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[EVENT] Miss Glitz Valentine’s Day Party

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Re: [EVENT] Miss Glitz Valentine’s Day Party

MensagemJapao [#199340] por Hanagi Miyamoto » 13 Abr 2020, 00:36

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Oneul bam kkeutjang boja
Bang bang bang



      A vida de Hanagi Miyamoto costumava ser muito boa. Boa não, excelente. O sobrenome que carregava não era um qualquer, vinha de uma linhagem que era extremamente rica e respeitada por todo o Japão. Eram praticamente donos do ministério da magia japonês, a maioria dos seus familiares trabalhava ali e quem não era um Miyamoto e estava ali, foi indicado por algum dos filhos da Lua. Ele poderia muito bem ter escolhido seguir essa carreira também, não precisando ter o mesmo emprego que seus pais que eram da parte burocrática do setor de segurança e leis mágicas. No entanto, aceitou de bom grado a condição ser uma arma e fazer tudo aquilo que o líder de sua família ordenasse.

      Estar trabalhando na Miss Glitz era uma ordem, mas, não era de um todo ruim trabalhar numa revista de fofoca, mesmo ele nunca ter sido um fofoqueiro em toda a sua vida. A não ser quando precisava falar para Izu-nii, um de seus primos mais velhos e que tinha muita afeição, que havia acontecido alguma coisa com Mizuki, a irmã dele. A garota fora sua colega de escola e era de seu conhecimento que a saúde não era a das melhores. Izumi lhe pedira para contar qualquer coisa que acontecesse com ela e Hanagi cumprira essa obrigação durante todos os anos que passaram em Mahoutokoro. Infelizmente, era algo que fazia com frequência e Mizuki o odiava por isso. Muitas das vezes havia implorado para que seu irmão não soubesse, sem falar nas vezes que tentava fingir estar bem, na tentativa de passar despercebido dele. Mas, era para o bem dela e também, para o bem de sua amizade com Izu-nii. Não podia falhar.

      E mesmo não achando um total desagrado o seu emprego atual, naquele momento, o Miyamoto desejava pedir demissão e voltar para o Japão. Local onde ele teria paz e tranquilidade e, principalmente, não precisaria ver a fuça do maldito vampiro que estava à sua frente. Hana costumava odiar as pessoas e não costumava listá-las em sua mente, mas, se fosse necessário fazer aquilo, Tyler, definitivamente, encabeçaria sua lista. O semblante do nipônico continuava rubro de raiva, suas sobrancelhas estavam franzidas e a respiração por mais que estivesse normal, podia-se perceber a força com que o ar escapava de suas narinas. Estava tudo excelente, bom, quase excelente porque ele não queria estar numa festa de dias dos namorados, mas, a chegada daquele maldito sanguessuga piorava o ambiente.

      O filho da put* ainda estava lhe provocando, dizendo que ele seria sua última opção numa situação no mundo inteiro para fazer alguma coisa. Com muito esforço, Hanagi se controlou para não fazer algo contra Tyler. Tinha que manter em mente que estava num evento importante e que não podia manchar seu nome. Ao invés disso, ele sorriu do mesmo modo que o vampiro, na verdade, ainda mais carismático que ele. — É mesmo? — Perguntou curioso, deliciando-se de outro gole de seu drinque. — Pois eu queria ver isso. Tudo bem que ter você em meus pensamentos não é lá o meu maior desejo, mas, te ver em pedacinhos me parece muito interessante. — Seus olhos estavam presos aos de Tyler e sorriam para ele de forma divertida. Mais uma provocação fora proferida pelo outro enquanto Hana bebia mais um pouco de sua bebida.

      Meneando a cabeça para o lado, o Miyamoto não se deixou abater ao ser chamado de cachorro, mesmo querendo enforcar Tyler. — Não que eu goste de ser comparado à subespécie do lobo, não estou achando graça alguma nisso, mas... a sanguessuga é um tipo de verme e cá está você… não direito de questionar minha presença aqui. — Ele o confrontou de cabeça erguida, mesmo sendo mais baixo que o carrapato à sua frente. — Não te devo satisfações. — Comentou num sussurro, ficando ainda mais próximo do rosto dele, lançando o hálito doce de sua bebida nele. Quem visse aquela cena, poderia achar que Hanagi desejava possuir os lábios do mais velho, mas, não era isso. Hana não se sentia ameaçado por Tyler ali e na verdade, nem em lugar algum. Com um leve aceno de cabeça, o mais novo se afastou, alisando uma das tiras de seu suspensório. O salão era grande e não tinha necessidade alguma dele ficar próximo de uma pessoa que dava certo… asco. Ele torcia muito para que as horas passassem rápido e pudesse ir embora o quanto antes.

O look do Hana é mais ou menos assim.




With: Tyler Han.
Notes: Aberto à interações. (mesmo ele não querendo)

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Hanagi Miyamoto
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Re: [EVENT] Miss Glitz Valentine’s Day Party

MensagemCoreia do Sul [#199341] por Tyler Han » 13 Abr 2020, 01:19

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”Guess I’m famous...”

