Dados Básicos do Fórum:

Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

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Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemLiechtenstein [#182653] por Mestre da CIB » 17 Jan 2018, 23:56

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    Sejam bem vindos à estação Ignatia Wildsmith. Um cenário de partidas e chegadas, apesar de sua aparente rusticidade, Wildsmith conta com os melhores e mais modernos e transporte do mundo mágico, todos conectados as capitais da Europa. Suas decorações vitorianas contrastam com os painéis da modernidade do Distrito.
Editado pela última vez por Eiríkr Glücksburg em 09 Abr 2019, 17:06, em um total de 7 vezes.
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Postado Por: Mestre Da Cib.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemLiechtenstein [#203259] por Mestre do TvH » 08 Jun 2020, 21:32

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Domingo, 5 de setembro de 2021
Local: Estação Ignatia Wildsmith
Horário: 22:00 horas
Temperatura: 20ºC


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O som de ferro deslizando sob ferro enchia a noite com seu ritmo quase eterno, acompanhando baforadas de fumaça branca que subiam com leveza aos céus. Àquela era uma das últimas viagens em horário mais aceitável da noite, antes dos trens da madrugada que rompiam o silêncio da calada da noite. Aquele trem era o típico repleto de famílias que voltavam para casa depois de um dia cheio de trabalho em outros lugares ao redor da Europa, assim como o contrário. Nele voltavam os fiéis discípulos da velha capital, retornando para mais uma semana que se iniciaria no dia seguinte.

Ali, adormecidos e ainda repletos de preguiça, bruxos se preparavam para o desembarque próximo na calma Vaduz, começando a se erguer de suas poltronas para recuperar seus itens e ajeitar a bagagem. Alguns até mesmo embarcavam em suas últimas doses de Conhaque no vagão da cozinha. Mais para trás, nos dois últimos vagões de carga, criaturas de uma peculiaridade extrema habitavam, quietos e calmos, ressonando diante do barulho constante da locomotiva. A viagem fora longa, mas calma e era isso que importava. Não que devesse ser diferente, era simplesmente mais uma das milhares de travessias que a máquina fazia. Apenas mais uma.

Ou talvez a última. O vampiro, acomodado em um dos últimos vagões, ergueu a cabeça levemente em meio aos últimos vagões, franzindo o cenho com um som quase imperceptível em meio ao maquinário melódico. – Kris, você ouviu.... – Mas a frase nunca fora terminada. Quase que poeticamente os freios pareceram adquirir vida própria e em um segundo aquela viagem que parecia ser apenas mais uma entre milhares era simplesmente única e inacabada. O ferro gemeu, fagulhas sendo lançadas ao ar diante do atrito e guincho estridente da súbita interrupção de velocidade. A locomotiva deslizou dramaticamente com suas rosas presas, seu corpo articulado sendo balançado de um lado para o outro.

E em poucos instantes de barulho ensurdecedor ela ganhava o chão, se arrastando contra o asfalto desordenadamente até encontrar seu destino junto de uma das paredes da velha estação de trem. Por um segundo o mundo pareceu se calar inteiramente até que gritos e explosões finalmente preenchessem o ar com a mais lamurienta e mórbida das canções.

Muito boa noite!

Para vocês que estão com o Nikolai, essa é a visão que os aguarda.

O trem descarrilou, ou seja, saiu dos trilhos e o progresso da locomotiva apenas foi interrompido por conta da estação. Então sim, ela bateu na parede. Com isso a locomotiva propriamente dita está pegando fogo e corre risco de explosão, assim como o terceiro vagão que é o vagão da cozinha.

Como se a situação não estivesse ruim o bastante, uma série de criaturas mágicas se soltaram e estão presentes na cena, incluindo três jovens Erumpentes que pisotearam algumas portas antes de fugirem pelas ruas de Vaduz, Occamys, Pufosos, Pelucios, alguns Bezerros Apaixonados, Semivisos entre outros. Isso não convém 100% agora, já que a maior parte dos animais já não se encontra mais em cena. O que precisam saber é que sim, pessoas foram pisadas por Erumpentes. Vocês, médicos, não precisam se preocupar com isso agora, a não ser que algum animal seja inserido mais tarde em alguma atualização.

Quanto a jogabilidade, vocês precisam bater D1 + Mod. Percep. + Mod. Int + 2 habs/con/qual - 1 Fraqueza = >18 para executar a ação desejada. Vocês podem adicionar até 3 combos de habs e fraquezas, lembrando que sempre depois de dois habilidades/conhecimentos/qualidades vocês precisam adicionar uma fraqueza. Cada sucesso ali conta como um ponto para a soma, ou seja, se você tem 3 bolinhas na habilidade e teve sucesso em duas, dois pontos. E sim, para utilizar a característica você precisa descrevê-la no post.

Habs/Cons/Quals Válidos:
Spoiler: Mostrar
Habilidades:
Acuidade com Varinha, Empatia, Intuição, Memória Eidética, Observação, Ouvir, Prontidão, Superdotado;

Conhecimentos:
Cultura mágica, Cultura dos Trouxas, Equilíbrio, Escalar, Feitiços, Medibruxaria, Poções, Raciocínio, Sobrevivência;

Qualidades:
Afinidade com Varinhas, Anos de Sabedoria, Ambidestria, Aprendiz Rápido, Autoconfiança, Bom Senso, Concentração, Determinado.


