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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Necrotério Aberto - Antártica.

Descrição: trama dos enfermeiros - novembro/dezembro - necrotério aberto.

Re: Necrotério Aberto - Antártica.

MensagemHolanda [#169794] por Rosalie Hans von Bückler » 22 Nov 2016, 21:39

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Mestre do TvH escreveu:
Corpo 5 – aparentemente homem – vestido com brasão de policial

Rosalie

Descobriu que era homem de cabelo negro. Está sem a metade do rosto, mas ainda sim deu para ver pelos demais traços que não estão tão desfigurados que era do sexo masculino. Não possui o braõ direito e aparenta ter sido removido por uma mordida (ou várias). Não possui a perna direita, os cortes estão irregulares e as dentadas são aparentemente menores e bem peculiares. Ao fazer o teste de magia, deu negativo significando que o corpo não está apto a magia. E ao tentar uma análise mais profunda só viu poça de sangue e mais pedaços do corpo mutilado espalhado pelo mesmo. Pela vestimenta ficou clara que era algum militar e isto poderia significar que alguma coisa aconteceu pela região ou que ele sofreu algo.

Aleijado (3pts),
Inaptidão Mágica (2 pts),
Desfigurado (2 pts),
Um Braço Só (4 pts),
Não teve sucesso.

Total = 11pts.

Imagem
An icy cold!
Ato #002

Os aposentos no qual a polonesa estava inserida, como já dito anteriormente era uma espelunca, um muquifo. Contudo, Rosalie estava ali a trabalho e, seguindo a célebre frase: o trabalho dignifica o bruxo, pensava que no fim tudo valeria a pena. Pelo menos era isso o que esperava. Estava sentada em sua cama, penteando os longos cabelos enquanto lia um livro de cabeceira. Uma comédia trouxa, para falar a verdade que foi lhe dado pelo seu irmão Emmett antes mesmo dele partir. Não entendia bem o motivo de tal presente, tendo em vista que eles nem eram assim tão ligados à cultura dos povos não-mágicos. No entanto, para entender o real significado daquele bom gesto, iria ler e estudar, pelo menos tentaria em algum período livre ali. Sua atenção foi retirada do livro ao ouvir seu nome ser chamado. Olhou para a porta e lá estava ela, Nuala Ajiha adentrando no quarto. “Acho que ela esqueceu que esse quarto pode não caber nós duas. Nem a mim direito!” pensou. Abriu um leve sorriso, meio cínico, mas fazer o quê?.

- Não, obrigada, não sou muito fã de cerveja! - Recusou a oferta da chefe. Fechou o livro e deu total atenção a mulher que estava a sua frente. Ela não possuía nenhum conceito exato sobre Nuala, apenas que ela era sua chefe e organizava um pouco sua rotina, no mais, para a polonesa, isso não importava muito. A respeitava como superior - mesmo as duas tendo quase a mesma idade. Poderia ser Rosalie ali no posto de chefe ou outra qualquer… Não, não outra qualquer! A loira tentou desviar o pensamento de outros funcionários no cargo de Ajiha. Pois bem, voltou a si e respondeu ao pedido de desculpas a mulher. - Não se preocupe, mas, seria interessante sabermos principalmente a parte limitante de magia. Trouxe tudo de necessário, mas pelo menos, com a magia poderíamos nos dar mais conforto. - Pausou brevemente. - Duas semanas, não mata ninguém. A não ser de tédio! - Mostrou o livro para a outra. Não tinha conhecimento se a mesma era adepta a cultura trouxa, logo, não saberia se Ajiha compreenderia o tema daquele livro..

Ouviu as falas da chefe um tanto pensativa, de cenho franzido e com a respiração mansa. É, crescimento pessoal e novas experiências no trabalho é sempre bom, Hans tinha isso em mente. - Estamos aqui para isso! Sermos úteis e não ter apenas uma formação inútil! - Ponderou. - No mais, iremos sobreviver. Somos bruxas, belas e talentosas… O que pode sair de errado, não é mesmo? - Jogou as madeixas para trás resolvendo por fim aceitar uma garrafa de bebida. - Obrigada e até amanhã! - Finalizou, dando um belo gole no líquido gelado. Quando Nuala saiu do quarto, Rosalie tomou a bebida em um só gole, jogando a garrafa vazia no lixo, retornou para seu livro, continuando monotonamente a leitura. Qual o livro que a loira lia por recomendação de seu irmão mais velho? “100 dicas para arranjar um namorado”. Bem, Von Bückler ainda não entendia a razão por ter sido presenteada por aquele livro, vocês, caros leitores, já devem imaginar.

.
.
.

O dia amanheceu - mesmo que estranhamente - e logo os bruxos estavam a postos para o primeiro dia de trabalho. Rosalie, após sua longa ducha matinal, encontrava-se na companhia de um medibruxo que seria seu parceiro naquele trabalho. Ambos, tomavam uma xícara de chocolate quente. A loira ainda alimentava-se com uma fatia de bolo. - Então você tem só dezoito anos? Nossa… Tão jovem e já tão viajada pelo mundo! - Dizia Kevin Jones, o rapaz já experiente por aquelas bandas. Sorvendo um último gole de seu fumegante líquido marrom, abriu um sorriso amarelo - tentando ser simpática - para não assustar o belo rapaz. Sim, ele era belo e um pedaço de mal caminho, vale ressaltar.- Comecei cedo a estagiar no TvH e, ao me formar em Hogwarts, embarquei em uma viagem pelo mundo buscando ajudar os que mais precisavam. - Os olhos do rapaz brilhavam enquanto a polonesa falava. Estava parecendo meiga e de bom coração? Tinha que desmanchar essa imagem JÁ! - Não me olhe assim, Jones. Foi por isso que voltei ao TvH e já estava empregada. Fiz tudo para que não precisasse depender tanto da fortuna de meus pais adotivos. - Finalizou sua fala, erguendo-se da cadeira e estalando os dedos. - Nossa, me espanta saber que você não tem namorado. - O loiro sorriu. Rose deu de ombros e iniciou sua caminhada até a tenda armada com os corpos já prontos para serem analisados. - Temos que trabalhar, Dr. Jones! - Fez uma voz um tanto irritante imitando as secretarias “fanhas” do TvH.

Abrindo o casaco que revestia um dos corpos naquela tenda, o medibruxo soltou uma careta. - Bulla Aeris! - Apontou a varinha para o seu próprio rosto. Bem, uma bolha foi conjurada, mas ainda sim sentiu um pouco do odor que exalava do cadáver. - Você não gosta muito do cheiro? - Revirou os olhos mediante à pergunta do rapaz. Era meio óbvio a resposta, não? Alguma coisa estava errada, ou melhor, a loira tinha esquecido por um momento que algumas magias não funcionavam ali. Enfim, pelo menos, não estava recebendo todo o impacto do odor. Retirou as luvas de sua bolsa - vestindo-as nas mãos. Aquela luva de couro estava enfeitiçada para tornar-se translúcida ao ser vestida. Mas ainda sim contava com a proteção do couro de dragão. E que proteção! Apontando a varinha para o corpo em cima da mesa, a polonesa chegou a conclusão que nenhum centelho de magia habitava ali, ou seja, eram trouxas. - Não são bruxos. - Informou. O rapaz foi verificando as outras partes do corpo, notando certas marcas que diziam bastante e, talvez, chegasse ao diagnóstico. - O indivíduo está mutilado, sem braço e perna direitos. É do sexo masculino e, aparentemente, um oficial da lei trouxa. - Rose olhou o distintivo que muito parecia com o de sua prima, Jullie. Mordiscou o lábio inferior pensativa.

