Dados Básicos do Fórum:

Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

Últimas publicações do Livro Vermelho:

Título Autor Visitas Data
Recomeço Lee Jian Yin 597 13/03/2020 às 16:50:15
22/02/2020 Duncan Cullen 924 22/02/2020 às 15:27:50
Diário do Josh - Últimos dias antes da escola. Joshua P. A. Nolan 5025 17/01/2019 às 11:12:01
Chegada à Durmstrang Mihail Weylin 4458 22/11/2018 às 18:19:24
É LUFA - LUFA!! Oh Ha Na 5527 08/09/2018 às 18:24:13

Central de Ajuda Zonko's:



Entre em contato por: [email protected]

ZeroSum NightClub - Moscou

ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemRussia [#180872] por Dianne Voughan » 21 Out 2017, 22:57

  • 14 Pts.
  • 12 Pts.
  • 24 Pts.
Imagem

"Dizem que é fácil descer ao inferno, mas que tal aproveitar a viagem?"

Depois de largar a família, e levar consigo toda grana que podia carregar, Dianne comprou junto com o "Reverendo" um club caindo aos pedaços, onde ergueram a maior perdição das ruas de Moscou. Bebidas para dar e vender, boa música, e talvez algo mais que você consiga encontrar se souber procurar bem. Bem vindo ao ZeroSum, o lugar perfeito para cair em tentação.


Funcionários:

- Proprietária: Dianne Voughan
- Sócio: Nikolai Boryenka (NPC)
- Barman: Damien Morris
- "Dançarinos": Mark Blackthorn
- Seguranças: Contratados da Empresa Volkov Security (NPC's).


AINDA CONTRATANDO
Editado pela última vez por Dianne Voughan em 07 Mai 2019, 13:47, em um total de 1 vez.
Imagem
Dianne Voughan
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Karlie Kloss
“Life is full of risks. Death is much simpler.”
 
Reg.: 18 de Jan de 2017
Últ.: 05 de Apr de 2020
  • Mensagens: 8
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 14 Pts.
  • 12 Pts.
  • 24 Pts.

Postado Por: Dandy.


Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemRussia [#185002] por Dianne Voughan » 18 Jul 2018, 01:35

  • 5 Pts.
  • 14 Pts.
  • 70 Pts.
Imagem

i got caught for what I did, but took it all in style. later ask for my confessions I got way back when
But now I’m versed in so much worse So I am back again




                O ranger das portas e o levantar da poeira não incomodou o casal que adentravam o lugar juntamente com o homem da imobiliária. As marcas das botas dos homens e do salto da loira marcavam o chão demonstravam a quanto tempo o local não era visitado, e o quanto havia perdido sua glória, contudo esses fatos não pareceram intimidar a ex-romanov que observava tudo como se já organizasse onde cada coisa ficaria, enquanto o rapaz que acompanhava seguia o corretor fazendo gracejos e concordando algumas vezes com o homem fazendo-o sentir-se bem que alguém estava dando importância as suas palavras de "sabedoria". Contudo, isso logo se findou com a aproximação a russa que nem ao menos se dignou a olhar o homem mais velho, se direcionando ao companheiro. - Pague-o e dispense como havíamos planejado, não quero inconvenientes. - disse soando com certa frieza, algo que fez o homem suar e gaguejar, não que ela tivesse ouvido, seguindo para o mezanino para averiguar mais do seu novo empreendimento.

Alguns minutos, ou quase uma hora mais tarde, o homem saiu do local, não se lembrando do jovem casal que investira uma grande quantia num espaço antigo e acabado, estes que agora observavam o lugar bebendo vodka.
- A pista? - questionou o moreno de olhos castanhos, fazendo com que a russa sorrisse e indicasse uma parte mais a leste. - Colocaremos alguns mini-palcos para as dançarinas, mais para a oeste, o piano que queria ficará no centro. - comentou ela fazendo o rapaz sorrir - Aqui será a área vip, mandarei a listagem de quem ficará aqui na abertura, claro, que são poucos e quem quiser pagar um pouco mais para subir conseguirá. - disse bebendo um gole de sua bebida, sorrindo maliciosa - Os quartos privativos, acha que consegue monta-los no porão sem parecer creep? - questionou o sócio que riu divertido com aquela pergunta - Dianne, desde que disse para eu ser seu sócio já possuo ideias de como criar isso e fornecedores, não se preocupe tudo sairá perfeito. - falou fazendo com que a loira sorrisse encarando mais uma vez o andar de baixo. - Ao Zerosum. - falou ela erguendo o copo para ele, que bateu com o seu ao dela - A melhor depravação que Moscou nunca viu, mas vai cair em tentação. – falou o mais velho fazendo com a loira risse animada com aquele bordão bobo, mas que exemplificava bem o que seria aquele lugar.

(...)


Algumas semanas mais tarde, assim que as portas da maioria dos estabelecimentos, bruxos ou trouxas em Moscou fechavam, o velho bar, agora reformado ganhava vida. Desde o fim da tarde pessoas de roupas distintas, assim como idades andavam por ali, mas os trouxas mal sabiam porque, para eles, era apenas uma casa velha caindo aos pedaços o que viam, mas para aqueles do mundo bruxo que descobriram e se interessaram pelos panfletos, agora estavam fazendo fila para entrar e se perder nas luzes de néon e nas batidas da música que começava a soar de dentro do Zerosum.

Quem entrasse já se deparava com uma entrada suntuosa em seu interior, pessoas de todos os tipos estavam ali, bebendo no bar, observando as dançarinas, dançando por si próprios próximos ao dj que tocava as mais diversas músicas do mundo bruxo ou trouxa, ou jogando nas mais diversas mesas de jogos de azar, enquanto tudo isso ocorria, um jovem de casaco de pele e moicano estava sentado na baqueta do piano, conversando com algumas mulheres e homens. Era um lugar que parecia estar perdido no caos, mas ao mesmo tempo harmonioso em sua bagunça, regados em boa música e bebida, assim como Baco gostaria de ver.

Tudo fora belamente planejado pela jovem russa, que observava a movimentação pelo mezanino que começava a ter seus primeiros membros da área VIP, alguns antigos amigos de Durmstrang ou algumas pessoas que acabara por conhecer pela vida de negócios de sua família. Um sorriso divertido surgiu nos lábios pintados de carmim da jovem, imaginando a expressão de desgosto dos avos e da mãe com aquilo tudo, uma pena que eles não poderiam dizer mais nada, não quando ela que controlava tudo. Os olhos de um tom escuro de azul se voltaram para o parceiro de negócios quando este começou a andar em direção ao mezanino, desviando apenas quando este parou ao seu lado.
– Seus convidados de honra chegaram. – implicou ele fazendo ela se voltar para a entrada vendo aquele grupo tão distinto, mesmo que um deles fosse diferente, o que a fez franzir o cenho, mas deixar isso de lado, ainda observando as pessoas, com o mestiço implicasse consigo, perguntando se ficaria escondida a noite toda. – Claro que não, a rainha da noite tem que aparecer. – respondeu divertida, já puxando a varinha e lançando um sonorus em garganta, com a luz de um dos holofotes se virassem para onde ela estava e a música abaixar. – Boa noite, senhoras e senhores, e sejam bem vindos ao Zerosum Nightclub, eu sou Dianne Voughan e ao meu lado, Nikolai Boryenka, seus anfitriões nessa noite. Aproveitem, relaxem, e deixem-nos tomarmos conta de vocês e os levar pelo caminho da perdição, tão doce e suave que nem notaram que estão caindo em desgraça.

As risadas preencheram o lugar com aquelas palavras, algo que ela queria, não que fosse uma mentira o que ela dizia, afinal eles estavam ali para se perderem em todo tipo de coisa, no sexo, nas drogas, em tudo que estavam pagando para ela, e ela de bom grado oferecia – Espero que se divirtam essa noite e todas as outras que voltarem, agora, voltemos a festa. – falou finalizando o feitiço e então a música alta voltando a tocar com todos se entretendo novamente com tudo que o clube tinha a oferecer, seja legal ou ilegal, enquanto a própria dona ia dizer ‘olá’ para alguns velhos conhecidos.


