Dados Básicos do Fórum:

Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

Últimas publicações do Livro Vermelho:

Título Autor Visitas Data
Ano 2 Sophie Agger Karhila 352 16/01/2021 às 17:17:16
Ano 1 Sophie Agger Karhila 315 16/01/2021 às 17:14:25
xxxxxxxxxxxxx Viviane LeFay 426 13/01/2021 às 16:47:07
O Anjo Viviane LeFay 420 13/01/2021 às 16:42:40
Viviane & Kiefer Viviane LeFay 399 13/01/2021 às 16:34:25

Central de Ajuda Zonko's:



Entre em contato por: [email protected]

Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

Moderadores: Conselho Internacional, Special Confederação Internacional dos Bruxos, Confederação Internacional dos Bruxos

Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemEstados Unidos [#208724] por Noah Johnson » 24 Nov 2020, 15:28

  • 18 Pts.
  • 19 Pts.
  • 11 Pts.
- Boa noite, tenente coronel - disse o americano tão logo sua rede de comunicação com seu superior imediato nos Estados Unidos foi encerrada. Relatórios semanais era uma obrigação por parte do governo trouxa americano o qual o americano ainda estava interligado. E não esperava desligamento tão cedo visto ser por causa dele sua permanência em Liechtenstein, e, mais precisamente, agora na CISMA. A existência de qualquer suposição ou concretização de ameaça a sua nação era peremptória de anúncio; ademais, Noah percebia uma necessidade de vigilância máxima, por vezes, até fora de sua alçada por parte de Frank Lee. Todavia, não via isto como algo de crescimento pessoal. Sic vis pacem, para bellum: se quiser a paz, prepara-se para guerra, já bem dizia o ditado existente entre as forças de fuzileiros navais.

Estava de plantão na CISMA aquela noite. Era setembro, a temperatura de verão estava agradável, embora, influências climáticas não o incomodassem, já tendo aprendido a lidar com as hostilidades naturais, Noah gostava de temperaturas mais elevadas. Começou a limpar as suas armas de fogo pessoal. Como não havia nenhuma missão no aguardo, julgava passar suas horas de trabalho sem quaisquer menção de ócio. Afinal, ele geralmente vinha acompanhado de pensamentos e lembranças as quais o Capitão americano não sabia controlar tão habilmente. E isto era uma coisa que seu orgulho de militar carregado de honrarias sob os ombros não admitia.

Era um trabalho minucioso, requeria considerável atenção, concentração, foco. Sentado, de frente para a porta, desmontava as armas, limpava-as e em seguida, com uma destreza singular, rapidamente ligava eixo com eixo, peça com peça. A arma em si se torna inútil se você não sabe usá-la e tratá-la como uma ferramenta de trabalho; para Noah, era além, era um prolongamento de sua existência. Afinal, o americano não se via fazendo outra coisa além de ser um soldado, servir a seu governo, à sua nação. Poderia estar longe, a milhas de distância da América, mas, isto não lhe incutia qualquer desvio de conduta e de objetivos para com os seus. Se seus colegas na CISMA serviam apenas à CIB e à Comunidade Mágica, Noah julgava servir algo a mais.

Quando Derin Erdoğan Bellamy adentrou à sala, um lugar de parca luz, cerceada por uma desordem que faria qualquer portador de TOC entrar num estado de loucura, Noah não precisou mais do que alguns milissegundos para desviar seu olhar para a turca, pertencente à divisão do Serviço de Inteligência da CISMA. Um acidente havia acontecido a pouca distância do prédio da Confederação e eles como aurores de plantão para aquele dia precisavam comparecer ao acidente. Estavam em número reduzido, inclusive, naquela noite. Em virtude de alguns funcionários estarem em um evento social qualquer cuja existência não atraíra a atenção do americano.

A aurora já estava preparada para zarpar; Noah precisou de alguns minutos para se aparentar: equipamentos de proteção pessoal, seja trouxa, mágicos, seja trouxa magificados. Qualquer sorte de instrumentos o qual o americano considerava útil ao momento, tornava-se parte de seu corpazil de mais de 1,90 de altura. Seus cabelos ligeiramente desgrenhados cascateavam sobre seus ombros e juntavam-se à sua barba farta, sabe-se lá a quantos dias sem aparar. Juntos acrescentavam ainda mais brutalidade àquela aparência que ostentava seus quilos e quilos de músculos e uma dificuldade visível de comunicação trivial entre pessoas; que, inclusive o fizesse cumprimentar sua parceira com um "Boa noite" qualquer.


- Causa conhecida? - foi a primeira fala dita pelos seus lábios tão logo fechara a porta sobre seus ombros, selando-a com um feitiço de proteção em seguida. A turca assentira em negativa, dando este como fato para a existência de ambos na situação deflagrada como num mínimo um desastre de grandes proporções. Feridos humanos, criaturas mágicas, fogo lambendo tudo que cruzava seu caminho sem qualquer admoestação de controle, exceto, obviamente, pelos bruxos que à medida que iam surgindo à tela dramática, tentavam limitar o caos e a desordem.

Derin iria para investigar, seja deflagrar somente um acidente de falha humana, técnica ou um iminente ataque terrorista. Afinal, era sua função como aurora e parte do requerimento de sua existência ao local. Noah como representante da divisão de Operações Especiais daria cobertura a sua colega de trabalho e de várias outras missões galgada sobre a insígnia da CISMA, permitindo-a fazer suas investigações como também protegendo o curso desta. Preparado para aquele tipo de situação, não se queixava, embora se sentisse a princípio mais como guarda-costas da companheira do que um soldado de fato enfrentando um inimigo. Algoz este o qual ansiava por existência, através de um sentimento mudo, inconsciente; ansioso por batalhas. Afinal, elas eram sua locomotiva de vida.

Quando seus pés tocaram a terra da estação Ignatia Wildsmith viu a dimensão da catástrofe. Ainda existiam alguns focos de incêndio percorrendo a locomotiva, embora de aspecto tímido, todavia ainda possível de ser refletido através de seus orbes esverdeados. Aquilo estava longe de intimidá-lo. Fogo era um plano de fundo inerente de suas várias guerras enfrentadas. E como soldado, era seu papel lidar e enfrentar aqueles obstáculos. Ao fundo, o aço se encolhia, fumaça submergia dos destroços, e civis ainda eram deflagrados em meio ao caos. Muitos já evacuados, senão todos, embora isto não fosse o que sua intuição lhe respondia.

Pôde ver um agrupamento reunido próximo a um vagão envoltos num feitiço de vento cujo intuito parecia ser apagar os focos de incêndio próximos. Não muito distante, passageiros evacuavam um vagão sob pânico, medo e qualquer ordenamento de retirada, apenas comandados por algum instinto de sobrevivência. Em outro ponto, pessoas possivelmente ainda presas. Se de lá vinham os gritos de socorro Noah não saberia dizer, mas, vozes avultadas faziam coro de desespero e medo, embora houvessem tanto medibruxos como funcionários ministeriais ou da CIB (ele não saberia dizer de longe) tentando controlar a situação.