Parte – III


Ele conseguiria contar nos dedos todas situações que conseguiram o deixar desconfortável ao ponto de fazê-lo explodir para fora e não para dentro. Todas as vezes em questão lhe pareciam imbecis se comparadas com a situação de agora. Desde que fora acolhido por Hatori depois de ser atacado por Hanagi naquele inferno daquele beco na Itália acreditava piamente que não iria precisar olhar na cara do lobisomem nunca mais em sua vida. Mas o mundo era um planetinha redondo que dava muitas voltas e eis que eles estava aqui, no meio da festa do trabalho, um de frente para o outro. As máscaras sociais devidamente postas. Não podiam se matar ali, mas tinha total certeza que o desejo de o fazer vindo do outro era quase tão grande quanto o próprio. Estava parado agora e não iria mover um músculo que fosse. Temia que se acabasse por o fazer estragasse o auto controle que tanto lutava para manter intacto e parecer o mais civilizado possível. Mas era quase uma missão fadada ao fracasso quando se estava com alguém tão imbecil quanto aquele tal de Hanagi Miyamoto.

Ele disse não precisar lhe dar nenhuma satisfação e Tyler realmente se sentia bastante contente daquilo ser verdade. Não conseguia imaginar cenário pior do que dever satisfações a ele ou então vê-lo dever satisfações a si. Ele só queria era se livrar do outro e, de preferência, nunca mais ter que sequer bater os olhos em sua face. -- Na verdade não sou um sanguessuga... sou um morcego e entrei voando pela janela no momento em que você invadiu o salão abanando seu rabinho... -- Quando o outro se aproximou daquela forma performática, com seus lábios quase se tocando, cravou seus olhos na superfície carnuda que lhe parecia até macia demais para estar na face de alguém tão repulsivo. -- Sei que você veio aqui nessa mesa, mas ela é de doces e não de ossos... -- Ele abaixou o tom de voz até transformá-la em um sussurro, procurando a orelha dele para proferir a fala final. -- Posso tentar encontrar um pacotinho de ração pra você...

E então ele se afastou, permitindo que Tyler pudesse voltar a respirar sem sentir o cheiro do sangue dele que, infelizmente, tinha um aroma sedutor demais para Tyler. Não sabia o que era, mas Hanagi lhe dava fome. Muita fome. E ele não queria comer de jeito nenhum. Não estava morrendo de fome àquele ponto. Sinceramente? Nem se ele estivesse realmente morrendo de fome ele iria querer provar dele de novo. Hanagi era repulsivo. Mesmo que cheirasse tão bem. Mas, ele tinha razão, certo? Eles não se deviam explicações e a festa era grande demais para se obrigarem a estarem no mesmo lugar. Tyler tinha mais o que fazer. Mais o que investigar. Mais o que se divertir. Hanagi que se explodisse em algum lugar, ele iria era aproveitar a noite! Sem lhe dizer absolutamente mais nada, se afastou da mesa de doces e se pôs a caminhar para alguma outra área. Havia muitas opções de lugares para se estar, de jogos para se jogar... Para onde ele iria primeiro? Ele pensaria no meio do caminho. O importante agora era se afastar do cheiro do cachorro. Se afastar até que ele parasse de fazê-lo salivar tanto.


Interação com: Hanagi Miyamoto

Menção a: Hatori Han

Vestindo: Isso aqui

Ouvindo: Zutter – GD & T.O.P

Notas: ABERTO A OUTRAS INTERAÇÕES!!!!

Itens Utilizados:

  • Anel de Sangue

    Usou um Anel de Sangue.

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Re: [EVENT] Miss Glitz Valentine’s Day Party

MensagemRussia [#200359] por Dmitri Volkov » 27 Abr 2020, 03:30

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If I died we'd be together now. I can't always just forget her.

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Faziam-se muitos anos que o russo não comemorava o dia dos namorados, na verdade, era como se ele tivesse apagado aquela data do seu calendário, do mesmo modo que fizera com o Natal. Quando perdeu a mãe, aquela foi uma data que ele ignorou e então relembrou quando esteve ao lado da esposa. Agora? Depois do assassinato dela e de seu filho, o homem decidiu abandonar aquelas datas com bastante fervor. Mesmo que ainda tenha o hábito de presentear os irmãos mais novos, ou preparar festas exuberantes no Rosa in Fiori, não havia aquela felicidade que sempre o atingiu. Algo triste de se dizer, mas não passava da realidade de Dmitri nos últimos longos anos. Contudo, aquele dia dos namorados seria diferente. Por diversos motivos, o segundo filho de Kaiser Volkov, acabou por começar a trabalhar numa revista de fofocas, um modo de abrir um leque na sua obtenção de informações, ou talvez, ele precisasse de algo para si mesmo, algo que o retirasse dos lugares que traziam-lhe lembranças dolorosos, angústia e ódio. Além disso, não era como se estivesse fugindo do seu trabalho principal, ou melhor, dos seus grilhões. Ele sabia que era inútil, porém um momento de paz, um respirar aliviado. E para fazer isso, tinha pessoas que confiava dentro do Palazzo Di Spettaculo como Tyala e Fellipa.