WEARING • This!;| MUSIC • Going to Hell – The Pretty Reckless| WITH • Nikolai Boryenka – Reverendo (NPC); | TAGGED • - | NOTES • Só para iniciar as coisas .saf |
Imagem
Dianne Voughan
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Karlie Kloss
“Life is full of risks. Death is much simpler.”
 
Reg.: 18 de Jan de 2017
Últ.: 05 de Apr de 2020
  • Mensagens: 8
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 5 Pts.
  • 14 Pts.
  • 70 Pts.

Postado Por: Dandy.


Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemInglaterra [#185328] por Cassiopeia Rosenkrantz » 30 Jul 2018, 02:35

  • 14 Pts.
  • 12 Pts.
  • 142 Pts.
Desde o caos no campeonato de Quadribol, Madú decidira que se ela não matasse o chefe no fim do jogo, com certeza seria logo depois. Mesmo durante os meses que se sucederam e todas as tretas que foram acontecendo, nada parecia certo nas mãos daquele cara que continuava idealizando coisas e deixando pessoas tendo de fazer o trabalho dele. A ruiva (agora ruiva, quando decidira pintar o cabelo após ser chamada de fogosa) agora tratava o emprego com o mesmo respeito que antes, mas nunca seguia o que o homem queria, tendo sempre certeza de que nenhum esportista iria morrer nas mãos deles. Isso era a única garantia que podia ter e daria a qualquer um que estivesse com ela, pois se f*der de novo por causa de criaturas quase como carrapatos era de matar. Sem contar que o estresse todo estava destruindo sua paciência até mesmo em casa e Stef não merecia aquela situação toda na vida.

Falando na amiga, que depois de tantos anos e diversas reviravoltas parecia sempre estar ao seu lado quando a vida estava boa ou ruim. Se conheceram dentro do Castelobruxo e logo se tornaram inseparáveis, até mesmo bolando planos para um futuro que agora ambas viviam intensamente. Até a ruiva perceber que na verdade nunca houvera amizade e isso era uma b*sta. Descobrir que gostava da amiga como uma futura companheira poderia ser um problema com o qual nem todos conseguiriam entender, ainda mais quando ela parecia ser o alvo de desejo do mundo todo e isso incluía todos os tipos de humanos existentes. Para Madú, que detestava essas emoções complexas e preferia viver enfurnada dentro de sua casa assistindo todos os jogos e esportes possíveis sem a interferência de ninguém era como assinar o atestado de burrice. Stef poderia ser uma vaca maldita quando queria e isso significava que ela passeava tempo demais embaixo da pele da ruiva para entender o que ambas sabiam desde sempre: havia algo ali e ninguém tinha prestado atenção. E agora com o novo emprego da amiga, isso era tão visível que doía a alma.

- Cê ta pronta ou eu terei que afundar essa porta? Eu podia estar assistindo um jogo na televisão e... - Madú havia convidado “casualmente” Stef para ir com ela a uma festa de abertura de uma balada. A dona era uma conhecida de uma das juízas e logo haviam conseguido alguns convites para poderem participar da festa. Estava pronta desde sempre, e jogou a cabeça para trás, deixando as longas e usuais madeixas jogadas para trás do sofá, enquanto controlava o impulso de ir até a cozinha e comer um montão de queijo e pegar alguns refrigerantes. Pois, uma coisa leva a outra. Se ela pegasse comida, logo Madú ligaria a televisão, e então começaria a zapear até achar algo que realmente fosse importante. Pensou em até colocar alguma música, mas logo voltaria ao inferno de querer ocupar a mente com qualquer coisa que não precisasse esperar pelo que veria. Era óbvio que Stef estaria de morrer e vestida como deveria estar, seria um porre controlar as pessoas - Vai dar m*rda

Dali em diante, fora uma quantidade de porcarias que a jovem juíza de quadribol agia como uma patética. Pulando esta parte pelo bem-estar e sanidade da ruiva, logo se colocaram em direção ao local ZeroSum Nightclub e o som adentrando os ouvidos e a batida do baixo penetrando cada célula de seu corpo. Ao olharem ao redor pessoas se beijavam, bebiam, dançavam como se não houvesse amanhã com um espaço extremamente convidativo para uma diversão extra - Eu gostei daqui. - Disse a Stef, logo entrelaçando os dedos em um sinal possessivo. Não perderia a amiga por ali e nem sequer a deixaria escapar de seus dedos. Ainda não estava bêbada e queria aproveitar enquanto ainda estava sóbria para criar memórias antes que elas fossem deturpadas pelo álcool.



Com: Stephanie Filtenborg
Vestindo: https://i.pinimg.com/736x/40/8f/4a/408f ... summer.jpg (Sem a jaqueta)
Cabelo e makeup: https://i.pinimg.com/originals/be/45/4d ... bc215f.jpg


PARTY!
Imagem
Imagem
Cassiopeia Rosenkrantz
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Ester Expósito
 
Reg.: 30 de Aug de 2016
Últ.: 05 de Apr de 2020
  • Mensagens: 54
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 14 Pts.
  • 12 Pts.
  • 142 Pts.

Postado Por: Dih.


Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemCzechoslovakia [#185353] por Stephanie Filtenborg » 31 Jul 2018, 10:44

  • 1 Pts.
  • 16 Pts.
  • 90 Pts.
Para Stef, a vida sempre foi uma bela brincadeira, de onde tentava tirar proveito a todo custo. Se era para viver, que fosse no limite, ou o máximo possível, como se no dia seguinte, fosse morrer. Por conta disso, era sempre uma pessoa positiva, que cativava todos ao seu redor e não ficava perdendo tempo com discussões ou frescuras. Por conta disso, não pensou duas vezes na hora de abandonar o cargo no Lummus e partir para a nova revista. Além de um salário melhor e ser bem mais reconhecida profissionalmente, seria um desafio para a tcheca e isso era o principal motivo que fizera tomar uma decisão rápida. Obviamente que nem todos pensavam como ela, prova disso, foi o ciúmes da atual colega de ‘quarto’, Madu. Bem, não era apenas colega, já que as duas tinham uma história bem engraçada e poderia ser estudada para lançar um filme, porém, isso não vem ao caso. Mesmo sendo maluca, Stef tinha conhecimento dos costumes e modos da brasileira, por isso, percebeu que muitas coisas mudaram nas últimas semanas, só não tinha muito saco para conversar sobre tal, até porque, em time que está ganhando não se mexe.

Naquela noite em especial, os planos de Filtenborg consistiam em conhecer uma nova balada junto de Stein. Graças aos ingressos ganhados pela brasileira, uma noite cheia de bebidas e dança surgiria. Ao menos era essa a intenção de Stef, já que gostava tanto assim de dançar. Não era a toa, que por muito tempo trabalhou como stripper, afinal de contas, qual era o problema em fazer algo que gostava e ainda receber muito bem por isso? De toda forma, estava quase pronta, após vestir algumas combinações de roupas. Não que fosse uma pessoa presa a atualidades ou moda, ela só queria estar perfeita para a noite. Por isso escolheu uma roupa preta, mas com detalhes prateados e dourados, deixando suas pernas torneadas a vista, assim como o decote tentador, que sempre lhe rendia altos drinks sem custo. - Você vai ter um ataque qualquer dia desses. Que desespero! - Respondeu a brasileira, pegando a bolsa e andando meio engraçada na direção da amiga. Seus cabelos, presos em tranças, facilitavam na hora de prender o óculos escuro, afinal de contas, se era para ir numa balada, sair com o amanhecer era necessário. Stef sempre foi muito precavida, por conta disso, não se importava com o que pensavam, apenas pensava em si e, daquela vez, não queria sofrer com a claridade dali algumas horas. - O que? Que foi? - Questinou levemente confusa, mas mantendo um sorriso malicioso nos lábios, tentando forçar Madú a falar sobre o ciúmes. Como não teve sucesso, apenas deu de ombros, seguindo a juíza de quadribol para o lugar que aconteceria a inauguração.

