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ZeroSum NightClub - Moscou

Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemEstados Unidos [#191269] por Damien Morris » 17 Mai 2019, 23:06

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The Bartender


Ele estava claramente fazendo papel de idiota e aquilo lhe incomodava bastante. Só... Não sabia ser de outra forma. Mesmo que a moça a sua frente fosse extremamente gentil e não lhe estivesse repreendendo por sua falta de jeito, não teve como não ser arremetido aos seus anos desengonçados em Ilvermorny quando não conseguia nem mesmo dar bom dia para outro ser pensante sem virar um pimentão maduro repleto de sardas. Respirou fundo com o olhar perdido por apenas um minuto se lembrando do vexame com Matthew em seu quinto ano. Pessoas eram complicadas demais. Talvez lidar com elas não fosse uma das coisas com as quais ele devesse trabalhar. Mas... A faculdade não se pagaria sozinha, não é? E somente estudando ele conseguiria ser de alguma utilidade para o mundo. Assim como Izumi. Sentia que apenas assim conseguiria se aproximar do rapaz por quem estava apaixonado e também do qual não fazia ideia do paradeiro ou quaisquer outras informações que pudesse levá-lo a ele. E, sinceramente? Ele não queria o encontrar, para ser sincero. Não queria se iludir uma segunda vez. Era melhor se apaixonar por uma ideia do que por uma pessoa especificamente.

— Oh, sim... Na verdade tem muitas outras bebidas. — Foi trazido de volta ao “mundo real” pela voz da cliente a sua frente que obviamente estava usando de um pouco de sarcasmo para se referir a falta de memória do ruivo que apenas se lembrava da existência de bebidas básicas e do tradicional Bloody Mary. Mas ela não era ríspida. Falava de um jeito que até mesmo quase fazia Damien exibir um sorriso. Achar graça de si mesmo? Ok. Aquilo sim era uma novidade. — Eu não levo a mal. Sério. E obrigado. — Agradeceu por ela lhe dizer que ele era gentil. Bom, ela também o era. Ia se virar para começar a preparar uma boa bebida quando ela relaxou sua posição, os braços dispostos sobre o balcão. Damien, sempre atento aos detalhes, não pode deixar de reparar no quão lindos eram os fios de seus cabelos e como eles combinavam com a aparência da jovem, balançando com a brisa proporcionada pelo movimento que fazia para mudar os cabelos de posição.

Ela se aproximou dele. Bastante. Damien sentiu o ar faltar um pouco com a proximidade. Não, ele definitivamente não sabia lidar com seres humanos. Mas tinha que aprender, não tinha? Okay. Exibiu um sorriso sem graça enquanto ela lhe dava conselhos preciosos sobre como se comportar no ambiente em que eles se encontravam. — Não, imagina. Não estou pensando nada disso de você, muito pelo contrário. Você está me ajudando muito. Eu tô bem perdido mesmo. — Sua risada foi um pouco mais descontraída dessa vez. Mas aí ela falou sobre como seria melhor se ele resolvesse tirar alguma peça das roupas que trajava. Que qualquer um poderia jurar que ele estava morrendo de calor. Na mesmíssima hora o branco de sua pele sardenta se tornou como a cor predominante de sua casa em Ilvermorny, a horned serpent, vermelhinho vermelhinho. — Tenho minhas dúvidas se alguém está mesmo achando que estou com calor. Aqui na Rússia faz um frio dos diabos. — Desviou o olhar complementando sua fala com uma risada sem jeito. — Mas... Você disse que também é estrangeira. Veio de onde, se me permite a pergunta?


Damien veste isto.
Post completamente aberto a interações ♥
PS: Olha... Ela se sai muito melhor que o Dam kkkkkkkkkk
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Damien Morris
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Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemBelgica [#191693] por Harvey Anna Lothringen » 26 Mai 2019, 19:22

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Não vou mentir dizendo que nasci preparada para os mais diversos tipos de trabalho, é claro que não! Não me sentia preparada nem mesmo para o que tentaram me treinar por boa parte da vida, que era como ser uma princesa fiel e responsável, quem dirá para os mais diversos empregos bruxos. Contudo, aquele meu gosto incessante por aventura - e a necessidade de fugir do que era realeza - me fizeram me ‘tacar’ de cabeça em tantas oportunidades que cresci, aprendi, e hoje poderia aplicar profissionalmente muitos desses conhecimentos. Já fui atendente, recepcionista, camareira, garçonete, inspetora - em Durmstrang -, medibruxa - depois de muitos anos estudando, vide esse tanto de trabalho - e, uma vez, cheguei a considerar trabalhar num bar. Decidi não seguir por esse caminho por conta dos horários, apesar da vida noturna funcionar como uma espécie de casa, e na época o quadribol me exigia demais; ainda exigia, é claro, mas por não ser amadora, sabia exatamente como pesar os treinos e vida normal.

