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O Expresso de Hogwarts 2019

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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemGrecia [#192110] por Athena Hatzimichalis » 08 Jun 2019, 15:57

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Athena encarou os três irmãos mais velhos que acenavam a eles enquanto se despediam finalmente de todos e não conseguiu responder Nyx de imediato. A filha da Deusa da Sabedoria sabia bem que a partir do momento que ela começasse a orar pedindo por mais revelação ao Deus Apolo e a sua Deusa-Mãe, talvez não quisesse saber a real resposta. - Vamos entrar que eu conto o que houve. - Hefesto, ouvindo esta última frase fez uma careta pois já sabia que não conseguiria se esquivar para alguma cabine com alguma festa. Dionísio, sem alguns amigos mais velhos somente se arrastou para dentro, ficando de pé enquanto esperava com que quem desejasse participar da reunião, que se aproximasse. Não tinham consciência se Ares ou Afrodite participariam, mas a maioria tomaria decisões e eles poderiam seguir avante com o que quer que desejassem. Infelizmente, Athena não podia controla-los.

O trem já se movia quando ela se viu cercada pelos irmãos e, agora podendo mover-se pela magia, ignoraram quem estava ao redor abafando os sons que eles poderiam pronunciar. Athena aprendera ao longo das férias que suas visões e projeções do futuro começavam a se tornar cada vez mais acuradas e, com isso, precisavam trabalhar para se preparar em aceita-lo. Jamais muda-lo, a não ser que os deuses desejassem essa mudança. Ali, ela começou, abrindo o livro que lia sobre os sonhos e ao som do desenho de uma runa mágica, a representar seu sonho com as palavras que ali estavam. O desenho, que se movimentava, contava - Faz um tempo que sonho o mesmo sonho. Eu estou caminhando na escuridão, e encontro nossos três irmãos mais velhos, vestidos de preto. Eu não vi as piras, muito menos o túmulo nos arredores da cidade que iriam levar o corpo. Sempre que me aproximo... - O tom se tornava cada vez mais mórbido, enquanto os três homens parecem ignorar a moça agora de estatura considerável.

- Minha visão se cega e eu preciso de ajuda para tocar o morto para reconhecer. Eu não sei quem é, mas me condói a alma de tal forma que quando acordo, parece que a morte por si só veio me visitar. Não encontrei neste tempo que revejo o sonho nada que mostraria a moeda a Cadron, ou algo que leve a pessoa para o mundo dos mortos. - Observar a cena de longe não a fazia ter pistas, além das que havia conseguido e que havia imaginado ouvir ou sentir. Fechou os olhos, assoprando a cena que se desfez - Eu acho que seja um de nós. Não um dos três, mas qualquer um de nós, incluindo nossos pais podem estar em perigo e por isso penso que precisamos acabar o pacto. Assim saberemos quem foi sem precisarmos de aviso. A morte nos ronda e as parcas não poderão reter essa fatalidade por muito tempo. E, ultimamente, minhas runas só me mostram a Oração Fúnebre. - Sua voz havia se acabado ali, sabendo quais palavras usar, mas algumas sendo propositalmente ocultada de si mesma pelos deuses. O que quer que estivesse vindo a afetaria profundamente.

Dionísio, mesmo sendo o menos lúcido de todos, parecia preocupado, não ocupando seu posto na porta, como se os protegesse contra aquilo que já estava avisado. Hefesto levantava ideias ardilosas para que cada um cuidasse um do outro, mas era Apolo quem abraçava Athena apoiando-a silenciosamente com a esperança de que aquilo se afastasse. Ela carregava a responsabilidade de avisá-los, e tentaria ser a mais clara que podia – Nyx... porque o espaço está mais quente? Tipo, aqui do lado da sua bolsa? - Comentou Hefesto ao dar um susto batendo a mão em suas calças que pareciam estar levemente queimadas com algo. Os Hatzimichalis voltaram-se para a mais nova com preocupação e outros com a clara certeza de que a menina estava escondendo algo.

O ar cheirou levemente a queimado - Nyx... você não está carregando a nossa morte nesta bolsa, não é?


com os hatzimichalis <3
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemFranca [#192151] por Selina Kyle Marvill DiCristi » 09 Jun 2019, 22:42

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    ”No final do dia, eu luto por aqueles que não podem o fazer por si. Se isso me faz um fora da lei que assim seja. Eu já fui chamado de coisas piores. ” Quando mais nova, descobri um herói diferente, um com o qual realmente conseguia me identificar, e, bem, quando se cresce em uma família completamente obcecada por super-heróis é complicado você não amar nenhum. O fato é que enquanto meus irmãos e primos brigavam pela Marvel e a DC, eu só queria ser Robin Hood. E, apenas a título de esclarecimento, isso não anula o meu amor pelos demais heróis, apenas os acho demasiadamente previsíveis e normativos.

    Furtar é uma arte aperfeiçoada através dos anos a custo de muito sangue, é mais do que um mero desejo transitório, é uma vida inteira de dedicação. Vejam bem, primeiro, você descobre a urgência em pegar aquele primeiro objeto que não lhe pertence, então, você começa a trabalhar em estratégias que te façam conseguir realizar o ato, por fim, você as aperfeiçoa. Eu, por exemplo, descobri com os anos que minha aparência infantil e inocente auxilia muito na hora de exercer a nobre arte, exatamente com essa intenção, nesse exato momento me encontrava com um sorriso brilhante e delicado estampado em meu rosto, deixando à mostra meus brilhantes dentes brancos.


