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Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemIrlanda [#203566] por Nuala Ajiha » 14 Jun 2020, 14:14

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    Na festa ainda...

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    “Sério que ela podia entrar e sair quando quiser e ainda tirar sarro de mim”? - De certo modo ela tinha razão sobre nosso assunto. – Até logo. –Dera um enorme sorriso ainda sentindo a provocação da loira que parecia estar mais descontraída. –Phel... – Voltara para meu noivo. – Então... Desculpa –Assumia que ali não era o momento certo para falar algo tão sério. – Lili tem razão, falaremos disso depois, mas é isso que me incomodava. – Dera um pequeno sorriso sabendo que de alguma forma ele me entendia. Com um selinho o gradecia. – Vamos... – Levantava e segurava uma de suas mãos. – Estou com desejo de comer. –Piscava para my princess rindo e sabendo que não estava grávida, mas adorava me divertir com tal hipótese.

    Enquanto caminhávamos para a mesa de comidas, algo estranho aconteceu: um pedido de socorro. Meus pés pararam e minhas costas buscaram apoio de Phel. Tão rapidamente todos começaram a se mover, éramos acionados, meu peito doía em deixar Phelipe, que agora o encarava com aquele olhar: “preciso salvar o mundo, você entende”? Embora soubesse que ele ficaria puto com aquilo, sentia que precisava. Era minha folga, nossa folga, mas o que poderíamos fazer se tínhamos um juramento de salvar vidas? – “Prometo que quando nos casarmos ficarei longe dos hospitais, exceto para ser professora de novos salvadores de vida, mas viverei em função dos nossos filhos, pois é assim que me vejo feliz”. De coração, era o que o transmitia naquele momento slow motion de muita movimentação dos convidados e dos demais funcionários.

    Alguns já começavam a sumir, outros corriam atrás de se mobilizarem, ao longe Lilith também desaparecia... Não poderia ficar. Embora meu amor estivesse ali, não poderia deixar de fazer o que sou destinada. – Phel... – Virara completamente para encará-lo segurando firme a sua mão que ainda estava entrelaçada à minha. – Não me olha assim... – Acariciara a lateral da face do ruivo. – A heroína precisa salvar o mundo. – O sentia de longe. – Prometo que tomarei cuidado. –Estragaria o vestido total né?– É bom você ir embora, vá para casa e não demore muito, tá?– Dizia em tom doce e gentil tentando contornar seu mau humor. – Eu te amo. –O beijara rapidamente ouvindo-o à contra gosto sendo quase que obrigado a aceitar tal situação. Accio mochila Nuala.– Pegara a varinha e apontara em direção à parte mais profunda do hospital. Dentro da mochila tinha também jaleco e um kit de primeiros socorros que sempre deixava abastecido e pronto. – Não demora não porque isso aqui vai virar uma piscina de sangue! – Sabia o quanto ele odiava sangue. A mochila chegava voando após uns minutos e logo pegava o jaleco colocando sobre o vestido e fechando-o, logo em seguida partindo.



    -----------------

    No local de acidente:

    -----------------



    Com um pouco de magia, retirara o excesso da barra do vestido deixando-o menor e mais tranquilo de movimentar para não ter risco algum, fechara o jaleco por cima e com a mochila e a varinha já prontas, seguira em direção aos vagões. A cena lembrava outros momentos em que participara, mas ainda assim, eram vidas que estavam ali e não dava para entrar em um transe clarividente e sair imaginando o que aconteceria a seguir por justamente não ter tempo. As chamas e os demais que estavam socorrendo, diziam claramente naquela cena que não dava tempo para brincar de ver o futuro, pois deveríamos prestar atenção no presente momento.

    “Só precisamos tomar cuidado com o oxigênio para evitar mais explosões”– Pensava aproximando do segundo vagão do trem e vendo o medibruxo que não era da minha época do TvH e o enfermeiro Brian, fora alguns outros tentando aprofundar ao lugar. Intuitivamente aproximara de Brian enquanto com a varinha conjurava: - Bulla Aeris – Para impedir que fosse sufocada pela fumaça e adentrar ao vagão. Não dava tempo de certas apresentações, só dava tempo de nos unirmos.


Ação: usar Bulla Aeris para se proteger da fumaça.
No vagão 2 junto com os demais que estão lá
post 1

Feitiço: Accio[dificuldade: 7];
Descrição: Faz com que qualquer objeto convocado pelo feitiço chegue às mãos daquele que o realizou. Caso o objeto esteja fora do campo de visão do bruxo, é necessário falar o nome do objeto a ser convocado depois da palavra Accio, se estiver dentro, apenas o nome do feitiço basta.
Feitiço: Bulla Aeris[dificuldade: 10];
Descrição: Feitiço Cabeça de Bolha. Este feitiço cria uma bolha em torno da cabeça do alvo para que assim ele possa respirar embaixo d'água.
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemTaiwan [#203567] por Kris Chen » 14 Jun 2020, 14:18

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01. Don't surrender 不再投降

Alguns dias, sua intuição dizia que nada daria certo. Que algo estava predestinado a dar errado. Ainda sim, como alguém que tendia a ter episódios intensos de seu pessimismo ou de lembranças sobre sua condição de lobisomem, evitava se preocupar e se forçava a levantar, a seguir seu trabalho como sempre.

Kris podia ser um adulto, mas seus comportamentos algumas vezes lembravam os de uma criança inocente. Talvez por isso mesmo se tornasse a vítima perfeita para as provocações de seu colega de trabalho e amigo vampiro, Andrej. Mesmo que resmungasse e choramingasse, o jovem lupino acabava realmente gostando do outro. Era uma amizade estranha, claro, mas era sincera. A última coisa que Andrej havia aprontado com ele era apresentá-lo dois aplicativos para seu celular, dizendo que eles eram ótimos para fazer amigos, mas em um deles apenas via fotos indecentes a ponto de quase quebrar o celular dado pelo ministério ao jogá-lo longe.