As mordidas queriam dizer algo, Hans sabia disso. Olhou ao redor, verificando os outros bruxos que estavam debruçados sobre seus próprios cadáveres. Respirou fundo. - Licantropia… - Murmurou um tanto conclusiva. Olhou para o medibruxo que a encarava-a com uma expressão ainda mais duvidosa. Passando para o outro lado da bancada, a loira apontava para algumas partes do corpo do indivíduo enquanto proferia seu discurso conclusivo. - Essas mordidas, a forma que o braço e a perna foram retiradas do corpo só nos mostra que ele foi atacado por um animal bastante feroz. Não sei até que ponto podemos considerar que esses animais sejam licantropos, ouvi uma história - contada por minha prima que é Auror na MACUSA -, que os lobisomens estavam migrando seu bando. Seria muito oportuno para eles virem até as terras gélidas, não? Eles têm uma fisiologia um tanto diferente da nossa, inclusive, não bem mais quentes! - Pausou por alguns segundos. Kevin tomou a fala, tentando entender a lógica da loira. - Então você está insinuando que seja mordida de Lobisomem? E que, baseado em uma história contada por sua prima da MACUSA, há uma mantilha desses licantropos migrando pelo mundo? - É, meio desconexa a história sendo vista pelo outro lado. Contudo, era uma tentativa.

- Não estou dizendo que seja, estou supondo apenas. As mordidas menores podem ser de licantropos novos, podem estar formando um exército! Olhe essas mordidas e, com certeza, se você for nos outros corpos irá encontrar mordidas iguais! - Pausou por um momento lembrando-se de um acontecimento enquanto era estagiária. Um arrepio atingiu as vísceras de nossa protagonista. Um evento com lobisomens que atacaram a todos no hospital. - Eu posso estar errada… - Olhou para o medibruxo que já a olhava incrédulo. - O que é? - Sentiu o sangue começar a ferver. - Viemos aqui para ajudar, não? Essa é minha opinião. Sei do que vivi e já me deparei com acontecimentos similares antes. Confio na Jullie e, se você não quer aceitar essa possível diagnose, me dê um bom motivo para concluir que essas mordidas não são de licantropos! - O rosto da polonesa já estava púrpura. - Já pensou em Inferis? - O rapaz sugeriu. - Eles estariam levantando da cova nesse exato momento, caso fosse. Mas, aqui a magia não funciona como deveria… E, se fosse algo vítima de uma magia negra tão poderosa. - Umedeceu os lábios. - Deixaria rastros de magia! - Concluiu. Próximo!

    With: Nuala Ajiha e Kevin Jones;
    Tagged: Jullie H. Lancaster, Emmett Hans von Bückler e Outros Enfermeiros;
    Notes: Os itens que ela possuí, além de uma malinha de atendimento básico e livros que toda enfermeira deve ter, estão na imagem logo abaixo;
    Music: Além do Arco-íris, Luisa Possi.


    Imagem
..................................................
Feitiço: Bulla Aeris[dificuldade: 10];
Descrição: Feitiço Cabeça de Bolha. Este feitiço cria uma bolha em torno da cabeça do alvo para que assim ele possa respirar embaixo d'água.

Itens Utilizados:

  • Chocolate Quente

    Usou um Chocolate Quente.

  • Luvas de Couro de Dragão

    Usou um Luvas de Couro de Dragão.

  • Varinha de Azevinho, 27cm, Espinhos de Manticore, Porosa

    Usou um Varinha de Azevinho, 27cm, Espinhos de Manticore, Porosa.

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Rosalie Hans von Bückler
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Postado Por: CABRAL, CHS.


Re: Necrotério Aberto - Antártica.

MensagemEstados Unidos [#169951] por Candice L. Clark » 25 Nov 2016, 17:34

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Necrotério... Está aí uma palavra que não deixou Noah nada feliz. - Candice, como assim? Você acabou de ser contratada e vai para a Antártica? Você só pode estar de brincadeira comigo né?- As vezes ela esquecia como para ele viajar era algo difícil. - Meu amor, eu simplesmente vou aparatar até a Antártica, vai ser mais rápido do que quando você faz check-in numa viagem de avião. Não vai demorar muito, eu volto em no máximo um mês, não vai nem dar tempo de você sentir minha falta. - Ela conseguia ver as veias saltando na testa de seu marido tamanha a sua frustração. Não era para menos, Charlie tinha uma apresentação na escola no-maj e ela havia dito que estaria lá para assistir. - Ele irá entender, tenho certeza. - Não podia deixar aquela oportunidade passar, estava esperando por algo do tipo há muito tempo.
Seu closet magica e perfeitamente organizado aquela altura já estava uma bagunça, Não encontrava a bolsa marrom que precisava de jeito nenhum.
- Desisto, Accio! - A bolsa saiu de baixo de uma pilha de blusas e quase bateu na cabeça de Noah - Você me promete que vai tomar cuidado? Um necrotério na Antártica? Onde nem a magia funciona direito? Se eu que sou um no-maj estou surtando por conta disso imagina você! - Realmente, o fato de a magia não funcionar perfeitamente por lá lhe fazia subir um calafrio pela espinha, mas sabia que tudo poderia ser resolvido se ela apenas conseguisse parar para pensar numa nova possibilidade. - Por isso eu tenho você, meu no-maj preferido. Nessas horas que tudo que eu aprendi com você ao longo desses 21 anos de relacionamento podem ser úteis. - Ela colocava dentro da bolsa magicamente aumentada os casacos mais pesados que tinha, pelo menos duas botas, o celular que a Noah a obrigou a usar e algumas poções que sua mãe havia enviada pela Vicky no ultimo mês. Além disso pegou o kit de materiais cirúrgicos no-maj que havia ganhado do marido no ultimo aniversário de casamento e o canivete mágico que Peter lhe deu no último natal. - Acho que agora eu peguei tudo.
Quando se virou e olhou nos olhos de seu marido percebeu a tristeza e o desespero dele. Chegou bem perto e tomou seu rosto com as mãos. - Meu amor, não tem com o que se preocupar. O ministério local colocou alguns aurores de prontidão caso precisemos de ajuda. Além disso eu já sou bem grandinha, eu sei me virar. - Ela sentiu os lábios quentes do marido contra os seus e as mãos dele envolvendo sua cintura. - Por favor, volte viva ok? Não sei o que farei da minha vida se algo acontecer com você. - Ele a abraçou fortemente uma última vez e ela se afastou para aparatar. - Eu já mandei uma coruja pra Bev em Hogwarts avisando que estou indo numa viagem a trabalho. Também pedi para a Vicky ficar de olho nela, se você tiver qualquer problema avise a ela. Fiz a torta de chocolate que você e o Charlie tanto amam, podem se esbaldar de comer. Prometo voltar assim que possível, meu amor. Eu te amo, não se esqueça. - E com o último olhar preocupado de Noah ela se foi.

