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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemGrecia [#204084] por Ares Hatzimichalis » 22 Jun 2020, 10:27

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Ares nunca teve problemas com visões de sangue ou pessoas feridas. Não teria se inscrito como residente do hospital se tivesse ou não ajudaria seu irmão mais velho com os cadáveres do necrotério. Se bem que pessoas mortas eram bem diferentes do que vivos, no quesito que costumavam ser menos chatos e barulhentos, embora não fossem cobaias tão efetivas para testar certas coisas e poções. Mas aquilo não importava agora não é? Por que aquilo não era um teste e sim o formato escracho da pura imbecilidade e fragilidade dos seres identificados como humanos (nos quais Ares também se incluía - ou será que o lado Lobo era capaz de excluí-lo já que poderia ser classificado como uma aberraçao ou criatura humanoide pela diferença de DNA? -, não que isso entre em discussão agora). De qualquer forma, em sua convicção, sua falta de empatia quase natural em relação a outras criaturas e visão objetiva e de certa forma fria e sem sentimentos das coisas, era uma característica um tanto quanto fundamental, principalmente para lidar com desastres como aqueles.

Sentimentos nublavam a visão, a sensação de pena fazia a todos recuarem e dificultavam a atividade dos neurônios, muito mais efetivos quando concentrados apenas em um ponto. Era como trabalhar com bonecos perante a uma criança. Ela não iria vacilar se estivesse a costurar uma boneca de pano por exemplo, ao contrário do que faria com um mini Hámster com opunha ferimentos. Iria machuca-lo? Seria seu primeiro pensamento. E se ele morresse? Seus dedos tremeriam novamente em meio aos nos de uma sutura e então a própria falha viria por si mesmo, considerando-se que a técnica fosse igualmente conhecida de dois modos.

Mas se era assim, então por que aquilo aconteceu? Por que, quando muito bem feito, seu feitiço resvalou no metal, causando uma explosão sem tamanho envolvendo garrafa em em chamas e o atingindo de forma que o fez recuar, com um corte no braço esquerdo pelo metal e um resquício de chamas em seu cabelo, o queimando até que fosse apagado. Por que aquilo lhe sucedera se fora tão preciso em tudo aquilo. Algo havia lhe distraído ou será que fora o idiota em sua cabeça tão disposto a lhe irritar que lhe fizera falhar? Resignado com a derrota, o garoto grego mordeu os lábios, apertando a palma na varinha, enquanto uma Desconhecida entrava em sua frente para tomar conta das chamas.

O que ele havia feito de errado para falhar? Onde tropeçara? Se questionava diversas vezes por cerca de um minuto, já que, apesar de não ligar que alguém tivesse machucado ali, se importava com sua falha. E como não estava fazendo muitas coisas úteis, embora sua intenção de ajudar não fosse das mais legítimas. -Eu estou bem. - Falou para a figura feminina ao seu lado de maneira inexpressiva se erguendo, ainda com o braço doendo, enquanto observava sua “salvadora”. E, sem dizer mais nada, ele desobedeceu, se aproximando e também apontando a varinha para as chamas. -Aguamenti - O acaso de uma possível maldição de Zeus não seria sua derrota.

Acao Desobedecer Valentina Rutherford e ajudá-la com as chamas do vagão 4
Feitiço: Aguamenti[dificuldade: 3];
Descrição: Feitiço que conjura uma fonte ou jato d'água da varinha de quem o lança.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Espinheiro, 30cm, Corda de Coração de Dragão, Flexível

    Usou um Varinha de Espinheiro, 30cm, Corda de Coração de Dragão, Flexível.

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Ares Hatzimichalis
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemFranca [#204161] por Justice Jacobs » 23 Jun 2020, 17:07

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      Recomeçar. Desde que você se foi, essa vem sendo a palavra regente em minha vida, todos os dias repito para mim mesma que será diferente, que aquele será o dia da reconvenção e que não mais te verei em meus sonhos... Tal qual o morcego de Augusto dos Anjos, contudo, “Meia-noite. Ao meu quarto me recolho. Meu Deus! E este morcego! E, agora, vede: Na bruta ardência orgânica da sede, morde-me a goela ígneo e escaldante molho” e você parecia sempre estar lá, rondando meus pensamentos, tomando conta de meu ser, esgueirando-se em meio a escuridão e penetrando minha pele, preenchendo-me com o veneno que um dia chamei de amor.

      O suor percorria minha pele extremamente alva, avermelhada pelas sensações que ainda faziam meu corpo inteiro pulsar em uma mistura de saudade e desejos, em verdade, ele gritava, implorava, aquilo que minha boca e mente se negavam a admitir, não depois de tudo o que você me fez! O que fazer quando seu coração se recusa a seguir sua mente? Dar motivos para que o cérebro sobreponha o coração e, nossa, como eu tenho tentado! Os primeiros anos talvez tenham sido os mais difíceis, procurava por ti em todos os lugares: rostos desconhecidos, expressões conhecidas, músicas entoadas, camas amarrotadas... Essa última, claro, teve uma grande influência da Candice, até mesmo porque nem em meio ao caos, conseguia permitir que minha pele (que um dia foi tão tua) fosse violada novamente por pessoas que desconhecem o amor verdadeiro.

