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Sala de Reunião

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Re: Sala de Reunião

MensagemAfrica do Sul [#202531] por Aminá Sanjō Olánrewájú » 26 Mai 2020, 16:56

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    Arrastava a poltrona amarela para perto da TV que naquele momento era o único adorno no rack recém-comprado e um dos poucos objetos que não estavam dentro de uma caixa simplesmente porque não havia encontrado uma caixa grande suficiente e porquê gostaria de aproveitar um filme com direito a refrigerante e brigadeiro assim que retornasse da reunião com os novos colegas de trabalho. Na realidade a mudança havia ocorrido de forma tão repentina que se quer sabia onde estavam os cobertores e travesseiros para arrumar a cama e dormir e por falta de tempo de nomear aquelas caixas pra mudança, se estivesse cansada demais cogitava passar a noite na poltrona mesmo do que enfrentar a busca pelos cobertores perdidos.

    Somente após deixar o doce gelando e ter plena certeza de que o sol que entrava pela janela não alcançaria o viveiro deNilo (uma doninha) que ainda estava na sala - o cômodo mais espaçoso e com menos bagunça- é que pude deixar o apartamento em direção ao prédio seguindo o endereço que havia anotado junto com o horário da reunião. Óbvio que havia planejado chegar ao local com pelo menos 20 minutos de antecedência então não preciso dizer o quão nervosa havia ficado ao descobrir que seja lá quem havia me ligado para passar o recado informara o horário incorreto e com isso eu já estava alguns bons minutos atrasados.
    Contava com aquele emprego, o que meus pais diriam soar irônico para quem podia ter de tudo e se quer precisar lavar a própria roupa, mas a que custo? Nunca havia trabalhado, é verdade. Porém entre entregar a humilhação de estar reduzida a um bem de posse e não um ser humano não seria uma escolha. Tinha a oportunidade de finalmente ser e existir como pretendia e acreditava piamente caminhar nesta direção, ou pelo menos pretendia mesmo que acabasse perdendo aquela vaga por um erro que não seria de minha total responsabilidade e por mais errado que possa doar, no fundo, torcia para não ser a única atrasada ou ter acontecido qualquer catástrofe que tenha feito todos adiarem a reunião por algumas horas que fossem.

    Lógico que ao sair do elevador e me aproximar da porta da sala onde as vozes denunciavam que nenhuma de minhas preces teriam sido ouvidas por nenhuma divindade maior existente. - Com licença?- Interrompi, sem querer, o discurso de alguém assim que abri a porta após bater na mesma. Procurando rapidamente a figura dos diretores que podia r conhecer facilmente após algumas pesquisas básicas sobre a empresa que julgava ter sido necessário para analisar e saber distinguir pelo menos algumas pessoas que acabaria vendo com mais frequência. - Sou a nova fotógrafa, creio que houve um mal entendido quanto ao horário da reunião que me informaram quando me ligaram.- Buscava olhar cada um presente nos olhos, afim de passar seriedade mesmo com toda a situação do atraso em si, repousando os olhos de safira sobre quem havia interrompido abruptamente. - Desculpa, eu não queria incomodar. Sinto muito.- E com um leve gesto com o corpo inclinando-o levemente para frente, me dirigi para a cadeira livre na mesa, voltando meus olhos a pessoa seguinte a se apresentar.

    Mantinha as mãos unidas sobre o colo e as pernas cruzadas sob as mesmas, vez ou outra estudando a fisionomia particular de cada um presente observando pequenos detalhes como um toque nervoso de uma caneta ou dedos agitados batendo sobre a mesa até que por fim voltasse a ser minha vez de falar. - Eu sou Aminá Sanjo, estou concluindo meu curso de fotografia e cinematografia. Basicamente estou no meu primeiro emprego e esse é meu primeiro dia, então infelizmente não tenho muito o quê falar que agregue para a melhora do departamento nesse momento, não vi nada além dos corredores e elevadores até essa sala. Meus trabalhos anteriores eram freelancer então estou bem animada e grata pela oportunidade.- Passeava entre um rosto e outro novamente sem deter demais em ninguém em particular por muito tempo. - Deixei meu portfólio de fotografias a algumas semanas e logo em seguida fui chamada, mas peço que não levem em consideração minha falta de experiência e sim a vontade de contribuir, sei que vai ser um aprendizado mútuo, ou assim espero.- Mantinha o ar sério e simples, precisava, afinal a sala estava cheia de pessoas mais velhas e bem mais experientes no ramo, excerto por três jovens de idade escolar, os demais em maioria carregavam anos de vivência nas costas e definitivamente não queria que tirassem conclusões precipitadas baseados em minha aparência ou idade.




Nota: Ela veste ISSO.
Editado pela última vez por Aminá Sanjō Olánrewájú em 26 Mai 2020, 17:40, em um total de 2 vezes.
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Re: Sala de Reunião

MensagemCoreia do Sul [#202624] por Tyler Han » 27 Mai 2020, 21:09

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” How y’all feeling out there?”