Os dados que irão valer são exatamente os da sua postagem neste tópico. Vocês podem tentar uma ação por postagem. Os dados que irão valer são exatamente os da sua postagem neste tópico. Vocês podem tentar uma ação por postagem. Estão entre essas possibilidades a abertura de vagões, apagar o fogo, procurar pessoas e realizar a triagem. Então sim, o paciente sobreviver ou não depende do teu dado neste momento. Os que sobreviverem vão ser entregues pra galera no tópico da emergência do TvH .fofo

D1 = <5 Será considerado falha crítica, logo algo ruim também vai acontecer com seu personagem. Relaxe, nenhum personagem de player algum irá morrer nessa trama, mas sim. Poderão se machucar dependendo do que acontecer .fofo

Para executar a ação, por favor deixe explicito no final do post ONDE você está atuando e O QUE está fazendo. Estilo: Vagão 1 – Aguamenti para apagar o fogo. E sim, ações para você proteger seu personagem são contadas como uma ação e sim, você pode usar a sua ação para proteger um personagem de outro player.

Inicialmente o prazo será até Sexta-Feira, para aproveitarmos o fds pra vocês terem uma segunda atualização já ^^ Atendendo à pedidos, prazo estendido até domingo 5:00 (sim, da manhã).

Qualquer dúvida, estamos a disposição!
Editado pela última vez por Aimée Fontaine em 11 Jun 2020, 23:54, em um total de 4 vezes.
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemLiechtenstein [#203261] por Mestre do TvH » 08 Jun 2020, 21:36

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Situação Atual:

Locomotiva
Em chamas!

Foco de Incêndio 1
Foco de Incêndio 2
Foco de Incêndio 3


Vagão 1 – Vagão de Passageiros
Tombado de lado com parte do muro esmagando parte deste.
Portas e Janelas podem ser abertas
Há cerca de 50 pessoas em seu interior.


Vagão 2 – Vagão de Passageiros
Inclinado com portas emperradas que podem ser abertas.
Há cerca de 47 pessoas em seu interior.
As últimas duas cabines do vagão estão sendo acometidas pelo fogo e há moderada quantidade de fumaça em seu interior.


Vagão 3 – Vagão de Restaurante
Uma fumaça negra está escapando pelas janelas quebradas e as portas se encontram aquecidas e uma claridade laranja está escapando debaixo destas. O cheiro de gás está evidentemente vindo deste vagão.
Não se sabe quantas pessoas estão em seu interior, mas podem se escutar gritos.


Vagão 4 e 5 – Vagões de Carga
Algumas portas e paredes destes vagões estão danificadas.
Não se sabe quantas pessoas estão nestes vagões.


Vagão 6, 7 e 8 – Vagões de Transporte
Recomenda-se não se aproximar destes vagões até a chegada do departamento de Controle de Criaturas Mágicas.
As paredes de alguns estão inteiramente destruídas com traços de explosão e arranhaduras.
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemHolanda [#203283] por Melanie Liebe » 09 Jun 2020, 12:46

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Het treinongeval

"Pode ir dormir, eu já tô chegando, nem se preocupa." Digito para o Lucian que está me esperando no nosso apartamento. Sim, eu sei, saímos de “não estamos juntos oficialmente” a “namorados que já dividem um apartamento”, isso é meio louco, eu sei disso, mas o player dele escreveu que somos namorados há eras as coisas acontecem totalmente fora do nosso controle né. Pois bem, as coisas acontecem tanto que não demorou nadinha para eu chamar ele pro meu apartamento de vez - e ele aceitar -, já que nossas jornadas de trabalho são diferentes (na verdade, a minha é aleatória mesmo), então qualquer tempo junto a gente aproveita né.

Veja só você, neste momento eu estou no trem, voltando de Londres para Vaduz, porque trabalhei nesse fim de semana. Mikayla está comigo, mas porque ela mora em Londres e trabalha em Vaduz, e amanhã é dia. Decidimos por terminar a viagem no vagão restaurante porque a gente estava com fome e a Mika… Bom, ela come bastante, não sei como consegue continuar tão magra! — (...) Mas aí ela disse que o Sócrates traiu a Liana com a melhor amiga dela e- — Tagarela a minha amiga sobre uma série inglesa que ela está assistindo, e como eu não tenho lá muito tempo para as séries, ela me conta tudo. — Espera, a melhor amiga da Liana é a Octavia, né? Ela não estava de caso com o Leonidas? — E essas séries que ela assiste tendem a ser bastante complexas.

O telefone vibra mais uma vez sobre a mesa e logo aparece a notificação de mensagem da Thera. Nesse momento ela está numa festa cheia de figurões da alta sociedade, acho que é a reinauguração do hospital de Vaduz, mas a minha irmã (que não é bem minha irmã, mas crescemos juntas no circo então é como se fosse) não é exatamente a alma da festa, então ficamos trocando mensagens com fofocas e comentários, ela me diz quem está lá e o que está vestindo, e eu faço comentários teoricamente engraçados. Nessa mensagem ela me diz sobre uma mulher que está com um vestido de camadas, bufante, com renda e babado e eu juro que não posso acreditar! "Não creio! Ela conseguiu fazer quase todas as combinações do século passado em uma roupa só lol" Digito rapidamente enquanto ainda presto atenção em Mika.