Um suspiro pesado escapou dos lábios de Dmitri ao se olhar no espelho, franzindo o cenho com aquilo, não era que a roupa estava ruim, apenas ele não se sentia confortável em participar de uma festa naquele dia. Mesmo assim, havia prometido a chefe do departamento de produção que iria. Não havia como escapar daquilo, mesmo que a ideia de ir o torturasse um pouco. Com isso, ele se focou no que precisava para terminar, estando em dúvida se colocava gravata ou não, quando revirou os olhos levemente.
— Fellipa, mia cara, o que acha com ou sem gravata? — questiona soando divertido, se virando para encarar a mulher que havia parado no meio do corredor numa de suas voltas, as quais, ele estivera atento desde que a notou. — Então com gravata irei. — fala em resposta, já arrumando a gravata. — Deve estar se perguntando porque irei numa festa hoje, não é? — questiona se virando para ela sorrindo levemente enquanto guardava o cordão com as duas alianças por dentro da camisa — Não vou demorar, preciso ir trabalhar um pouco. — comentou o loiro suspirando um pouco. — Estar bem é relativo. — fala sincero — Mas posso dizer que ficarei bem, não se preocupe. — responde levemente, logo olhando para a mulher, vendo certa descrença em sua expressão. Algo que ele entendia por que, afinal, ela sabia os motivos para ele odiar aquela data.

— Vou ficar bem, Fellipa. É apenas um trabalho, quero continuar mantendo esse lugar seguro então preciso fazer isso. — o russo falou, logo ouvindo as palavras da amiga, fazendo com que ele suspirasse de modo pesado, as vezes ele se sentia como uma criança, pelo modo que tanto Tyala quanto Fellipa o tratavam, mas não se incomodava com isso, sabia que as duas se preocupavam com ele. — Está tudo bem, preciso de vocês dois aqui, o palazzo vai ter bastante visitas mais tarde. Além disso… — pausa por um momento — Kathy me fará companhia e vai ser mais fácil vir mais cedo. — ele informou acabando por soar levemente divertido, algo que logo se transformou numa risada diante do comentário da amiga. Mas, realmente, levar a irmã mais nova seria uma distração e uma desculpa para sua retirada mais cedo. Parecia até mesmo um pouco injusto com a mais nova, porém tinha conseguido convencer o patriarca a “dar” a menina como sua aprendiz, deixando-a como sua herdeira do seu trabalho para a máfia russa, era melhor do que ela ser uma arma. Uma pena que ele não conseguiu fazer isso para os outros irmãos — Não se preocupe, Fellipa. Logo retorno. Espero que guarde uma bebida para mim. — implica vendo-a sair rindo um pouco da resposta que recebeu, mas assim que se viu novamente sozinho a dor tomou conta do peito do homem, logo seu olhar indo para a fotografia que ficava em seu quarto. O sorriso da mulher que o havia conquistado depois dela ameaçar sua vida. O filho ambos tinha puxado o sorriso dela. Aquela foi a última foto que havia tirado deles. — Eu retorno logo, Aisha, Giovanni... — falou delicadamente o segundo filho da casa Volkov, vendo as duas pessoas da imagem acenarem enquanto ele saia para enfrentar aquele dia.

(...)


Antes de chegarem a festa, Dmitri havia repassado tudo para a mais nova ao seu lado, tinha que ensiná-la a se portar em público e principalmente conseguir informações. Era seu trabalho como um membro da casa Volkov. “O lobo uivante”, como era conhecido, o homem das informações, contudo, a verdade era que também era uma desculpa para ajudar a mais nova a se enturmar, mesmo que o local não tivesse crianças para que ela possa fazer isso. No entanto, Kathryn parecia se dar melhor com as pessoas mais velhas que ela, então começaria por esse quesito. Quando chegaram a festa, o russo detinha um sorriso resplandescente nos lábios, uma máscara de carisma e elegância, até mesmo um pouco de charme de um don juan. Tirou fotos no tapete vermelho com a mais nova, deixando seu lado mais social surgisse, tinha que mostrar um bom trabalho também, falou coms os fotógrafos de plantão, dando dicas do que poderiam fazer, as fotos, coisas do tipo, era seu trabalho como produtor também.