Parte – III


Por quantos lugares mais ele teria de passar para que Hatori se desse por satisfeito? Ele já tinha um emprego como editor na Miss Glitz então... Por que c*ralhos seu suposto primo queria lhe colocar como radialista na Lummus? Às vezes era uma verdadeira dor na bunda que Hatori tivesse tantos contatos assim no mundo mágico. Ele não podia ser um carinha sem graça que apenas por mero acaso lhe dava abrigo em seu porão? Não. Era até melhor que não. Se não fosse por Hatori ele estaria tendo a oportunidade de recomeçar a viver. Mesmo que ele não estivesse mais vivo para poder usar o termo “viver”. “Existir direito” talvez fosse um termo melhor para se empregar, certo?

Pois é... Mas o caro era que ele estava agora indo para uma reunião de trabalho com a galera da Lummus. O novo diretor tinha um nome bem estranho e Tyler demorou alguns longos segundos para entender que aquele realmente era o nome dele e não uma espécie de título policial ou coisa do tipo. Oficial não era um nome muito comum, fosse qual fosse a nacionalidade daquele cara. Será que os pais tinham medo que alguém, sei lá, fizesse um clone dele ou se passasse por ele em algum momento? E, mais importante ainda, aquilo era da conta de Tyler?

De forma alguma. Então... Por que diabos estava pensando nisso? Talvez estivesse começando a se importar mais com as pessoas e a vida delas do que deveria graças a seu emprego na Miss Glitz. — Um traficante de informações. — Tyler ajeitou a gola de sua camisa ao passar em frente a uma superfície reflexiva e não encontrar o próprio reflexo. Era extremamente complicado ser um vampiro e manter a vaidade ao mesmo tempo, certo? De toda a forma o termo “traficante de informações” lhe soava muito melhor que “fofoqueiro” ou “editor de fofoca”. E agora radialista. — Meu Deus... Quanta coisa... — Meneou a cabeça continuando seu caminho pelos corredores da empresa que era seu mais novo local de trabalho.

Chegou na sala de reuniões quando muitos de seus colegas já estavam por lá, ocupando assim a primeira cadeira vazia que encontrou pela frente. O tal de Oficial, que Tyler julgou ser ele pela posição que ocupava à mesa, estava vestido como um palhaço e uma das crianças que participavam da reunião vestia-se de igual modo. Mas que tipo de palhaçada era aquela? Sua vista doía e ele resolveu evitar contato visual. Resolveu se concentrar na vice diretora, Cassandra McAlister segundo sua própria apresentação. Eles queriam respostas deles. Tyler podia fingir que não existia e apenas ignorar? Não queria falar. Estava cansado. De quê? Nada em particular. Só estava cansado. Mas aquela era uma daquelas dinâmicas de grupo que eram insistentemente aplicadas em primeiros dias de aula, não era? “Diga seu nome e o motivo de ter escolhido esse curso”. Ele podia dizer que quem escolhera por ele havia sido Hatori? — Tyler Han. É um prazer enorme trabalhar com todos vocês. — Disse quando não lhe restava mais alternativa, soando sério e simples em seu tom. — Ainda irei me familiarizar com o departamento e o cargo, é meu primeiro dia. Logo, acredito que não tenho nada a acrescentar sobre isso. E quanto ao que eu espero da Lummus e da direção? Acredito que oportunidades internas de desenvolvimento seja uma resposta clichê, mas exatamente a que eu tenho em mente, então... É isso. Os senhores me parecem bem acessíveis e, como eu já disse logo de início, é um prazer enorme poder trabalhar com pessoas assim. — “E eu espero não estar enganado”, acrescentou mentalmente, voltando a se calar e prestar atenção em todos ao seu redor, torcendo para que não fosse obrigado a falar novamente.


Interação com: Os chefes.
Aberto a interações!
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Re: Sala de Reunião

MensagemEstados Unidos [#202782] por Skylar Singh » 30 Mai 2020, 20:14

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...
...
The sky is falling off the ceiling
#001

                      🎕 O dedilhado no violão, em busca de inspiração, algo que faço muitas vezes ao dia (ou durante a madrugada), já que temos novas músicas para compor, gravar e lançar, já fazem o que, uns oito meses que não lançamos nada novo? Deve ser por aí. Quer dizer, vamos pensar direito, a última vez que fomos a uma rádio ainda foi em Rockville, mais ou menos uns cinco meses antes de sairmos da fazenda e vir aqui para Burbank, e isso já tem dois meses então são sete meses sem uma música nova. Isso devia ser uma heresia, mas é só a loucura de uma mudança de casa e de estado, atravessando boa parte do país (Carolina do Sul para Califórnia).

      Nos últimos dois meses, ficamos arrumando tudo, tirando de caixas, conhecendo a vizinhança e claro, procurando um emprego, pois nem só de música viverá o homem iniciante. Eu consegui um emprego de revisora no Lummus, um dos maiores jornais da comunidade bruxa. Como? Eu também não sei, acho que foram com a minha cara, e o melhor de tudo é que eu não preciso ir para a redação todos os dias lá em Liech-Sei-Lá-O-Resto, eu posso trabalhar de casa e só aparecer se tiver alguma emergência ou reunião. A propósito... AI DROGA! Eu sabia que estava esquecendo alguma coisa!

