Dados Básicos do Fórum:

Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemEstados Unidos [#203418] por Brian S. Henderson » 12 Jun 2020, 09:48

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Logo todos os médicos e enfermeiros e quem mais tivesse habilidades para ajudar se encontravam em prontidão para o trabalho de resgate. O grupo que seguiu Nikolai até o local do acidente era composto de muitos enfermeiros, medibruxos e, para minha surpresa, meu próprio pai. Não havia tempo para questioná-lo sobre o assunto Ele era médico e sua ajuda seria mais do que bem vinda naquele momento. Nari e eu aparatamos do saguão do hospital até a estação.

O cenário que nos esperava era um caos completo. Havia a agitação das pessoas que vinham ajudar, dos curiosos que vinham assistir ao que acontecia e até mesmo de alguns repórteres. Fumaça e cheiro de óleo derramado impregnou em nossos sentidos assim que chegamos. Podia-se ouvir gritos, choros e pedidos de socorro por todo o local. O trem havia descarrilhado e só parou após atingir a parede da estação, fazendo com que parte dela desabasse em cima do trem. Focos de fogo se espalhavam em vários vagões, o que aumentava em muito as chances de uma explosão. A situação era extremamente perigosa e poderia piorar a qualquer momento.

Tirei a parte de cima do terno ficando apenas com a camisa de baixo, a qual arregacei as mangas. Nari já havia corrido para ajudar a retirar algumas pessoas de um dos vagões da frente do trem. Eu ficava preocupado com ela, claro, mas ela tinha treinamento para tais situações. Nari atuou como médica voluntária em um terremoto de grande magnitude na China enquanto estava na faculdade. Já eu não tinha tanta experiência assim com situações de resgate. Não havia tempo para pensar nisso ou ponderar sobre minhas ações e escolher com cautela o que seria o melhor a fazer. Cada segundo era crucial para salvar as vidas dos envolvidos no acidente, então logo corri para o vagão restaurante, que parecia o com o maior risco iminente devido ao forte cheiro de gás que saía de lá.

Cheguei próximo a uma janela parcialmente quebrada e tentei enxergar algo lá dentro, sem muito sucesso. Quando estava prestes a tentar entrar por ela, ouvi meu nome sendo chamado. Virei para trás e vi Aiden Dewes ali. Ele era um dos estagiários do TVH, pelo que me lembro.

- Dewes, você acha que consegue entrar? - perguntei ao rapaz dispensando qualquer saudação devido à urgência que o momento pedia. Ele tinha quase minha altura, mas com certeza era mais leve que eu, o que facilitaria seu acesso ao vagão. E quando ele estivesse lá dentro, poderíamos saber quantas pessoas haviam lá e o estado delas.

Dewes afirmou com determinação que entraria. Enquanto o rapaz tentava realizar aquela tarefa, vi outra pessoa entrando por outra janela. Aiden não estaria sozinho, ao menos isso. O maior problema agora era o gás que estava no ar dentro do vagão e o fogo que poderia chegar até ali e causar uma explosão. Uma rápida olhada foi o suficiente para ver fogo nas cabines do vagão ao lado daquele. Me dirigi até lá. Se aquele fogo chegasse ao outro vagão… prefiro nem pensar.

- Aqua Eructo! - Haviam janelas quebradas na cabine onde havia fogo, então lancei o feitiço mirando em uma dessas. Apagar aquele foco era a tarefa principal em minha mente naquele momento.


Ação: tentar apagar fogo em uma das cabines do vagão 2.
Com: Narissara Jumpol (npc), Aiden Dewes.
Citadosf: Pai do B, Richard Shrew

Post meio ruim pq no fim deu uma desandada. Espero que os dados dêem bom.
Feitiço: Aqua Eructo[dano: -15]; [dificuldade: 11];
Descrição: Feitiço capaz de produzir um jato e/ou barreira d'água. Sua intensidade varia de acordo com o nível do bruxo. Utilizado geralmente para apagar incêndios, assim como deslocar objetos, atacar ou defender-se de criaturas.

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemRomenia [#203439] por Dragos Grigore » 12 Jun 2020, 19:01

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DRAGOS GRIGORE DIRETO DA ESTAÇÃO
P O S T - O 1




As vozes, antes restritas a breves sussurros, tiveram os timbres elevados e deram lugar a um grande rebuliço. Estava próximo aos seguranças e ao perceber a palavra “acidente” meus sentidos de radialista imediatamente foram ativados e busquei o espelho de dois sentidos que andava sempre comigo para estas ocasiões. Não que eu esperasse tragédias, mas todo jornalista precisa estar a postos para exercer seu papel social quando o dever chama. Assim que a Sra. Jones tomou a palavra para si, vasculhei o salão à procura de Yuliya, que já se aproximava com espanto de mim. Ouvi suas palavras e afirmei com a cabeça, beijando sua têmpora ao se despedir. – Encontro com você aqui quando todos tiverem a salvo. – Sorri de forma gentil ao ouvir que era para me cuidar. Aparatei rapidamente até a estação e entrei em contato com o chefe da operação da rádio.

Estou na estação. Tem muita gente aqui, preciso de um espaço ao vivo agora. Faço a chamada, uma breve cobertura. Alguém tem que ficar atento para novas inserções, precisamos de gente para ajudar a resgatar os feridos e também parece ter criaturas mágicas presas em um vagão. – Comentei o mais breve possível enquanto a rádio era acionada para a minha entrada.

Observava o local como uma varredura profissional: a quantidade de vagões, uma ideia aproximada de pessoas envolvidas no acidente e também no resgate, a situação tensa com a possibilidade de explosão. Meu espelho foi acionado outra vez e eu já estava estressado com a falta de tato que os bruxos tem com tecnologia trouxa. Por telefone é extremamente mais fácil fazer esse tipo de coisa. Imediatismo é a alma do mundo atual. – Boa noite queridos ouvintes, excepcionalmente nesta noite eu não venho trazer boas novas. Um grave acidente de trem acometeu a estação de Ignatia Wildsmith há poucos instantes. Temos dezenas de feridos, incluindo bruxos de todas as idades e criaturas mágicas que estavam sendo transportadas em um vagão especial. Por sorte, todos os medibruxos do honrado TvH estavam em uma celebração de reinauguração do Hospital e já se encontram trabalhando. Solicitamos a todos que ajudem a identificar os acidentados para facilitar os trabalhos de toda a comunidade médica. Autoridades também estão no local para controlar os danos. Até o momento, não temos registros de feridos. Eu sou Dragos Grigore no ato. Em instantes voltaremos com atualizações. – Fiz um breve boletim até conseguir informações concretas.

O número de feridos só aumentava diante dos meus olhos e eu não podia ficar parado aguardando as informações chegarem. Não era do meu feitio ser um mero expectador. Arrumei as mangas da minha camisa social e segui para ajudar um grupo que tentava apagar o vagão principal. Era realmente o que lhe cabia, já que os medibruxos e dezenas de pessoas habilitadas já retiravam as pessoas dos vagões. Empunhei minha varinha e iniciei - Aqua Eructo – Muitas pessoas precisavam ser resgatadas ainda, mas se a gente não conseguisse controlar o fogo, a vida delas corria o triplo de perigo.