      O trabalho, o estudo e a dedicação vieram como soluções perfeitamente imperfeitas, afinal, como não lembrar de te a cada palavra lida, a cada solução encontrada? O cansaço, contudo, era positivo, até mesmo o fato de sempre acordar suada como estou agora, pareciam uma vantagem, já que apenas alguns minutos depois o bipe começou a disparar loucamente, despertando-me de meus devaneios enquanto trocava um rápido olhar com os demais presentes na mesa... Uma festa! Supostamente um momento de descontração, nossos pacientes, contudo, não pareciam concordar com tal ato e, bom, não poderia deixar de agradecer, afinal, festas não se encontravam no rol de atividades que costumava apreciar, mesmo antes de você.

      Quando se trabalha em um Hospital, não se pensa, a palavra de ordem é: Agir, exatamente como fazia nesse momento, sentindo meu corpo inclinar-se levemente para frente na intenção de impor mais ritmo a corrida que me levaria a uma das ambulância que nos levaria ao local do acidente, ainda não tínhamos maiores detalhes, mas tendo em vista a movimentação: seria grande! O desespero não compartilhado pelo inesperado domina minha mente e, mais uma vez, o morcego-você voltava a minha mente, com o seu sorriso convencido e palavras duras, quase sem querer, pego-me sorrindo também, afinal, esse era mais um desafio que me lançavas... Ou pelo menos era isso que minha mente lúdica agarrava-se em.

      Caos... A única palavra possível para descrever o ambiente no qual me deparei no momento em que desci do carro, talvez aquele fosse o grande ócio do ofício, cercar-me daquilo que dominava meu ser, irônico, não? Já que você costumava dizer que era “vibes” demais para esse mundo? No final, você tinha mesmo razão, a minha “vibe” vibrava em outra frequência, uma que talvez jamais conhecesse. Um milésimo de segundo e mil pensamentos, seguro o ar em meus pulmões por alguns segundos, convencendo-me que aquele era o momento de agir, deixar-se levar apenas pelo instinto, facilmente ativado ao ter minhas narinas invadidas pelo odor pútrido de morte e fogo.

      A lua, tão bela e única, sob a qual juramos tantas vezes nosso amor, a mesma que agora representava a maior ameaça, assim como suas palavras falsas. Com os olhos, começo a buscar as pessoas que apresentavam sinais de nervosismo, especial aquelas que se encontravam em agonia extrema, claros sinais de uma possível transformação, ao mesmo tempo, movimento minhas mãos, pegando a poção acônito, também conhecida como Mata-Lobo, por sorte, havia um bom estoque, já que eles estavam sendo transportados justamente com essa intenção. Em movimentos tão rápidos que nem ao menos sabia possuir, pelo menos não quando se tratava da terra e não dos mares onde nos afogamos em amor tantas vezes.

      O “lobo”, contudo, não tinha as formas comuns, quanto mais me aproximava, mais sentia o meu coração disparar contra o meu peito, exatamente como você costumava fazer, a sensação, no entanto, era outra... Não havia um leve vibrar, precedido do emocionar eterno do vislumbre absolto de seu amor eterno... Em seu lugar, havia temor, porque não medo, aquilo era bom, não? Mostrava-me que apesar de tudo, ainda havia o desejo pela vida, quem sabe até mesmo a ânsia não pronunciada por viver novamente, o desejo pelo pulsar eterno de um coração apaixonado... Ainda que por uma última vez! Minha respiração ficou presa em minha garganta ao perceber a beleza caótica do Occamy que se encontrava perfeitamente bem encaixado, ocupando todo o espaço disponível.

      Algumas imagens, meio falhas, do professor de Criaturas Mágicas veio a minha mente... Occamy era uma criaturinha extremamente fofa e leal, porém, quando ameaçada ela se esticava de modo a ocupar todo o espaço presente... Travei no meio do caminho, pensando se minha presença seria mais importante ali, ou nos vagões anteriores, tudo estava um caos e haviam muitas pessoas gritando, com sinais de ferimentos. Inspirei, profundamente, voltando a correr na direção do segundo vagão, sentindo uma lágrima escorrer pelo canto de meus olhos, pensando em abandonar a pobre criatura, felizmente, alguém chegou antes, dois membros do Departamento de Controle de Criaturas Mágicas já estavam ali.

      Volto a inspirar, sentindo meu pulmão se expandir em meu peito como o Occamy o fazia no interior do vagão... Correndo, quase planando, tamanha pressa, em direção ao segundo vagão, onde a fumaça, embora não mais tão intensa, parecia tomar conta do local. Inspiro, profundamente, colocando uma máscara antes de adentrar o local, aproximando-me da pessoa ferida mais próxima. - Eu se.... -. Não precisava ser nenhum gênio para compreender a dor e o medo estampados nas feições desesperadas. - Vai ficar tudo bem, apenas relaxe -. Minhas palavras, firmes e calmas, como havia aprendido a ser com o tempo, deixam meus lábios enquanto fazia uma rápida análise dos ferimentos começando a tratar os mais graves.
      .

Ação: Vagão 2: Cuidar dos ferimentos mais graves de uma pessoa
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemRussia [#204265] por Natasha Velius » 25 Jun 2020, 07:47

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Noções de passado
Parte II


Natasha se preocupava muito com algumas coisas e pessoas específicas e para ela chegar a se preocupar com uma pessoa, era porque essa era realmente importante para ela. Dito isso, não era como se odiasse o namorado da madrinha de seus filhos. Só tinha mais dificuldade de confiar, ainda mais considerando o histórico da mulher em questão. Mas Matteo… Parecia melhor que o último cara, podia dizer isso. De qualquer forma, se esforçava para ser agradável na medida do possível, ainda que mantivesse seu jeito sério de sempre. Ela não era conhecida pelo seu jeito doce, principalmente em eventos sociais. O resto da noite foi se seguindo de forma calma, Aimée parecia ser muito requisitada pelas pessoas em tudo quanto é canto, então Natasha tratou de se sentar em uma das mesas com seu marido.