      Em um pulo, levanto do mini sofá embutido na parede de uma das janelas do quarto. Sabem do que eu esqueci? Da reunião da firma, exatamente. Eu preciso de uma agenda? Sim, claro ou óbvio? ― Ai caramba, eu espero que já tenham ligado as lareiras. ― Reclamo em voz alta, largando o violão na cama para puxar a minha blusa velha pela cabeça enquanto Skye, encostado a porta, diz que eu devia aprender a aparatar. ― De um continente para o outro?? E se eu perder alguma parte no caminho? ― Pergunto indignada enquanto tiro a calça, ficando apenas com a roupa de baixo. Sinto os olhos dele em cima de mim enquanto isso, mas pelo menos ele responde que o ministério ensina de um jeitinho que nada acontece.

      Eu paro minha corrida maluca com a calça jeans em mãos, olhando pra ele, mas não exatamente pra ele. O Skye tá certo, né? Quer dizer, é o ministério, porque eles tentariam me matar ou algo do tipo? Eu pago minhas contas e não tenho nenhuma irregularidade. ― Eu devia aprender, né? ― Pergunto, mas o olhar dele (mais ou menos de me comendo viva) me faz lembrar que a hora está passando, então me apresso para colocar a calça enquanto ele pergunta se eu tenho meeeesmo que ir, e sabemos exatamente o que ele quer principalmente com essa santa piscada que ele me dá, mas eu não posso me atrapalhar no emprego logo nas primeiras semanas né? ― Eu to muito atrasada! ― Comunico já entrando em uma blusa mais ou menos que encontrei na gaveta. Passo um perfume e renovo o desodorante porque é importante, e que fique claro que eu já tomei banho hoje! Pego a minha bolsa que está pendurada no lugar onde deveriam ficar os casacos e jogo lá o meu telefone, que estava carregando na cômoda. Na escrivaninha eu pego uma pasta que está abarrotada de papéis, não só de trabalho, mas também rascunhos de música, já vemos que não sou um exemplo de organização.

      Após colocar os sapatos e fazer uma checagem mental, passo por Skye e vou para a sala de estar meio que correndo,, mas quase na lareira eu dou meia volta, indo de encontro com meu marido, que já me alcançou. ― Eu volto logo. Te amo. ― Sorrio e lhe dou um selinho rápido para então me dirigir novamente para a lareira. Espero que eles ainda não tenham começado.

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                      Da lareira da firma até a sala de reuniões, é um caminho que eu faço me arrumando. Dou um jeito no cabelo, coloco os óculos, aliso as roupas e respiro fundo, entrando na sala com um sorriso que nem parece que eu tinha esquecido de trabalhar né? Já tem uma galera, mas parece que também não sou a última a entrar, o que é bom, e me dá tempo de beber um pouco da água que está na mesa. Quando a última pessoa entrou, Cassie começou as apresentações e tal, acho que é tipo um primeiro dia de aula, onde são enunciadas as mudanças, os rostinhos novos (e aqui me incluo). O que me incomoda um pouco é não ter um porta voz de Ilvermorny, mas talvez eles ainda estejam escolhendo entre as ótimas opções que eu tenho certeza de que eles têm.

      Sabe, outra coisa que me chama a atenção é o nome do cara do lado da Cassie, quer dizer, “Oficial” pra mim é uma patente, mas ela fala tantas vezes que... Será que ele não tem um nome não? Seria meio louco se esse fosse o nome dele, mas a julgar por essa roupa HILÁRIA, eu não duvido de mais nada, de verdade. Skyler ia morrer de rir se visse, sério. E esse mesmo cara (que possivelmente é o meu chefe, eu não devia estar chamando ele de “cara” né?) diz que vai ter um happy hour depois dessa reunião, o que é muito bom, eu apoio. Será que consigo esconder as mãos embaixo da mesa e mandar uma mensagem para o Skye me encontrar aqui no prédio antes de irmos?

      Por sorte, os dois “palestrantes” abrem para a galera falar, então eu aproveito o momento e escrevo rapidinho o endereço, porque talvez eu seja louca, mas eu e Skye nunca vamos separados a uma festa desde... Desde o baile de primavera do quarto ano, quando rolou toda a confusão (extremamente engraçada) com nossos nomes, e que deu origem ao nome da nossa banda. Depois que digito a mensagem cheia de abreviações, travo o teclado e jogo o aparelho na bolsa de novo, para prestar atenção no que é dito pelos meus colegas de trabalho.