Haviam vítimas ainda a serem socorridas. E Noah Johson não era soldado de deixar civis para trás em um ato de guerra, mesmo aquele quadro podendo não corresponder a um ato belicoso de fato. Estavam no alto quando chegaram ao lugar através de artíficies mágicos. De ínicio viam aquela tela de barbárie, possivelmente de incitar a imaginação de qualquer pintor desejoso de uma "Guernica" particular, somente como telespectadores. Aquilo fornecia uma visão ampla da situação e poderiam até mesmo incitá-los a fazer ações dotadas de mais racionalidade ante o desespero que possivelmente poderiam embanhar aqueles que, lá embaixo, em meio ao caos, tentavam salvar vidas. Funcionários do hospital eram presentes, sabe-se lá desde quando, bem como outros que poderiam ter estado na festa citada por Derin durante o percurso.


- Temos de ajudá-los. - soou peremptório enquanto analisava os piores focos e aonde poderia necessitar de maior auxílio. - Caso seja criminoso o ato, possivelmente o autor já não está mais presente. E isto, inclusive, pode estar servindo de desvio de foco para algo maior. - dizia ainda mantendo seu olhar à situação, enquanto ouvia a colega de trabalho enunciar também seu ponto de vista. - Porém, se estiver presente, seriam muitas possibilidades a contar diante do fato iminente e concreto de mortes em grande número de civis. - soltava com veracidade. Afinal, eram muitas nuances para se levar em conta enquanto a realidade nua e crua desenrolava sob seus olhos, necessitando de auxílio imediato. - Há criaturas mágicas presas, não é? - perguntava, já indiciando a iminência de onde considerava partir seu auxílio.

Embora julgasse existente já a presença de funcionários do Departamento de Zooherbologia e quiçá do próprio Ministério de Liechtenstein, Noah sabia que se as criaturas conseguissem liberdade, banhadas no seu instinto de sobrevivência, aquela situação ganharia dimensões ainda mais catastróficas.
- O último vagão -apontou para que a colega visualizasse a situação. - parece bem danificado. Podem precisar de uma força tarefa adicional para contê-los - Derin não era sua superiora para dizer se podia ou não fazer o ato todavia, como colega de trabalho sabia da necessidade de se trabalhar em conjunto, em acordo. Eles eram uma equipe. E equipes não agem deliberadamente como boiadas desgovernadas. Portanto, esperou da aurora para que juntos migrassem para onde requeressem mais apoio tático e assim, posteriormente, contar com a área mais livre para as investigações que ocorressem sem maiores pormenores.

Aproximaram-se sob passos apressados, porém, firmes e consistentes do último vagão. Ele havia sido aberto, sabe-se lá por quem, todavia, Noah visualizou um casal de bruxos tentando conter a situação. Um inclusive viera de forma nada convencional, portando nos pés pantufas e um roupão temático cujo desenho de Transformers passava desapercebido a Noah, alheio a estes detalhes. O homem deve ter percebido o olhar de estranhamento vindo de sobrancelhas arqueadas e orbes estatelados de Noah pois, logo soltara "Eu vim literalmente assim que soube". Considerando não se atentar a estas inconveniências estéticas, inclusive sobrepujando-as ante a prontidão do bruxo, cuja identidade posteriormente seria revelada como chefe do Comitê de Zoorbologia da CIB, Noah viu criaturas mágicas correndo de dentro do vagão alvoroçadas. E o americano já em prontidão, com a varinha em riste, não precisaram de muito diálogo para que uma ação de emergência fosse feita.

Inclusive, a coordenação de um ataque formalizado e arquitetado entre o casal de aurores e o que lá já se encontravam logo fora enunciado pelo "senhor de pantufas". Precisavam conter as criaturas. Isto era óbvio. E seguindo as instruções do senhor Han, Noah conjurara
- Cave Inimicum - na tentativa de criar um feitiço de proteção a partir de um ponto imaginário e seguro traçado pela equipe previamente com o intuito de impedir o avanço das criaturas; em seguida, caso Noah tivesse sucesso em sua empreitada, os demais bruxos criariam muros de contenção mágicos para em seguida facilitar a evacuação das criaturas mágicas junto com os funcionários do Comitê, deixando a situação paulatinamente menos catastrófica para que os aurores fizessem sua missão de fato pelo qual haviam sido designados.

Ação: Auxiliar na contenção das criaturas mágicas no vagão 8 com o feitiço
With: Derin, Sarah, Han
Notes: Noah veste: Clique Aqui
Feitiço: Cave Inimicum[dano: 16]; [dificuldade: 14]; [perde rodada: 1];
Descrição: Feitiço de proteção contra inimigos. Enterra os inimigos quando eles passam de tal ponto. É utilizado para proteger determinada área contra o acesso de um outro bruxo que esteja com a intenção de ferir ou machucar o conjurador.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Salgueiro, 32cm, Corda de Coração de Dragão, Rígida

    Usou um Varinha de Salgueiro, 32cm, Corda de Coração de Dragão, Rígida.

Editado pela última vez por Noah Johnson em 24 Nov 2020, 19:07, em um total de 1 vez.
Imagem

Imagem
Noah Johnson
Colaborador da CIB
Avatar do usuário
Jason Momoa
Semper Fidelis!
 
Reg.: 07 de Dec de 2017
Últ.: 26 de Jan de 2021
  • Mensagens: 105
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 18 Pts.
  • 19 Pts.
  • 11 Pts.

Postado Por: Lili.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemInglaterra [#208741] por Sarah Scarlett Maison » 24 Nov 2020, 20:09

  • 15 Pts.
  • 16 Pts.
  • 150 Pts.
    You think a lot about a little never heard it
    All of our energy
    Bring these words to life

    TRAMA OFICIAL - 02



    As mãos de Sarah emanavam calor à medida que ela sentia a vida se esvair daquela hecatombe causada pelo acidente. Seu peito urrava, quase formando um novo ser, tentando impulsioná-la a sair do vagão e ajudar os feridos, entretanto, a ruiva já não era mais uma criança impulsiva e sabia que seu trabalho ali era cuidar das criaturas. Ainda sim, os gritos desesperados daqueles que tentavam socorrer amigos e parentes, os gemidos de dor e até mesmo o silêncio fúnebre daqueles que partiram provocava um misto de sensações inquietantes na jovem enquanto ela lutava para se concentrar. Havia deixado a medibruxaria por conta disso. Balançou a cabeça em uma forte negativa em uma tentativa simbólica de tornar a ter autocontrole. Mal passou pela fenda e ouviu barulhinhos extremamente familiares em simultâneo a um “ataque” às suas pernas. Seu coração bateu mais forte fazendo com que ela retomasse a atenção ao presente.

    Hey, pequeninos! Shhh – Sua voz era doce e gentil para não irritá-los. – Acalmem-se, não podemos fazer alarde, isso aqui pode explodir a qualquer momento. – Sarah abaixou para acaricia-los na tentativa de minimizar o bulício das criaturinhas quando ouviu Hatori Han ao lado de fora da fenda. – Venham, entrem aqui. Vamos para um lugar seguro. – Ela abriu sua bolsa emergencial magicamente modificada e permitiu que os quatro pufosos pulassem para dentro. Com auxílio da luz irradiando da ponta de sua varinha, fez uma breve varredura do local até onde seus olhos permitiam e prontamente percebeu que não teria como fazer nada sozinha quando uma fiação explodiu em faíscas próximo ao seu rosto.