Ao mesmo tempo, informava a mais nova ao seu lado quem era cada pessoa que passava por eles, questionando-a sobre informações que havia passado para ela, fazendo com que ela se apresentasse de forma amigável para as pessoas que trabalhavam com ele. A menina, mesmo com seu jeito, que tanto lembrava Ivanovich, parecia uma princesa, chamava atenção dos convidados e fazia com que o russo se tornasse a atenção, pelo menos até a apresentação de Madame DuJour. Com vários questionamentos vindo a Volkova mais nova. Contudo, mesmo com todas aquelas distrações, Dmitri ainda tinha sua mente voltando para outros momentos, para sua vontade de estar em casa, do ódio que sentia por aquela data. Pelo menos, até ele esbarrar com Eleuthera, o que o fez retomar o sorriso um tanto galante. Não, não era como se tivesse uma intenção de flertar com a jovem, apesar de não ser nenhum santo viúvo, apenas era seu costume. Máscaras, isso que usava o tempo todo.
— Thera, mi cara Thera, seu trabalho como sempre me deixa sem folego. — elogiou a jovem com um sorriso, logo vendo-a perguntar quem era a menina ao seu lado, o que o fez sorrir um pouco mais, ainda mais ao puxar a irmã mais para perto de si. —Minha irmã mais nova, ela é minha acompanhante, ou pretende me roubar dela? — o russo questionou divertido. Mais um pouco de conversas e trabalhos, o Volkov logo voltaria para casa e para seu amigo Brunello di Montalcino até que sua mente se apagasse por aquele dia e pudesse esconder mais rapidamente sua dor.


WEARING • Algo assim.| MUSIC • The Ghost of you — My Chemical Romance
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Editado pela última vez por Alphonse Derek Friedrich em 03 Mai 2020, 16:35, em um total de 1 vez.
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Re: [EVENT] Miss Glitz Valentine’s Day Party

MensagemAlemanha [#200515] por Klaus Vanderhoff » 29 Abr 2020, 19:01

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    Era realmente muito bom passear pelo Distrito Mágico de Liechtenstein, porque os bruxos realmente sabiam como administrar bons bares. Era o terceiro Pub que Klaus visitava naquelas ruas, um inclusive tinha servido de morada durante suas aventuras no ano anterior, pouco antes do retorno das aulas em Beauxbatons, mas não se atrevia a pisar naquele estabelecimento novamente. Aquela época em que fugira da mansão Vanderhoff e se estabelecera em diversos locais diferentes para receber a companhia de Antoine, o ex-namorado, lhe trazia memórias não muito boas, então sabia que a melhor opção era evitar qualquer coisa que fizesse a mínima referência àquela parte de sua vida. Já fazia quase um ano desde seu último retorno para a escola e mal podia acreditar no tanto de coisa que já tinha acontecido. Mais confuso do que nunca, todas as técnicas que aprendera sobre como controlar sua cabeça caótica pareciam ter sido perdidas em algum lugar, porque ela tinha se tornado uma bagunça novamente.

    Já estava bêbado quando virou a terceira dose de whisky de fogo sentado em um balcão bastante sujo. Não fez caretas perante o ardor que o líquido causava em sua garganta simplesmente porque já se encontrava bastante alcoolizado, então os sentidos já não funcionavam mais tão bem. ― Ei, moço… ― Chamou, emitindo um inglês bastante trêmulo e cheio de sotaques. Esticou o braço na direção do taverneiro que estava de costas, limpando algumas canecas de cerveja. O homem então se virou e encarou o Vanderhoff com bastante impaciência em seu semblante. Klaus notou. ― D-Desculpe incomodar. Estou indo para um evento i-importante, tô com muita cara de bêbado? ― Deu um sorriso amarelado e se afastou do balcão, abrindo os braços para se exibir melhor. O taverneiro riu de forma impaciente e voltou a dar as costas para o alemão, usando as mãos para procurar alguma coisa em uma gaveta bastante velha. “Toma” Falou, lançando um pequeno frasco na direção de Klaus, que quase deixou o vidrinho cair. Uma rápida olhada no líquido amarelada foi o suficiente para ele reconhecer o conteúdo do frasco, agradecendo à Mélusine pelos bons ensinamentos em Beauxbatons. ― Loção de Barnabás, é? Extremamente grato! ― Respondeu, forçando uma reverência bastante desajeitada para então deixar alguns galeões no balcão e sair do pub.

    A rua estava bastante agitada, repleta de bruxos e bruxas que exibiam suas roupas de gala. Precisou coçar os olhos para se livrar de um incômodo provocado pelo tanto de tons avermelhados que viu nas vestes, lembrando-se que estava prestes a entrar em um evento de Valentine’s Day. Felizmente seu traje também fazia parte daquela paleta de cores tradicionalmente associada ao “amor”, mas a menor menção daquele termo em seus pensamentos já lhe causava uma forte dor de cabeça, então decidiu pensar logo em outra coisa. Virou todo o líquido amarelado em sua boca e colocou o frasco no bolso do paletó, fechando os olhos quando a bebida fez sua cabeça girar um pouco. Loção de Barnabás era usado para amenizar os sintomas de um estado alcoólico, principalmente quando bruxos passavam da conta na bebida e precisavam manter a classe em eventos importantes. Este era o seu caso, infelizmente.

