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Evento de Abertura

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Evento de Abertura

MensagemEstados Unidos [#197364] por Cassie McAlister » 02 Mar 2020, 22:08

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In The Woods Somewhere
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    Responsabilidade.

    Por mais que não parecesse, Cassie era uma pessoa responsável. Havia cuidado de seu irmão por anos antes de serem adotados pela família McAlister e até mesmo durante o tempo que estudou em Ilvermorny, era uma excelente aluna. Talvez fosse um pouco bagunceira? Talvez… para não dizer muito, ainda mais na companhia de Allastor, seu irmão. Entretanto, sempre fez bom uso do seu raciocínio para os estudos também. Tanto que havia conseguido o emprego que desejava e não foi por causa do sobrenome de seu pai que atemorizava a todos que o ouviam, mas, por seu esforço e seriedade com o trabalho.

    Ao receber uma coruja da Confederação Internacional dos Bruxos para organizar uma festa para recepcionar o evento de férias daquele ano que ia acontecer em Toronto, ela sorriu largo e a primeira coisa que fez foi avisar aos seus irmãos. Os dois juntos, Caleb e All. Se estivesse ao lado deles, faria uma dancinha feliz e os forçaria a fazer também. Havia algumas restrições no convite e era necessário que a abertura da cerimônia deixasse as pessoas relativamente precavidas das situações que encontrariam, uma vez que seria um evento voltado para a natureza. Cassie podia fazer isso e iria fazer. Era só falar com as pessoas certas e voilà. No mesmo dia ela entrou em contato com as autoridades do Canadá para deixá-los cientes a respeito das coisas que precisaria ou poderia precisar.

    A tarefa não parecia difícil, no entanto, era e muito. Tinha que fazer algo que agradasse a muita gente e ela não sabia se conseguiria. No decorrer de toda aquela semana, ela se pôs a pensar muito no que poderia propor e chegou à conclusão de que, nada melhor do que uma feira para apresentar a todos os futuros participantes das futuras atividades. Além de encontrar um excelente buffet, precisaria entrar em contato com os herbologistas e magizoologistas, coisa que não foi difícil. Pediu aos chefes de departamentos controlados pela MACUSA que disponibilizassem os mais hábeis agentes dos setores. Precisava garantir o melhor para aqueles que fossem estar presentes.

    Por também ser jornalista correspondente no Daily Lummus, em todas as edições da matéria que escrevia no jornal, fazia questão de deixar pelo menos meia página do jornal com informações do evento. Havia mais de uma localização e por isso, tinha que orientá-los sobre como chegariam e as normas de cada atividade. Era necessário ter um bom público e ela tentaria ao máximo atraí-lo. Até mesmo contou com a ajuda de outros colegas, que também eram jornalistas em outros jornais bruxos, para promoverem a feira. Uma semana antes do evento, Cassie já estava em terras canadenses. O nervosismo começava a se fazer presente e isso não era um bom sinal, pois costumava atrair outras sensações que poderiam influenciar no decorrer das coisas e a principal delas era o medo. Medo de que as decisões que já haviam sido tomadas começassem a desandar no momento em que estava às portas da feira mágica.

    Havia planejado o evento na floresta Crothers Woods, um vale que era ligado ao rio Don, em Toronto. Era uma área grande e bem cuidada pelos ambientalistas da região. Com muita peripécia e com a ajuda de exímios mestres em feitiço, uma fenda mágica foi criada no tronco de uma das árvores próxima à entrada da floresta e que não era distante do rio, o que era muito proveitoso. Seria um dia inteiro de feira e precisaria estar precavida de qualquer mal. Com um feitiço de extensão e proteção contra os não-mágicos, Cassie enfeitiçou uma grande área que só poderia ser vista quando os bruxos atravessassem o tronco da árvore e ali dentro seria o espetáculo.

    ▪︎ ▪︎ ▪︎


    No dia da abertura, Cassie chegara duas horas mais cedo com toda a equipe. Claro que ela chegaria e faria com que todos a acompanhassem. Aurores de diversas localidades também estavam ali para ajudar na segurança do evento. Era o grande dia! Precisava ver se tudo estava realmente no devido lugar e estava. A fenda pelo tronco da árvore funcionava e todo o local estava cercado com os feitiços de proteção indispensáveis. O chão do local era como vidro muito resistente e embaixo dele havia Tentáculo Venenoso, dando um pequeno susto a todos que chegassem ali. As tendas estavam abertas e com os mais precisos feitiços de extensão, além disso, cada uma delas possuía um chefe responsável. Na primeira parte vinha as exposições das plantas mágicas e não mágicas que poderiam ser úteis em variadas situações. Em cada tenda, havia um staff para responder qualquer questão.

    O departamento de herbologia de Toronto também deixou seus agentes à disposição de Cassie. Era de extrema importância que as pessoas aprendessem um pouco sobre as plantas mágicas e não mágicas, afinal, sabe-se lá que tipo de situação poderia surgir. Caso algum acidente acontecesse, precisariam estar atentos sobre quais ervas usar. Por isso, fora acordado que os herbologistas levassem o máximo possível da flora medicinal trouxa como: babosa, que era uma planta útil para tratamento de queimaduras; tansagem que era útil contra machucados e mordidas de insetos, o chá desta folha curava até inflamações intestinais; o uso das folhas de valeriana que eram calmantes, entre outras espécies. Da flora mágica, haveria mandrágoras em fase inicial, mimbulus mimbletonia, verbena, guelricho, entre outros tipos de planta. Era função dos herbologistas explicarem cada característica e como seriam feitos os chás, poções e pomadas que pudessem ser feitas em casos que exigissem mais urgência.

    Na outra parte da feira, estavam as tendas de criaturas mágicas. Nessa parte, não havia mais as folhas de tentáculos e sim, o próprio lago do local. A água fora cuidada para receber algumas criaturas mágicas e havia divisões feitas por magia. Se misturadas, algumas espécies poderiam acabar se estranhando e causando um show de horrores e o horror, só podia acontecer porta à fora do evento. Ali dentro, não. Dentre as criaturas aquáticas, estavam os kappa, kelpies e sereianos. Aqueles que quisessem mergulhar nos tanques, teriam as devidas roupas de banho e proteções necessárias para se aproximarem das criaturas. Tocá-las seria possível, mas apenas com o consentimento do responsável e tendo como exceção os kappas, que não gostavam de contato humano. A pessoa teria direito a dez minutos ali dentro e além disso, haveria as tendas na parte superior dando as devidas explicações sobre o animal mágico.