    Depressa passou de volta pela frecha e ficou atrás de seu chefe que estava estranhamente vestido de roupão temático e pantufas. Maison sabia que isso podia ser inesperado para QUALQUER outra pessoa do mundo, mas vindo de Hatori aquilo parecia extremamente usual. – Não tem mais nenhuma criatura na porta, os pufosos eram os únicos. Acho que estão todos mais para o fundo, não consegui identificar se estavam em gaiolas. – Hatori sequer esperou o tempo de resposta e num agito de varinha, a brecha havia se tornado um grande rombo, fazendo o vagão praticamente ganhar vida, sacolejando de um lado para o outro e com grunhidos altos. Eram as demais criaturas. Estavam vivas!

    A ruiva estava tão compenetrada que não percebeu a aproximação de um homem alto, barbudo, com um aspecto não muito amistoso, mas olhos vidrados em fazer o que havia de ser feito. Com muita presteza, o homem lançou um feitiço que continha as criaturas em uma espécie de areia movediça. “Brilhante ideia!” Ela meneou com a cabeça ao cruzar o olhar com Hatori, entendendo de imediato o que fazer. Se não tomassem uma atitude imediata, não somente as pessoas se machucariam, como também aqueles seres e o Departamento não podia permitir isso.

    Afugentou-se alguns passos para trás, tomando a distância necessária para auxiliar no feitiço embarreirando ainda mais a fim de não permitir que criaturas maiores conseguissem escapar pela esquerda do “oficial”. Eram muitas, sem reforços aquela tentativa seria inútil. Agitou sua varinha e mentalizou, redirecionando a energia de suas mãos para aquele fim. – Fianto Duri – sibilou.


    Ação: Auxiliar Noah na contenção das criaturas mágicas no vagão 8.


    INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
    INTERAÇÃO: Hatori Han e Noah Johnson | NOTAS: .susto
Feitiço: Fianto Duri[dificuldade: 35]; [protego: 2];
Descrição: É uma magia de reforço. Um feitiço é lançado em movimentos amplos, para endurecer um objeto ou barreira mágica com o intuito de deixa-las mais resistentes. Muito utilizado para reforçar as defesas de feitiços como as variações do Protego.

Itens Utilizados:

  • Bolsa de Couro de Briba

    Usou um Bolsa de Couro de Briba.

  • Varinha de Azevinho, 22cm, Pena de Fênix, Razoávelmente Flexível

    Usou um Varinha de Azevinho, 22cm, Pena de Fênix, Razoávelmente Flexível.

Imagem
Sarah Scarlett Maison
Colaborador da CIB
Avatar do usuário
Daria Sidorchuk
 
Reg.: 03 de Jun de 2013
Últ.: 27 de Jan de 2021
  • Mensagens: 482
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 15 Pts.
  • 16 Pts.
  • 150 Pts.

Postado Por: Marj.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemAlemanha [#208748] por Alphonse Derek Friedrich » 24 Nov 2020, 22:49

  • 15 Pts.
  • 14 Pts.
  • 105 Pts.
Havia passado um tempo desde que a inglesa havia reconstruído a estrutura da estação destruída pelo impacto do vagão de trem, do mesmo modo fazia um tempo que Alphonse tentou averiguar se haviam pessoas ali dentro, acabando por eles se desviarem para locais onde precisavam de mais ajuda, afinal, muitas pessoas chegaram no primeiro vagão para lidar com o assunto, assim que os escombros foram reerguidos. Achando melhor seguir para os outros, ele e Anne tentaram ao máximo ajudar onde podiam. As coisas ainda estavam um caos, mas graças as pessoas presentes tudo começava a andar para o socorro daqueles que estavam presos. O moreno tinha certeza que havia visto animais por ali também e esperava que houvessem pessoas qualificadas presentes para resolver aquele problema.

Foi nessa correria de ir ajudando a onde podiam assim que os dois chegaram ao quinto vagão, ou pelo menos foi isso que Alphonse contou enquanto avançava. Podia-se ouvir gritos vindos dali de dentro, portas estavam danificadas, assim como as paredes o que o preocupava bastante o alemão. Ainda bem, pensava o rapaz, que a irmã fora sensata o suficiente para se manter no hospital e longe daquele caos absoluto. Por um momento ele imaginou se Jin também havia se mantido Hospital Theophrastus von Hohenheim, apesar que pensar no asiatico não era uma boa ideia naquele momento, mesmo assim ele não conseguia deixar de imaginar quem seria aquela jovem com ele. Ele afastou aquilo da mente vendo Anne se mover em direção ao vagão, ele tinha que se preocupar com ela e em ajudar as pessoas. — Vou tentar abrir uma das portas e eu sei que pode se cuidar, mas tome cuidado, quero te devolver inteira para o início do ano letivo.

Friedrich acabou por rir diante das palavras de Mountbatten enquanto seguia para uma das portas, tentando abri-las, talvez o problema fosse por dentro pensava ele, mas constatou que não quando mesmo fazendo todo o esforço não conseguiu abrir. Suspirando pesado ele puxou a varinha. — Se estiver alguém próximo a porta, por favor se afaste. — grita com o rosto encostado na porta do vagão, rezando para que tenham se afastado depois de seu aviso, com o moreno respirando fundo ao apontar a varinha para a porta. Defodio — esperava que desse certo, se não teria que pensar em outros feitiços, evitando qualquer um que pudesse piorar a situação.


OFF: Abrir (ou talvez destruir .q) a porta do vagão 5.
Feitiço: Defodio[dificuldade: 10];
Descrição: Escava buracos ou paredes com o intuito de abrir espaço entre o bruxo e o alvo.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Mogno, 25cm, Garra de Quimera, Maleável

    Usou um Varinha de Mogno, 25cm, Garra de Quimera, Maleável.

Imagem

Spoiler: Mostrar
ImagemImagem
Alphonse Derek Friedrich
Professor Durmstrang
Avatar do usuário
Matthew Daddario
“God knows we’re all drawn to what’s beautiful and broken.”
 
Reg.: 28 de Jul de 2011
Últ.: 27 de Jan de 2021
  • Mensagens: 185
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 15 Pts.
  • 14 Pts.
  • 105 Pts.

Postado Por: Dandy.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemEspanha [#208756] por Alex Hernandez » 25 Nov 2020, 10:50

  • 16 Pts.
  • 18 Pts.
  • 151 Pts.
O pânico definitivamente consumia mais rápido as vítimas que o fogo em si. As pessoas precisariam aprender a manter a calma ou acabariam bem piores do que começaram. Alex tentava acalmá-las e pedir para que elas fossem com calma, mas tudo o que recebia em troca eram cotoveladas e empurrões. Beleza. Se estivesse em uma situação como aquela com certeza estaria em pânico também. Respirou fundo para que a calma falasse mais rápido que o pânico. O vestido rasgado e os pés descalços começavam a incomodar. Mas a maquiagem seguia perfeita no rosto, ele tinha certeza. Morrigan era muito generosa mesmo que ele tivesse dinheiro suficiente para comprar makes tão caras agora.

Mas, enfim... Ignorar um foco de incêndio no meio de uma situação como aquela era suicídio. Se o fogo se espalhasse e entrasse em contato com o combustível, bem... CABUM! Né? Ele não podia deixar que uma coisa dessas acontecesse. Era um guerreiro filho de Morrigan, no final das contas! Seguiu na direção contrária a do povo em pânico, adentrando o mais fundo possível naquele vagão, indo na direção da cabine em chamas com extrema dificuldade quando próximo da concentração maior do tumulto. A cabine ao fundo estava perto. Só mais alguns centímetros... Só mais alguns...