    - Eu gostaria de um sapo de chocolate -Forcei um pouco a inocência em minha voz, observando o exato momento em que a senhora se virou para pegar o que havia solicitado, dando-me o espaço perfeito para discretamente passar a mão em alguns doces que se encontravam na parte da frente do carrinho. Sorri, ainda mais abertamente, ao vê-la virar-se para mim, com a desculpa de que pegaria o dinheiro, enfiei os doces em meus bolsos, pegando a moeda e a entregando.- Obrigada, a senhora é muito gentil -Ofereço-lhe, mais uma vez, meu melhor sorriso, virando-me para poder desfrutar do pequeno momento.

    Você, caro leitor, deve estar me julgando, pensando no quão errado é cometer esses pequenos atos, no entanto, eu lhe pergunto: Mais errado não é termos que pagar cada vez mais caros por coisas que nos são de direito? Eles nos exploram o tempo inteiro, abusam de nossa força e no final somente eles têm o dinheiro, vocês podem me julgar, mas apenas aplico a justiça. Nós já pagamos as passagens de trem e elas não são nem um pouco baratas, por que ainda temos que arcar com o ônus de pagar por nossa alimentação? Viram? Justiça!

    Sabe o que não é justo? Escutar a voz irritada da senhora mandando que nos seguissem, pois havíamos a furtado. Isso, realmente era uma bosta!
    - Corre, mano -Sinalizei para o Bruce, já o puxando pela mão, até porque vamos combinar que meu gêmeo definitivamente passou vezes a mais na fila da lerdeza. Senti meu coração acelerar fortemente liberando cargas de adrenalina por todo o meu corpo, acelerando minhas reações.

    Merda, merda, merda,penso rapidamente, tentando encontrar uma forma de escapar daquela situação desgraçada, até porque tenho certeza de que não vão ignorar o fato de ter furtado a velha capitalista, nem considerar isso justo. E, cara, apesar de tudo, eu realmente amo essa escola e não quero ir para casa não, ainda mais porque isso provavelmente implicaria em meus pais surtando no meu ouvido por mais tempo do que seria considerado normal, isso sem contar que não teria como continuar estudando para ser uma super-heroína fodona, né?

    - MAIS RÁPIDO, BRUCE -Disparo, o puxando com tanta força que sinto que poderia acabar quebrando o delicado bracinho de meu gêmeo a qualquer momento, mas, convenhamos, melhor um braço quebrado que ser pego. Pensa, pensa, pensa, insisti com meus próprios pensamentos, passando a forçar minha visão pelo estreito corredor, imaginando-o como uma fase particularmente complexa de um jogo do vídeo game, inclusive, buscando sua planta baixa, acessando-a mentalmente por alguns segundos antes de voltar a perceber o que estava em minha frente.

    - Lembra do Call of Duty? -Pergunto, vendo-o concordar de forma meio confusa, mas, felizmente, no segundo que nossos olhares se encontram, ainda que brevemente, percebo que ele conseguiu entender. Faço um ok na sua direção, vendo a pessoa perfeita para a execução de meu plano: Theo Aitken. Eu o havia conhecido mais cedo naquelas férias e sabia que também estaria indo para Hogwarts, coincidência ele estar justamente em minha frente naquele momento, ou destino, como preferirem pensar.- THEO -Grito, o abraçando de forma efusiva, já o puxando pela mão, forçando seu corpo pequeno a acompanhar o meu, não que à época eu fosse tão grande, não é mesmo?

    - SÓ CORRE CARA -Alertei, o puxando com mais força, vendo o segundo ponto de meu plano tramado perfeitamente em minha mente.- ABRE A PORTA, THEO -Ordeno, eu sei que não posso mandar nele, mas, bem, digamos apenas que se ele não o fizesse a coisa não daria muito certo e nós provavelmente seríamos expulsos antes de conseguir dizer a palavra Magia. Então, sim, eu ordenei, mesmo sabendo que não era meu direito.

    Respirei profundamente no segundo em que finalmente soltei a mão do pequeno moreno, pegando um impulso firme, alcançando, não sei exatamente como, a pequena barrinha de ferro que adornava os corredores do trem.
    - EI, BRUCE -Grito para o meu irmão, balançando-me no ferro no mesmo momento em que ele fazia o mesmo, deixando as pessoas que nos perseguiam completamente confusas, ou pelo menos essa era a intenção. E, então, me alinho para o grande finale, jogando meu corpo para trás ao mesmo tempo que o meu gêmeo vinha para frente, então, empurro meu pé contra a ‘parede’, pegando impulso e me jogando em cima do Bruce para juntos rolarmos para dentro da cabine que Theo tinha aberto.

    - Com quantos Marvill DiCristi se faz uma fuga perfeita? -Pergunto ao meu gêmeo, gargalhando fortemente ao vê-lo fechar a cara reclamando do peso, fazendo com que finalmente olhe ao redor, percebendo três pessoas extremamente confusas nos encarando.- Er... Oi? -Sorrio o mais amplamente possível, recebendo um empurrão de Bruce, fazendo com que role para o lado, saindo de cima dele.- Então, o Theo não tá aqui, né? -Procuro pelo pequeno moreno com os olhos, verificando que de fato ele não estava ali, o que era meio estranho.

    - Meu Stan Lee, mano, pegaram o Theo -Levo minha mão até a testa, batendo algumas vezes, já me levantando, afinal, o pobre menino não tinha culpa de nada, não que eu tivesse claro, mas também não deixaria ele se ferrar.- Precisamos de um plano de resgate -Afirmo, voltando a me dar conta de como a cena deveria estar parecendo para os demais membros da cabine.- E, aí, galera, qual a boa? -Pergunto, meio confusa, tentando disfarçar um pouco o fato de que minha mente começava a revisar as paradas na minha mente, pensando no local onde levariam o menino para poder ir ao seu resgate.