      Pelo o que entendi, precisamos falar sobre o que esperamos dos cargos “acima”, mas eu sou nova aqui, não sei como era a situação antes. Bom, talvez essa também seja uma boa oportunidade para me apresentar, né? ― Howdy-Ho. ― Coloco pra jogo todo o meu sotaque super caipira made in Carolina do Sul. ― Meu nome é Skylar Singh. Pra ser sincera, eu nunca pensei que trabalharia em um jornal, até porque eu e meu marido somos músicos e temos uma banda chamada Panic! At The Disco, na verdade eu fiquei surpresa quando recebi a carta com a resposta da vaga de revisora de texto. Sabem como é, difícil uma pessoa formada em Inglês e não em jornalismo vir parar numa redação. ― Dou uma risadinha, me mexendo na cadeira para descontrair um pouco. ― Eu acho que... Acho que espero bastante companheirismo entre todo mundo, não importa o cargo ou o setor, somos uma empresa de comunicação, se aqui não houver uma boa comunicação, onde mais vai ter? ― Finalizo minha nada ilustre participação na reunião com a questão, que é só o que eu posso comentar. 🙓


While I'm tucking fibs into a cookie jar
She’s a Handsome Woman


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Primeiro post com a Sky, pegando o jeito com essa personagem linda!
Ela veste isto


...
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Re: Sala de Reunião

MensagemEstados Unidos [#204288] por Vicky Clark » 25 Jun 2020, 15:54

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Confesso não estava sendo fácil essa volta para o jornal, não só pelo afastamento da diretoria, mas pelo fato de ainda não ter superado completamente a morte de Candice e o fato de meu cunhado ser uma mocinha quando o assunto é magia também não ajudava. Tantos anos convivendo com Candice e Beverly como ele ainda podia sentir medo?

Era ridiculo e ainda me fazia bancar a babá para o pequeno diabinho recém-nascido.Era muito azar, me perguntava o que eu teria feito de mal para merecer isso, talvez fosse por isso que eu tinha escolhido um look all black, provavelmente combinava com meu humor.

Ao passar pelo Hall de entrada me emocionei e senti uma lágrima escorrer, não era de me emocionar assim, mas aquele jornal tinha se tornado minha vida desde a mudança para Londres. Tudo o que tinha planejado com a equipe jogado no lixo por conta do destino, maldito destino sempre pregando peças no momento em que você está mais feliz.

Subi as escadas passando os dedos levemente pelo corrimão aquele tinha sido meu primeiro projeto no jornal, a reforma de toda a estrutura física, a antiga era muito velha e depressiva. Esse era o único defeito do Thony seu mau gosto extremo para decoração, de restante posso garantir que ele era ótimo. Inclusive tinha feito questão de manter a mesa dele na minha sala, me trazia ótimas lembranças dos momentos em que passamos juntos em cima dele. Ao lembrar desses momentos um sorriso malicioso apareceu sem querer no meu rosto. Chegando à sala de reuniões dei de cara com um excentrico terno de natal me perguntei se já estávamos no fim do ano por quê se eu tivesse esquecido novamente o aniversário da Alisson ela me mataria, mas não, ainda estávamos longe, então abafei um leve riso com a mão, enquanto passava por trás da figura,tirei os óculos e fui cumprimentar meus antigos colegas com um beijo no rosto. Com Dragos sabia que podia ser um pouco mais abusada.
- Você está bem querido?- Desci a mão por todos os músculos de seu braço. Aquele homem era um pedaço de mau caminho colocado na minha vida, mas antes eu não podia me deliciar pelo fato de ser sua chefe já bastava o que comentavam sobre mim e Thony não queria que o mesmo acontecesse com ele, afinal era um ótimo radialista, Subiria por mérito próprio eu tinha certeza. Mas agora era diferente eu poderia tê-lo se quisesse e minha intuição dizia que valeria muito a pena.

Então fui na direção de Leon, eu só estava naquela sala por conta de seu convite para voltar. Leon também era um pedaço de mau caminho porém sempre arredio e sombrio. Hesitei um pouco antes de lhe cumprimentar com um beijo, mas ele estava um pouco diferente mais calmo talvez. Não tentou me evitar como antes.

Sentei em uma cadeira aleatória a ponta já não era mais meu lugar. E daí? Não era esse detalhe que diminuiria a qualidade do meu trabalho eu entrei no Lummus pelo meu trabalho e como diretora ou jornalista faria o meu melhor

Com o cotovelo na mesa apoiando a cabeça fui acompanhando todas as apresentações, alguns funcionários eram completamente desconhecidos para mim. O que me deixava um pouco mais animada afinal carne fresca era sempre boa.

Quando chegou minha vez me coloquei de pé tentando parecer o mais simpática possivel olhando e virando meu corpo para ter contato com todos os meu colegas.
- Bom, meu nome é Vicky Clark acredito que eu seja a funcionária mais antiga por aqui já que estou aqui desde a época do Sr. Hearst. Comecei como jornalista, então para Diretora da Redação e depois assumi a Diretoria Executiva. Porém fui obrigada a me afastar por um tempo por questões familiares e a convite do Sr.Orlov voltei a jornal como jornalista. Por que o amor que eu criei por esse lugar não sei nem como explicar para vocês por que desde que sai de NYC vocês devem ter percebido pelo sotaque que não sou inglesa, fui morar em Londres na mesma época em que minha irmã e nunca na minha vida pensei em trabalhar num jornal já que nos EUA eu administrava a fábrica de poções da minha mãe.

- Em relação a mova diretoria, ainda não pude conhecê-los direito, apenas gostaria de pedir que dessem uma atenção especial a radio, porquê o processo de reestruturação não foi algo fácil demandou muitas horas de trabalho dos nossos colaboradores.