Seus pés doíam com o calor do aço aquecido sob seus pés. Queimava e ele tentava ignorar. Ainda estava com a varinha em punho. Glacius! — Tentou congelar as paredes a sua volta apenas para esfriar um pouco o chão e aquela corrida não ser tão torturante quanto vinha sendo. E, assim, chegou até a cabine que já se encontrava bastante destruída àquela altura. O fogo estava alto e parecia prestes a contaminar o resto do vagão. O gelo do feitiço de Alex derretia rápido e o calor voltava a incomodar seus pés. — Inferno... — Estava se arriscando muito. Se o vagão explodisse agora ele com certeza morreria carbonizado instantaneamente. Porém, se não estivesse ali, tentando, muito mais gente poderia morrer. Em outras palavras, ele estava ciente dos perigos e queria continuar. Clicaria nos termos de responsabilidade se alguém aparecesse com eles ali naquele momento. Aguamenti! — Não achava que aquele feitiço seria suficiente para acabar com todo o fogo, mas não pretendia usar apenas ele e nem uma vez só. ”Quer Morrigan me guie e me empreste sua força...” Pediu em uma prece silenciosa enquanto tudo aquilo ocorria bem a sua frente. Como será que estaria Arthur?


Ação: Tentar apagar o incendio da cabine para que ele não se propague.
Feitiço: Glacius[dano: 10]; [dificuldade: 8];
Descrição: Magia congelante, utilizada contra inimigos flamejantes. Também serve para criar trilhas de gelo em superfícies aquáticas, congelar fontes e transformar poças d'água em cubos. É capaz de congelar alvos que estejam abundantemente molhados, paralisando-os por uma rodada.
Feitiço: Aguamenti[dificuldade: 3];
Descrição: Feitiço que conjura uma fonte ou jato d'água da varinha de quem o lança.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Olmo, 28cm, Pena de Fênix, Elástica

    Usou um Varinha de Olmo, 28cm, Pena de Fênix, Elástica.

Alex Hernandez
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Oliver Strohhacker (Criedwolves)
 
Reg.: 12 de Nov de 2019
Últ.: 27 de Jan de 2021
  • Mensagens: 108
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 16 Pts.
  • 18 Pts.
  • 151 Pts.

Postado Por: Nick/Pinscher.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemJapao [#208757] por Haruno Kobayashi » 25 Nov 2020, 11:19

  • 16 Pts.
  • 17 Pts.
  • 17 Pts.
Regret message


Ok. Estava dando certo. Haruno saiu da frente quando os bichões tiveram suas atenções atraídas para ele. Corriam de forma desesperada, mas, quando encontraram a saída, se puderam juntos, deitadinhos, como se esperassem o resgate. Haruno ergueu uma das sobrancelhas. Já estava se preparando para contê-los quando estivessem do lado de fora e, bem... Nem iria precisar. Meneou a cabeça negativamente tentando recuperar o foco. Não tinha motivos e nem tempo para ficar questionando o comportamento daqueles animais imediatamente. Não naquele instante. Adoraria estudar um pouco mais depois, afinal, era a sua área, certo? Mas agora, bom... Tinha trabalho a fazer.

Limpou ambas as mãos batendo uma palma na outra e voltou a se enfiar pelo vagão, passando por Andrej que carregava caixas e mais caixas de criaturas. Estavam conseguindo controlar a situação juntos e o vagão já estava quase vazio. Um trabalho excelente, mas que não teria fim apenas com aquilo. Havia mais dois vagões com criaturas até onde ele sabia. Se perguntava quem mais sabia sobre aquela operação. Aquilo parecia coincidência demais, inclusive. Justo no dia em que estavam transportando criaturas raras, um descarrilamento. Quais eram as chances daquilo tudo ser acidental? E quais eram as chances daquilo tudo ser apenas paranóia de sua cabeça? Ele tendia a ver teorias da conspiração em todos os cantos quando ficava nervoso demais. E, bem, ele estava nervoso e tentava manter a calma.

— Temos mais quantos aqui dentro? — Perguntou a Andrej quando ele retornou recebendo a informação de que havia mais algumas poucas caixas. — Beleza. Te ajudo com essa. — Informou pegando algumas das concentrações de pufosos. Obviamente não tinha a mesma força que o vampiro e nem a mesma destreza, mas toda ajuda era bem vinda em situações de risco. Enquanto tentava se encaminhar para fora, acabou por se perguntar como Hitomi e Nagato estariam no hospital. Se já haviam recebido o oficial gago lobisomem e já estavam tratando dele... Tantas questões se passavam por sua cabeça que ele precisou sacudi-la mais uma vez para recuperar o foco. Com toda a certeza aquela estava sendo a maior tragédia do ano inteiro. Quantas vítimas já teriam sido feitas? Quantos óbitos? Bem... Por sorte, nenhuma criatura havia sido encontrada ferida ainda. E ele rezava para que continuasse assim.


Interação com: Andrej Wernfried
Ação: Retirar as caixas com animais do vagão
Haruno veste isso
ImagemImagem


Spoiler: Mostrar
Imagem
Haruno Kobayashi
Conselheiro da CIB
Avatar do usuário
Panuwat Kerdthongtavee (Ccopter)
 
Reg.: 21 de Dec de 2018
Últ.: 27 de Jan de 2021
  • Mensagens: 82
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 16 Pts.
  • 17 Pts.
  • 17 Pts.

Postado Por: Nick/Pinscher.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemInglaterra [#208882] por Élise Park » 29 Nov 2020, 16:27

  • 13 Pts.
  • 16 Pts.
  • 51 Pts.
Nada era mais reconfortante para a jovem que ainda ocupava o cargo de secretária naquele período do que ver tantas pessoas conseguindo sair do desastre ilesos ou com machucados menores. A grande prioridade em qualquer situação eram as vidas. Não era tola ou inconsequente como seu pai, em preferir usar-se como um mártir no atentado terrorista, pois sabia que a primeira coisa a se fazer numa situação de emergência era sempre colocar a máscara de oxigênio em si mesma primeiro, então calculava seus passos e os riscos nos quais se colocava.

Estavam cercados de pessoas com intenções semelhantes. Ações em conjunto sempre tornavam-se muito mais efetivas do que aquelas que eram apenas individuais. Élise sentiu-se realmente orgulhosa quando o grupo juntou-se a ela para tentar conter o incêndio. Sorriu minimamente ao notar que apenas restava um foco de incêndio mais distante. O vento era um poderoso elemento contra o fogo, melhor ainda quando eram tantos juntos.

Olhou pelos cantos dos olhos cada um dos outros benfeitores e maneou a cabeça em um agradecimento enquanto notava as pessoas que estavam ao seu redor, avançando naquela dança magnífica de feitiços. Seus braços podiam arder ainda, mas não o bastante para realmente achar necessário parar tudo o que fazia para procurar ajuda médica. Havia pessoas com prioridades reais ali dentro, não apenas alguns arranhões.