      Notas: Lixinho, mas Dragos estava na festa, vai fazer a cobertura para rádio ao vivo, mas não consegue ficar apenas observando e vamos tentar a sorte. || Acompanhante da Yuliya Eremenko.
Feitiço: Aqua Eructo[dano: -15]; [dificuldade: 11];
Descrição: Feitiço capaz de produzir um jato e/ou barreira d'água. Sua intensidade varia de acordo com o nível do bruxo. Utilizado geralmente para apagar incêndios, assim como deslocar objetos, atacar ou defender-se de criaturas.
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Postado Por: Marj.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemCoreia do Sul [#203482] por Jinhwan Hyong » 13 Jun 2020, 01:22

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Apesar da hesitação e receio, a verdade era que a festa não vinha sendo tão ruim quanto Jin-Hwan imaginara de início. Para começo de conversa, não se vira obrigado a interagir com ninguém em excesso, apenas cordialidades e acenos distantes, em especial junto aos chefes, visto que, tirando algumas exceções, não conhecia os colegas bem o suficiente para abordar quem fosse. Além disso, mesmo que se sentisse preocupado e seu olhar corresse os arredores, buscando e ao mesmo tempo receando encontrar uma pessoa em específica, fato era que sua irmã tomava seu tempo o suficiente. Na verdade, suspeitava que o falatório de Yoon-Seo era proposital e, fosse ou não, a agradecia, afinal, mesmo que fofocas ou informações casuais não fosse o tipo de conversa favorita do medibruxo, ouvi-la falar sobre aquela ou aquele figurão que existia em Vaduz, ajudava-o de certo modo a entender como era a organização europeia e daquele distrito mágico que passaria a frequentar do dia seguinte em diante.

– Vejamos... Ah! –
e os olhos escuros do coreano giraram, acompanhando a direção para qual sua irmã, sutilmente, o puxara – Aquela de vermelho, toda chamativa. – disse, em tom audível para o mais velho, mas discreto como vinha sendo todas suas pontuações – Princesa da realeza britânica. Atende pelo nome de Anne Beatrice Mountbatten e é a atual diretora de Durmstrang. – comentou, entretida, o que o fez fitar a magnífica loira que se erguia – Do que eu lembro, ela costuma ser bem elegante, calma e séria, ainda que essa última parte não pareça ser o caso hoje. – acrescentou e, de fato, a bela mulher, de pé próxima a uma mesa, sorria com naturalidade altiva, até mesmo ao afastar-se. Um movimento sutil que revelou as outras figuras presentes naquela mesa e fez o moreno, de imediato, sentir o ar sumir, tal como se levasse um soco no estômago. Uma breve expressão de surpresa se abriu em sua face e, sem nem pensar, moveu-se com a agilidade e discrição inata, um passo mais distante de qualquer linha de visão Oppa? – questionou Yoon-Seo, confusa ao ser puxada no ato instintivo do mais velho.

– Ele está ali. –
enunciou em um fio de voz, encarando as flores da mesa ao lado deles. Notou a irmã fazer uma expressão intrigada na direção dele, como se não o houvesse entendido direito e, então, girar o olhar, avistando as figuras que compunham parte da mesa da diretora do instituto russo.

– Ah...! –
exclamou a jovem de cabelos coloridos, compreendendo o problema – Então ele veio. – comentou, mantendo o olhar sobre aquele grupo e apertando de leve o braço do irmão, tal como se tentasse desviar a atenção dos pensamentos deste para si – Realmente... Que bonitão. Não me admira ter conseguido te abalar. – constatou, girando os olhos para Hwan, divertida, encontrando neste nada além de certo terror – Ei. – disse, tocando-lhe o rosto e o forçando a encará-la – Está tudo bem. – garantiu em um tom baixo e calmo, acariciando de leve a face do moreno – Ele está ali, sim, mas está, aparentemente, acompanhado da lindíssima diretora de Durmstrang, o que pode significar que eles estão juntos e, ainda que eu ache que perder um cara daquele seja um grande vacilo, significa que ele não vai vir atrás de você. – afirmou, o que, de algum modo, fez algo retorcer-se de maneira incômoda no interior do coreano – Você não tem que se preocupar em lidar com ele, Jin-Hwan. – observou em um tom contundente, forçando o medibruxo a suspirar.

– Tem razão. –
concordou, tocando de leve a mão que jazia em sua bochecha antes de respirar profundamente – Obrigado. – disse, abrindo um sorriso grato, retirando a mão da mais nova de si.

– Não precisa agradecer. –
sorriu, divertida – Apenas lamento que, além de não poder ver você ficar todo nervoso perto daquele boy, eu n- – o som alto e o tremor que se ergueram fizeram Hwan agir antes mesmo que pensasse, segurando Yoon-Seo contra si; o olhar percorrendo os arredores. Então... mais nada – O que foi isso? – questionou a coreana, afastando-se de leve de Hwan – Senti algo... Estranho. – observou com um olhar surpreso o qual o irmão compartilhava. Havia algo diferente, de fato, ainda que não soubesse exatamente o que. Os murmúrios, as conversas, tudo pareceu ganhar outro tom, tal como o prelúdio de algo que estava por vir. E que veio. Minutos depois, quando a voz de Weylin se ergueu, anunciando o acidente, Jin-Hwan soube que a festa havia acabado no momento daquele tremor – Temos que ir! – sentenciou a Hyong mais nova, fazendo com que o medibruxo sentisse o sangue gelar, firmando os dedos ao redor do pulso delicado.

– Não. –
sentenciou o coreano, vendo a irmã girar, surpresa – Eu preciso ir, mas você não vai. – afirmou, sentindo a voz sair sem flexão, como a máscara que retornava ante o medo – Você ouviu. É um acidente na estação de trem. Pessoas estarão feridas. A situação estará caótica de um modo que nem mesmo podemos imaginar. Você não vai, Yoon-Seo. – determinou, vendo os olhos escuros faiscarem em irritação.

– Eu não sou uma garotinha fracote que você precisa proteger, Jin-Hwan! –
exclamou, irritada, tentando se desvencilhar do irmão, sem sucesso, fazendo-o sentir a respiração pesar, enquanto sua mente o obrigava a pensar, a escolher as palavras, a ser sincero.

– Eu sei que você não é. –
afirmou com um tom hesitante – Eu sei que você pode se cuidar. Que você seria capaz de enfrentar tudo o que eu acabei de dizer. – garantiu, notando pelo olhar dela que sua própria expressão deveria ser tão tensa quanto sentia – O problema sou eu, Yoon-Seo. – sentenciou, a voz em um fio – Eu preciso ir para lá e não tenho problema nenhum com isso, mas... Se você estiver lá. Se eu imaginar você sequer próxima daquele lugar. – e engoliu em seco – Mesmo sabendo de tudo isso, mesmo ciente de que você estará bem, eu não vou conseguir me concentrar cem por cento. Minha cabeça não vai me deixar. – disse, trêmulo, vendo as íris escuras se abrirem em surpresa – Você entende isso, Yoon-Seo? – questionou, vendo-a desviar o olhar, fazer uma careta irritada, mas assentir – Me prometa que você não irá até lá. – pediu, vendo-a encará-lo, surpresa – Eu preciso que você prometa. – sentenciou, ciente de que ela nunca quebraria uma promessa feita.