Assim que chegaram no local, o corpo de Filtenborg começou a se mover, como se já soubesse como agir, antes mesmo da mente autorizar. Aquele mundo era totalmente conhecido pela tcheca e o sorriso só aumentou quando seus olhos brilharam com as pessoas se movimentando ao som da batida. - Isso aqui está apenas começando, gata! E nem ouse sair daqui sem um nível de álcool bem forte em seu organismo! - Falou um pouco mais alto e próximo do ouvido de sua parceira, quase dando pequenos saltos, para manter o corpo em movimento. Claramente ficou mais animada quando sentiu os dedos das duas se enrolando, num pedido silencioso vindo da ruiva, para não se soltarem. E isso nem aconteceria, já que Stef faria o show para sua colega. - Vem, vamos pra pista! Eu adoro essa música! - E mal tinha terminado de falar, e lá estava a tcheca puxando pela mão a brasileira, soltando somente no meio da pista de dança, quando um pedaço de liberdade se fizeram necessários, para conseguir se mover. O ritmo era provocante, de modo que passava as mãos pelo corpo, num ato sensual e mantinha uma pequena mordida no lábio inferior, como que para animar sua parceira de dança.

Não poderia perder a chance de aproveitar a brasileira, por conta disso, fez questão de dançar bem próxima a ela, deixando que as mãos também trabalhassem na pele quente e bronzeada dela. Provavelmente as duas seriam capazes de levar qualquer marmanjo ao delírio, porém, a mente de Filtenborg estava longe daqui. Somente focava na mulher a sua frente e nos movimentos que a deixavam maluca. Uma, duas, talvez três músicas se passaram, enquanto elas ainda continuavam agitadas, aproveitando o início daquela curtição. Porém, Stephanie não era de ferro, e sua garganta já ansiava por uma bebida forte e energizante. Apontou para o bar e ainda mantendo os movimentos do corpo, colada atrás de Madú, seguiu para o ‘oásis’, pedindo um dos drinks mais coloridos e fortes da casa, mas antes, duas doses caprichadas de tequila. - Um brinde a nós duas. E nada de cara feia… Salud! - E virou de uma só vez sua dose, fazendo o ritual daquela bebida e dando risada. - Podemos viver aqui?


With: Madú Stein <3
Roupa: clica
Imagem
Stephanie Filtenborg
Mundo Mágico
Avatar do usuário
 
Reg.: 07 de Jan de 2017
Últ.: 28 de Mar de 2020
  • Mensagens: 25
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 1 Pts.
  • 16 Pts.
  • 90 Pts.

Postado Por: Niica.


Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemInglaterra [#187715] por Cassiopeia Rosenkrantz » 24 Out 2018, 20:32

  • 3 Pts.
  • 13 Pts.
  • 50 Pts.
Era um sentimento confuso que incomodava Madú mais do que o esperado. Não era suficiente para Steph simplesmente segurar sua mão e entender tudo? Porque a ruiva (que antes já tivera tantas cores de cabelo, impaciente com a ideia de só ficar de uma única forma) não era capaz de dizer em alta voz? Isso vinha de muito mais do que simplesmente uma timidez, que se acumulara ao longo dos anos ao longo de sua vida que não fossem esportes. O problema era maior do que isso, na verdade. - Eu não sei se tô afim de beber. - Respondeu com sinceridade, sabendo que se não colocasse álcool em seu corpo o mais rápido possível, logo estaria em uma das mesas quase capotando e remoendo o fato de ver a amiga na pista e ela morta. Imagens do passado subiam lentamente sobre a cabeça enquanto era empurrada para a pista de dança, onde o som altíssimo buscava espaço para afundar as dúvidas e problemas que a brasileira tinha. Nem todos eram tão confiantes como Steph ou mesmo como Madú no quadribol. Algumas vezes precisavam de um empurrão, ou uma boa dose de tequila.

A musica fazia o chão tremer e o corpo seguir o mesmo ritmo, deixando com que os movimentos ficassem cada vez mais sensuais. Deixou que a amiga se aproximasse devagar e controlou a respiração, encarando descaradamente seus lábios em um sorriso malandro (em um ato pela primeira vez na noite nada patético) quando conseguiu tocar na cintura da outra. Corpo delgado, tecido fino que deixava a brasileira sentir o calor da pele da techa poderia ser um caminho para um pecado que não sabia se estava pronta para se meter. Já tinham se envolvido várias vezes, noites em claro e até mesmo dormiram por meses no mesmo quarto. Mas era diferente. As músicas passavam e a química nunca diminuía, onde os dedos de Madú passeavam com as pontinhas das unhas na pele da perna e subindo devagar até as laterais da amiga sem pudor. Pessoas ao redor das duas, se deixassem, estariam se comendo ali mesmo, então porque não poderiam fazer o mesmo?

Quando estava sendo mais ousada do que esperava e beijou a garganta de Steph, a mesma apontou para o bar onde ambas começaram a avançar entre o mar de pessoas. Os cabelos estavam molhados de suor e a pele grudada no tecido da calça que vestia e nos colares que tinha escolhido especialmente para a noite, Madú viu-se em meio a uma dose de tequila. Não tinha prometido não tomar? Aonde havia ido seu bom senso? No meio do shorts da amiga? Bateu o brinde e virou de uma vez, fazendo a cara feia enquanto o negócio descia rasgando sua pele - Ainda prefiro cerveja artesanal - Comentou, sentindo o gosto azedo na boca como algo péssimo a ter que ficar relembrando ao longo da noite. - Aqui? Aposto que a festa acaba e todos vão dormir ou tem outros empregos. Não dá pra viver aqui. - Era estraga prazeres, mas nada que podia fazer. Logo aquele momento de lucidez havia tomado conta de si de novo e sabia que precisava perguntar a sua companheira de casa se queria ser algo mais do que somente amigas coloridas. Os dedos levemente tremeram, mas escondeu a situação com o copo e virando a outra bebida colorida - Pronta? Melhor beber de uma vez, vai que nos faz ter algo no sofá.

Encarou os sofás enquanto bebia, percebendo que eram mesmo muito convidativos. Mas antes que pudesse perder a mera coragem que havia ganhado, sorriu. Olhou para Steph e devagar se aproximou dela, deixando os lábios quase se tocarem e deixou que se beijassem. Devagar e bem desajeitado. Com um gosto que talvez ela não gostaria de lembrar depois de bebidas e tequila.
Imagem
Imagem
Cassiopeia Rosenkrantz
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Ester Expósito
 
Reg.: 30 de Aug de 2016
Últ.: 05 de Apr de 2020
  • Mensagens: 54
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 3 Pts.
  • 13 Pts.
  • 50 Pts.

Postado Por: Dih.


Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemEstados Unidos [#188479] por Madeleine Wolters » 28 Dez 2018, 13:40

  • 20 Pts.
  • 16 Pts.
  • 72 Pts.
    Nem sempre eu era chamada para esse mundo básico da nobreza. Em grande parte, pela própria pessoa que vos fala não ser muito ligada a essas coisas cheias de firula. Porém, com o pedido inusitado da irmã de Alphonse para seguir até uma dessas casas ricas da Europa isso meio que me impressionou. Sempre achei que o gostoso só fosse mais um na sociedade, tipo eu: que vive bem por aí e tá tudo certo. Mas quando me mandaram para um castelo, tive que repensar todas aquelas aulas malditas de etiqueta que no fim das contas nunca me eram úteis. Chegando às terras de grama verde e um ar completamente fora da minha vida social atual, pensei em utilizar de um feitiço transfiguratório para esconder as vestes que eu estava usando. Quem sabe em um vestido que meus pais aprovariam e eu faria questão de jogar no lixo fazendo a dança do fogo logo depois para celebrar minha felicidade com isso? No fim, optei por continuar com as minhas roupas. Se caso alguém reclamasse, aí a gente pensa no vestido sem graça mesmo para fazer a felicidade do povo rico que nem sequer entendia bem como o povo normal agia. Mesmo com todos esses pensamentos em mente, sabia que não daria mais para enrolar, precisava seguir em direção a porta principal e fazer minha entrada pelos corredores cheios de gente bisbilhoteira. Com uma risadinha nos lábios, caminhei a passos largos em direção a entrada do castelo com meu All Star sujo nos pés da caminhada.

