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Zepelim LZ W8 (Viagem para Innenbezirk)

Re: Zepelim LZ W8 (Viagem para Innenbezirk)

MensagemDinamarca [#191602] por Anne Marie Schleswig Holstein » 24 Mai 2019, 09:05

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    Os irmãos gregos, aliás, a família Hatzimichalis era para mim, bons amigos e até mesmo os que não conhecia, já os considerava assim! Os que estudavam em Hogwarts eram estranhos e tinham seus problemas, mas convenhamos, quem naquela escola é normal? Nem eu sou! Sobretudo, mais divertido e interessante é o fato de estar com Ares e Afrodite: ela gruda nele como se fosse um bicho preguiça se agarrando em um galho ou um coala em uma árvore! (risos). Não tinha o menor interesse sexual ou maldoso para com eles, Athenas sabia que tinha boas intensões com eles, mas que gostava de me divertir com Afrodite e acredito, que talvez, seu jeito mais quieto e menos brincalhona nessas horas, conseguia arrancar-lhe um sorriso! – Ou não! Quem sou eu para saber sobre os outros? Apenas posso imaginar como seria minha versão das coisas, não necessariamente que elas acabam sendo aquilo! – E o divertido era ver que Ares corria de mim.

    Sim, ele era peculiar, diferente... E por isso, me sentia atraída por ele. Uma personalidade digna de Príncipe Europeu e que de alguma maneira lembrava Phelipe... Acho que por isso era tão grudada nele! Amava meu irmão e sentia esse tipo de amor por ele! Sentia um lado de Ares que me atraía até ele. Uma energia, uma vibração, como se fosse de alguém que precisasse de proteção e ao mesmo tempo ser salvo. Do que? Não sei, mas a sensação de estar preso o tempo todo era assustador e compreendia bem a mente e os sentimentos dele – o pouco que existia – até mesmo sem ele saber. Não precisava ler sua mente para saber o quão cansado ele estava de não poder ter privacidade em sua cabeça. Não o invadia, mas sempre era acusada de. E depois dele saber o quão era capaz de conseguir algo, parece que isso o afastara de mim... Isentando-me da culpa, não fiz nada contra ele que o fizesse repelir tanto assim, mas compreendia seu mal-estar e não queria que Ares crescesse dessa forma!

    Acredito que por isso, hoje, estava segurando firme a mão do rapaz ignorando seu jeito ‘repelidor’ e malvado. – Ares... – Respirei profundo não conseguindo conter e parando o passo rapidamente sentindo meus lábios ficarem sérios. Virara para o rapaz agilmente e lhe tomara o sorvete da mão. – Pronto. Resolvido. – Dizia o soltando finalmente e jogando o sorvete em direção à lixeira mais próxima que ficava à um ou dois passos. – Pronto. Não tem sorvete para Afrodite e lhe pago um novo.– Sabia que provavelmente ele estava nervoso. – E se você continuar me tratando mal desse jeito, vou te dar um beijo aqui e agora! –Ameaçara como sempre. – Melhor né? – Minhas mãos agilmente futricavam na bolsa caçando um lenço que logo entregara para o Hatzimichalis. – Aqui. – Entregava educadamente.

    - Ares... Okay que você não precisa de amigos e blá, blá, blá. – Segurava o dedo indicador esquerdo do amigo. – Mas cara, não precisa afastar os que já tem. Nunca invadi sua mente sem sua autorização e sei que não posso ser da sua família e mimimiim, mas me preocupo com você como amiga e talvez, sinto como se você fosse meu irmãozão. – Revelava sem me importar. – Não me culpe pela falta de privacidade aí dentro que tens com Afrodite... E eu só quero que você fique um pouco longe dela para ser você. – Dizia com honestidade. – E da mesma forma que sei essa coisa de invadir mente, posso te ajudar à proteger ela! – Falava sobre ter alguma habilidade de conseguir bloquear leitores mentais. – E... – Respirava profundo sentindo a voz mais manhosa e carente. – Um dia... Você com essa mania de afastar todos ao seu redor... Irá afastar até mesmo sua família até ficar sozinho... e um dia, acredite, ou não... Sofrerá com isso. – Lembrava do sonho perturbador. – E eu só quero ser sua amiga e proteger você, então por que você não pode ser legal comigo? Não estou te manipulando, lendo sua mente ou te enganando... Posso ser essa louca, como deve me achar, mas... sinto que meu mundo vai cair à qualquer momento. – Sentia os olhos marejarem.