    Na parte superior, havia as tendas dos hipogrifos, occamis e dragões. Mas, apenas dragões filhotes das espécies: Meteoro-Chinês, Verde-Galês comum, Dorso-Cristado Norueguês, Rabo-Córneo Húngaro e Barriga-de-Ferro Ucraniano. Estes eram animais que não podiam, em hipótese alguma, ficar sem um perito por perto. Cassie se assegurou de pôr dois com cada um deles. Mas, não havia só as criaturas mais complicadas, se é que poderia colocar assim, também havia as tendas de categoria XXX e XX, onde agoureiros, amassos e pelúcios estavam presentes. Uma única árvore da área bruxa da floresta Crothers Woods era morada de um ninho de tronquilhos e foi incluída ao feitiço de extensão da feira. Todas as criaturas seriam devidamente alimentadas nos horários necessários e a vista de todos que aparecessem. O buffet ia oferecer um menu totalmente vegano e ela fez questão de verificar os mínimos detalhes a respeito disso. Se as pessoas iam passar por situações em área natural, não podia ter nada do dia a dia delas. As bebidas seriam chás, sucos e água, a fonte da vida.

    A americana daria de um tudo para beber pelo menos metade de uma garrafa de whisky de fogo apenas para relaxar. Só meio vidrinho. Mas, como não podia, usou as armas que tinha. Respirou fundo várias e várias vezes, esvaziando a mente e expulsando de seu corpo qualquer negatividade. Ela nem sentiu que as horas haviam passado tão rápido e ao seu sinal foi dada a permissão para o evento iniciar. Era hora de receber o público. Uma mão tocou em seu ombro e ela sorriu ao ver seu irmão, Allastor. Junto com ele, estava Caleb. — Obrigada por terem vindo cedo. — Ela abraçou os dois e pediu para que eles a acompanhassem. As chances de All ficar durante todo o evento eram poucas, mas Caleb ficaria, nem que ela o amarrasse.

    Quando o local fora ganhando mais gente, ela sentiu que era a hora de falar com eles. Uma leve mexida em seu cabelo e pronto: Cassie se sentia arrumada o suficiente para a situação. Estava toda de preto, calça, blusa, botas sintéticas com um salto de 10 cm, exceto seu casaco que não era tão grosso e tinha um longo comprimento, na cor vermelha. Assim que subiu ao palco, apontou sua varinha para a própria garganta, fazendo uso do feitiço Sonorus. — Um excelente dia a todos. É um grande prazer vê-los aqui. — Havia firmeza em seu olhar e uma branda serenidade. Ela buscou o olhar de seus irmãos, mas, acabou encontrando o de outra pessoa. Haechan estava ali e percebeu que a americana o olhava, até piscou para ela. A jovem de cabelos alaranjados sorriu e tornou a falar com o público. — Me chamo Cassandra McAlister e sou chefe dos aurores na MACUSA, jornalista do jornal Daily Lummus e a organizadora da feira mágica. — Por alguns segundos ela se perguntou se era realmente necessário falar aquilo tudo, mas, já havia o feito. Então, tinha de seguir em frente.

    — Espero que se divirtam, pois foi tudo organizado com muito carinho. É uma honra tê-los aqui hoje e espero que apreciem. Há banheiros no canto inferior esquerdo. — Ela apontou para onde era. — Assim como bebedouros. Perguntem absolutamente tudo aos especialistas das tendas, eles estão aí para isso mesmo. — Ela sorriu largo e seu sorriso realçava ainda mais o batom vermelho em seus lábios. — Antes de seguirem para dentro das tendas, gostaria de ceder a palavra para a senhorita Élise Park, assessora pessoal de Eiríkr Glücksburg, o ministro da Confederação Internacional dos Bruxos. — Cassie aplaudiu a bela mulher que se encaminhava até sua direção e em seguida, saiu dali, indo diretamente para perto de All. — Eu posso sair correndo? Fui ridícula, não fui?! — Caleb revirou os olhos, pedindo para que ela parasse com aquilo.

    A americana queria dar atenção aos irmãos, mas, não podia. Tinha de vigiar as demais tendas de tempo em tempo para ver se estava tudo saindo de acordo com o esperado. Enquanto observava a mulher que estava no pequeno palco, Cassie sentiu uma mão passear por sua cintura e apertá-la de leve. Ela reconheceu o toque. — Achei que não fosse vir. — Haechan ficou indignado com tal suposição, fazendo-a rir. O rapaz dissera que chegara cedo e que ela havia falado muito bem. — Obrigada… — Disse de forma gentil, arranhando de leve a perna dele. — Gostaria de monitorar o evento comigo? — Pediu e recebeu um “sim” de imediato. Prendendo uma risada, Cassie apenas assentiu com a cabeça, admirando a beleza de Élise que seguia em seu discurso.



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Crothers Woods é uma floresta que é vista por muitos como uma válvula de escape para ter contato com a natureza. Seu interior é residência de muitas aves de espécies diversificadas e dependendo do lugar onde você estiver, terá uma vista espetacular do horizonte de Toronto. Leve sua câmera bruxa!


Bem vindos à abertura do evento de Zooherbologia!


A chegada do seu personagem ao evento é totalmente independente. A ideia é que dê tudo certo durante a feira, mas, o país das maravilhas é da Alice! Pode narrar que aconteceu alguma coisa com seu char, mas, nada de puxar um junco do kelpie ou jogar alguma coisa no hipogrifo, nem em animal nenhum. O intuito é preservar e cuidar das plantas e criaturas mágicas. Dúvidas a respeito das tendas, podem me perguntar e qualquer atividade muito perigosa terá intervenção dos funcionários do local.

No mais, boa postagem!
Feitiço: Sonorus[dificuldade: 5];
Descrição: Feitiço que aumenta o volume da voz daquele que for enfeitiçado. Seu contra-feitiço é o Silencio, que faz a voz voltar ao seu volume normal.
Editado pela última vez por Eiríkr Glücksburg em 02 Mar 2020, 22:22, em um total de 1 vez.
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Cassie McAlister
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Re: Evento de Abertura

MensagemInglaterra [#197368] por Élise Park » 02 Mar 2020, 22:33

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Show your voice to the world


Élise Park, jovem gênio da computação e dedicada irmã mais velha, não era nenhuma especialista em discursos carismáticos e empolgantes, mas definitivamente sabia como se portar num ambiente diplomático. Era inteligente e articulada. Seu olhar firme e afiado explorava a plateia enquanto esperava por seu momento de falar.