Sempre que era algo relacionado às tecnologias, Kris era um novato e o mais velho parecia se aproveitar para ver suas reações constrangidas. Quando ouviu seu nome sendo chamado, o jovem tímido garoto praticamente sentiu um arrepio ao olhar mais assustado para Andrej. O que ele aprontaria daquela vez? Fotos indecentes no celular ou alguma brincadeira estranha sobre sexo? Foi só quando o mais velho literalmente veio acima dele que soltou um longo suspiro em desistência, olhando para a tela do celular do amigo.

Um... teste? — ergueu um pouco o olhar mais confuso, ouvindo a explicação do vampiro com uma expressão de quem realmente parecia curioso para entender como funcionava aquele tipo de coisa. Quer dizer... Kris sabia que era um vampiro e nada mudaria aquilo. — Está bem, eu... posso tentar. E as pessoas realmente tentam descobrir qual tipo de miojo elas são...? — era ridículo que estivesse torcendo para ser o de sabor galinha, não era? —Nem ficavam quando eu era humano... Pra vampiros fica? Ou é tipo aquelas coisas que quando você fica piscando várias vezes fica uma luz estranha acompanhando seu olhar quando você desvia ele? — fez uma pequena careta enquanto tendia entender o que aquilo poderia ter a ver. Não achava que aquilo era exatamente por se focar, mas parecia estranho.

Kris estava realmente atento quando ouviu um som estranho, encolhendo-se um pouco pelo susto. Em poucos segundos, antes que pudesse ter qualquer tipo de reação, sentiu seu corpo ser jogado diante de uma grande catástrofe, fazendo-o perder a consciência por alguns instantes após uma batida com a cabeça em um dos bancos. Um barulho insuportável atingia seus ouvidos, causando ainda mais dor e desconforto enquanto tentava abrir os olhos, sentindo o corpo tremer um pouco mais. Piscou algumas vezes antes de conseguir se reacostumar com a luz, ouvindo o chamado do vampiro.

Grunhiu baixinho ao invés de conseguir responder de fato. Levou com cuidado a mão para a própria cabeça, sentindo o sangue molhado anunciar um ferimento no local. Se perguntava se fosse um humano comum, se aquilo o mataria.

Estou vivo... — choramingou baixinho com dor para tentar responder às ameaças do vampiro. A preocupação de Andrej era realmente doce e o fazia ter mais forças para se forçar a responder. — Andrej, você... e-está machucado? Está bem? — tentou mover a cabeça um pouco mais para procurá-lo, vendo a situação do outro com o occamy. Tentou levantar-se, sentindo uma de suas pernas não responder-lhe tão bem, ardendo com os cortes e uma dor que indicava que, no mínimo, havia torcido o pé. Cerrou um pouco os dentes, segurando-se nos bancos para conseguir chegar mais perto do amigo.

C-calma, não se mexe tanto, ele vai assustar... e-está tudo bem. — pediu para o vampiro, tentando colocar a mão com cuidado no occamy, num carinho sutil. Sabia que era uma criatura extremamente perigosa e seu estado físico estava, no mínimo, calamitoso, com sangue e ferimentos por toda a parte. Estava tonto, mas não podia deixar que a criatura mágica acabasse machucando Andrej mais ainda. — Está tudo bem, Spaghetti. Está seguro agora. Nós estamos aqui com você. Eu... ai. — apertou um pouco mais os olhos ao reclamar baixinho, preferindo sentar-se já que seu corpo não parecia ter forças para continuar forçando-se a ficar de pé.

Respirou fundo, tentando acalmar o próprio corpo e diminuir os tremores que continuavam intensos. Estava assustado. Muito mais do que gostaria de admitir ou demonstrar. Quantas pessoas e criaturas não estavam machucadas? Seu peito apertava e apenas conseguia encolher-se um pouco, segurando firme nas laterais do banco.

Kris Chen é uma das vítimas do acidente e está com ferimentos graves. Mesmo que não esteja correndo riscos de morte (resistência lupina, grazadeus), sofreu uma pancada na cabeça, tendo cortes profundos com sangramentos em um dos braços por estilhaços de vidro e seu pé está torcido.
Ação: tentar acalmar o occamy.
Local: Vagão 6.
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Kris Chen
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemInglaterra [#203570] por Richard Shrew » 14 Jun 2020, 14:49

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III. We don't have to smile

Entrar não era a parte mais difícil e sim encontrar uma forma de sair dali com pacientes feridos sem machucá-los mais, pelos espaços disponíveis dentro do restaurante. Mesmo que houvesse um cheiro insuportável ali dentro, o que mais o preocupava era que aquela porcaria explodisse de uma só vez. A fumaça, o gás e o fogo estavam todos trabalhando contra o resgate daquelas pessoas. Um vidro se quebrou ao seu lado e imediatamente soube que havia mais alguém ali. Notou o jovem estagiário com o canto dos olhos, mas continuou a focar sua atenção nas vítimas.