Bom trabalho. Vejam se não precisam mesmo de nenhum tratamento e aqueles que estiverem sem machucados ou hematomas, mesmo o menor que seja, e estiver disposto, seriam de grande ajuda por aqui. Há mais vagões precisando de ajuda. — comentou com mais tranquilidade, antes de avançar, com os passos firmes de uma general, na direção do último incêndio que atingia o vagão 1. Se havia algo que Élise sempre seria, era firme e decidida com seus objetivos e ações. Faria seu melhor até ter certeza que aqueles incêndios não continuariam a se propagar pelo ambiente, para conseguirem continuar evacuando o maior número de passageiros possíveis sem riscos de explosão ou de novos focos se iniciarem.

Volentus — repetiu outra vez o feitiço, mantendo a varinha erguida para que pudesse continuar com o efeito conforme avançava para encarar o último foco de incêndio no vagão 01. Torcia para que tudo aquilo terminasse logo e todos pudessem estar em segurança ou encaminhados para o hospital.

Ação: Tentar acabar com o último incêndio no Vagão 01 usando o feitiço de vento, Volentus.
Feitiço: Volentus[dificuldade: 14]; [protego: 1];
Descrição: Conjura uma pequena tempestade de vento, com o bruxo bem no centro do olho dela. Para que ela se forme perfeitamente, o executor precisa fazer o movimento circular bem grande acima da cabeça, conforme o vento vai se formando, três voltas para a direita, e uma para a esquerda. Feitiço utilizado para desviar de algumas magias de mesma intensidade ou menores.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Ébano, 26cm, Pena de Fênix, Farfalhante

    Usou um Varinha de Ébano, 26cm, Pena de Fênix, Farfalhante.

Spoiler: Mostrar
Imagem
Élise Park
Colaborador da CIB
Avatar do usuário
Chanel Iman
 
Reg.: 23 de Sep de 2018
Últ.: 26 de Jan de 2021
  • Mensagens: 61
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 13 Pts.
  • 16 Pts.
  • 51 Pts.

Postado Por: Whitlock.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemInglaterra [#208897] por Charles Badgley » 29 Nov 2020, 23:08

  • 4 Pts.
  • 13 Pts.
  • 81 Pts.
    Maëve Gail Stanfield era diretora de um centro de psiquiatria e psicologia em High Wycombe que atendia tanto trouxas como a comunidade bruxa. Talvez por conta de seu cargo, a mulher recebeu um convite para o baile de gala de reinauguração e angariação de fundos do Hospital Theophrastus von Hohenheim. O papel de carta com escrita rebuscada foi encontrado dobrado em cima da bancada do bar que a ruiva tinha em seu apartamento. Jullie Hogarth o pegou com certo entusiasmo, observando que o convite não só convidava Maëve, mas também um acompanhante. E quem mais a mulher chamaria se não a própria namorada? Cogitou ao questionar Stanfield com uma empolgação singular, mas levou um banho de água fria quando ouviu a inglesa responder que não tinha interesse no baile. ''Não há nada para mim lá...'' Dissera já que não haveria nada que despertaria o seu interesse profissional naquela confraternização. – Mas nem na festa você tem vontade de ir? Nem pra curtir? – Maëve riu. – Não quero sair de um hospital para ir a um baile falar de hospital... – Todavia, essa observação não impediu que a mulher em seguida sugerisse: - Os convites não estão nominais. Creio que não haverá problema você ir com algum amigo ou amiga se quiser. – Disse ao deixar a sala para tomar uma ducha. Mesmo diante daquela sugestão, Hogarth se mostrou chateada e magoada. Raramente as duas passavam um longo tempo juntas apesar de se denominarem um casal, entretanto, Jullie tinha certeza que Maëve estava certa. Aquele baile ficaria longe de ser uma festa para descontrair, apenas ficou tentada porque desde que voltou a Londres há tempos que não saía ao menos para tomar uma caneca de cerveja...

    ... E foi assim que Charles se viu dentro daquele baile de gala e se arrependeu no segundo seguinte ao pisar no recinto.
    Bloody hell...

    - Ah vamos lá... Tenho certeza que vamos nos divertir. –
    Badgley duvidava totalmente dessa afirmação e soltou o ar impaciente, pensando se não deveria puxar a garota pelo braço e lhe fazer o favor de tirá-la dali. Todavia, pelo apreço que tinha pela então cunhada, ele que se deixou ser carregado e ficou um tanto aliviado ao ver que ao menos havia um bar no local. Jullie também percebeu e se moveu para onde estavam as bebidas, ignorando todos os outros ''atrativos'' da festa até porque, na verdade, não tinha mais nada de muito interessante por ali. Nos primeiros minutos, Charles observou que havia muitas caras conhecidas seja dos jornais ou da vida, uma decoração requintada e uma banda no fundo. Concluiu que preferia frequentar sempre o velho bar de esquina do que festas ou bailes, não que as dispensassem, mas vamos combinar que ali eles estavam deveras em um evento extremamente aleatório. – Na boa, o que a gente está fazendo aqui? – Questionou em tom de brincadeira e um tanto provocativo, como se também perguntasse ''que ideia de merda você teve?’''. Naquele instante, concluiu que definitivamente tinha que começar a tomar mais cuidado antes de cair na lábia de certas mulheres. – Sério, por que você decidiu vir? Você não precisava nem ter saído de casa... Tem muita coisa boa em Londres a essa hora... – O deboche não agradou a menina, mas logo ela respirou fundo, demonstrando cansaço e um certo desânimo. - ... Na verdade nem eu sei te dizer. – E se deixou rir, percebendo a cilada em que tinha metido ambos ao ver a quantidade de médicos e profissionais no suntuoso baile de gala em que nada combinava com o estilo dos dois. - Eu estava entediada. A sua irmã... Desde que estamos juntas, não passamos mais de uma hora uma do lado da outra... Ela sempre está trabalhando muito. Sempre ocupada. – Charles não entendeu muito bem. – Você fala como se ela te mantivesse em cárcere privado quando está fora... – Comentou em certo tom de desagrado e não por que julgasse a irmã ou as palavras da amiga a sua frente. Era mais porque previa que Jullie utilizaria o espaço para desabafar e, convenhamos, Charles – com exceção de quando estava com a namorada – era um péssimo ouvinte. Contudo, Hogarth apenas se calou – ciente dessa característica do amigo – antes de mudar bruscamente de assunto. – Quer uma dose de whisky? –

    - E tem? -
    Perguntou totalmente descrente de que houvesse algo de bom por ali, mas logo a jovem se afastou para trazer dois copos. É, meus colegas, as coisas tendem a melhorar sempre. Bebeu um gole com certo alívio e vontade, apreciando o gosto quente e fumegante de que tanto gostava. - ... Você sabe que nunca recomendei a minha irmã, não é? – Disse em certo momento após se sentir levemente mal por não ser um amigo melhor, observando que a menina deixava os pensamentos voarem enquanto observava os convidados daquela festa. – Sei... - Respondeu sem muito interesse, apesar de que, na verdade, os dois nunca tiveram uma conversa de fato sobre o assunto. - ... E que acho que você tem um dedo podre pra escolher macho ou fêmea. Você sabe, não é? – Tentou puxar assunto mais uma vez, mas apenas recebeu um olhar sem muito interesse e como se Jullie dissesse que não estava para gracinhas.