    - Todos ao meu redor só querem algo por detrás de minha amizade. Todos ao meu redor só querem algo em troca ou causar algum mal e... – Sentia-me alterada com as mãos tremendo. – Será que não podemos ter um fucking de um momento de paz? E eu sinto que você também quer essa **** desse momento de paz e só quero ajudar... – Respirava profundo tentando manter a postura séria e ignorando as pessoas ao nosso redor. – Então, por que não para de tentar me afastar de você? Ou se você não quiser, beleza, seja aberto e fala logo aqui que me afasto. – Sentia-me nervosa. – Que saco vei! – Xingava notando o quão havia sido honesta com alguém e o quanto isso me colocava em uma posição de frágil e vulnerável. Vergonha. Muita!




eita ****.
explodiu uma bomba
c******!
Segura aí manda !!!!!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • Bolsa de Couro de Briba

    Usou um Bolsa de Couro de Briba.

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Anne Marie Schleswig Holstein
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Re: Zepelim LZ W8 (Viagem para Innenbezirk)

MensagemGrecia [#191867] por Ares Hatzimichalis » 30 Mai 2019, 22:36

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    Um pouco de paz. Talvez uma sala sozinho, sem gritos, escândalos ou barulhos em demasiado. Um lugar tranquilo onde pudesse simplesmente colocar suas ideias no lugar, e seguir em frente com suas pesquisas ou treinar esgrima. Um lugar como o acampamento, no meio de um jardim, onde o único som a interrompê-lo fosse o leve bater de asas das borboletas, e seus braços não ficassem tão doloridos por serem puxados por garotas barulhentas e de personalidade forte para cá e para lá.

    Uma morada tranquila para o filho do Deus da guerra, que, como um paradoxo a sua natureza, nunca chegaria a encontrar até que seu fio da vida fosse puxado pelas parcas. E muito provavelmente nunca depois disso, quando sua Alma se tornasse apenas um reflexo do ser que alguma vez fora e a serviço do Deus Ares, ou consumida por esse. Ou ao menos, aquilo era o que sua Alma penada de estimação, vivia a lhe lembrar, enquanto mais uma vez ele era arrastado e puxado pela princesa.

    Para falar a verdade, o grego nunca fora capaz de compreender sentimentalismo em sua totalidade, ou por que garotas em sua maioria, pareciam ser tão ligadas quanto a isso, a ponto de serem tão sucetíveis a certas verdades sinceras que o adolescente não possuía o mínimo tato para esconder. Se ele dizia que tinha interesse em voltar para os irmãos, então ele realmente queria dizer isso, como se referiria sem pestanejar com sua mente quase totalmente tomada pela lógica fria que dois mais dois eram quatro ou a própria Tenório de existência dos deuses, na qual sua mãe tanto acreditava, não era mais do que uma manifestação de magia natural ainda não dominada ou entendida. Sendo assim, era completamente previsível que os olhos azul gelo puro, apenas encarassem Anne quase vazios semelhantemente a um espelho, enquanto a dinamarquesa gritava, cuspindo ao esbravejar e quase enfiando um dedo dentro de seu nariz, sem entender, como se tentasse ler mandarim antigo sem nenhum curso anterior.

    Por que estava irritada? Ele apenas demonstrava o que estava sentindo. Deveria demonstrar floreios e falsas mentiras, como ela parecia referir enquanto seu corpo desabava em choro? Se perguntou o grego da língua afiada, enquanto seus olhos apenas piscavam no lugar, refletindo a indiferença incomoda de sua calamaria. - Então também deveria usar de floreios para lhe agradar? - Perguntou o grego sem vacilar ou procurar meias palavras. Ares não tinha ressalvas quanto a ofendê-la, e sua honestidade ali, apenas demonstrava o quanto eram próximos, mesmo que de maneira deturpada. -Por que você mesma está se contrariando, se espera que lhe dirija elogios ou acene feliz o quanto estou alegre em te ver, quando realmente não estou. - Soltou com um certo sarcasmo gélido, doído, mas definidamente verdadeiro. Aquele a quem se referia não era Ares. - Preferia estar em casa ou fazendo outra coisa útil, que gastando tempo nesse dirigível com você e sua carência por atenção, ou qualquer outra pessoa, então não se faça de vitima, porque me conhece o suficiente para saber não costumo afagar animais abandonados.

    Ele realmente não tinha interesse na menina. Preferia estar em outro lugar, não gostava de invasões mentais e ficar passeando por aí e fingir gostar de fazer isso não estava em seus planos. Nem ao menos gostava de estar sendo obrigado a passar as férias. Qual era o problema em dizer aquelas coisas afinal? Era bem melhor do que mentir não é? Principalmente quando a ruivinha parecia querer ser sua amiga, desde que entrara naquele castelo inglês insosso e atrasador de vida.

    E, pensando nisso. Por que as pessoas gostavam tanto de gritar como seu sósia barulhento? Não sabiam que aquilo algum dia deixaria alguém (ou no caso ele) surdo? Se perguntou piscando os dois olhos, engolindo o ar, e não deixando transparecer sua careta de insatisfação. -Fique livre para ir se quiser, é você que está me segurando e não o contrário. Mas se quer realmente um amigo, não deveria ficar gritando como acha que ele deve agir, o que ele deve falar, e ficar lhe dando ordens, princesinha, não sou um de seus suditos. - Em todas suas palavras, embora duras e quase sem emoções, a voz do loiro parecia emanar a mesma calmaria de Sempre em seus olhos espelhados e vazios.