    Começou a caminhar quando sentia a embriaguez ir embora aos poucos, dando-lhe mais equilíbrio e maior noção do que acontecia ao seu redor. Não tinha certeza dos motivos por trás do convite para aquele evento, já que não era nenhum famoso. A família Vanderhoff era sim bastante conhecida no mundo bruxo, mas ele faria qualquer coisa para ser desassociado da imagem da família. Talvez a presença de alguns ex-alunos de Beauxbatons no quadro de funcionários da Miss Glitz tinha sido o motivo para requisitarem a sua presença, pois, de fato, em Beauxbatons ele tinha sido alguém. Mas isso acontecera antes de seu último ano, quando uma série de desgraças acometeram sua vida escolar e ele encerrou o ciclo de sete anos sem amigos, sem namorado e sem um rumo na vida. Do lixo ao luxo, só pra depois, em um episódio dramático digno de novela mexicana, voltar para o lixo.

    As centenas de luzes provinda de flashes e canhões de luz na entrada do evento fizeram sua cabeça doer. Tentou olhar para baixo, focando no longo tapete vermelho da entrada, mas aquilo não daria boas poses. Ele nunca fora um rapaz exibido, contudo, usava um traje belo demais para não fazer uma pose igualmente bela e sair bem nas fotos. Colocou no rosto uma expressão levemente ‘blasé’ (pois sabia que sua face ficava bem daquele jeito, talvez por força do hábito) e caminhou de forma tranquila pelo tapete vermelho, usando as mãos para ajeitar o traje de vez em quando. Não deu passos muito curtos porque estava bastante ansioso para entrar no salão, então o tapete vermelho não durou mais do que alguns minutos. Passou pela entrada e mais uma vez precisou cerrar os olhos para se proteger contra a imensidão de luzes do ambiente. Por sorte não era famoso o suficiente para ter de lidar com repórteres, então sua passagem até a mesa de bebidas foi livre de muitos obstáculos. A música que preenchia o ambiente era de seu agrado, o que fez ele se permitir a acompanhar as batidas balançando de leve o pé. Tirou as mãos do bolso então para finalmente servir-se de um copo nada generoso preenchido com whisky de fogo e algumas pedras de gelo, mas sentiu o corpo esquentar antes mesmo de derrubar a bebida para dentro da garganta.

    Aquela silhueta, completa por um cabelo na altura dos ombros e decorado com belos cachos que caíam quase que perfeitamente sobre o traje de gala. Klaus reconheceria aquela figura e seus trejeitos mesmo se estivessem a muitos metros de distância, mas não era esse o caso. Raul estava lindo, como sempre, e Klaus ficou ainda mais surpreso quando viu o rapaz sorrir de canto no meio de uma conversa com alguém que ele não conhecia. Fazia tanto tempo que não via Raul sorrir daquele jeito, e só os dois sabiam como o sorriso de canto levemente temperado com malícia deixava o alemão à mercê de atitudes totalmente incontroláveis. A Loção de Barnabás eliminava os indícios exteriores provocados pelo álcool, mas não eliminava a substância de seu sangue. Ele estava corajoso (e com bastante saudade), o que fez com que se aproximasse de forma lenta e bastante furtiva. Tocou de leve no ombro do mexicano, contrariando os instintos que lhe pediam para agarrá-lo pela cintura, e tentou sussurrar de forma a ainda ser ouvido com aquela música alta. ― Eu nunca, nem nos meus piores pesadelos, imaginei que fosse te encontrar aqui. ― Brincou, sorrindo com bastante malícia e torcendo para que não passasse nem mais um segundo até o mais velho se virar e encará-lo frente a frente.

With: Raul A. Jacobs. Listening: Disintegration - Monarcy. Wearing: [AQUI]
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Re: [EVENT] Miss Glitz Valentine’s Day Party

MensagemMexico [#201693] por Raul A. Jacobs » 13 Mai 2020, 16:27

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      - Absolutamente perfeitos... -A voz levemente anasalada de meu pai ainda ecoava em meus ouvidos, fazendo com que um sorrisinho despontasse no canto de meus lábios bem desenhados e perfeitos, assim como toda a minha pessoa. Eu e Pierre estávamos saindo para uma festa, o que certamente não seria grandes novidades, se a referida não fosse também a primeira que participaria enquanto funcionário da renomada equipe da Revista Miss Glitz, então, sim, meus pais estavam fazendo um BIG DEAL, tenho certeza de que vi algumas lágrimas escorrerem pelo rosto do Papai Mark, até mesmo o Pai John estava um pouco mais reflexivo que o normal e, não vou mentir, não para vocês, adorava toda essa atenção, ainda mais depois de toda a merda que rolou no meu último ano enquanto aluno de Beauxbatons.

      Sabe qual a melhor parte de ser parte de uma família que realmente te ama e te apoia? É essa! Era só uma festa, ainda assim, meus pais e irmãos se encontravam perfeitamente alinhados, acenando feito bobos enquanto desejavam boa sorte. Só de pensar que houve uma época que tudo o que recebia era tapas, faz com que meu coração acelere um pouco e uma lágrima escorra pelo canto de meus olhos, ao que recebo um aperto em minha mão por parte de Pierre que logo sussurra que me entende, o que faz com que volte a sorrir um pouco. - Então, quando vai me contar quem é ele? - Provoco, deixando que meus olhos negros encontrassem o azul límpido dos de meu irmão, ele negava, ÓBVIO, mas há tempos que não o via se esgueirar a noite e voltar embriagado e com cheiro de colônia barata de motel, ou seja, ele deveria estar com alguém, o que, cá entre nós, era algo bem inédito.