Candice era a última a chegar ao local. No hospital foi orientada a procurar Nuala Ajiha, a chefe dos enfermeiros, mas naquele momento quem a recebeu foi Vincent.
- Sra. Clark, fico feliz que tenha vindo o mais rápido possível. Recebi hoje pela manhã a coruja do hospital informando sobre sua chegada. Por favor, venha comigo, vou lhe colocar a par de todos os acontecimentos. - Vincent explicou que o momento necessitava de delicadeza e paciência, algo que ela tinha de sobra, além da importância de permanecerem somente onde foi indicado por questões de segurança. Ele a levou até a tenda onde deveria deixar seus pertences e pediu para que se trocasse e o acompanhasse até a outra tenda, onde estavam todos os enfermeiros já analisando os corpos retirados. Ela rapidamente colocou roupas mais quentes, pois o frio era muito pior do que ela imaginava, separou um par de luvas cirúrgicas, o kit e o canivete que havia levado, além de obviamente, sua varinha.
Quando entraram na tenda onde estavam os outros enfermeiros Vicent lhe mostrou qual deles era Nuala e ela foi se apresentar.
- Com licença, Srta. Ajiha? Meu nome é Candice Clark, a nova enfermeira da equipe. Vim o mais rápido que pude para ajudar na análise dos corpos. - A chefe dos enfermeiros virou-se para cumprimentá-la e pediu que a acompanhasse na próxima analise para poder se ambientar melhor sobre a situação dos cadáveres. Até aquele ponto já sabiam que eram todos no-majs e haviam sido atacadas por alguma espécie humanoide, mas ainda não identificada. Além disso quem os atacou deveria ser algo extremamente feroz pois estavam todos mutilados, pelo que ela pode observar enquanto ajudava Nuala a preparar o próximo corpo para análise.
Ela não podia negar que toda aquela situação a deixava um tanto quanto receosa. A única especie imaginável por ela capaz de fazer esse tipo de estrago em pessoas eram os lobisomens, mas porque fariam isso? Porque deixariam comida quando ainda tinha tanto o que se comer? Provavelmente não eram lobisomens os responsáveis por tudo isso, mas o que então? Sentia todos os pelos de sua nuca arrepiarem e as borboletas em seu estomago revoarem só de pensar em algo pior do que lobisomens causando todo esse estrago nos pobres no-majs.


_______________________

Candice trouxe consigo:
Spoiler: Mostrar
- roupas para neve;
- 1 par de botas específicas para neve;
- 1 kit cirúrgico no-maj;
- 1 celular no-maj;
- 1 canivete mágico;
- barrinhas de chocolate com menta;
- Sua varinha;
- Luvas cirúrgicas no-maj;
- Óculos para neve;
- Óculos de grau;
- 1 bolsa de couro marrom com feio expansivo.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Olmo, 25cm, Pelo de Unicórnio, Razoávelmente Elástica

    Usou um Varinha de Olmo, 25cm, Pelo de Unicórnio, Razoávelmente Elástica.

Candice L. Clark
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Postado Por: Ana C..


Re: Necrotério Aberto - Antártica.

MensagemHolanda [#169967] por Anastasia de Bourbon-Parma » 26 Nov 2016, 03:06

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III


A manhã lhes rendera importantes informações sobre o corpo que haviam dedicado trabalho, tempo e muita habilidade. A maior preocupação de Lidell era que devido à exposição as temperaturas glaciais, o corpo se quebrasse em gelo, ou não pudessem determinar com exatidão dados necessários para a análise. Rupert havia sido paciente em lhe explicar como estavam avaliando corpos em uma situação tão delicada e, em conjunto, o que procuraram no próximo corpo. A pausa para o almoço se aproximara mais rápido do que a loira esperava que acontecesse e seguiram para uma área preparada para alimentarem-se. Pelo caminho, a loira e seu companheiro de trabalho podiam observar que os outros corpos avaliados pareciam ter, à primeira vista, as mesmas marcas: as mordidas, membros superiores e/ou inferiores arrancados com brutalidade e a decomposição dos corpos, que pareciam terem sido atingidos na mesma época, mesmo este processo sendo retardado pela temperatura e ambiente glacial.

-
Sei que parece infantil, mas espero que veja isso como uma observação pontual, que possivelmente no futuro teremos que confirmar - Disse a enfermeira enquanto se sentava em uma das mesas, esperando que Rupert se aproximasse com sua bandeja - Os corpos que estão lá dentro da área restrita, também estão da mesma forma? Se refletirmos bem, não foi somente um corpo. Há pelo menos dez e você viu mais alguns, não? - O sábio homem sentou-se, pacientemente abriu a tampa de sua sopa, inspirando seu aroma e virou-se para Lidell com um olhar indecifrável. A loira imediatamente olhou em seus olhos, na esperança de encontrar a próxima ação que ele teria. Estava tentando ser o máximo possível profissional, e quando agira focada no trabalho, conseguia agir normal. Mas se tornava ainda mais difícil quando alguém lhe impedia ver o que iria acontecer. Rupert levou as mãos ao rosto, como se demonstrasse cansaço, quase um breve momento de fraqueza, ao ver da loira. Nem o maior dos homens consegue viver com segredos ou tantos questionamentos em sua mente. Por esse motivo, cortou o contato visual, voltando-se para o seu almoço (sanduíche, duas sopas, três pedaços de peixe e alguns bolinhos) que se mantinha aquecido na bandeja - Eu... posso esperar. Compreendo que teremos que refletir mais sobre isso. Além do que...

-
Eu vi diversos corpos - O homem a interrompeu com cuidado, e a atenção de Lidell voltou-se novamente para ele. A curiosidade que antes havia sido esmagada parecia dar as caras novamente. Pegou um bolinho, na esperança de que pudessem obter alguma resposta, até mesmo uma pista, para o que estava acontecendo. Rupert respirou fundo, tomando uma colherada de sua sopa – Todos estavam da mesma forma que o que vimos, mas minha pergunta, Lidell é: quais são as especialidades com as quais está buscando aprimorar para ser uma medibruxa? - A loira piscou uma vez, buscando compreender qual era a trilha de raciocínio que estavam andando. Engoliu o bolinho e respondeu, em prontidão:

-
Psiquiatria, Obstetrícia, Emergência e Urgência. Devo questionar o propósito da pergunta? - A voz uniforme encontrou o homem que esperava com paciência.

-
O que se lembra sobre a maldição do instinto?

-
São casos raros, onde o humano bruxo caso seja atingido por situações extremas de fome, adversidade e também possíveis casos de abusos psicológicos, drogas e sexuais podem conduzir à uma ruptura severa de identidade. - Lidell se vira para pegar um pedaço do sanduíche e após mastigar um pedaço e engolir, volta a falar. Rupert demonstra paciência, sabendo que a menina está pensando sobre o assunto - Seriam quando se lançam do instinto humano aceitando o canibalismo e outras práticas que seriam pouco consideradas racionais, podendo-se comparar a um animal. Como o risco que qualquer animago pode ter, caso se prenda à sua forma animalesca. - Rupert se aproxima, enquanto olha para os lados, na esperança de não ser ouvido. Sua voz sussurrada faz com que Lidell precise redobrar a atenção.

-
Creio eu que estejamos presenciando uma situação como essa. - A enfermeira piscou os olhos duas vezes, não somente expressando surpresa com a possibilidade, mas pela honestidade do homem – O único problema em minha teoria é: não é somente uma pessoa. É fácil imobilizar um, mas uma vila inteira, é algo a se cogitar em algo um pouco mais... negro.

-
Está induzindo que isso seja uma magia negra?

[...]


A conversa com o medibruxo não lhe saíra da cabeça. O assunto havia sido completamente mudado quando outros enfermeiros se aproximaram e jamais retomaram do ponto de onde estavam. Se realmente fosse o caso de alguém estar usando uma pessoa com uma extrema ruptura de realidade para realizar atos de magia das trevas poderia ser um perigo. Ao mesmo tempo isso parecia ser um absurdo. Poderiam ter sido um grupo de criaturas mágicas que atingiram a vila que, despreparada para tal ataque, faleceram de forma violenta e brutal. Lidell sabia que ambas as hipóteses poderiam ser reais e que nenhuma delas poderia ser descartada, mas o que a deixava maquinando era porque Rupert decidira compartilhar seu ponto de vista naquele instante momento?