    With Anne.
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Re: Zepelim LZ W8 (Viagem para Innenbezirk)

MensagemLiechtenstein [#192044] por Cassie Sauthier Zech » 05 Jun 2019, 18:44

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                – Como é bom finalmente termos férias. – comentou para Derek enquanto seguiam para o enorme Zepelim, que, infelizmente, parecia ter uma fila tão grande quanto sua própria estrutura. – Ok, definitivamente não estava esperando por isso. Acho que pedir um serviço de qualidade seria demais, ainda mais em um evento desse tamanho. – afirmou, inspirando uma boa quantidade de ar antes de ir em frente com suas malas. – Nesse caso, quer fazer algo específico enquanto esperamos? – questionou, afinal, tudo indicava que seriam longos minutos de espera. Enquanto o outro pensava em uma resposta, o barulho de um carrinho de mãos chamou a atenção, fazendo com que ambos se voltassem para o carregamento de bebidas alcoólicas que estavam levando para dentro do zepelim. Como era de se esperar, um sorriso logo apareceu no rosto da dupla e o mesmo pensamento repercutiu: um drink seria muito bem-vindo agora. Era altamente duvidável que fossem servir qualquer um naquele momento, afinal, ainda pareciam estar se preparando, contudo, não custava tentar, certo? Pensando nisso, a loira logo se aproximou dos funcionários, usando o melhor de seu charme enquanto tentava chamar a atenção de qualquer um deles.

                – Olá, tudo bem? Quanto quer para me fornecer uma dessas? – questionou, ao mesmo tempo em que abria um sorriso e jogava uma mexa de cabelo para trás, afinal, aquilo costumava funcionar com muitos. E naquele caso quase deu certo. O homem chegou a pensar alguns instantes enquanto sustentava um sorriso bobo no rosto, até que um de seus colegas lhe deu um tapa no braço falando que precisavam ir logo. – Desculpa, senhorita, mas temos que subir com o carregamento. Não sei, quem sabe lá dentro você possa me procurar que eu lhe servirei com prazer. – afirmou, no meio do caminho entre a educação e o flerte. Ele não era completamente de se jogar fora, mas não fazia muito o tipo de Cassie, sendo assim, a atleta apenas deu um sorriso praticamente forçado e deu meia-volta, pronta para retornar para perto do amigo com o gosto da derrota. A ideia de terem que esperar na fila parecia a cada momento ainda mais triste. – Infelizmente, vamos ter que esperar entrarmos para aproveitar as coisas direito. – anunciou para Derek assim que chegou perto o suficiente. Aproveitando o tamanho de sua mala, até chegou a sentar nessa e deixar o corpo amolecer em uma posição de desânimo.

                – Temos mesmo que esperar? – ele perguntou, abrindo um sorriso malicioso. E antes mesmo de esperar uma resposta por parte da loira, rapidamente pegou em sua mão, puxando-a junto consigo enquanto seguiam para perto da mesa de atendimento. Como era previsto, ali existia um rapaz que estava responsável por manter todos organizados e foi justamente até ele que Holstein seguiu, usando uma carta que Cassie não esperava que ele fosse usar. Trazendo quem eles eram, uma jogadora profissional de quadribol consideravelmente conhecida e um príncipe, sendo importantes o suficiente para não terem que pegar aquela fila toda. Levando em conta que existiam muitos outros famosos e pessoas importantes por ali, imaginou que o funcionário fosse apenas rir deles e exigir que retornassem até o final daquela tortura composta por pessoas alinhadas, mas Derek deve ter sido incisivo o suficiente naquele sussurro ao pé do ouvido, porque no momento seguinte, o rapaz logo estava dando um jeito de enfiar os dois entre os próximos, de uma maneira que foi discreta o suficiente para que ninguém viesse reclamar.

                – O que você disse para ele? – teve que questionar, afinal, realmente estava curiosa. – Talvez você descubra depois. – foi a única coisa que disse, ao mesmo tempo em que piscava de uma maneira marota. – As vezes eu te odeio, sabia? – disse, dando uma empurrada de leve no melhor amigo antes de seguir até a atendente que forneceria as chaves dos quartos. O serviço ali não foi tão rápido quanto desejavam, afinal, parecia que havia dado algum problema no sistema, mas tudo bem, não reclamaria, afinal, o que seria alguns minutos ali perto das horas que poderiam ter ficado na fila, não é? – Você tem planos para hoje a noite? Combinei de entrar Lunna e Louise, então se quiser encontrar a gente… – disse para o dinamarquês enquanto esperavam a mulher que os atendia fazer algumas perguntas para a que estava ao lado. Antes que o outro respondesse, tiveram que dar uma pausa na conversa para confirmar as próprias identidades mais uma vez e reafirmar que tinham reservado os quartos há um bom tempo, que tinham lido todos os termos, efetuado pagamentos e tudo mais. Uma burocracia desnecessária que logo pareceu ser apenas uma desculpa para que a atendente tivesse mais tempo para encontrar a chave do quarto de Cassie.