Dewes, essa merda de cheiro vem da cozinha. Ache o foco do gás ou apague o incêndio, o que conseguir fazer mais rápido. Eu vou tirar algumas pessoas daqui. — avisou-o. Entre algumas pessoas, uma garota com tanto sangue sendo derramado que duvidava que fosse ter alguma chance de resistir mesmo que a retirasse do local, havia alguns casos que poderia priorizar. Uma menina com uma fratura exposta, mas sem indicações ou cheiro de hemorragias mais intensas por seu corpo. Pegou-a com mais cuidado no colo para evitar qualquer perfuração de órgãos, aumentando o tom de sua voz para deixar em alto e bom tom o que precisava dizer, ficando próximo à saída por onde voltaria para o lado de fora. — Muito bem... OS QUE ESTIVEREM EM CONDIÇÃO DE SE MOVER, SIGAM A MINHA VOZ. TOMEM CUIDADO ONDE PISAM, DEIXEM AS MALAS E QUALQUER BAGAGEM QUE TIVEREM PARA TRÁS, EVITEM RESPIRAR A FUMAÇA E SIGAM ATÉ AS JANELAS QUEBRADAS, SEM PÂNICO. NÃO TENTEM ARRASTAR QUEM ESTÁ CAÍDO SE NÃO TIVEREM TREINAMENTO DE RESGATE, OU PODEM CAUSAR PERFURAÇÕES GRAVES. SE SAIRMOS DE MANEIRA COORDENADA, TEREMOS MAIS CHANCES DE SALVAR QUEM ESTÁ INCONSCIENTE OU FERIDO. SE ALGUÉM DESOBEDECER O QUE EU ACABEI DE FALAR, EU NÃO VOU HESITAR EM COLOCÁ-LOS NO FIM DA ORDEM DE PRIORIDADE DE QUALQUER TRATAMENTO QUE FOR NECESSÁRIO, ENTÃO NÃO SEJA UM TREMENDO FILHO DA **** SE NÃO QUEREM QUE EU SEJA UM. — seu aviso serviria tanto para instruí-los como para que sua voz se fizesse ouvida e a localização de sua voz pudesse ajudá-los a seguir até ali, compreender onde estava. Era uma situação de caos e Richard sabia bem como qualquer engraçadinho querendo se aproveitar do momento para salvar seus objetos acima de outras vidas poderia realmente atrapalhar tudo. Mesmo boas intenções poderiam causar calamidades maiores.

Iniciou o resgate pela jovem humana em seus braços, focando-se em ajudar também a retirar o máximo de vítimas conscientes possíveis até as ambulâncias antes de retornar para o vagão em busca de novas vítimas, com os máximos devidos cuidados para não causar hemorragias internas ao invés de agravar os casos. Se Aiden falhasse, era bom que o máximo de pessoas estivesse longe da área de risco... ou que o vampiro retornasse logo para tirar o garoto dali e achar uma forma de parar o gás ele mesmo.

Off: A reza é braba, mas tá difícil.
Ação: No Vagão do Restaurante, tentando resgatar o povo para levá-los até a ambulância. (Oi, Moon!)
Música:We don't have to dance
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Richard Shrew
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemCoreia do Sul [#203585] por Jinhwan Hyong » 14 Jun 2020, 17:46

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A sensação intensa da magia correndo pelo corpo, avançando em direção à varinha e, então, cruzando a noite em direção à porta emperrada, apenas não foi maior que o alívio que Jin-Hwan sentiu ao ver seu alvo sumir frente a seus olhos em meio a uma nuvem de poeira. Sentiu a expressão abrir-se com o ranger da estrutura e o receio erguer-se junto da respiração, julgando ter feito uma grande besteira, esquecido algum fator fundamental, deixado de ver algum detalhe importante e acabado de piorar o que já estava péssimo. Nada aconteceu. Respirou fundo para acalmar seus batimentos e tirar a mente das possibilidades para trazê-la de volta ao presente, apegando-se à sensação engraçada causada pela bolha que protegia seu rosto e ao pequeno sucesso alcançado. Mesmo oscilante, precisava estar firme e seus pensamentos, mais do que nunca, precisariam estar ali, consigo, não perdidos em meio a um mar de dúvidas e pensamentos que em nada seriam úteis.

Respirou profundamente e, firmando as mãos ao redor da alça do kit que carregava e da varinha, sem mais, avançou. Lançou um olhar para o resto do vagão e, dali, prestes a entrar na carcaça metálica, pode ver melhor o fogo ao fundo do vagão com uma silhueta muito distante daquele foco e uma outra pessoa aproximando-se. Dada a penumbra, não conseguia identificar quem era, mas tampouco importou-se. Não era importante. Lançou um breve olhar nos arredores, a fim de ter certeza que nenhuma criatura se encontrava à espreita, e excetuando-se algumas pessoas próximas do vagão seguinte, não havia nada de extremo. Passou pela porta com agilidade, firmando-se no local inclinado e sentindo a estrutura mover-se de leve em um indicativo de sua instabilidade. Seu olhar percorreu o ambiente, franzindo o cenho, intrigado. Tinha certeza de que alguém tentara abrir a porta pelo lado de dentro, sem sucesso, de modo que julgara que a encontraria ali, mas...

– Alguém...? –
disse erguendo a voz, enquanto buscava no kit uma lanterna mágica, comum ao conjunto, visto que para emergências as varinhas sempre ficavam ocupadas com algo além de apenas um “lumus”. Tão logo a luz fantasmagórica se fez, segurando-a na mesma mão do kit, avançou o máximo de rapidez que podia, sentindo o ambiente, retorcido e repleto de destroços de vidro, madeira, metal e objetos de origens diversas, tremer e ranger de um modo que muito recordava o medibruxo das descrições de livros de suspense e terror que lera ao longo de sua vida. Um paralelo não dos mais tranquilizadores, diga-se de passagem. Engoliu em seco e, alcançando com custo sua máscara profissional, prosseguiu com certa urgência, em especial devido ao fogo que se erguia do lado oposto do qual se encontrava, forçando e abrindo cabines para averiguar a situação geral de quem encontrava, quão feridos estavam e, com um nó na garganta, as eventuais casualidades.