Em certo momento, dou uma olhada para o lado de fora pela janela, já reconhecendo alguns prédios que indicam que estamos chegando. — Mika, se ajeita aí, já vamos descer. — Aviso para minha amiga que estava tão distraída contando sobre a série que ainda está toda espalhada no banco de dois lugares que ocupa sozinha. Eu também coloco meu bullet journal na mochila e as canetas, rapidamente digitando também uma nova mensagem para Thera, avisando que vou descer do trem e falo com ela quando estiver em casa. Por fim, guardo o aparelho também e sento de lado para colocar a mochila nas costas. — Vamos? — Chamo, indicando para irmos pro vagão de passageiros, por onde vamos sair.

Estamos de pé quando o trem começa a sacudir, seguido por um barulho ensurdecedor. O solavanco é tão forte que as pessoas que estão de pé mal conseguem se segurar, mas ele não termina, mais movimentos violentos acontecem no trem e eu sinto meu coração acelerar. Só sei que estou segurando firme na mão de Mika quando as coisas começam a ficar realmente confusas e minha visão se apaga.


Sinto uma dor de cabeça horrível, acho que a mais forte que já senti na minha vida, mas não é só a minha cabeça que me atormenta, cada milímetro do meu corpo parece estar com profunda dor ou totalmente anestesiado. Abro os olhos devagar, piscando para tentar limpar a visão, bem turva, mas não adianta. Sinto ainda, um cheiro estranho e calor, o que imediatamente faz meus pulmões desandarem e eu tento tossir, mas estou com falta de ar. Mesmo com tudo isso, eu tento levantar a cabeça, ouço gritos, mas tudo parece tão longe…

Eu só preciso encontrar Mikayla, só isso. Me esforço e realmente tudo dói, mas consigo ficar de pé, me apoiando na mesa e ainda tentando puxar o mínimo de ar. Sem me mexer muito e sentindo a cabeça pesar, letargicamente tento procurar a minha amiga entre as pessoas que estão no chão, ou as que passam correndo. Um pouco mais longe de mim, vejo alguém com os mesmos cabelos curtos de Haas, mas não consigo identificar, então me obrigo a dar um passo, porém, caio no segundo e tudo se apaga novamente.


VÍTIMA
Está no vagão RESTAURANTE, desacordada.

Instruções para a Moon: Sem morte, membros a menos, paralisias, perda de memória, deficiência de sentidos ou qualquer coisa permanente que comprometa sua vida ou cotidiano. O resto (paradas, convulsões, entubações, objetos perfurantes, ossos quebrados, torcidos, em posições anatômicas duvidosas, hemorragia interna e tal) está liberado. Não precisa anexar qualquer item de cura, participando apenas pelo roleplay <3

Instruções para a Mikayla: Pode morrer no local ou no hospital, vocês decidem a causa.

Off: || With: Mikayla (NPC) | Tagged: Eleuthera e Lucian | SAP: - | Wearing: Click Me! | Music: I Will Always Love You – Whitney Houston ||
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Postado Por: Bia Caroline.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemAfrica do Sul [#203318] por Aminá Sanjō Olánrewájú » 10 Jun 2020, 11:42

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    Apertava a almofada em forma de emoji de cocô contra o peito enquanto me encolhia embaixo do cobertor que encobria todo o corpo deixando apenas a cabeça para fora em meio a escuridão que era a sala do apartamento onde estava agora vendo um desses filmes clichês de terror, sendo guiada pelas sensações que a trilha sonora maliciosamente calculada e projetada para causar aquele tipo de pânico nos espectadores me levava. Por incrível que pareça, talvez se estivesse vendo um filme de fantasmas, zumbis, lobisomens e vampiros estivesse rindo da percepção que os trouxas tinham de tais seres, mas o filme em questão era apenas de um serial killer, alguém completamente mais provável de encontrar em meio a sociedade seja ela qual fosse.

    Levei a mão para fora do cobertor a procura do refrigerante que havia deixado sobre a mesa ao lado do sofá retrátil que estava aberto e com espaço suficiente para umas 3 ou 4 pessoas adultas deitarem ali e que havia valido cada centavo de todo salário investido naquele móvel.
    Alcancei ali a latinha de refri, trazendo o canudinho até os lábios sem se quer desviar os olhos da televisão, o som sinistro aumentando conforme a mulher descia as escadas no porão de sua casa porque por algum motivo estranho e absurdo as pessoas ao ouvirem sons estranhos nos filmes tendiam a ir procurar a origem ao invés de ligar para a polícia? Vai saber, mas lá estava a mulher descendo os degraus perguntando “Quem está ai?”. PORQUE?? PORQUE???
    E quando o clímax do filme chegou meu celular tocou numa altura infernal me fazendo pular no sofá e derramar um pouco da bebida. Ah! A doninha que dormia enrolada no cantinho do sofá alheia ao filme também pulou com o grito, parecendo meio perdido sobre o que estava acontecendo antes de parar de rodas e sentar me encarando, podia jurar que era raiva em seus olhos se não estivesse ocupada demais atrás do celular que vibrou sobre a mesa até cair no chão.
    - Oi? Oi? Que? Cassie? Eu não to’ escutando bem, tem muito barulho ai. – Desliguei a tv o mais rápido possível, colocando o celular no viva voz enquanto corria de um lado a outro escutando sobre o acidente na estação de Vaduz, o descarrilamento do trem e sobre todos os repórteres que cobriam a festa do hospital estar se dirigindo ao local. – Estarei lá em um instante. Pode deixar!- Desliguei na cara dela, ou não. O caso é que precisava estar lá o quanto antes ou todos os demais jornalistas chegariam e bem, naquele emprego corríamos contra o tempo para ter uma exclusiva não é?