    Fazia algum tempo que eu não via Alphonse e muito menos a irmã dele, provavelmente desde o Tribruxo, quando eu soube que ele e Connor estavam namorando. Por algum tempo, mesmo que tivéssemos tido algo bem casual para brincadeiras a parte e descobriram o fato de que eu não era maior de idade, precisei dar um pouco de espaço para os dois. Era no mínimo complicado, se eu pensasse bem. Connor tinha sido meu melhor amigo desde sempre e mesmo que tivéssemos uma amizade colorida, era fácil saber que nós nunca íamos de verdade ficar juntos. Com o Tribruxo ficou claro para quem quisesse ver a minhas preocupações com o fato de um casamento fosse concretizado quase me enlouqueciam. Sem contar que como eu explicaria ao Connor, alguém que tinha me pedido em casamento e que nem sequer queria estar perto de mim que o cara que ele transava todos os dias eu sabia exatamente cada pedacinho daquele corpo? Não que eu me importasse, já tinha compartilhado vários corpos, mas eu sabia que o meu melhor amigo era diferente e precisava de espaço para processar a complexa situação que os três haviam se metido e nem mesmo sexo estava rolando para ficar a situação melhor.

    Mesmo sendo olhada de cabeça aos pés, como se alguém pudesse me julgar diante de tanto tempo sendo tratada assim pelos meus próprios pais. Pensei até em ser um tanto rude em uma situação como essas, mas no fim das contas de que vale a pena? Eram pessoas que viam diversos tipos de gente do mundo todo e que se vestiam com vestes que ninguém nunca na vida sequer tocaria porque eram caras demais. Ou quem sabe não entendiam que isso era pior do que um sorriso amigável e mostrar que ninguém se importava com a roupa dos outros. Mas, pela minha experiencia de vida, eles eram assim porque o chefe deles viam que isso era mais importante do que ser gentil uns com os outros. Meus pais eram assim, então a chave era a mesma, sorrir e logo caminhar para onde estava sendo levada para encontrar Ayesha. O silêncio, que com certeza era para que me fizesse desconcertada não foi nem sentido cócegas diante da minha curiosidade com o que estava acontecendo com Alphonse e porque a irmã dele precisava logo de mim.

    Ali, em um átrio que parecia ser da área mais familiar, encontrei a moça que era somente um ano mais velha do que eu. Parecia levemente preocupada e após algumas bobagens de conversa quebra-gelo, logo chegamos ao assunto do que estava acontecendo. Eu sabia que Connor e Alphonse tinham terminado um relacionamento de longo tempo e um deles não estava bem, mas sempre achei que o arqueiro fosse um pouco menos sofrido do que antes. Porém, quando Ayesha, em um pedido mais do que claro o desejo que eu, Maddie, o tirasse de casa, precisei piscar duas vezes para entender o que estava acontecendo - Pera aí, ele tá tão péssimo assim? E eu achando que não tinha sido algo tão tenso. Eles nem mais faziam nada. - O fato de que eu sabia de várias coisas, não parecia ser uma coisa problemática, não é mesmo? Connor era um fofoqueiro quando ficava chateado, logo sabia o que tinha acontecido, mas também, por não saber o outro lado da história eu estava em desvantagem. Logo, a morena começou a me contar sobre um lado de Al que eu não tinha conhecido exatamente por achar completamente sem graça. Romance? Era completamente cafona.

    - Três? Caramba, se ele ainda não saiu caindo por aí, eu ficaria impressionada. Mas mesmo com a brincadeira... - Sorri, tentando quebrar a seriedade e vendo que isso não aconteceria, o melhor que eu podia fazer, era continuar uma temática que para mim era uma chatice. Sem falar que a proposta de tirar Alphonse de dentro daquele mausoléu e fazer ele ficar louco e se divertir era com certeza algo que eu podia fazer. Uma das minhas especialidades: colocar qualquer pessoa dentro de uma pista de dança e deixar que ela esquecesse o mundo lá fora, pelo privilégio de viver o hoje. – Connor também não está bem. Nem me diga, eu já estou sem saco de ficar sabendo que ele tá lá que nem um panaca vendo fotos e numa fosse horrenda. Eu tentei ajudar aquela pessoa oca por horas, mas no fim, ele irá sobreviver sozinho. - Olhei para a outra com um sorriso e fiz um sinal de joinha bem descontraído. - Pode deixar, ele voltará para casa normal. Eu prometo. Mas não posso prometer ele sóbrio, isso é um problema ou tá de boas? - A resposta viera com o simples fato de que ele deveria chegar vivo. Talvez não em íntegra pele, com umas marcas de unhas ou quem sabe mordidas bem mais gostosas do que ela sequer imaginaria. Concordei com a cabeça diante das instruções que ela tinha dito e nada me parecia uma novidade.

    - Isso me parece um good deal. - Ergui os ombros. - Pode deixar, Ayesha. Seu irmão vai voltar vivo e no mínimo, menos meloso. Vamos trazer esse morto-vivo a vida. HÁ - Sorri, vendo a piada que eu logo havia criado e ri alto, sem um pingo de etiqueta nessa altura do campeonato. Que bom que meus pais não estavam ali, não é mesmo? Se não, seria bem pior - Entendeu a piada? AHN? AHN? NÃO... Tudo bem, já passou. - A risada baixa da morena logo revelou um agradecimento sobre o meu trabalho que eu ainda nem sequer havia começado. O som de um violino começou a tocar e ergui a sobrancelha: que p*rra era aquela? Al estava ficando um depressivo idiota e eu não deixaria isso acontecesse. Quando ainda olhava para a porta, nem percebi que Aye tinha retirado um frasco dos bolsos e então comentou sobre necessidade e logo entendi do que estavam falando: preventiva. Olhei para a outra que logo parecia tão vermelha sobre uma temática que para mim era mais liberado que as drogas que de vez em quando eu tomava só para me divertir mais. Peguei a poção, guardando em minha bolsa. Nunca se sabe quando isso será útil, não é mesmo? - Eu tomo as minhas de forma constante só para garantir que possa ser legal sem que no fim traga consequências estúpidas. Ninguém merece. Aprendi a fazer bem poções por causa disso. Mas, falando sério agora, eu vou tirar ele de lá, nem que eu o jogue da janela. - Olhei ao redor, percebendo que haviam pessoas que pareciam interessadas com a menina estranha que falava de modo esquisito. Ou quem sabe obscena para elas.

    Ayesha, então me disse que não se importava como eu fizesse, desde que eu o trouxesse para fora e o fizesse se divertir em vez daqueles violinos péssimos. Era uma tarefa do cac*te, já que no fim, a responsabilidade toda de fazer o ser melancólico sair da tumba era completamente minha naquele momento. Eu cortaria o pinto do Connor depois dessa, maldito! - No worries. Não o jogarei pela janela, mas vou fazer questão de que ele saia de lá, mas com certeza, será épico. - Pisquei para a minha nova “cumplice”, enquanto parecia ser uma ótima ideia. Alphonse merecia se levantar daquela tristeza, como Connor. Mas por uma boa foda, talvez eu preferisse o Al. Ele, dentre os 2, nunca havia me pedido nada, muito menos um casamento ou amor que eu jamais daria a alguém. Então, ele era o meu escolhido - Missão dada é missão cumprida. Prometo que ele volta para casa. Se passar alguns dias, não se assuste. Só me dá um grito que tá tudo beleza. Aonde é o quarto dele?

    [...]


    Eu nunca fui conhecida pelos meus irmãos por ser delicada em entradas triunfais. Deixávamos sempre para Adam, nosso diplomata engomadinho para fazer as honras e o restante da Horda entrar para se divertir com os outros. Por isso, encarei a porta por alguns segundos, pensando seriamente se chutava a porta ou abria de forma sorrateira só para a ver a cara de susto. Veja bem, eram formas diferentes de susto e dependia muito do meu humor para qual decisão era a melhor a ser tomada. Como uma boa artilheira, a surpresa era sempre uma alternativa, mas no fim, eram ações de pura fúria que faziam o jogo se tornar ainda mais interessante. Por isso, girei levemente a maçaneta para que ela estivesse solta e dei um passo e meio para trás. quando meu pé se ergueu, não havia mais volta e pendi o corpo levemente para trás e chutei. A força da ação era ouvida talvez por todo o corredor e sorri ao perceber que se não fosse pelo elemento surpresa, talvez aquele paspalho ainda ficaria preso a melancolia por um bom tempo.