__Action: Vagão 02 – Iniciar os resgastes (verificar a situação das pessoas ali dentro para fazer triagem).

__Off: Quem escreve post consegue escrever perguntas, então… “Quem tem boca vai à Roma” ou “Quem tem boca vaia Roma”? Até hoje não sei. .UA


Itens Utilizados:

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    Usou um Varinha de Sorveira, 28cm, Pelo de Unicórnio, Razoávelmente Elástica.


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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemAustralia [#203609] por Kylie Jones » 14 Jun 2020, 21:23

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Havia momentos em que alguém estava plenamente confiante de estar sendo uma grande ajuda e de repente, a merda se espalhava como se fosse jogada no ventilador. Como diria, sem saber de quem era a autoria original daquela frase e tomava os créditos para si naquele momento: de boas intenções, o inferno estava cheio.

Kylie levou as mãos até os próprios cabelos, com uma expressão bem mais desesperada do que antes ao notar a merda que havia feito ao jogar água por cima do óleo. Tinha a **** de um vazamento enorme vindo da locomotiva e agora, por sua culpa, o incêndio estava se espalhando muito mais rápido, causando muito mais problemas para a equipe de resgate. Era sua culpa. Se qualquer pessoa não pudesse ser resgatada a tempo daquele incêndio ou algo acontecesse mais rápido do que deveria, era sua culpa.

Tomar no... o que foi que eu fiz?! — grunhiu com ódio de si mesmo. Aquilo não era nada, nada bom. Precisava haver alguma forma de remediar aquilo rápido. Muito rápido, por Mélusine... — Deusa, pelo seu amor, por todos os anos dedicados a você e às energias da água, me dá uma luz que eu sou burro que nem uma porta. — fechou os olhos por alguns segundos, torcendo para que ao menos alguma ideia surgisse em sua cabeça agora que a merda já estava feita. Havia um feitiço... um contra inimigos flamejantes e que poderia congelar a água que ele próprio havia criado, talvez atrasando o fogo a se espalhar por alguns segundos a mais. — Glacius.

Seu coração estava apertado e o medo de não conseguir resgatar aquelas pessoas o fazia querer conseguir sacrificar a si mesmo se preciso caso aquele último recurso não desse certo. Se a deusa ao menos pudesse ouvir suas preces e reforçar aquele feitiço para que conseguisse conter o fogo, talvez parar um dos focos, e dar mais tempo aos bravos guerreiros que continuavam a lutar para resgatar as pessoas em perigo, seria ainda mais grato a sua deusa protetora.

Ação: Tentar apagar o foco de incêndio 1 causado por ele próprio :v
Feitiço: Glacius[dano: 10]; [dificuldade: 8];
Descrição: Magia congelante, utilizada contra inimigos flamejantes. Também serve para criar trilhas de gelo em superfícies aquáticas, congelar fontes e transformar poças d'água em cubos. É capaz de congelar alvos que estejam abundantemente molhados, paralisando-os por uma rodada.
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemAlemanha [#203622] por Aiden Dewes » 15 Jun 2020, 03:18

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[ WITH NO ONE WEARING THEIR REAL FACE ]
IT'S A WHITEOUT OF EMOTION AND I'VE ONLY GOT
· my brittle bones to break the fall ·



    Dentre tantos sons distintos, o que mais lhe agradou ao ser notado fora justamente o de vidro estilhaçando; não daqueles que se partiam com o calor do fogo, mas sim o que acertara com precisão, munido de um pedaço de ferro que era muito melhor que seu antigo bastão de batedor. Bons tempos aqueles em que tinha uma maneira de extravasar sua constante raiva em algo que, consequentemente, lhe rendeu certa notoriedade, ainda mais por conseguir ocupar o posto de capitão do time de quadribol da Sonserina nos últimos dois anos. Não que atualmente as pessoas realmente se lembrem do jovem alemão por isso... Ou por qualquer outra coisa de bom que tenha feito porque, se colocarmos na balança seus feitos, penderíamos muito mais para o lado em que não era o preferido de alguém pelos problemas que causou para algumas pessoas. É de se questionar, de fato, como atualmente o garoto Dewes ocupa um “cargo” de denominada importância como é o caso dos monitores e, também, a atual posição de residente no Theophrastus, recém adquirida com algum esforço e dedicação por parte do moreno.

    Qualquer um que tenha trabalhado com Aiden ao lado pode afirmar, com toda certeza, que o rapaz não anda com uma expressão simpática no rosto, tampouco tenha mudado sua postura desde o primeiro dia que colocara os pés naquele lugar. No entanto, ainda que exista um lado extremamente difícil de lidar com ele, há quem tenha percebido seus momentos descontraídos com uma ponta de alegria em seu olhar, mesmo que o resto de sua face permaneça congelada em uma expressão popularmente conhecida como ‘cara de poucos amigos’. Quando se trata de seu trabalho, se assim pudermos chamar, existe uma pequena variação na habitual ‘cara’ do garoto; beirando o insensível, diria. É necessário compreender que essas coisas exteriores não significam absolutamente nada, pois estas ‘caras’ escondem tantas coisas quanto qualquer outro poderia conseguir entender. Inclusive a enorme satisfação por ter obtido êxito em seu primeiro movimento.