– ...Argh! Inferno, Jin-Hwan! –
exclamou, irritada, após um momento de hesitação – Tá. Eu prometo, saco. – resmungou, cruzando os braços, o que fez o coreano sorrir, aliviado, beijando-a a testa.

– Perdão. –
pediu, ajeitando uma das mechas coloridas.

– Tá, tá. –
disse, visivelmente contrariada – Agora vai logo e acho bom que você volte inteiro, do contrário é a primeira e última vez que caio nessa!! – exclamou, encarando-o – Cuide-se, oppa. – acrescentou com um tom mais leve, tendo a preocupação visível no olhar, mesmo que a irritação se mantivesse. O mais velho assentiu, girando as costas e, quase de imediato, sentindo o manto de seu eu profissional surgir enquanto seguia na direção pela qual Weylin avançara, sentindo o coração palpitar a cada passada. Os minutos de preparação, pegar os itens necessários e avançar em direção ao local do acidente passaram como um borrão. Ouvira as indicações do chefe, os cuidados a serem tomados, sentindo como se não estivesse em seu corpo por todo aquele processo. Sua mente ainda tentava assimilar como os problemas que enfrentara no baile, os sentimentos conflitantes de incômodo e medo, então pareciam tão distantes ante a emergência que se erguera. E ao chegar ao lugar, aquela distância pareceu aumentar.

Um nó se formou na garganta de Jin-Hwan ao aproximar-se de fato do cenário. Seu olhar correu pelos destroços, o fogo que iluminava a noite, os vagões caídos, vendo tudo e, ao mesmo tempo, nada captando. O ar fétido de uma mistura de fuligem, fumaça, ferro, graxa e outros componentes agredia seus sentidos, fazendo-o sentir um incômodo profundo em si, mas nada que se comparasse à ansiedade que as vozes traziam. Alguns eram gritos de ordem, feitiços e indicações, outros, mais distantes, de socorro, de urgência. Respirou fundo, tentando trazer de volta a calma que o choque da visão o fez perder, sentindo o coração acelerado e a mão, presa ao redor da varinha, tremer de leve. Pegou o kit que tinha consigo, avançando pelos escombros, escutando de um bruxo o aviso para que tomasse cuidado porque havia criaturas à solta. Assentiu, sentindo os anos de treinamento militar, ainda que um pouco enferrujados, voltarem à tona, forçando-o a ater-se, mesmo que sua mente estivesse um tanto acelerada pela ansiedade.

Bulla Aeris!
sentenciou, apontando a varinha para si, a fim de conjurar algo que o permitisse respirar melhor. Considerando as condições, fosse do ambiente ou de si mesmo, era o primeiro passo, caso quisesse ser capaz de ajudar quem fosse.


__Action: Preparar-se – Próximo ao Vagão 02.

__Interaction: Yun Hyong.
__Tags: Anne Beatrice Mountbatten; Alphonse Derek Friedrich; Nikolai Weylin.
__Clothes: Hwan; Yun.
__Off: Let’s go.

Feitiço: Bulla Aeris[dificuldade: 10];
Descrição: Feitiço Cabeça de Bolha. Este feitiço cria uma bolha em torno da cabeça do alvo para que assim ele possa respirar embaixo d'água.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Sorveira, 28cm, Pelo de Unicórnio, Razoávelmente Elástica

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemCoreia do Sul [#203484] por Jinhwan Hyong » 13 Jun 2020, 02:50

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Sentiu de imediato a bolha surgir ao redor de seu rosto para envolve-lo como uma água-viva – em versão inofensiva – fazendo o odor forte dos componentes que pairavam pelo ar ser substituído por oxigênio limpo e aliviando a sensação de sufocamento que nem mesmo percebera sentir de início. Encarou o relógio, verificando o horário e calculando a meia hora que teria antes de ver-se obrigado a renovar aquele feitiço – e quando, preferencialmente, deveria estar longe de qualquer lugar com fumaça ou gases tóxicos em potencial. Respirou profundamente algumas vezes, sentindo a mente trabalhar melhor e a ansiedade, antes latente, amenizar-se um pouco. Permitiu-se em fim avançar, tendo o kit em uma mão e a varinha firme em outra, passando por escombros e tomando cuidado com ferros retorcidos ao pular os obstáculos criados pela catástrofe que se desdobrava ao seu redor, preenchendo os demais sentidos.

Seus ouvidos, em meio aos avisos, gritos e sons de material sendo consumido e retorcido que percorriam a noite, tentou manter alguma atenção para caso algum sinal de criatura mágica a solta se fizesse. Seu olhar avançava pelo céu iluminado de laranja pelos focos de chamas que alguns bruxos deviam tentavam apagar, mas distantes de seu campo de visão imediato. Subiu em um desnível, acompanhando com o olhar a linha irregular que se desenhava, o vagão mais à frente completamente tombado sobre um muro da estação que caia sobre ele, o mais próximo de si, inclinado, impedindo a visão da continuação da catástrofe. Pensou em avançar na direção do local mais à frente, visto que as chamas crescentes em um ponto além indicavam um foco grave de um incêndio que, talvez, pudesse se espalhar, colocando em risco caso alguém estivesse naquele vagão, todavia, antes que desse um passo que fosse, ouviu um som metálico. Algo sutil, mas próximo o suficiente e estranhamente repetitivo.

– O q-...?! –
franziu o cenho, silenciando-se para ouvir novamente aquele baque, ligeiramente urgente e metálico, ao mesmo tempo em que notava uma movimentação dentro daquele vagão. Ainda havia gente ali, mas... Por quê? Receio pelo o que os esperava aqui fora? Varinhas perdidas? Confusão? Ou estaria a maioria...? Meneou a cabeça para tentar afastar a opção mais mórbida e avançou até a porta daquele local, vendo-a mover-se em vão. A origem do barulho, o sinal de que alguém queria sair – AFASTEM-SE! – exclamou, sentindo a voz sair abafada pelo feitiço que o protegia e com um pouco de sotaque. Viu a passagem parar de mover-se, observando a inclinação do vagão por um momento. Não poderia usar explosões ou nada que fizesse aquele gigante metálico terminar de tombar, o que poderia causar ainda mais danos às pessoas que se encontravam ali dentro. Engoliu em seco, sentindo a respiração pesada e os pensamentos avançando com rapidez, trazendo consigo de volta a insegurança e receio. Crispou os lábios, tentando controlar a si antes de concentrar-se e, apesar de sentir o coração acelerado e a mente pesada, girou a varinha REDUCTO! entoou, com o máximo de firmeza que conseguia, apontando-a na direção da porta emperrada e buscando controlar a magia, a fim de fazer sumir seu alvo sem impactos desnecessários.


__Action: Vagão 02 – Fazer a porta (emperrada) virar pó com um Reducto, sem mexer as estruturas.

__Off: …A ansiedade dele me deixa ansiosa. .poker

Feitiço: Reducto[dificuldade: 8];
Descrição: Dirigido a objetos inanimados, este feitiço reduz a pó objetos sólidos.