    - Alphonse! LEVANTA DESSE... SOFÁ! - Retirei a varinha do bolso, apontando para o violino. - E se afaste delicadamente do violino ou ele será alvo de uma explosão. - O rosto, tinha um leve toque de surpresa, percebendo com um olhar divertido a Al que logo se levantou e parecia querer salvar seu instrumento musical. Por anos, eu tinha visto minha mãe querer que eu tocasse essas coisas e no fim, eu preferia era dançar na pista em vez de pular por aí com essas coisas na mão. - Violino dez metros de você. Vamos, seja um bom mocinho e se afaste deste demônio aí. Anda, anda... - Movi a outra mão, na esperança de que ele seguisse minhas instruções antes de poder sequer explicar ao confuso, desesperado e assustado rapaz a minha frente. Percebi que levou um tempo para que ele seguisse meus comandos, mas faz sentido: ele não estava acostumado com meus rompantes de loucura. Abaixei a varinha, colocando-a de volta no lugar, para ajeitar os cabelos que deveriam ter estado bagunçados como depois de uma longa maratona de sexo.

    - Mas ainda assim, você se afastou dele, não é? Gato, isso aqui tá parecendo um velório. Vamos, precisamos nos trocar e colocar um pouco de Vitamina D nesse seu corpinho gostoso. - Aproximei-me dele, percebendo as marcas visuais de alguém que estava destruído, como se tivesse perdido algo muito valioso. Eu já tinha visto isso em mim mesma no Tribruxo, quando o Grant descobriu estar com câncer. Traziam uma situação muito desesperadora a alma, sendo incapaz de fugir das mais deprimentes emoções que sentia até que alguém o tirava do buraco. Cruzei os braços, sem deixar que minha mascara de divertida desaparecesse e revelasse minha preocupação com meu amigo. Podíamos nos divertir na cama, mas no fim, ainda existia a amizade e eu faria o que fosse pelos meus amigos. - O que houve com você? Precisamos resolver isso e vai ser hoje! Vamos, vamos nos vestir... - A ideia de levar ele para longe era uma ótima forma de fazer com que ele fugisse dos problemas por algumas horas, mas que depois precisasse lidar com isso de forma diária. Bati palmas para que pudéssemos acelerar o processo de seguir o que eu queria, e sua resposta me fez rir alto, jogando a cabeça para trás. Alguém estava de mau humor.

    - Licença do que? Da vida? Tá com cara de morimbundo, então na moral, tá difícil de acreditar em vossa senhoria. - Virei ao redor, naquele quarto que mais parecia o apartamento do meu irmão Logan, procurando pelo closet. Quando meus olhos encontraram o que parecia ser o lugar que eu desejava, virei-me para me concentrar em minha tarefa. Melanie tinha essa personalidade de montar roupas para pessoas. Ou a Revolverheld. Eu? Se conseguisse juntar coisas que ficassem bacanas para os outros seria um teste para toda a vida. Deu certo com o Rennard, quando eu consegui convencer ele a ir a uma de nossas festas e agora precisava funcionar com Al. - OLHA O QUE EU ACHEI! - Sorri divertida, abrindo as diversas gavetas - CAR*LHO! Você tem cuecas suficientes para jogar uma por lixo cada vez que usar uma delas. Aliás, essa branca é sensacional. Pode usar sempre comigo. Depois que você tomar um banho né? Tu não é francês pra ficar sem uma aguinha no corpo - Sorri mais uma vez, flertando com o rapaz que com certeza iria me acompanhar para o local logo mais.

    Logo, eu conseguiria atiçar a curiosidade dele, e quando menos fosse possível esperar, encontrei um par de jeans, uma camiseta e algumas outras possíveis jaquetas, jogando tudo para ele. Sabia que se eu dissesse de cara que iriamos a uma danceteria nova na Europa, ele não toparia, então porque eu seria honesta logo de cara? Não me chamaram pra honestidade, mas sim pra arrancar ele de casa. - Para algum lugar aí no mundo, anda logo. Vai tomar banho que eu vou ver sapatos... se eu passar dos seus relógios aqui. Que mais que tem aqui dentro? - O grito de resposta me fez rir, enquanto seguia para o setor de gravatas, arrancando meus próprios sapatos e colocando uma vermelha dele na cabeça. Não demorou quase muito tempo para que encontrasse ele somente de toalha caminhando em minha direção. - Olha quem apareceu bem vestido. E ai? Testou o que eu te dei? Ou vamos ter que procurar mais? Vou esperar morta aqui de tanto que você demorou. - Pisquei, mordendo o lábio inferior enquanto controlava os dedinhos. Nada como um drama idiota para fazer alguém rir, mesmo que Al não estivesse em um humor bom para aquilo.

    Foi então que ele deixou bem claro a técnica evasiva que estava usando. Tive amigos com corações quebrados e, por este motivo, quando me zoavam que eu preferia viver sem fazer nada disso comigo, riam. Permitir que outra pessoa entrasse na minha vida para então ficar por ai remoendo a sua saída? Não, obrigada. - Al, você precisa sair de casa, ver o mundo por aí. Me diz, quando foi a ultima vez que você parou no caminho entre a escola de almofadas e aqui? Não responde. - Eu sabia a resposta, e preferi me privar daquela informação. Aproximei-me, deixando o balanço do quadril conduzir meu corpo e também que pudesse chamar a atenção dele. Estava preocupada, e, pela primeira vez naqueles minutos que nos encontramos, que eu estava disposta a mostrar a verdade. - Cara, eu não sou boa com essas coisas de seriedade, p*rra, mas eu estou aqui para te ajudar. Se você quer ficar mofando em casa, com esse violino péssimo, você não vai conseguir superar, Al. E você sabe disso. Precisamos fazer isso, não por mim, mas por você mesmo.

    O tempo em silencio me incomodava. Não era algo que eu gostava, ter nada entre os diversos sons que o mundo proporcionava, nada surgir. Isso me afligia, em alguém que preferia ter barulho e sempre se movimentando, parar para pensar parecia uma bobagem sem fim. Logo, a resposta mais uma vez veio e não resisti a um tapa na sua bunda, com uma piscadela safada - Vamos? Eu prometo não te drogar, para que você possa aproveitar a festa. Que terá bebida suficiente para que entre em coma alcoólico e, que no fim, você vai me agradecer na cama de alguém ou na sua própria. - Ergui a mão, prometendo tudo o que eu podia, para então seguirem por entre todas as possibilidades que eu tinha pensado para Alphonse. Ele tinha roupas legais, precisava se sentir confiante nelas, não é mesmo? - Vamos? Tira essa toalha e confie em mim. Vamos ver quais opções que você tem. Calca de couro? Blusas floridas? Jeans apertado que dá pra ver até a sua alma? - O meu riso ecoou pelo ar, enquanto jogava os cabelos para o lado torcendo que o ambiente logo se tornasse mais ameno para que ele também me contasse quando sentisse vontade o que acontecia com ele. Entreguei uma cueca branca e caminhei em direção as calças mais uma vez - E ai, o que tá rolando?

    O silencio não me impediu de continuar me mexendo e pensando em alternativas que o fizessem falar. Logo, no meio da noite isso surgiria. Eu sabia o que tinha acontecido, já que Connor era também outro corno que também estava cheio de problemas e por isso, saber os acontecimentos não era tão difícil assim. Tinha dentro da bolsa uma garrava de uísque, algo simples, mas que me mantinha entretida algumas horas do meu dia quando tudo estava silencioso demais. Encarei-o por alguns segundos ao ver que ele não me contaria nada e abri um sorriso, breve e misterioso. Ele iria falar, mas não precisava ser agora – Sem problema. - Ergui os ombros, aceitando de primeira o pedido que ele tinha feito para então seguir a minha bolsa. Retornei com a garrafa e entregando a ele com carinho, era um dos meus favoritos - Bebe aí, tá precisando. - Pisquei para ele, finalizando de escolher as blusas, após me sentar em uma das bancadas para encontrar a opção ideal. Não gostava dessa tarefa de ajudar pessoas a escolher roupas, mas sabia que isso era importante e, quando ele me devolvera a garrafa, não hesitei a tomar mais de um longo gole. Eu estava precisando.