- Quanto a redação estávamos fazendo um projeto para mudar a maneira como as matérias são escritas. Quriamos dar mais personalidade ao jornal. Por fim estou a dispoção caso queiram dar continuidade a esses projetos.
-Fiz uma reverencia, talvez levemente( talvez levemente ironica) e respirei fundo e me sentando novamente, olhando para Dragos com um sorriso malicioso. Afinal eu não ia perder a chance de lançar a isca.
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__________________________________________________
Quem diria uma Vicky sentimental
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Editado pela última vez por Vicky Clark em 08 Jul 2020, 00:12, em um total de 2 vezes.
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Re: Sala de Reunião

MensagemSiria [#204568] por Haz Tahir » 29 Jun 2020, 17:24

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We keep this love in a photograph
We made these memories for ourselves
Where our eyes are never closing
_________________________________

Hearts are never broken
And time's forever frozen still

Parte I


Em momentos como esse eu sentia certa falta do cheiro de mofo do Albergue, cuidadosamente aninhado entre um restaurante e uma farmácia na rua Sete. Aquele posicionamento era tão conveniente que mais de uma vez me peguei questionando às paredes se aquilo ali não tinha sido alguma espécie de hospital de campanha à uns oitenta anos atrás ou qualquer coisa assim. Enfim, simplificando, o que queria dizer era que aquelas paredes – muito provavelmente – tinham presenciado bastante história, inclusive aquela que desejava esquecer. De certo modo era normal, todos tínhamos algo que preferíamos afundar nos confins de nossa mente, esquecer totalmente.

O que, obviamente, eu não era capaz de fazer. Imagino que mesmo uma pessoa normal, dotada de habilidades normais teria dificuldade de tirar aquilo da mente, eu então... Passava horas da noite vivendo e revivendo a sinfonia de explosões que variavam entre quilômetros de distância e simples metros. Bastava fechar os olhos para que o som das pás da hélice de um helicóptero se entranhasse em minha mente, jogando poeira para cima e reavivando pequenos focos de incêndio. Não era simples, não era belo. Nenhuma guerra o era. Assim como não fazia sentido, assim como nenhuma guerra também não faz.

“Bombs don’t care what side you’re on” Eu não me lembro quem exatamente disse essa frase, quem era o gênio que tinha apontado o óbvio, e não porque a memória era ruim. Algumas coisas simplesmente me falhavam às vezes, apesar da memória literalmente fotográfica. O que eu lembro é que é a mais triste realidade. E talvez por isso não tenha prestado atenção, por isso talvez não lembrasse quem era o autor, ou talvez ele nunca tenha sido realmente mencionado. Não importava. Nada disso importava, o passado não deveria importar. Já diziam os sábios, não? Quem vive de passado é museu.

“Talvez você seja um museu.” De memórias ruins, um museu estilo o Museu do Holocausto, a Casa de Anne Frank ou o próprio parque de Auschwitz. Coisas que eram extremamente dolorosas para se ver e lembrar, mas que eram necessárias. Todos estes eram símbolos, remanescentes de uma Guerra que não deveria ter começado. Todos estes eram hoje museus de espinhos para que as pessoas se espetassem e lembrassem que ‘Ei, talvez isso doa para os outros’ e, mesmo assim, em toda sua imponência e amarga existência que todos conhecíamos, o homem teimava em continuar, em ignorar esses marcos históricos.

Talvez, para eles, tudo isso seja como uma droga. No melhor estilo ‘eu paro quando eu quiser’, muito embora saibamos que não, você não para quando quiser. As vezes é simplesmente impossível parar, ou talvez o ser humano não deseje parar e não vá até que todos estejam devidamente em paz sete-palmos-abaixo-da-terra. A fumaça subiu ao ar, abandonando minhas narinas e flutuando para o além, se perdendo em meio ao ar. Apaguei o cigarro na parede, jogando-o – assim como o restante da caixa – no lixo. Era um hábito detestável que eu deveria parar... por que não dar esse gosto para meu destino?

Já tinha escapado da morte tantas vezes que não me parecia exatamente justo ceifar o restante de minha existência – por mais miserável que fosse. Ainda tinha muita história para contar, não é? Pelo menos era o que os meus teriam dito... se estivessem nesse plano, se tivessem conseguido sair de lá. Se o mundo não fosse do jeito que era. Deslizei uma das mãos pelos cabelos, massageando levemente as têmporas antes de finalmente entrar na construção, enfiando uma tirinha de chiclete de menta na boca enquanto traçava o caminho decorado até a sala de reuniões, onde cheguei graciosamente atrasado.

Entrei no mais perfeito silêncio, aparentemente depois de outra garota que – momentos depois – descobri ter exatamente a mesma posição que eu. Deixei a mochila no chão, próximo a porta, sentando-me convenientemente próximo à garota. Talvez porque ela marcava um ponto de certa liberdade ali, um ponto de diferença, ainda mais com aquele nome. Apesar de todas as diferenças culturais, ela – muito provavelmente – estava mais próxima do meu mundo do que qualquer um naquela mesa. Por hora me mantive quieto, focando toda a minha atenção no simples mascar silencioso do chiclete, até que a vez chegasse a mim.