Estava tudo bem, até que o universo pareceu decidir que as coisas tinham de dar errado. Não querendo ser muito pessimista, mas sempre que as coisas estavam indo muito bem, vinha algo para fazer tudo dar errado. Se levantou, prestando atenção nos detalhes que eram ditos por Nikolai. Um trem… Próximo a estação de Vaduz. Pegou o celular para olhar o horário. Oh, não… Poderia ser o trem… - Eu preciso ajudar. - Disse ao Blaike. - Esse trem… É importante. Eu acho. Eu preciso ir mesmo. - E não hesitou em seguir a equipe A. Poderiam ter criaturas inocentes sofrendo naquele momento e precisava ajudar. Enquanto se dirigia ao local, tentava contactar Andrej, um de seus oficiais que estava no trem. Sem resposta, como esperado. Precisava ver como estava a cena antes de ligar para pedir reforço para os outros oficiais.

Assim que chegou ao local do acidente, observou aquele caos e teve mais do que certeza absoluta de que se tratava de seu trem. Enquanto observava a cena, pegou o celular e ligou para o primeiro contato da agenda que não estava na cena. Uma das oficiais de registro. - Kiara? Oi, é na Natasha. Houve um acidente com o trem que trazia os animais que iriam para os nossos cuidados. Avise ao Hatori e aos outros da equipe, quero o máximo possível de ajuda por aqui. Está uma confusão, os animais escaparam. Faça isso rápido. - E desligou sem dar muita chance para a garota dizer alguma coisa. Logo após isso, foi surpreendida com a presença do chefe do departamento de criaturas mágicas do Japão. Ele aparentava ser um homem sério e confiável. - Sim, tenho oficiais à caminho. - Ou esperava que tivesse. - Na operação de hoje temos... Três erumpetes jovens, que provavelmente não estão mais aqui a julgar pelas pegadas e pessoas pisoteadas, alguns Occamys, Pufosos, Pelucios, alguns Bezerros Apaixonados, um casal de Semivisos… - Lembrando de cabeça, não conseguia precisar exatamente quantos de cada tinha, apenas o casal e os três maiores estavam mais frescos em sua mente. Gostava da forma que o homem que estava falando com ela pensava. - Acho uma boa ideia.- Assim que chegaram mais perto dos vagões, concordaram que uma separação para cobrir mais espaço era o melhor. - Vou verificar o vagão sete. Boa sorte. - Torcia para que os animais estivessem bem, tentou entrar no vagão.


Ação:entrar no vagão 7
With: Blaike B.; Kiara F.; Haruno K.
Notes: Ta Uma bosta? Tá, mas tá uma bosta postada.
Natasha veste
Liberando a equipe de oficiais a chegarem mais para ajudar.
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemEscocia [#204266] por Maisie Sinclair » 25 Jun 2020, 08:23

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Back to the hospital.
Capítulo Dois


Eventos sociais eram meio chatinhos, não eram? Pelo menos algumas pessoas interessantes tinham se juntado à mesa que a escocesa se encontrava de forma que a situação não era tão ruim assim. Conseguia manter um bom papo com eles e se manter entretida para o tempo passar mais rápido. Não sabe exatamente quanto tempo se passou até que a situação pareceu mudar. O que antes era um cenário calmo e de festa, se transformou em uma emergência que os fez reabrir o hospital de imediato. Maisie levantou na hora, já seguindo em seu lugar na equipe A. Não ficaria longe da ação, precisava ajudar como pudesse no local do acidente. Ainda mais que via alguns dos seus colegas de cargo indo para a equipe B. Não sabia bem o que esperar do local do acidente, só saberia quando chegasse ao destino.

Chegando ao local, Maisie ficou um pouco mais impressionada do que deveria com a situação. Em seus anos de TVH, nunca tinha ido de fato para o meio de um acidente, só lidava com vítimas acidentadas mesmo. Era uma experiência nova essa, mas tinha confiança para tentar ajudar no que fosse possível. Ou quase isso. Correu ao primeiro vagão, verificando a situação mais de perto para pensar no que fazer. Queria muito agir depressa para ter uma situação melhor para os passageiros. Tinha fogo ali, mas também tinha gente presa. Será que abrir uma janela para tentar tirar as pessoas seria algo ruim? Era nesses momentos que dava um pouco de vontade de correr de volta para o hospital porque era um ambiente mais controlado, por assim dizer. Com menos riscos. Mas não. Tinha de ser corajosa e pensar muito bem para não fazer nenhuma merda. Apesar de seu coração bater forte de vontade de abrir alguma passagem para tentar liberar as vítimas, o medo de que isso causasse alguma espécie de explosão era real, então decidiu por tentar combater o foco do incêndio inicialmente. Iria conseguir? Não sabia bem afirmar que sim, mas tentaria. Estava munida com sua varinha que antes estava bem posicionada em um coldre em sua perna. Apontou para um dos focos de incêndio, tentando se concentrar. - Aqua Eructo - Lançou o feitiço na esperança que apagasse aquilo. Era uma boa esperança, queria muito que desse certo.