Também por isso senti certo alívio quando ele me alertou não ter se chateado. Não era a pessoa com o melhor tato, já que a carga de rebeldia me fizera ignorar algumas das etiquetas sociais e, com isso, passar longe dos conhecimentos de como lidar com pessoas e tudo o mais. Eu era amigável, relaxada, e tentava não levar muita coisa à sério, o que se mostrava quando conversava com outras pessoas, como Damien. O fato dele ser um desconhecido, ao invés de um amigo de longa data, não me preocupava mais; muito pelo contrário, era só mais alguém que teria o prazer de conhecer e descobrir um pouquinho da vida… nada mais divertido do que perceber, realmente, o quanto o mundo era grande, e o quanto as pessoas tinham vivências distintas. Mas agora estou com os pensamentos voando para longe, não é mesmo? “Então sinta-se à vontade para perguntar o que quiser! O que quiser mesmo. Gosto de ajudar, e se isso for te fazer se sentir melhor a longo prazo…” Afinal, ir bem no emprego faria qualquer pessoa sentir certo alívio.

“Faz mesmo, mas ninguém gostaria de ir a um bar super frio, né? Sempre achei meio idiota, esses lugares em que os donos não se preocupam com a temperatura. Quer dizer, a não ser que você vá para um desses locais de gelo ou um iglu, não tem por que senti calor! E se eu quero dançar até cair… aiai, nem pensar sentir frio.” Ri, esperando que não tivesse assustado o pobre coitado com aquele semi-monólogo, mas era bem a verdade. Imagina só, se jogar na ‘night’ mas perceber que o tempo passa porque está frio demais? Eu sairia de lá é com raiva de quem não pensou num aquecedor ou num mísero feitiço que fosse. “Então, eu venho da Bélgica.” Achei melhor retornar àquele assunto. “Harvey Anna Martine Pilar, à seu dispor.” É óbvio que só fazia isso para ver a cara de surpresa dos outros. “Eu sei, eu sei! Esses são só os nomes. Realeza bélgica, mas não se preocupe, estou lá em baixo na linha do trono. Eu jogo quadribol, e as pessoas vivem me zoando por causa disso na narração. Quer dizer, isso e o cabelo.” Apontei pro cabelo colorido.

Imaginei que ele não fosse muito fã de quadribol, mas talvez me reconhecesse com essa apresentação toda. Já fui mais cuidadosa, mas hoje, á medida que crescia, percebia o quão desinteressante era ter sangue azul quando eu própria não dava bola para isso. Quer dizer, a única razão para não ter renunciado era justamente o fato de ter dois irmãos mais velhos e toda uma família extra à frente do trono. Nossos queridos primos trouxas ficaram com ele, o que irritava muito meus parentes próximos e, devo dizer, é até meio engraçado de ver. “E você? Disse ‘também’ mas não sei da onde veio…. como acabou parando na Rússia?”


Desculpa a demora!!! D: Espero que goste .##
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Harvey Anna Lothringen
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Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemRussia [#192416] por Mattheu Krovopuscov » 19 Jun 2019, 10:03

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                    “Para todos ex-alunos de Durms um reencontro no ZeroSum Club de Moscou será o ponto de confraternização escolhido pelos generais, levem o melhor de si, seus amigos e alegria, pois não haverá nenhum Coronel tentando te torturar por ter roubado um doce da Diretora”. – O convite vindo de berrador era notório entre os antigos e mais tradicionalistas sofredores da tão rígida escola Russa. Será que deveria ir para o lugar rever alguns velhos conhecidos? E, quem iria nisso? Talvez o convocador de tal festa não soubesse que talvez aquilo poderia ser um fiasco. – Você vai? – Questionara meu irmão com um enorme sorriso nos lábios nostálgico. – Não tenho três filhos e uma patroa para cuidar e ficar em casa. –Pirragueara seguido de uma piscada.

                    A minha sobrinha predileta estava na escola e além do trabalho, não tinha nada para fazer naquela semana. O recém contrato de secretário com uma musa fora fechado, mas sequer poderia tocar-lhe. Não por já ter um monstro ao seu lado, mas por notar que não houve nenhum despertar do lado de lá e... Estava à trabalho, não à diversões e as recomendações foram claras: nunca toque nela e nem diga para os outros com quem você trabalha. Até então, sou apenas o secretário pessoal de uma Sócia de Empresa de Aviação Bruxa-Tecnológica da Europa e nada mais. Após um jantar com meu irmão e cunhada seguira para casa ainda pensativo sobre o convite. – “Não sei se devo ir para isso ou embarcar logo para Jerusalém” –Conflitava sentado na sacada do quarto observando o horizonte. O pub não estaria longe, se quisesse, daria para ir à pé, daria o que? Uns quinze minutos?