    Bati palmas para a minha obra de arte e ri, diante de minha esperteza. Al estava magnifico e somente faltava a pessoa que vos fala ficar melhor vestida. - Bom, agora eu preciso me trocar. - Ouvi seu comentário e pisquei, sabendo que sempre ficava confortável em todos os lugares que eu estava. Independentemente de onde fosse. Saltei, pegando a varinha mais uma vez e transfigurando minhas vestes em um vestido preto e justo - De salto ou sem salto? O que você prefere? - Encarei-o tentando pensar se há alguma ideia para aquele “dilema”. Os cabelos, como sempre lisos, caiam para o lado e não precisava de maquiagem. De vez em quando, se divertir como estamos vestidos era o que mais importava. O sorriso leve, diferente daquela cara de morto de antes me dissera exatamente como ele preferia e logo os tênis se transformaram em um longo salto alto que me deixava quase da altura dele - Está mais do seu agrado, mon cheri? - Com uma piscadela, joguei seu perfume e logo terminaríamos para seguir até a festa. Ou melhor, a balada.

    Puxei um perfume da bolsa, finalizando tudo e logo olhei para ele - Mas tá gostoso, heim? Vamos, antes que a gente não saia daqui. - Ri divertida, puxando a bolsa e logo o empurrando para fora, pegando o que ele precisava no meio do caminho por meio de feitiços. Ou se não, jamais conseguiriam sair dali. - Vamos, vamos. Ou chegaremos atrasados e isso é imperdoável. - Acenei para o povo que estava no corredor, assombrado com o fato de alguém tão estranho caminhava pelos mesmos lugares que pessoas tão finesses. Sério, muita zoeira num lugar só - Avisei a Ayesha que a gente só volta daqui dois dias! Fallow! - A resposta dele me fez rir alto. É claro que não venderia os órgãos dele, mas com certeza ele não voltaria para casa tão cedo, se pudesse.

    [...]


    Depois de conseguir a chave de portal, os olhos estavam presos a um enorme lugar que de fora, era impossível se ouvir as conversas e a festa. Parecia que era um local simples, mas quando se abriram as portas, o inferno estava a frente deles. Danças sensuais, bar lotado, barulho e música subindo e passeando pelo nosso corpo que não resistiriam logo mais a ideia de se divertir. Olhei para ele, após deixar minha bolsa na chapelaria e segurei sua mão, deixando o decote fundo na frente tocar a pele dele e sorri mais uma vez. A festa, para mim, era como fogo. Brincava dentro de mim, passeando pelas minhas veias e aquecendo minha pele como a ocluação, que deixava tudo ainda mais delicioso que antes. Meus olhos eram quase aquecidos com o ambiente “conhecido”, completamente fora da caixinha e perfeito para ajudar Al a sentir-se de volta como ele mesmo. - É uma balada nova que surgiu faz alguns dias. Nada como aproveitar lugares assim, são poucas pessoas que conhecemos e podemos ser quem quisermos. Quer dançar?

    Sua pergunta, vinda de alguém que parecia antes tão evasivo e agora submerso ao mundo que a gente conhecia, era muito bem-vinda. Sorri para ele, me aproximando devagar e tendo que erguer um pouco os pés para conseguir chegar ao seu ouvido. – Nada. Eu também tenho uma reputação a zelar. – Mesmo que não tivesse, ali não era o momento para que eu contasse tudo a ele desde a minha saída da escola. Não precisava saber que eu não via meus pais há meses, e que depois de começar toda a minha estrutura para um novo bar, estava longe de máfias fazia meses. É, melhor não. Senti seus dedos envolverem a minha cintura e sorri mais uma vez com a proximidade dos corpos. Ri alto, abafado claramente pela música, enquanto deixava a cabeça para trás e retornei, encarando-o por alguns segundos – Assim a gente gosta, né não? - Não resisti a proximidade dos lábios, deixando que se tocassem levemente e o olhei, mais uma vez pensando no convite que eu havia feito antes – Prefere dançar ou ir beber? Pela conta da amiga que o convidou, é claro, a primeira rodada.

Com Alphonse.
Maddie veste: isso
Imagem
Madeleine Wolters
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Camila Queiroz
 
Reg.: 01 de Sep de 2016
Últ.: 05 de Apr de 2020
  • Mensagens: 620
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 20 Pts.
  • 16 Pts.
  • 72 Pts.

Postado Por: Dih.


Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemEstados Unidos [#191038] por Damien Morris » 10 Mai 2019, 20:08

  • 12 Pts.
  • 15 Pts.
  • 122 Pts.
Imagem


The Bartender


Ele não sabia bem como deveria se vestir. Ele não sabia bem como deveria se portar. Lhe disseram para parecer esportivo e bonito quando o contrataram, mas... O que exatamente seria algo esportivo e bonito? Confuso. Mordeu o lábio inferior olhando para as roupas dispostas no guarda roupa do hotel em que estava instalado. Como raios havia se metido naquela enrascada? Ah... Ele lembrava bem! Desde que decidira que era hora de iniciar uma graduação ele vinha procurando emprego feito louco para poder bancar os gastos de seus estudos. Mas ele não tinha experiência em nada e nem tinha tido saco para participar das feiras profissionalizantes em seus tempos como aluno em Ilvermorny, logo, achar um canto onde pudesse ganhar uns trocados estava se mostrando mais difícil do que ele imaginava.

Bom, isso até ele ver um anúncio no jornal sobre uma casa de show que precisava de um atendente. Estava por demasia desesperançoso quando entrou em contato com a contratante. Depois de vários “nãos” de vários outros contratantes, não tinha muito como imaginar que o quadro daquela vez seria diferente. Em pensar que tudo tivera início naquele dia em que quase morrera no Cabeça de Javali. Aquele garoto... Aquele homem que salvara a sua vida quando nem mesmo ele se importava com ela! Ele lhe dera uma coisa que nenhum outro ser humano na terra havia lhe dado antes: esperança. Tinha entendido finalmente o motivo de continuar vivo depois de tantos anos questionando a necessidade da própria existência: ele viveria para ajudar outras pessoas. Ele cuidaria de quem precisasse e estudaria para ser um medibruxo tão competente quanto Izumi Miyamoto havia se mostrado. Talvez não com tantas manias quanto ele, mas... Ainda assim...

Damien se pegou sorrindo enquanto a imagem do japonês se formava em seus pensamentos. Quais as probabilidades de encontrá-lo uma segunda vez? Céus! Eram muito pequenas. Ele não tinha nenhuma outra informação acerca dele além do nome e da profissão. E não importava, de todas as formas. Alguém como ele jamais olharia para alguém sem graça como Damien. O máximo que ele poderia fazer era continuar sendo grato pela ajuda e pela motivação que Izumi lhe injetara. Estava renovado agora. Ainda era um maluco depressivo com tendências suicidas? Era. Mas pelo menos era um maluco depressivo com tendências suicidas e um propósito na vida. E não era graças a nenhum discurso motivador idiota dos psiquiatras e psicólogos que sua mãe adotiva o levara. Era graças a atitude de um completo desconhecido que o tirara do chão em muitos sentidos.

~||~


E quem diria que ele conseguiria o emprego? Estava feliz em seu primeiro dia de trabalho. A música alta e a iluminação incomodava um pouco, mas ele conseguia aguentar. Atrás daquele balcão, Damien limpava os copos com uma flanela branca esperando os clientes se aparecerem e pedirem seus drinks. Era um emprego noturno e talvez ele ficasse com sono durante o dia, mas tudo bem. Ele já tinha feito a matricula na faculdade e havia gastado todas as suas economias na primeira mensalidade. Sem contar que definitivamente não queria pedir dinheiro a sua mãe adotiva, por mais que ela o tivesse. Já se sentia meio mal por deixá-la pagar aquela viagem pelo mundo para ele “se encontrar”. As vezes se sentia péssimo por fazê-la sofrer com sua depressão tão profunda. Ela não merecia. Era uma boa mulher e Damien um péssimo filho.