    Enfiei o celular na bolsa, perdendo tempo apenas para conferir a câmera antes de pegar a varinha e aparatar dali carregando nada mais do que a bolsa com material necessário, câmera extra, bloco de anotações e caneta e crachá do jornal. Claro que isso não deu tempo algum para trocar de roupa e retirar o pijama, jogando apenas um casaco por cima da roupa de dormir rosa com ursinhos coloridos por toda a calça e blusa de algodão e calçar o tênis que via pela frente antes de aparatar para uma viela próxima a estação a fim de não arriscar em parar em meio ao acidente e acabar tão presa nele quanto necessário.

    Assim que o enjoou e a tontura do aparato dissipou-se os sons de gritos e choros aumentaram gradativamente conforme andava em direção ao local do acidente. Ainda não havia uma barreira de fitas isolando aquela passagem da rua, logo não seria realmente contra a lei ultrapassar o limite imaginário dos policiais se os mesmos ainda não haviam aplicado ali não é?
    Trouxe a câmera para próximo do rosto, ajustando o foco da lente e tirando algumas fotos dos policiais distantes em outra rua demarcando o local e contendo a multidão que se formava atrás da faixa assim como auxiliando as pessoas e funcionários da estação a saírem do local.
    Voltei em seguida o foco para o trem tombado, com lataria amassada e partes retorcidas disparando vários clicks, caminhando cautelosamente para evitar chamar atenção dos guardar e também não escorregar pisando em falso sobre qualquer escombro. Estava longe do foco do incêndio então sinceramente não julgava ser perigoso onde estava agora e pra não perder qualquer movimento da equipe que continha o fogo, dos sobreviventes que saíam dos vagões abertos se quer retirava a câmera do rosto até sentir pisar sobre algo macio e imaginar um sapo, um gato morto ou qualquer outra coisa, mas ao abaixar a câmera... uma mão, apenas uma mão desprendida de algum corpo, sentindo o refrigerante me subir a garganta. Então outro click.

    Há quem julgasse nosso trabalho, quem apontasse jornalistas como abutres, só que ao invés de voar atrás de carniça procurávamos tragédias. Mas não significa que não tínhamos sentimentos ou que gostássemos daquele tipo de situação, mas cada humano tinha seu papel no planeta, cada pessoa no local tinha seu papel a cumprir. Médicos salvando, costurando, remendando, policiais resguardando a segurança de todos, bombeiros pagamento fogo e resgatando feridos, então o que jornalista fazia? Seu papel e eu o meu.

    Outro click.




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Postado Por: Jaque..


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemGibraltar [#203370] por Brooke Watkins » 11 Jun 2020, 16:55

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IX

O discurso, embora de bom tom, fora apenas o usual “falatório” com o qual Brooklyn já estava muito acostumada, afinal, ela mesma era responsável por escrever muitas daquelas peças no ministério. Agradecimentos, perspectivas, informações sobre o que aconteceu nos meses em que as portas do hospital se mantiveram fechadas e pacientes encaminhados para outros hospitais. Tão logo os diretores deixaram o palco, o jantar teve início e, mais uma vez, a música - de ótima qualidade, por sinal - voltou a soar, trazendo consigo as vozes dos presentes.

Ao lado da loira estava a recém conhecida sogra, que não demorou a engatar numa conversa em tom informal sobre o casal, a começar ressaltando traços da personalidade de Edwin que Brooke já conhecia, bem como questionou de forma sutil, temas sobre a vida da secretária, como onde havia nascido, ocupação dos pais, qual escola havia frequentado e onde havia feito a graduação, sendo que, neste último, Watkins notou que tanto Brenda quanto seu esposo se surpreenderam um pouco a ouvir acerca de suas duas graduações e demais especializações.

Por vezes, a conversa liderada pelas duas mulheres, recebia breves comentários de Ed e Ronny, mas que aparentemente não pareciam se importar com o fato delas falarem mais. Porém, Brooke sabia que seu namorado estava prestando muita atenção em todas as palavras, principalmente nas da mãe, pronto para uma ação rápida caso ela fosse muito invasiva. Uma interrupção por parte do goleiro de quadribol não fora necessária, pois todo o jantar fora interrompido com o anúncio de uma tragédia.

O descarrilamento do trem que chegaria às dez horas da noite na estação Ignatia Wildsmith chocou a muitos dos presentes enquanto outros - em sua maioria funcionários do hospital e dos vários ministérios e departamentos ali representados - agitaram-se em tomar providências e se voluntariaram ao socorro. Não diferentemente, Brooklyn e Edwin saltaram de suas carreiras, despedindo rapidamente dos Murray, decididos a ajudar. Antes de saírem, porém, a gibraltina transfigurou uma parte do vestido em uma calça jeans para melhor locomoção, os sapatos de salto se mantiveram sem alterações, afinal, ela estava tão acostumada a eles que talvez tivesse dificuldades em agir usando tênis.

Seguindo as orientações do medibruxo Weylin, acompanharam o grupo que partia em socorro. Por sorte, a vassoura que Edwin utilizava para seus treino no time estava em seu quarto no hotel e este não era longe, bastou um accio para que a mesma aparecesse na porta do hospital no mesmo momento que o casal alcançou o local, e montaram juntos na mesma, o homem direcionando-a rapidamente até o acidente, mesmo com o peso extra.