                – Aquilo definitivamente demorou mais do que o esperado. – afirmou quando finalmente se viram livres, com as respectivas chaves em mãos. – Parece que não ficaremos tão perto assim, seu quarto é logo no começo. – comentou ao dar uma olhada nos números. – Inclusive, isso me lembrou que não tenho ideia de onde as meninas ficaram. – disse ao pensar um pouco melhor sobre o assunto, dando uma risada ao final. – Mas tudo bem, daremos um jeito. – completou, simplesmente balançando os ombros enquanto acompanhava Derek até o quarto do rapaz, já que esse ficava no caminho do próprio. Segundo a acomodação do rapaz, eles tinham realmente caprichado na tarefa de entreter, dando um jeito para que diversos elementos da tecnologia trouxa estivesse presentes e funcionais. – Bem, já vi que são grandes as chances de você ficar aqui e não interagir com mais ninguém, então mais tarde passo aqui para checar como você está. – falou ao ver Holstein imediatamente se jogando em sua cama e ligando a televisão. Com aquilo, deu apenas um aceno de despedida e continuou seguindo no corredor.

                – Finalmente. – comentou para si mesma quando finalmente deparou-se com a porta do quarto, abrindo essa com pressa, afinal, estava ansiosa para se livrar das malas e descansar um pouco antes de uma noite insana com as colegas de time. O que ela não esperava era que o cômodo viesse com um presente especial, um rapaz na cama, seminu. Obviamente, algum erro tinha acontecido, mas isso não tirava a graça da situação, porque assim que passou a estranheza inicial, logo deu uma risada. Enquanto o outro se desesperava para se cobrir, pôde perceber que se tratava de uma figura bem familiar, dos tempos de escola, o que apenas tornava tudo aquilo mais sensacional. – A própria. – afirmou, dando uma piscada para o antigo colega de turma. Claramente aquilo tinha sido uma surpresa muito maior pra ele do que pra ela, tanto que foi ele quem fez A pergunta. – Olha, a não ser que tenham te mandado de brinde pra mim, acredito que a mulher tenha me dado a chave errada, depois de toda aquela confusão, isso não me surpreende. Embora a primeira opção seja muito mais interessante. – disse, não podendo deixar de abrir um sorriso malicioso enquanto observava o outro ir atrás de uma roupa.

                – Vejo que o tempo te fez bem, Alaric. – aproveitou para comentar, como não poderia deixar de ser, dando uma piscada para completar. Aquilo era algo intrínseco de sua personalidade, mesmo que sua honestidade fosse capaz de envergonhar muitos. Até pensou em dizer que ele não precisava ter tanta pressa para se vestir assim, mas a falta de intimidade surgiu como um obstáculo naquele instante, então limitou-se a agradecer o elogio recebido. – Sério? E era uma notícia boa pelo menos? E coincidentemente, acredito que a última vez que te vi também foi na mídia, o que não surpreende, considerando suas origens, né. – comentou, abrindo um sorriso. Do que lembrava do rapaz, suas personalidades eram de certa forma similares, o que tornava aquele encontro inesperado ainda melhor. – Exagero da sua parte, mas obrigada. E bem, na época da escola você não era esse homão da p*rra todo, mas como eu disse, os anos foram bem generosos com você. – disse, tentando lembrar melhor da aparência do finlandês, percebendo que suas palavras eram realmente honestas.

                – Já estava pensando mesmo em fazer isso, mas agora que convidou, fica menos cara de pau da minha parte. – disse, referindo-se ao pedido para que sentasse, dando uma risada enquanto se jogava na outra cama de casal, deixando as malas para trás. – Enfim, ser capitã é divertido e estressante ao mesmo tempo, afinal, é uma responsabilidade extra, mas as meninas compensam sendo incríveis. – respondeu, abrindo mais um sorriso, ainda mais com os comentários que vieram dele. – Acabar com marmanjos metidos é sempre um prazer. – afirmou, divertida. – Agora, conte-me mais sobre as suas “coisas”, elas são tão interessantes quanto eu penso que são? – questionou, deixando que a malícia transparecesse em seu rosto novamente. – São bons planos, é boa a sensação de fazer tudo o quiser. E se quiser, eu posso ver com alguns contatos para te ajudar na parte de ser fotógrafo. Já trabalhei no Lummus e tenho conhecidos em outros jornais e revistas por aí. – ofereceu, balançando os ombros para mostrar que não se importava muito em fazê-lo de fato. – Mas convenhamos que viajar realmente é muito mais legal do que trabalhar, ainda mais quando se tem dinheiro o suficiente para tudo. – completou, não negando que ela também estava naquele grupo de pessoas que não tinha que se preocupar com questões financeiras, porque mesmo que seu pai não estivesse mais fornecendo o mesmo sustento de antes (por motivos de birra), agora ela tinha o quadribol para suprir suas necessidades.