    Teria tentando uma terceira vez estabelecer uma conversa com a menina e demonstrar ao menos um pingo de sensibilidade pelo desastre amoroso onde a amiga vivia, se ambos e toda a festa não tivessem sido interrompidos por um grito e um sinal de aviso. Charles se levantou de imediato, mas com o copo seguro em sua mão. Hogarth arregalou os olhos em sua direção, mas sem perder o sarcasmo, disse:
    – Parece que agora as coisas vão se agitar. – Houve um acidente próximo ao local, muitos feridos e algum risco de explosão. O que Charles achou até que de certo lado foi bom, não é? Afinal, o povo se acidentou bem do lado de um centro médico. Não tinham muito com que se preocupar. – Será que devemos fazer alguma coisa? – Perguntou a jovem insegura e pelo seu tom de voz, o ex-sonserino deduziu que ela queria que ele respondesse que não. – Acho melhor a gente ir embora? Não era nem pra gente estar aqui... Só espera um momento... – Como previsto, os médicos e demais especialistas se organizavam para auxiliar no acidente e inaugurar antecipadamente as atividades do hospital, ou seja, definitivamente a festa tinha acabado. – Mister! Um minuto! – O encarregado pelo bar estava agitado como todos os outros ali presentes. – Alguém vai ficar com isso? – Perguntou o jovem apontando para uma das garrafas cheias de whisky. Claro que Charles recebeu um olhar de julgamento, mas pouco se importava, tanto quanto saiu feliz com o presente em mãos. Pensando bem, estava até ajudando contra o desperdício daquele exemplar que, se não fosse por ele, não seria devidamente desfrutado por conta do brusco encerramento do baile.

    Saíram da festa e como ainda não havia se formado um contingente de segurança, mesmo com os esforços de manter os curiosos longe, com apenas alguns passos, os dois seguiram caminho bem ao lado da tragédia. A intenção real era a de irem embora, mas Jullie se deixou avançar com certa curiosidade, fazendo com que Charles a seguisse enquanto tomava um longo gole direto da garrafa de whisky. Ao menos tomaram cuidado de se manterem distantes da passagem dos médicos e dos demais socorristas. Puderam observar alguns se adiantarem para apagar os focos de incêndio e outros que conduziam os passageiros para longe do local. Sinceramente, não agiam de foram ordenada e profissional, mas o inglês não julgou a situação, afinal, ele mesmo não se prestou a ajudar.
    – Você acha que a gente deveria fazer alguma coisa? – Dessa vez era ele que perguntava, sentindo um certo mal-estar por sua atitude negligente, todavia, a pergunta saiu com o mesmo tom de negação e na espera que Jullie respondesse que era melhor eles continuarem a apenas se isentar. – Olha... – Ao contrário, a menina não lhe respondeu, mas com um brilho no olhar totalmente alheio à ocasião, apontou para algo há alguns vagões a frente. Era um par de bezerros apaixonados.

    A partir desse momento houve uma pequena sequência de fatos que chamaram a atenção da jovem aspirante a magizoologista e do tratador dos ''pequenos'' dragões romenos. Juraram terem visto o vislumbre de um occami através de uma das janelas daquele trem meio tombado. Foi possível também ouvir os urros finos e distintos de pelúcios que, pelo barulho que faziam, dava para perceber que eram muitos. Hogarth se adiantou particularmente a ouvir esse som, mas Charles a conteve apontando para o chão. Ali, entre pedras e areia, havia sangue misturado com pelo e, em uma parte de terra era possível ver resquícios de pegadas. Até para um leigo, o sinal de uma pegada só queria dizer que muito provavelmente alguém ou, no caso, um animal, havia passado pelo local recentemente. Pelo diâmetro da inscrição na terra, era deduziram o tamanho do animal, além de suas características (se havia dedos e a sua quantidade, além de sua forma e disposição). Charles olhou adiante em busca de um rastro, mas aquelas pegadas eram tudo. A noite e o tipo de terreno dificultavam as coisas.
    – O que você acha? – Perguntou para a amiga que era um milhão de vezes mais intuitiva do que ele, mesmo que ainda mantivesse um olhar distante como se a qualquer momento, o animal fosse demonstrar que estava logo ali.

    Hogarth tomou a dianteira, queria insistir. Badgley também poderia dizer que queria, mas achava que era um caso perdido.
    – Talvez tenha algum rastro de sangue mais adiante se é que aquele sangue era dele... – Disse com certo tom ponderativo ao se referenciar à primeira ''pista'' que deixaram para trás. . – Vamos até onde a luz artificial pode nos levar...- Disse a menina que olhava por todos os lados à procurar de outras pegadas ou outros rastros. Charles concordou já que uma lanterna mágica os denunciariam. – Ele já deve estar longe. – Comentou, ressurgindo com a sua descrença, mas não deixando de seguir Jullie que, naquele momento, também se atentava às pessoas que pudessem ainda estar próximas da estação e que devem ter visto o animal estranho que certamente fugiu de um dos vagões no meio do caos.

Encontrar rastro da ‘’ criatura estranha, de corpo peludo, que parece ter sido vista saindo deste vagão’’ 6. .ação
Horrível, mas... .nota
Nessa época, Charles ainda não trabalhava na CIB .nota²
Charles Badgley
Colaborador da CIB
Avatar do usuário
Charlie Matthews
 
Reg.: 19 de Jul de 2009
Últ.: 28 de Jan de 2021
  • Mensagens: 506
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 4 Pts.
  • 13 Pts.
  • 81 Pts.

Postado Por: Nine.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemLuxemburgo [#209471] por Arthur Gavin Von Amsberg » 17 Dez 2020, 23:19

  • 3 Pts.
  • 12 Pts.
  • 83 Pts.
Onde Alex fosse, o jovem luxemburguês iria junto, não importa se fosse ao céu ao inferno, era assim que funcionava. Sempre foi e sempre será. Mesmo que todos os seus instintos dissessem que deveria levar Hernandez para bem longe da estação para protegê-lo, contudo, o loiro conhecia muito bem o noivo para que fizesse aquela ação. Ambos se conheciam muito bem para que ele fizesse qualquer coisa além de o seguir. Ele quase riu ao sentir a mão em seu braço o puxando, mesmo que estivesse correndo lado a lado. O vestido que o espanhol usava estava rasgado por o estar atrapalhando. Daria outros mil a ele.

Contudo, ele não deveria estar pensando nesse tipo de coisa quando havia um acidente a frente deles, um xingamento percorreu a mente do rapaz ao ver a situação, mas logo não teve tempo para isso, com o noivo o chamando, as palavras do outro quase o fizeram revirar os olhos com a comparação, mas assentiu levemente, logo retribuindo beijo rápido, vendo-o se afastar e seguir pro meio da confusão. Um nó se formou na garganta do ex-melusino, era egoísta da sua parte, mas tudo que havia planejado para Alex era uma festa bela, um jantar e eles dois em casa relaxando depois de tudo. Esse era o plano, uma vida tranquila para o ex-morrigano, mesmo que estivesse com ele. Não tinha tempo para isso.