    Aiden afastou o corpo da estrutura de metal, segurando a barra de ferro na altura dos olhos com ambas mãos, empurrando com a extremidade do objeto as poucas pontas que permaneceram na moldura. Olhando para o lado, percebeu que a intensidade daquela fumaça negra poderia ter aumentado nos poucos segundos que levara para abrir uma única janela. O tempo não estava a favor dos que ainda chegavam para ajudar no local, o risco ao qual todos se expunham àquela altura poderia ser em vão se não agissem com cautela e precisão. Largando o instrumento agora inútil no chão, o garoto apoiou uma das mãos contra o vagão e a outra segurou firme na parte baixa da entrada completamente liberada. Observou atentamente a parte da estrutura que deveria estar ligada aos trilhos, um pouco enterrada no chão, procurando por um ponto onde pudesse apoiar os pés e fazer seu caminho para dentro. ― Não pode ser tão difícil quanto pular um muro ― ponderou consigo mesmo, apoiando as duas mãos na moldura vazia enquanto colocava o pé direito sobre uma parte acessível do chassi daquele vagão.

    Impulsionando o corpo para cima e para a frente, encontrou sem muita dificuldade o tampo de uma mesa onde, por pouco, não acertou a cabeça quando caiu do lado de dentro, praticamente recepcionado por um confortável banco pré-aquecido e com cheiro de coisa defumada. Tão logo se colocou de pé, algo que não havia notado antes se fez presente em um de seus sentidos: o forte cheiro de gás que parecia tomar conta de ambiente. Questionou-se silenciosamente sobre o motivo de aquele lugar ainda não ter ido pelos ares como é de se esperar em um encontro pavoroso como o de fogo e combustível. Sequer precisou dizer qualquer coisa quando ouviu as palavras de um homem ao seu lado, aquela voz ligeiramente familiar lhe direcionando para agir antes que o pior acontecesse. ― Als erledigt betrachten¹ ― disparou tais palavras com segurança, reconhecendo logo a voz do enfermeiro Shrew que começava a orientar as pessoas que estavam mais à frente no vagão, se perguntando de onde ele havia surgido. Aiden andava com o corpo um pouco curvado, evitando ficar muito perto da nuvem escura que parecia não se dissipar.

    Foram poucos passos que o fizeram chegar perto da porta de onde parecia emanar toda a fumaça que ocupava o lugar, mesmo com janelas parcialmente abertas ela ainda parecia querer ficar. Com os olhos começando a arder, ainda teve tempo de dar orientações a outras duas pessoas e indicar a direção pela qual deveriam ir, com cuidado, já que uma delas parecia estar com a perna machucada. Odiava não poder ajudar da maneira que fora treinado, primeiros socorros, atendimento pré-hospitalar e afins, mas estava ali para fazer o que fosse necessário para salvar vidas e o mais importante, além de se manter vivo, seria garantir tempo suficiente para tirar as pessoas dali. Repassando mentalmente a extensa lista de feitiços que aprendera nos últimos sete anos (sim, temos um repetente), fechou os olhos ao se concentrar enquanto a mão esquerda retirava a varinha do coldre no outro braço. Susteve sua arma como a uma espada, mirando na direção da porta que estava a curtos passos de distância.

    Precisava criar uma barreira que impedisse o gás e a fumaça de continuarem a avançar para aquele vagão e, ainda que nada de útil lhe viesse a mente, arriscaria a coisa mais idiota que pudesse pensar, a primeira proteção que cruzasse seus pensamentos no instante que abrisse os olhos. ― Tem que ser muito idiota pra fazer isso ― pensou em voz alta, lembrando das inúmeras vezes que ouvira aquelas mesmas palavras do melhor amigo. Silenciosamente contou até três, as pálpebras se separando em uma espécie de câmera lenta quando abriu os lábios ao soltar um pesado suspiro. Firmenum bradou sem pensar duas vezes, novamente sentindo o maxilar tensionado; os olhos estavam tão fixados contra a superfície da porta que seria capaz de arrancá-la apenas com um olhar.


Vagão Restaurante
Ação: Usar o feitiço para criar uma barreira entre a porta da cozinha e o resto do vagão. a barreira desse feitiço seria na parede toda, não só na porta


[ with? richard shrew ]
[ music? by poets of the fall, war ]
[ when? primeiro domingo de setembro ]
[ 3 out of ? ]
Feitiço: Firmenum[dificuldade: 15];
Descrição: Feitiço que invoca grossos muros ao redor do executor ou do alvo. A barreira possui 20 PV.
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Aiden Dewes
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemRomenia [#203665] por Nikolai Weylin » 15 Jun 2020, 20:31

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Atualização 2:
Segue as contas e os resultados dos cálculos para as ações, seguindo o modelo: D1 + Mod P. + Mod Int. + Habs + Habs – Fraqueza = >18

Para achar seu nome mais rápido, só dar Ctrl + F e digitar o nome do personagem ^^
Sim, o que está no spoiler é importante. Só está assim pra diminuir um pouco o tamanho da postagem.

Nuala Ajiha– Ação: Se proteger com Bulla Aeris - SUCESSO!
14 + 3 + 11 + 1 + 1 – 1=30

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O bom-senso parecia se espalhar pelos jovens médicos, afinal de contas, não seria possível salvar vidas se a própria estivesse em risco. Assim a fumaça não seria mais do que um inconveniente visual e a Enfermeira Ajiha poderia simplesmente focar todos os seus esforços em cuidar de quem realmente precisava ser cuidado.


Kris Chen – Ação: Acalmar o Occamy – SUCESSO!
16+4+2+2+2-1= 25

Spoiler: Mostrar
A enorme criatura tremeu brevemente, o corpo se agitando um pouco no espaço pequeno, relaxando lentamente, o suficiente para que os oficiais conseguissem se mover com um pouco mais de espaço. Apesar da dor, Kris realmente parecia ter jeito com essas feras.