-
Vamos começar? - O homem interrompera o fluxo de pensamentos da enfermeira que confirmara com a cabeça. Seguiram em direção ao corpo número dois. Rupert abriu o saco plástico que cobria o defunto, dando a chance que Lidell precisava para concentrar-se no que era mais importante: na análise do corpo. O medibruxo, que já estava usando luvas começou a análise pelos seios – Ao que posso sentir é um corpo feminino, aparentemente grávida. A barriga, está alta, mas não consigo determinar há quantos meses ela poderia estar grávida.

-
Ao que me parece, até sete meses de gestação. Não mais do que isso - Lidell apalpou a barriga esperando sentir a placenta, para determinar o tempo de gravidez - A placenta deve ter sido rompida quando foi extremamente machucada na cabeça - Estava utilizando luvas cirúrgicas e começou a tocar a pele gelada. A marca de esmagamento, com o rompimento do globo ocular e o afundamento do crânio deixaram traços roxos e ensanguentados pelo caminho. A grande deformação fizera desaparecer a cartilagem do nariz e a decomposição dava espaço ao osso que já começava a ser visto - o ser que esmagou esta parte do crânio tinha muita força, pois houve um sério rompimento ocular que teria impedido a vítima de ver, mas também por ter atingido parte do cérebro deve-se levar em consideração uma hemorragia e morte cerebral instantânea. - Rupert, usando alguns instrumentos cirúrgicos, moveu a cabeça da mulher com cuidado para não quebrar a pele e a musculatura.

-
Os ouvidos também - Usando a varinha para iluminar a região, podia-se ver o sangue seco cobrindo parte do esmagamento – O tímpano estourado pode ter vindo do esmagamento do rosto. Observando bem, Lidell, parece que foram mãos, se é que faz sentido - Ele, utilizando suas mãos ao redor da cabeça do corpo, colocou os polegares nos olhos, e o restante da mão nos ouvidos. Não foi preciso ir mais longe para imaginar que o ser que havia deformado aquela cabeça tinha força suficiente para isso – Há também tufos de cabelo perdidos. Provavelmente ela havia lutado para não morrer - Lidell anotava as informações que ele havia citado na esperança de que depois pudessem anotar nos registros.

-
Vamos abrir essa barriga e ver como está o feto. Provavelmente se ela foi morta pelo esmagamento da cabeça, ela pode ter sido jogada violentamente no chão e... - Parou para pensar, deixando a mente livre para as possíveis associações. Estava com o bisturi, que mais parecia uma faca nas mãos, encostado abaixo do umbigo, com a intenção de um corte frontal. Antes que Lidell pudesse responder, Rupert sugeriu que ela continuasse e ela concordou. Atingiu a epiderme, penetrando o restante, e desceu de uma única vez até próximo a virilha. A camada de gordura surgiu, e ela continuou cortando de próximo ao diafragma até o umbigo, rompendo-o. cortou o restante da gordura, abrindo espaço até um estranho cheiro de sangue velho. Ao quebrar a placenta, um sangue negro escorreu pelo corpo da falecida, infestando o local com um cheiro de putrefação que parecia ter demorado para chegar. Lidell continuou lutando contra o odor até encontrar o feto, ainda preso ao cordão umbilical, estava negro e obviamente morto - Confirmado. Sete meses. Ele pode ter sido levado à óbito devido a morte da mãe, como também o corpo da mesma ter sido violentamente jogado ao chão pode ter causado o rompimento da placenta e o sangue haver sufocando-o - Concluiu Lidell, que ainda segurava o pequeno ser nas mãos. Ele poderia ter sido salvo, mas quem dirá há quantos dias não havia falecido ou quantas horas ele lutou para viver até que o corpo frio da mãe não lhe provinha mais alimento?

Sem pressa, moveram-se para o tórax, cortando a pele em Y e abrindo o tórax com cuidado –
As coisas começam a ficar mais interessantes aqui, olha este coração esverdeado - A voz sábia fez com que Lidell depositar o falecido feto para o coração. Com a mão ensanguentada, toca na mucosa verde de odor caracteristicamente horrendo. A enfermeira encarou o homem, esperando que ele pudesse ler sua mente, mas sabia que não seria possível – Se você estiver pensando em como isso veio parar aqui, eu também estou a pensar na mesma coisa. A decomposição desses corpos está muito estranha, e nem conseguimos identificar se este corpo possui inaptidão mágica

-
Com o feto e o coração, parecem diferentes do outro corpo que a decomposição estava parada devido ao frio. Este ainda parece... - Encara o homem e volta a tocar no coração, vendo que estava totalmente envolvido nessa mucosa verde - Ter sido tomado pelo coração e deve se mover de acordo com isso. Espera um pouco - Do ponto de vista de Lidell, que estava com o rosto bem próximo ao coração, percebeu que do braço e a barriga, um estranho símbolo poderia ser observado. Aproximou-se do braço que estava próximo a Rupert, juntando-os até entender o símbolo que via - Um M e um W. O que isso significa? Não consigo identificar se e uma tatuagem ou algo que também foi marcado a ferro e fogo. Está próximo a barriga, onde o bebê está. Isso também poderia ter causado o trauma do bebê e a morte do mesmo devido à quebra da placenta.

-
Senhorita Lidell - A loira encarou o homem que tinha um olhar indecifrável, avaliador – Agora tenho quase certeza de que isto é algo bem maior do que imagina ser. Deixe-me trazer o outro corpo até aqui, se o coração estiver verde e também acharmos esta marca, provavelmente seja a minha segunda hipótese

-
Acredito que o senhor está certo. Precisaremos descobrir se é a sua segunda hipótese. Caso seja, melhor proteger-nos, não é mesmo? - Murmurou em resposta.

A conversa, em diante, foram observar as similaridades dos corpos e descobriram os mesmos símbolos e o coração esverdeado. Isso não estava parecendo que era somente um humano fora de controle fez isso. Lidell encarou Nuala por alguns segundos, imaginando se sua chefe havia chegado a mesma conclusão que ela e o medibruxo.




Spoiler: Mostrar
Corpo 2 – aparentemente grávida.

Lidell

O rosto estava totalmente desfigurado como se tivesse sido esmagado, nitidamente o órgão ocular estava esmagado e seus ouvidos amassados. Sinal de extrema violência na região da cabeça. E somente soube que era mulher devido o resto da análise do corpo, os seios e a barriga enorme. Ao retirar o feto, ele estava morto, negro e com um odor de sangue muito grande ao ponto de finalmente trazer incômodo.

Não obteve sucesso
Desfigurado (2 pts)
Não obteve sucesso
Deficiência visual (3 pts)
Deficiência Auditiva (3 pts)
total = 8pts.


Ao analisar os dois corpos poderá ver no meio dos musculos entre a pele e o músculo a letra M e W juntas. Mas ao abrir a parte interna dos corpos e reavaliá-los, poderá notar que o coração ensanguentado está em uma tonalidade verde escuro e de enorme odor com textura mucosa. -q
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Anastasia de Bourbon-Parma
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Re: Necrotério Aberto - Antártica.

MensagemHolanda [#170032] por Rosalie Hans von Bückler » 27 Nov 2016, 14:36

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Mestre do TvH escreveu:
Corpo 7 – aparentemente homem

Rosalie

Boa parte do corpo estava totalmente desfigurado e mutilado. Os genitais estavam em pedaços e somente puderam notar que era homem devido o rosto, porém o mesmo ainda estava com órgão esquerdo ocular para fora do olho e o outro não o tinha. Estavam sem ouvidos e parecia ter sido arrancado com dentições semelhantes a de humanos, apenas possuía um braço (o esquerdo) e mantinha o mesmo padrão de mordidas que os demais corpos existentes.