Ele se moveu, esquecendo por um momento todas as dúvidas e certezas que passavam por sua mente desde muito antes de pedir para Alex casar com ele, muito antes até mesmo de conhecê-lo. A verdade, era que sempre conviveu com esses questionamentos, contudo, não naquele momento. Arthur correu pelos vagões, procurando um lugar onde fosse necessário. Foi então que ouviu um pedido de socorro, enquanto passava por um dos muitos vagões. Não que nos outros não tivessem, mas esse parecia não haver ninguém tentando entrar, com ele o fazendo como dava. Lumus — brandou de modo firme, logo olhando em volta, logo surpreso ao ver as pessoas ali, o grito de ajuda estava mais a frente onde várias bagagens estavam caídas. Outro barulho chamou a atenção do loiro, um que ele não gostou nada de ouvir. — Que consegue se erguer e não estiver ferido gravamente ajude os outros, vou tentar tirar vocês daqui. — diz em tom firme, logo seguindo para as pessoas presas. — Não tentem se mover, quero ver como estão presos para ver uma forma de soltá-los sem ferir vocês mais ainda. — já se movendo esperava ser rápido, aquele som não era bom.


Procurar uma forma de soltar as pessoas presas nas ferragens
Feitiço: Lumus[dificuldade: 1];
Descrição: Feitiço lanterna, cria um feixe de luz que emana da varinha

Itens Utilizados:

  • Varinha de Madressilva, 27cm, Pelo de Pégasus, Farfalhante

    Usou um Varinha de Madressilva, 27cm, Pelo de Pégasus, Farfalhante.

Imagem


Spoiler: Mostrar
Imagem

Spoiler: Mostrar
ImagemImagemImagem
Arthur Gavin Von Amsberg
Special Mundo Mágico
Avatar do usuário
Emil Anderson
“Ten years of shadows, but no longer. Light up the darkness, Majesty.”
 
Reg.: 10 de Jul de 2018
Últ.: 22 de Jan de 2021
  • Mensagens: 8
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 3 Pts.
  • 12 Pts.
  • 83 Pts.

Postado Por: Dandy.


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemRomenia [#210678] por Nikolai Weylin » 16 Jan 2021, 09:16

  • 2 Pts.
  • 17 Pts.
  • 132 Pts.
Atualização Final:
Segue as contas e os resultados dos cálculos para as ações, seguindo o modelo: D1 + Mod P. + Mod Int. + Habs + Habs – Fraqueza = >18

Para achar seu nome mais rápido, só dar Ctrl + F e digitar o nome do personagem ^^
Sim, o que está no spoiler é importante. Só está assim pra diminuir um pouco o tamanho da postagem.


Noah Johnson – Ação: Vagão 8 – Auxiliar na Contenção dos animais: SUCESSO
18 + 2 + 2 + 1 + 3 – 0 = 26

Spoiler: Mostrar
Um silencio crescente podia ser escutado de dentro do vagão, indicando uma crescente calmaria. Finalmente coisas boas pareciam estar acontecendo no meio de todo esse desastre.


Sarah Scarlett Maison – Ação: Entrar no vagão oito: SUCESSO
15 + 5 + 5 + 1 + 1 - 0 = 27

Spoiler: Mostrar
Um silencio crescente podia ser escutado de dentro do vagão, indicando uma crescente calmaria. Finalmente coisas boas pareciam estar acontecendo no meio de todo esse desastre.


Alphonse Derek Friedrich – Ação: Vagão 5 – Abrir a porta: SUCESSO!
15 + 0 + 3 + 1 = 19

Spoiler: Mostrar
O cheiro de fumaça era evidente vindo de dentro do vagão agora que este estava aberto, felizmente não havia sinal de fogo e o odor logo se dissipava em meio ao vento da madrugada. Existiam dois corpos carbonizados dentro do vagão e, fora estes, os resquícios de malas e pertences dos passageiros igualmente consumidos pelo fogo.


Alex Hernandez – Ação: Apagar o fogo da Cabine SUCESSO
16 + 2 + 4 + 6 = 28

Spoiler: Mostrar
Com o fogo controlado na cabine, existiam menos possibilidades de uma grande explosão acontecer.


Haruno Kobayashi – Ação: Retirar os animais do vagão. SUCESSO!
16 + 3 + 4 + 5 = 28

Spoiler: Mostrar
Com a ajuda do vampiro, a remoção dos animais era razoavelmente fácil e logo as caixas se encontravam todas do lado de fora. Alguns menores, mais debilitados antes do acidente não foram capazes de sobreviver à queda, mas as baixas eram relativamente poucas comparados as proporções das coisas.


Élise Park – Ação: Eliminar o fogo do Vagão 1 SUCESSO!
13 + 3 + 7 + 7 + 3 - 1 = 29

Spoiler: Mostrar
Finalmente o foco de incêndio do Vagão número 1 fora exterminado, pelo menos isso no meio de tanta tragédia, não é?


Charles Badgley – Ação: Encontrar o rastro da criatura. FALHA!
4 + 2 + 2 = 8

Spoiler: Mostrar
Talvez as habilidades de caça de Badgley estivessem enferrujadas, ou a criatura fosse excepcionalmente boa em se esconder, o fato é que ela estava fora do vagão e em direção a cidade muito antes de Charles sequer conseguir se aproximar.



Arthur Gavin Von Amsberg – Ação: Procurar uma forma de soltar as pessoas das ferragens FALHA!
3 + 3 + 3 = 9

Spoiler: Mostrar
Bem, uma forma foi procurada e não foi encontrada, talvez seja melhor deixar isso para os bombeiros.


Situação Atual:
Locomotiva
Em chamas!

Foco de Incêndio 1
Foco de Incêndio 2
Foco de Incêndio 3


Vagão 1 – Vagão de Passageiros
Tombado de lado com parte do muro esmagando parte deste. O muro foi reconstruído e não mais oferece perigo.
Portas foram abertas, mas janelas foram quebradas por uma pequena explosão.
Há cerca de 50 pessoas em seu interior.
Foco de Incêndio 1: Causado por Kylie (apagado pelo feitiço coletivo)
Foco de Incêndio 2: Causado por Dragos (apagado pelo feitiço coletivo)
Foco de Incêndio 3: Causado por Maisie ( Apagado)


Élise conseguiu evacuar a maioria dos passageiros e agora estão todos unidos em um feitiço de vento muito potente no intuito de apagar os focos de incendio.


Vagão 2 – Vagão de Passageiros
Inclinado com portas emperradas que podem ser abertas uma das portas abertas, logo ‘entrar no vagão’ não é mais uma ação. A partir de agora podem entrar neste vagão e executarem qualquer outra ação em seu interior.
Os passageiros que estão neste vagão estão evacuando a área em pânico e de forma não muito ordenada.
As últimas duas cabines do vagão estão sendo acometidas pelo fogo e há moderada quantidade de fumaça em seu interior
Uma cabine ainda pega fogo, a quantidade de fumaça diminuiu bastante.


Vagão 3 – Vagão de Restaurante
Aiden abriu uma passagem, logo ‘entrar no vagão’ não é mais uma ação. A partir de agora podem entrar neste vagão e executarem qualquer outra ação em seu interior.
Uma fumaça negra está escapando pelas janelas quebradas e as portas se encontram aquecidas e uma claridade laranja está escapando debaixo destas.
O cheiro de gás está evidentemente vindo deste vagão. Agora que a cozinha fora ‘selada’ o cheiro de gás parece ter diminuído drasticamente.
Cerca de 15 passageiros correram para fora do vagão, pisoteando tudo em seu caminho.
Moon conseguiu ser resgatada e agora receberá tratamento no TvH.
Há um seminviso à espreita de Aiden, bem na passagem que ele deverá usar para passar.


