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Consultório - Hugh Fraser

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Consultório - Hugh Fraser

MensagemInglaterra [#211716] por Hugh Fraser » 17 Fev 2021, 15:35

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Postado Por: Lili.


Re: Consultório - Hugh Fraser

MensagemInglaterra [#211717] por Hugh Fraser » 17 Fev 2021, 16:09

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Era verão, não que fosse afeito a influências climáticas em seu temperamento, contudo, naquela particularidade de sua vida, tendia a acreditar sob devaneios inocentes de que poderia ser um sinal de movimentação positiva. Estava em Liechtenstein há quase duas semanas. Ainda não havia encontrado um lugar para se alojar permanentemente e não porque fosse detalhistas nos assuntos arquitetônicos, porém, via o ato com ressalvas a serem levadas em consideração, principalmente após o encontro com o irmão recentemente. Dai, concluía não ser possível 'qualquer lugar', tendo necessário mais precaução e racionalidade para um ato tão trivial. O idioma ainda lhe era incômodo, contudo, havia se dedicado aos estudos diários dos trejeitos verbais locais como também da tentativa de aliviar seu sotaque inglês ante a robustes alemã. A paisagem local não lhe era muito atrativa; soava por vezes demasiada 'encantada', preferindo os tons acinzentados de sua terra natal.

Sair de Londres foi uma ideia bem pensada, maquinada e elaborada. Trazia consigo alguns embutes, como a manutenção semanal das visitas a sua mãe na terra natal, cada vez mais carecida de cuidados, posto a doença que lhe acometia parecer estar em picos de manifestação. Constantes enfermidades oportunistas padeciam aquele corpo frágil e mortificado pela soropositividade. O fato de negar uma assistência mais assídua, com certeza pesava nas consequências, como também em certa passividade encontrada rente a vida. Embora Hugh fosse doutor nas ciências mentais, quando o assunto era sua família, via-se oscilando na linha tênue da confusão de sentimentos e razão. Não que achasse isto de tudo ruim, afinal, eles eram a locomotiva pelo qual o inglês movia suas escolhas, suas decisões e arcava sob certo silêncio as consequências de seus atos.

Sentia necessidade de certos fatos, tanto que estes o levaram até outro país para seguir sua viagem pessoal, contudo, invariavelmente via-se imergido nas profundidade da influência dos seus em si. Claro, era o que pensava. Todavia, nem tudo era verdade. E, embora negasse para si mesmo, suas ações também eram movidas por desejos escusos guardados em seu inconsciente, por vezes, projetados à margem, todavia, tão logo afundados num não tão sentimento real de altruísmo. "Hugh faz o que faz por nós"; era o que diziam e o que queriam acreditar. Até mesmo o próprio inglês.

A manhã chegou soturna; Hugh pouco dormia e assim era um dos primeiros medibruxos a chegar na troca de turnos. Poderiam pensar ser fruto de ações de novatos no trabalho, querendo 'mostrar serviço', porém, não era o caso do inglês. Seu café da manhã havia sido basicamente dois copos de uísque acompanhados por tragadas compulsórias de cigarro. Havia tentado parar, pelo menos o apreço pelo líquido irlandês, contudo, John havia sido o responsável, segundo Hugh, de reavivar aqueles costumes. Para o inglês da lúgubre Stonebridge, região de classe baixa londrina, aquela dupla o ajudava a pensar. E assim pensava, continuamente, em formas de conseguir tirar Johnny da merda em que se enfiara.

Teria um paciente logo no primeiro horário. Até então, muitos de seus trabalhos haviam sido feito em sessões coletivas. Hugh as detestava, perdia totalmente a individual e singularidade de seus atendimentos o qual sempre cumpria com primor. Considerava-se um psiquiatra gabaritado, antenado às novidades, sempre estudando, tentando aprimorar-se. Considerava a mente humana seu maior objeto de estudo e de uma necessidade latente de desvendá-la constantemente, e, daí, em consequência, vinha os resultados positivos de seus atendimentos. Foi neste intuito que pessoalmente chamara o paciente, Alphonse Derek Friedrich, um jovem adulto bem apessoado, conduzido através de um sorriso empático até o sofá acinzentado, de fronte à poltrona de couro negro onde se sentaria.

Ladeado aos dois bruxos, podia-se ver a manhã em Liechtenstein ganhar ruborescer dourados do sol paulatinamente crescente ao horizonte. O lugar era de aconchego, trazido pela presença de algumas plantas cuidadas pelas funcionárias locais, mobílias amadeiradas, pincelando também um pouco de Hugh, embora sem desnudá-lo em sua intimidade, não possuindo qualquer sinal de fotos pessoais sempre tão presentes em escritórios de trabalho. Sua família lhe era privado, no mais sentido íntimo de ser.
- Bom dia, senhor Friedrich. Queira se sentar. Aceita água ou café para o acompanhar no atendimento? - inquiria educadamente, trazendo um sorriso simpático nos lábios e certa incógnita nos olhos de um azul claro e vívido. - Conte-me um pouco de você primeiro, onde trabalha, onde cresceu e vive atualmente... - fez questão de trazer pessoalidade ao uso categórico do pronome, com o intuito de deixar o homem mais à vontade, haja vista a presença, principalmente em bruxos, da reticência de se buscar aquele tipo de serviço medibruxo.


With: Alphonse Derek Friedrich,
Apenas para iniciar hehe
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Editado pela última vez por Hugh Fraser em 18 Fev 2021, 01:22, em um total de 1 vez.
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