                – Pelo amor de Deus… – teve que reclamar assim que o outro começou seu discurso e não sendo o suficiente, ainda jogou um travesseiro que estava dando bobeira nele. – Te apresentar alguém não significa te entregar as coisas de mão beijada, até porque, suas habilidades ainda seriam necessárias para a sua escolha. É apenas uma questão de network. – afirmou, esperando que ele não fosse contestar para que não tivesse que jogar o outro travesseiro nele. – Inclusive, muito obrigada por mais um elogio, mas sinto que a balança tá ficando desequilibrada, então, por acaso tem alguma foto sua para me mostrar? – questionou, mantendo um sorriso no rosto, bem como esperanças para que a resposta fosse positiva. Por sorte, sim, ele tinha e enquanto pegava, Cassie logo aproveitou para responder seu comentário de antes. – A qual baixinha estava se referindo antes, a propósito? De qualquer forma, sinto falta das duas. – disse, afinal, tivera a oportunidade de conhecer as duas irmãs de Alaric anteriormente, uma mais figura do que a outra. Era uma boa família, no geral. Em todos os sentidos. Mas focando no que interessa…

                – Ok, vamos dar uma olhada. – disse ao mesmo tempo em que pegava as duas fotos mostradas por ele, colocando uma ao lado da outra enquanto fingia fazer uma longa e profunda análise. – Realmente, não são críticas, mas eu gostei, trazem uma leveza, não sei… Mas se quer saber, eu certamente te contrataria para fazer uma sessão de fotos. – verbalizou, piscando para o outro mais uma vez enquanto devolvia suas obras. Ao escutar a parte do casual, sua sobrancelha logo se ergueu, assim como o canto direito de seus lábios. – Um ensaio sensual é casual o bastante? Porque olha, eu sempre quis fazer um desses. – falou, até movendo o corpo para imitar uma pose que qualquer fã de Titanic reconheceria. Pena que não conseguiu manter a seriedade por muito tempo, logo deixando que uma risada lhe escapasse enquanto relaxava o corpo novamente. – Só me passar o endereço que eu apareço lá, sem nenhum problema. – afirmou, sem querer pensar sobre o assunto. – Mas que fique claro que tirar fotos não vai ser a única coisa que você vai fazer se eu for atrás de você. – completou logo em seguida, tendo que piscar para dar aquele ar mais especial à sua frase.

                – Ai ai, Alaric, por que foi que perdemos o contato mesmo? – perguntou, enquanto dava uma risada divertida, mantendo essa por alguns segundos antes de retomar a “seriedade”. – Durante as férias não tem nada importante para ser feito além de aproveitar, não concorda? – disse, pensando que realmente tinha que agradecer posteriormente à mulher que lhe deu a chave errada, afinal, aquilo estava muito melhor do que o que esperava. – Sem treinos, apenas diversão, bebida e uma boa dose de decisões provavelmente erradas. Se quiser pode se juntar a nós. Ou, pelo menos, a mim. – respondeu, com um sorriso ainda mais malicioso que os anteriores estampado. – Se quiser, até posso te passar os conhecimentos técnicos que quer saber no processo. – completou, porque não poderia deixar aquilo passar. – Isso seria… – começou, pronta para responder à proposta, quando Alexis entrou no quarto. – … Muito bom. – falou, apenas para que a frase tivesse um término, mesmo que aquilo não fosse nem de perto o que quisesse dizer, não quando provocações estavam rolando.

                – Er, olá. – cumprimentou, já se levantando da cama que deveria ser dela, mesmo que ela não parecesse se importar muito com sua presença ali, já que parecia muito concentrada em reclamar de algo. – Bem, acho que vou resolver o meu problema de quarto. – afirmou, ao mesmo tempo em que juntava as malas novamente. – Nos vemos por aí? – questionou, praticamente fazendo daquilo a sua despedida enquanto seguia em direção à saída. E assim que Alaric veio para abrir a porta, rapidamente abriu um sorriso. – Vou esperar ansiosamente. – afirmou, dando uma última piscadela antes de sair do quarto, pronta para ir dar uns gritos em certa atendente, mesmo que fosse principalmente puro drama mesmo.