As coisas não estavam nada boas, sequer a imaginação de Brooke estava pronta a bolar uma cena tal qual aquela realidade. Ela saiu da vassoura e seguiu para onde estava a locomotiva, sem falar com Ed, sua mente já estava focada em como poderia ajudar. Quando entrou para trabalhar no ministério, havia recebido um treinamento básico de como lidar em casos de incêndios, mas já havia passado muito tempo, além de que o treino fora realizado em um ambiente controlado e aquelas chamas na locomotiva estavam tudo, menos controladas. Procurou tentar se lembrar com rapidez sobre as classes de fogo, imaginando que aquele fosse um classe A - e torceu para que realmente estivesse queimando em profundidade, sem quaisquer líquidos inflamáveis.

De relance, viu uma silhueta conhecida a poucos metros, empunhando a varinha e combatendo aquele incêndio. — Papai?! — Chamou, tendo suas suspeitas confirmadas ao ver ninguém menos que Wagner Watkins. Sentiu a presença de Edwin do seu outro lado, mas antes que qualquer coisa pudesse ser pronunciada, o fogo se agitou, forçando a mulher a sacar sua varinha e lançar o Aqua Eructo na direção do fogo, o mais próximo possível do que identificou ser a base das chamas.


Locomotiva, usando Aqua Eructo para combater o foco de incêndio 1

[ with Edwin Murray, Ronny Murray, Brenda Fraser-Murray & Wagner Watkins ]
[ music by Hilary Duff, Any Other Day ]
[ wearing Green dress (top) and Jeans pants (bottom) ]
[ 2 out of ? ]
Feitiço: Aqua Eructo[dano: -15]; [dificuldade: 11];
Descrição: Feitiço capaz de produzir um jato e/ou barreira d'água. Sua intensidade varia de acordo com o nível do bruxo. Utilizado geralmente para apagar incêndios, assim como deslocar objetos, atacar ou defender-se de criaturas.
Editado pela última vez por Brooke Watkins em 27 Dez 2020, 00:35, em um total de 1 vez.
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Postado Por: Bia.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemJapao [#203406] por Haruno Kobayashi » 11 Jun 2020, 22:31

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Regret message


Haruno se perguntava o quão resistente era o nariz de Nagato todas as vezes em que ele o beijava de surpresa. E se Hitomi estivesse vendo? Ele não tinha senso não? Não. Nagato não tinha senso nenhum e ele já deveria estar mais do que acostumado com isso, mas não se acostumava. Se irritava com muita facilidade. Mas, com a mesma facilidade com que se irritava ele também se derretia nos braços daquele rapaz mais novo que tanto havia relutado em admitir que amava. O irmão mais novo dele seguia sentado com eles na mesa e seguia comendo como um porco, mas Haruno tentava não pregar os olhos nele para não se estressar mais ainda.

Yamato e Nagato tinham muito assunto. Muito assunto mesmo . E isso porque Nagato estava chateado com o garoto! Haruno tinha até medo de saber como seria caso os dois estivessem normais. Levava uma taça de vinho aos lábios quando Nagato deixou a mão repousar em sua perna e lhe perguntou se queria sair dali. — Acho que já socializamos o quanto precisávamos, não é? — Comentou concordando com o rapaz. — Mas e seu irmão? Vai ficar bem aqui sozinho? — Falava como se Yamato nem estivesse ali para ouvir ou responder sobre o questionamento. Até porque ele não queria a resposta do estudante. Queria a resposta de Nagato.

E a resposta de Nagato veio. Tão certa quanto um tiro de bala no meio da testa do garoto que até parou de comer para encarar o irmão. Iria embora junto com eles e Haruno sentiu muita vontade de rir da situação. Era engraçado demais perceber como os dois tinham um bom relacionamento. O garoto Kurosaki iria retrucar o rapaz que lhe intimava a voltar para a escola quando eles saíssem quando... Um aviso. O sr Weylin fez sua voz ecoar por todo o espaço. Um acidente. Um acidente de trem na... Pelos deuses! Hatori havia lhe dito que vários animais fantásticos iriam ser transportados de trem naquela noite! Ele se ergueu imediatamente da cadeira, Nagato dizendo que iria procurar por seus... aquilo era o que mesmo? Haruno meneou a cabeça. Não tinha importância. — Eu vou até lá. Preciso ajudar. Tem... tem criaturas lá! — Podia confiar em Nagato. Ele sim poderia saber daquela informação secreta que Hatori havia dividido com ele.

— Eu vou. Eu vou me cuidar. Mas você precisa me prometer o mesmo. — O olhava fixamente nos olhos enquanto ele segurava em suas vestes e o puxava para um beijo que ainda não havia sido concretizado. Até que o momento foi cortado por um pigarro de Yamato. Ele estava com uma expressão determinada e disse imediatamente que acompanharia Haruno e tentaria ajudar as vítimas. Haruno se afastou de Nagato e cruzou os braços, sua feição seria. — Mas nem em sonho, pirralho! É perigoso demais... Se você for, ao invés de ajudar vai é virar uma das vítimas! Vai ficar aqui. E vai fazer exatamente o que seu irmão mandar! Entendeu? — Ele havia criado dois irmãos mais novos, tinha experiência em demonstrar autoridade com crianças daquela idade. Só esperava que Nagato não achasse que ele estava se metendo onde não devia. Yamato era responsabilidade de Nagato, certo?