Ação: tentar acabar com um foco de incêndio no vagão 1
Feitiço: Aqua Eructo[dano: -15]; [dificuldade: 11];
Descrição: Feitiço capaz de produzir um jato e/ou barreira d'água. Sua intensidade varia de acordo com o nível do bruxo. Utilizado geralmente para apagar incêndios, assim como deslocar objetos, atacar ou defender-se de criaturas.
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemLiechtenstein [#204267] por Mestre do TvH » 25 Jun 2020, 10:16

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Atualização 3:
Segue as contas e os resultados dos cálculos para as ações, seguindo o modelo: D1 + Mod P. + Mod Int. + Habs + Habs – Fraqueza = >18

Para achar seu nome mais rápido, só dar Ctrl + F e digitar o nome do personagem ^^
Sim, o que está no spoiler é importante. Só está assim pra diminuir um pouco o tamanho da postagem.


Jinhwan Hyong – Ação: Vagão 02 – Erguer a beliche para livrar o garoto: SUCESSO!
18 + 2 + 3 + 1 + 0 – 1 = 23

Spoiler: Mostrar
Sua tentativa de salvar o garoto que pedia por ajuda e se encontrava debaixo da beliche tinha sido bem sucedido, mas ele parecia mais preocupado com sua amiga agora que se via livre do peso. - Minha amiga… Você pode ajudar ela? - Pediu, quase desesperado. Mas antes que o medibruxo pudesse tomar qualquer ação sobre isso, o desespero do garoto pareceu aumentar sobre a própria situação. - Não sinto minha perna. Me ajuda!


Garoto 1: 14 Anos, preso no chão debaixo de uma das beliches, perna visivelmente quebrada, porém sem sensibilidade.
Garota 1: 16 Anos, desacordada no meio da cabine.

Valentina Rutherford – Ação: Tentar extinguir as chamas do vagão 4: SUCESSO!
7 + 3 + 5 + 5 + 1 - 1 = 20.

Spoiler: Mostrar
A medibruxa parecia estar controlando bem a situação, seu feitiço bem executado foi o suficiente para acabar com o foco de incêndio que existia no vagão.


Nikolai Weylin – Ação: Se proteger com Bulla Aeris: SUCESSO!
18 + 1 + 2 = 21

Spoiler: Mostrar
O bom-senso parecia se espalhar pelos jovens médicos, afinal de contas, não seria possível salvar vidas se a própria estivesse em risco. Assim a fumaça não seria mais do que um inconveniente visual e o diretor técnico poderia simplesmente focar todos os seus esforços em cuidar de quem realmente precisava ser cuidado.


Ares Hatzimichalis – Ação: Ajudar Valentina com o foco de no vagão 4: SUCESSO!
12 + 4 + 2 + 3 = 21* Raciocínio + Transtorno Dissociativo de identidade não entraram na conta já que a fraqueza não foi citada ao longo da postagem

Spoiler: Mostrar
Ainda que a medibruxa tivesse instruído o residente a ficar longe das chamas, ele ajudou ela a controlar o foco do incêndio com sucesso.


Justice Jacobs – Ação: Cuidar dos ferimentos mais graves de uma pessoa: SUCESSO!
6 + 4 + 3 + 3 + 0 – 1 + 1+ 3 - 1 +1 + 0 - 1 = 18

Spoiler: Mostrar
A jovem medibruxa entrou no vagão determinada a ajudar, com o caminho desimpedido, ela se aproximou de um homem desacordado em um dos cantos do trem. Em uma primeira análise, podia ver um ferimento sangrando em sua cabeça.


Homem 1: 29 Anos, desacordado em um dos cantos de uma cabine. Corte na parte superior do crânio.


Natasha Velius – Ação: Entrar no vagão 7: SUCESSO!
14 + 5 + 3 = 21

Spoiler: Mostrar
Com alguma dificuldade, a russa conseguiu abrir a porta do vagão sete, onde encontrou alguns bezerros apaixonados parecendo assustados correndo de um lado a outro do vagão. Quando a porta foi aberta, pôde ver várias gaiolas de animais menores bem reviradas, sem dar para ver o estado dos animais dentro delas.



Maisie Sinclair – Ação: Tentar acabar com um foco de incêndio no vagão 1: FALHA CRÍTICA!
D1 >5

Spoiler: Mostrar
Seja pelo nervosismo da estreia em um acidente ou pelo fato de ter bebido um pouco na festa, a jovem medibruxa só conseguiu piorar o incêndio que já parecia ruim no vagão um, criando um terceiro foco por conta do óleo que ela não tinha visto que já estava espalhado pelo local.


Maisie inalou bastante fumaça, com isso perde 1 ponto da soma como penalidade para a próxima rodada. Você deve incluir este fato na sua próxima postagem.
+1 Foco de Incêndio – Vagão 1



Situação Atual:
Locomotiva
Em chamas!

Foco de Incêndio 1
Foco de Incêndio 2
Foco de Incêndio 3


Vagão 1 – Vagão de Passageiros
Tombado de lado com parte do muro esmagando parte deste. O muro foi reconstruído e não mais oferece perigo.
Portas e Janelas podem ser abertas
Há cerca de 50 pessoas em seu interior.
Foco de Incêndio 1: Causado por Kylie
Foco de Incêndio 2: Causado por Dragos
Foco de Incêndio 3: Causado por Maisie


Vagão 2 – Vagão de Passageiros
Inclinado com portas emperradas que podem ser abertas uma das portas abertas, logo ‘entrar no vagão’ não é mais uma ação. A partir de agora podem entrar neste vagão e executarem qualquer outra ação em seu interior.
10 Pessoas conseguiram sair do Vagão.
Ainda há cerca de 37 pessoas em seu interior.
As últimas duas cabines do vagão estão sendo acometidas pelo fogo e há moderada quantidade de fumaça em seu interior
Uma cabine ainda pega fogo, a quantidade de fumaça diminuiu bastante.