Itens Utilizados:

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemAustria [#203506] por Andrej Wernfried » 13 Jun 2020, 19:36

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Last Friday night
Yeah we danced on tabletops
_________________________________

And we took too many shots
Think we kissed but I forgot

Parte I


A luz do celular iluminava meu rosto enquanto os dedos enluvados corriam pela tela. Somados a isso, um sorriso quase infantil se fazia presente, se desfazendo em um riso aqui e outro ali. Até então a viagem fora extremamente tranquila, apesar de nossa carga. –Kris...– Comecei, erguendo os olhos para o rapaz, absorvendo toda aquela timidez que ele emanava. Mais do que isso, tinha quase certeza que podia vê-lo tremer – ou quase isso – toda vez que direcionava a voz a ele. Não era culpa minha se ele tinha baixado tanto Tindr quanto Grindr acreditando que iria fazer amigos ali.

Isso porque, em nenhum momento, menti. Ele poderia fazer amigos, claro, só talvez não do tipo que ele estava imaginando. –Você precisa ver isso, é fantástico.– Anunciei, me movendo entre o pequeno espaço para sentar em cima do lado do jovem lobisomem. – Relaxa, eu juro que não tem ninguém pelado envolvido. É que, bem, humanos aparentemente tem o hábito de fazer umas espécies de testes que ‘dizem’ se você é humano, vampiro ou lobisomem.– Comecei, - Tipo, a maioria que faz esses testes são adolescentes trouxas fêmeas, então normalmente tem umas perguntas bem idiotas e respostas mais idiotas ainda.

-De toda maneira, é MUITO engraçado. – Ergui levemente os olhos pra ele, um brilho pueril adornando as irises coloridas, -E estava pensando... você podia vem fazer também. Só pra ver... se eles acertam. Até porque eu tirei que sou ‘Humano’, e isso é simplesmente hilário. – Fazia só algumas centenas de anos que a resposta estava errada, mas paciência. –E depois a gente bem que podia fazer o teste pra descobrir ‘Que sabor de Miojo é você’... – Talvez eu estivesse um pouco entediado. Mas bem, transportes normalmente eram tranquilos quando entrávamos na cidade. As chances de algo acontecer ali dentro eram mínimas.

Muitas casas, muitas pessoas, muita exposição. – Aqui, vamos ver... primeira pergunta, ‘Às coisas em que você se concentra ficam verdes/amarelas e borradas?’– Sinceramente aquela pergunta, pelo menos pra mim, fazia zero sentido. Que caralhas de ser enxergava assim? A mente Trouxa era algo bizarro, ainda mais considerando desastres como ‘Crepúsculo’. Apesar que... bem, eu adoraria trocar qualquer habilidade por ‘brilhar’ ao sol e não ‘desintegrar’. Apesar de gostar muito mais de Lestat, não podia negar que a possibilidade de caminhar ao sol parecendo um diamante era muito mais agradável do que a de virar ‘poeira cósmica’. Era inclusive mais....

Não. Não posso admitir que era sexy. Brilhar era ridículo, convenhamos, mas se desintegrar... eh, como se vampiros não sofressem o suficiente sendo o que são. –As respostas são ‘Às vezes’, ‘Sim’ e ‘não’... então, qual a sua... - Um ‘clink’ leve ecoou em minha mente, talvez não exatamente perceptível para o mundo exterior. Ergui a cabeça de imediato, franzindo o cenho e interrompendo a pergunta. – Você ouviu isso? Parece que o trem passou por cima de alguma coi...- E então veio o solavanco, o barulho ensurdecedor e o nada.

Segundos, minutos, horas... eu não seria capaz de dizer quanto tempo realmente demorei para que meus olhos se abrissem em meio a escuridão do vagão e o peito inflasse contido, como se uma tonelada estivesse em cima de mim. O que não era exatamente mentira. –Kris? – Chamei baixinho, tentando deslocar o corpo sem muito sucesso. Mais alguns segundos de análise e a realidade me atingiu feito um tapa na cara. – Ah, claro. Spaghetti. – Para quem não sabe, eis o nome carinhoso que tinha dado ao jovem occamy que estava sendo transportado em uma caixa que estava no bagageiro superior, acima dos bancos. – Você... – De novo tentava empurrar o corpo maleável.

- É... ugh. – Inconveniente, para se dizer o mínimo, mas isso não importava muito agora. O que importava era o cheiro de fumaça, os gritos, o cheiro de gás, som de explosões e... mais importante, o férreo aroma de sangue. – Kris? Garoto, pelo... amor. Me responde, cara. Kris? – Pânico não era exatamente uma coisa que estava acostumado a sentir, até porque quando falamos em vampiros a maior parte das respostas fisiológicas não existem... mas aquela agonia e pressão mental permaneciam, assim como aquele vazio doloroso que assolava a mente. Fechei os olhos com força, tentando captar a presença daquele maldito filhote.

-Eu juro... que se você morrer, eu... te mato. – Resmunguei, tentando empurrar o corpo do occamy para conseguir, pelo menos, voltar para o chão e ir atrás do outro oficial. Spaghetti em retaliação só parecia querer me apertar mais. Ah, que maravilha. Que ótima noite tranquila, não é?


○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●○●
O que ele vê, -O que ele ouve-, -O que ele diz- e o que ele "pensa".
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Interagindo com: Kris Chen
Ação: Se soltar do Occamy
Notas: Last Friday Night só pq é a música mais 'teen' que consegui pensar.
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemGrecia [#203531] por Ares Hatzimichalis » 13 Jun 2020, 23:57

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Os olhos do filho do Deus da guerra quase se fechavam naquela festa chata e lotada de burburinhos - que na verdade ele não sabia inferir se eram de conversas detectaras por sua audição aprimorada ou pensamentos soltos pelo ar - e ele por diversas vezes olhava para o relógio desejando ir embora como um bom ser antisocial que era ou simplesmente sair pelos setores procurando algo para ler a fim de fazer algo útil. Mas o que podia fazer, quando o olhar de seu chefe lhe encaravam, e as correntes invisíveis lhe prendiam ali. Bem, havia uma coisa, aproveitar sua maior idade para beber vinho, que aliás era um dos poucos de boa safra, como aqueles que há nove anos atras provará junto com um dos irmãos quando invadiram a velha adega do pai.

Já havia falado com sua quase cópia mais velha e sua namorada infiel mais cedo, mas notando que a simples presença da mulher era irritante para o mais novo, Hades fez muito bem em partir, enquanto o loirinho enfiava na boca os canapés de carne tristemente assados demais. Triste pecado, não saberem apreciar o gosto de sangue e carne crua naquele lugar. Nunca ouviram falar que padrões mais aromáticos gerados pela carnetina devidamente aquecido aumentava o risco de câncer? Provavelmente não, mas do que adiantava discutir? Suspirou, continuando a mastigar o que descrevia como pedaços de borracha, enquanto aguardava o tempo passar. E, aguardava, e aguardava, por séculos a fio, com seu olho quase pegado no outro. E teria dormido, se o riso divertido e desagradável de seu encosto particular como se esse resolvesse contar piadas para si mesmo, ou a festa acabasse de forma trágica. Ou não tão trágica para si.