Richard Shrew – Ação: Resgatar as pessoas no Vagão Restaurante – FALHA CRÍTICA!
D1>5

Spoiler: Mostrar
A intenção foi boa. Chamar na direção de sua voz às pessoas que se encontravam desnorteadas e perdidas em meio ao caos de fumaça e fogo que era o vagão restaurante, mas o pânico... bem, o pânico faria com que o egoísmo e a necessidade de sobreviver de cada pessoa falasse mais alto do que o bem estar do grupo e assim eles, movidos à mais visceral necessidade de salvarem a própria pele correram em direção ao vampiro. Ignoraram completamente qualquer coisa em seu caminho, inclusive o enfermeiro e qualquer outra pessoa que caíra pelo caminho, pisoteando-os como uma manada sem rumo.

Richard foi derrubado pela enxurrada de pessoas que se acotovelavam tentando sair do vagão, com isso perde 1 ponto da soma como penalidade para a próxima rodada. Você deve incluir este fato na sua próxima postagem.
+ Fratura de Costela - Moon

Jinhwan Hyong – Ação: Iniciar os Regates do Vagão 2 – SUCESSO!
12+2+3+1+1-1=18

Spoiler: Mostrar
O silêncio pareceu responder o rapaz de imediato. Era como se o mundo, se recusasse a falar, ou simplesmente estivesse pausado... até o bater frenético em uma das cabines se fizesse ouvir. – Aqui! Por favor! Eu ‘tô preso! – A voz que se fazia ouvir era jovem, repleta de desespero. – A beliche fechou e eu não... consigo sair! E a minha amiga n-não me responde... eu acho que ela bateu a cabeça!

Garoto 1: 14 Anos, preso no chão debaixo de uma das beliches, perna visivelmente quebrada, porém sem sensibilidade.
Garota 1: 16 Anos, desacordada no meio da cabine.

Kylie Jones – Ação: Controlar o Foco de Incêndio 1 Vagão 1 – FALHA!
14+1+1+1+2-1=18-1 (Penalidade)= 17

Spoiler: Mostrar
Parecia um ótimo momento para a redenção do rapaz. Talvez agora sua presença seria melhor do que ‘simplesmente trazer novos problemas’. A Deusa, ou qualquer outra força divina, no entanto tinham outros planos. Dessa vez Kylie não causou um novo incêndio, mas seu feitiço também não funcionara como esperado. Talvez ele devesse repensar usar gelo contra fogo.


Aiden Dewes – Ação: ‘Selar’ a Cozinha do restante do Vagão – SUCESSO!
19+2+2+1-1=23

Spoiler: Mostrar
O jovem Dewes parecia realmente mostrar à que veio. Por pouco, ou talvez por sorte, o mesmo não fora arrastado pelo estouro da manada que saíra do vagão com as palavras do vampiro, o que não o impediu de separar do restante do vagão a cozinha. Por um lado, a ideia era boa, dava a eles um pouco mais de tempo para trabalhar. Por outro, aquilo era quase que literalmente uma bomba relógio de gás se acumulando lentamente.


Situação Atual:
Locomotiva
Em chamas!

Foco de Incêndio 1
Foco de Incêndio 2
Foco de Incêndio 3


Vagão 1 – Vagão de Passageiros
Tombado de lado com parte do muro esmagando parte deste. O muro foi reconstruído e não mais oferece perigo.
Portas e Janelas podem ser abertas
Há cerca de 50 pessoas em seu interior.
Foco de Incêndio 1: Causado por Kylie
Foco de Incêndio 2: Causado por Dragos


Vagão 2 – Vagão de Passageiros
Inclinado com portas emperradas que podem ser abertas uma das portas abertas, logo ‘entrar no vagão’ não é mais uma ação. A partir de agora podem entrar neste vagão e executarem qualquer outra ação em seu interior.
10 Pessoas conseguiram sair do Vagão.
Ainda há cerca de 37 pessoas em seu interior.
As últimas duas cabines do vagão estão sendo acometidas pelo fogo e há moderada quantidade de fumaça em seu interior
Uma cabine ainda pega foto, a quantidade de fumaça diminuiu bastante.


Vagão 3 – Vagão de Restaurante
Aiden abriu uma passagem, logo ‘entrar no vagão’ não é mais uma ação. A partir de agora podem entrar neste vagão e executarem qualquer outra ação em seu interior.
Uma fumaça negra está escapando pelas janelas quebradas e as portas se encontram aquecidas e uma claridade laranja está escapando debaixo destas.
O cheiro de gás está evidentemente vindo deste vagão. Agora que a cozinha fora ‘selada’ o cheiro de gás parece ter diminuído drasticamente.
Cerca de 15 passageiros correram para fora do vagão, pisoteando tudo em seu caminho.
Moon ganhou uma fratura de costela.


Vagão 4 e 5 – Vagões de Carga
Algumas portas e paredes destes vagões estão danificadas.
Não se sabe quantas pessoas estão nestes vagões.
Foco de Incêndio no vagão 4


Vagão 6,– Vagões de Transporte
Agora Aberto, é possível ver o corpo massivo de um Occamy ocupando a maior parte da entrada e do interior do vagão.
Não há fogo no interior deste vagão.
Uma criatura estranha, de corpo peludo, parece ter sido vista saindo deste vagão... mas a mesma desaparecera pela noite quase que imediatamente depois.
Há dois oficiais do Depto. De Controle de Criaturas Mágicas presentes no interior do veículo.