                    O exemplo de discrição da Rurik caía sobre meus ombros desde quando era aluno da escola. Jamais fora pego em alguma artimanha ou jamais fora daqueles amostrados e destacados. Não fora monitor ou capitão de time, não jogara quadribol e tivera notas medianas. Não sentia necessidade alguma de ser o exemplo e orgulho para a escola, mas quando descoberto, as marcas invisíveis das torturas ainda marcavam minha mente. A escola se tornou o centro militar de formação perfeita para dar munição necessária e útil para trabalhar com meu irmão, mas agora, mais focado em segurança e sossego, estava longe das armas e projéteis. A velha companheira não tinha tanto uso, mas a Katana sempre era limpa após ser usada. A magia se tornava útil e perfeita, porém deixava traços e marcas. Alguns métodos mais primitivos e arcaicos trouxas, já não deixavam rastros e era precisas se bem usadas.

                    - Okay, Bonno, eu vou. – Dissera para o cachorro que estava sentado ao lado da minha perna observando o mesmo nada que eu. Tomara um banho, deixara comida para o dálmata-que-se-achava-doberman e ajeitara as vestes e o cabelo. Seguira caminhando pelas ruas cortando no meio do parque o caminho para chegar nos precisos quinze minutos e ao finalmente dar o passe de entrada no pub que ainda não conhecia, o relógio tocava cinco para as meia noite. O pub estava lotado e por não ver nenhuma ornamentação especial ou pedido de entrada específico, já fora notório ver que não teve reserva do lugar. Apenas disseram que estariam centrados mais no fundo do pub onde tinham mesas para mais pessoas e observando alguns rostos por ali e desviando outros, caminhara para o local do bar.– Bom dia, um José cuervo gold por favor. E um Mojito – Pedira educadamente logo recebendo a dose da Tequila e a provando com o limão acompanhado de sal. – Obrigado. – Agradecera e seguira para as mesas que supostamente poderia estar alguém. Alguns rostos eram conhecidos e outros não, mas logo chegara uma das mesas e sentara para poder apreciar a bebida e quem sabe reconhecer alguém?



- Para quem já foi de Durms e quiser aproveitar o berrador, podem sim, e fiquem à vontade e quem não foi, mas que quer vir -q.
- Mattheu foi da Rurik, mesmo sendo discreto etc, podem até falar que o conheceram etc ou não -q sei la..
- Taí meninas! Ele tem vida própria, só posso lançar ele pro alto e falar: esse é o tio da june. O resto é se fisgarem o coração.
- E também é bem vindo interação à qualquer um, inclui funcionários do pub e tudo mais -q.
- Vamos brincar que esse aí ta na pista -q apaixonada nele -q.
o bonno é o pai do 101 dalmatas -q.
Editado pela última vez por Lilith Ambrew em 19 Jun 2019, 21:19, em um total de 1 vez.
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Mattheu Krovopuscov
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Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemIraque [#192455] por Raven Amirah » 20 Jun 2019, 18:12

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                    - Senhores, por hoje é só. Obrigada. – Dissera após todos se levantarem e despedirem seguindo para seus objetivos seguintes. A pasta de pesquisa sobre a bomba de oxigênio fora definida com alta periculosidade e seria feito de maneira secreta e sigilosa para evitar qualquer dano á comunidade ou aos funcionários. A pesquisa seria iniciada, mas era notório a satisfação da Loira ao meu lado, a sócia que quase sempre participada da reunião da diretoria e dos sócios. Era uma Diretora de uma Empresa, mas a verdade é que até mesmo meu posto ali, não passava de uma fachada. Tinha todos os poderes, direitos e mandantes, porém, ela quem comandava no final. – Boa ida ao evento. – Despedira da loira com enorme sorriso nos lábios e mostrando a porta de entrada. Ela tinha seu compromisso e odiava atrasos, mas algo dizia que ela queria ficar mais comigo, porém não poderia permitir. Seu querer algo a mais era notório e como qualquer adolescente, deveria saber que nem tudo que queremos podemos exatamente na hora que pretere.

                    A ligação de um antigo conhecido convidava para um evento no clube ZeroSum da Rússia, os antigos alunos de Durms eram convidados para uma confraternização e seus amigos também eram bem vindos, portanto recebera o convite, mas não deixara claro se deveria ir ou não. As horas passaram e o Sol sumira no horizonte, as pastas e tráfego de funcionários diminuíra gradativamente e quando finalmente as subsecretárias apareciam para se despedir, pudera ver as horas. – Nossa! – Surpresa estava, surpresa fiquei. Havia passado tanto tempo assim? Como? – Não passem da hora de trabalho! Não se importem comigo! – Deixara firme para que não me esperasse ou estariam fazendo jornadas extras. – Acho que posso dormir um pouco. – Olhara para o sofá solitário afrente à mesa. Levantara e seguira para o sofá, adormecendo por alguns minutos.