Ajeitando a gravata em silencio e tomando um último gole do vinho, o sonserino de dezessete anos se levantou, erguendo a cabeça de uma forma em que seus quase um e noventa de altura permitissem ver algo mais à frente por entre os curiosos, até encontrarem a figura maltrapilha a gritar em desespero e ensanguentado, sobre um certo acidente na estação de trem. Ah. Finalmente os deuses lhe ouviram. Já podia ir embora? Se questionou, com os claros olhos azuis, tão frios como gelo, a avaliarem cada um dos ferimentos ali, fazendo muito mais uma história mental do que realmente se compadecendo com sua saúde ou a dos passageiros daquele trem.

Quais eram as dimensões do banho de sangue causado por aquilo tudo? Se alguém não fosse reconhecido, lhe deixariam fazer a biópsia no corpo? Se questionava, planejando seguir o medbruxo responsável para o campo de guerra - o que seria mais adequado para o filho de Ares? - onde a real “diversão” por assim dizer estaria ocorrendo. E onde o silêncio e a fim da sensação de sufocamento pelas diversas vozes de galinha a cochicharem seria possível.

Com a mão no bolso da calma e traços calmos e contidos, seus passos alinharam atras dos medibruxos que iriam para o local do acidente, só parando quando uma figura loira muito conhecida surgira a sua frente. Afrodite, o que está fazendo aqui? Se questionou, finalmente deixando sua fascies de preocupação surgir. Ela não deveria estar ali. Por que não ficou na escola, droga Afrodite. - Por que me seguiu? - Perguntou em tom decididamente acusatório e involuntário, mais rude e irritadiço que gostaria. -Ah, esquece, volte para escola. - Ordenou o loiro, soltando um bufar, antes de dar a volta sem querer papo, bloqueando sua mente e a ignorando complemente.

As lembranças do beijo ainda lhe eram claras e, com facilidade, ele podia sentir o delicioso e suave toque de seus lábios contra os dele de dias atras. Até ali, aquela cena fazia seus batimentos dispararem, causando faíscas quase humanas s sentimentais em sua pele, que ele não queria lembrar agora. Ainda mais, quando Afrodite lhe surgia como uma miragem, fazendo-se a cópia de uma deusa mãe se misturando a garota que sempre amara. Uma garota que simplesmente não devia estar ali, e, além da perda de tempo das festa, era um motivo de mau humor. Ela tinha que ir embora. Sua Alma deveria ficar em um lugar seguro e não correr o risco de ser pisoteada ou atropelada. Ela era a única coisa que ele não podia perder.



Se pudesse descrever o pandemônio, Ares conseguiria se referir com exatidão ao local do acidente. Destroços, pessoas sangrando, um forte cheiro de fumaça. O que mais faltava para um cenário de guerra, poderia se perguntar, já que para qualquer pessoa normal algo assim soaria como uma cena de filme de terror. Mas não para Ares, nunca para Ares.

Sendo completamente sincera, em uma cena onde não estivesse em serviço e a expectativa não lhe atingisse, o garroto grego teria se contentado apenas em olhar e apreciar o quanto o crepitar de cada chama era belo, ou os gritos tornavam quase uma melodia harmônica que ele sentia voltado de assistir. Mas estando em serviço, o garoto se viu obrigado a largar um momento relaxante após o estresse para caminhar por entre os destroços e vagões, escalando algumas camadas de pedras até a origem de alguns gritos em um ponto onde parecia que tudo queria explodir. Ou havia chance de pelo menos uma dezena de pessoas virar churrasco.

Racionalmente, se mantendo longe do fogo, o setimanista se aproximou da porta do vagão, o puxando um pouco, e notando o quão emperrada estava na pedra, já que nenhum centímetro se arriscava a se mover. Concomitantemente, podia notar o fogo mais a trás crescer, podendo causar asfixia, queimaduras externas nos pulmões e o bom e velho churrasco se não agisse rápido.

E assim o fez, aproximando a varinha da porta. -Bombarda!- Pronunciou em alto e bom som para fazê-la explodir a fim de abrir a passagem. E feliz dia de Padre Ares de Calcutá…

Ação Explodir a porta do vagão 4.
Feitiço: Bombarda[dano: -12]; [dificuldade: 9]; [confusão: 1];
Descrição: Feitiço que possui efeitos destrutivos, principalmente contra objetos.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Espinheiro, 30cm, Corda de Coração de Dragão, Flexível

    Usou um Varinha de Espinheiro, 30cm, Corda de Coração de Dragão, Flexível.

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemAlemanha [#203542] por Alphonse Derek Friedrich » 14 Jun 2020, 04:51

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Não houve palavras trocadas entre ele a irmã, pelo menos não como ela fazia com o marido e ele fizera com a diretora de Durmstrang, vulgo sua chefe. A verdade é que não precisavam, pois se conheciam bem o suficiente para saber o que pensavam e quais ações tomariam e que uma palavra ou outra dificilmente fariam com que mudassem de ideia. Teimosia era um traço da família deles, algo que muitas vezes o fizera brincar dizendo que era um traço genético e não algo da personalidade deles. Assim sendo, apenas uma troca de olhares foi o suficiente para que os pedidos de segurança, para que se cuidassem, fossem trocados pelos dois alemães, não precisavam de muito para expressar o que sentiam e a preocupação que tinham um pelo outro, antes de se dirigirem para onde sabiam podiam ser necessários.

Foi com um aperto no peito que o moreno observou, assim que chegou, todo o caos que estava a estação, ou pelo menos o que fora uma. A noite que antes parecia tão divertida e bela se transformou no cenário de destruição e, que Deus fosse clemente, e não tivessem mortos, apesar que pedir isso era, talvez, uma perda de tempo. Mas foi o que ele fez, porque toda aquela imagem, o fogo, a figura retorcida do trem, faziam com que ele sentisse um nó se formar em sua garganta e medo do que poderiam encontrar se alastrar por seu corpo, assim como a dor. Os pés do rapaz, já se prontificando a mexer em direção a tudo aquilo, quando sentiu a mão de Bea em sem ombro, o impedindo de avançar, de modo completamente cego e tomado por emoções que iriam atrapalhar num momento como aquele, mesmo que fosse impossível controlar algo do tipo.

As palavras da amiga fizeram com que ele assentisse, suspirando de modo pesado, tomando controle de suas emoções que estavam desenfreadas com tudo aquilo que seus olhos encaravam com pesar. Alphonse era o tipo de soldado que se aproximava demais, sentia demais, pelo menos era isso que lhe falaram quando esteve no exército em Luxemburgo. Isso podia ser bom em alguns momentos, mas não naquele, onde sua maior arma era concentração que deveria ter o tempo todo. E fez isso, enquanto seguia a loira a sua frente, acompanhando seus passos. Iria ajudar os feridos que estivesse por ali, mas também se manteria atento a inglesa, decidido a cuidar dela, mesmo que soubesse que não havia necessidade, pois ela podia cuidar de si mesma. Contudo, era mais forte que ele manter a chefe, prima e amiga em segurança, pelo menos sua irmã estava em bem no hospital, pelo menos estava longe dali, o que já era muito se fosse considerar que se não fosse a gravidez, ela estaria junto dele e de Bea.