Vagão 3 – Vagão de Restaurante
Aiden abriu uma passagem, logo ‘entrar no vagão’ não é mais uma ação. A partir de agora podem entrar neste vagão e executarem qualquer outra ação em seu interior.
Uma fumaça negra está escapando pelas janelas quebradas e as portas se encontram aquecidas e uma claridade laranja está escapando debaixo destas.
O cheiro de gás está evidentemente vindo deste vagão. Agora que a cozinha fora ‘selada’ o cheiro de gás parece ter diminuído drasticamente.
Cerca de 15 passageiros correram para fora do vagão, pisoteando tudo em seu caminho.
Moon ganhou uma fratura de costela.


Vagão 4 – Vagão de Carga
Algumas portas e paredes destes vagões estão danificadas.
Não se sabe quantas pessoas estão nesses vagões. Há cerca de 7 pessoas nesse vagão. Pôde-se ouvir um grito de socorro vindo de algum lugar não visível entre as cargas.
Foco de Incêndio no vagão 4 O incêndio foi apagado no vagão 4


Vagão 5 – Vagão de Carga
Algumas portas e paredes destes vagões estão danificadas.
Não se sabe quantas pessoas estão nesses vagões.


Vagão 6,– Vagões de Transporte
Agora Aberto, é possível ver o corpo massivo de um Occamy ocupando a maior parte da entrada e do interior do vagão.
Não há fogo no interior deste vagão.
Uma criatura estranha, de corpo peludo, parece ter sido vista saindo deste vagão... mas a mesma desaparecera pela noite quase que imediatamente depois.
Há dois oficiais do Depto. De Controle de Criaturas Mágicas presentes no interior do veículo.


Vagão 7 – Vagão de Transporte
Agora Aberto, é possível ver cerca de dez bezerros apaixonados correndo livres por ele, dois escaparam correndo assim que a oficial abriu a porta.
Não há fogo no interior deste vagão.
Algumas caixas de transporte de animais pequenos se encontram tombadas e não é possível ver o estado real dos animais.
É possível ouvir o som de pelúcios vindos de algum lugar.


Vagão 8 – Vagão de Transporte
Recomenda-se não se aproximar destes vagões até a chegada do departamento de Controle de Criaturas Mágicas.
As paredes de alguns estão inteiramente destruídas com traços de explosão e arranhaduras.
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Postado Por: Gii.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemAlemanha [#204524] por Aiden Dewes » 29 Jun 2020, 00:22

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IT'S A WHITEOUT OF EMOTION AND I'VE ONLY GOT
· my brittle bones to break the fall ·


    Por um segundo, um mísero segundo filho da mãe, a pressão que lhe atingira os ouvidos, como alguém que se encontra afundando cada vez mais fundo no oceano, começou a provocar um ressoante zumbido dentro de sua cabeça. Podia ver a imagem clara de um fio luminoso rodeando seu cérebro e se fechando em torno deste, sentindo a cabeça latejar algumas vezes antes conseguir focar os olhos à frente, ainda com dificuldade por conta da fumaça que começaria a dissipar em alguns instantes, já que sua ideia impulsiva de usar o primeiro feitiço que lhe veio à mente havia surtido algum efeito, e ainda melhor que o esperado. Vendo que a cozinha se encontrava agora separada do resto do vagão pelo muro mágico que conjurou, notou que o forte cheiro de gás já não estava mais tão notável perto daquela área, embora acreditasse que levaria algum tempo para que deixasse completamente o ambiente.

    Com alguma dificuldade por conta da recente dor de cabeça, fechou os olhos para poder se concentrar nos sons que vinham do lado de fora do vagão, além do crepitar das chamas dos vagões vizinhos e dos estalos quase esporádicos produzidos a alguns metros pelo ferro retorcido do chassi de algum dos vagões tombados. Ainda conseguia ouvir estampidos característicos das pessoas que continuavam a chegar no local, e lá longe encontrou o que estava procurando: o som das sirenes de resgate. Ajeitou a varinha rapidamente de volta ao braço direito, abrindo os olhos antes de virar o corpo para a direção de onde viera. Estreitou os olhos a fim de enxergar um pouco mais à frente, o corpo levemente inclinado para baixo ainda evitando encontrar diretamente com a nuvem de fumaça que se acumulara próxima ao teto. Havia filetes da nuvem negra saindo por todos or buracos possíveis, se assemelhando a finos tentáculos tentando encontrar um caminho para fora de uma prisão.

    ― Está ferido? ― conforme avançava cautelosamente na direção oposta à cozinha, sua visão não lhe enganou quando reconheceu a silhueta esguia do enfermeiro que o acompanhara naquela aventura que parecia não ter fim. Ao chegar ainda mais perto, notou que o homem parecia estar um pouco desnorteado, mas são o bastante para lhe apontar, a pouquíssimos passos, o corpo desfalecido de uma garota que também havia sido... como dizer?... arrastada por uma manada de antílopes africanos, como a cena daquele filme infantil em que o filhote de leão acaba por perder o pai. Nada melhor que uma lembrança absurda para lhe tirar o foco. ― Agora que todos saíram, talvez seja mais fácil de tirá-las em segurança ― comentou tranquilamente enquanto passava pelo outro para alcançar a garota que lhe indicara. Novamente, um mísero segundo, e o zumbido se fez presente, o fazendo parar de andar para que pudesse absorver aquilo como se não fosse nada fora do comum.