                    - Senhorita Raven. – O segurança abrira a porta da sala acordando-me. – A ronda, desculpe acordá-la, mas já são onze horas da noite, ficará por aqui? – Questionara curioso. – Não. Obrigada. –Levantara lentamente fingindo não estar surpresa que os minutos viraram horas e olhara para o celular mágico novo que havia sido criado na empresa. – Por que não? – Erguera a sobrancelha, fora ao banheiro secreto que existia na sala, limpara o rosto, lavara o rosto, retocara a maquiagem e saíra do recinto com um sobretudo em mãos e a bolsa do lado do corpo. Graças à magia, aparatara em frente ao ZeroSum, passara pela entrada e finalmente chagara ao seu interior. – Realmente é muito bonito. – Dissera observando ao redor por nunca ter ido ao lugar. – “Será que vou ver alguém que conheço?” – Olhara para o local onde haviam dito que a galera ficaria mais centralizada, mas não vira muita gente, pelo menos não os conhecidos.

                    - Martini, por favor. – Pedira no bar sentando e recebendo a bebida aguardando por alguns minutos o álcool começar a relaxar seu corpo por um dia longo e trabalhoso. Ao lado um homem loiro, de cabelos longos estava e por alguma razão estranha, as várias taças e copos a frente de seus olhos pareceram apertar meu coração. Claro, a Raven que se preocupava com todo mundo e agora se preocupava com um... – “Homem que lembrava seu ex-falecido marido” -. Estremecera. Involuntariamente sinalizara para a atendente não passar mais bebida ao loiro e sutilmente aproximara ficando ao lado do mesmo, próxima, observando-o discretamente pela lateral dos olhos. – “Será que ele está bem? Ele vai passar mal bebendo desse jeito e... RAVEN O QUE VOCÊ TEM A VER? O QUE TE DEU?!”.

    Lentamente o rosto virado para o mesmo, congelara, de forma involuntária e inconsciente, encarando-o.

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Na mesma festinha que o matt tá.
No bar com um loiro -q.
Aberto à interações e intromissões (?)
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Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemSuica [#193221] por León Nicolaj Orlov » 16 Jul 2019, 20:39

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O que diabos estava fazendo ali? Era o que León se perguntava a cada vez que algum conhecido se aproximava para cumprimentá-lo e lhe perguntava sobre sua trajetória de vida até aquele momento. O pior lugar para estar era o encontro de ex alunos de Durmstrang, mas era exatamente o local no qual ele se encontrava naquele momento, ainda que a vontade de estar a sete palmos fosse maior que nunca devido à situação. Para ele, era extremamente torturante ter que ver seus antigos amigos, aquelas pessoas que ainda se lembravam de quem ele fora e pior ainda, nem reconheciam ou acreditavam no fantasma que ele se tornou.

Pior ainda era ter que se explicar… Por que não joga mais quadribol? O que houve com a sua perna? Por que não trouxe a esposa?…

Maldito Dragos que o havia convencido daquela insanidade. Disse que ir ao encontro faria com que ele olhasse para seu passado com amor, ao rever os velhos amigos. Mas a verdade era que León não pertencia mais àquele lugar nem àquelas pessoas. Eram estranhos e nada do que ele amava estava presente e isso fazia doer ainda mais! Mesmo os seus velhos companheiros de time, pareciam apenas estranhos que o olhavam com pena e isso mexia com o orgulho do jovem Orlov de uma forma que sentia que deveria mesmo ter morrido naquele dia em que sua vida acabou.

O primeiro pensamento foi de ir embora imediatamente, se esconder no mais profundo do seu quarto, longe dos olhos dos outros, longe dos julgamentos. Mas, aos poucos ele havia preferido se afastar e se esconder num canto do bar. Ali poderia ficar sossegado e sem ter de lidar com ninguém, apenas com a sua infindável dor.



- - Vodka!


Pediu sem pestanejar, mas assim que o copo lhe foi apresentado, ele parou com os longos dedos tocando o vidro frio e ficou parado observando o líquido transparente balançando dentro do recipiente. Parecia tão puro quanto água… Quanto tempo fazia que não bebia?

A relação de León com a bebida sempre fora problemática. Desde que fora jogado naquela imitação de vida onde ele era obrigado a engolir toda a dor física e mental, ele se acostumara a “engolir” a situação com um punhado de álcool e, por um bom tempo era apenas o que fazia. Porém, não havia muito tempo, ele conseguira se livrar do vício. Com o empenho de sua mãe, estava vivendo uma vida mais saudável e quase não consumia mais nada alcoólico.



- - Hoje não… hoje eu preciso….


Quatro ou cinco copos depois, ele não estava contando e portanto, tanto fazia a conta final, percebeu que havia alguém próximo à si. Na verdade, ao virar-se um pouco para o lado, se deparou com uma mulher, tão linda que ele se perguntou se ela estava mesmo ali, junto a si ou se ele estava bêbado a ponto de ter alguma alucinação.

Piscou algumas vezes tentando ver se a imagem desaparecia pois ela o olhava com certa insistência que o deixava num misto de curioso e envergonhado.
Então virou-se para a frente de novo e virou o copo na boca. Mas ao invés do gosto forte da bebida, sentiu que não havia líquido nenhum ali. Tentou protestar com o garçom que o servira antes, mas o homem apenas acenou com a cabeça mostrando a moça como se ela o impedisse de beber.