O ar ficou ainda mais pesado enquanto se embrenharam mais ainda naquele caos, chegando numa área que o rapaz reconheceu, ou pelo menos imaginou ser parte da estação. O alemão olhou em volta, notando o muro caído, o qual Bea seguiu em direção. — Cuidado onde pisa. — avisou um pouco atrás dela, enquanto olhava ao redor, a varinha em riste para qualquer caso, esperando qualquer coisa, prestando a atenção ao seu redor e na loira mais a frente. — Vou verificar o vagão. — avisou, já seguindo para perto, subindo em cima do vagão que havia tombado e destruído o muro. — Homenum Revelio. — disse com a voz firme apontando para o vagão, esperando que mesmo houvesse alguém preso ali, que conseguisse ajudar.


WITH: Anne Beatrice.
AÇÃO: Usando o feitiço Homenum Revelio para verificar se há pessoas dentro do vagão 1.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Mogno, 25cm, Garra de Quimera, Maleável

    Usou um Varinha de Mogno, 25cm, Garra de Quimera, Maleável.

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemInglaterra [#203543] por Anne Beatrice Mountbatten » 14 Jun 2020, 04:58

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Após conversar com seus amigos, verificar o que estes fariam e enviar uma mensagem para Cameron, relatando os ocorridos e algumas instruções para o vice-diretor, Bea não demorou a ver-se em meio ao caos do acidente ferroviário. Originária de um país repleto de linhas férreas, não era estranho à inglesa aquele tipo de acidente – recordava-se, em sua infância, de pelo menos dois ou três que haviam sido bastante significativos para seu país – contudo, ouvir relato e ver imagens em nada se comparava a estar presente em meio àquilo. As grandes carcaças retorcidas, as trilhas de destruição infindáveis, o céu noturno que parecia queimar junto a partes do trem. Apoiou a mão contra o ombro de Alphonse, parte para evitar que ele se deixasse levar em excesso por aquela visão dantesca, parte para apoiar-se, sentindo algo presente e vivo no meio daquela situação que mais parecia saída de um filme ou documentário.

– Não vamos ficar parados.
– sentenciou, não em uma ordem ou conselho, apenas uma constatação, a fim de tornar notável o que precisava ser feito e o que era melhor não ser feito. Caso se mantivessem parados começariam a prestar atenção, a pensar, a imaginar e a sentir. O último, sabia bem, fariam de um modo ou de outro, mas que o fizessem lidando com aquilo que era visível, palpável e real. Jogou a alça da bolsa na diagonal contra seu corpo e avançou sem um segundo olhar para o alemão ao seu lado, ciente de que este a acompanharia e que se não o fizesse, seria por uma boa causa, afinal, urgências não faltavam. Na expressão da altiva loira, uma firmeza e seriedade muito mais próxima de Anne Beatrice Mountbatten, diretora de Durmstrang, do que da princesa que sorrira e rira até minutos antes. Apesar deste detalhe, ainda assim, mantinha-se a segunda pessoa, apenas com um outro sentimento, distante da alegria e casualidade que por horas havia se permitido. Afinal, se havia algo que Bea compreendia, era o quão devastador, em mais de um sentido, um acidente podia ser, independentemente de seu tamanho.

Piscou por um momento mais longo, sentindo a garganta fechada, o que a fez dizer a si mesma que era devido ao ar pesado que a envolvia, e prosseguiu, embrenhando-se por espaços, até chegar em uma área que parecia ter sido um dia parte da estação. Observou o muro caído pela colisão, parcialmente sobre um dos vagões, com características típicas de locais que acumulavam passageiros, que jazia tombado. Não havia movimentação aparente e aquele detalhe fez a inglesa comprimir os lábios vermelhos, sentindo um pessimismo – ou talvez excesso de realidade – que, talvez em muitos anos antes, não seria capaz. Fitou Alphonse, buscando no moreno algum sinal do que ele pretendia fazer e indicando com um gesto o que ela faria. Os escombros jaziam sobre o trem em um ponto que, talvez, houvesse vítimas embaixo. Assim sendo, caminhou naquela direção, ouvindo o aviso de seu companheiro. Assentiu, ainda que com o cenho franzido e guardando aquilo para uma possível brincadeira no futuro.

– Tome cuidado.
– pediu, não apenas preocupada que Alphonse se machucasse naquela verificação, mas também com àquilo que ele poderia encontrar. Virou-se, tão logo chegou próximo da pilha de escombros, encarando por um momento os limites que conseguia distinguir e a situação do trem. Buscou recordar-se de como era aquele ponto na visita que fizera durante a abertura do local, erguendo a varinha com calma, sentindo a respiração pesada pelo ar desagradável. Fixou as íris verdes sobre o material que se acumulava no trem e, erguendo as mãos, deixou que a magia fluísse Muro Reparo! – entoou, girando o punho e mantendo a mente firme não com a intenção de reparar o local por completo, o que seria impossível dada a presença do trem, mas de retirar o que havia de cima do vagão, reorganizando-o para haver alguma estabilidade e proteção do fogo que, pela iluminação, parecia avançar alguns metros à frente.


Action: Vagão 1 – Remodelar o muro caído sobre o trem, retirando-o de cima do vagão.

Interaction: Alphonse Derek Friedrich;
Clothes: Alguma coisa assim, mas com a parte de baixo transformada em um par de calças.
Off: Pra compensar os 4k anteriores. .what

Feitiço: Reparo[dificuldade: 3];
Descrição: Usado para reparar e reconstruir qualquer objeto que tenha sido quebrado. Dificilmente consegue reparar objetos quebrados por magia. Deve preceder o nome do objeto ao feitiço antes de utilizar. Ex: Óculos Reparo;

Itens Utilizados:

  • Varinha de Freixo, 24cm, Garra de Quimera, Meio Dura

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemRomenia [#203555] por Nikolai Weylin » 14 Jun 2020, 12:53

  • 17 Pts.
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Atualização 1:
Segue as contas e os resultados dos cálculos para as ações, seguindo o modelo: D1 + Mod P. + Mod Int. + Habs + Habs – Fraqueza = >18

Para achar seu nome mais rápido, só dar Ctrl + F e digitar o nome do personagem ^^
Sim, o que está no spoiler é importante. Só está assim pra diminuir um pouco o tamanho da postagem.


Aminá Sanjō Olánrewájú – Ação: Fotografar o Acidente: FALHA!
14 + 1 + 1 – 1=15

Spoiler: Mostrar
A jovem fotografa claramente tinha talento, mas existem coisas que não dão certo. Ou talvez até funcionem de certa maneira mórbida. Fato é que apesar dos cliques, a grande maioria das fotos capturou apenas fumaça ou saíram incrivelmente borradas diante da iluminação pobre em contraste com o brilho quase cegante do fogo. Talvez um tripé a ajude, ou mesmo com o tempo – quando suas mãos pararem de tremer – as fotos saiam com maior qualidade.


Brooke Watkins – Ação: Combater foco de Incêndio 1: FALHA!
9 + 3 + 4 + 0= 16.

Spoiler: Mostrar
Apesar de sua capacidade e sabedoria, talvez o estresse da ocasião e o ‘medo do inesperado’, ou mesmo a visão repentina de seu pai tenham tirado um pouco da atenção da garota Watkins. De sua varinha, embora água tenha emergido, a potência da fonte fora fraca e quase miserável em comparação com o rugir enfuriado do fogo.