-A-ah, olá... a todos. Eu...– Pausei, respirando fundo, “Calma, garoto.” Quase conseguia ouvir a voz do meu pai nessas duas palavras tão simples. Pigarreei, endireitando a postura com um corar leve no rosto. –Boa tarde. Primeiro eu queria me desculpar pelo atraso... tive alguns problemas para sair de... enfim. Não vai se repetir.– Esbocei um sorriso breve, cansado, nada compatível com a idade que tinha. – Eu sou Haz Cyrus Tahir. Eu sou de Damasco e prefiro não falar sobre isso. Eu... estou entrando como Fotógrafo e espero ser útil para o jornal. I-infelizmente n-não posso dar um review ainda sobre a gestão, mas... acho que começaram muito bem... com essa reunião... e... uh, é. Desculpe, por... não poder ser mais útil e obrigado pela.. oportunidade.

E voltei ao meu mais perfeito silêncio, baixando os olhos para as mãos e respirando fundo. Talvez por isso gostasse da fotografia. De maneira geral, você não precisava dizer absolutamente nada. Você só precisava estar no lugar certo e no momento certo para então... CLICK.


O que ele vê, -O que os outros dizem-, -O que ele diz- e o que ele "pensa".
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Notas: Testando esse moleque ~
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Re: Sala de Reunião

MensagemEstados Unidos [#205927] por Kawonin James » 30 Jul 2020, 19:47

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— Pai, não precisa se preocupar, eu sei me arrumar sozinho! — James argumentava com o pai ao vê-lo que tentava ao máximo arrumar a gravata do loiro. Ambos estavam nervosos com o dia. Era a primeira vez que James iria em um evento como aquele, conhecer toda a equipe de trabalho. A ansiedade tomava conta do pequeno corpo do sonserino. Mas se tivesse que lidar apenas com a ansiedade, seria o máximo, mas não, o pai não facilitava o trabalho do americano, demonstrando, também, a agitação mediante a situação. — Pai, se acalma! Se continuar assim vou me desesperar, me trancarei no quarto e não sairei de lá até amanhã. — Comentou em um tom jocoso, mas no fundo tal fala tinha um quê de verdade. Viu que Karl tentou respirar um pouco, de forma mais relaxada, e tentou manter uma expressão mais calma. Naquele momento, teria que agir com cautela para que o pai não surtasse novamente com a situação.

Depois de algum tempo ansioso e se arrumando para a bendita reunião, Kawonin finalmente se encontrava arrumado, pelo menos achava isso, já que nunca participara de um evento como aquele. Olhou-se mais uma vez no espelho e sorriu com o visual. Parecia até alguém responsável. Após checar tudo o que tinha que checar, o loiro andou até o pai, notificando de que já estava pronto para partir. Segurou a mão do mais velho e aparataram dali. Não gostava muito daquele meio de transporte porque sempre ficava enjoado, e estragar a roupa naquele momento não seria algo favorável para sua primeira impressão. Tentou manter o equilíbrio e todos os fluído dentro do corpo, olhou para o prédio da Lummus. Parecia enorme em comparação com a altura do jovem. Voltou a olhar para o pai e sorriu. — Obrigado por me trazer até aqui. Quando acabar, eu te chamo com esse negócio que se chama celular. Espero que saiba usá-lo! — Acenou para o pai e entrou no local, se dirigindo para onde seria iniciado a reunião.

No momento em que o jovem entrou na sala, cumprimentou os presentes no recinto e se dirigiu para um local qualquer. Continuava ansioso, pois, a partir daquele momento, não poderia mais ser aquela criança travessa que era há alguns dias atrás. Agora tinha responsabilidades, caso fizesse alguma merda, não afetaria apenas ele, mas sim, todo um conjunto. Passado alguns minutos, parecia que todos se encontravam no local e, por isso, Cassie começou o seu pequeno discurso sobre a mudança na gestão e do corpo de funcionários. James podia ver algumas outras crianças trabalhando na Lummus, provavelmente seriam os outros porta-vozes das escolas. Mas apenas uma o chamou atenção. Não apenas ela, mas alguém dos adultos estava da mesma forma. Tentou segurar o riso, mas estava quase saindo. Que roupas malucas eram aquelas? Não era para ir de um jeito formal. Manteve a postura, até porque, poderia levar uma bronca por aquela atitude.