Desfigurado (2 pts)
Deficiência Auditiva (3 pts)
Não teve sucesso
Um Braço Só (4 pts)
Caolho (3 pts)
total = 12pts.


Ao fazer a comparação dos corpos analisados, se observar bem próximo aos unicos braços dos dois corpos, poderá notar uma marca em específico que mais parecia um W e um M juntos como se tivesse sido queimado.

Imagem
An icy cold!
Ato #003

Estar na companhia de um medibruxo como Kevin não significava muita coisa. Rosalie é muito proativa e, independente de seu posto como enfermeira, sempre se metia - quando possível - nas circunstâncias que talvez exigisse um medibruxo. Bem, infelizmente, no hospital em que trabalha, há uma defasagem bastante acentuada quando se diz respeito aos médicos do lugar. Não que faltassem profissionais de cada setor, mas sim por eles, aparentemente, não gostarem de trabalhar. O que resultava em uma sobrecarga de alguns dos enfermeiros - que chegavam até a fazerem o papel de um medibruxo. A nossa bela protagonista, por exemplo, já cuidou de casos no qual exigiria pelo menos uma especialização mais aprofundada em psiquiatria e tudo mais. Não que ela se queixasse disso, longe dela, toda experiência sempre é bem vinda, porém, foram esses acontecimentos e casos no TvH que deixaram a loira mais confiante e independente daquele que se dizia medibruxo do lugar. Não que abdicasse da ajuda do fortão ao seu lado - afinal alguém teria que colocar a mão no defunto e essa pessoa não seria ela.

- Qual é sua altura, von Bückler? - Questionou o nativo, rompendo o silêncio que tinha se instaurado entre os dois. - Nunca falaram a você que há coisas na qual não se perguntam para uma mulher solteira afim de paquerá-la? - Os olhos azuis da enfermeira encararam o rapaz deixando sua mente limpa o suficiente para que conseguisse analisar algumas poucas lembranças utilizando sua legilimência. Umedeceu os lábios. - Uma dessas perguntas é justamente a altura. - Piscou, jogando seus cachos platinados para trás, já abrindo o casaco que guardava outro corpo para inspeção. O cheiro típico de cadáver adentrou em suas narinas sendo minimizado por causa do feitiço em sua face. Um pequeno enjoo acometeu a nossa protagonista, fazend0-a dar um passo para trás sendo sustentada por uma das grossas mãos do loiro. - Você está bem? - Questionou o rapaz um tanto preocupado. Rose recuperou sua postura, ajeitando as vestes. - Sim, estou. Foi só uma tontura repentina. Vamos acabar logo com isso… - Olhou para os lados, as outras duplas já pareciam trabalhar no segundo corpo.- Acho que esse será nosso último corpo por hoje! - Exclamou erguendo a varinha para começar os procedimentos.

O segundo corpo estava totalmente pior do que o anterior. Várias partes mutiladas na qual deixou Hans um tanto com nojo. Bem, ela não comeria carne no almoço, com certeza! - Bem, não dá pra identificar o sexo por aqui… - Apontou para os genitais do cadáver que estava completamente desfigurado. - E o teste de percepção mágica… - Passou a varinha rente ao corpo, executando alguns encantamentos para determinar se havia indício de magia pelo corpo. - Estranho! - Sentiu a varinha vibrar e ao mesmo instante morrer. Franziu o cenho. - É um homem! - Disse Jones erguendo o rosto do corpo. - Os olhos estão para fora e… - Apontou para uma marca visível em um dos braços do morto. - O que é aquilo? - Duas letras que mais parecia um W e um M juntos, aparentemente tinham sido tatuadas a ferro e brasa. - Será uma marca sinalizadora? - Questionou o bruxo. Rosalie deu alguns passos ao lado do corpo, com a varinha apontando para algumas regiões na intenção de resolver aquela charada. - Estão sem as orelhas e com mais mordidas… - Apontou para algumas marcas por volta do pescoço. - Essas parecem humanas… Mas essas aqui! - Apontou para outras marcas situadas no tórax, abdômen, coxa. - São de animais! - Mordeu os lábios. - Espera aí… - Teve uma ideia. - O que você vai fazer, Bückler? - O medibruxo anotava alguns pontos na ficha.

A polonesa cortou rapidamente o pequeno espaço que separava ambos corpos trabalhados por era. Chegando ao primeiro corpo, no qual tinha notado ser de um policial, passou a varinha pelo único braço do cadáver, notando as mesmas iniciais W e M. - Estão marcados, mesmo padrão de mordidas! - Concluiu, retornando para próximo ao loiro. Girou a varinha entre os dedos. Mais uma vez, fez o teste de magia naquele corpo e deu algo que não conseguiu compreender. - O que você tanto peleja, baixinha? - Rosalie olhou-o fulminante. - Ainda acho que tem haver com licantropia, um ataque de lobisomens, talvez? Não sei esse segundo corpo que é o de um homem, mas o primeiro suas marcas são bastante expressivas. Essa mordida próximo a orelha desmente isso, como se um homem tivesse feito algo parecido. Mas, o que seria capaz de fazer isso? - O loiro riu, chegando próximo a enfermeira. - Não! Inferis está fora de cogitação. Ia supor ser vampiros. - Franziu o cenho, cruzando os braços com seu olhar vidrado nos sintomas ali. - Será que eles eram um clã de não-bruxos isolados da sociedade e foram atacados por aberrações inumanas? - Questionou o médico. - Por Licantropos? Certamente. Mas, qual a ligação deles. Por quê fazer isso? Entendes… Os lobisomens que conhecemos - a sua maioria - não seria capaz de fazer algo desse tipo para chamar a atenção da nossa comunidade, pois saberão que se for constatado esse ataque em massa, nosso Ministério irá lançar todas as forças táticas na caçada deles. - Finalizou. - Por isso ainda acho que seja Inferis. Sabe… Magia das Trevas de verdade! - O medibruxo parecia eufórico com a possibilidade. - Deixaria rastros de magia no outro corpo, já falei. No mais, não pode-se descartar este segundo homem. Algo muito estranho aconteceu, precisamos comparar com todos os outros para resolver. - Concluiu.

    With: Kevin Jones;
    Tagged: Outros Enfermeiros;
    Notes: Os itens que ela possuí, além de uma malinha de atendimento básico e livros que toda enfermeira deve ter, estão na imagem logo abaixo;
    Music: Além do Arco-íris, Luisa Possi.


    Imagem
..................................................

Itens Utilizados:

  • Varinha de Azevinho, 27cm, Espinhos de Manticore, Porosa

    Usou um Varinha de Azevinho, 27cm, Espinhos de Manticore, Porosa.

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Rosalie Hans von Bückler
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Re: Necrotério Aberto - Antártica.

MensagemIrlanda [#170094] por Nuala Ajiha » 28 Nov 2016, 12:12

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corpo 1- aparentemente mulher

Nuala

O rosto estava totalmente desfigurado como se tivesse sido esmagado, nitidamente o órgão ocular estava esmagado e seus ouvidos amassados. Sinal de extrema violência na região da cabeça. E somente soube que era mulher devido o resto da análise do corpo, os seios. Não tinha os membros inferiores.

Aleijado (3 pts)
Deficiência Visual (3pts)
Inaptidão Mágica (2 pts)
Deformidade (3 pts)
Deficiente Físico (3 pts)
total = 14pts.

Ao analisar os dois corpos poderá ver no meio das deformidades marcas não identificadas, apenas uma que se assemelhava ser um M em cima de outra, porém pode notar que o sangue no interior dos órgãos e próximo ao coração, estava esverdeado.