Tal como o clima lhe pedia, a meio-coreana vestia, por cima de calças e uma segunda pele pretas, um casaco longo de estampa com clara inspiração africana, honrando seus antepassados por parte de mãe. Em seu colo destacava-se um colar com uma pedra verde esmeralda. Era um momento raro que Élise deixasse seu cabelo com tranças, algumas delas com leves tons coloridos. Os lábios pintados pelo batom marrom escuro, levemente avermelhado, exibia um sorriso levemente sarcástico. Não era a pessoa mais social e preferia estar em casa de moletom ou simplesmente agir por trás das cortinas, mas nunca dispensaria uma oportunidade de exibir com orgulho suas raízes, fossem as coreanas ou as africanas.

Espaços públicos serviam justamente para mostrar a diversidade e, como porta-voz do grande ministro Glücksburg, precisava usar sua inteligência e sua imagem para dar um ar de graça refinada e diversa à Confederação. E era melhor ainda que estivesse lado a lado com outra mulher, a chefe dos aurores. Élise gostava de destaque feminino naquele evento. Agradeceu com um sorriso leve para a ruiva que lhe dava a palavra, assumindo sua posição e olhando para a plateia. Maneou a varinha com tranquilidade apontando sua garganta para soltar um Sonorus.

Senhoras e senhores que vieram de todos os cantos do mundo para a abertura deste maravilhoso evento, sejam bem-vindos. Eu sou Élise Park. Nosso grandíssimo ministro Eiríkr Glücksburg, que muito trabalhou para esse dia acontecer precisou se ausentar, mas tenho certeza que estaria orgulhoso e agradecido pela presença de todos, bem como pela belíssima organização desse evento, que apenas pode acontecer graças a grandes e talentosas mãos como a da Ms. McAlister, por isso, esperamos que desfrutem de todos os eventos e, principalmente, divirtam-se enquanto se informam sobre a imensidão do nosso Mundo Mágico e de todas as suas criaturas.

Élise olhou para as pessoas na plateia, procurando um rosto mais específico. Sua namorada, Charlie, estava encantadora como sempre enquanto a assistia. Abriu um sorriso mais doce ao olhá-la por mais alguns instantes numa breve pausa. Deixou suas pálpebras fecharem por alguns instantes, antes de deixar as palavras fluírem enquanto olhava para mais longe entre o público:

Dentre as milhares de palavras que poderia dizer aqui e agora, eu gostaria apenas de deixá-los com uma mensagem, um pedido que vem do fundo de meu coração. O desconhecimento sobre as espécies mágicas trouxe até hoje destruição, temor e ódio, bem como o fim de inúmeras vidas inocentes. Peço que olhem para seus colegas, não apenas bruxos, mas toda e qualquer criatura, como os seres vivos que são. Busquem o melhor em si mesmos para encontrar também neles seu melhor. Através do respeito e do conhecimento que poderão obter em nossas tendas, peço que reflitam sobre seus próprios conceitos e pré-conceitos, sobre as semelhanças e as diferenças entre cada um de nós. — não queria estender-se demais naquele assunto, mas achava que o importante era que refletissem. Não seria problema seu caso alguém discordasse, considerando que conscientizar a todos sobre as criaturas mágicas era o principal objetivo daquele festival. — Muitíssimo obrigada a todos por sua presença e tempo. É com muita honra e felicidade que, em nome de nosso ministro, declaro aberto nosso evento de Zooherbologia!

Com um agradecimento e um manear de cabeça breve, Élise Park deixou o palco. Tinha que aproveitar enquanto sua namorada não ficaria enfurnada na escola francesa de Beauxbatons para seu novo emprego. Queria no mínimo puxá-la para inspecionar algumas das tendas ou levá-la para conhecer outras paisagens de Toronto.
Feitiço: Sonorus[dificuldade: 5];
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Élise Park
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Postado Por: Carol.


Re: Evento de Abertura

MensagemEstados Unidos [#197874] por Kelsey Hayes » 19 Mar 2020, 11:28

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Dragos is my best friend
Who could have benefits!

Ashleigh, quantas vezes preciso te dizer que o Dragos é o meu melhor amigo? "Que podia ter benefícios!" O que? Não! Yikes, so gross. Nunca vai rolar e você sabe muito bem disso. Quer dizer, eu sei que ele aparece no meio da noite na minha casa… Em qualquer uma delas, ele tem a minha agenda porque nós compartilhamos nossas agendas virtuais já que somos pessoas muito ocupadas agora. Mas não, definitivamente não. Nunca mesmo. Meu deus, até me dá enjoo, só de imaginar.

Ele vai comigo no evento de abertura em Toronto, é claro. Ele prometeu que viria e eu olhei a agenda dele umas dezoito vezes ao longo da semana, para ter certeza que ele não me daria bolo. Ele não me daria bolo, né Ash? Ash? Agora você fica em silêncio? Eu sei, eu sei, tenho sido uma péssima amiga, mas essa loucura do meu livro ficando famoso e a empresa… Nossa. Uau, sério, uau. Eu não sabia que isso tudo me esperava depois que eu saí da rádio pra começar essa vida.

Quando termino de passar o batom, percebo a tela do meu telefone acesa. Não me lembro de ter deixado no silencioso… Pego-o e olho as notificações. Uma chamada não atendida da Moon, quatro e-mails não lidos da titia, um gazilhão de mensagens da Mikayla e… Absolutamente nada do Dragos. Ashleigh você precisa concordar comigo que ele também não tem sido o melhor dos amigos. "Será que eu não posso simplesmente ficar quieta? E você está parecendo uma caipira sem classe." Uau, essa doeu, obrigada. Mas eu não estou indo pra um desfile, é uma festa de abertura das férias. So rude…

Reviro os olhos no melhor estilo “que seja” e saio catando minhas coisas pela casa para enfiar na bolsa. Ao mesmo tempo, abro o aplicativo de mensagens, todos vão ser respondidos por áudio porque sim. — Mika, pelo amor de Ralph Lauren, eu não vou ler isso tudo, qual a crise do dia? Você vai na abertura né? Se eu não te ver lá, juro que vou te puxar pelos cabelos pra um passeio na minha próxima folga. — Envio o áudio bem “normal” para uma das minhas amigas, que conheci graças à Moon, que agora trabalha comigo, altos rolês aleatórios, não pergunte.

Em seguida a escolhida foi exatamente a Moon, pra ter certeza que ela foi a escolhida da empresa para ir para Atenas, representando a marca, claro, e só pra conferir se pode mesmo levar um acompanhante. — Menina, se acalma! É claro que você vai, já está tudo certo, tia Sarah também já separou todos os seus outfits pra você arrasar com o Lucian ou pensa que eu não sei que você vai levar seu boy maravilha? — Eu com certeza vou apanhar quando nos encontrarmos, já que ela vive dizendo que o Lucian não é seu namorado. Mas tá mais que na cara que ela é super apaixonada por ele, o cantor de banda teen…. Já não sabemos. Mas ele que pense em quebrar o coração da minha amiga, vai se ver com um exército de estilistas que sabem como usar agulhas.