Assim que Haruno terminou de falar, Nagato complementou sua bronca, o que foi sem dúvidas... peculiar. Era como se estivessem dando uma bronca em um... em um... filho. Haruno mordeu o lábio inferior, alguns pensamentos que gostaria de expulsar de sua cabeça voltando a inundá-la. Nagato o puxou para um beijo rápido, ao qual ele finalmente correspondeu. — Mandarei notícias. Tem minha palavra. Me mantenha informado também, ok? — Respondeu ao namorado antes de, enfim, virar-se na direção dos diretores que organizavam os grupos dos que se prontificaram a ajudar de alguma forma. Ele seguiu com o grupo coordenado pelo Sr Weylin. Eles iriam para o local do acidente e agiriam na linha de frente. Era exatamente lá que Haruno deveria estar.

Quando chegaram ao local o desespero era completo. Todos os quadros possíveis e passíveis de desespero estavam ali, desenrolados ou desenrolando-se. Haruno sentiu um arrepio perpassar sua pele ao ver a quantidade de vítimas espalhadas pela área. Avistou ao longe o bendito vagão onde as criaturas estavam — ou pelo menos deveriam estar — a maioria fugindo e causando um caos ainda maior. No meio do caminho encontrou a Sra Novoselova, que era companheira de cargo de seu amigo Hatori. Ele suspirou. — Boa noite. Sou Kobayashi, chefe do departamento de criaturas do Japão. Há agentes a caminho daqui sob suas ordens suponho... — Comentou enquanto seguia um rastro de destruição que parecia ter sido feito por criaturas nada pequenas. As pegadas seguiam para Vaduz. Haruno tentou manter a expressão calma, mas seu coração batia tão forte que já estava em sua garganta. — Sra Novoselova, poderia me dizer exatamente quais animais estavam sendo transportados essa noite?

Três erumpentes jovens. Ok. Aquilo fazia sentido. As marcas e pegadas... Eles já deveriam estar longe. Mas seriam pegos pelos homens de Natasha e Hatori. Sim... mas havia outros animais. Outros que poderiam não ter tido a sorte e a força dos erumpentes. Eles ainda poderiam estar lá dentro. Ainda poderiam estar precisando dele. Ele não pensou duas vezes. — Vou entrar. Pode haver algum preso ou ferido. Precisamos tirá-los de lá! Você vai comigo? Não dá pra esperar que os oficiais e magizoologistas cheguem... cada segundo é precioso. — Aguardou a resposta da ruiva e quando ela veio, foram juntos para o local mais perigoso daquela situação: o interior do caos. Cada um dentro de um vagão para que pudessem cobrir a maior área. Sim, ele havia prometido a Nagato que se cuidaria, mas cuidaria das vidas que pudessem estar dependendo dele antes de cuidar de si. Era sua essência. Era disso que ele era feito. E era exatamente o que ele iria fazer.


Interação com: Nagato e Yamato Kurosaki, Natasha Novoselova e Nikolai Weylin
Menção à: Hitomi Morita e Hatori Han.
Haruno veste isso
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemAustralia [#203410] por Kylie Jones » 12 Jun 2020, 00:12

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Kylie achava Oficial realmente uma das melhores pessoas que conhecia na vida. Conhecia muitas pessoas maravilhosas, claro, mas qual mais teria a inocência adorável de levar uma marmita a uma festa de gala, mesmo sendo um príncipe que sempre teria tudo o que precisasse na vida? Acabou rindo nasal ao cumprimentar o primo, puxando um pouco mais para perto pela cintura e deixando-o mais próximo do que uma distância geralmente comum entre primos. Kylie e Oficial tinham culturas muito mais "do toque" que a maioria dos presentes ali, claro, mas Kylie sempre esquecia de disfarçar qualquer coisa relacionada a seu affair.

E alguma vez você me viu recusar comer com você? Um bom rango na sua companhia sempre me faz bem. — não importava o quão grande fosse o mico, jamais deixaria Oficial passá-lo sozinho quebrando a etiqueta de gala. — E caramba, caprichou mesmo hein? Nunca te vi tão arrumado e na moda, 'tá querendo conquistar mais corações? — provocou o mais novo, soltando-o tranquilamente para beber um pouco mais. O senso de moda de Oficial, que geralmente era tão terrível a ponto de sentir-se ainda mais inclinado a tirar suas roupas o quanto antes, estava bem melhor. Seriam as dádivas da paternidade? Mal deu tempo de contemplá-lo mais e colocar o copo de volta no bar antes de uma nova comoção se alastrar pelo ambiente.

"Mas que cacete, não tem um ano que não dê bosta!", eram os pensamentos mais recorrentes de Kylie quando decidiu partir para ajudar. Mesmo que não fosse sua obrigação, e tivesse apenas conseguido cumprimentar de maneira breve seus colegas de trabalho, fazia parte de sua responsabilidade cuidar para que jovens não se machucassem. Esperava que os estagiários ficassem em segurança dentro do hospital, enquanto avisava Oficial sobre sua decisão de partir para a locomotiva para auxiliar os médicos presentes.

Talvez suas habilidades realmente fossem úteis. Ver um homem entrar desesperado pedindo ajuda num salão de festas o fizera ficar muito mais nervoso para tentar achar alguma forma de auxiliar nem que fosse para usar seus músculos e força bruta pra empurrar entulhos, mas ao ver o incêndio, o caos... seu coração apertou. Aquilo era o possível cenário de um caos.

Puxou rapidamente a varinha, adiantando-se na direção do vagão em chamas para utilizar feitiços misturados a suas habilidades de ocluador de água para fortalecê-los. Maneava rapidamente a varinha para lançar consecutivos jatos através de Aqua Eructo. Precisavam acabar com qualquer sinal de fogo o quanto antes... quantas pessoas não estavam em risco ali dentro? Se as chamas se espalhassem... o resultado seria, com toda certeza, ainda mais catastrófico.