      - Tá louco, pirralho - Reviro os olhos com a resposta, gargalhando violentamente, afinal, agora eu tinha certeza de que havia alguém, do contrário ele não se esforçaria TANTO para negar. - Como queira - Ergo meus braços em rendição no exato momento em que o carro estacionou na estrada da festa, fazendo com que engolisse em seco, sentindo todo o meu corpo ficar um pouco teso, afinal, a Glitz era uma revista de moda, como você se portava nessas festas meio que importava. Inclusive, nesse momento começava a questionar se minhas vestes não se encontravam um tanto quanto expostas demais, ou simples demais, ou... Inspirei profundamente, forçando um sorriso em meu rosto, afinal, do que importaria as vestes se ao final dessa noite pretendia ficar sem elas, não é mesmo?

      - Dmitri - Bom, pelo menos não era alguém indesejado, muito pelo contrário, o jovem Russo que me acompanhava bem de perto no trabalho, era MUITO desejado, se é que me entendem! - Um dia você vai ter que me contar o seu segredo, meu caro, pois essa sua beleza só parece aumentar com o decorrer do tempo - Sorrio, forçando um pouco o meu lado galanteador, não que precisasse disso para reconhecer a pedra bruta que era o Dmi, apenas ultimamente flertar não vinha de forma tão natural quanto costumava ser, acho que é algum defeito de fábrica, preciso rever alguns conceitos e logo menos estarei 100% novamente.

      - Falando assim dá até vontade de conhecer esses segredos, Dmi, até mesmo porque se a aparência não é um e já esse escândalo, imagina os outros - Acabo acompanhando meu colega na risada enquanto repouso a mão com delicadeza sobre seus ombros, aproveitando para pegar uma dose de whisky que passava, definitivamente não era minha bebida preferida, mas meu pai havia comentado sobre ser imponente, ou algo assim. - Brincadeira, cara, mas, falando sério, se um dia tiver curiosidade, sabe quem pode procurar, não é? - Volto a gargalhar, dando alguns tapinhas delicados nas costas dele, preparando-me para comentar qualquer coisa quando meu olhar cruza o da última pessoa que esperava encontrar, não apenas ali, como no geral e o sorriso rapidamente se transforma em seriedade, conhecia Klaus o bastante para saber de seu estado, sabia também de sua propensão tremenda a fazer bobagens nele.

      - Klaus - Juro como minha intenção era falar isso de forma um pouco mais séria, estava realmente preocupado com o que ele poderia fazer, afinal, sabia que não se encontrava completamente sóbrio, Klaus nunca teve uma imunidade muito alta para bebidas, mas tudo o que realmente saiu foi um suspiro, quase um alento. Talvez, no fundo, o alemão tivesse me feito mais falta do que jamais admitiria, e, sim, eu sei como isso é patético, até mesmo porque tivemos apenas uma noite... Ainda que, cá entre nós, QUE NOITE, meus senhores! Era mais do que isso, contudo, talvez fosse a forma como seus olhos pareciam sempre obter tudo o que desejavam dos meus, ou como sentia tanta facilidade em lê-lo que chegava a ser ridículo, ou por ele ter sido, por um tempo, meu único amigo em Beauxbatons.

      - Dmi, você terá que me escusar por um momento, tenho negócios a tratar com o Sr. Vanderhoff - Pisco discretamente para ele, segurando na cintura de Klaus com um pouco mais de firmeza do que seria recomendado, tendo-se em vista o local no qual nos encontrávamos, mas, era o Klaus, parecia que não existiam muitos limites quando se tratava dele. Suspiro, o trazendo comigo para uma mesa um pouco mais afastada, era uma sorte ser recém contratado, minha própria mesa era uma dessas, já que as mais centrais pertenciam as coordenações e os diretores da revista. - Você está bêbado - Falo, baixinho, não era bem uma pergunta, era mais uma afirmação, abaixo a cabeça, meio que automaticamente, pegando suas mãos nas minhas por debaixo da mesa.

      - Tudo bem, Klaus, eu vou pedir um pouco de água, tá? Fica perto de mim e evita falar com pessoas importantes, não posso ir para casa exatamente agora, acabei de chegar, mas daqui a pouco peço desculpas e te levo lá para casa, tenho certeza que ainda tenho alguma poção para te ajudar - Que diria, hein? Raul Jacobs trabalhando em prol da sobriedade de alguém! Acho que o mundo dá mesmo muitas voltas, porque eu particularmente não apostaria nesse momento não, viu? O que também não me impediu de pegar um copo de água no segundo em que vi um dos garçons, agradeci, claro, o mais educadamente possível, até porque nem queria imaginar o que o papai faria comigo caso me comportasse de forma inapropriada em um evento.