A última pessoa é a minha tia, e esta eu preciso sentar para responder no laptop. Essa vida de vice diretora, nunca tem férias, jamais…


A feira é em uma floresta, e floresta significa uma coisa: Uma profusão das mais diversas e aterrorizantes espécies de mosquitos. Eu devo ter colocado uns dois tubos de repelente dentro da bolsa, ou tia Sarah me MATA se eu aparecer cheia de picadas para o trabalho amanhã. Já passo logo antes de adentrar na mata e aproveito para mandar uma mensagem para o Drag. "Ela vai dar bolo na gente." Não, Ash, ele não vai. Achei que eu fosse a pessimista que habitava este corpo.

Bem protegida (pelo menos as minhas pernas, porque eu quis vir com elas de fora) e tendo informado meu querido porém momentaneamente odiado astrólogo, enfim caminho na direção da feira mágica, pegando bem o final do discurso… Gente, eu conheço ela… Como era o nome? "Cassandra" ISSO! Cassie McAllister, ela entrou na escola no ano em que você brotou na minha cabeça. Mais um que virou alguém na vida, cool. Será que o Damien vai vir? Uma reunião escolar seria tudo agora.

Enquanto espero a boa vontade do meu amigo de aparecer, passeio por entre as tendas, entrando em algumas para ver o que está acontecendo e parece que a Cassie caprichou nisso aqui, tem muitas coisas legais acontecendo, umas exposições e atividades. Cara, tem até sereianos aqui, eu tenho certeza que eles não são nativos… E os Kappas? Ah eu quero mergulhar! Mas primeiro eu vou pacientemente tomar um chá pra não matar o Dragos quando ele chegar. "Agora concordamos." É, eu sei, você está na minha cabeça…


Off: || With: - | Tagged: Dragos, Moon, Cassie, Damien, Mikayla (NPC), Tia Sarah (NPC) e Lucian | Wearing: Click Me! | Music: Boss Bitch – Doja Cat | Note: Pode ser que ela apareça de novo; Aberta a interações <3 ||
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Kelsey Hayes
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Re: Evento de Abertura

MensagemRomenia [#197929] por Dragos B Grigore » 20 Mar 2020, 23:26

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We stick together, we can see it through 'Cause you got a friend in me
O TÍTULO NÃO TEM NADA A VER, MAS QUERO TE ENVERGONHAR Nº01 | E LEMBRAR QUE YOU'VE GOT A FRIEND IN ME




Quando fui notificado oficialmente acerca dos eventos de férias eu já sabia exatamente o que queria fazer. Isto pois a minha agenda seria bem delimitada entre o trabalho na rádio com as narrações das competições, os estudos que precisava cumprir em cada país e, é claro, saciar os desejos carnais do corpitcho gostoso que eu habito nesta existência mundana. Dadas as previsões, as energias manifestavam que viveríamos um momento altamente alvorotado, contudo a experiência também traria divertimento e aprendizado. Decerto eu esperava que a parte alvorotada apresentada pelas borras fosse ao final de tudo, pois eu tinha ouvido rumores que a cerimônia de abertura seria pasmorosa e incluía a vivência de criaturas mágicas em harmonia com os bruxos.

Festa, a festa. Eu firmei um compromisso com Kells e Ash que não poderia adiar de maneira alguma. Assumo totalmente que estava sendo um péssimo amigo ultimamente com tudo o que se passava na rádio, os cursos fora do Distrito Mágico e também os encontros que arrumei e meu tempo passou a não coincidir com o delas, mesmo tendo feito uma agenda específica para isso. Até mesmo as minhas visitas surpresas estavam menos frequentes. Eu tinha perdido nada menos que o lançamento de seu livro e eu só não me culparia a vida inteira por isso porque eu realmente não tinha como abandonar a agenda de palestras sobre astrocartografia – um tema muito em alta próximo às férias. Uma grana extra não caía mal para um radialista de meia idade. Contudo, isso seria motivo delas jogarem na minha cara a vida inteira e as vozes da minha cabeça me diziam que eu sempre precisaria compensá-las por isto.

Embora as quase duas décadas de vivência mágica já indicavam que eu era experiente no ramo, algumas invenções trouxas me caíam melhor à mente do que as bruxas. Um exemplo disso era uma viagem a grande distância ser feita via avião em vez de ficar migrando de um lugar pro outro com puxões no umbigo e ultrapassando os limites da matéria física tendo que me deslocar no tempo-espaço estilo as partículas dos buracos de minhoca. Eu sou astrólogo, mas ainda não vago por aí entre as dimensões com a alegria de um cometa. Meu desapreço por aparatação, chaves de portal e pó de flu era alto. Havia chegado no hotel muito em cima da hora da festa e presumivelmente Kells estava sem sinal de celular porque eu não consegui avisá-la disso. – Ela vai me matar. É certo. De hoje eu não passo – dizia (oi resmungava) enquanto passava a mão pelo meu cabelo para frente para trás tirando o excesso de água e procurava a camisa verde que havia ganhado de minha mãe. – Parabéns, que hora para perder tudo. – Ergui meu olhar para a cama e lá estava a bem-aventurada. Passei perfume em todo o meu peitoral, vesti minhas roupas e me certifiquei que a caixinha estava no meu bolso antes de seguir para Crother Woods.

As cores daquele lugar eram fascinantes e meus olhos davam indícios que jamais se cansariam de procurar encantos ali. Os inúmeros tons de amarelo amalgamavam-se com a terra preta, as árvores traziam contornos carregados de história e aquele cheiro de floresta me conduziam a uma sensação gostosa de pertencimento. É comprovado que os cheiros da natureza produzem efeitos positivos no ser humano, incluindo a redução do estresse e da pressão arterial. Quando eu falo isso me chamam de que? Isso mesmo. De maluco. Tudo o que eu faço e falo as pessoas não levam muito à sério, nem mesmo meus pais, só que quando a vida os apertam vêm logo “Dragos, por favor, o que dizem as estrelas?” Dizem para você parar de ser interesseiro e começar a cuidar mais da sua vida antes da merda acontecer. Notoriamente não podia responder desta forma, ainda que representasse a vontade do meu coração. Foquei novamente no momento atual e encontrei a fenda mágica que levava a festa, passando por ela de olhos fechados. Já tinha bastante gente e ao que parecia, eu tinha perdido o empolgante discurso de abertura.

