sua loucura! Vai matar em outro lugar, porque nesse hospital, só eu causo dor, filho da p*ta! - Falei sem nem pensar, ficando montada em cima do homem, forçando os joelhos contra suas costelas e minhas mãos prendendo os braços dele. Dali aquele besta não sairia, mas nem f*dendo! - Dá pra falar no meu idioma, seu babaca? - Falei quase num grito, já que eu não entendia uma única sílaba que saía pelos lábios dele. Porém, enquanto tentava decifrar que p*rra ele falava, senti algo em minha pele, uma sensação estranha, como se existisse algo dentro dela, subindo pelos meus braços, o que me fez ficar ainda mais irada. - QUE CARALH* VOCÊ TEM? - Daquela vez eu gritei, notando que a pele dele parecia escamada e toda f*dida de sol, além de ser puro nojo. Não consegui me conter e dei um murro na boca dele, tentando calá-lo e... sei lá! Eu só queria que ele parasse de falar aquele treco bizarro e que minha pele voltasse ao normal. Será que era pedir muito?


Ação: Desarmar Brennan sem feitiço (com sucesso)
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Lizzie von Wangüuk
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Ebba Zingmark
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Re: Recepção hospitalar

MensagemJapao [#181073] por Davos Kyushua » 31 Out 2017, 14:59

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Tenha compaixão. Era isto que o Código Samurai dizia e que meu Mestre de longa data, o sr. Kagenobu Yoshioka enunciava durante meu aprendizado. Na verdade, nós seres humanos estamos em constante aprendizado; a vida, por mais clichê que soe, é uma escola. São nas adversidades que aprendemos a melhor forma de nos enriquecer, talhar o nosso espírito, como se nós fôssemos um artesão e ele a madeira; um objeto rijo, mas, que mesmo assim pode ser modelado. Ajude os seus companheiros em qualquer oportunidade. E, se ela não surgir, saia de seu caminho para encontrá-la. Estas palavras sempre ecoaram em minha mente como se fossem um mantra. Eu estava longe de ser alguém perfeito; tinha meus pecados, minhas falhas, mas, nunca deixara ninguém para traz. Este era um lema de um verdadeiro samurai, de um verdadeiro soldado.

Entrar no TvH e ser Diretor acadêmico era um grande desafio para a minha pessoa. "Liderar" pequenas mentes em formação era uma tarefa árdua. Lidaria com pessoas demasiadamente diferente de minha cultura, do mundo em que nasci e era necessário sabedoria para contornar todas aquelas diferenças, enriqueçê-las, na medida em que isto seria conveniente como também lapidar a pedra bruta para deixá-la não uniforme, mas, algo de valor. Nunca lidei com adolescentes. Não daquela forma. Mas, via também como um aprendizado para mim, para tudo aquilo que buscava dentro daquele Instituto e que estava um pouco além do que os vis olhos terrenos conseguiam entender, quiçá até os meus próprios. Mas, era a jornada a qual Yoshioka havia me apresentado e eu, como seu fiel aprendiz, aceitei de bom grado.

Entrara naquela tarde de outubro pela porta da recepção do hospital. E tão logo meus pés alçaram o terreno do hospital TvH, cumprimetei com um leve inclinar de tronco o segurança
- Boa tarde. O senhor pode me indicar o andar do Setor Multidisciplinar? - e tão logo, de forma cordial e cortês o homem dissera a "cobertura" como resposta. Enquanto me dirigia ao setor em específico, não muito às minhas costas um homem descontrolado ganhara figura, chamando a minha atenção. O segurança de outrora jora jogado metros a dentro da recepção e tão logo seu algoz começara a entoar palavras ao que pareceu ser árabe. Eu, como membro da organização Magu e por ela ter sua "sede" em meio a sociedade árabe possuia certa familiaridade com o idioma. Claro, poderia não ser, mas, também notei a forma como o homem fisicamente se apresentava: pele de mal aspecto, roupas mal trapilhas e ensanguentadas. Ele estava completamente fora de si.

Não era um homem de agir sem pensar. Nunca fora. Não é assim que aprendemos na escola de magia japonesa tampouco com os ensinamentos de artes marciais, em que a observância, vigilância podem ser consideradas o suprassumo de uma boa defesa e quiçá de um ataque no qual haja o mínimo de vítimas possíveis. O segurança tentou afastar todos do homem, tentou acalmá-lo, mas, em vão. Dos lábios do homem ensandecido vertiam sangue e, por alguns instantes, um possível envenenamento me viera a mente. O aspecto da pele poderia ser apenas outro sintoma como também seu descontrole mental e físico. Poderia ser alvo de rituais mágicos, de ações de homens que faziam daquele homem um joguete para algo maior. E, assim, sem pestanejar o segurança viera a ser alvo novamente do homem, desta vez, com uma injúria consideravelmente maior a ser arrastado metros a frente de seu algoz.

Uma mulher se aproximara, tentando desarmá-lo. Eu me aproximei, com o intuito de observá-lo, tentar ouvir o que ele dizia novamente, mas, nada mais viera. Pessoas socorriam o segurança enquanto uma jovem aproximara de forma bestial do homem quem sabe até mesmo correndo o risco de ser contaminada caso toda aquela sintomatologia fosse sinais de algo maior e contagioso.
- Quem é a garota? - perguntei alguém desconhecido ao meu lado, ouvindo a resposta dela ser uma das residentes do hospital. Poucas coisas me sobressaltam, mas, ver aquela jovem montar em cima do homem, xingando-o e tão logo esmurrá-lo foi no mínimo aterrorizador. E bem dizia o código samurai ao enunciar que uma lama sem respeito é uma morada sem ruínas. - Por Merlin...-

Aproximei-me mais do inusitado casal. Com o intuito tanto de pedir a garota para soltar o homem como para tentar entender o que ele dizia. - Não é assim se que contém um paciente desorientado, senhorita... Ainda mais que apresenta sintomas desconhecidos que possa ser contagioso - disse com um tom de repreensão, sem o intuito de denegrir a imagem da garota perante os demais. Nunca foi de bom tom para um Mestre em Artes Marciais inferiorizar alguém publicamente, embora ali soubesse, pelo calor das emoções a menina não veria de tal forma minha repreensão. - pode por gentileza se afastar do homem? Ele está desarmado. Não oferece perigo imediato. - disse, com a minha varinha em mão. Caso o homem viesse a atacar, prudentemente poderia tentar contê-lo como qualquer outro bruxo orientado que estivesse por ali. Ademais, não queria explicitar também o fato de ser avarador de forma tão pública. Não precisava de toda aquela ação tempestiva. E talvez, ali estivesse ensinando a primeira lição do dia para a jovem ruiva à minha frente. O caminho do valente não segue os passos da estupidez.



Ação: Escutar Idioma (e pedir pra Lizzie descer de cima do homem. ahsfuashfsuh Jesus!)
Notes: Davos em choque em seu primeiro dia de trabalho. u.u
A rolagem de ouvir foi errada. Confundi com prontidão que rolei no tópico da rolagem de dados.
Idiomas que o Davos sabe: Inglês, árabe, japonês e alemão

Itens Utilizados:

  • Varinha de Faia, 31cm, Corda de Coração de Dragão, Retorcida

    Usou um Varinha de Faia, 31cm, Corda de Coração de Dragão, Retorcida.

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Davos Kyushua
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Re: Recepção hospitalar

MensagemFranca [#181157] por Pamella Jones » 06 Nov 2017, 15:37

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Não paravam de chegar pacientes no hospital, e aquele estava sendo um dia cheio. Tinha acabado de atender o menino Daughter e já tinha guardado a ficha dele. Encontrei com minha irmã e ela estava super empolgada com o namorico novo dela, tinha pensado até em pedir ajudar pro Ricky sobre sua roupa. Ainda bem que a lembrei que ele estava ocupado, pois do jeito que ele era, não se negaria a ajudá-la e saíria de onde estivesse para isso. Ricky tinha um coração enorme, e a mania de colocar a gente na frente de todas as coisas, precisávamos ajudá-lo a relembrar suas prioridades. Voltei para a sala e estava começando a revisar as fichas de pacientes internados quando escutei um barulho muito alto no hospital, gritos e inquietação. Coloquei a cabeça para fora da sala e perguntei a um funcionário que passava agitado pelo corredor: -
Hey! Steve! Você sabe o que está rolando?
- Ele parou de supetão e parece que levou um tempo para processar a pergunta que eu havia feito. -
Eu não sei Pamella, estou indo lá embaixo dar uma olhada e ver se precisam de alguma ajuda. Quer vir comigo e conferir?
- Nem ao menos o respondi, puxei a porta da sala e saí pelos corredores junto com ele, me dirigindo a recepção.

Quando chegamos la embaixo... Estava uma confusão. Vi Biah e outros funcionários do hospital reunidos em volta de alguém, ele parecia estar contido, mas dizia coisas incoerentes e tentava lutar contra alguém que estava por cima dele, era uma garota... Uma estagiária, eu acho. Como era nova no hospital, eu ainda não conhecia muitas pessoas. Nesse momento eu já tinha até me esquecido que havia chegado ali com Steve, caminhava em direção ao grupo quando algo me chamou a atenção, um lenço sujo de sangue estava no chão. Pertenceria ele ao homem estranho? -
Wingardium Leviosa
- Pronunciei o feitiço e retirei um saco vazio que havia no bolso de meu jaleco, usando do feitiço, guiei o lenço para dentro do saco plástico e o lacrei. Nem sabia porque eu tinha um saco plástico em meu bolso, mas ele estava sendo bastante útil no momento. Se o lenço pertencesse ao homem, isso poderia nos ajudar a identificar sua doença.

Finalmente me aproximei do grupo. O homem estava com uma aparência horrível e sua pele descamava. Uma jovem o continha, e ele não parava de lutar e tentar se soltar. Precisava fazer algo. -
Senhor... Está tudo bem? Pode me dizer o que está sentindo? Se acalme por favor! Estamos aqui para te ajudar. Não queremos te machucar...
- Ou pelo menos não tínhamos a intenção de machuca-lo né... Mas parecia que ele já havia levado alguns tabefes por aí. Ele olhou para mim e ainda falava naquela língua estranha que eu não conhecia. Ter vivido em muitos lugares deveria me beneficiar agora e eu deveria saber que idioma ele estava falando, mas talvez eu não tenha ido no país de origem desse senhor. -
Eu imagino que deva estar sentindo muita dor e isso é mesmo incomodo. Mas o senhor não pode descontar nas outras pessoas. Me desculpe se o machucamos sem querer. Estamos fazendo isso para o seu bem, ok? Você pode me entender?
- Ele não podia falar nem minha língua. Ía lá poder me entender? Mas pelo menos ele prestava atenção no que eu dizia e parecia estar mais quieto. Então acho que seja lá o que eu estivesse fazendo, estava funcionando. -
Precisamos que você fique calmo e pare de tentar ferir as pessoas. Acha que pode fazer isso? Temos medibruxos maravilhosos aqui e enfermeiros também. Eu sou medibruxa, então você pode confiar em mim. O quanto antes você cooperar, poderemos te tratar e curar.
- Ele parecia de certa forma compreender, talvez eu tivesse mesmo talento pra fala. -
O senhor reconhece esse lenço?
- O perguntei mostrando o lenço que havia coletado. Vi um brilho de reconhecimento passar por seus olhos e compreendi que aquilo lhe pertencia. -
Posso chamar enfermeiros para que levem o senhor para o atendimento? Promete nos ajudar a te ajudar?
- Mesmo sem falar nosso idioma, acho que ele compreendeu e me assustei quando ele balançou a cabeça afirmativamente. Sem mais esperar, chamei por minha irmã. -
Sis! Poderia chamar enfermeiros para trazer uma maca para levar o paciente? Uma maca com contenção seria boa, não sabemos se ele vai se comportar por muito tempo.
- Pedi para minha irmã, já que eu conseguira persuadir o homem a ficar quieto e receber o atendimento, eu deveria ficar por perto pelo menos até que alguma providência seja tomada. Por Merlin, o que ele poderia ter? Biah correu para chamar enfermeiros para ajudar, e eu fiquei aguardando até que pudessemos resolver essa situação.



Off: || Tagged: Ricky Martinez (NPC) | With: Biah Jones, Steve (NPC), Lizzie von Wangüuk | Wearing: This. | Music: Buttons - Pussycat Dolls | Note:
Persuadiu Brennan conforme a rolagem de dados.
||
Feitiço: Wingardium Leviosa[dificuldade: 1];
Descrição: Faz objetos levitarem. Feitiço bem simples ensinado no primeiro ano, é mais fácil de fazer quanto mais leve for o objeto.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Azevinho, 24cm, Pelo de Unicórnio, Elástica

    Usou um Varinha de Azevinho, 24cm, Pelo de Unicórnio, Elástica.

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Pamella Jones
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Re: Recepção hospitalar

MensagemLiechtenstein [#181240] por Mestre do TvH » 12 Nov 2017, 18:20

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    - Bwastt 'aymun! Gad jaysh 'iilah alalihat mstayqza! - Era o que Brennan dizia em meio à recepção. Como poderia um homem tão viril tornar-se... Insano? Logo os funcionários, visitantes e usuários do hospital entraram em alerta. Alguns correram fugindo por medo do que acontecia, outros se escondiam e um ou outro agia heroicamente. A capitã do time de quadribol Montrose Maggipies Isabelle Revolverheld partia para o segurança com a finalidade de acalmá-lo. A mesma poderia ver os diversos cortes existentes no homem, porém o mesmo agitava-se ansiosamente e dolorosamente pelos ferimentos. – Não, não entendo! –Respondera o segurança à capitã do time de quadribol entre alguns grunhidos de dor que logo se acalma mais.– Precisamos isolar o rapaz, pegar ele e... – Sua fala fora interrompida por uma ação muito rápida em sua frente:

    A mais nova chefe dos enfermeiros, Biancah Jones aparecera do outro lado da recepção ficando de frente ao Brennan que mais uma vez repetia: - Aistaslam li'aymuna, waqal 'anah sawf yati 'iilaa al'ard lilaintiqam min 'uwlayik aldhyn luein lah - Quando parecera proferir um feitiço, prontamente lançara seu expelliarmus desarmando Brennan e tornando-o mais irado. Seus olhos em frenesi avançaram contra Biancah e quando o mesmo menos imaginara, somente pode encontrar-se ao chão. Um barulho ecoara ao redor. Tudo muito rápido, tudo muito impulsivo. Brennan caía com as mãos ao chão e seu tronco preso por algo. Seu grito fora enorme. A jovem Lizzie, mais nova residente do hospital bruxo de Liech. fora com tudo para o ‘insano’. Brennan sentira uma agonia enorme percorrer seu corpo, uma série de formigamento, principalmente, na nuca, um lombo (calombo – caroço), parecera andar por debaixo da derme de Brennan causando certo surto à jovem e forçando-a a agir irresponsavelmente. Brennan também dissera: -Tadnis! Sanaqtaluk jamieaan, walaistislam alan, wasawf la yazal ladayk maghfirat allh! 'ant ln takhudh ma hu at! - Seu ato era imediato e heroico, porém vira e tivera contato direto com o homem estranho... É meus caros, estamos em um hospital, não podemos sair socando todo mundo.

    O tão novo diretor acadêmico do hospital que estava apenas tentando entender a situação toda, pode compreender que “Deus”, “vingança”, “Aemmon”, surgiam pelos lábios do homem, contudo, por sua fala ser muito acelerada e estar distante do mesmo, não pudera notar muito. Davos aproximara mais, pisando por algumas gotas de sangue espalhadas pelo chão para poder repreender Lizzie. É como falam: em momento de desespero, agimos em desespero! Não obstante, enquanto achavam-se que estava tudo mais controlado, a jovem medibruxa tentava acalmar Brennan. O mesmo parecia ter sua atenção após ver o lenço branco com suas iniciais.

    Por alguns segundos os olhos de Brennan que pareciam ter duas íris, se vistas de muito perto, retornaram para apenas uma. Por alguns segundos, Lizzie sentiu que abaixo de si o homem parara, porém em um impulso descontrolado e quase que sobrenatural, suas duas íris voltaram às orbitas oculares e começara a se agitar mais e mais para sair do braço de Lizzie e pegar o lenço que estava com Pamela Jones. Mesmo a jovem sendo forte, não se comparava à agitação do mesmo que conseguira jogá-la ao lado e agora levantava-se cuspindo sangue e indo em direção à Pamela Jones para pegar o lenço. Por sorte, a jovem residente não se machucara, porém tinha o sangue de Brennam em suas mãos.

    Em meio à situação, o caroço que se movia pela nuca de Brennan, sumira e agitara, quando o mesmo dera alguns passos em direção à medibruxa, três escaravelhos saíram pelos calcanhares do homem.


desculpem a demora -q imprevistos.
BRENNAN : 45 PV (400 – 79,5 de calmara)
SEGURANÇA (Guiliernpc): 30 PV. (vários cortes pelo corpo)

- Em spoiler apuração dos cálculos etc.
- Sim, os d2d20 significam algo, dependendo de tal, poderá ser contaminado ou não (os detalhes serão dados no decorrer dos tempos de maneira organizada e gradual).
-Ações: (podem ser usadas mais habilidades/conhecimentos/qualidades/fraquezas, desde que elas sejam igual, ou seja: se usam 2 habilidades, serão 2 conhecimentos, 2 qualidades e por aí vai, mas também o valor de sucesso vai subir para + 10 quando o conjunto for utilizado. Lembrem-se de usar apenas as habilidades listadas.

Escutar idioma: 2 habilidade + 2 conhecimento +2 qualidade+ Inteligência – 1 fraqueza = +10

Podem ser usadas: ouvir, observar, concentração, determinado, linguista nato(se possuir a referida qualidade, inserir qual idioma a pessoa sabe no off), sentidos aguçados, ouvido absoluto, prontidão, empatia, médium, identificar magia, defesa contra as artes das trevas, ocultismo. Fraquezas: qualquer uma.

Curar o segurança: dado 3/2 + destreza + inteligência – DF + 1Habilidade + 1 Conhecimento + 1 Qualidade – 1 Fraqueza = 25

Podem ser usadas: prontidão, concentração, determinado, avarador, acuidade com varinha, utilizar múltiplas varinhas, feitiços, identificar magia, aptidão mágica, saque rápido, ambidestria, raciocínio. Fraquezas qualquer uma. Medibruxaria. Anexar varinha.

Adormecer/Imobilizar Brennan sem feitiço: - dado 3/2 + destreza + inteligência + percepção + força + 2 habilidade + 2qualidade + 2conhecimento – 2fraqueza = 25

Podem ser usadas: prontidão, luta, determinação, concentração, consciência, intuição, esquiva, intimidação, performance, expressão, cultura dos trouxas. Fraqueza qualquer uma.

Adormecer Brennan/Imobilizar com feitiço: dado 3/2 + destreza + inteligência – DF + 1Habilidade + 1 Conhecimento + 1 Qualidade – 1 Fraqueza = 25

Podem ser usadas: prontidão, concentração, determinado, avarador, acuidade com varinha, utilizar múltiplas varinhas, feitiços, identificar magia, aptidão mágica, saque rápido, ambidestria, raciocínio. Fraquezas qualquer uma. Medibruxaria. Anexar varinha.

AÇÃO EXTRA:
- Ver os 3 escaravelhos saindo pelo calcanhar de Brennan: d1d20 = 19 e 20.
- ver os 2 escaravelhos saindo pelo calcanhar de Brennan: d1d20 = 17 e 18
- ver 1 escaravelho saindo pelo calcanhar de Brennan: d1d20 = 16
Qualquer dado inferior à isso, será impossível de ver os insetos.


TOPICO PARA ROLAGEM DE DADOS: viewtopic.php?f=451&t=12013&p=180945#p180945



Registro: TRAMA OFICIAL. (aberta para todos os não funcionários também, desde que contextualizem estarem no hospital).

PRAZO PARA POSTAGEM: 30/11/2017


Spoiler: Mostrar
- Isabelle -
ação: acalmar o segurança - EFETIVA
dado3/2 + carisma + inteligência + 1habi + 1qualidade + 1conhecimento – 1fraqueza = 25.
43/2 + 2 + 3 + 0 + 1 + 0 - 1 = 26,5
d2d20 = 18 = tocou levemente o segurança - contato fisico.

- Biancah jones -
ação: desarmar brennan com feitiço (expelliarmus) - EFETIVA
dado 3/2 + destreza + inteligência – DF + 1Habilidade + 1 Conhecimento + 1 Qualidade – 1 Fraqueza = 25
131/2 + 3 + 4 - 6 + 1 + 0 + 1 - 1 = 67,5
d2d20 = 8 = tocou um objeto/item do Brennan, a varinha.

- Lizzie -
ação: desarmar brennan sem feitiço - EFETIVA
dado 3/2 + destreza + inteligência + percepção + força + 1 habilidade + 1qualidade + 1conhecimento – 1 fraqueza = 25
75/2 + 3 + 4 + 2 + 4 + 2 + 2 - 1 = 57,5
d2d20 = 17 - Tocou em brennan, viu detalhes essenciais.
- Tirou 5 de PV com o impacto ao chão e o soco no mesmo.
- Advertência pela postura muito bruta e inadequada pelo Davos.
Punição: será ministrada pelo diretor e pelo diretor acadêmico em um novo arco.

- Pamela -
ação: persuadir brennan - EFETIVA
dado 3/2 + carisma + inteligência + 1habi + 1qualidade + 1conhecimento – 1fraqueza = 25.
143/2 + 3 + 4 + 1 + 1 - 1 = 79,5
d2d20 = 17 = pegou um objeto/item de brennan, lenço branco com sangue e iniciais B.H

- Davos -
ação: escutar idioma (idiomas: inglês, árabe, japonês e alemão)
2 habilidade + 2 conhecimento +2 qualidade+ Inteligência – 1 fraqueza = +10
1 + 1 + 3 + 3 - 1 - 1 = 6 + 2* = 8
d2d20: na proxima ação irá pisar em cima do sangue do segurança.
* bônus pelo linguista nato = + 2
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Re: Recepção hospitalar

MensagemHolanda [#181370] por Anastasia de Bourbon-Parma » 19 Nov 2017, 03:47

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Belle e Lidell eram similares em alguns pontos. Poucos, seu pai diria e quase nada, Johann deixaria bem claro. A família imaginava que ambas eram como água e fogo, buscando pontos completamente diferentes em um mesmo enigma, chegando a conclusões similares. Sistemática, cheia de regras sociais e extremamente ansiosa em lidar com públicos com assuntos desconhecidos, jamais conseguiria sobreviver as sessões de foto, entrevistas e muito menos o mundo trouxa. A irmã mais nova dos Revolverheld invejava a irmã mais velha em cada um dos seus passos – se ela fosse capaz de entender que aquilo era realmente um sentimento. Sua incapacidade de empatia, como também de reconhecer emoções dentro de si, possibilitava que pudesse ver a outra pessoa com sinais, comportamentos e expressões que determinavam o que sentiam. A mente da pequena mulher trabalhava diferente e Joon que mais entendia, precisava mergulhar aquele mundo tão diferente, como um sinal de rádio bruxa, que parecia completamente nova e estranha.

Mas Belle sempre descobria tudo, parecendo desvendar tão rapidamente os detalhes de sua irmã, mesmo que a outra se sentisse completamente desconfortável. A ida ao hospital havia sido um destes pequenos detalhes que a Vice-Diretora de Beauxbatons havia descoberto: uma maneira de ver alguns dos pacientes e ter certeza de que a medicação estava correta. Entretanto, não esperava uma situação de caos dentro da recepção. Vale lembrar que situações como aquela, não eram incomuns. Normalmente envolvendo pacientes psiquiátricos, bombas mágicas ou quem sabe possessões, os treinamentos antiterroristas eram uma valiosa chave para conquistarem a chance de cuidarem de qualquer pessoa. Quando Lidell desceu as escadas, nada pronta para enfrentar um dia no shopping, jamais imaginara que isso não aconteceria – para seu sucesso ou azar. Feitiços voavam pelo ar, pessoas gritavam por todos os lados, mas um homem, com uma voz estranha e diferente, parecia exclamar palavras confusas. Ouviu os gritos de Belle ao longe, reconhecendo que a irmã estava escondida entre as cadeiras, tentando se proteger o máximo que podia, com alguém no chão - Preciso de instrumentos, de coisas! - Exclamou, tentando seguir o mais rápido possível para a área da recepcionista, pegando luvas protetoras e cirúrgicas, uma máscara e, com um feitiço, ajeitou os cabelos para que não atrapalhassem. Arranjou mais alguns pares, se fosse preciso, em especial para Isabelle, agora que o homem que estava sendo “atacado” por uma jovem, parecia se debater insistentemente.

- Estou aqui, use isso - Entregou as luvas a irmã - Senhor, pode dizer o seu nome em voz alta e sua profissão? Meu nome é Lidell Revolverheld, irmã de Isabelle e medibruxa do hospital. Preciso que o senhor me informe seu nome e profissão. - O tom de voz era ameno, quase frio - Belle, proteja o cerco. Se este homem está realmente fora de si, precisaremos de algo para nos proteger. Protego Totalum - O feitiço protetor, começou a criar a bolha que os protegeria de qualquer coisa, incluindo os germes, ainda mais em um corte aberto. Belle, então, levantou-se, começando a criar reforços na bolha, para qualquer problema – Sou Guilien, senhorita. Sou segurança a-a-qui. – Gemeu em resposta ao paciente, parecendo incomodar-se ainda mais com os cortes. Lidell, sem esperar muito, começou a investigar o tamanho dos cortes, tendo certeza absoluta de que estava, de fato, acontecendo - Senhor Guilien, é um prazer em conhece-lo. Vou começar a retirar parte das maldições e fechar alguns de seus cortes, para ter certeza de que o senhor chegue pelo menos sem hemorragias para o centro cirúrgico. Enquanto isso, que tal nos contar o que aconteceu lá fora?

Mantê-lo entretido poderia ser uma ótima solução. Com o movimento da varinha, agradecendo mentalmente por sua capacidade de abstrair-se do mundo externo, proferiu - Vulnera Sanentur - Os gritos do homem se misturavam com a sua história, mas infelizmente, Lidell estava ocupada demais tentando fechar aquele corte feio e extremamente perigoso. Tomando cuidado para não tocá-lo, já que bastava a dor do fechamento, não precisava de algo extra lhe repuxando, terminou de fazer o pior – Obrigada, Senhorita Re..Revolverheld. Eu vi o h-h-homem chegando, e ele tinha algo esquisito em seu olhar. Como se-se- – Respirou, percebendo que o efeito do feitiço ainda estivesse fechando seus músculos internos – Fosse algo estranho, nada humano, duas íris, em vez de uma... ou era só uma? – Sua voz confusa, fizera com que Belle encarasse a irmã, de que algo estava errado ali, mas a loira precisava terminar de cuidar do restante dos cortes, incluindo os que pareciam ter explodido, queimando a pele. Belle pediu para que ele continuar, deixando o rosto visível para ele – No começo, só-só.... argh. Parecia uma fala normal, até que ele começou a falar coisas estranhas como e...essa. E eu tentei intervir, senhorita, eu tentei. Eu juro por Merlin que eu tentei. Mas nã-não consegui

- Está tudo bem - Disse, em um tom que aprendera ser reconfortante para pacientes - Se ele estiver realmente amaldiçoado ou algo parecido, um bruxo sozinho não pode fazer muita coisa. - A desordem e loucura lá fora parecia aumentar, mas o foco da corvina era maior do que o esperado – Ele... ele parecia falar com outra pessoa, como alguém. Mas não vi ninguém. Nem sei se tinha alguém mesmo... ai minhas costas. – Belle encarou a irmã, que terminara os primeiros socorros e Lidell brevemente sorriu para o homem, percebendo o olhar estranho da Revolverheld mais velha - Vamos encaminhá-lo agora mesmo para a enfermaria. Belle? Me ajude a levitá-lo. Quando sairmos da bolha, crie proteção. Não sabemos o que pode acontecer - Concordando, a professora de etiqueta logo começou a proteger ambos, após a medibruxa, com um Mobilicorpus, começou a retirar o homem do local.



Ação: Salvar o Segurança - Sucesso!
Falas autorizadas do NPC.
O mesmo está sendo encaminhado para a área de Emergência do Hospital.
Todos os feitiços utilizados foram com o propósito de proteger e salvar o Segurança.
Feitiço: Protego Totalum[dificuldade: 20]; [protego: 3];
Descrição: Protego Totalum é o encantamento para o feitiço defensivo de proteção de pequenas áreas. Forma uma "bolha" protetora em torno do alvo lançado, devendo ser renovado com periodicidade de 3 rodadas. Repele qualquer feitiço (exceto as maldições imperdoáveis). Adiciona +40 na defesa do executor.
Feitiço: Vulnera Sanentur[dificuldade: 15]; [efeito: +15];
Descrição: Feitiço usado para cicatrizar danos mágicos. É o único contrafeitiço de Sectumsempra.
Feitiço: Mobilicorpus[dificuldade: 4]; [confusão: 1];
Descrição: Feitiço utilizado para levitar um corpo. Essa magia levita o alvo a dois palmos do chão, se o mesmo estiver consciente pode desequilibrá-lo, já que perde o chão literalmente.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Marfim, 26cm, Chifre de Minotauro, Elástica

    Usou um Varinha de Marfim, 26cm, Chifre de Minotauro, Elástica.

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Re: Recepção hospitalar

MensagemFranca [#181491] por Pamella Jones » 26 Nov 2017, 13:50

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Eu achava que estava tudo bem, esperava que fosse tudo ficar bem. Achava que era capaz de acalmar o homem e persuadi-lo a cooperar. Já havia encarado diversas situações, quase, como aquela na vida e havia tido sucesso em quase todas. Mas não parecia ser o que aconteceria dessa vez. Quando estava certa de que ele cooperaria, ele se agitou mais uma vez, enlouquecido. Debatia-se para todos os lados e nada seria capaz de para-lo. -
Senhor, acalme-se. O senhor prometeu que iria nos ajudar. Precisamos ajudar o senhor, mas precisa cooperar conosco.
- Parecia pior e dessa vez jogou a aluna residente para o lado e se soltou. Cuspia sangue agora, para todos os lados e vinha em minha direção! -
Senhor? Senhor o que está fazendo? Os enfermeiros já estão vindo e vamos cuidar de você.
- Deus, deuses gregos, deuses celtas, qualquer um aí em cima, o que eu faço? Sua atitude havia sido tão repentina que eu mal conseguia pensar. -
Vamos Pamella! Você consegue. Pense! O que posso fazer? O que posso?
- Me perguntava tentando achar uma solução, já que falar com o homem não estava resolvendo nada. Andava para trás a medida que ele vinha em minha direção, ainda com a varinha na minha mão tentando fazer meu cérebro funcionar.

Meu cérebro não funcionava e eu já não tinha mais para onde ir. Esse homem tava possuído! Essa era a única explicação, socorro! Quando achei que era o triste fim de Pamella Jones, a residente foi para cima do homem mais uma vez e o imobilizou. Ela era uma jovem aluna apenas, e tinha tamanha coragem e determinação. Não ligava que tivesse sangue do homem para todos os lugares e nem mesmo que ele estivesse provavelmente possuído pelo demônio. Era muito perigoso para ela, por mais que ela parecesse estar lidando bem com a situação, eu como adulta e medibruxa do hospital, não podia deixar que ela corresse mais riscos. E como em um estalar, o feitiço que eu devia ter feito mais cedo veio a minha mente. -
Estupefaça
- Disse mirando a varinha em direção ao homem que estava no chão. O feitiço havia sido certeiro, contudo o impacto dele havia feito com que o homem com a garota o segurando fosse levemente empurrados para trás. A jovem caiu com as costas no chão e o homem se encontrava desmaiado, devíamos ter feito isso desde o início, evitaria muita dor e sofrimento, mas pelo menos estavamos bem. E eu achando a pouco que o homem iria me matar, ele era muito assustador e até compreendo a atitude da aluna mais cedo quando lhe deu um soco, com um ser desses você só consegue pensar: Morre diabo! Acordei de meus devaneios e olhei na direção dos dois, levei a mão a boca assustada com o que eu havia feito, a menina parecia bem, mas eu podia tê-la machucado. Me aproximei tremendo e dirigi a palavra a ela: -
Me desculpe, você está bem?



Off: || Tagged: - | With: Lizzie von Wangüuk | Wearing: This. | Music: No Meu Talento - Anitta | Note: Desacordou Brennan com feitiço conforme a rolagem de dados. P.S.: Não coloquei as habilidades porque eu coloquei elas errado na rolagem, então elas não contaram pro calculo, por isso não estou colocando, mas se for pra colocar me avisa que coloco :3. ||
Feitiço: Estupefaça[dano: -10]; [dificuldade: 8]; [perde rodada: 2];
Descrição: Feitiço capaz de deixar o alvo inconsciente. Quando ele é lançado, sai um raio vermelho da varinha.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Azevinho, 24cm, Pelo de Unicórnio, Elástica

    Usou um Varinha de Azevinho, 24cm, Pelo de Unicórnio, Elástica.

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Pamella Jones
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