Suspirou de forma profunda olhando o próprio reflexo no copo de cristal que acabara de limpar. Estava reluzente como novo. Ele não deveria pensar de forma tão negativa, certo? Era um garoto de quase vinte anos que iria ser um excelente medibruxo num futuro não tão distante, ele esperava. Sentiu a presença se aproximar do balcão e guardou o copo onde deveria estar. — Boa noite! — Ele abriu um sorriso largo para o cliente que se aproximara. — Em que posso ajudar?


Damien veste isto.
Post completamente aberto a interações ♥
PS: É o primeiro dia de trabalho do menino, peguem leve com ele (Ou não hehehehe .lixa )
Imagem



Spoiler: Mostrar
Imagem


Spoiler: Mostrar
Imagem
Damien Morris
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Fionn Creber
 
Reg.: 30 de Jan de 2019
Últ.: 05 de Apr de 2020
  • Mensagens: 47
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 12 Pts.
  • 15 Pts.
  • 122 Pts.

Postado Por: Nick/Pinscher.


Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemBelgica [#191042] por Harvey Anna Lothringen » 10 Mai 2019, 21:35

  • 19 Pts.
  • 9 Pts.
  • 25 Pts.
“Eaíííí, como tão seus filhos?” Sorri amarelo para Noella, que me encarava do outro lado da ‘linha’. Bem que os bruxos podiam inventar espelhos de via múltipla, aí podia sacanear o chato do meu irmão mais velho e perguntar sobre a friendzone eterna da minha maninha. “Ah, por favor, já desisti de sobrinhos- tô falando das crias de Beauxbatons. Tô sabendo que elas logo voltam pra escola? E eu achando que você ficaria sem dor de cabeça por um tempo.” Ri, jogando-me na cama preparada especialmente pra mim. Eis um motivo para se tornar jogadora famosa de quadribol: o bom e velho agrado. Na real eu nem me importava muito comigo, mas depois de uma viagem cansativa era até bom chegar num quarto com tudo bonitinho - tinha bebidas, caso não quisesse fazer o esforço de me arrastar até um bar, mas óbvio que não seria chata ou velha a esse nível. “Como eu disse, pode me chamar se as coisas ficarem ruins. A escola vai se tornar uma anarquia? É possível. But, você vai tá numa praia com o gostoso do meu amigo, tem que valer de alguma coisa.” Gargalhei ainda mais alto com a resposta. É verdade, eles tinham a própria praia - mais uma razão pra não entender essa demora.

“Como estão comigo? As coisas? Tão tranquilas quanto possível, né.” Dei de ombros, um suspiro escapando de meus lábios enquanto meus ombros tensionaram; precisei forçar o relaxamento, os nós me lembrando da massagista que ofereceu uma sessão com preço reduzido… hmmmm, estava pensando em dizer sim. “Me ofereceram um contrato muito bom pra outro time, e com essas mudanças recentes achei melhor sair fora antes de ser cortada. Aposto que será legal ter sua vice na capitania.” Pisquei, sabendo que a novidade a pegaria de surpresa. “Relaxa, mana, metade da razão é quadribol. Só a outra é pra saber das fofocas.” Na real, eu nem me importava com essas coisas. Gostava era de curtir uma com a cara da minha irmã, e nada mais fácil que fazê-lo com os contatos mais aleatórios - e eficientes - quanto possível. Tinha uma relação boa com todos eles, mesmo Laet, que já completara mais da metade dos anos na escola francesa; meu orgulho, por sinal, que só precisava se soltar um pouquinho pra ficar mais parecida comigo.

“Prometo que o foco na sua vida amorosa não é meu triste destino a continuar solteirona.” Pisquei, a pitada de diversão sobressaindo-se a leve tristeza; o término do meu namoro com Lunna foi duro e… complexo, na verdade. Mas era o que era. Não podia fazer nada para mudar o que aconteceu, nem gostaria. Às vezes era mais fácil fazer o difícil do que seguir por um caminho fácil e repleto de ervas daninhas. “Na real, tô indo pra um bar agora. Soube que o cenário em Moscou não é dos piores. Esse bar é bem legal, repleto de bruxos, meio rústic- você não quer saber, né? Tá tranquilo. O nome disso é energia pós-avião, os trouxas bem que são espertos.” Então comecei o blá-blá-blá das despedidas, algumas frases trocadas, nada demais. Sentia falta de ter alguém próxima a meu lado, e apostava ser nisso aquela vontade tão intensa de falar quando conversava com meus irmãos. Mas o que podia fazer? Isso não mudaria por um tempo. Tinha meus amigos, só que não falara muito com Mika desde que saí do Bats; esperava a poeira e o susto abaixar para retomar o contato.

Logo taquei uma maquiagem na cara, joguei uma roupa sobre o corpo e saí na maior felicidade. O ar levemente frio de Moscou acariciava minha pele clara, lembrando-me do quando estava cansada; ainda que o susto da temperatura tivesse me acordado. Não escondi um sorriso ao chegar no bar, já pronta para pedir uma bebida forte e esquecer daquele assento desconfortável no avião; o dia seguinte seria um tantinho mais complicado, mas eu aguentava. “Eae! Me vê uma…. que que vocês têm aqui?” Soltei pro cara, que atendia por barman. Na hora minhas sobrancelhas se ergueram um pouco. Não era muito de julgar, mas com aquelas roupas um tantinho apertadas e que escondiam mais do que mostravam, suspeitei que ele se sentisse deslocado; era um pouco distinto das outras pessoas, que mesmo com a temperatura baixa sabiam usar feitiços e talvez aparatos trouxas para lidar. “Sabe que nunca vim num bar russo? Não tenho ideia do que têm pra fazer por aqui. Fico mais pela Europa.” Joguei um sorriso, curiosa para saber como ele lidaria com aquilo.

Aquilo, é claro, atendia pelo poço de aleatoriedade conhecido como minha fantástica pessoa.

Espero que goste, Nick <3 fui bem no aleatório mesmo, sem pensar, então desculpa se estiver esquisito (.abafa)
Vestindo/Cabelo: Isso (+ uma saia longa preta)
Imagem

Spoiler: Mostrar
[img]http://i.imgur.com/96ys4fK.png/img]
Harvey Anna Lothringen
Special Mundo Mágico
Avatar do usuário
I am the one thing in life I can control; I am an inimitable, I am an original
 
Reg.: 08 de Jun de 2015
Últ.: 10 de Sep de 2019
  • Mensagens: 166
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 19 Pts.
  • 9 Pts.
  • 25 Pts.

Postado Por: Mah.


Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemEstados Unidos [#191068] por Damien Morris » 11 Mai 2019, 19:42

  • 8 Pts.
  • 12 Pts.
  • 122 Pts.
Imagem


The Bartender


Talvez ele não estivesse tão preparado quanto julgava estar. Limpar copos? Ah! Isso era moleza. A parte fácil do trabalho. Passar o pano na superfície de cristal ou vidro até que seu reflexo ficasse tão vívido quanto se estivesse olhando para um espelho... Bom, definitivamente aquilo era mais tranquilo que lidar com pessoas. Mas ele tinha de fazer aquele tipo de coisa, não é? Estava na sua descrição de cargo. E a senhorita Dianne havia sido bastante solícita quando contratara um cara como ele — sem a menor experiência — para cuidar do balcão de atendimento de sua casa de shows. Sim, ele não a decepcionaria.

Havia feito uma pesquisa, digna do nerd americano que ele era, sobre bebidas de todos os tipos desde que recebera a resposta afirmativa de Dianne acerca do trabalho que realizaria. Tudo bem que sua motivação para tomar um rumo na vida viera depois de um quase coma alcoólico no Cabeça de Javali, mas... Aquela havia sido a primeira vez que havia bebido na vida e ele não conhecia absolutamente nada de drinks e bebidas num geral. Logo, se iria trabalhar como barman em um recinto como aquele, o mínimo que poderia fazer era uma pesquisa para aprimorar seus conhecimentos, certo? Decorara o nome de várias combinações e de vários drinks famosos. Alguns nem tão famosos assim. Ele daria orgulho a sua patroa. Estava completamente convicto disso.