Se apresentar não era muito o forte do garoto. Na verdade, até era, mas não de forma tão formal. Ouviu atentamente cada pessoa se apresentando, tentando ao máximo gravar o nome de cada um, até porque seriam colegas e não apenas isso, parecia que realmente todos ali gostariam de ter um vinculo maior, não de apenas alguém com quem trabalha. Era ótimo pensar desse jeito. Assim que chegou sua vez, o garoto deu uma breve pigarreada. — Muita gente nesse local para falar, né? Mas não posso reclamar, até porque estamos em um ramo de comunicação. — James quis quebrar um pouco o gelo, apesar de alguns ali já terem feito, mas ainda assim não estava completamente solto. — Meu nome é Kawonin James, mas podem me chamar apenas de James, já que muitas pessoas não sabem pronunciar o primeiro nome, e estou indo para o quarto ano em Hogwarts, isso se a escola voltar. — Comentou ao lembrar do acontecimento da névoa que cobria toda a escola. — Estou aqui para conhecer melhor essa área de comunicação e espero que seja um emprego definitivo, claro! Além disso, espero que esse emprego me proporcione ótimos momentos, conseguindo divulgar o máximo de informações para as pessoas e obvio, que conseguiremos haters... — Sorriu ao lembrar que todo emprego tem seu ônus e sabia que algumas notícias iriam desagradar o público — E espero conhecer todos vocês! .

Depois que terminou de se apresentar, aguardou a reunião acabar para avisar ao pai de que não precisava o buscar tão cedo. Até porque, teria um happy hour após toda aquela parte mais introdutória.
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Kawonin James
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Re: Sala de Reunião

MensagemIslandia [#206012] por Ewyn Llyr » 01 Ago 2020, 00:34

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Hey everybody, we don't have to live this way
We can all get some, yeah, we can all get paid

So what you say everybody? Gotta live it up today
We can all get some, yeah, we can all get paid

Parte I


Bastava encarar a edificação para me perguntar, uma vez mais, o que estava fazendo no jornal e – ainda mais importante – como eu parei ali. Apesar das óbvias, e incríveis (#oiEgo) habilidades mentais que eu possuía, escrever não deveria ser uma delas. Isso pois para conseguir fazê-lo com êxito era necessário conseguir pensar, escolher cuidadosamente as palavras para exibir a total imparcialidade quanto ao assunto e- Ah. Entendi. Pensando assim as coisas faziam sentido, se ter vontades era o que comprometia a imparcialidade, então... imagino que eu realmente era o candidato perfeito. Eu não amava nenhuma casa, não era devoto de nenhuma divindade.

Eu, realmente, não poderia me importar menos sobre qualquer coisa que acontecesse naquele lugar, então – talvez, só talvez – isso fosse o pré-requisito necessário para evidenciar a verdade. Se não havia vínculo emocional, não teria motivos para ocultar nada. Não tinha motivos para mentir ou parcialmente ocultar a verdade para a proteção de alguma identidade. Talvez eu simplesmente tivesse todos os pré-requisitos para ser um bom repórter. Em suma? Eu não tinha absolutamente nada a perder por dizer a verdade, então por que não oferecer esses fatos tão perturbadores para o restante da população de maneira geral? O ser humano gostava de desgraça, não?

-Boa tarde.– Anunciei em tom baixo, curvando levemente a cabeça em uma saudação assim que meus pés alcançaram a sala e aqueles que já se encontravam presentes, dirigindo-me para uma das cadeiras dispostas junto a mesa que ocupava o meio da sala, convenientemente posicionada para que fosse fácil ver a todos sem muito esforço. O que mais dizer sobre uma sala de reuniões, né? Além de eu não querer exatamente estar ali. Relaxei o corpo contra a cadeira, deixando que um suspiro breve me escapasse as narinas com um Q de impaciência juvenil.

Na minha cabeça eu muito provavelmente tinha coisas muito mais interessantes para fazer do que estar ali, não que isso fosse inteiramente verdade. O que teria eu para fazer ali, com o restante do dia? Talvez devesse simplesmente agradecer por ter um momento para mim, ou isso era o problema. É, muito provavelmente isso era o problema. Ter mente própria ainda era algo que me atrapalhava mais do que gostaria de admitir. Era muito pedir para não ter de pensar? Para apenas executar ordens de um Mestre tão cega e devotadamente que minha existência não passaria de uma simples sombra de vida?

Ergui levemente a cabeça quando o discurso começou, assentindo com um sorriso breve quando fora mencionado como o porta-voz de Beauxbatons, muito embora sentisse pena da instituição por me ter à frente das noticias da mesma. Talvez alguém mais devoto às deusas pudesse enaltecer melhor as qualidades da belíssima ilha. Eu, no entanto, encarava tudo quase que com desinteresse. Talvez essa posição me obrigasse a participar um pouco daquilo que a maioria dos mortais chamava de ‘adolescência tipica’. Seria esse o plano de Gio o tempo inteiro? Não que fosse um plano ruim, na realidade agora que eu pensava nessa possibilidade, tudo era simplesmente genial.

-Bem, boa tarde de novo. Eu sou Raegan Ewyn Llyr, porta-voz do instituído francês de Beauxbatons, como apresentado pelos nossos chefes. Eu... uh, infelizmente ainda não pude participar muito do que acontece aqui por dentro, então não sei dizer de verdade do que eu gostei ou não, mas... – Hesitei por um momento, buscando as palavras certas, - Talvez uma coluna de fofocas escolar seja muuuuito bem visto pelo público. – Ou pelo menos era isso que adolescentes deveriam dizer, não é?