    Tagged: Bruce Wayne Marvill DiCristi (NPC - Carol), Theo Aitken, Karen Dernach e outros
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemInglaterra [#192157] por Himitsu Miyamoto » 10 Jun 2019, 01:26

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x TRENZINHO DA ALEGRIA x
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(parte II)



Pode ser engraçado o quanto o tempo é algo extremamente relativo e volátil. Ao passo que ficamos mais velhos, períodos de tempo que antes pareciam uma eternidade se tornam quase insignificantes. Para Himitsu, um ano ainda parecia muita coisa, especialmente um ano como aquele que separava seus onze anos dos seus doze anos de vida. Parecia que foi ontem que o jovem lufano embarcava naquele trem sentindo-se deslocado sem nenhuma certeza de seu futuro, sozinho em uma cabine com uma companhia estranha ao mesmo passo que em que essas memórias eram tão distantes que não pareciam mais lhe pertencer. Agora estava em casa, com amigos e até família, discutindo o futuro de sua priminha que sentava-se bem confortável em seu colo. - Isso mesmo, um baile de máscaras. Como nos filmes. - Confirmou Himitsu a pergunta surpresa da amiga Maya. Um baile de máscaras oferecido pela matriarca da família Miyamoto para apresentar Kyoshi, o futuro líder do clã, aos demais. O tipo de coisa que Himitsu pensava acontecer apenas em animes e histórias em quadrinho agora era sua vida. - Foi tipo um baile de debutante para o Kyoshi. - Disse sem nenhuma intenção de zombar do primo, pelo contrário. Achava aquilo o máximo.

Seu primo, porém, não parecia estar muito atento a conversa para talvez interpretar errado o que o lufano dizia. Logo, o sonserino do grupo pediu licença e saiu da cabine. - Falando em festa, você recebeu a minha carta? - Perguntou Himitsu a Maya. Poucos dias antes, Himitsu havia enviado uma carta a todos os seus amigos próximos e todos que pudesse lembrar da Lufa Lufa avisando-os da festa surpresa que estava planejando para Layla após o banquete de abertura. Era aniversário de sua fada madrinha e queria fazer com que ela se sentisse tão amada quanto ele sentiu-se durante as férias, parte graças a ela. - Hinami, eu não sabia que viria para Hogwarts, mas você também está convidada para a festa. Você vai adorar Layla. É a nossa melhor professora. - Disse já apoiando o queixo no ombro da prima em seu colo.

Hinami parecia já estar muito bem enturmada com Maya e Himitsu se perguntava se as duas haviam se conhecido antes. A conversa entre as meninas corria fácil quando Kyoshi voltou a cabine acompanhado de Nathan. Como sempre, o sonserino polonês não era de muitas palavras até ver o gato de Kyoshi. Himitsu cumprimentou o amigo enquanto observava os animais que agora lhe roubavam a atenção. Por um breve segundo, sentiu falta de seu bichinho. Perguntava-se se Cookie ainda se lembrava dele e se estava sendo bem cuidado. Acreditava que teria as respostas para essa pergunta durante as férias quando voltasse ao orfanato, mal ele poderia imaginar que não voltaria até o local onde passou maior parte de sua infância. Por que gatos são tão bem vindos em Hogwarts, até mesmo ratos e corujas, mas não cachorros?

Nathan então convidou Kyoshi para ir ficar em sua cabine na companhia de James e Travis e seu primo entendeu que o convite se estendia a todos. Por mais que Himitsu entendesse que não era o caso, não conseguiu esconder a felicidade de perceber que o primo desejava sua companhia assim como a dos demais. Quando Kyoshi se perguntou sobre a lotação, se apressou em oferecer uma solução mesmo que sua boca ainda estivesse cheia de doces. - Besteira. É só a gente encaixar direitinho que todo mundo cabe. - Disse acreditando que quanto mais melhor e ignorando completamente a regra de apenas quatro alunos por cabine.

Hinami levantou-se de seu colo e Maya lhe ajudou a guardar o restante dos doces para que pudessem levar todos a seus amigos. Havia doces o suficiente para que ninguém reclamasse de fome até mesmo durante duas daquela viagem. Pegou sua mala no bagageiro e ajudou a prima mais nova a carregar a sua. Himitsu não imaginava que poderia ficar tão feliz em ter a mais nova estudando com eles.

- E ai, gente. Beleza? - Cumprimentou James e Travis ao chegar na cabine junto com o restante do grupo. - Ouvi dizer que vocês queriam doces - Disse brincalhão, já mostrando a mochila de Maya cheia de doces. Sabia que pegaria a dupla de surpresa e tinha a leve impressão que o loiro sonserino não gostava muito de sua companhia lufana, por isso, chegou oferecendo logo aquilo que sabia que cativaria mais do que sua presença. A cabine logo se encheu dificultando a movimentação das crianças ali dentro. Pode ouvir alguém reclamar que deveria viajar em pé devido a superlotação mas logo Himitsu deu um jeito. - Claro que não. Somos todos amigos aqui. Faz assim. A gente se espreme um pouquinho aqui e Hinami senta no meu colo. Maya vai sentada no colo do Kyoshi. E Travis, você é pequeno também, pode ir no colo do James. - Sugeriu, imaginando que os dois talvez tivessem intimidade o suficiente para isso. Pode perceber os rostos de Maya e Kyoshi corarem com a sugestão, o que fez o lufano sorrir divertido diante da timidez do casal. Eram tão obvios. Hinami não parecer ser tão rogada quanto o primo e logo voltou a se sentar em seu colo, mas Kyoshi tagarelou alguma coisa sobre não ser apropriado que Maya, uma dama, se sentasse em seu colo durante a viagem. Maya diante do discurso de Kyoshi, também pareceu recatada em aceitar a ideia mas Himitsu podia ver que era apenas papo. - Senta logo - Disse já impaciente puxando a amiga pelo braço de forma que ela caísse no colo de seu primo. - O trem já vai sair - Justificou ainda rindo da cena. - Agora vamos ao que realmente interessa. Vocês todos receberam a minha carta? Vocês vão me ajudar com a festinha. Travis e James, eu estou organizando uma festa surpresa pra Layla. Hoje é aniversario dela. Vocês também vão ne? - Perguntou animado.