O jovem Orlov abaixou a cabeça contrariado, mas ainda assim sorriu… que engraçada era aquela situação e… há quanto tempo…. Há quanto tempo ele não dava um sorriso assim??



Citei: Dragos (Personagem da Marj que trabalha com o León no jornal)
Off: O loiro que tá com a Raven Amirah
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"Sou um urso sobrevivendo à tempestade de gelo no ápice do inverno."
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Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemIraque [#193224] por Raven Amirah » 16 Jul 2019, 21:34

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    Bom, se alguma amiga minha ou familiar me visse nesse exato momento, certamente seria sacudida e questionada sufocadamente do por que de ter ajudado alguém que tudo indicava não conhecer?! A complicação maior é que por alguns segundos seus traços faciais eram encantadores tal como o de meu ex-marido, Viktor. O casamento falso que muito tinha amizade e respeito, mas que pouco durou. Seu rosto era jovial e sério, mas com ar de mistério. Os seus cabelos eram loiros e medianos... E seus olhos eram perdidos e preocupados, ao menos fora nos últimos meses. Talvez, dentre tantos lugares dos quais vivi e passei, fosse um dos raros que sentira pertencente à algo.

    Quando viajamos muito em tão pouco tempo, quando vemos e vivemos muito em tão poucos anos, nos perdemos e desafixamos de algum ambiente ou pessoas. A lealdade para com a minha amiga e chefe era enorme por ter ajudado e jurado encontrar meu pai, vingar a morte do meu ex-marido e pelo menos, era alguém que conhecia por mais de cinco anos. A loira compartilhava minha vingança e destino, logo era alguém que poderia usar ao meu lado e mesmo que Mattheu achasse ser tão cega tal fidelidade, conscientemente, sabia que não era como muitos acreditavam ser.

    Ao mesmo tempo em que não tinha o sentimento de ser pertencente à algo, desejava inconscientemente e até mesmo cientemente por tal estabilidade e as orbes do loiro, ali no bar, certificavam tal desejo. E tolamente, congelara ao ver seu sorriso. Havia sido descoberta e não parecia ser uma reação hostil, mas, de certa forma... Engraçada. Entreabrira os lábios de um canto ao outro deixando os dentes brancos com leve bafo de álcool ecoar pelo nada ao ver tal sorriso. Sentira que os músculos da minha face, rira de forma espontânea e até mesmo, ‘levada’. A cena era engraçada: um homem que bebeu virou e deu um sorriso de bêbado. Pode isso?

    - Obrigada! – Interrompera meus lábios de sorrirem e agradecera ao garçom por me dedurar e ao mesmo tempo por me obedecer. Rapidamente pegara a bolsa na lateral do meu corpo e procurara por um pequeno frasco verde escuro. Uma poção que ajudava a sanar a ressaca e o efeito do álcool mais rápido que os remédios trouxas, ao menos, de acordo com o alquimista, cortava em mais de 50% o efeito do álcool em nosso organismo na primeira golada e dois dele, já dava os 100%. Obviamente lhe daria apenas um frasco porque poderia precisar do outro em algum momento. – Toma. – Entregara-o um frasco verde claro que cabia na palma da minha mão.

    Por que diabos ainda estava fazendo aquilo? Bom, não sabia, mas logo iria descobrir e não me importava muito com o que os outros iriam dizer sobre nós. Não me importava o que iriam falar ou insinuar. – Vai te fazer bem, tem gosto de limão. – Aproximara mais do loiro colando lado à lado do mesmo e deixando o frasco acima do balcão quase que diante de seus olhos. – Não é veneno... – Encarava-o. - Se quiser, claro. - Apoiava os cotovelos sobre o balcão largando minha bebida de lado e pousando o rosto sobre as mãos observando-o.





ALGUEM EMPOLGOU
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Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemDinamarca [#193235] por Sophie Frowber » 17 Jul 2019, 05:45

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    Era estranho o impacto que algumas notas fora do lugar, mesmo tão semelhantes às originais, poderiam causar em uma melodia, desarranjando-a ou a modificando em algo completamente novo. Algo interessante e bom e que, de forma estranha, também trazia consigo o pesar passageiro da nostalgia. Como os enormes corredores de Durmstrang, que, há um ano atrás, Sophie estaria a encarar ou como com uma mania, Sophie fazia questão de checar a posição exata de todas suas coisas toda vez que acordava ou entrava novamente em seus aposentos, mesmo que as pestes agora se encontrassem a centenas de quilômetros de si para poderem mechar em qualquer um de seus pertences. E, falando em pestes, mesmo que seu orgulho dissesse que preferia cada um de seus dois irmãos a sete palmos do chão, Sophie não conseguia deixar de sentir falta de Charles e Alexander durante os jantares com seus pais, oferecendo-se para carregarem o violino ou simplesmente soltando comentários que quase lhe fariam rir caso não tivesse que se comportar como uma dama. Mas, claro, que ela nunca o iria admitir ou explicitar, que os preferia no lugar das duas galinhas tricoteiras a sua frente a cacarejarem sem descanso.