Vagão 4 – Vagão de Carga
Algumas portas e paredes destes vagões estão danificadas.
Não se sabe quantas pessoas estão nesses vagões. Há cerca de 7 pessoas nesse vagão. Pôde-se ouvir um grito de socorro vindo de algum lugar não visível entre as cargas.
Foco de Incêndio no vagão 4 O incêndio foi apagado no vagão 4
Há ruídos e uma movimentação estranha vinda desse vagão, indicando algum problema futuro. Seria um novo incêndio? Uma explosão? Ou não seria nada além da dilatação do ferro?
Duas pessoas presas nas ferragens foram encontradas por Ares, mas elas seguem presas. E ele também.


Vagão 5 – Vagão de Carga
Algumas portas e paredes destes vagões estão danificadas.
Não se sabe quantas pessoas estão nesses vagões.

Vagão com corpos e malas carbonizados.


Vagão 6 – Vagões de Transporte
O occami não mais ocupa espaço dentro deste vagão.
Não há fogo no interior deste vagão.
Uma criatura estranha, de corpo peludo, parece ter sido vista saindo deste vagão... mas a mesma desaparecera pela noite quase que imediatamente depois.
Há dois oficiais do Depto. De Controle de Criaturas Mágicas presentes no interior do veículo.
Há ruídos e movimentação estranha vinda deste vagão indicando algum problema não solucionado prestes a eclodir.


Vagão 7 – Vagão de Transporte
Agora Aberto, é possível ver cerca de dez bezerros apaixonados correndo livres por ele, dois escaparam correndo assim que a oficial abriu a porta. (Os bezerros estão, agora, deitadinhos do lado de fora esperando o resgate).
Não há fogo no interior deste vagão.
Algumas caixas de transporte de animais pequenos se encontram tombadas e não é possível ver o estado real dos animais.
É possível ouvir o som de pelúcios vindos de algum lugar.


Vagão 8 – Vagão de Transporte
Aberto por Hatori Han. Há criaturas correndo de dentro deles feito loucas em estado de pânico. Recomenda-se tentar a contensão delas.
As paredes de alguns estão inteiramente destruídas com traços de explosão e arranhaduras.


Os animais estão devidamente contidos.


Aos que participaram, podem registrar seus posts como 'Participação em Trama Oficial'.

Logo mais um post com encerramento por parte dos bombeiros será realizado .fofo
Imagem
Nikolai Weylin
Funcionário do Hospital TvH
Avatar do usuário
Evan Peters
Eu sou o caçador.
 
Reg.: 12 de Feb de 2015
Últ.: 27 de Jan de 2021
  • Mensagens: 190
  • Nível:
  • Raça: Lobisomen
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 2 Pts.
  • 17 Pts.
  • 132 Pts.

Postado Por: Todd [Ele/Dele].


Re: Wildsmith Bahnhof [Estação Ignatia Wildsmith]

MensagemLiechtenstein [#210679] por Mestre do TvH » 16 Jan 2021, 10:20

  • 5 Pts.
  • 8 Pts.
  • 32 Pts.
Segunda, 6 de setembro de 2021
Local: Estação Ignatia Wildsmith
Horário: 00:53 horas
Temperatura: 17ºC


Imagem


O ar ganhava o som agradável de sirenes, já tão esperadas a quase uma da manhã, quase três horas depois do acidente em si trazendo consigo uma nova horda de profissionais mais aptos do que os do hospital para removerem as vítimas. O cansaço visível no rosto de todos que ajudavam pareceu se aliviar momentaneamente com a visão das vassouras e ambulâncias pintadas de vermelho vivo com sinais amarelos do corpo de bombeiros. Nikolai os encarou, se livrando do casaco para embrulhá-lo em uma criança, tendo se afastado do Trem para cuidar da triagem de maneira mais efetiva.

- O que aconteceu com vocês?! Fazem quase três horas que estamos esperando! – Ralhou, a raiva explodindo com razão do rapaz. O bombeiro desceu da vassoura, sinalizando para os outros que começassem a agir em direção aos vagões e iniciarem o transporte de mais vitimas para longe da estrutura de modo geral. – Tivemos problemas com a comunicação, algo aconteceu com as vias de emergência. – O rapaz respondeu, o cenho franzido, - Tenho motivos para crer que fomos sabotados. – A expressão de Nikolai se aliviou um pouco, ainda carregada com preocupação, dessa vez uma preocupação a mais. Sabotados... Isso queria dizer que o trem...

O chefe dos bombeiros desapareceu de seu campo de visão antes que pudesse compartilhar sua epifania, mas isso não importava. Não era hora para aquele tipo de coisa, para criarem teorias da conspiração. Apontou a varinha para a própria garganta, - Sonorus– Murmurou, subindo em seguida em uma caixa tombada para ser melhor observados. – Médicos e voluntários! – O romeno chamou, aproveitando do alto e bom tom do feitiço, - Por favor, peço para que se afastem do trem! Voluntários, obrigado pela ajuda! Peço que voltem agora para o hospital e passem pela triagem! Médicos, preciso que cinco de vocês fiquem aqui comigo para terminar a triagem em campo!

- O restante, por favor voltem com os pacientes para o Hospital e ajudem lá! Obrigado a todos!– Pediu, cessando o feitiço por fim, voltando sua atenção para os pacientes que começavam a ser transportados para as ambulâncias com maior velocidade enquanto os bombeiros trabalhavam em soltar o restante das pessoas. – Grande inauguração...– O loiro comentou, novamente para ninguém, limpando o suor e fuligem da testa. Ainda assim, era apenas o começo de uma longa e exaustiva noite.



RESUMO:
    >O corpo de bombeiros chegou com quase três horas de atraso alegando que não sabiam sobre o acidente, que talvez os canais de comunicação tenham sido sabotados. Isso é uma verdade e apenas aumenta a curiosidade em relação ao caso.
    >Nikolai chamou de volta os Voluntários e Medibruxos. Pedindo para que poucos ficassem para trás para ajudar com a triagem, isso é apenas interpretativo. Neste momento os voluntários todos devem voltar, quem ficar para trás será delicadamente enxotado de volta para o salão de festas.
    >Nik ficou com o galera aqui para ajudar na triagem de emergência.

Muito bem, meu povo e minha Pova...

DESCULPA a demora e desculpa mesmo por ter deixado essa trama flopar, não era minha intenção, mas coisas aconteceram pela vida de todos. De toda maneira, imagino que é melhor eu encerrar a participação do TvH por aqui, já nos estendemos demais. Agora o tópico é do Depto. De Criaturas Mágicas para resolver os problemas com os fujões.

Obrigado a todos por participarem e darem a visibilidade para essa trama! De novo, desculpa pela demora e por falhar com vocês no quesito atualização e manter a trama viva, mas adianto que fiquei MUITO feliz mesmo de ver o interesse de vocês no TvH.

Obrigado a todos! Até a próxima.
Feitiço: Sonorus[dificuldade: 5];
Descrição: Feitiço que aumenta o volume da voz daquele que for enfeitiçado. Seu contra-feitiço é o Silencio, que faz a voz voltar ao seu volume normal.
Mestre do TvH
Funcionário do Hospital TvH
Avatar do usuário
 
Reg.: 27 de Oct de 2010
Últ.: 18 de Jan de 2021
  • Mensagens: 430
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 5 Pts.
  • 8 Pts.
  • 32 Pts.

Postado Por: Gii.


AnteriorPróximo

Voltar para Distrito Mágico

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 2 visitantes