With: Gales e Hinami Miyamoto, Kawonin James, Maya Matsuda, Nathan Park e Travis Brunworn
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemIrlanda [#192213] por Sage Kavanagh » 11 Jun 2019, 21:46

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    and even if you're scared
    YOU'RE STRONGER THAN YOU KNOW

    Não existia, repetiu, mais baixo do que qualquer pessoa poderia ter ouvido, assim que encontrou um espaço livre no vagão. Não era sua intenção - esgueirar-se para dentro de um espaço tão ocupado, mas não havia nada que pudesse fazer. Sage estava acostumada a fazer de si uma presença invisível, tentar chamar o mínimo de atenção possível, a fim de ser deixada em paz; muitas vezes era o silêncio que a confortava, não a presença de terceiros. Não tinha como ler pessoas, muito menos saber o que fariam, ou pensavam, e todas aquelas variáveis a deixavam agitada. O aspecto positivo de suas emoções é que conseguia controlá-las como ninguém, em especial para o que seria considerado comum a uma criança. Sua ideia inicial era ignorar as meninas do vagão, fingir que não existiam, com a esperança de que fariam o mesmo; não queria ser ‘marcada’ logo no primeiro dia, como seu irmão alertou poderia acontecer.

    O que não estava esperando, ao cometer o erro básico de olhar para cima, é que fosse recepcionada com um dos sorrisos mais calorosos que já vira numa desconhecida. “Obrigada…” Quase mordeu os lábios, perdida. Suas linhas de tração aparecerem por um mísero segundo, mostrando a confusão na face, mas ela tratou de relaxar os músculos. “Vocês são veteranas?” Era algo óbvio de se perguntar, mas Sage ainda não conhecia, inteiramente, a hierarquia dentro de Hogwarts; podia ser uma forma interessante de aprender mais. Depois, não era como se pudesse ficar parada feito gato de língua mordida! As meninas pareciam muito mais tranquilas do que pensou que alguém mais velha seria. Imaginava os bruxos como seres um tanto arrogantes, prontos para diminuir primeiranistas pela pouca experiência. Não como elas. Além disso, algo acendeu-se dentro de si com a menção do terceiro ano… reconhecimento. “Ah, sim. Meu irmão também está (no terceiro ano).” Mordeu a língua. Outra falha em potencial. Talvez tivesse se deixado ‘seduzir’ por tanta calmaria.

    “Eu sou Sage, acabei de chegar.” Correu para tirar a atenção do irmão, quase mostrei um sorriso amarelo. Quase. Não faria isso, é claro, mas sentiu alguma vontade. Sage podia não estar tão confortável, mas de certo não apresentava aquela tensão como quando entrou no expresso. Mesmo assim, deixou os pensamentos se perderem para gravar os nomes das meninas; Serena, Yusla e outra Serena. A e B. Adams e outro sobrenome desconhecido. Aquilo era interessante. Talvez… talvez fossem pessoas que valesse a pena conhecer, que poderiam ajudá-la no futuro. Não confiava muito em pessoas, mas precisava descobrir como as coisas funcionavam ali, de verdade. “Vocês também são da corvinal?” Mostrou algum espanto, ainda que discreto. Eram quatro casas, certo? Quais eram as chances delas estarem na mesma. Mas, pelo visto, poucas. “Sim, corvinal. Entendo…” Então elas eram da sonserina. “É a casa dos astutos e ambiciosos, certo?” Lembrava-se de ler sobre isso. O que o irmão falava sobre colaborava com essas características.

    Não escondeu um sorrisinho de orgulho quando Serena mencionou seu feito; realmente estudou sobre as casas. Como poderia ir para uma escola sem saber o que a esperava? Na verdade, Sage gostava de se sentir preparada para tudo. Algumas regras de Hogwarts ela já sabia de cór e salteado, porque conhecia as histórias do que aconteceu quando foram quebradas. Esperava aprender o resto logo nos primeiros meses. Além de conhecer o castelo, algumas das pessoas, tudo que pudesse ajudá-la. Como se sentir parte de algo, e como ficar confortável ali, se não sabia cada coisa que a esperava? “Não sabíamos que éramos bruxos até meu irmão ser chamado. Bran Keenan. Você o conhece?” E traiu a própria intenção de não sorrir quando confirmou para as meninas que seu irmão era corvino. “Diz ele ser a casa mais incrível, mas ainda não aprendi sobre todas com detalhes.” Em parte, uma mentira. Ao menos pode se concentrar na pergunta seguinte, reiterando sobre o irmão ser do terceiro ano.

    “Ele está sempre em detenções, talvez seja por isso. É verdade que há fantasmas na escola? E que o de vocês sangra?” Aquilo não parecia algo ruim de se revelar. Qualquer pessoa que conhecesse seu irmão, cujo nome em outro idioma lembrava tanto o animal corvo, saberia que ele estava sempre, por algum motivo, ocupado com detenções; era a pessoa mais aventureira e extrovertida que conhecesse, o que em parte impressionava Sage, e em outra fazia com que tivesse vontade de mandá-lo ser mais cuidadoso. Mesmo assim, queria saber mais sobre os fantasmas! Parecia um ótimo assunto, pouco pessoal e… bom, seria legal saber se fantasmas possuíam uma característica tão viva. Mal escondeu a surpresa quando Serena confirmou.