Caminhei por entre várias pessoas até finalmente acha-las. Tomei a direção em que estavam e quando próximo o suficiente tomei a mão de Kells já a fazendo rodar sem nem mesmo ela ter me identificado e depois a puxei para um abraço apertado. – Minha minionzinha! – Comentei sorrindo ao ver que estava toda de amarelo. – Não me mate, por favor. Eu vim de avião e o voo atrasou. Só passei no hotel para deixar as coisas, tomar um banho para ficar cheiroso para minha querida Ash, e vim direto para cá. Sem mais escalas. Aliás, eu trouxe um presente que combina bem com essa roupa. – Levei a canhota ao bolso traseiro de minha calça e retirei uma pequena caixa preta almofadada, abrindo-a em seguida e revelando um par de brincos de ouro com uma pequena gema que particularmente gostava muito. – Topázio imperial, fartura e sucesso. Para favorece-las neste momento de sucesso e prosperidade, e também recarregar as energias do corpo e da alma no meio de tanta correria. É de coração, uma forma de estar quando você precisar e nossas agendas não condizerem. E também um pedido de desculpas - Encerrei com esse falando rápido para não enfatizar e aumentar a moral principalmente de Kells. - Quer que te ajude a colocar?

As pedras e cristais são meus amuletos favoritos, pois são geradas pelas mais poderosas energias do Planeta Terra durante bilhões de anos. São verdadeiras usinas de energias que podemos utilizar no dia a dia para causas pessoais e também como portais energéticos para nos conectar com o Grande Um. Se eu estava usando alguma? É claro. Um anel de prata 925 com uma moldavita não lapidada. Já que falei em meteoros, nada como uma pedra formada pela queda de um, com uma energia cósmica que favorecia a comunicação geral e também com seres de luz. Uma pedida excelente para um evento em uma floresta e com criaturas mágicas. Elas, mais que nós, sentem as energias das pedras e utilizá-las corretamente evita má impressão. Não quero ser carne fresca para hipogryfos.

Afastei um pouco e com cuidado o cabelo da morena colocando em seguida os brincos em suas orelhas. – Quem escolheu esse perfume cheiroso? Dado ao bom gosto, acredito que tenha sido Ash, Como ela está? – Eu gostava demais de implicar com a Kells porque sabia que quando Ash assumia a gente acabava extrapolando e ficando muito à vontade para falar sobre tudo, inclusive sobre Kells, e ela ficava brava conosco. – O que vamos beber? O que tem de bom para se fazer aqui? Eu perdi alguma coisa importante do discurso?


Notas: Eu estou ficando boa em pagar posts.
Música: Have you ever seen the rain – Rod Stewart
Interação: Kells que eu tanto amo.
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Re: Evento de Abertura

MensagemEstados Unidos [#198032] por Kelsey Hayes » 22 Mar 2020, 13:15

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Have Mercy
Oh My God


Tomar chá, comer… Sinceramente, eu vou acabar indo mergulhar sem o Dragos. Santa demora!! Será que ele esqueceu? Para o bem da nossa relação, eu acho bom que ele não tenha esquecido! Mas pelo menos meus momentos de solidão se acabam quando um ser muito animado com uma franja que devia ter ficado nos anos 70 aparece quase pulando nos meus braços. — Mikayla! Olha só, você veio mesmo, eu confesso que duvidei. — Falo para a mulher enquanto ela tenta me sufocar com um abraço. — Amiga, perai. Eu não quero morrer hoje. —

Gesticulo pra ela se sentar no banco ao meu lado, como se eu super estivesse onde? Sofá de casa. A outra americana começa a me bombardear de palavras e informações, como se a gente não se visse há vinte e cinco anos, mas foram só alguns meses na real. Não tá fácil pra ninguém, todo mundo trabalhando demais. — Ah o mesmo de sempre né, miga. Não tô com tempo pra sair nem com a minha sombra, quem dirá com um homem. Com sorte nessa época que tenho que ver as lojas, eu consigo umas horas pra ir em umas baladinhas e ver gente nova. — Férias pra quê, se você é a vice diretora e trabalha para sua tia?

Conversamos por um tempo que eu não sei se é curto ou longo, mas a pobre Haas precisa trabalhar, por que não, ela não está aqui a passeio. Antes de me deixar, no entanto, ela saca sua camera e me pede pra fazer uma pose, já que sua função é capturar os melhores looks da abertura. Faço o que ela pede e logo nos despedimos. Sozinha de novo. Ash? "O que?" o que quer fazer? "Ir pra casa." Amada? Estamos de TPM e eu não sabia disso?

Nós não temos tempo de começar uma discussão na minha cabeça porque alguém segura minha mão e nós giramos antes de sermos envolvidas em um abraço apertado até demais. — Eu sei que sou pequena, mas minion é demais! — Reclamo com Dragos, e eu nem preciso olhar pra cara dele pra saber quem é, o cheiro de produto para cabelo. — Você está só alguns meses atrasado. — Sim, eu só reclamo mesmo, ele é um amigo muito desnaturado e merece, até a Ashleigh que ama ele está concordando. É claro que quando ele menciona a minha parte veela, a situação sai e controle. Meu amor, te perdoo de tudo o que você quiser. Minha voz se torna automaticamente mais aveludada, indicando que Ashleigh está no domínio do corpo e eu fui jogada pro banco do carona.

Observamos bastante atentas os movimentos do homem, que pega alguma coisa no bolso, uma caixa pequena. Quando aberta, vemos o par de brincos mais lindo da vida, e que realmente combina com a roupa. Have Mercy! Oh meu deus! Ela leva as mãos à boca, completamente chocada com o presente. Eu juro que se este corpo fosse felino, ela estaria ronronando agora. Ele começa a explicar sobre a pedra mas eu não entendo nadinha, real preciso de um dicionário de coisas… Diferentes. Ou começar a frequentar os cursos com ele, só pra entender metade das coisas que o romeno fala.

De qualquer forma, tiro a Ash do volante e assumo novamente, até a postura que estava basicamente armada para seduzir, muda completamente para o meu jeito mais relaxado. — Desculpas aceitas. Mas só porque você é o meu melhor amigo. — Ele é um pirata safado, sabe exatamente como me agradar. Com um aceno, aceito sua ajuda e quando ele afasta um pouco meu cabelo, seguro os fios no alto, como um rabo de cavalo pra facilitar a situação, é cabelo pra caramba.

O comentário sobre mais uma vez coloca a veela no meu lugar e eu fico como? Irritada, é claro! Esses dois parecem que fazem de propósito!! ASHLEIGH, EU JÁ CANSEI DE FALAR: Dragos é meu amigo, praticamente meu irmão. Para de dar em cima dele, it’s disgusting. Você já se esqueceu como me reconhecer? Ela me ignora sem cerimônias e o envolve em um abraço não exatamente amigável, dando um beijo em seu rosto, muito perto da boca.