    Chloe e seus longos e lisos cabelos negros e Monique com seus belos cachos chocolate. Os dois membros efetivos do que Cecile pejorativamente chamava de corte real de Sophie, devido a mania que as duas meninas tinham de segui-la e copiar de maneira malfeita cada um de seus passos desde que a princesa dinamarquesa pisara na escola russa. Hábito que, ainda se mantinha em seus horários de folga da orquestra, como naquela noite, onde Monique teve a “brilhante” ideia de ir atras do irmão mais velho em um encontro de ex-alunos de Durmstrang.

    A ideia inicialmente não fora bem recebida, é claro. Afinal, uma oportunidade como aquela parecia algo tão brega e familiar como alguns natais com sua família, mas talvez o fato de Gregory ser de fato bonitinho e mais velho e de Sophie realmente sentir necessidade de extravasar por uma noite após quase dois meses sendo quase uma princesa perfeita, tenha vindo a calhar. Mesmo que ela tivesse que ouvir por quase três horas as duas discutirem quem usaria e quem não azul-turquesa, a fim de não parecerem pares de vaso, para no final apenas se calarem, ao avistarem Sophie sair de seu enorme closet utilizando um belo mas simples vestido vermelho de alça e brincos de ouro, com um rubi encrostado a decorar-lhe as orelhas. - Mesmo quando não tenta parecer uma princesa, é estranho como ela sempre se destaca. - Pronunciou Monique, parecendo insatisfeita por ter ganho a “competição”, enquanto Chloe apenas balançava a cabeça positivamente, quase se arrependendo de sua renda preta.

    Embora aparatar aos lugares tenha se tornado uma rotina, isso não tirava o mal estar na barriga ou a sensação de que aquilo poderia bagunçar seu cabelo ou sua maquiagem leve, o que, por sorte, não ocorria. Como ela fez questão de checar pouco antes de entrar no bar russo lotado, caminhando elegantemente entre as mesas até avistar ao fundo do lugar, uma mesa cheia de pessoas, onde o irmão da amiga se encontrava. Discretamente, Sophie apenas acenou como cumprimento, decidindo-se por caminhos separador enquanto as duas outras mulheres se aproximavam da mesa, optando ela mesma por sentar no banco do balcão, em um lugar seguro para poder observar e sair dali com facilidade caso visse alguém problemático, chato ou um cão com língua grande demais.

    -Um coquetel desse. - Falou em russo, apontando para o drink rosa no menu, com baixo teor alcoólico, mantendo um sorriso aberto e educado em sua face. Uma das normas que tinha que seguir era nunca, jamais, exagerar no álcool de uma bebida, se atendo praticamente a quantidade contida em duas taças de vinho. E, embora realmente não tivesse qualquer amor pelas regras a si impostas desde pequena, aquela era uma das que preferia não transgredir mesmo diante de suas fugas. Sophie gostava de estar no controle, e ficar sóbria era quase uma lei para isso.

    E por que não o ideal? Se não o fosse, poderia arriscar a possibilidade de estar em uma situação tão lamentável como aquelas duas agora, quase a se empoleirarem sobre a mesa, enquanto puxavam assunto com um homem que não era tão estranho assim, mas com certeza mais velho a ponto de nunca tê-lo visto na escola e, com certeza, muito bonito. Esperava realmente que não a relacionassem a elas. Pensou, deixando seus olhos azuis demorarem um pouco mais que gostaria no homem, talvez um pouco mais que gostaria, enquanto tentava inferir de onde o conhecia, e então apenas lhe sorrindo como um cumprimento disfarçado quando percebeu que ele olhava em sua direção.

    Por sorte, seu treinamento e compostura haviam lhe caído corretamente, e ela não corou em nenhum mantendo, mantendo apenas sua postura, quando o drink chegará na hora exata para desviar o próprio olhar para o balcão e a bebida. Sua face de porcelana mantinha-se inabalável e sem rachaduras como deveria ser.

    With Mattheu.
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Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemEstados Unidos [#194099] por Noctis Blackwood » 21 Ago 2019, 01:36

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AIN'T that THE WAY IT ALWAYS STARTS ?
A SIMPLE ROUND OF CONVERSATION



      Seus pulmões inspiravam o ar com muito apreço nesta noite. Apesar do ar gélido, ele caminhava com leveza pelas ruas de Moscou. Sensação esta que não sentia com muita frequência, visto que era uma pessoa foragida e que costumava andar com o rosto de uma outra pessoa e não o seu com a finalidade de não ser reconhecido, graças à poção polissuco. Mas, hoje, seria diferente. O homem de cabelos loiros acobreados resolvera sair com sua verdadeira face. Definitivamente, aquilo era um evento raro, pois ele quase não se dava esse privilégio. Já havia se acostumado a não andar com seu rosto de verdade, mas também, depois de cinco anos tentando não sentir vergonha de si mesmo devido o seu infeliz passado que ainda atemorizava o seu presente e usufruindo das feições de terceiros, achou que deveria tentar se deliciar da luz do luar de uma forma divertida.