    “Então é real…” Sussurrou, mantendo para si o pensamento, ao mesmo tempo que analisava algumas das expressões da menina. De alguma forma, ela era parecida consigo. “Isso parece meio louco.” Dessa vez, mostrou um pequeno sorriso. A menina a deixava mesmo confortável. “Não sabia se fantasmas existiam mesmo. Então você pode falar com parentes que já morreram?” Pergunta essa que, por sorte, não era feita com tristeza; Sage mal se deparara com a morte. Concordava com Serena sobre aquilo ser incrível, inclusive estava pronta para comentar que concordava com ela, e talvez houvessem métodos para chamar os fantasmas, quando alguém bateu na porta. “Sage, te encontrei! Ah, oi, meninas.” E quis revirar os olhos quando o desavergonhado do Bran piscou para elas. “Essa baixinha é minha irmã e eu preciso que ela venha comigo… não tem problemas, tem? Espero que não tenha causado muito problemas.” O que quase conseguiu uma bufada de Sage, mas apenas quase. “Desculpa.” A própria murmurou, despedindo-se com alguma rapidez.

    Quis esbravejar com o irmão assim que estavam foram, mas só cruzou os braços. “O que você quer? A conversa estava legal, eu fiz amigas.” Franziu o cenho, surpresa com o quanto soava triste. Bran, no entanto, colocou uma mão em seu ombro, querendo confortá-la. “Pensei em avisar que têm alguns vagões vazios lá na frente, outros com pessoas do seu ano. Você quem me pediu, lembra?” Não conseguia ficar tão frustrada. Tinha mesmo pedido, e aquele era Bran de todas as pessoas; o menino nunca fazia as coisas para deixar os outros chateados. A não ser que eles entrassem no meio de suas artimanhas, mas aquilo era outra coisa. “Tá… desculpa, eu fui grossa à toa. Vou, hm, para lá.” E tentou sair tão rápido quanto possível, apesar do irmão querer dar um abraço nela, e desejar boa sorte. Se ao menos fosse achar alguém tão legal naquelas cabines. Esperava que sim.

    Passaram-se segundos até encontrar aquela parte do trem. Não tinha muita certeza se o trem já estava pronto para sair, mas o principal era que a maior parte das pessoas já haviam encontrado um espaço onde se sentar, o que significava um corredor mais vazio; era algo mesmo muito positivo. “Bom dia... posso ficar aqui?” Engoliu em seco assim que adentrou um vagão, percebendo ali ter só uma menina, da sua idade talvez. Estava com o rosto levemente corado dos minutos anteriores, mas ainda parecia distante, enquanto se sentava. “Nenhum outro vagão está vazio e eles não aceitam, hã, primeiranistas.” Pensou ser melhor explicar. Apostava que a menina, fosse quem fosse, entendia seu problema. Por que mais estaria sentada sozinha? Ou talvez… também não conhecesse ninguém? Aquele pensamento fez com que relaxasse um pouco. É, devia ser isso mesmo.

    “Ah... acho que não.” Tentou sorrir, mesmo que não viesse com tanta facilitada a seu rosto quando não confortável; a menina parecia legal, muito amigável, até, o que nem sempre trazia tanto conforto. Esperava que o sorriso não tivesse deixado seu rosto demasiadamente estranho. Também esperava que ela não tivesse notado quão afastada Sage sentou-se. “Magia de levitação, certo?” Foi o que mais a impressionou. A menina fazia magia! Mesmo antes de irem para Hogwarts. Bran tentou ensiná-la, mas Sage recusou, pois era contra as regras… e lá estava, com alguém que parecia saber mais do que ela. Mesmo assim, não sentia inveja; só uma porção maior de respeito. “Ah.” Tentou não sorrir. Então ela era… desastrada? Ou seria imprevisível? Será que aquilo acontecia por magia? Sage pegou-se com uma pulga atrás da orelha - na verdade, várias -, perguntando-se se seria uma falta de sorte natural ou inerente a menina. Podia magia influenciar aquilo? “Pode ser.” Dessa vez esticou a mão, meio incerta. Olhou a balinha por uns segundos, perguntando-se se era mesmo uma boa ideia e…. “Eca! Cêra de ouvido!” Reduzida a uma careta.

    E risos. Quando... quando mesmo havia começado a rir? “Nunca comi algo tão nojento na minha vida.” Mostrou outra pequena careta, dessa vez muito mais natural à face, que pareceu ter relaxado com as risadas. “Eu sou Sage, hm.. Sage Kavanagh. Acho que- é costume as pessoas se apresentarem com seus sobrenomes por aqui, certo? É algo que percebi com minhas últimas conversas.” Ao menos não ligava por soar tão estranha. Afinal, a menina, em algum nível, parecia tão deslocada quanto ela.

    Segunda postagem de duas!
    Interagindo com Serena A., Serena B. e Yusla (NPC's; ação combinada com a Lay).
    Também com Anna Sundstrøm (<3)
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemJapao [#192226] por Gales Miyamoto » 12 Jun 2019, 15:11

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O retorno do filho pródigo - Parte IV

Ou "A volta dos que não foram."



Himitsu foi o mais animado com a perspectiva de se espremerem todos juntos em uma cabine só. Parecia muito estranho para o japonês que odiava multidões a perspectiva de estar em um vagão tão lotado, mas essa estranheza toda se esvaía quando ele imaginava Vimini, Yuuki e Jinx no mesmo local. Aí ele ficava ansioso. O que era um pouquinho a mais de gente se teriam tantos gatos confraternizando juntos? Que se danem as pessoas, já era um lugar perfeito pelos gatos! Claro, pós e contras existiam em quaisquer tipos de situação. Ele não deveria se prender apenas aos pontos ruins, embora fosse tentador demais para alguém tão naturalmente ranzinza quanto ele.