Haruno Kobayashi – Ação: Entrar no Vagão 6: SUCESSO!
6 + 3 + 4 + 5 + 4 – 1 + 1 – 1= 21

Spoiler: Mostrar
Quem sabe simplesmente sorte ou destino intercederam a seu favor nesta noite? Seja um ou outro, o fato é que sua necessidade de salvar vidas parecia ter sido escutada e – mais do que isso – atendida. Com certo ‘jeitinho’ você conseguiu deslocar uma das portas o suficiente para que esta se abrisse, dando de cara com o um corpo maciço e indiscutivelmente familiar de um Occamy que ocupava a maior parte daquele compartimento. Dentro do vagão você consegue ouvir o piar baixo da criatura, assim como a voz de um dos oficiais chamando pelo outro. Talvez tenha mais a ser feito neste local agora que conseguiu abri-lo.


Kylie Jones – Ação: Combater foco de Incêndio 2: FALHA CRÍTICA!
D1 >5

Spoiler: Mostrar
Talvez o álcool da festa tenha subido à sua cabeça, ou mesmo o fato de se ver envolvido em uma situação como esta era demais. O fato é que não só suas habilidades lhe falharam, como aparentemente pioraram a situação em que se encontravam. A água mau-direcionada parecia brilhar em uma quantidade absurda de cores enquanto escorria pelo chão. Para os atentos aquilo significava apenas uma coisa: havia óleo ali. Em uma ocasião normal isso apenas significaria uma multa do ministério do meio-ambiente por uma possível contaminação do lençol freático. Ali, no entanto, a coisa era muito mais séria. O fogo pareceu caminhar pela água e algumas fagulhas pareceram encontrar um bom destino no vagão de passageiros, criando um novo foco de incêndio e injetando mais fumaça no ar. É, Kylie, hoje aparentemente não é seu dia.


Kylie inalou bastante fumaça, com isso perde 1 ponto da soma como penalidade para a próxima rodada. Você deve incluir este fato na sua próxima postagem.
+1 Foco de Incêndio – Vagão 1


Richard Shrew – Ação: Entrar no Vagão do Restaurante: SUCESSO!
15 + 2 + 3 + 1 + 1 – 1= 21

Spoiler: Mostrar
Parecia que finalmente ser uma criatura morta-viva estivesse funcionando para alguma coisa. Talvez fosse seu nariz, capaz de captar qualquer meio cheiro que o houvesse ajudado, ou simplesmente sua maravilhosa capacidade de observação. Fosse o que fosse ele conseguiu encontrar aquela janela em especial. Dentro do vagão, o não-tão-jovem enfermeiro pode se deparar com um inferno em fumaça negra e fogo, o que explicava perfeitamente bem a claridade laranja e o calor que emanava das portas do vagão. A maior parte do problema parecia vir exclusivamente da COZINHA dentro do vagão, e parecia ser uma questão de tempo até que aquela parte do inferno se lançasse sob o restante do vagão.


Aiden Dewes – Ação: Quebrar uma janela e liberar a entrada para o vagão restaurante: SUCESSO!
18 + 2 + 2 + 1 + 1 – 1= 23

Spoiler: Mostrar
Saber ouvir e saber ver eram habilidades simples e, ao mesmo tempo, completamente importantes. Simplesmente ver e ouvir, também, não eram o bastante. Era necessário enxergar e saber escutar, e o jovem rapaz parecia conseguir fazer isso melhor do que outros. Ou talvez ele realmente se importasse em salvar não apenas às vidas no interior do vagão, como tinha intuito de poupar às dos envolvidos em salvá-las. O vidro se estilhaçou facilmente e em poucos golpes tudo que havia era a armação sem pontas para que heróis pudessem entrar e vidas pudessem sair de maneira segura.


Brian S. Henderson – Ação: Controlar o fogo em uma Cabine do Vagão 2: SUCESSO!
9 + 3 + 4 + 1 + 1 – 1 + 2= 19* Raciocínio + Alérgico não entraram na conta já que a fraqueza não foi citada ao longo da postagem.

Spoiler: Mostrar
O chiar do fogo se fez ouvir assim que a madeira fora atingida pela torrente de água, revelando um quarto desprovido de vida e, muito provavelmente, o que era alguém carbonizado sob um dos beliches da cabine. Era uma visão triste, obviamente, mas não era culpa do rapaz. Pelo menos um dos focos estava controlado e a fumaça diminuía um pouco dentro do vagão.


Dragos Grigore – Ação: Tentar controlar um foco de incêndio na Locomotiva: FALHA CRÍTICA!
D1 >5

Spoiler: Mostrar
Aparentemente a sorte também não andava de mãos dadas com o radialista e assim como Kylie antes dele, o feitiço só serviu para espalhar mais o óleo e as chamas em direção ao primeiro vagão, iniciando um segundo foco de incêndio. À essa altura, fumaça começava a escapar por entre as pedras da parede que caíra sobre parte do vagão. Para que melhorar se poderia ficar pior, não?

Dragos inalou bastante fumaça, com isso perde 1 ponto da soma como penalidade para a próxima rodada. Você deve incluir este fato na sua próxima postagem.
+1 Foco de Incêndio – Vagão 1


Jinhwan Hyong – Ação: Se proteger com Bulla Aeris: SUCESSO!
14 + 2 + 3 + 1 + 3 – 1= 22

Spoiler: Mostrar
Se salvar para salvar à outras vidas parecia algo óbvio, mas que curiosamente nem todos pensavam. Agora que não precisaria se preocupar com olhos ardendo e pulmões sofrendo pela fumaça, tudo seria mais simples. Poderia focar 100%, ou quase isso, da sua atenção aos feridos.


Jinhwan Hyong – Ação: Abrir o Vagão 2 com Reducto: SUCESSO!
16 + 2 + 3 + 2 -1= 22

Spoiler: Mostrar
Apesar da ansiedade, às escolhas Coreano pareciam funcionar com graciosidade quase divina. Assim, em um passe de mágica literal, uma das portas emperradas do vagão inclinado se reduziu ao pó. Embora a estrutura de aço tenha gemido ante a perda repentina de uma porção da sustentação, nada mais aconteceu. Com a abertura da porta a fumaça parecia sair em maior quantidade do veículo, permitindo que o ar trouxesse algum alívio para os que estavam presos em seu interior. Em compensação o fogo também ganhava mais combustível.


Andrej Wernfried – Ação: Se soltar do Occamy: SUCESSO!
16 + 3 + 4= 23

Spoiler: Mostrar
A enorme criatura pareceu querer se ajeitar por um momento, sentindo o corpo gelado do vampiro escorregar por entre suas escamas até que um baque leve se fizesse ouvir. Agora que estava solto, poderia pensar em uma maneira de alcançar o outro oficial, ou... talvez de fazer com que a majestosa criatura voltasse a caber em sua caixa.