    Aquele médico. Aquele médico, não era nada educado! Podia sentir meu peito apertar de raiva e meu corpo estremecer inquieto para dar-lhe boas respostas. Minha língua? Já estava quase criando vida. E quando ele saiu, virei para meus amigos enfermeiros ficando mais calma enquanto girava meus olhos. Pelo menos eles tinham bons parceiros, porque o pior sobraria pra mim? Não poderia fazer birra de criança mimada aqui né? Respirei profundo e observei enrolando um pouco a análise do meu corpo, meus companheiros. Lidel estava indo bem com o senhor médico e Rosálie com aquele doutor... BAIXINHA?! – Baixinha é?! – Abri um largo sorriso falando baixinho para a loira não ouvir. Virei-me rapidamente de costas e escondi minha pequena risada com aquele fato. Pelo menos aquele baixinha distraiu-me da cena de ver Lidel estranhar toda aquela nojeira em seu corpo.

    Se me importasse com o sangue, com os poucos bichos e com toda a gosmeira de um corpo morto, definitivamente, não aguentaria nem respirar ali. A nossa sorte é que graças a magia, pudemos aliviar o mau cheiro e não deixa-lo tão incômodo. Pelo menos, nem o cheiro de defunto incomodaria-me tanto quanto um médico chato no meu pé. Para minha sorte e alegria o ‘serhumaninho’ que entrou no recinto não fora o monstro abissal, mas um rosto novo do qual não conhecia. Larguei o corpo para lá e me aproximei da mulher que logo se apresentava. Helena não tinha ignorado meu pedido para cuidar dos enfermeiros enquanto estivesse fora e pelo visto, não deixou mais um peso nas costas de Luna. Ela já tinha trabalho demais com uma equipe grande, não iria incomodá-la caso não fosse algo urgente.– Ah sim. – Me aproximei da morena. – Bem vinda, desculpe nos encontrarmos em uma ocasião tão... Peculiar. – Abri um pequeno sorriso de canto de rosto. – Bom, já estamos em fase terminal aqui e... – Olhei para trás e por alguns segundos me tornei pensativa. – Bom, estou sem minha dupla já que o médico resolveu sair e até agora não voltou, gostaria de analisar esse comigo? – Apontei para o corpo em que estava cuidando.

    Nos aproximamos do mesmo sentindo-me mais relaxada com o fato de não ter um idiota perto de mim. Comecei a voltar a abrir o corpo e a apontar para o rosto. – Recebeu uma pancada muito forte na cabeça e parece que foram várias para ter causado isto... Também é de modo bem rustico e nada bruxo. – Explicava e analisava o corpo como um todo procurando alguma identificação.– Droga, era mulher. E pelo visto não tem os membros inferiores. – Passei a varinha mágica pelo corpo. – hmmmm... Essa também tem inaptidão mágica. Será que era uma vila de trouxas? Mas se fosse... – Dizia perdida em minha mente. Se fosse não teria chamado a gente, teriam os trouxas vindo até aqui, então por quê?– Clark, me ajuda aqui? – Apontei para o tronco enquanto aumentava mais o corte em Y para ver os órgãos interno.– Eca que cheiro! – Fiz uma careta. Estranho... O corpo internamente estava esverdeado e não vermelho.– Tem algo muito estranho, está vendo? – Apontava para o interior e os órgãos. – Que nojo! – Mantinha minha careta. – Só segurar aqui por favor, acho que vou ter de pôr a mão na massa.– Dava língua ao nada pelo nível de nojo.

    Aprofundei minha mão sentindo a moleza e a espessura do interior. O úmido do corpo que não estava mais tão congelado, dava-me uma ideia de lavar as mãos com geléia. O sangue estava mais que coagulado em algumas partes, mas além dos órgãos estarem tomados pela cor verde, um detalhe estranho me chamava atenção no coração.– Que estranho... Tá vendo isso? Tem um M e um W um em cima do outro... Mas como diabos isso iria ser marcado aqui? Parece tatuagem... – Refletia. A causa da morte do corpo anterior foram as mordidas, mordidas que mais pareciam humanoides. – Estranho não tem furos avantajados de presas. E este corpo também está esverdeado.– Encarei Lidel e Rosalie por alguns segundos. – A mesma coisa não é? –Virava-me para Hans e Hector com os demais membros da equipe. – Clarck, coleta o sangue e o leva para análise. – Dizia pegando um frasco e entregando para a morena. – Por favor, preciso ir ali fora.– Precisava respirar ou então poderia vomitar ali mesmo.

    Saí da tenda e me encontrei com o médico. Ah o médico. – Por que não está lá dentro? – Cruzei meus braços engolindo toda a ânsia de vômito e segurei meu orgulho. – Porque já termine minha obrigação ao invés de ficar aqui fora.– Respondi grosseiramente. – Isso são modos de uma enfermeira? Bem que falei para Vincent que você...– Vocês, o respeito! – Ergui meu corpo mais ainda mantendo-me em uma postura mais autoritária. Engoli a seco, estava comprando uma guerra e não iria perde-la.– Enquanto perde seu tempo aqui ganhamos ali. Caso você não sabe o que é ética, compromisso ou profissionalismo, recomendo que nem deva voltar para lá e OUTRA.– Dava mais um passo à frente.– Jamais use do meu título como forma de deboche ou como desrespeito. Não preciso dele para conquistar minhas lutas então, exijo que mantenha-se em seu lugar.– O homem parecia estufar seu peito. – Sem falar que os meus enfermeiros que estão ali, são muito melhores do que você pode imaginar, não subestime algo que você não é capaz de julgar. Não julgue sem saber ou sem ter provas... Afinal, se não fôssemos bons, não estaríamos aqui e até onde sei... Se não fôssemos bons, não seríamos a equipe principal e muito menos a responsável médica neste trabalho de campo. Não tenho motivos para desrespeitá-lo ou para agir deselegante com seus companheiros, então pense duas vezes antes de fazer alguma brincadeira de mau gosto ou antes de querer me humilhar na frente dos outros. Apenas... Tenha bom senso, doutor.– Respirei profundo acalmando-me novamente e sentindo meu corpo aquecer.

    O médico entrou na tenda, calado e saiu novamente, não disse-me nada, não direcionou nada e deixou-me apenas com a incógnita se o que teria dito ou me comportado, estava sendo devido... Whatever, só queria proteger meus companheiros e meu emprego. Depois de um tempo retornei à tenda da necropsia. – Vocês viram não viram? Um dos meus morreu por conta das mordidas e o outro pareceu que foi por causa das fortes pancadas... Mas o que não tá certo é essas mordidas. Se fosse de lobisomem a profundidade dos caninos seria maior... Então quando terminarem aqui podem fazer os relatórios ou se quiserem podem reavaliar os outros corpos para ver se não deixamos passar nada, mas irei pedir ao Vincent que possamos ir até o local de onde os corpos foram retirados para podermos saber melhor sobre eles. – Olhei para trás procurando médico. – Isto é, se o tempo lá fora ajudar...– Finalizei.
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Nuala Ajiha
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Re: Necrotério Aberto - Antártica.

MensagemLiechtenstein [#170128] por Mestre do TvH » 28 Nov 2016, 20:35

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    As análises dos corpos tinham sido finalizadas. Os resultados agora seriam registrados e catalogados no material, pois não bastava apenas realizar a necropsia, precisava também fazer os relatórios e fazer os apontamentos exigidos no documento: hipóteses, comprovações, conclusões, descrição dos casos, descrição dos corpos, detalhes importantes, etc; o que levaria um dia ou mais para aquilo, por isso ao Nuala pedir que todos fosse até a área de onde foram retirados os corpos, Vincent alegou que caso desse tempo, tudo bem, os encaminharia para o campo. Sobretudo, o tempo não fora nada favorável, as enormes rajadas de vento nada comuns, a tempestade de neve que abaixou mais ainda o tempo e a visibilidade que se tornou mais difícil ainda, foram fatores essenciais para Vincent vetar o passeio de todos. Cerca de dois dias depois em que todos puderam aparatar para suas moradias ou caso preferirem, permanecer ali, tiveram a liberdade de examinar os materiais e outros detalhes não tão relevantes.