      Ele estava sorridente, sim… muito sorridente enquanto se deslocava até a ZeroSum. Graças a alguns de seus informantes, ou melhor, do homem que havia forçado a lhe fazer companhia, descobriu que depois de todos esse anos longe, sua família se mantinha no mesmo lugar nos EUA. O coração dele só faltava rasgar de tanta felicidade. E saudade também. Havia muito tempo que não via seus irmãos e receber a mínima informação a respeito deles, havia lhe deixado com ânimo. Ele sentia saudades de Noah, mesmo sabendo que era um irmão muito rabugento. Mas, sentia ainda mais de Norris. Via o mais novo dos Blackwood’s quase como um filho, fizera questão de lhe ensinar tudo que havia aprendido sobre a arte da música e principalmente, a arte da jogatina. Ah, isso o deixava mais que orgulhoso e por isso, se deu essa chance de respirar um pouco de ar fresco.

      Com as mãos dentro do bolso do sobretudo de lã preto que se assentava muito bem em seu corpo esguio, ele seguia em direção de um clube muito conhecido na região e que era muito bem administrado. Para ele, quando os negócios estavam nas mãos de uma mulher, o erro não era uma coisa previsível, muito pelo contrário, as chances eram de torná-lo um império. Cantarolando “Witchcraft”, uma de suas músicas de Frank Sinatra, Noctis se divertia enquanto finalmente alcançava o seu local de destino. Um assobio escapou de seus lábios ao avistar a grandiosidade do lugar que soubera que fora reconstruído por completo. — Let the party begin… — Um sorriso se formou em seu rosto e logo adentrou no clube. Deixou seu sobretudo na recepção do local e sem demoras se encaminhou para o bar. Havia muito tempo que não parava para beber decentemente e não iria perder nem mais um segundo.

      — Good evening, my sweet. — Disse, dando uma piscadela um tanto sexy para o barman que estava à sua frente. Um homem ruivo, com sardas espalhadas pelo rosto e um par de olhos verdes que o encantara de imediato. — Uma dose de whisky de fogo, por favor. — Apesar de ser americano, em sua voz, um forte sotaque britânico era perceptível. Culpa dos lugares em que tivera que ficar para morar. O barman não demorou para atendê-lo e Noctis pode perceber que o rapaz ficara nervoso com sua atitude. — Ah, por favor, não leve a garrafa. A noite é uma criança. — Rapidamente, virou o copo de bebida que fora posto em sua frente. Ele fechou os olhos e um suspiro tranquilo escapou de seus lábios enquanto a bebida descia por sua garganta. Tinha de aproveitar, já que não era noite de lua cheia. Com o indicador, pediu para que fosse servido mais uma vez e isso não demorou. Mas, beberia mais devagar dessa vez. O certo era aproveitar a noite e não virar uma esponja.

      Seus olhos começaram a percorrer o lugar que definitivamente, possuía uma decoração ímpar e por alguns segundos, encarou as diversas lâmpadas que cobriam o teto. — Perfection… — Sussurrou mais para si do que para aqueles que o cercavam. A música que dominava o ambiente também o agradava, o que lhe dava cada vez mais vontade de querer se movimentar. Mas, esperaria o momento certo. Ainda estava cedo. Bebeu mais um gole do copo de whisky que estava ao seu lado e apoiando os braços de modo, inspirou com força o ar que o cercava. Muitos aromas foram capturados pelas suas narinas um tanto perspicazes e logo ele reconheceu um cheiro. Cheiro este que era como o seu. Com muita discrição, direcionou o olhar para onde estava vindo o forte odor de um licantropo e avistou... uma garota.

      Ela estava próxima a ele, também sentada num dos bancos da área do balcão, mas, quase dois metros mais distante. Ela era asiática e não parecia tão alta, e muito menos ter idade o suficiente para estar num local como aquele, ainda mais bebendo. Mas, era perceptível para ele que a jovem não parecia uma rosa frágil. Longe disso. Mas, que ele a achava muito nova para sofrer de uma maldição tão severa, isso ele achava. Noctis gostaria de tentar uma aproximação, apenas para conhecê-la. Pouquíssimas vezes tivera a chance de conversar com alguém de sua espécie, mas, ele pode perceber que estava sendo observado. Há poucos metros de distância pode notar a presença de um homem muito alto e robusto, com cabelos enegrecidos e um par de orbes que pediam cautela, o olhava com certo cuidado e depois olhava para a mais nipônica que estava próxima. Suas narinas estavam captando o mesmo odor conhecido que advinha da mais nova que estava próxima. “Mais um…”, pensou. Ele não parecia estar camuflado, nem nada. Só estava ali, existindo, não querendo ser notado, mas, pronto para agir no momento em que fosse necessário.