      Mark Jacobs levava pouquíssimas coisas a sério na vida, mas isso certamente estava incluso nessa lista, ou seja, sem a menor chance! Já havia decepcionado meus pais mais do que eles mereciam! - Aqui - Sorrio, oferecendo-lhe a água, perdendo alguns minutos para vislumbrar um pouco de sua aparência, um verdadeiro gentleman, mesmo bêbado, Klaus poderia facilmente ser confundido com um cavalheiro pronto a salvar a dama em perigo. - Você é lindo, sabia? - Quem está bêbado é ele, Raul, não você, concentra no emprego, pelo amor de Chanel!

With: Pierre Jacobs, Dmitri Volkov e Klaus Vanderhoff Listening: Só pra castigar - Wesley Safadão Wearing:CLICK
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Re: [EVENT] Miss Glitz Valentine’s Day Party

MensagemRomenia [#202102] por Vicky Dragnea » 19 Mai 2020, 15:11

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Trabalho.

Depois de um tempo era bom poder torrar dinheiro como bem quisesse além de gastar com a monstrinha. Não que tivesse alguma forma além de bebidas, boates e comida para gastar, mas ainda assim, era bom ter um novo emprego e preocupações diferentes. Não que fosse O emprego dos sonhos, mas era legal, o pessoal era maneiro, nada fora do comum, porém, o que realmente era incrível eram as festas.

p*** merda! Como eu adorava ir para toda e qualquer festa que tinha, nem me importava que precisava lidar com a parte do trabalho e focar sempre em alguma coisa em especifico, porque eu podia fazer isso enquanto bebida e curtia muito. Era maravilhoso, menos quando era forçada a me vestir parecendo um pimentão ambulante e andar de salto alto. Qual era o problema daquele povo em me deixar ir de calça jeans e camiseta com tênis? Fácil, confortável e prático caso eu precisasse correr para pegar alguma matéria exclusiva.

Mas né? Trabalho era trabalho, então tratei de pegar o vestido mais vermelho sangue que encontrei, indo para a festa de dia dos namorados. Aquilo era tão bizarro que me fazia dar risada só de lembrar o que teria lá dentro. Eu, como uma bela e inocente dama que só pensa em ajudar os demais (uma grande mentira descarada) havia aceitado participar da barraca do beijo, mas até chegar minha hora, eu aproveitaria de outras formas, como por exemplo, caçar alguém para levar para casa depois daquilo.

O que eu poderia fazer? Depois de ter a monstrinha, não tive muitos casos amorosos e passava a maior parte do tempo tentando organizar minha agenda para cuidar daquela praga, então queria recuperar o tempo perdido. Talvez por isso tinha escolhido um vestido que realçasse minha comissão de frente. Precisava fazer algo ou morreria logo.

- Thera, iae, como ce tá? – Perguntei para a mulher abrindo um sorriso. – Antes tarde do que nunca. O que já temos aqui? – Sim, eu estava um pouco atrasada, mas tive que levar minha filha para o pai, então uma coisa leva a outra e... bem, não importava. Eu estava ali e pronto. – Eu estou animada, não nego, sem contar que tudo ficou bem legal e arrumado. Será que vai vir muita gente importante? – Questionei para a islandesa mantendo um sorriso no rosto, aproveitando um garçom para pegar uma taça de champanhe. Não era minha bebida favorita, mas tinha álcool e eu realmente precisava daquilo.

– Ah, logo deve chegar a minha vez lá na barraca e espero que sejam pessoas bonitas e interessantes, porque de chato já basta minha vida. – Comentei em meio a uma risada quando o tema de meu ‘trabalho’ para aquele dia chegou. Não que eu me importasse muito com quem eu beijaria, afinal de contas, uma boca a mais ou uma boca a menos não me mataria.

- Tem alguém conhecido aqui? Quero encontrar alguém para dançar e como parece que só tem gente sem graça... – E antes de terminar a frase, tratei de puxar a mulher para começar a andar sentido a pista de dança.– Que tal mexermos esses corpitchos? Temos que aproveitar, não acha? Sem contar, que eu adoro essa música!

With: Eleuthera Bryndísardóttir
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Re: [EVENT] Miss Glitz Valentine’s Day Party

MensagemIslandia [#202644] por Eleuthera Bryndísardóttir » 28 Mai 2020, 11:49

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- Obrigada DuJour. Com certeza é uma das nossas extraordinárias façanhas este ano. - Thera gostava muito das decorações, quanto mais extravagante, mais a lembrava do circo e, com Berg ali era de se esperar que a jovem gostasse da ideia. As pessoas continuavam chegando, se aproximando para pequenas e bastante adocicadas conversas. Logo o evento se iniciou e todos aqueles trajes mais do que deliciosos começando a avançar para as diversas opções maravilhosas que o mundo do glamour poderia oferecer. De fato, Thera não era alguém que gostava daquelas coisas o tempo todo. Em eventos, onde podiam deixar a mente de todos alucinar com pequenos detalhes, estórias e até mesmo beijos lhe fazia muito pertinente. - Você foi incível DuJour. Com certeza teremos algumas coisas para aproveitar para a próxima edição. Eu te encontro mais tarde para reportar dos detalhes da festa. - Ela piscou para a amiga e também chefe, seguindo em direção ao irmão e logo depois encontrando Moon no meio do caminho. Com certeza era uma festa bastante animada para que Moon se sentisse tão extasiada o tempo todo pela música e os barulhos que a festa proporcionava.