Isso já é demais! Tiro Ash a força e tomo o controle novamente, largando o Dragos e jogando o cabelo pra trás com uma das mãos. — Você não perdeu muita coisa, já deve saber da maior parte das coisas, mas tem várias exposições por aí, comida vegana e chá. — Dou um super sorriso. Apesar de não ser a pessoa mais saudável do mundo, eu adoro sucos e chás. — A propósito, tá tendo mergulho pra nadar com as criaturas aquáticas. Vamos?? Por favooooor! Eu te esperei pra irmos juntos! —


Off: || With: Dragos e Mikayla (NPC) | Tagged: - | Wearing: Click Me! | Music: Salt – Ava Max | Note: AAAAAA esses dois três <3 ||
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Kelsey Hayes
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Re: Evento de Abertura

MensagemRussia [#198174] por Ryan Volkov » 25 Mar 2020, 21:47

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The 7th Sense – Part IV


— Open your rice, teach me to open your rice… — Ele cantarolava a música que estava em sua cabeça, uma vez que havia esquecido seus fones em casa. Estava com Nate pelo evento de abertura e, por algum motivo, percebeu seu irmão mais velho revirando os olhos para sua pequena e singela performance artística. — O que foi? — Ele perguntou erguendo uma das sobrancelhas sem entender a reprova de Nathaniel. E então ele verbalizou. “Ensinar a abrir um arroz” era algo totalmente sem noção para se estar em uma música. — Eu concordo... Mas esse grupo tem uma música chamada “caminhão de bombeiro”. Você esperava o quê? — Ele deu de ombros certo de que não era um erro dele e sim do compositor. O erro era dele mesmo, mas quem sou eu para discutir com a lógica irrefutável do menino, certo?

Sem contar que ele não andava com o melhor dos humores para discussões. Nathan andava muito estranho com ele desde o final das aulas em Durmstrang e Baz não havia o procurado depois que brigaram no salão principal. E nem havia respondido nenhuma de suas cartas. Aquilo machucava de forma absurda o coração da futura arma dos Volkov, mas ele disfarçava o sentimento como bem podia. Havia comprado um copo grande de suco para ele e outro para Nathaniel com o dinheiro de seu último serviço e não dera a mínima atenção ao discurso das duas mulheres que representavam os organizadores do evento que se sucederia em cada um dos cantos da terra. Queria caminhar pela área e deixou isso bem claro para o irmão.

Não teria como conversar com Baz em outro momento. Nunca mais veria o garoto. Ele ia mudar de escola e ia mudar de escola brigado com ele. Chutou uma pedrinha no chão colocando ambas as mãos nos bolsos de seu casaco respirando de forma profunda e pesada. Quando o discurso acabou ele fez um sinal com a cabeça para Nate e pediu para que ele o seguisse. Não tinham mais motivos para continuar ali e absolutamente tudo que ele queria naquele instante era explorar a área. Ele segurou na mão de Nate e, mesmo que não trocassem uma única palavra durante todo o percurso, foram juntos dar uma boa olhada no local ao redor. Nas barracas... Em tudo... Até que...

Até que seus olhos fisgaram a silhueta da última pessoa que ele esperava ver na vida ali onde ele estava. — Mas não é possível... BAZ!!!!!! — Ryan se esqueceu automaticamente que o garoto estava brigado com ele e puxou Nate pelo braço, acenando para o outro romanov para que ele os notasse. Se lembrou que estavam em um clima muito estranho apenas quando estava já frente a frente com ele e na ocasião já não sabia mais o que fazer com aquele sorriso enorme que havia aberto para o garoto. Na dúvida, resolveu mantê-lo ali mesmo. — Ora, ora, ora! Mas quem é vivo sempre aparece, né? — Aquilo daria muito mais ênfase ao sarcasmo que queria empregar ao seu tom de voz. — Não que seja da nossa conta, afinal já que sua falta de resposta às minhas corujas denunciam perfeitamente a falta de necessidade de satisfações que você deve aos seus amigos que não são o David e o Miau, mas... Está se divertindo por aqui?


Interação com: Nathaniel Volkov e Baz Hargreeves

Nota: A música que Ryan está cantando errado no início do texto é essa aqui.

Post sem relação com os outros arcos no local!
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Re: Evento de Abertura

MensagemInglaterra [#198262] por Baz Hargreeves » 27 Mar 2020, 19:24

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YOU LOVE ME YOU LIKE HIM YOU MAKE ME LAUGH
you make me cry i don't know which side to buy
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        Eles estavam naquela feira não faziam nem bem dez minutos, e Baz já gostaria de socar seu irmão mais velho em três lugares diferentes e igualmente doloridos.

        Noah vinha sendo insuportável durante o verão inteiro, desde quando levara seu namorado pra casa, pra passar as férias com ele, mas naquela feira em especifico ele estava de parabéns. Não era como se Baz não estivesse feliz por ele e não achasse que ele merecesse um amor, mas era só que... Ele não precisava ver o irmão agindo feito um idiota, animado e apaixonado o tempo todo, quando o próprio Baz encontrava-se em um humor pra lá de contrastante desde o seu último dia em Durmstrang e o inicio das férias.

        As coisas haviam terminado péssimas com Ryan, e ele nada havia feito pra consertá-las. Ele só... O deixara ir, como havia prometido a si mesmo que faria. O deixara ir ainda que o machucasse profundamente ver o garoto russo se afastar com tanta raiva de si, por não tê-lo contado sobre Beauxbatons. O deixara ir ainda que todo o seu ser clamasse pra que fosse atrás dele, pra que se explicasse, pra que fizesse com que tudo ficasse bem... Mas nada nunca estaria bem entre ele e Ryan. Nunca. E também havia sido por isso que não respondera a nenhuma sequer de suas cartas, mesmo que seu coração se quebrasse em um milhão de pedacinhos a cada nova delas.

        Quanto a Nathaniel... Bem, ele ainda se encontrava tão malditamente confuso quanto ao que acontecera entre ele e Nathaniel no último dia do ano letivo, que com o passar das semanas começara a acreditar piamente que deveria ter apenas imaginado tudo. Imaginado aquele beijo. Aquele beijo sem explicação. Aquele beijo ao qual ele ainda não conseguia dar um significado.

        Então, por tudo isso, ele entendia que Noah estivesse completamente apaixonado e querendo passar todo seu tempo ao lado de Tristan, mas isso não queria dizer que ele também entendesse o porque ele precisava agir assim na sua frente. Havia mesmo a necessidade de ficar o tempo todo de mãos dadas com o garoto francês, passando o braço por seus ombros, trocando beijos e risadinhas absurdamente irritantes, enquanto passeavam de um estande ao outro na feira? Eles mal pareciam prestar atenção em qualquer uma das coisas sendo expostas ali, tão fixados um no outro que era impossível entender porque eles não haviam simplesmente ficado em casa!