    Precisava, e sabia que conseguia, ignorar todos os sinais de seu corpo que agiam como um aviso, limitando-os apenas à sua mente sabendo que, se os externasse, estaria perdido e sem a menor noção do que fazer. Estar ali era parte de seu trabalho e não seria uma dorzinha de cabeça que o atrapalharia. Com isso em mente, como um mantra absurdo, apoiou-se sobre os joelhos ao lado do corpo da jovem, constatando que havia alguma quantidade de sangue em mechas de seus cabelos loiros, mas não consegue encontrar a origem da substância em uma primeira análise. ― A outra, onde está? ― mais à frente do vagão, foi onde a encontrou. Estranhamente, sentiu um calafrio angustiante lhe percorrer a espinha ao encarar o rosto da segunda garota. Um nó se formou na garganta, criando dificuldade para que o ar passasse por ali. Pela primeira vez, em muito tempo, Aiden se encontrou encurralado num beco sem saída, não sabia o que fazer e nem conseguia reconhecer o que estava sentindo. Talvez fosse impotência pois, diante da imagem da segunda garota, a de cabelos escuros, ele não soube como agir. Ela não estava morta, poderia afirmar pelos movimentos de seu tórax, mas sabe-se lá por quanto tempo permaneceria assim.

    Precisava de ajuda, muito mais do que teria com o cara grandalhão ali. Precisava esquecer que aquilo mexera com seus nervos. Precisava. ― Preciso ― passou ambas mãos pelo rosto, desgrenhando os cabelos logo em seguida e as pousando na cintura por fim. De volta à janela por onde entrara com alguma segurança, pôde visualizar com perfeição a cagada astronômica que estava prestes a fazer. Tinha que sinalizar aos socorristas que estava ali, que tinha gente ali precisando de forma urgente ser levada ao hospital. Afinal de contas, Aiden precisava provar algo a si mesmo. Precisava. Apoiando um dos joelhos sobre o banco pelo qual se esgueirou para dentro, sacou novamente a varinha e esticou o braço esquerdo para fora da janela, apontando a varinha para cima quando mentalizou, quase em um sentimento de raiva, Periculum!”.


Vagão Restaurante
Ação: Chamar a atenção de socorristas para o local. com tábuas de imobilização, faz favor -qq


[ with? richard shrew & as vítimas ]
[ music? by poets of the fall, war ]
[ when? primeiro domingo de setembro ]
[ 4 out of ? ]
Feitiço: Periculum[dificuldade: 1];
Descrição: Sinaliza com efeito de faíscas sobre a varinha, como se fosse um jato de luz.
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemInglaterra [#204590] por Élise Park » 30 Jun 2020, 02:14

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Élise não era alguém dos campos de batalha e de conflitos diretos, preferindo mil vezes estar por trás de um computador criando uma enorme estratégica lógica. Aquilo era um fato claro a qualquer um que tivesse um pouco de bom senso em olhar as reações da adulta e o seu péssimo humor usual.

Sujar as mãos era para aqueles que geralmente não sabiam como raciocinar. Ao menos até se tornar secretária. Amava uma parte daquele trabalho, que envolvia organização perfeita e burocracias, mas odiava a outra. A outra, quase sempre, era ter que lidar com pessoas burras e com o fato de que nem sempre havia quem representasse de verdade o conselho quando a coisa realmente ficava feia. Estava fora de seu horário de trabalho ao receber um chamado de ajuda de uma velha conhecida de um ministério, dizendo que precisavam de membros da CIB com urgência nos trilhos, para que fosse para lá "ASAP" e parasse tudo o que estivesse fazendo.

Realmente precisava me chamar até aqu- — a garota se interrompeu-se quando notou o estado em que se encontrava o trem. Por que as pessoas não se comunicavam melhor e explicavam que havia um trem com pessoas em perigo, ao invés de mandarem uma mensagem que não explicava nada, era um mistério.

Ainda com suas calças moletom cinzas com uma blusa vinho que dizia algo sobre "!FALSE. It's funny, but it's true", em uma piadinha boba sobre programação. Não era apenas Charlie quem tinha um humor controverso em seu relacionamento, afinal das contas. Não, não era o momento exato para refletir sobre como estava no calor de sua cama tomando um chá e lendo um livro ao ser interrompida. Havia pessoas morrendo ali.

O que está acontecendo aqui? Estão querendo piorar o incêndio? Não se joga água em óleo! Procurem extintores B, espuma, não água! Limitem o fogo aos espaços em que estão, eu vou tentar tirar as pessoas de lá de dentro. Fechem e isolem por completo todo e qualquer vagão que não tiver mais ninguém! — Élise pareceu realmente mais irritada ao ver que não havia sido apenas uma pessoa, mas vários a tentarem utilizar água sobre o óleo, considerando a expressão de desespero de um homem que a programadora reconheceu como um dos que constantemente via numa boate quando saía com sua atual namorada. Aquele ali nunca tinha visto uma porcaria de um extintor tipo B mesmo trabalhando com o primo numa boate? Quer dizer que se houvesse um monte de álcool pegando fogo o bonito teria queimado todo mundo na festa brincando de Squirtle? Sua cabeça chegou a doer um pouco pela irritação enquanto puxava a varinha.