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Derek S. Holstein; Alaric Byron Hesselgren; Liesel Alexis Hesselgren WITH
Louise Françoise La Valliére; Lunna Ingelbert Erhardt; TAGGED
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Re: Zepelim LZ W8 (Viagem para Innenbezirk)

MensagemDinamarca [#192331] por Anne Marie Schleswig Holstein » 16 Jun 2019, 12:01

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    As palavras fortes e pesadas de Ares faziam o coração doer mais que os castigos dos meus pais. Me importava com ele e não queria ser uma péssima amiga. Não queria ser uma... Abandonada se é isso que ele pensa que sou, mas não queria ficar sozinha. – Desculpa... – As lágrimas não deixavam de cair e a respiração estava pesada por tal momento. Não queria ser uma pessoa cruel param meus amigos e súditos, de fato não dava mais para esperar as coisas acontecerem, teria de fazer acontecer! – Desculpa, espero um dia você me considerar uma amiga. –Tirara da bolsa algumas moedas e dera as costas para Ares limpando as lágrimas e respirando profundo.

    Os passos seguiram agilmente para a sorveteria – Moço, o mesmo que aquele loiro ali em pé pediu, por favor. Dois, por favor. – Pedira entregando as moedas e voltando para Ares.– Toma. – Entregara os dois sorvetes que seriam para Afrodite. – Espero que um dia você diga que é bom ser meu amigo. –Não chorava mais, não tinha respiração ofegante e estava novamente calma e controlada. Ares tinha razão, sentimentalismos e amorzismos não era o certo, naquele mundo, não tinha espaço para ser a princesinha e... Se ele me via como alguém que se fazia de vítima, imagine o que os outros não pensam de mim sob minhas costas? Terei e serei de ser diferente. Iria dar um jeito de compreender a resolução da minha doença e dar a volta por cima. Seria alguém com quem meus amigos se orgulhariam em me ter ao seu lado.

    As mãos cerradas com as unhas dentro da pele já tentando rasgar e conter todos os sentimentos ou emoções, ou lágrimas que poderiam existir ali, cerradas e fechadas. Caminhara de volta para o corredor vip onde tinham pessoas importantes e celebridades. A vida daria volta, uma empregada dera sua vida para roubar o diário do quarto da vovó e esse diário seria onde teria a suposta resolução da minha vida. Era muito velho e frágil, mas encontraria respostas porque não dava para esperar mais por Stefan ou Nuala, ou qualquer pessoa.



carai, fiquei surpresa com a anne agora
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Re: Zepelim LZ W8 (Viagem para Innenbezirk)

MensagemRussia [#192881] por Sasha F. Balashov » 03 Jul 2019, 14:52

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Ir para a inauguração do povoado que abrigaria a maior confederação de bruxos que já existiu significava, também, a busca pela perfeição. Natasha tinha como objetivo entreter-se com os maiores nomes da sociedade bruxa, a fim de fazer conexões com os mais conhecidos magos, bem como ver quem realmente estaria ali para prestigiar um momento único na história. Frisemos: esse raciocínio não era bem seu, mas sim de seus pais, que a viam como uma ferramenta para arranjar um vínculo com mais alguém importante. A garota, no entanto, via apenas como uma oportunidade de se colocar mais uma vez naquele teatro que os pais adorava bolar – e que ela, em partes, também.

Portanto, ao trajar-se com um fino vestido de seda esverdeado, trançar os cabelos e enfeitá-los com pedrarias, pendurar joias em seu pescoço e pulso, além de equilibrar-se em um salto relativamente alto para a sua idade, era apenas uma forma de posar de dama requintada. A única coisa que ela pedia, no entanto, era privacidade com uma íntima colega, Jade, cujos familiares chamavam tanta a atenção de seus pais que de pronto atenderam ao pedido da morena, de modo que a rurikovich dividisse o quarto com a ruiva ao longo da jornada até o destino de ambas.

Trataremos de assuntos delicados com os Zaytsievs, querida, então acho que agora pode se retirar. – disse a mãe, uma mulher alta, esguia e de porte requintado. – Acho, inclusive, que é uma boa ideia você se encontrar com Jade.

Os dedos ligeiros da mãe arrumaram uma pequena pedra reluzente pregada nos fios acastanhados da garota, que, em retorno, sorriu, assentindo com toda a doçura que alguém poderia ofertar. Seus olhos brilharam diante da possibilidade, uma vez que o tédio que a consumia parecia promover pensamentos peculiares em sua cabeça. Desviou o olhar da mãe para o pai, um bruxo ambicioso, cheio de façanhas e dono de criações engenhosas que podiam ser encontradas em vários locais do mundo mágico – incluindo uma loja de artefatos bruxos chamada Artigos Mágicos, sua maior revendedora, onde seu mapa dos astros estava exibido nas vitrines por um peço salgado.

É claro, mamãe. – sorriu gentilmente. – Tenho certeza que o assunto não me compete.

Trataremos de certos arranjos, minha querida, não se preocupe. – a voz da mãe soou maliciosa e Sasha pôde perceber o olhar caindo na figura do loiro, Xavier, próxima a si. A menina conteve um calafrio. – Ofereça um beijo para Jade, sim?