Quando chegaram no vagão tão comentado seus olhos bateram em James no mesmo segundo. O garoto parecia ter sido pego de surpresa durante a conversa com Travis que estava sentado ao seu lado. Claro que se surpreenderia. Gales não havia contado a absolutamente ninguém que estaria de volta para fazer uma surpresa e agora estava ali, de pé, na frente de todos. Com certeza James ia falar algo, mas Gales não soube dizer se seria algo bom ou se ele voaria em sua direção com uma voadora. Mas ele nunca saberia porque Himitsu, com seu senso maravilhoso de tempo, começou a tagarelar sobre quererem doces ou não e James não conseguiu expressar sua surpresa, alegria ou fúria.

O problema de superlotação da cabine era real e todos já começavam a reclamar sobre terem que ir em pé ou coisa do tipo. Gales só não teve tempo também de perceber qual de seus amigos estavam reclamando pois Himitsu veio com mais uma de suas ideias brilhantes para resolver o problema. Sentarem um no colo do outro. Quê???? — Não acho que seja de bom tom, Himi... Principalmente porque... — Maya também tinha protestado e seus protestos se juntaram aos dele. Himitsu não se importava. Simplesmente se sentou e puxou Hinami para seu colo e ela foi sem protesto algum. Okay. Maya continuava a tentar argumentar, mas acabou por ser puxada na direção de Gales pelo próprio Himitsu. Gales caiu sentado no banco. Com Maya em seu colo. Com. Maya. Em. Seu. Colo. COM MAYA EM SEU COLO. Ele estava estático. Não tinha ideia de como reagir. Segurava o fôlego como se respirar pudesse incomodar a garota. Nunca havia ficado tão próximo de alguém na vida. Nunca havia sentido o peso do corpo de outra pessoa sobre o seu. Por que seu coração estava tão acelerado? Por que sentia o corpo tão quente? Por que infernos não conseguia se mexer?

Travis ficou no colo de James e soltou uma pergunta que fez todos na cabine rirem desesperadamente. Menos Gales. Menos Maya. Os dois pareciam bonecos de cera. Imóveis. Gales não entendeu a graça da pergunta de Travis que havia perguntado a James se ele estava com a varinha no bolso. Principalmente porque o garoto estava mesmo e a mostrou a todos em seguida, com o rosto um tanto vermelho. Mais uma vez seria de raiva? Gales não sabia. Gales não sabia de nada àquela altura, só sabia que estava nervoso. Nem prestou atenção quando Yamato, o garoto lufano que ninguém ligava pra existência, entrou no vagão. Só percebeu que ele estava ali quando o viu praticamente implorar para que Nate sentasse em seu colo, e, lógico, sendo ignorado perfeitamente pelo amigo de Gales. Será que o imbecil do garoto lufano não percebia que Nathan não estava nem aí pra ele? Até Gales que não era a pessoa mais ligada no mundo nesse tipo de assunto já havia percebido o quão indiferente Nate era ao assunto Yamato.

Mas o lufano era insistente. Obsessivo. Por que queria tanto assim a amizade de Nate? Aaaah... Gales já estava ficando cansado de não entender as coisas. E já estava nervoso o suficiente na situação que se encontrava, não? Céus! Ele estava vendo direito? Yamato havia trazido um bule de chá para Nathan a fim de suborná-lo? O mais impressionante foi ver que Nate estava aceitando a bebida. Na verdade não se impressionou tanto assim. Nate sabia se aproveitar bem de uma situação. Era esperto. E, bem, não sentou no colo de Yamato e nem deixou que ele sentasse no seu. — S-s-se isso estiver te incomodando de alguma forma, M-matsuda-san... — Gales dirigiu a palavra a amiga pela primeira vez e percebeu que nunca na vida havia sido tão difícil falar com ela. — Eu posso ir em pé. Não me importo. — O trem deu um impulso naquele exato minuto e arrancou dando partida, o que os fez levar um solavanco para a frente. As mãos de Gales se prenderam na cintura de Maya instintivamente, cuidando para que ela não caísse. Por algum motivo, aquilo fez sua respiração falhar.

Yamato estava rindo de toda a situação, mesmo sendo rejeitado tão veementemente por Nathan, o que era totalmente bizarro. Como ele conseguia ter seu bom humor intacto em qualquer ocasião? "Lufanos". Gales queria revirar os olhos. Mas estava nervoso demais até pra isso. Esperava a resposta de Maya quando Yamato, mais uma vez, abriu a boca pra falar besteira, o que já era sua especialidade. Comentou o quanto seria engraçado se algum monitor os pegasse ali e acabasse brigando com eles. Gales não via graça nenhuma. Aquilo seria uma tragédia! Uma tragédia imensa! Ele já tinha uma detenção no histórico e ter mais uma seria péssimo! Péssimo! Pensou em retrucar o lufano alegre, mas teve sua intenção interrompida pela porta da cabine que se abriu uma segunda vez. Se abriu uma segunda vez para revelar uma pessoa com o broche de monitor pregado no peito. Okay. Era oficial. Gales queria morrer.


Interação com: Nathan Park, Maya Matsuda, Hinami Miyamoto, Himitsu Miyamoto, Kawonin James, Travis Brunworn, Oh Ha Na, Yamato Kurosaki (Meu NPC super maduro.) e Yuuki, o gato grande, gordo e preguiçoso.

Menção:Vimini e Jinx.
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemGrecia [#192231] por Nyx Hatzimichalis » 12 Jun 2019, 16:12

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Nunca consegui lidar com o dom de Athena de prever nuances do futuro, principalmente quando era uma garotinha de treze anos. Hoje consigo imaginar a carga mental presente na mente de minha irmã; o desespero em saber de coisas e não poder ou até não conseguir mudá-lo. Nunca também aceitei as coisas relativas à minha família no que tange a maculá-los. Vontade dos deuses, permissão das filhas da noite... Não aceita(va) perder ninguém. E estava totalmente resoluta a fazer tudo ao meu alcance e até o que não estivesse, somente para salvá-los. Divindades não deviam ter tanto poder sobre a vida dos mortais; o destino... aquilo tudo já traçado por seres os quais sequer vivenciam nossa vida... soa muito injusto. Sempre soou.