Ação: Utilizar feitiços de água (ocluador) para combater o Foco de Incêndio 2
Feitiço: Aqua Eructo[dano: -15]; [dificuldade: 11];
Descrição: Feitiço capaz de produzir um jato e/ou barreira d'água. Sua intensidade varia de acordo com o nível do bruxo. Utilizado geralmente para apagar incêndios, assim como deslocar objetos, atacar ou defender-se de criaturas.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Mogno, 33cm, Tentáculo de Kraken, Razoávelmente Elástica

    Usou um Varinha de Mogno, 33cm, Tentáculo de Kraken, Razoávelmente Elástica.

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemInglaterra [#203412] por Richard Shrew » 12 Jun 2020, 01:11

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II. We don't have to make friends

Algumas vezes, tudo era uma grande merda sendo empilhada e com uma bomba no meio. Era só uma questão de tempo até o salão inteiro estar sujo. Claro, Richard apenas possuía falsas filosofias sobre o quanto o mundo humano sempre entraria em situações ruins e estranhas quando tudo parecia tranquilo demais. Estava tranquilamente sorvendo a bebida em seu canto, revirando os olhos com as pessoas que conseguiam tornar o ambiente silencioso extremamente incômodo e barulhento, quando uma comoção se iniciou.

Alguém adentrou o salão de comemoração para trazer notícias de uma tragédia, fazendo Richard parar com o copo um pouco a frente de seus lábios, movendo apenas os olhos para a entrada do salão. Terminou a bebida em um único gole, levantando-se para sair dali e conseguir a ajuda de um dos bruxos para se transportar para o local.

Tudo bem, Richard admitia que tinha pensado muito sobre como festas eram inúteis e não eram ajudar de verdade, mas isso não queria dizer que ele torcia por um acidente para se livrar da chatice social. Talvez até mesmo devesse se sentir culpado, já que as vozes em sua cabeça começavam a falar que, sim, era aquele tipo de catástrofe que ele sempre desejava. O cheiro de sangue, como durante seus tempos no Vietnã, era isso mesmo o que ele instintivamente buscava?

Fez uma breve careta enquanto olhava ao redor no cenário do desastre. O cheiro de muitas criaturas e de seus sangues pareciam misturados no ar, sendo alguns especialmente problemáticos a lidar com, mas Richard, depois de tantos anos de prática, sabia suas formas de resistir. Também estava saciado nos últimos dias, com pequenas bolsas e doações consentidas. Não seria depois de séculos que realmente perderia sua cabeça para o vício.

Richard algumas vezes era guiado por um olhar muito mais técnico e rápido do que qualquer outro tipo de sentimento. Seus olhos notaram a fumaça e o cheiro intenso vindo de um dos vagões em específico, onde o cheiro de sangue parecia especialmente intenso. Sem sequer pensar muito, o vampiro adiantou-se rumo ao restaurante, invadindo a cabine com agilidade. Precisava tirar as pessoas dali o quanto antes, porque aquilo ali com certeza daria merda.

Em situações catastróficas, identificar rapidamente quais eram os casos mais graves era necessário. Precisava priorizar a retirada daqueles com maiores chances de sobrevivência, deitando por último o resgate daqueles que poderia considerar "bandeira preta".

Tomem cuidado com aquele ali, essa merda vai explodir a qualquer momento! Quem puder e não tiver conhecimento médico, foca em apagar o incêndio. — bradou, cerrando um pouco os dentes enquanto adentrava sem se importar com os riscos. Richard era um vampiro, afinal. Diferente dos mortais, estava morto demais para precisar se preocupar com as consequências que uma explosão poderia gerar em seu corpo.

Avançou rápido para pular por uma das janelas quebradas. Se o fogo chegasse àquela cabine, não parecia realmente um lugar seguro para humanos comuns estarem. Seria uma morta rápida, mas incrivelmente... dolorosa.

Off: alterado a pedido da Gii (apenas a parte da entrada)
Ação: entrar no vagão do Restaurante (Oi, Moon!)
Música: We don't have to dance
Editado pela última vez por Richard Shrew em 13 Jun 2020, 13:43, em um total de 1 vez.
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemAlemanha [#203415] por Aiden Dewes » 12 Jun 2020, 02:17

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[ WITH NO ONE WEARING THEIR REAL FACE ]
IT'S A WHITEOUT OF EMOTION AND I'VE ONLY GOT
· my brittle bones to break the fall ·



    As mangas da camisa negra já se encontravam metodicamente dobradas pouco acima dos cotovelos, visando facilitar os movimentos dos braços quando já estivesse no local do acidente. Não teria tempo para pensar em seu preparar já estando lá, onde deveria focar todos seus esforços em ajudar as pessoas que estivessem feridas da melhor maneira possível. Após ter se livrado do paletó com o auxílio de magia, para que pudesse encontrá-lo em um lugar seguro quando retornasse, praticamente correndo até a saída das ambulâncias para conseguir os equipamentos necessários para a emergência que estava prestes a enfrentar. Repassou mentalmente todas as instruções de Nagato, com quem trocara algumas palavras poucos minutos antes, enquanto garantia que o coldre da varinha estivesse firme em seu antebraço. Antes de fechar o zíper da bolsa de emergência, fez uma rápida conferência a fim de ter certeza absoluta de que não havia nem um único item faltando. ― Dewes ― garantindo a segurança dos equipamentos dentro da bolsa, olhou para o lado enquanto selava a bolsa, percebendo a mão de um dos médicos sendo apoiada em seu ombro. Virou-se então para segurar firmemente no braço do homem que o levaria e, no instante seguinte, tudo o que pôde sentir foram as várias voltas em seu estômago.