Percorrer os corredores do majestoso dirigível parecia fácil. Sasha afastava dos pensamentos qualquer coisa que envolvesse aquele troglodita do sétimo ano, asqueroso e machista, justamente porque temia por aquilo que seria conversado com a mãe do menino. Seus pais pareciam extremamente interessados no que quer que era debatido naquela pequena roda de conversa, mantida no meio do saguão de recepção do transporte voador. Conforme os saltos batiam na madeira, o barulho ressoava em sua cabeça, e a morena tão elegante quanto pôde (para além de rápida) procurava por suas dependências, mantidas ali durante alguns dias de viagem para sabe-se lá onde exatamente.

Havia uma coisa a ser considerada: a rurikovich, com quinze anos, sabia muito mais da vida do que se imaginava. Sasha sempre foi exposta para coisas das quais muitas crianças não se orgulhariam, e isso tudo em prol de algum tipo de preparação para o que viria em seu futuro. Seus pais imaginavam um futuro brilhante para a filha, segundo dizia, pois viam nela o potencial de alguém que conseguiria, certamente, arranjar uma prole com alguma família influente nos negócios internacionais da sociedade bruxa. Assim, por mais que não parecesse, os Balashovs nunca foram figuras límpidas como gostavam de posar. E isso, por vezes, transparecia no modo como a quintanista se portava com os mais íntimos. Esse era o caso de seu relacionamento com Jade.

Abriu a porta de seu compartimento, observando a cama de casal devidamente arrumada. Os lençóis organizados davam uma sensação boa para a castanha, muito embora ela mesma sempre se sentisse um pouco indecente. Naquele caso, especificamente, Sasha não achava aquele pensamento tão ruim. Sentou-se de frente para um pequeno móvel de madeira maciça, em tom de marfim, retirando os brincos e os brilhantes dos cabelos. Observava seu reflexo com ligeiro interesse, delineando os traços de seus lábios com um olhar analítico. Não podia deixar de imaginar a sorte que qualquer partido teria em tê-la, apesar de todo o azar que ela mesma carregaria caso um desses fosse Xavier. Lembrava-se da reputação do menino, do fato de não gostar de meninas que falavam demais, das ameaças a outras colegas e, principalmente, do fato de não ser tão galanteador quanto princesas gostariam. Ao menos não quando não tinha interesse. Suspirou.

As mãos trabalhavam na trança elaborada que pendia de sua cabeça quando ouviu o barulho de Jade adentrando o quarto. Parecia um pouco apreensiva, mas Sasha não buscou muitas informações a respeito. Entre elas existia um pacto silencioso de simplesmente se despirem das imagens que forneciam ao mundo, e com isso igualmente esquecer os problemas. A morena então ergueu-se, observando a figura defronte a um espelho longo preso a uma das paredes. O comentário proferido pela outra fez com que a rurikovich oferecesse um sorriso.

As vezes acho que você é legilimente... – comentou, pensando que também cogitava aquela possibilidade para a menina.

Seu olhar acompanhou o movimento da outra, agora seminua, enquanto que um pulsar parecia tomar conta de seu âmago. Outro detalhe importante para essa narrativa: nossa protagonista não deixava transparecer, mas ela realmente sentia-se atraída pelo seu sexo. Não gostava de ser categorizada como homossexual, porque ela mesma não pensava isso de si; aproveitava as aventuras com certas pessoas e, coincidentemente, elas costumavam ser meninas. Nesse caso, é bom frisar que isso ocorria apenas com uma. E ela estava ali, deitada, com o corpo exposto em cima dos lençóis agora bagunçados, fingindo entreter-se com uma leitura qualquer. Sasha não pôde conter o sorriso em seus lábios róseos.

Não acho que podemos assumir que alguém, qualquer um, vai simplesmente corromper qualquer parte sua, não é mesmo? – sufocou um comentário malicioso, aproximando-se da ponta da cama, ignorando completamente os pequenos enfeites brilhantes que caíam no chão do quarto. – Não necessariamente ofendida. Só acho que temos que deixar isso nítido

Os fios rubros banhavam o branco imaculado das roupas de cama. Jade parecia majestosa no meio dos travesseiros e da maciez do colchão primoroso. E isso tentava a outra, posto que ela mesma sabia que ali não tinham espaço para serem as versões perfeitas e cheias de requinte que ambas as mães (aparentemente amigas também) gostavam de pregar. Sem pestanejar, a outra colocou uma das penas em cima do móvel que habitava a parte inferior da cama, deixando o tecido de seu vestido drapeado retrair-se, expondo a carne de sua coxa. Com os dedos arranhou de leve a pele levemente bronzeada, enquanto os lábios chamaram a outra com um leve silvar.

Vou reformular para você, então: a única pessoa que pode fazer qualquer coisa com seu corpo, sou eu. – sorriu. – E posso dizer que eu adoro vê-lo de biquíni… Ou mesmo sem ele...