Bom, pelo menos até a primeira cliente chegar. Ele depositou o copo que limpava freneticamente em cima do balcão e sorriu nervoso para ela, achando que, na verdade, estava lhe lançando um sorriso amigável. Ela era linda. Seus cabelos em uma mistura de cores que serviam de colírio para olhos acostumados com tons monocromáticos. Em outros tempos ele não notaria beleza naqueles tons extravagantes, mas sua vida tinha um pouco mais de cor desde que ele encontrara um objetivo pelo qual lutar. Bom... Era simples não era? Agora ele falaria sobre as bebidas que tinham disponíveis, ela pediria a que mais lhe agradasse, ele prepararia, ela pagaria... E todos viveriam felizes para sempre, certo? Ok... Por que então as palavras simplesmente não saíam?

— Boa noite! Ah droga... — Ele se interrompeu coçando a nuca, sentindo as bochechas, repletas de sardas, esquentarem um pouco. — Eu já disse isso, não é? Então... Bebidas... Você quer saber das bebidas... — Ótima hora para lhe dar um branco, não era? Até cinco minutos atrás ele saberia recitar as bebidas disponíveis em ordem alfabética e... agora... Ele não se lembrava nem se tinham limonada no estoque. Olhou nervoso ao redor batendo os olhos em algumas garrafas de champanhe e whisky dispostas nas prateleiras internas do balcão. — Temos as bebidas clássicas... Whisky... Champanhe... E... Eu posso preparar um Bloody Mary para você também! Basta me dizer o que é mais do seu gosto.

O Bloody Mary fora a primeira bebida que lhe viera à cabeça enquanto falava. Esperava que ela não reparasse em seu nervosismo extremo. Continuou a sorrir, seu sorriso amarelo que ele tanto esperava que parecesse receptivo e totalmente normal. Mas não havia sido apenas sobre bebidas que a moça havia perguntado. O que diabos ele iria lhe dizer sobre os bares russos? Ele nem costumava freqüentar bares nos Estados Unidos! — Bem, para ser sincero eu também não tenho muitas ideias sobre o que acontece ou deixa de acontecer em bares russos. Ou quaisquer outros bares. — Ser sincero realmente lhe fazia bem. Seu sorriso agora aparentava muito mais naturalidade. — É o meu primeiro dia aqui.


Damien veste isto.
Post completamente aberto a interações ♥
PS: Maaaaaaaaah ♥ Tá esquisito não, sua filha é uma linda!!!... Perdoe a falta de jeito do garoto... Ele é uma porta :v
Imagem



Spoiler: Mostrar
Imagem


Spoiler: Mostrar
Imagem
Damien Morris
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Fionn Creber
 
Reg.: 30 de Jan de 2019
Últ.: 05 de Apr de 2020
  • Mensagens: 47
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 8 Pts.
  • 12 Pts.
  • 122 Pts.

Postado Por: Nick/Pinscher.


Re: ZeroSum NightClub - Moscou

MensagemBelgica [#191142] por Harvey Anna Lothringen » 14 Mai 2019, 19:23

  • 17 Pts.
  • 10 Pts.
  • 31 Pts.
Eu não era das melhores estrategistas, apesar de ter sido responsável pela volta de uma antiga técnica de quadribol, e ter opinado mais vezes do que necessário durante os diversos nos Bats - pensamento esse que apertava meu coração, dado a recente mudança para o Montrose. Ainda assim, sabia um pouquinho sobre o que é e o que não era arriscado demais para determinado jogo; a vida em si era um jogo, como também poderia chamar de tal forma estabelecimentos feito o bar. Perguntei-me, não pela primeira vez, porque teriam contratado alguém com clara inexperiência para ficar atrás do bar. Não era algo que considerava um deveras defeito, divertindo-me ao pensar o caminho que teria até, talvez, se tornar um daqueles barman rápidos no gatilho, mas não gostava de pensar que outros clientes não seriam tão legais. Quando trabalhava, o que mais odiava era pessoas rudes, e essas, quando bêbadas, os bares viam de sobra.

“Isso.” Fiz que sim, ligeiramente, apenas para não deixá-lo no escuro; o sorriso continuava semi-delineado, as bochechas apresentando um tom saudável, apesar de ter mordido o lábio anterior. Por alguns instantes, desviei o olhar para prestar maior atenção nas outras pessoas… havia algumas mulheres gatas, de certo encontraria algo - ou alguém - para ‘fazer’ assim que tivesse álcool pulsando em suas veias. Não muito me animava mais do que saber que teria alguma aventura interessante durante a noite; mesmo que essa aventura não fosse além de um quarto mofado ou um lugar particularmente estranho. “Sabe que eu pensei que haveria outras opções?” Riu, esperando que ele não notasse o tom levemente sarcástico. Não por maldade, só não conseguia controlar a língua, problema esse que tive desde a infância, aliás. “Não leva a mal, você é muito gentil.” Soltei, esperando os sinais claros de felicidade ou alívio - aquilo não me surpreendeu, todavia não me deixou muito feliz. Sabe como é, pelo bar. Não que barmans não pudessem ser felizes, mas… ele talvez precisasse desenvolver algum tipo de pose se quisesse sobreviver por ali.

“Ah.” Ri, as sobrancelhas - antes levantadas - agora retornando a seu estado natural. Mexi um pouco meu corpo, adotando uma postura mais natural, inclinada para frente com os braços e mãos dispostos sobre o balcão. Ajeitei o cabelo logo antes, tacando os fios coloridos para o lado direito, criando uma espécie de cascata que combinava com meu visual. Agora me encontrava um pouco mais próxima do estrangeiro - como ficou claro, de repente -, o que talvez fosse melhor pro que pretendia dizer. “Sabe, dá pra ver um pouquinho que você não é daqui.” Franzi o nariz, como se dissesse ‘não me leva a mal, não to tentando ser malvada’. “Essas bebidas são comuns nas maiorias dos lugares. Se alguém procura por bebidas clássicas, é mais fácil dizer os nomes - podem ser estrangeiras como eu.” Dei de ombros, esperando que não tivesse pegado muito mal, portanto me inclinei para trás outra vez. “Desculpa, não quero parecer sabe-tudo. É que você parece meio deslocado, como se precisasse de alguma ajuda. Já pensou em soltar um pouco essas roupas, ou se livrar de alguma peça? Qualquer um vai achar que tá morrendo de calor.” E ri, como forma de tirar um pouco da seriedade das palavras.

Podia nunca ter trabalhado num daqueles lugares, mas sabia o bastante para oferecer algumas dicas. Vai que ele topasse? Ia ser interessante. Uma forma de passar o tempo, naqueles primeiros minutos, quando enfim pedisse uma bebida e esperasse o efeito do álcool aos poucos levar embora meu juízo (e lembranças). Podia ter o que fazer no dia seguinte, mas me certifiquei de que só no período da tarde, e àquela altura meu corpo já não era tão frágil ao efeito de tais substâncias. Então agradeci a Merlin por ter me trazido diversão, e esperei por suas palavras. Ele - Damien, como podia ler na identificação - parecia um cara legal. Do tipo, necessita de um pouquinho de esforço para se encaixar, mas legal. Aquilo me fazia pensar um pouco em minha irmã, o que talvez fosse a razão de querer ajudá-lo. Mesmo assim, Laet cresceu comigo, sabia se virar.


Ela tá tentando ajudar, tadinha. Minha filha precisando lembrar de como se interage com pessoas desconhecidas .*-*
Imagem

Spoiler: Mostrar
[img]http://i.imgur.com/96ys4fK.png/img]
Harvey Anna Lothringen
Special Mundo Mágico
Avatar do usuário
I am the one thing in life I can control; I am an inimitable, I am an original
 
Reg.: 08 de Jun de 2015
Últ.: 10 de Sep de 2019
  • Mensagens: 166
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 17 Pts.
  • 10 Pts.
  • 31 Pts.

Postado Por: Mah.


Próximo

Voltar para Agência de Empregos

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 1 visitante