    Após três dias da análise dos corpos, o tempo resolveu dar uma trégua e finalmente poderiam todos ir à campo. Vincent pedira que fossem extremamente práticos e ao mesmo tempo preparados, pois o solo era comprometido e alguns buracos existiam, porém, dentro dos buracos o clima que por incrível que parecesse, era mais aquecido.

A narrativa é pequena, mas dá para terem noção e liberdade para irem e voltarem, lembrando que não podem trazer itens a mais, etc.
- Podem combinar entre si (ou não) para falar dos detalhes dos corpos, etc.

- digam qual caminho ou opção escolheram AQUI:
viewtopic.php?f=411&t=10434<
- A partir daqui, você poderão escolher entre:
                1, - Escolher o caminho que é equivalente as somas totais das fraquezas dos corpos que você analisaram. (no caso escolherão 1 dos totais).
- Caso escolham livremente 1 das duas opções, já pode postar aqui direto, deixando claro que você entrou no buraco e que escolheu o caminho X. Ou seja, já vai ter o buraco, não precisam receber dano ou qualquer coisa do tipo ao entrarem nele.

                2, rolar dados e cair aleatoriamente, considerando que poderão achar algo ou não. Considerando que poderão cair em um buraco ou não.
(Se desejar essa sorte, lembre-se de postar a rolagem de dados, lá no topico de rolagem de dados da trama)
Considere o sistema para o caso de escolher a opção 2: Sistema de Área
d1d20
20 pontos: Você descobre uma passagem que consegue acessar tudo.
19 a 17: você descobre uma passagem que consegue 50% do local.
16 a 14: você descobre que tem uma passagem, mas não sabe onde vai dar.
13 a 11: você descobre um terreno instável grande e cai e recebe 2 de dano pela queda.
10 a 8: você descobre um terreno instável grande e cai sem receber dano.
7 a 5: você descobre um buraco que dá em algum lugar, porém cai por conta do terreno instável e recebe 2 de dano.
3 a 2: você descobre um buraco, porém não cai e não recebe dano.
1: você não descobre nada.
http://i1270.photobucket.com/albums/jj6 ... etg4xd.png - IMAGEM DO LOCAL
Prefeitura/Escola/Museu/Biblioteca/Guarita policial: - contém 1 mapa do povoado e detalhes do mesmo.
Números: locais onde cairão quando rolarem os dados.
Deixe expresso no OFF que caiu em X buraco!


- Receberão a criação de um topico especifico.

PRAZO PARA POSTAGEM: 05/12
(ou o quanto antes responderem)
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Re: Necrotério Aberto - Antártica.

MensagemLiechtenstein [#172997] por Mestre do TvH » 12 Jan 2017, 10:02

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    Rosalie recebeu após dois dias e uma noite o acordar de seus companheiros: Hector e Candice. Nuala já acordara após uma noite em que fora trazida junto com Hans e Lidell. Os dois enfermeiros (Candice e Hector) estavam sentindo leves tonturas e muita fome devido o estado de topor. – O que aconteceu? Rosalie explicou, mas foi inacreditável que a terra tremeu e então desabou tudo. Nuala foi retirada junto com Lidell e Hans do meio do gelo e dos destroços e vocês simplesmente apareceram praticamente intactos, mas com os pulsos cortados. Bom, espero que estejam bem – Comentou o Vitor.

    Ambos tiveram tempo para se alimentarem e descansarem um pouco, além de fazerem seus relatórios e contar o que ocorreu e o que viveram, principalmente dos medibruxos que morreram. Após as 18h finalmente foram liberados para retornar para o TvH e suas vidas normais, sobre o princípio da confidencialidade e que ninguém fora dali poderia saber o que ocorreu
.


- Oficialmente finalizado. Os posts dos demais tópicos poderão ser registrados como TRAMA OFICIAL.
- Os posts aqui abaixo APENAS: ROSALIE, CANDICE E HECTOR poderão registrar como: aprendizado de medibruxaria.
- Qualquer outra pessoa que deseja finalizar que não estiverem citados acima, deverão registrar como TRAMA OFICIAL.
- Este tópico ficará aberto até o dia 19/01/2017 e os demais serão removidos para o acervo do TvH.
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Re: Necrotério Aberto - Antártica.

MensagemHolanda [#173280] por Rosalie Hans von Bückler » 15 Jan 2017, 13:30

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The Walking Dead in a Motel? Oh, Shit!
Ato #004

    Aquele necrotério a céu aberto deu o que falar. O ataque das criaturas zumbis não foi o que mais chamou a atenção da loira enfermeira, mas sim a “síndrome do herói” presente em alguns daqueles enfermeiros. Rosalie aproveitou o momento mais oportuno e saiu daquele hotel no qual tinha ficado presa e, diferente de outros, tratou de salvar sua vida, juntamente com Jones. A polonesa foi até o acampamento e aguardou, pronta para fazer os procedimentos médicos necessários caso alguma coisa desse errado. Enquanto muitos poderiam pensar que Rose estaria melhor enfrentando os desafios bem como seus colegas de profissão, tendo em vista a expert em duelos que a nossa protagonista era, Bückler preferiu ficar em segundo plano, como em Durmstrang chamavam de: finalizadora. A enfermeira ficaria a espera e, se precisassem de alguém para ir lá e dar fim a tudo, ela seria essa pessoa.

    Contudo, isso não foi preciso. Após algumas horas em uma espera que parecia inacabáveis, a ex-lufana recebeu seus companheiros desmaiados e/ou debilitados pelas suas ações ali naquela região. Como única profissional apta a cuidar deles, não colocando fé no seu parceiro medibruxo, Rosalie tratou de cada um particularmente utilizando seus conhecimentos adquiridos ao passar dos anos. Após a recuperação da equipe e os relatórios assim preenchidos, nossa jovem de cabelos platinados teve a autorização para voltar a sua residência. Com o auxílio de uma chave de portal, a enfermeira chegou em um dos ambientes do TvH e, no segundo seguinte, desaparatou para sua residência. Precisava de um belo descanso.

    Como uma bela e imponente profissional que era, Hans pediu alguns dias de descanso a sua superiora – o que não foi lhe negado. Talvez, o fato de ter se colocado em prova e arriscado sua vida em uma missão que envolvia perigos alarmantes, deixou a sensação de que Rose deveria se cuidar, repousar! Aproveitou o pouco tempo de descanso das atividades para se isolar em um SPA bruxo. Relaxando e expurgando os pensamentos dos acontecimentos de seu último trabalho. Deixou avisado ao seu irmão, bem como sua madrinha que queria sossego. E, por longos quinze dias, a loira desapareceu do mapa. Nem o narrador, no caso eu, sei por onde ela andou.
    Notes: Finalização da trama. Amém? Meio bosta, mas estou com a cabeça cheia e não consigo escrever nada que preste. Mas valew!
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Rosalie Hans von Bückler
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Re: Necrotério Aberto - Antártica.

MensagemEstados Unidos [#173555] por Candice L. Clark » 19 Jan 2017, 20:39

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Candice estava de olhos fechados quando sentiu a luminosidade inesperada lhe atingiu as pálpebras. Ao abrir os olhos se deparou com os símbolos e os circulo brilhando, enquanto figuras familiares a ela tomavam conta da sala. Ela se afastou rapidamente, tentando fugir do que quer que estivesse acontecendo na sua frente, mas por algum motivo não conseguia se afastar muito do circulo, sua curiosidade falava mais alto, ela queria entender o que estava acontecendo ali.