Mordiscou os lábios e permitiu que seus próprios dedos buscassem a área mais íntima que habitava a parte debaixo daquele tecido leve, encontrando a fonte de seu pulsar apenas para se deliciar. Queria que a outra tomasse alguma atitude e, com aquela provocação, esperava ardentemente que sim.


OFF Topics
1: Para dar os tons desse relacionamento, acho relevante que tenhamos essa interação. Não me bata por aquilo que minha personagem faz. Lembre-se bem que é ela, não eu, então estou livre de qualquer culpa. Obrigada, de nada.
2: Interagindo com Jade Rooksenjnfefqpowqmdp (não sei o sobrenome porque ele é um espirro, "sorry about it").
3: Acho importante frisar que é raro que tenho uma personalidade dessas, com essa idade, na minha lista de personagens atuais.
Sasha F. Balashov
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Re: Zepelim LZ W8 (Viagem para Innenbezirk)

MensagemHolanda [#193216] por Jade Rooijakkers » 16 Jul 2019, 14:28

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“A brasa do teu corpo,
a queimar a palma,
acesa,
da mão do meu desejo. ”
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As palavras saltavam das páginas amareladas, tomando forma, bailando em torno do corpo esguio e bem definido da morena, cujos passos firmes hipnotizavam, seduziam, clamavam pelo olhar devastador e faminto de Jade. Um sorriso brincalhão adornou os lábios marcados pelo característico batom vermelho no momento em que a morena finalmente ocupou o espaço ao seu lado, recebendo sua atenção devota por completo. A sedução, no entanto, assim como tudo o mais na vida da jovem, era um jogo, um que, quando feito com a oponente certa, embalava seus pensamentos, por isso, embora ela sentisse o seu corpo pulsar ante a proximidade dos corpos, o livro remanescia em suas mãos, assim como o sorriso em seu rosto delicado.

A possessividade denotada em cada entrelinha do comentário da morena, encantava a jovem ruiva, seduzindo-a, emaranhando-a em uma teia de encantamentos e desejos da qual ela não conseguiria, ou queria, escapar tão cedo. O olhar negro recaiu sob a pele recém descoberta, entreabrindo as portas de sua imaginação fértil, levando-a além das coxas expostas, embriagando-se com as lembranças dos momentos vividos anteriormente, dos corpos ardentes, do toque capaz de derreter-lhe mais do que a pele, dos beijos ávidos, recheados de palavras que jamais ousariam ser pronunciadas. O grande jogo não era envolver os corpos em prazeres além daqueles descritos na famosa bíblia da boa família, mas, sim, arrancar confissões que somente eles poderiam pronunciar.

O momento no qual a morena afundou-se em uma entrega absoluta e sensual todos os subterfúgios foram apagados da mente da holandesa, afinal, não havia mais como negar o pulsar em seu próprio corpo, como sua respiração parecia não encontrar suas vias aéreas tão facilmente, ou suas pupilas se dilatavam em um pedido mudo para que pudesse ver mais. O jogo, no entanto, ainda se encontrava em andamento... E Jade não costumava perder! Um sorriso quase doentio deu espaço a serenidade posta anteriormente, ainda que esta não passasse de uma arma conveniente. Não era como se ela assumisse um papel ante a outra, muito pelo contrário, aquela era a sua versão mais despida – e eu não estou falando das vestes - que qualquer um seria capaz de enxergar.


- Sem biquíni, você disse? -As sobrancelhas se ergueram delicadamente ao mesmo tempo em que deixava que o livro repousasse no mesmo local onde agora encontrava-se apoiado os pés da morena. Jade precisou respirar algumas vezes ao perceber-se tão próxima da pele alva e macia que tanto desejava, utilizando-se de seu autocontrole ao máximo para não esquecer do plano que havia traçado em sua mente e simplesmente deliciar-se com aquele pedaço de pele que lhe era oferecido, quem sabe, então, desfazer-se da peça de roupa desnecessária, concedendo-lhe o prazer que sabia ser tão almejado pela russa. Um último suspiro lhe escapou os lábios perfeitamente adornados antes que ela se colocasse em pé, mais especificamente por trás de Sasha.

A satisfação e desejo queimavam as veias inflamadas de Jade, cujos movimentos foram rápidos e precisos como o bote de uma cobra prestes a capturar o seu inimigo.
- Assim? -A voz grave foi sussurrada no ouvido da russa enquanto suas mãos finalmente tomavam posse de seu corpo esguio, sentindo-a arrepiar, arder em seus braços, mostrando-a, mais uma vez, que apesar de tudo, ela ainda lhe pertencia, como antes, como agora, como sempre. Palavras não se faziam mais necessárias, o jogo havia sido vencido e logo os seus dedos buscavam o mesmo local onde antes a morena se tocava, sentindo-a de forma plena, não possuindo a intenção de parar até que a sentisse desmanchar em si.


tags Sasha F. Balashov
music Obsession | Soundtrack Suite (Bernard Herrmann)
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