Se não tirassem as pessoas dali, de que adiantava ficarem tentando jogar água ou apagar o incêndio se iriam demorar até possivelmente todos estarem mortos, fosse pelo fogo ou pela fumaça? Aproximou-se da locomotiva, tentando buscar qualquer indicação de vazamento de gás dentro daquela locomotiva no vagão um. Contato com o fogo já teria feito o vagão explodir se ele estivesse com um vazamento. Um vazamento de gás ali dentro já teria matado literalmente todo mundo e, se existisse, mataria mais pessoas ainda caso as janelas não fossem abertas logo.

Não era nenhuma grande questão como a do gato de schrödinger, em que estavam todos mortos e vivos ao mesmo tempo. Era o básico: se não abrissem as janelas, teriam cinquenta mortos em poucos minutos. Élise, o que tinha de quem não gostava de conflitos, também tinha de tomar atitudes em que ela própria se colocava em risco, ignorando os incêndios mais próximos para chegar a um local em que seu feitiço pudesse ser utilizado melhor para abrir as janelas e portas em que não houvesse ainda um foco de incêndio.

Alohomora — maneou a varinha consecutivamente, visando abrir espaço para as pessoas pudessem começar a ser resgatadas pela equipe.

Ação: Abrir janelas e portas do Vagão 1
Menção a: Kylie Jones, o Squirtle
Usando lógica de cipeira + aprendizados com brigadistas porque sim. É pra isso que a gente é eleita.
Feitiço: Alohomora[dificuldade: 1];
Descrição: Feitiço usado para abrir magicamente portas e janelas.

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemAustralia [#204792] por Kylie Jones » 05 Jul 2020, 18:05

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Quando a merda já está decretada e tudo o que você pode fazer é olhar para o caos e falar "que merda eu posso fazer agora", Kylie só conseguia imaginar que algumas vezes a expressão "de boas intenções o inferno está cheio" tinha um bom motivo. Kylie não era muito inteligente e sabia que jogar água no fogo havia sido a pior ideia possível de sua parte, mas também sabia que outros, tão distraídos quanto ele, não teriam notado a poça de óleo que se formava.

Ouviu a bronca que levava de Élise, quem já havia visto algumas vezes bebendo na antiga boate de seu primo, fazendo uma pequena careta ao saber que ela estava certa. Estava acelerando um caos que impediria as pessoas de saírem livres e em segurança daquele local o quanto antes. Mesmo que fosse irritante o golpe em seu ego, Kylie não era do tipo que hesitaria em admitir que tinha feito merda.

Foi mal aí... — desculpou-se baixinho, respirando fundo ao notar que pelo menos seu último feitiço, Glacius, causara bem menos problemas que os aquáticos, aproveitando-se de seu dom de ocluador. Talvez devesse mudar a estratégia do que estava fazendo. Mordeu o próprio lábio inferior enquanto, tomado pela coragem da outra bruxa, preferiu aproximar-se mais do trem para ter uma nova linha de visão. Quanto mais próximo estivesse do vagão, mais poderia tentar utilizar seu feitiço para atrapalhar o avanço do fogo.

A situação era muito diferente de um incêndio na floresta causado por alunos atrapalhados e encrenqueiros. Era um acidente de grande porte e Kylie realmente queria ser útil e ajudá-los a salvar o máximo de pessoas possíveis. Não sabia como faria para conter o fogo sem ser com a estratégia que estava usando antes, então tentou planejar-se em fazer não apenas uma grande barreira de gelo para desacelerar o fogo, mas congelar a própria chama causada por ele em meio a sua inconsequência.

Glacius — bradou, movendo o próprio punho com mais firmeza. Talvez rezar para apenas uma das Deusas não fosse o suficiente em um caso tão sério. Que Brigit o ajudasse a proteger as vidas ali dentro, que Mélusine o abençoasse com seu poder contra o fogo e que, pelos céus, Morrigan lhe desse toda a força de combate necessária para não perder a disputa mais uma vez. Precisava realmente de muito mais do que sorte para vencer aquela luta junto com todos os outros que estavam trabalhando em conjunto para salvar aquelas vidas.

Ação: Tentar apagar o foco de incêndio 1 causado por ele próprio :v
Feitiço: Glacius[dano: 10]; [dificuldade: 8];
Descrição: Magia congelante, utilizada contra inimigos flamejantes. Também serve para criar trilhas de gelo em superfícies aquáticas, congelar fontes e transformar poças d'água em cubos. É capaz de congelar alvos que estejam abundantemente molhados, paralisando-os por uma rodada.

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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemInglaterra [#204793] por Richard Shrew » 05 Jul 2020, 18:29

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IV. We don't have to smile

A incompetência e o egoísmo do ser humano nunca poderiam ser menosprezados ou subestimados. Quando tentava passar instruções claras para que todos saíssem dali com a calma e tranquilidade que deveriam fazer num momento em que qualquer comportamento poderia causar danos irreparáveis às vidas alheias, parecia que tudo o que importava àquele bando de egoístas de merda era o eu. Bom, havia sentido o cheiro de cada um daqueles filhos da p*** que causaram um novo ferimento na garota em seus braços ao tentarem soterrá-lo para sair. E, como a boa pessoa que era, cumpriria sua promessa de passar aquele bando de filho da p*** pra últimos na lista de tratamento.

Suas presas chegaram a aparecer um pouco mais em meio à irritação clara de quem, de alguma forma nada zen, queria quebrar o pescoço daqueles vivos egoístas. Não o fazia, claro, porque havia coisas mais importantes com as quais deveria se preocupar naquele momento. Uma certa garota tirada de seus braços à força da manada de humanos idiotas.