        — Isso é tão nojento. — Baz reclamou, fazendo uma careta e cruzando seus braços a frente do corpo, enquanto Noah puxava Tristan pela cintura para mais perto, mostrando o dedo médio para os dois irmãos por cima de sua cabeça.

        Sim, os dois irmãos, pois Gustav parecia tão emburrado com toda aquela demonstração de felicidade conjugal quando Basilton.

        — Terrivelmente. — Ele concordou, enquanto checava o seu aparelho celular pelo que deveria ser a décima vez, em busca de uma notificação que obviamente não estava ali. Baz lhe lançou um olhar condescendente.

        — O Galen ainda não está te respondendo? — Perguntou, solidarizando-se com Gustav ao contrário do outro irmão, o qual apenas desprezava profundamente naquele momento.

        — Não. Ele não está. Eu- — Gustav começou, desviando os olhos do celular para encarar o mais novo, mas antes que pudesse elaborar qualquer coisa, foi interrompido pela voz de Noah, que apontava para o chão abaixo de seus pés, dizendo em alto e bom som.

        — Olha Tris, esses tentáculos estão tão emaranhados juntos quanto os nossos corações.

        — Ah não! Mas vá tomar no olho do seu- — Baz protestou, sentindo a fúria tomar conta de todo o seu corpo, enquanto o irmão mais velho soltava uma alta gargalhada – obviamente tendo feito aquilo de propósito – e agarrava a mão de seu namorado, que tentava conter as próprias risadas, e saia correndo com ele em direção a área onde estavam expostos os animais mágicos.

        Gustav revirou seus olhos com tanta força que parecia que eles poderiam saltar das órbitas a qualquer segundo, e então seu celular começou a tocar e ele deu uma espécie de pequeno salto no mesmo lugar, olhando apressadamente pra tela e também se retirando correndo em seguida, obviamente pra atendê-lo com maior privacidade.

        E então Baz se viu sozinho – já que seus pais haviam saído pra mergulhar com os animais marinhos – e sem saber pra onde ir. Ele não queria atrapalhar a diversão de seus pais, não queria incomodar Gustav enquanto este tentava se resolver com Galen, e definitivamente não suportaria mais um minuto sequer na companhia de Noah.

        Depois de refletir por mais alguns segundos, havia acabado de decidir-se a simplesmente andar a esmo por aí, quando ouviu uma voz chamá-lo... Uma voz que fez com que o seu coração imediatamente falhasse uma batida, antes de acelerar-se tão loucamente que todos na feira deveriam ser capaz de ouvi-lo.

        Seu corpo inteiro suava frio ao virar-se na direção de onde ela viera, e ele tinha certeza de que só poderia estar imaginando coisas, até ver que Ryan realmente estava ali, parado na sua frente, e com um enorme sorriso no rosto como se estivesse tão feliz por vê-lo, que fez com que Baz sentisse vontade de chorar, ainda mais quando o sorriso veio acompanhado de palavras ácidas, e ao mesmo tempo tão verdadeiras que ele simplesmente não podia conter a pontada de dor em seu peito ao escutá-las.

        — Eu, eu não... — Ele começou, sem saber o que dizer, quando então seus olhos repousaram sobre a figura de Nathaniel, e seu rosto automaticamente coloriu-se vários tons de vermelho. Será que o garoto também se lembrava do que havia acontecido entre eles naquele dia? Será que ele também ficava tão confuso com aquilo quanto ele? E, principalmente, será que ele havia dito a Ryan? De algum modo, ele duvidava.

        — Eu não dei nenhuma satisfação ao Devin e o Niall... — Foi o que conseguiu dizer por fim, após respirar profundamente algumas vezes. E então mordeu seu lábio inferior em nervosismo, enquanto olhava de um irmão para o outro. — Eu não esperava encontrar vocês por aqui. Eu não esperava encontrar ninguém por aqui. Eu... Me divertindo? — Aquela ideia quase o fez rir. Quase. — Não, eu não estou mesmo. Mas espero que vocês dois estejam.

        E, apesar de tudo, suas palavras não poderiam haver sido mais sinceras.



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- Interaction With: Gustav Hargreeves [npc]; Noah Hargreeves [npc]; Tristan Pavard [NPC/Felipe]; Ryan Volkov; Nathaniel Volkov;
- Tags: Os pais [npcs]; Galen Herveaux [npc];
- Word Count: 1.038 Words;
- Music: 7 Things - Miley Cyrus;
- Notes: Bem ruinzinho, mas é;
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Re: Evento de Abertura

MensagemInglaterra [#198468] por Sarah Scarlett Maison » 30 Mar 2020, 18:48

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    Let's go slowly, discouraged
    Distant from other interests

    TRAMA PESSOAL



    Ainda que muito o que havia programado em sua mente tivesse caído por terra devido aos percalços no caminho, Sarah Scarlett nutria um sentimento positivo dentro de si que a fazia ficar mais radiante que de costume. Não tinha o costume de deixar que as situações alheias à sua vontade lhe abalassem. Estava ali, na abertura do Festival de Magizoologia, o primeiro evento oficial como Magizoologista da Confederação Internacional de Bruxaria e ninguém tiraria o sorriso de seu rosto. Havia batalhado muito nos dois últimos anos para conseguir conquistar sua especialização em medibruxaria e agora esse “novo ramo”, tão familiar, lhe permitia aprofundar todo o seu conhecimento e vivência com criaturas mágicas. Cada ser vivo era único para Sarah e merecia respeito, atenção e cuidados especiais.

    Como Lucca não chegaria naquele dia e seus familiares só se encontrariam em Toronto ao final do dia, aproveitou para curtir sua própria companhia na abertura do evento e, quem sabe, encontrar algum rosto familiar? Tinha tanta gente que gostaria de ver! A ruiva vestiu suas vestes mais confortáveis para ficar bem à vontade para interagir com todas as criaturas que estariam no lugar: uma blusa branca com listras pretas e mangas largas e a jardineira jeans por cima. Em seus pés, o all star amarelo e a tiracolo uma bolsa costurada artesanalmente por ela quando ainda era estudante de Hogwarts, com interior magicamente aumentado por seu irmão John.