As imagens dos quatro deuses usados pela enfermeira tomaram forma bem a sua frente e quase que instantaneamente ela sentiu seu corpo ficou fraco, na mesma proporção em que o corpo de James, agora um zumbi, parecia ganhar mais força bem na sua frente. Além de James, a presença dos deuses parecia incomodar toda a horda de zumbis habitantes do povoado. O barulho vindo de fora da casa fazia o coração de Candice disparar e suas mãos suarem frio.
- Por Merlim, o que será de nós nesse lugar?

Para a surpresa da americana, as imagens a sua frente falavam e não pareciam nada felizes com o que havia acontecido no povoado, confirmando o que ela suspeitava: tudo aquilo era realmente obra de um Bokor, mas teria sido realmente o prefeito? A única das divindades a sua frente que parecia não estar zangada com tudo aquilo era Anúbis, que olhou para os enfermeiros de um modo muito mais afável do que os outros. - Ah... Com licença... Eu não sei exatamente como pedir isso, mas... - Ela se levantou, puxando uma das mechas do cabelo para trás da orelha e engoliu a seco antes de continuar. - Ali fora, existem pessoas que provavelmente foram transformadas contra a sua vontade e agora querem nos fazer mal... No caso, acredito que queriam nos deixar igual a esse homem agonizando no centro do circulo. - Ela apontou para o que restava de James com o olhos e deu mais um passo para de aproximar do circulo. - Será que vocês poderiam ajudar a gente, por favor? - Naquele momento seu coração palpitou mais rápido do que nunca. Quem ela pensava que era para pedir favores aos antigos deuses? Aquilo chegava a ser patético, mas era sua única chance, queria mais do que nunca voltar para casa. - Particularmente, acredito que ninguém deva passar a eternidade da maneira como aquelas pessoas estão lá fora. Será que vocês poderiam, por favor, acabar com isso e ajudar todos eles a seguirem um caminho digno pela eternidade? Além disso eu gostaria muito de ir para casa sã e salva... Sabe, tenho dois filhos para criar. - Não que ela fosse religiosa ou algo do tipo, mas ver aquelas pessoas daquele jeito, contra sua vontade era no mínimo triste, ninguém merecida passar por aquilo.

Os deuses concordaram em atender ao pedido de Candice, visto que o preço de sangue havia sido pago tanto por ela quanto por Hector. Eles se alinharam em volta do circulo de sangue e pronunciaram palavras as quais ela não tinha ideia a qual idioma pertenciam. Novamente, a luz vinda do circulo inundou o ambiente, fazendo com que a americana se sentisse fraca. Ela sentiu suas pernas fraquejarem e caiu de joelhos no chão que agora tremia, fazendo que ela perdesse completamente a noção de espaço a sua volta. A ultima imagem que seus olhos viram foi a do prédio a sua volta tremendo, então tudo ficou escuro e tudo o que ela sentia era frio...





Candice abriu os olhos lentamente, tentando se acostumar a luminosidade do ambiente contrastando com a escuridão a qual ela estava acostumada. Ela tentou se levantar apoiando-se em uma das mãos, mas tudo a sua volta rodou, obrigando-a a deitar-se novamente. A julgar pelas pessoas que vieram ajudá-la a se levantar da cama ela estava de volta à tenda dos enfermeiros.
- O que aconteceu? Como eu vim parar aqui? E por que eu estou com tanta fome? - A enfermeira sentia seu estomago gritar por um pedaço do que quer que fosse que ela pudesse colocar para dentro. Rosalie, uma das enfermeiras do grupo, lhe explicou o que havia acontecido e ajudou a americana a comer algo para se sentir melhor. Não demorou muito e Hector também despertou, causando um imenso alivio do coração apertado de Candice. Ela não podia negar, os mais novos sempre despertavam seus instintos maternos, portanto, ver Hector bem, depois de tudo o que eles passaram a deixava radiante e com a sensação de dever cumprido.

Assim que se recuperou a americana contou tudo o que se lembrava para os investigadores locais, mas sua memorias ainda estavam um pouco bagunçadas - ou talvez ela não quisesse lembrar de certos detalhes. Ela sabia que Thomas e James havia morrido, mas não conseguia aceitar aquela situação dentro de si, doía demais imaginar alguém que estava com ela alguns segundos atrás ter sido morto por um zumbi oportunista. A única coisa que lhe fazia se sentir melhorar ela lembrar que as mortes não tinham sido em vão, eles tinham conseguido salvar não só os enfermeiros, como todas aquelas almas aprisionadas em corpos em decomposição.

Após seu depoimento ela fez seu relatório e foi liberada para voltar para casa. Estava cansada, tudo o que ela queria naquele momento era um banho de banheira com seus sais regeneradores, uma bela mascara hidratante para a pele e cabelos e um abraço quentinho do marido, sua cota de "passar frio" já tinha acabado com todos esses dias de clima congelante. Ela arrumou suas coisas dentro de sua bolsa, usou a chave de portal que havia sido disponibilizada e em segundos estava na porta de casa, se deparando com Noah cuidando da roseira que eles mesmos plantaram assim que mudaram para a Mansão Harrison,
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Re: Necrotério Aberto - Antártica.

MensagemFranca [#173559] por Hector Stearns Elliot » 19 Jan 2017, 22:46

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Muito aconteceu, infelizmente James teve de partir pra uma melhor. O que me indignava era o fato de ter visto Deuses sendo conjurados para nos atender nas últimas, minha boca enchia de ar tentando suspirar enquanto perdia sangue do entalho na mão, mirava os seres celestiais com os olhos azulados penetrantes e sem cessar o foco. -Incrível... -Enfim, sorri, tecnicamente por uma última vez seguido de falas estranhas partindo dos seres celestiais ao qual um se apossou do corpo desfalecido de James e após, fez tudo tremer pós um clarão que me fez apagar de imediato. -CANDICE! -Só me lembro da mão esticando em direção da mulher enquanto a testa franzia.

Não gosto de bancar o herói, é horrível, a sensação de ter responsabilidade com alguém, mas porque? porque? me movi tanto para tentar ajudar James? será que foi porque ele tentou morrer em meu lugar quando aquele zumbi mordeu o ombro dele? talvez eu deveria ter morrido no lugar dele e servido com meu propósito, talvez. Já não mais tardar amanheci envolto por alguns medibruxos e enfermeiros em uma tenda. -Como vocês conseguiram... sair de lá! -As vozes pareciam turvas, confusas, e então abro os olhos azulados na direção das vozes. -Não sei. -Digo em um tom frio, em seguida assento o corpo pouco dolorido pela jornada enquanto apenas fito a todos me encarando.-Preciso de uma camiseta. -O torso estava desnudo e só podia não sentir frio graças a retirada da restrição mágica, por conta da caída brusca de todo o território e plenitude dos terrenos. -Só quero ir pra casa. -Levanto semi nu contra a vontade de alguns esticando a mão para a cabeceira tomando por sobre mim as roupas com qual vim.

Após tanto persistir, tomei café comendo pão sírio e tomates frescos, após, acompanhei outros companheiros até uma chave de portal indo daquele lugar tão nevoso e branco para a civilização novamente, tomando rumo após chegar no hospital, de minha casa recém comprada próxima ao hospital mesmo, tentando recobrar cada segundo perdido naquela viagem.
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Hector Stearns Elliot
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Postado Por: Bruninho.


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