    Quando alguém tornasse a lhe dizer que não deveria criar expectativas, com certeza acataria tais palavras. Deixou de lado o incômodo que ainda sentia vindo de seus órgãos internos, ignorando todas as coisas que começaram a atravessar sua mente apenas para encarar e processar a cena diante de seus olhos. Do falatório passivo de segundos antes, encontrara um ambiente de gritos desesperados e barulhos de ferro e outras coisas crepitando sob as chamas da locomotiva, que estava a poucos metros de distância de onde havia aparatado com o médico ao seu lado. Podia sentir o calor proveniente das chamas e, à medida que tomava distância, pode perceber outro ponto onde o fogo se fazia presente, ao final do segundo vagão que estava inclinado logo na sequência do outro que atingira a parede da edificação na estação, literalmente tombado. Enquanto se movia rapidamente na direção do terceiro vagão, de onde vinham os gritos e a fumaça escura que se via também na locomotiva, seu rosto se mantinha com uma expressão séria, diferente da costumeira feição neutra que ostentava pelo hospital.

    Sabia que estava cerrando o maxilar com mais tensão que o necessário, os punhos fechados de tal forma que os nós dos dedos perderam a cor. Por um momento foi possível afirmar que não estava sentindo qualquer outra coisa dentro de si que não fosse apenas o ímpeto cego por fazer seu trabalho a qualquer custo, mesmo que se colocar em perigo fosse necessário para tal. Alguns passos à frente, pode reconhecer o enfermeiro Brian, possivelmente tentando ver alguma coisa dentro do vagão para o qual fora guiado por parecer tão caótico quanto os outros dois. Nesse meio tempo, com alguma dificuldade, conseguia distinguir o estampido de algumas aparatações não muito longe, e também as sirenes das ambulâncias que chegavam rapidamente à estação. ― Henderson ― elevou um pouco o volume com que falava para que o mais velho conseguisse escutá-lo acima dos outros barulhos.

    Posicionando a bolsa de emergência a seus pés com cuidado, deu alguns passos na direção do vagão, apenas o suficiente para analisar o que poderiam fazer e em quanto tempo conseguiriam agir para tirar de lá as pessoas que pediam por ajuda. A entrada por qualquer uma das portas estava fora de questão; o segundo vagão estava com a parte traseira em chamas que, com muita sorte mesmo, ainda não haviam atingido aquele. Estreitou os olhos na direção das janelas, algumas delas com enormes buracos nos vidros por onde saía a fumaça, que poderia muito bem matar as pessoas ali dentro em questão de poucos minutos se não fizessem alguma coisa, e rápido. ― Vou entrar ― declarou imediatamente diante da indagação do loiro, deixando claro que não havia a menor chance de não conseguir fazer aquilo. ― Preciso de alguma coisa para terminar de abrir aquela janela ― olhou atentamente em volta enquanto falava, sua mente tentando produzir alguma solução para o novo problema que encontrara. A solução mais simples seria não se envolver diretamente, claro, apenas auxiliar as pessoas mais competentes no assunto como havia sido instruído a fazer, mas não conseguia, nem mesmo poderia considerar a ideia.

    Conseguia ouvir o sangue pulsando, diretamente em seus ouvidos, como o tique-taque do relógio, o lembrando de que não havia tanto tempo disponível para continuar avaliando opções que obviamente não estavam disponíveis. ― Alguém aí dentro pode me ouvir? ― indagou em alto e bom som, parado sob uma das janelas que parecia ser mais fácil de limpar, quase entre o meio e o final do vagão, esperando ouvir alguma resposta, ainda que desesperada. Olhou novamente para baixo, vendo que o vagão estava fora dos trilhos, e do ponto onde estava, havia um rastro de destruição no chão por onde os outros dois vagões se arrastaram. Como não havia percebido antes? Se moveu rapidamente até perto do início do terceiro vagão, se abaixando para encontrar um pedaço de metal que havia se soltado, não sabia se do próprio trem ou dos trilhos.

    ― Por favor, se afaste da janela! ― deu leves batidas contra o pedaço de vidro estilhaçado que ainda estava de pé na moldura, mesmo não obtendo uma resposta, apenas para se certificar de que estava fazendo sua parte em alertar antes de prosseguir, tendo retornado com seu novo bastão. Apoiou as costas contra o metal, ficando abaixo da janela vizinha àquela que almejava, esticando o braço que segurava o objeto de metal para calcular a distância perfeita para seu plano sem bem executado; olhou para o colega de forma dura, não que fosse exatamente sua intenção parecer um valentão, mas levou aquilo apenas como uma desculpa para proteger o próprio rosto. Reuniu toda a força que pode, direcionando a apenas um ponto do lado esquerdo de seu corpo; pelo canto dos olhos, acompanhou o movimento de seu braço para desferir o primeiro golpe contra o que restava do vidro. O propósito seria limpar ao menos a parte de baixo da moldura para ter um caminho completamente livre de entrada.


Vagão Restaurante
Ação: Terminar de quebrar uma janela já quebrada pelo acidente para liberar a entrada.


[ with? brian s. henderson & quem mais for chegando ]
[ music? by poets of the fall, war ]
[ when? primeiro domingo de setembro ]
[ 2 out of ? ]
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Aiden Dewes
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