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Ewyn Llyr
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Re: Sala de Reunião

MensagemPeru [#206031] por Reyna Zheng » 01 Ago 2020, 14:21

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- TÔ SAINDO PRA TRABALHAR, QUANDO EU CHEGAR QUERO A LOUÇA TODA LAVADA! BEIJINHOS AMO VOCÊS!- gritei antes de fechar a porta. Meus hermanos estavam nos quartos fazendo sabe-se lá o que e eu não tinha tempo para sair de porta em porta e dar a bronca para cada um. Ontem eu trabalhei até tarde e quando cheguei, a louça ainda estava toda na pia. Eu entendo que é férias pros meus pequenos, mas isso não tira a responsabilidade deles ajudarem.

Talvez eu tivesse gritado demais, pois quando saí a vizinha do lado me lançou um olhar bem ruim, parecendo que me julgava. Dei um sorrisinho é um bom dia e segui meu caminho. Eu não ia levar a sério alguém usando crocs com um vestido lindo daqueles, cheio de florzinhas..

Cheguei no Lummus rapidinho, sem me atrasar para a reunião com a nova gestão. A sala estava ocupada por algumas pessoas e eu logo me sentei próximo ao Dragos, afinal, tinham muitos rostinhos novos ali e era bom estar perto de algum "conhecido". - Bom dia pessoal! - cumprimentei os ali presentes, com meu sorriso típico.

Observei as pessoas logo de cara a roupa do Oficial saltou aos meus olhos. Era… era… hediondo? Difícil de descrever com certeza. Era uma estampa tão exagerada, mas por mais brega que fosse, aquilo era tão a cara dele que se tornava até aceitável. Claro que não ia falar nada pra ele, mas aquele terno era muito chamativo. Tirei meus olhos da estampa natalina e quase engasguei na minha própria saliva! Aquele homem que acabou de entrar e se sentar é a cara do meu irmão!!! Gente! Um Álvaro no Lummus! Tive de me segurar pra não perguntar pra ele se ele por algum acaso conhecia meu irmão ou algo assim.

Logo tive que me virar pra ouvir a Cassie e mentalmente dei um big parabéns pra ela. Primeiro que aquela saia com essa blusa rosa estava simplesmente divina! Simples, mas adequadíssima à ocasião e, claro, linda! O Oficial e o mini Oficial podiam aprender com ela. Ouvi direitinho tudo o que ela falou, assim como o Oficial, mas confesso que não consegui olhar pra ele nessa hora. Lo siento mi amigo, pero imposible!!!

Os próximos colegas a falar estavam bem vestidos, pra minha sorte. Foi um alívio poder ouvir eles falando e conseguir olhar para os mesmos, claro que com exceção do mini Oficial. Alguns rostinhos ali eram muito bem conhecidos, como a Vicky e o Dragos, mas tinham muito risoto novos. Fui marcando cada um deles e tentando me lembrar dos nomes. Principalmente do sósia do meu irmão. Tyler Han. Hmm, interessante. Ele se parece com meu hermano mas só fisicamente. Ele parece bem mais mal humorado e ranzinza que o Alv. Ele está realmente tão entediado e não interessado em estar aqui quando tô ele deixa transparecer? Porque, olha, ele exala esse sentimentos.

Logo me ajeitar na cadeira pois estava chegando minha vez de falar. Vamos mostrar hospitalidade e presença. Observe e aprenda senhor Han.

- Bom dia pessoal. Aqueles que não me conhecem, sou Reyna Zheng e já trabalho na redação daqui há um tempo, não sou boa com datas, mas a Vicky e o Dragos sabem que é um tempinho já. - olhei para meus dois colegas sorrindo. - Aos que chegaram, sejam muito bem vindos e bem vindas. Espero que se sintam tão b qii quano eu me sinto. Somos uma equipe muito acolhedora. Sobre a nova gestão, espero que mantenham o que já tínhamos de bom e tragam mais melhorias sob km olhar novo. Me coloco a disposição para ajudar no que for preciso. - coloquei o cabelo atrás da orelha. - Sobre minha carreira, bom, sempre fui pro jornalista. Trabalhei alguns anos em alguns jornais trouxas e bruxos lá no Peru e depois vim para cá junto com meus irmãos e já vim para o Lummus. Acho que nossa equipe tem muita coisa boa, a única coisa a ser melhorada na minha opinião é o fortalecimento da imagem do nossos jornal sabe? Temos a rádio que eu adoro e ouço sempre, mas dentro do nossos jornal falta algo que mostre "ah, esse é o Lummus". Concluo minha fala por aqui.


Talvez eu estivesse falando algo que já fosse até meio óbvio, mas era isso que eu pensava quando via nosso jornal. Não tenho muito o que falar sobre, acho que só falei isso mesmo para ter o que falar, embora eu realmente ache que precisamos disso.
Com: everybody
Citado: Álvaro Zheng (da mozinho) e irmãos Zheng de férias em casa (npcs)

Desculpe a demora e a possível baixa qualidade do posto.
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Postado Por: Maria Otonio/Nih.


Re: Sala de Reunião

MensagemInglaterra [#206033] por Headlines » 01 Ago 2020, 14:58

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