      O pensamento que lhe invadiu a mente era demasiado estúpido, contudo, não sabia outra forma de tentar abordá-la. — Hey, darling. — Chamou mais uma vez o bartender. — Poderia entregar um coquetel, sem álcool, para aquela jovem, por gentileza? — As últimas palavras saíram sussurradas. — Estou te deixando nervoso, me desculpe. Tem tanto tempo que não faço isso que eu queria saber se ainda funcionava. — Sorriu com demasiada ternura. Mesmo um pouco desnorteado, o barman fez o que lhe fora pedido e com muita cautela, o americano estendeu o olhar para a garota, aguardando que ela entendesse o seu gesto.


Post #1
With: Damien Morris
Tagged: Noah e Norris Blackwood, Malai J. YaoYun e David Stewart.
Notes: Post meio meh! Ainda estou conhecendo o char. x___x
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Postado Por: Lay.


Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemSuica [#194515] por León Nicolaj Orlov » 10 Set 2019, 11:11

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León não podia dizer que haviam muitos motivos em sua vida para estar de bom humor ou para risos e brincadeiras. Na verdade, desde a morte de Elsa, ele se privava tanto de contatos sociais que basicamente vivia do trabalho para casa e nunca se desviava como naquele dia. Isso lhe garantia uma vida solitária e extremamente parada.

No entanto, essa situação já havia sido pior. Alguns anos antes, ele vivia apenas fechado em seu quarto, preso em uma depressão severa que por muitas e muitas vezes quase lhe levara a vida.

Sim, ele era um suicida. Havia tentado tantas vezes, mas nunca conseguira. No fundo, talvez não conseguisse. Se matar era algo fisicamente muito mais difícil do que parecia. Se ele errasse, poderia acabar pior ainda do que se encontrava depois do atentado que lhe levara todos os sonhos e, para ele, ser manco já era castigo suficiente para carregar na vida. Não queria virar um vegetal, preso a uma existência torturante dos que conscientemente apenas respiram. Se mais nada poder fazer.

Talvez lhe faltasse a coragem suficiente para desistir de tudo. Sua mãe dizia que no fundo, dentro de si, ele ainda amava a vida, ainda que ele afirmasse para tudo e todos que havia acabado e tentasse morrer lentamente através do veneno do álcool que lhe servia muito mais de alívio do que de arma.

O jovem Orlov não saberia dizer ao certo por que insistia em seguir vivendo. Na verdade, ele não pensava em nada disso. Talvez tenha sido os apelos da mãe. Não era justo fazê-la ver seu único filho definhar lentamente. Ela era grata por sua vida ter sido poupada naquela ocasião e não deixaria que ele se entregasse, de qualquer forma.

Por outro lado, a intimação do pai lhe chamando para as obrigações que um homem tinha de realizar fora definitiva para que ele saísse do quarto e tentasse mais uma vez.

Desde então, dedicou-se ao trabalho com tanto fervor que aquilo se tornou a sua vida e a companhia dos colegas do jornal tornaram as coisas um pouco mais leves, de um certo ponto de vista.

No entanto, ele não podia dizer que situações inusitadas eram constantes em sua vida. Talvez por isso ele se sentisse tão divertido naquele momento em que aquela estranha chagara do nada e lhe impedia de beber como ele intencionava fazer.,

A vontade de rir aos poucos ia se abrandando e, mesmo assim, o mau humor costumeiro não conseguia alcançá-lo pelo simples fato de que aquela mulher continuava a surpreender ao lhe estender a poção tão familiar a ele, tão acostumado a bebedeiras, e lhe afirmar de que não era veneno logo após se aproximar ainda mais a ponto de seus braços se roçarem e depois se apoiar nos próprios braços, enquanto o encarava diretamente.

León demorou apenas alguns segundos para se decidir por aceitar ou rejeitar a oferta. Assim, quase que automaticamente estendeu a mão pegando o frasco e o levando até a altura dos olhos enquanto encarava o líquido esverdeado respondendo com um ar bastante grave, a voz de trovão tornando tudo ainda mais teatral, ainda que ele não pretendesse ser tão caricato. Tanto que beirava o cômico:



- Limão?... Droga, melhor que fosse veneno...


E tendo dito isso de forma exageradamente dramática, evidenciando a piada, virou o conteúdo na boca pois, por algum motivo, não quis contrariar a moça. Depois, virou o rosto para ela enquanto sentia os efeitos do álcool irem se abrandando e se deparando nítidamente com o par de olhos castanhos que o observavam de perto.




With: Raven Amirah
Off: Demorei, mas foi gostoso ver o León mais leve <3
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"Sou um urso sobrevivendo à tempestade de gelo no ápice do inverno."
León Nicolaj Orlov
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Postado Por: Cléo.


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