Vagão 7 e 8 – Vagões de Transporte
Recomenda-se não se aproximar destes vagões até a chegada do departamento de Controle de Criaturas Mágicas.
As paredes de alguns estão inteiramente destruídas com traços de explosão e arranhaduras.
Editado pela última vez por Nikolai Weylin em 15 Jun 2020, 20:32, em um total de 1 vez.
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemCoreia do Sul [#203770] por Jinhwan Hyong » 17 Jun 2020, 04:06

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Cada pessoa que se mostrava bem o suficiente para colocar-se de pé e, com cuidado, deixar o vagão, era um peso a menos na alma de Jin-Hwan. Considerando a catástrofe e o realismo frio que os anos haviam lhe ensinado, tinha esperado pelo pior; tinha mantido em mente que resgataria corpos, inertes, no máximo em condições o suficiente para que pudessem receber o adeus devido de suas famílias e nada além. Deste modo, por mais que tentasse evitar, ver bruxos se erguendo, ainda que em tão pouca quantia, era melhor que o nada que inicialmente imaginara. Era uma esperança que, ao mesmo tempo em que era satisfatória, o coreano sabia ser como uma droga a um viciado: quando acabasse, o efeito rebote seria torturante.

Assim sendo, por um momento, mesmo em meio ao movimento e à urgência, tentou acalmar a pequena animação ansiosa que se erguia e trazer de volta a calma e o controle. Ergueu a voz novamente, recebendo como resposta o silêncio, a visão da fumaça ainda branda entre as ferragens e destroços, além da claridade das chamas concentradas mais ao fundo. Pensou em seguir naquela direção e, assim, extinguir aquele foco potencialmente danoso, quando escutou um baque e um eco baixo. Parou onde estava, apurando os ouvidos e avançando com cuidado, aproximando-se de uma cabine onde logo as palavras antes indistintas ganharam melhor definição e se desenvolveram em um pedido de ajuda, vindo do que parecia ser um adolescente.

O coreano avançou, abrindo a porta e encontrando uma jovem caída, desacordada, um beliche despencado e, sob aquele peso, um garoto. Fitou ao rosto desesperado, sentindo um nó em sua garganta e uma aceleração em seus batimentos que o fizeram optar por nada dizer e concentrar-se em avaliar a situação. Verificou o móvel, a garota e o adolescente, engolindo em seco ante a escolha e, após conferir se aquele objeto em específico não segurava ou interferia em nada naquele cômodo e que pouca ou nenhuma diferença faria no balanço do vagão, respirou fundo, guardou a lanterna mágica no bolso, depositou o kit ao seu lado ao agachar próximo do garoto e ergueu o punho.

Wingardium Leviosa!
enunciou com o máximo de firmeza que sua situação permitia, girando a varinha, enquanto tentava afastar as possibilidades e se focava em aplicar magia o suficiente para erguer aquele objeto e puxar o garoto consciente, a fim de livrá-lo daquela prisão involuntária.


__Action: Vagão 02 – Erguer a beliche para livrar o garoto.

__Off: Post cada vez mais zoado? Cada vez mais zoado. Porém ‘bora lá.

Feitiço: Wingardium Leviosa[dificuldade: 1];
Descrição: Faz objetos levitarem. Feitiço bem simples ensinado no primeiro ano, é mais fácil de fazer quanto mais leve for o objeto.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Sorveira, 28cm, Pelo de Unicórnio, Razoávelmente Elástica

    Usou um Varinha de Sorveira, 28cm, Pelo de Unicórnio, Razoávelmente Elástica.


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Postado Por: Meriu.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemEscocia [#203860] por Valentina Rutherford » 18 Jun 2020, 16:55

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    Os passos eram dados de forma sincronizada. Uma dança suave, sob uma melodia romântica que fazia com que Valentina estivesse em outro lugar, em outra época. Recordou-se de quando estava enamorada de Moses e dos momentos em que eles saíam para jantar. Jantares românticos, envolvidos em inúmeras cantadas e juras de amor. Fazia alguns anos desde que aproveitou situações como aquela pela última vez e, apesar disso, não se arrependia. Casamentos eram como obrigações e ela sabia que sempre um lado sacrificava algo. Não se incomodava de ser ela a fazê-lo. Infelizmente, ou não, seu momento mágico foi interrompido com uma série de acontecimentos inusitados. Separou-se de seu esposo no instante em que Nikolai subia ao palco e citava algumas palavras de modo sério. Seu olhar se estreitou ao ouvir a palavra “acidente”. Encarou Moses de imediato, aproximando-se de seu ouvido, ao sussurrar.

    É uma pena que nossa noite tenha se encerrado tão rápido, meu amor. Temo que seja melhor você ir para casa, pelo visto não sei quando encerrarei meu expediente.

    Beijou os lábios do marido suavemente, sorrindo para seu pedido de cuidado. Mais cuidado do que ela tinha em seu dia a dia era impossível. Para sua sorte, seu vestido não era tão apertado quanto as demais convidadas, mas os saltos poderiam atrapalhar seu caminhar. Ignorou aquele fato enquanto já caminhava pela rua, recebendo ar gélido em sua face. O jaleco escondia grande parte de seu vestido e as sapatilhas, que substituíram seus saltos, davam-lhe maior mobilidade. Porém, nada se comparava a cena que presenciou na estação de trem.

    Vagões tombados, paredes históricas destruídas, incêndios, fumaça, gritos. Tudo se mesclava a uma cena de filme de terror, mas era real. Mais real do que ela poderia imaginar. Valentina era medibruxa, mas não sabia estar preparada para aquilo. Fazia anos desde sua formação e ela não era focada em emergência, muito pelo contrário, lidava com concentração, calmaria, atenção e, um pouco de conhecimento. Maestria em poções não era nada comparada àquela realidade. E, no entanto, as pessoas não permaneceram paradas, nem poderiam. Havia vidas em risco e ela, como medibruxa, faria sua parte.