Estava conversando com um dos ministros de um dos países europeus quando teve a oportunidade de esbarrar em Dmitri. Era um rapaz de belas feições, articulado e bastante interessado em muitas coisas, mesmo que a própria Eleuthera não gostava muito de flertadores. O que lhe era irônico já que vivendo em um interessante circo e agora em meio a um agradável mundo das revistas de moda ela precisasse se lembrar de manter sua postura divertida. A máscara que ela crescera aprendendo a vestir e que sempre lhe caía bem, mesmo que preferisse sua face natural. Abriu um divertido sorriso, pedindo licença ao ministro enquanto dava toda a atenção ao outro. - Dmitri. - Ela ergueu de leve a taça que bebia para lhe dar boas vindas. - Obrigada, quero que aproveite o máximo que pode. Você e sua... Amiga? Creio que infelizmente ainda não fomos devidamente apresentadas. - Thera logo aproximou-se mais para ouvir sobre o fato dela ser a irmã mais nova de Dmitri, o que era interessante já que o rapaz não gostava muito de falar de si mesmo. Era realmente um privilégio ter ele ali trazendo um pouco da vida pessoal para aquele ambiente. - Seja bem-vinda, minha querida. - Riu mais uma vez com o flerte de Dmitri, não se permitindo cair naquela situação. - Creio que sua irmã provavelmente terá muito mais chances de ser roubada pelos galanteadores rapazes daqui do que eu a você. Mas não se preocupe. - O olhar era intenso, como se soubesse algo mais dele que ninguém sabia, penetrando o âmago, se ele tivesse um. - Te concedo uma dança mais tarde... Que tal em... uma hora?

Com uma promessa e uma nota mental de que Thera precisava auxiliar aquela jovem irmã de Dmitri a ter boas conexões dentro dali, logo a islandesa encontrou Dragnea. Era uma das novas aquisições do jornal e, por sua vez, era bastante animada quando se tratava de festas ou talvez só estivesse mais interessada em outras coisas. - Bem. - Respondeu de forma sincera, vendo a festa continuar enchendo e ela pensando em ir para a porta se certificar de que todos estavam realmente entrando por entrar ou se deveria aproveitar. Aquele senso de organização que o maravilhoso circo lhe tinha proporcionado e Berg sabia bem que a irmã faria muito bem. - Temos bastante comida, bebida, alguns ministros, pessoas influentes do mundo mágico e creio que daqui a pouco alguns atores e atrizes. Devo confessar que estamos indo muito bem, Vicky. - Thera nem sequer tinha percebido o atraso ou se teve algum atraso, por estar tão ocupada com outros detalhes que, de fato, o restante não lhe era nenhum pouco importante. Ou não deveriam estar em sua lista de prioridade agora.

- Eu pretendo não passar perto da barraca do beijo. - Confessou a outra, bebericando sua bebida enquanto olhava ao redor. Não iria se dignar ao fato de estar ali para querer beijos de alguém. Criou a barraca mas não iria se permitir estar à venda para ser beijada. Não era do perfil de Thera, mas gostava da empolgação dos amigos e das pessoas ao seu redor. - Com certeza terão. DuJour escolheu somente as pessoas mais belas para vir, mesmo que eu tenha adicionado algumas bem influentes porque precisamos de investimentos... - O que era totalmente verdade. Parte daquelas festas não eram feitas exatamente de situações ou do dinheiro da Revista, mas sim de milhares de patrocinadores com possibilidade de deixarem suas marcas dentro daquele lindo e maravilhoso espaço que existia. O som da música logo ecoou nos ouvidos de Thera e ela sorriu. - Eu devo ter visto por aí depois de muito tempo o meu irmão, mas podemos dançar um pouco, o que acha? - Puxando a outra para dançar um pouco na pista de dança. Teria que aproveitar as dancinhas enquanto podia se divertir! Ou talvez esquecer um pouco as tarefas da festa e se deixar relaxar.

Dançou por vários minutos até que viu ao longe outra mocinha interessante de conversa. - Vicky, já volto. Preciso me certificar de algumas coisas e você barraca do beijo. - Thera sorriu para a colega e logo se moveu para Seelie, para ter certeza de que a menina estava se sentindo bem por ali. Nem todos em eventos grandes se sentiam parte do local, então era sempre bom integrar o máximo que conseguia. - Seelie, que bom que te encontrei.[/ala[


With Dmitri, Vicky, Moon e Seelie
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by Berg (Eleuthera's Brother)[/img]
Eleuthera Bryndísardóttir
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