    Estava hospedada não muito longe do local indicado para adentrarem a feira, então em vez de aparatar, resolveu ir caminhando para aproveitar um pouco de sol que saía por trás das nuvens. Crother Woods era realmente um lugar especial e não era apenas pela aura mágica que emanava. As cores eram deslumbrantes, os cheiros diversos de terra, orvalho, plantas e flores, o visual do horizonte... Sarah sabia que muito mais lhe aguardava o passar pela fenda mágica em um dos troncos. Ao ultrapassar a barreira mágica e parar literalmente em cima de um Tentáculo Venenoso, ela deu um salto para trás e exclamou – Tentáculos me mordam! – em seguida riu de si mesma. – Bom, neste caso é bom não falar isso já que estamos bem perto. Oi, amiguinho... Você deve estar bem bravo aí embaixo... – Comentou olhando para a criatura abaixo de seus pés entre uma grossa camada de vidro.

    Muitas tendas, muitas pessoas. Muito o que explorar, aprender e principalmente se divertir. “Que tal primeiro uma bebida refrescante?” pensou consigo e caminhou até uma das barracas. Eis a primeira silhueta familiar. Após fazer o pedido de seu suco de groselha, Sarah encostou suavemente sua mão no ombro de um rapaz elegante. – Sr. Henderson? – Questionou quase em retórica e abriu um sorriso ao reencontrar um dos seus antigos veteranos da época que estagiava no TvH. – Que bom vê-lo por aqui! Quero dizer, já tem 2 anos...

    Desculpa, é o costume, Brian. – Corrigiu rapidamente, aproveitando para arrumar uma mecha de cabelo que teimava em ir para frente do seu rosto e sorriu outra vez para ele. – Eu saí da França e parei em Hogwarts, para fazer estágio lá. Depois de concluído, resolvi me especializar no trato das criaturas mágicas, que sempre gostei desde criança. E então agora consegui um emprego como Magizoologista! - Comentou com a habitual animação enquanto fazia um resumo rápido de seus maiores feitos. – E você? Continua no Hospital? – Seu suco de groselha foi lhe entregue e ela agradeceu gentilmente a bruxa antes de voltar suas atenções à ele.

    Obrigada. É uma aventura, mas não está sendo uma mudança radical. – Ponderou. – Sempre cuidei das criaturas da chácara onde morava. Elas quem me fizeram pensar em ser medibruxa. – Acrescentou mesmo sem ele ter perguntado. Não queria parecer uma tagarela, mas era bom ter alguém conhecido por perto. Notou a mudança em seu tom de voz. – Sempre há tempo de mudar. E através da medibruxaria se pode fazer várias coisas, é uma área bem ampla... Laboratório, esportes, pesquisas, a prática de consultório e emergência, criaturas mágicas... – Sorriu de modo gentil para ele e concordou com a cabeça. – Seria ótimo! – Aceitou o convite e começou a andar. – Há algum estande específico que gostaria de visitar?

    Eu?! – Lançou a retórica. Nunca tinha passado um tempo com Brian antes sem ser em ambiente de trabalho. – Então tá. Se eu falar demais, por favor, me interrompa. – Sarah olhou para ele com um tom de vergonha. – Meu irmão sempre fala que eu tagarelo muito quando me empolgo. – Ensaiou uma risada discreta e bebericou um pouco mais de seu suco. – Criaturas mágicas ou plantas?

    Ficou agradecida com a preocupação dele. Realmente já tinha vivido algumas situações complicadas, mas a vida lhe ensinava algumas técnicas também. – Tenho cara de frágil, mas eu sei usar algumas defesas boas. Não ando despreparada. – Sarah até tentou ser solidária à Brian quanto ao bolo, mas mordeu o próprio lábio e não conseguiu conter seu divertimento com a situação. – Perdoe-me por isso... Não quero ser rude. – Respirou para conter a risada e se recompor. – Acontece comigo também com mais frequência que eu gostaria. Por isso aprendi a viver bem comigo. Não me importo mais. A vida sempre traz boas oportunidades para quem não permite se abater. – Sorriu mais uma vez e se aproximou da planta. – É uma boa escolha, basta ter um pouquinho de sol para ela durante as manhãs. Ela também não precisa de muita água. Só que demora um pouquinho pra florir de novo depois que esses brotinhos secarem.

    A ruiva riu um pouco menos envergonhada com a brincadeira dele. Ao menos estava sendo uma boa companhia. -– Boa escolha. Eu adoraria uma cicuta... – Chega perto da planta que tem várias florzinhas formando "guarda-chuvas", mas não as toca. – O problema delas é que parecem inofensivas, mas fazem um estrago! É uma planta trouxa que contém cicotoxina. Causa convulsões quase imediatamente, mas também provoca náusea, vômito, dores abdominais, tremores e confusão. Geralmente, pessoas que entram em contato com o veneno delas morrem por insuficiência respiratória ou fibrilação ventricular, que ocorrem poucas horas após a ingestão. – Comentou como se aquilo fosse a coisa mais óbvia do mundo, enquanto admirava de longe a perfeição da natureza. – Nem mesmo as criaturas mágicas são imunes.

    Piscou algumas vezes como se voltasse de um transe e sorriu ao ver que havia ganhado a planta. – Bom, eu fiquei imaginando que seria interessante testar algumas propriedades dela. Venenos podem ser bons antídotos. Se ela pode causar tantos efeitos colaterais, talvez em dosagens pequenas possa ajudar em algo. – Pegou a planta e balançou os ombros. Fazia muitos experimentos devido ao tempo que se acostumou a ficar sozinha. - Obrigada, Brian. Você quer alguma outra planta?

    Os dois então voltaram a andar pela feira. – Como é dividir espaço com outra pessoa? – Perguntou curiosa. Já tinha pensado em ter um gato, mas o tempo que passa viajando seria muita crueldade. Embora tivesse muitas amigas, morar com uma delas não estava nos seus planos de vida. – Podemos ver outras plantas ou então criaturas que se parecem plantas. Já viu tronquilhos? – Sarah tinha boas histórias com essas pestinhas, tanto em Hogwarts, quanto em sua primeira missão como magizoologista, quando tocou flauta e cantou para eles.

    Você estudou em Ilvermorny?! – A exclamação saiu um pouco mais alto que gostaria e ela se recompôs. – Como é por lá? Não tenho muitos relatos dessa escola. – Aquela conversa casual estava sendo muito mais fluida e agradável que podia imaginar. Sempre teve uma visão de que Brian era um rapaz de poucas palavras e que não gostava de conversas bobas como a que estavam tendo, mas pelo visto ela havia se enganado em seu julgamento.



    INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
    NOTAS: Interaçãozinha simples e gostosa. | INTERAÇÃO: Brian Henderson (Mariazinnha) | CITADOS: John e Paul Maison (NPCs) e Lucca Sartori | MÚSICA: Lisztomania - Phoenix
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Sarah Scarlett Maison
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Daria Sidorchuk
 
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