Se eles tecem nosso fio da vida, deveríamos ter o livre arbítrio de influenciar em sua extensão e como ela se desenrola. Caminhos traçados... uma falsa ideia de que controlamos tudo, quando na verdade, é tudo pré-moldado. Lembro-me que a cada palavra de Athena, meu coração apertava em meu peito. Meus olhos marejavam ao ver, em sua ilusão, meus três irmãos mais velhos vivenciando um luto. Esperava em meu íntimo ser o meu. Era mais fácil morrer do que perdê-los. Todavia, obviamente não era eu quem havia tido o fio da vida cortado.
- você precisa ficar mais tempo dormindo. Não pode acordar. - dizia com meu pouco conhecimento, exigindo de minha irmã um fardo maior do que ela podia levar. - Não posso perder ninguém. - minha voz embargava num choro de soturna aproximação. - Precisa olhar direito, The... precisa... - entoava num mantra doentio. E tudo argumentado e defendido por ela, era-me inútil diante do meu medo de ficar sozinha. - Ninguém pode morrer. Vamos fortificar o pacto. Chamar quem for preciso. - dizia veemente.

Não importava nenhum pouco se tivêssemos que chamar forças ocultas, consideradas obscuras. Se elas conseguissem salvar que eu amasse, que seja. Era o importante.
- Assim que chegarmos em Hogwarts a primeira coisa a fazer - olhava para meus irmãos, apertando Polar em meu colo e sentindo um calor a mais vindo de minhas costas onde a mochila ainda repousava. Orion estava quieto em meu ombro e quando sentiu minha aflição, aproximou-se de meu rosto e começou e roçar seu bico e a metade de seu rosto. Pequenos filetes de lágrimas empapavam suas penas e Polar se enrolava sobre meu colo, formando quase um círculo.

Fitei Dionísio em sua aflição, ouvia Hefesto e suas ideias
- claro que cuidaremos um do outro. - disse quase como numa repreenda. - Somos uma família. Família cuida dos outros mesmo quando acham que não precisam. - Apolo abraçava Athena e eu apenas os fitava com raiva. Não deles, mas, daquela situação. - Não tem nada. - Disse com grosseria, respondendo a Hefesto e, num olhar silencioso, mandei Apolo e Arthemis calarem a boca. - hum... foi mal... - desculpei-me. Ele poderia ser o defunto no sonho de Athena e não queria perdê-lo com raiva. Pensei, na época. - Não é nada. E parem de me olhar. - disse, tirando Polar de meu colo e abraçando minha bolsa, não me importando com o calorzinho que sentia na barriga. Ladon estava irritado. Queria sair.

- Morte? - indignada e insultada, olhei para Athena. - Morte há em seu sonho, Thé. - falei, sem me atentar para o peso de minhas palavras e na possibilidade de magoá-la. - Aqui não há nada além de vida. Uma vida fofa e que merece minha proteção. - protegi minha bolsa deles. - Saem de perto de mim! - apertei mais a bolsa. - Ele é meu. Ladon é meu! - o nome não foi escolhido aleatoriamente. Era o nome de um dragão protegido por Hera e que me entregara.


off: Não revisado.
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemPortugal [#192393] por Lisa Cecile F. Romena » 18 Jun 2019, 16:28

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Não importava quanto tentasse esconder aquele frio que se formava em seu interior, Lisa sabia que ele estava ali, crescente, como um demônio congelado que se vê prestes a viver um despertar glorioso. Coisa alguma poderia ser menos estupenda para a menina de olhos bicolores, todavia. Sentia a névoa cobrir o estômago por dentro e se alastrar pelas camadas de gordura e carne, arranhando sob a pele insistindo para sair, libertar-se. O mesmo gear que matou Jorge arrancaria sua vida pouco a pouco, sem que mais ninguém notasse. Uma morte perfeita para uma pequena assassina.

“Não me matou, Lisa”.

Sim, matou, sim. E sem nem pensar, sem contestar, sem considerar a gravidade de seus atos. Por um mísero segundo inapagável das páginas de seu passado profano, a caçula dos Romena realmente desejou seu irmão morto. Não agora, ah... Agora não mesmo! Em cada segundo desde que o corpo congelado fora trazido de volta à casa da família portuguesa, Lisa desejou poder reverter aqueles últimos dias, fazer outras escolhas, voltar no tempo. Ela o amava tanto e ele a amava tanto também. Como são ruidosas as engrenagens que nos ditam a vida e a morte. Girando, girando e girando sem cansar, até que, desprovidas de qualquer aviso ou razão, simplesmente param e nunca podem ser substituídas. As que permanecem, no entanto, são obrigadas a forçar seus movimentos contra outras partes da estrutura, de modo que nunca se rompa a corrente.

A sonserina se viu como uma engrenagem solta, ali, sentada sozinha num trem repleto de falsos conhecidos e amigos que não lhe tinham falta. "Tem que prestar atenção no que há a volta, maninha. Você perde muito tempo no passado". Sempre odiou quando Jorge tinha um ponto, principalmente depois que faleceu e resolveu permanecer entre os vivos daquela forma pitoresca e inconveniente. Porém, antes mesmo de responde-lo raivosa como de costume, sua atenção fora levada por um par de olhos astutos parados a porta. Não conhecia o garoto e ele não parecia ser velho o bastante para ter sido transferido de algum lugar, então, presumiu que fosse um primeiranista, assim como a mesma um dia fora no ultimo ano.