Bom trabalho com o bloqueio. Eu estou bem, é ela com quem devemos nos preocupar. — fechou os olhos que já possuíam um brilho mais avermelhado, tentando controlar-se melhor antes de voltar a falar com o jovem estudante ao mostrar a garota que havia caído de seus braços. Ergue-se aos poucos para se aproximar melhor da jovem junto de Aiden, vendo-o seguir até a outra garota caída no local. — Dewes... essa daí está condenada. Você pode tentar tirá-la daqui se quiser, mas ela não vai resistir muito. Vamos sair daqui, eu retorno depois para verificar se conseguimos encontrar mais alguém. Estão todos com muitas emergências, não vão nos atender a tempo... você é mais útil lá fora, vivo, do que aqui dentro. — comentou baixinho, tentando voltar a ajeitar a garota com cuidado em seus braços para retirá-la dali, independente de parecer ainda um pouco incomodado pela brusca batida de seu ombro contra o chão. Não era um humano mais, e sim um vampiro, o mínimo que poderia fazer era ignorar aquele tipo de dor.

Não podiam depender apenas daquela barreira como segurança de que o vagão não explodiria a qualquer momento se houvesse uma troca de temperatura, por menor que fosse, de outros locais com a cozinha. Retirar Moon dali, bem como convencer o jovem Dewes a não se demorar demais naquele ambiente periculoso para um vivo humano.

Sair dali e colocar Moon num ambiente seguro era a prioridade. Depois poderia se preocupar em explorar melhor os detalhes ou se deveria ou não pedir a outros bruxos que removessem aquele vagão para bem longe do restante da locomotiva, para que ele explodisse sem apresentar riscos aos outros.

Off: Se vier mais uma falha crítica eu desisto dessa **** e deixo a Moon morrer e_e sorry, Bia. #vlwflws
Ação: No Vagão do Restaurante, tentando tirar Moon dali em segurança para levá-la ao tratamento médico.
Música:We don't have to dance
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Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemJapao [#204819] por Haruno Kobayashi » 06 Jul 2020, 14:31

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Regret message


Haruno adentrou o vagão esperando pelo pior, mas torcendo para estar enganado. Só que, para a sua mais profunda tristeza, ele raramente estava enganado quando o assunto era suas preciosas criaturas. Forçou como podia a porta do vagão que parecia quase impossível de ser aberta até que, com muito custo, ela cedeu lhe dando passagem. Mas não era apenas com a porta que ele precisava se preocupar. Um corpo. Um corpo bloqueava a passagem a sua frente. Era um occami, tinha certeza. Estava grato por sempre andar com seu bolso magicamente aumentado e, assim sendo, guardar em seu interior diversos itens que pudessem lhe ser útil agora. Dentre eles, vários insetos e petiscos que poderiam ser de interesse daquele occami.

Ouviu de lá de dentro as vozes de pessoas e, logo após, o corpo do animal se moveu o suficiente para que uma pequena fresta fosse aberta e Haruno conseguisse adentrar o vagão sem muitos problemas. Eram aqueles os oficiais que Natasha havia falado. Um deles estava... — Tsc... — Problemas... Como se não bastasse o caos a sua volta, um dos dois oficiais parecia gravemente ferido. Haruno caminhou até eles como que em câmera lenta para não assustar o pobre occami, abaixando-se quando atingiu seu objetivo. — Há medibruxos lá fora. Diversos medibruxos. Leve-o para um deles, ok? — Alertou o oficial que lhe pareceu mais inteiro, enquanto colocava a mão no bolso e retirava dele um pequeno kit de primeiros socorros. — Acho que isso vai ser suficiente até encontrar atendimento, mas não vai conter a hemorragia por muito tempo. Então apresse-se.

O rapaz assentiu com um sinal de cabeça e lhe perguntou se tinha certeza se ficaria bem sozinho ali. Haruno não tinha certeza nem se se chamava Haruno mesmo, mas disse um “sim” repleto de uma firmeza que não possuía. Esqueceu-se de se apresentar, mas quem poderia julgá-lo? Estava no meio de uma caótica situação de emergência. Tão caótica que havia lhe obrigado a usar os conhecimentos em medibruxaria humana, a profissão que estudara por anos, mas que nunca na vida havia exercido. Sua paixão era os animais e era com os animais que ele iria lidar agora. Accio Besouro! — Agitou a varinha na entrada de seu bolso, uma vez que não teria condições de perder tempo procurando por nada ali no meio daquele bolso sem fim. — Oi, mocinho! Está assustado, não está? Aposto que está! E com fome! Vem cá, vem? Vem com o titio que o titio promete que te tira daqui em dois segundos... Só... Só vem com o titio, está bem? — E moveu o besouro lentamente para os lados até conseguir a atenção do occami, colocando-o de volta no bolso quando conseguiu seu objetivo, esperando que a grande ave entendesse o recado e pulasse para dentro de seu bolso também.


Interação com: Andrej Wernfried e Kris Chen
Ação: Tentar atrair o occami para dentro de seu bolso com um besouro.
Haruno veste isso
Feitiço: Accio[dificuldade: 7];
Descrição: Faz com que qualquer objeto convocado pelo feitiço chegue às mãos daquele que o realizou. Caso o objeto esteja fora do campo de visão do bruxo, é necessário falar o nome do objeto a ser convocado depois da palavra Accio, se estiver dentro, apenas o nome do feitiço basta.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Madressilva, 32cm, Garra de Quimera, Meio Mole

    Usou um Varinha de Madressilva, 32cm, Garra de Quimera, Meio Mole.

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Haruno Kobayashi
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Postado Por: Nick/Pinscher.


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