    Sua atenção foi direcionada para um dos vagões mais atrás. Muitos medibruxos e civis se dividiam nos três primeiros vagões, mas Valentina sabia que quanto maior a área de trabalho, mais rapidamente conseguiriam conter o caos. Sabia que havia pessoas feridas dentro daqueles quadrados de ferro, mas tinha que conter os focos de incêndio, afinal, a fumaça poderia deixar a situação de muitas daquelas vítimas cada vez mais crítica. Seguiu a passos rápidos para aquela direção, percebendo que uma dupla de adolescentes também estava ali próximo. Seu olhar se arregalou ao perceber que o rapaz, que parecia mais velho, fez uma escolha errada, fazendo com que seu feitiço errasse a porta e aumentasse ainda mais as chamas já contidas ali.

    CUIDADO!

    Gritou tardiamente. O rapaz foi jogado com o impacto, porém, não era somente ele que estava em perigo. Os gritos advindos de dentro do vagão pareciam cada vez mais desesperados. Sua mente trabalhou em uma velocidade que não estava mais acostumada, mas por ser uma eterna corvina, já sabia exatamente o que fazer.

    Você! Cuide dele e fique longe das chamas! Vou tentar contê-las. – Sua voz era autoritária, mas necessária. Aqueles adolescentes eram filhos de alguém, e se fossem seus, ela ia querê-los em segurança. Deixou seu material no chão ao seu lado, enquanto apontava a varinha para as chamas cada vez maiores, que se alimentavam do metal e do que quer mais que estivesse ali. – Aqua Eructo!


Ação: tentar extinguir as chamas do vagão 4.


Notas: Bom, antes tarde que nunca.
Interação: Moses Rutherford.
Citados: Ares e Afrodite Hatzimichalis [não entendi se a Afrodite está ou não no local, se não, ignorem -q]
Feitiço: Aqua Eructo[dano: -15]; [dificuldade: 11];
Descrição: Feitiço capaz de produzir um jato e/ou barreira d'água. Sua intensidade varia de acordo com o nível do bruxo. Utilizado geralmente para apagar incêndios, assim como deslocar objetos, atacar ou defender-se de criaturas.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Acácia, 30cm, Cabelo de Vella, Rígida

    Usou um Varinha de Acácia, 30cm, Cabelo de Vella, Rígida.

Valentina Rutherford
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Postado Por: Niza.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemRomenia [#204018] por Nikolai Weylin » 20 Jun 2020, 18:39

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Come, come, fly into my palm
And collapse
Oh oh, suppose you'll never know

Nobody knows where they might end up
Nobody knows

Parte II


Caos.

Apesar de não ser um fã da calmaria, aquele tipo de situação fazia com que meu coração se acelerasse de maneira não exatamente cômoda. Talvez antes, no auge da juventude, eu teria aproveitado mais a sensação de adrenalina percorrendo o corpo, mas não ali. Não agora. Talvez neste momento eu tivesse muito a perder, o que era uma variante inteiramente nova considerando meu passado. Nunca precisei me preocupar com alguém de mim, e mesmo assim podemos concordar que eu não sou alguém dotado de muito carinho em relação a mim mesmo. Hideki mesmo sabia muito bem desse fato, eu mesmo...

Enfim. Agora eu não era a única coisa com que tinha que me preocupar. Havia, é claro, o japonês... os meninos, Nessie, Will (de uma maneira ou de outra) e, agora, todo um hospital. Tinha o peso de milhares de vidas que passavam pelos halls do velho Teofrasto anualmente, estas sempre buscando um futuro que – muitas vezes – temiam não ter. Mais do que isso, eu assumia agora um papel importante para o meu povo, depois de todo o sofrimento pelo qual muitos de minha espécie enfrentaram. Ter um médico ‘lobo’ era uma coisa, tê-lo como diretor de tal instituição...

Isso, de certo modo, não tinha preço. Em compensação era um trabalho que exigia que pisasse em ovos. Todo e qualquer movimento que faria estaria sendo observado, e eu sabia disso. Era tão certo quanto o subir do sol todas as manhas, mesmo quando oculto por nuvens. O astro sempre estaria lá, assim como sempre estariam os abutres que aguardavam, espreitando, para me bicar os olhos no primeiro deslize que cometesse. E com razão, por assim dizer. Era por minha causa que realmente tínhamos agora um centro de tratamento dentro do hospital e, bem, se a segurança falhasse...

O calor me saudou, assim como a fumaça, os gritos, as sirenes dos bombeiros e as ordens bradadas a torto e a direito. –TvH, tomem cuidado! Não precisamos de mais feridos além dos do trem! – Adverti. Era uma situação complicada, e um descuido qualquer poderia fazer com que... Não. Sequer conseguia pensar sobre isso, era algo sinistro demais. Avancei em direção ao segundo vagão, esperando conseguir apagar aquele ultimo foco de incêndio, assim que estivesse pronto pra isso. Respirei fundo, avançando naquela direção, apontando a varinha para o próprio rosto. – Bulla Aeris.


Narrador, -Falas- e doces "Pensamentos" .
Tagged: -
Interagindo com: Hideki Osamu, Staff, Lummus, Presentes.
Notas: Sim, a música é a entrada de Grey's. Brace yourselves.
Nik Veste: Isso.
Feitiço: Bulla Aeris[dificuldade: 10];
Descrição: Feitiço Cabeça de Bolha. Este feitiço cria uma bolha em torno da cabeça do alvo para que assim ele possa respirar embaixo d'água.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Salgueiro, 29cm, Pena de Fênix, Elástica

    Usou um Varinha de Salgueiro, 29cm, Pena de Fênix, Elástica.

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