Se fosse em outro momento, talvez a criança abrisse um largo sorriso. Entretanto, dada a gravidade da situação que ricocheteava no peito de alabastro, o máximo que conseguiu foi lançar um olhar questionador, mas brando, ao menino.
- Negar um fato me faria uma idiota. - Não tinha intenção de parecer antipática, mas, ele também não foi o melhor dos intrusos fazendo aquela pergunta besta. Claro que estava chorando, até um cego seria mais articulado na descrição do cenário. Ainda assim, resolveu perdoa-lo. - Não conheço você, o que é bom. As vezes, é mais confortável ficar na companhia de estranhos. Vem!

Como uma gatinha manhosa, Lisa deslizou o corpo um pouco para o lado, acomodando Koi em seu colo com mais propriedade agora. Os dedos bateram repetidamente no forro da poltrona, causando um som muito similar ao de um tambor. - Senta aqui comigo. - "O que está fazendo, Lisa"? Aquele tom de preocupação no timbre do fantasma era impagável. Sempre foi um primor em provocar o primogênito dos Romena, mas, quando pensou ter perdido a prática, la vinha Jorge e sua voz tão presente no cérebro da criança para azucrinar. "Você não gosta de estranhos".

"E você está morto, irmão", apesar de ter tido o desejo de verbalizar, a frase permaneceu ecoando em sua cabeça de fios cor de noite. "Ambos não estamos muito fiéis às regras".



Interagindo com o lindo do Patrick Mackinson
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemPortugal [#192397] por Lisa Cecile F. Romena » 18 Jun 2019, 17:22

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Marie Perrault | 4º ano | Gryffindor



Ela devia ter ficado na França, estudado com aquele monte de frescos e deixado o legado das mulheres Perrault que se formam em Hogwarts morrer com Hope, sua irmã corvina, recatada e inteligente, a prata da família. Cody podia ser um maricas afetado, mas, na cabeça explosiva da jovem Marrie, pelo menos ele teve a decência de enfrentar os pais e fazer o que queria fazer.

Quando a loira era apenas uma criança, sua mãe a vestia inteira de cor de rosa, da cabeça aos pés. As irmãs bem mais velhas adoravam por-lhe fitas coloridas nos cabelos e laços nos sapatos. Tantos eram os adereços que, as vezes, tropeçava em si própria e caia ao chão. Pobrezinha, era. Tanto foi que, um belo dia, resolveu deixar de ser. Cortou os cabelos sedosos, substituiu os vestidos e babados por camisetas largas e bermudões, pegou toda a raiva que tinha dentro de si e materializou em forma de tênis de skate e pulseiras de corrente.

Tanto esforço para não ser frágil e agora estava ali, quatorze anos mais velha e sofrendo por ciúmes de garotinha. Que merda de grifa era, não é mesmo? Deixando uma sonserina fazer o que quisesse com seu pobre coração valente! Ah, mas isso não ia ficar assim... Não que fosse depositar seu ódio em Arthie, não, não, isso nunca! Mas, teria que se concentrar muito para não acertar acidentalmente um balaço na cabeça daquele maldito almofadinhas de merda. Problemas a parte, agora tinha a atenção do rapaz sentado ao lado e ele parecia realmente interessado em seu tormento pessoal. Com os olhos apertados, mas um sorriso cínico no rosto, Marie inclinou a cabeça para ele ao falar:
- Acredite, bonitão, a última coisa que quer é eu bitching my life pra cima de você! - Com um saquinho de leve no ombro dele, cruzou os braços sob o peito quase inexistente e respirou fundo. Aquelas duas orbes azuis voltaram ao outro integrante da conversa e esse ela conhecia. - E ai, Thomas? De boas? Como vão os treinos? - O bom de ser do time de quadribol da casa era conhecer os outros jogadores de toda a escola e, na maioria das vezes, se dar bem com eles. Nunca foi such a thing para Marie ficar de briguinha com os verdes fora do campo, algo que se exemplificava ainda mais quando se expunha o fato de que sua namorada era das serpentes.

Com os braços erguidos para cima com força, a francesa fez um esforço bruto, mas necessário, para espantar a imagem da garota que amava tocando violão ao lado do infeliz que sempre a azucrinava.
- Digamos que eu não tive muita sorte já no Expresso. Esse é um belo de um indicativo que o ano vai ser uma bosta. - Como se fosse a coisa mais normal do mundo, a loira retomou o assunto anterior ao asiático, deixando que ambos ali presentes desfrutassem da mais completa e divertida - ao menos para ela - dúvida.


Com: Kaworu e Thomas
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemInglaterra [#192401] por Theo Aitken » 18 Jun 2019, 19:32

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    Billy, Billy, Billy! Vamos, levanta!

    Sai de cima de mim, moleque. Acha que estes teus ossos não doem?

    Estava animado. Por qual motivo? Ora, pelo que mais seria? Hogwarts, é claro! Finalmente estaria na escola ao qual passou todo aquele período de férias comentando. Fosse no café da manhã, almoço ou jantar, fosse indo e voltando da escola trouxa do bairro, junto com a amiga, Ally, fosse antes de dormir, tagarelando com Billy. Estava empolgado e muito feliz em saber que era um bruxo. Sua família, majoritariamente trouxa, não imaginava que pudesse haver outro bruxo além de William, o filho mais velho. Foi então que o pequeno Theophrastus Aitken flutuou sozinho de sua cama, indo parar no jardim de sua casa enquanto dormia e, portanto, trouxe ainda mais alegria para todos os parentes ao receber o convite para estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Infelizmente, ele não teria a companhia do irmão mais velho, já que Billy estava com 18 anos e já havia terminado a escola. Contudo, sua amiga Ally que, aliás, era bruxa de sangue pura, estaria com ele.

    Foi Ally, inclusive, que informou a Theo que seu nome não representava um bruxo famoso ou um herói do mundo mágico e sim, para sua decepção, o nome de um velho hospital. Entretanto, ele não se incomodava nem um pouco, não até que estivesse na escola e seu nome fosse importante – para ser motivo de chacota, mas isso pode ser melhor exemplificado futuramente. