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Sala de Espera - 1º Andar

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Sala de Espera - 1º Andar

MensagemLiechtenstein [#153118] por Mestre do TvH » 28 Nov 2015, 13:09

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É onde pacientes e seus familiares aguardam o atendimento pelos médicos. Após a triagem na recepção, os doente são encaminhados diretamente para essa área. Seu tamanho não é tão amplo, mas traz para aqueles que ali aguardam uma sensação de comodidade. As poltronas coloridas trazem a ideia de descontração e casualidade no âmbito hospitalar, tornando o comportamento de alguns mais amistosa quanto ao atendimento do especialista do setor. Não ficam na área comum do atendimento ambulatorial, por poderem causar problemas tanto para si quanto para outros. São encaminhados diretamente para esta sala, acompanhados por enfermeiros, e em alguns casos, também por seguranças do hospital.
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Re: Sala de Espera - 1º Andar

MensagemAlemanha [#179563] por Aiden Dewes » 13 Set 2017, 19:55

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{i'm not happy, feeling low}
I T S S O H A R D T H E S E D A Y T O P L A Y M Y C A R D S R I G H T


    Estava agradecido por não estar passando as férias em casa, bem longe de todo o drama matrimonial de seu pai e sua madrasta, e de todos os recentes chiliques de Valentin, que aos poucos começava a ficar mais mimado e incrivelmente impaciente quando não conseguia algo de imediato. Claro, sabia que aquilo era culpa – exclusivamente – de Maya, mas é claro que Ferdinan não admitia que sua esposa não era perfeita. Então, por que diabos os dois estavam em pé de guerra se Ferdinan acreditava que Maya era a perfeição em pessoa? Aiden não era o ser mais exemplar daquela casa, bem longe disso, mas sabia que a madrasta era bem pior que si, e mesmo que não admitisse para os outros, o homem começara a perceber algumas coisas podres sobre a esposa; coisas essas que estavam guardadas às sete chaves do resto da família.

    Uma das poucas coisas que o fazia esquecer dos problemas familiares, era pensar que em algumas semanas visitaria o Beco Diagonal para reencontrar Annie, esperando que daquela vez a jovem realmente aparecesse para vê-lo. Não sabia como a garota estava após tanto tempo, mas imaginava que sua pouca altura e os cabelos loiros não tivessem mudado exatamente nada. Ela poderia não ter mudado nada, assim como poderia estar completamente diferente, a ponto de ser irreconhecível para o alemão – e esta segunda opção o deixava com um pouco de medo.

    Mas aquele não era o momento e nem o lugar para ficar pensando nestas coisas. Deveria focar em seu trabalho e desemprenhar seu papel perfeitamente como estagiário do hospital Theophrastus von Hohenheim, ainda mais agora que uma importante campanha de vacinação se iniciara no mesmo. Por sorte, ou apenas por falta de experiência, fora deixado de fora de toda a parte da vacinação em si, mas estaria auxiliando nos setores em que necessitassem de sua ajuda. Naquela manhã de quarta-feira, encontrava-se distraído apoiado sobre o balcão da triagem, que possuía uma pequena janelinha que o ligava à recepção, por onde passavam as fichas dos pacientes. Seus olhos passearam rapidamente pelos papéis que acabaram de lhe ser entregues, e sentiu que conhecia aquele nome de algum lugar.

    Segurou-os entre seus dedos, caminhando para a saída da triagem com os olhos ainda grudados nos papéis. Empurrou a porta com o ombro e se virou para olhar as pessoas ali presentes da sala de espera. — Vasilis... — levantou o olhar, encontrando a jovem sentada em uma das cadeiras cor de rosa, aparentemente sozinha, não fosse pelo homem que conversava avidamente com os seguranças do andar. Seria aquele algum conhecido? — Lissa Popovici — com a voz brevemente mais grave, chamou a atenção da companheira Sonserina, também artilheira do time da casa e quartanista junto consigo. Observou-a dispensar o homem que supôs mesmo ser seu pai, de forma rápida, acompanhando-o para dentro da sala de triagem. — Vasilisa, não é mesmo? — conteve-se para não rir ao brincar com a garota, deixando os papéis sobre a mesa — É um nome interessante... — por estar sob o olhar atento da enfermeira do plantão, o alemão preferiu deixar as brincadeiras para depois, mas claro que a garota o fosse fazer também. — Muito perspicaz, minha cara Lissa, mas vamos ao que interessa — olhou para o relógio em seu pulso, constatando que se passaram poucos minutos após as oito. Pegou a caneta sobre a mesa e uma daquelas fichas semi prontas que deveria preencher, copiou nas primeiras linhas as informações das quais já disponibilizava. — O responsável por você é aquele homem lá fora? — observou-a assentir positivamente. — Qual o nome dele? — escreveu da forma que a garota lhe ditava, observando-a balançar as pernas pelo canto do olho. — Ainda tem treze anos... Paciente, por incrível que pareça, consciente... — sussurrara mais para si mesmo do que para provocá-la, mas até que aquilo surtira algum efeito. Sorriu rapidamente antes de se virar na direção da mais nova.

    — Então, Popovici, em que posso lhe ser útil? — aquela era apenas sua maneira não muito normal de perguntar o que estava acontecendo, já que oferecer ajuda às pessoas não era parte muito presente em sua personalidade; exceto, claro, quando se tratava de Annie. Ouvindo atentamente às breves palavras da sonserina, o alemão rabiscou algumas frases na ficha, deixando a caneta de lado em busca do esfigmomanômetro e do estetoscópio. Até então, a enfermeira não o havia corrigido em nada, sinal de que tudo estava correndo como deveria. — Então antes de você poder fazer isso, vou ter que medir sua pressão. Estique o braço, por favor — percebera que, mesmo sem querer, já estava falando do mesmo jeito que os enfermeiros falavam com os pacientes que passavam por ali. Como um adulto, melhor dizendo. — Acho difícil esse aqui não estar — apontou para o estetoscópio, colocando-o em seu pescoço enquanto envolvia o braço da menina com o outro aparelho de nome difícil. Posicionou o estetoscópio em seus ouvidos e a outra extremidade, o diafragma, no braço de Lissa, vendo-a fazer careta ao sentir o gelado do metal em contato com sua pele. — Prometo que não vou rir — não por medo dos diabretes, claro, mas porque deveria se manter concentrado no que estava ouvindo e vendo. Pressionou a “bexiga” do esfigmomalguma coisa exatamente como havia sido ensinado, pouco depois soltando a pressão na pequena válvula que ficava próxima à bexiga.

    — Muito bom — riscou alguma coisa sobre o papel, sem dizer mais nada. — Lissa, agora mesmo, você está sentindo alguma dificuldade para respirar, ou não? — ela havia novamente mencionado os gatos, e como uma pessoa que sofre de asma, deveria saber que aquilo não era muito recomendado, não é? — Tem alergia a algum medicamento ou poção? — agradeceu mentalmente por já ter se livrado do estetoscópio ao fazer aquela pergunta, pois nos segundos seguintes poderia ter perdido boa parte de sua audição devido aos gritos da jovem. Viu então o pai da menina aparecer na sala de triagem para, apenas, acenar negativamente com a cabeça sem abrir a boca para uma única palavra, e sair. Mas o que mais lhe chamara a atenção fora a súbita mudança no comportamento e tom de voz de Lissa. — Pode voltar lá para a sala de espera... O médico lhe chamará em instantes, srta. Vasilisa Popovici — sorrindo marotamente, acompanhou a jovem até a saída da sala de volta à recepção, fazendo uma breve reverência quando a viu passar por si. Deveria levar aquela ficha o quanto antes para o médico, precisava apenas terminar de preenchê-la.


iniciando atendimento de Lissa Popovici
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Aiden Dewes
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Re: Sala de Espera - 1º Andar

MensagemGrecia [#179574] por Afrodite Hatzimichalis » 14 Set 2017, 08:12

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— Vou falar pela ultima vez, Vasilisa. — A voz de papai ficou mais grossa e demonstrava que estava bravo com alguma coisa que eu ainda não tinha feito. Ou talvez, pelo fato de eu atrasar a ida ao hospital (mesmo que não tivesse resolvido muita coisa, já que estávamos bem ali na frente da entrada do local), inventando de querer ganhar bichinhos novos pelas minhas boas notas. Parei de andar, travando no lugar e dando uma olhada rápida para ele, constatando que bravo, era apelido, o que me fez engolir em seco.— Você vai tomar a poção, querendo ou não. Agora entre e não me atrase mais. — Eu até poderia argumentar, falando sobre meus irmãos também precisarem ou coisa parecida, mas, graças ao tom nervoso e confiante do homem, preferi não correr o risco de ficar com o bumbum doendo. Concordei com a cabeça, entregando os dois gatinhos recém ganhados para um dos seguranças que nos acompanhavam, andando para dentro do meu pesadelo e tirando a tristeza do rosto, afinal de contas, ganhara dois bichanos fofos e que me ajudariam a colocar o terror em qualquer lugar. Sim, eu pensaria positivo, afinal de contas, Mason não ia gostar de ser acordado a base de arranhões e miados. Meus passos eram rápidos em direção a mesa de informações (ou qualquer coisa que fosse aquele balcão), com um sorriso angelical no rosto, enquanto papai se aproximava atrás de mim.— Trouxe minha filha para tomar uma poção para asma. Seu nome é Vasilisa Popovici... — Enquanto os mais velhos se viraram com aquela coisa chata e que não precisaria de minha ajuda, tratei de me aproximar de Sonic, o segurança que protegia minhas duas bolas de pelo. Não chegou a levar muito tempo e, enquanto Sonic tentava não derrubar os felinos que eu agitava, os minutos passaram rapidamente. De acordo com a moça da recepção, eu precisava ir para a sala de espera, onde um responsável faria a triagem antes de me enviar para tomar o medicamento necessário. Droga.

Sentei-me numa das cadeiras coloridas que tinham ali, brincando com meus pés enquanto aguardava. Papai e os seguranças, estavam mais longe, resolvendo qualquer coisa que não me interessava, porém, com Flor e Doce, o que me deixava sem muita escolha do que fazer para matar o tempo. E, bom, não era boba para aprontar alguma coisa ali, bem na frente de papai, afinal de contas, gostava de sentar sem dificuldades. Dentro de meu mundinho, ouvi meu nome ser chamado e, quando ergui a cabeça para encontrar o dono da voz, não contive um sorriso animado. O responsável pela minha triagem seria um companheiro de casa e quadribol, que já sofrera algumas vezes com minhas artimanhas, o que deixava tudo ainda mais divertido, já que ele poderia me livrar da poção. — Oizinho Audizinho... Sentiu falta de mim? — Disse animada, acenando para meu pai e a renca de seguranças, antes de seguir o menino para o lugar onde aconteceria a triagem. Não lembrava dele ter dito algo sobre trabalhar no hospital, mas, se ele estava ali, ajudaria e muito em meus planos, principalmente quando esses dessem errado e eu ficasse cheia de machucados. Até que ir ali no hospital não era tão ruim assim, ou era o que eu esperava. Havia uma moça, talvez medibruxa, ali dentro, de modo que não poderia aprontar quanto gostaria, deixando-me somente nas palavras e sorrisos inocentes. — Claro! Não poderia ser algo tão simples como Aedes.. — Sabia que meu nome era cheio dessas brincadeiras chatas, então, para não ficar chateada, aprendera a engolir e trazer outras zoeiras para a roda quando acontecia e, já que Aiden gostava de me irritar, faria o mesmo com ele. Quanto amor nessa amizade.

Fui na direção indicada, sentando-me em meio a um monte de coisa estranha, com pontas, cores e formatos diferenciados. Não fazia a menor ideia do que tinha dentro daquele armário, mas, não importava. O foco era somente me livrar daquela poção doida que papai me forçara a tomar, mesmo que com a presença de um adulto as coisas ficassem mais complicadas. Com a primeira pergunta do quartanista, assenti positivamente com a cabeça, com o sorriso ainda maior do que anteriormente. — Ele é meu pai e se chama Albert Alexandre Louis Pierre Grimaldi. — Falei devagar, vendo-o anotar cada nome. Não entendia porque meu sobrenome era diferente do de papai, mas, já que aquilo não influenciava em nada, não dava o devido valor. Nomes não eram nada demais, só formas de diferenciar as pessoas mais facilmente. Acho. Tanto faz. Continuei com minha mania de balançar as pernas, olhando para todos os cantos, curiosa como era, passando uma mão sobre o peito, onde mais cedo, sentira doer e me fizera ter falta de ar. Não era algo tão sério assim, só que, de acordo com papai, era perigoso e eu precisava me cuidar. Blah! Existiam coisas mais sérias do que uma crise de asma que acontecia cada vez menos. Tá... não era bem assim... só que... Não queria tomar nenhuma injeção! Só tinha catorze anos, poxa, existia toda uma vida pela frente para morrer devido a uma injeção. Droga!

— Hei, Acidente, você tá bem ou fala sozinho assim? —Se ele achava que podia brincar sozinho, estava muito enganado. Até parecia que ele não me conhecia! Francamente, estava decepcionada com o 'zoinho puxado', devido a sua falta de sensibilidade para comigo. Que coisa feia, muito feia, verdinho. — Então, Aidenzito, papai quer que eu tome a poção pra curar minha asma.. — Enquanto respondia a pergunta dele, não contive a careta, deixando claro minha vontade de fazer aquilo, ou no caso, a falta dela. — Depois das crises que tive durante o quadribol, ele quer que eu fique boa.. — Dei uma piscadela para ele, cheia de significado, de modo que eu esperava ter sido entendida. — Por isso, vamos rapidinho? Quero brincar com meus novos gatunos.. Flor e Doce.. — Apontei para fora, onde estava Sonic com minhas fofuras de quatro patas, mas voltando a atenção para ele, que se ergueu e pegou alguns instrumentos estranhos. Oh-ho. Ele não havia entendido nada! SOCORRO! Estiquei o braço sem muita vontade, olhando para ele com o medo estampado no rosto. Não entendia nada de procedimentos médicos, mas, aqueles negocinhos ali não pareciam ser legais. — Essa coisinha ai... — Apontei para o objeto que ele segurava. — É bom não estar gelado! — Falei com um bico nos lábios, tentando usar o charme que não tinha para conseguir me livrar. Só que, não deu certo, de novo! ALGUÉM ME HELPA AQUI!

Deixei que ele fizesse todos os procedimentos necessários e, com o toque gelado em minha pele, não contive outra careta. Olhei para o rosto de Aiden e fechei a cara. — Se você rir.. Vou colocar diabretes nas suas coisas! — Sussurrei para que somente o sonserino me ouvisse, ameaçando-o um pouco. Sabia que ele ia me ouvir, porque não costumava deixar minhas escolhas de lado e, bom, ele me conhecia... sabia que eu era capaz de fazer aquele tipo de coisa, então.. Pelo menos ele não riu, o que era um bom inicio. Fiquei apenas olhando enquanto o menino (que sabia o que estava fazendo, pasmem!) trabalhava, tentando não atrapalhar ele e, quando aquela coisa gelada saiu do meu corpo, agradeci, passando a mão na região para esquentá-la. — Agora não.. só que mais cedo, enquanto eu escolhia os gatinhos, senti falta de ar... Sempre que fico muito agitada ou pratico esportes, costumo ter crises. — Sabia que não devia responder com a verdade, para evitar tomar poção ou qualquer coisa assim, mas, acreditava que o castigo por mentir seria pior, então... contei tudo para ele. Droga! A sua próxima pergunta me pegou, porque eu não sabia se possuía alguma, de modo que me virei para onde estava meu pai. — Papai? Eu tenho alguma alergia? — Questionei alto, esperando por uma resposta de meu pai, essa que não veio. — Pai? — Chamei mais alto e olhei pra fora. Por que ele não me ouvia, hein? — PAPAAAAAIIIII! — Daquela vez, gritei bem alto, chamando atenção do homem, finalmente, que então entrou na sala com cara de poucos amigos. — Tenho alergia a alguma coisa? — Perguntei para ele num tom meigo e inocente na voz. Por alguns segundos, ele não se mexeu, mas depois negou com a cabeça, saindo da salinha sem nem esperar eu falar. — Não, não tenho, Aidunzinho! — Disse para ele, com o sorriso angelical em minha face. Quem me olhasse, não ia acreditar que acabara de fazer um showzinho, o que era muito bom. Dei uma piscadela para o companheiro de casa, vendo-o anotar mais alguma coisa e então indicar outro lugar para eu ir. — Muito bem, senhor Auduzito! — Comentei maliciosa, dando um aceno para ele, antes de seguir para a outra salinha. É.. eu não conseguira escapar daquela coisa.
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Re: Sala de Espera - 1º Andar

MensagemHolanda [#179756] por Lizzie von Wangüuk » 19 Set 2017, 06:59

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- Eu detesto isso. Não é porque eu sou estou em adaptação ou o nome que quiser dar, que posso ficar dobrando. EU TENHO uma vida fora daqui! - Falei irritada para Judy, enquanto arrumava a sala de triagem, que parecia o quarto de meu irmão de tão bagunçado. Graças a um demônio mirim, tinha bagunça em todos os cantos,sem contar a porrada de coisa jogada no chão. Por um milagre consegui me controlar, mas não contive a cara de quem queria comer a cabeça daquele maldito. ****! Estava ali pra trabalhar e não ficar arrumando bagunça de criança malcriada! - Eu também.. vou pegar algo pra comer. Você quer? - Se a morena estava brava mesmo, não dava pra saber, mas que eu queria comer algo, isso eu queria. - Pega alguma coisa lá.. depois te dou a grana, pode ser? Tá dentro da minha mochila e ainda tenho mais uns três pra atender.. - Girei os olhos, sentindo a fome me dominar. Aquele povo no hospital não tinha ideia da merda que era me deixar nervosa! De toda forma, Judy saiu para pegar qualquer coisa e terminei de organizar a sala. Juro, se alguém bagunçar de novo, uso o infeliz como vassoura!