Ares Hatzimichalis – Ação: Explodir a porta do Vagão 4 com um Bombarda: FALHA CRÍTICA!
D1 >5

Spoiler: Mostrar
Há quem diga que explodir coisas próximo de focos de incêndio não seja exatamente prudente, e talvez o sonserino fosse aprender isso da pior maneira possível. Talvez tenha sido a fumaça que o distraiu, ou ele simplesmente fosse péssimo em pontaria. O que importa é que a força da explosão fez com que a estrutura de metal rangesse e fagulhas de metal ganhassem o ar em sua direção. Se fosse qualquer vagão – fora o restaurante -, isso provavelmente não teria problema algum, mas aquele não era qualquer vagão. Em seu interior caixas e mais caixas de bebidas alcoólicas se encontravam. Fora o prejuízo causado a quem quer que esperasse essas bebidas, elas agiram como uma espécie de coquetel Molotov gigante.

Ares foi queimado pela proximidade à explosão, com isso perde 2 pontos da soma como penalidade para a próxima rodada. Você deve incluir este fato na sua próxima postagem.
+1 Foco de Incêndio – Vagão 4


Alphonse Derek Friedrich – Ação: Encontrar pessoas no Vagão 1: FALHA CRÍTICA!
D1>5

Spoiler: Mostrar
A intenção era boa, como se fosse de esperar. Mas, aparentemente, o feitiço não surtiu efeito... ou não havia ninguém vivo no primeiro vagão, o que era estranho considerando os gritos. Teria a varinha buscado na locomotiva ao invés e o maquinista sucumbido às labaredas e se tornado um com o carvão que alimentava a casa de máquinas? Talvez Alphonse não quisesse acreditar naquilo, ou talvez julgasse simplesmente estar muito afastado das chamas para que seu feitiço funcionasse. Fosse o que fosse, com a pequena aproximação a fumaça o pegou em cheio, invadindo-lhe os pulmões com crueldade e uma crise de tosse.

Alphonse inalou bastante fumaça, com isso perde 1 ponto da soma como penalidade para a próxima rodada. Você deve incluir este fato na sua próxima postagem.

Anne Beatrice Mountbatten – Ação: Restaurar o muro caído sob o trem: SUCESSO!
15 + 3 + 2= 20

Spoiler: Mostrar
A inglesa definitivamente não era diretora da instituição Russa à toa. Sua capacidade de agir com lógica, muito provavelmente, impediria que mais desastres continuassem neste momento. O muro voltou ao seu lugar, tirando do vagão de passageiros centenas de quilos e revelando uma passagem para o interior do mesmo, muito embora o laranja brilhante do fogo causado por Kylie e Dragos fosse visível. Talvez seja hora de esvaziar aquele o vagão o quanto antes.


ADENDO!:
A partir de agora realizaremos atualizações a cada 5 postagens gerais dentro do tópico. Assim as atualizações ficam mais rápidas, a postagem de atualizações fica menor e nenhum player fica preso.

Lembrando que enquanto houver coisas para se fazer em relação ao trem e os passageiros, a sua participação neste tópico poderá acontecer. Caso você não tenha tempo de aparecer AQUI, neste tópico em particular, não se desespere. Você poderá participar no HOSPITAL, entrando a qualquer momento.

E respondendo também à quem perguntou, é considerado Ação tudo aquilo que vai influenciar diretamente na trama, ou seja, se às portas do vagão estão emperradas, logo entrar no vagão ou abrir o vagão são consideradas ações, pois é necessário que você 'passe o desafio' da situação antes de conseguir fazer algo. Note que ao longo dessa rodada algumas portas foram abertas e isso foi adicionado no tópico abaixo que lista a situação atual. Agora que há uma entrada para estes vagões, você não precisa mais usar 'entrar' como uma ação, em vez disso pode simplesmente narrar a entrada como um sucesso e executar ações dentro do vagão, como apagar fogo, procurar pessoas, salvar pessoas e por aí vai.

EXTRA!
Já que deu treta por motivo muito besta, venho por meio deste dizer que sim. Vocês podem postar duas vezes seguidas, desde que os posts tenham ações DIFERENTES e o primeiro post seja um SUCESSO. Sim, perguntaram pra mim antes de postar assim. Sim eu deixei. Não, não há nenhuma regra NESTA TRAMA que impeça postagem seguida. Sim, eu sei o que o fórum diz. Sim, tô nem ai, pensem nisso como uma aula. Pelo amor de deus, deixa de tretar gente e não, não adianta irem em cima da Bia reclamar, a trama é MINHA. É só usar bom senso, e claramente se há sucesso não há a necessidade de esperarem a atualização pra seguir em frente. Se vocês tem duvidas PERGUNTEM antes de criticar. Por favor, somos adultos, é chato saber de terceiros que rolou mimimis. Sim, eu vou ficar sabendo.
Editado pela última vez por Nikolai Weylin em 14 Jun 2020, 15:17, em um total de 2 vezes.
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemLiechtenstein [#203556] por Mestre do TvH » 14 Jun 2020, 12:55

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Situação Atual:
Locomotiva
Em chamas!

Foco de Incêndio 1
Foco de Incêndio 2
Foco de Incêndio 3


Vagão 1 – Vagão de Passageiros
Tombado de lado com parte do muro esmagando parte deste. O muro foi reconstruído e não mais oferece perigo.
Portas e Janelas podem ser abertas
Há cerca de 50 pessoas em seu interior.
Foco de Incêndio 1: Causado por Kylie
Foco de Incêndio 2: Causado por Dragos


Vagão 2 – Vagão de Passageiros
Inclinado com portas emperradas que podem ser abertas uma das portas abertas, logo ‘entrar no vagão’ não é mais uma ação. A partir de agora podem entrar neste vagão e executarem qualquer outra ação em seu interior.
Há cerca de 47 pessoas em seu interior.
As últimas duas cabines do vagão estão sendo acometidas pelo fogo e há moderada quantidade de fumaça em seu interior
Uma cabine ainda pega foto, a quantidade de fumaça diminuiu bastante.


Vagão 3 – Vagão de Restaurante
Aiden abriu uma passagem, logo ‘entrar no vagão’ não é mais uma ação. A partir de agora podem entrar neste vagão e executarem qualquer outra ação em seu interior.
Uma fumaça negra está escapando pelas janelas quebradas e as portas se encontram aquecidas e uma claridade laranja está escapando debaixo destas. O cheiro de gás está evidentemente vindo deste vagão.
Não se sabe quantas pessoas estão em seu interior, mas podem se escutar gritos.


Vagão 4 e 5 – Vagões de Carga
Algumas portas e paredes destes vagões estão danificadas.
Não se sabe quantas pessoas estão nestes vagões.
Foco de Incêndio no vagão 4


Vagão 6,– Vagões de Transporte
Agora Aberto, é possível ver o corpo massivo de um Occamy ocupando a maior parte da entrada e do interior do vagão.
Não há fogo no interior deste vagão.
Uma criatura estranha, de corpo peludo, parece ter sido vista saindo deste vagão... mas a mesma desaparecera pela noite quase que imediatamente depois.
Há dois oficiais do Depto. De Controle de Criaturas Mágicas presentes no interior do veículo.


Vagão 7 e 8 – Vagões de Transporte
Recomenda-se não se aproximar destes vagões até a chegada do departamento de Controle de Criaturas Mágicas.
As paredes de alguns estão inteiramente destruídas com traços de explosão e arranhaduras.
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Postado Por: Gii.


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