Coitado de quem fosse ser atendido comigo, principalmente porque não estava com saco para sorrisos falsos ou coisas parecidas. De toda forma, segui para a mesa, onde continha a prancheta com os nomes dos pacientes e o próximo chamou minha atenção. Eu conhecia aquele menino e, se não falhasse minha memória, ele trabalhava no hospital também. Mas que merda ele fazia ali? Era dia de folga ou coisa parecida. - Aiden Dewes! - Chamei pelo nome do pivete, aguardando alguns segundos e pegando uma pena para realizar anotações. Diferente dos outros dias, não aplicaria vacina, o que era bem triste, mas nada impossível. - Fala ae. Você não devia tá de folga ou sei lá? - Questionei o menino, erguendo uma sobrancelha com sua resposta atravessada. Que lindo. Dois irritados num só lugar, olha a merda. - Reclama menos. Eu tô dobrando aqui! E nem almocei ainda. Mas deixa isso pra lá... - Dei de ombros, tentando manter minha mente focada nas coisas que precisava fazer e não em formas de destruir aquele lugar. - Tá fazendo o que aí? Morrendo ou algo parecido? - Questionei o zoinho puxado, olhando para ele de braços cruzados. Como aquele anão podia ser um funcionário do hospital? Merlin! Eles aceitavam qualquer novato...

Ao que parecia, o pequeno a minha frente sofria de algo que eu entendia bem: raiva descontrolada. Coitado. Tão novo. Anotei algumas coisas no prontuário dele e me levantei, tirando do bolso do jaleco que vestia, aquele treco de ouvir o som de órgãos internos e coloquei nos ouvidos. - Acho que você já sabe... Mas preciso fazer uns exames rápidos com você antes. - Disse para ele, arrumando a cordinha que sempre enrolava. - Pode estar gelado. Por favor, sente ereto e respire fundo. - Pedi educadamente para ele, enquanto colocava a ponta prateada nas costas do menino e ouvia seus batimentos cardíacos. tum tum. Não parecia nada de errado, o que me fez ir para o peito dele, só para ter certeza. Tum tum. Normal de novo, bem, parecia que ele não tinha nada nos pulmões que poderia resultar naquela crise nervosa. - Nada. Vou medir sua pressão. - Falei, anotando alguns pontos no prontuário e guardando o estetominhavonovaralpraessenome dentro do meu bolso novamente. Peguei o aparelho de pressão em cima da mesa e o posicionei no braço esticado do sonserino. - Você tem alguma alergia a remédios ou algo em específico? - Questionei o garoto, recebendo uma negativa. ótimo. Esperei ele respirar e liguei aquela coisa, apertando uma bombinha e, então, aguardando o instrumento fazer a mágica dele. Olhei para o ponteiro e vi que é a pressão estava normal. - Você e tem algum problema de saúde ou sabe se sua família tem? - perguntei, enquanto retirava o equipamento do menino e seguia para a prancheta.

Ao que parecia, Aiden tinha só problemas de adolescentes que não transavam. Mas, claro, não ia falar aquilo, mesmo que a vontade de gritar e chuta-lo para fora do hospital me dominassem. - Beleza. Nesse momento, você quer arrancar a cabeça de alguém? - Seria tão legal se ele falasse sim. Ia rir tanto. - Experiência própria: nunca fique na vontade. Enfim, você costuma sentir alguma dor nessas crises ou algo em particular? Tipo, mãos tremendo, boca salivando ou sei lá? - Não era necessário fazer aquelas perguntas, mas gostava de fazer o trabalho bem feito. Minha última pergunta o pegou de surpresa, o que já esperava. Não era qualquer um que notava certos pontos em momentos de fúria, como era meu caso. Dedos estralando, boca salivando como se fosse comer, adrenalina a mil. Aaaaaah ****! Eu tinha que quebrar a cara de alguém. - Tudo bem. Minha parte acabou.. volta pra sala de espera, vou levar isso para ele e Jajá te chamam. - Disse para Aiden, anotando os últimos pontos importantes e também levantando. - Até depois, estouradinho. - Falei em tom divertido, dando uma piscadela e então seguindo para o lado contrário do corredor. Era hora de encontrar alguém responsável por uma sessão de yoga.
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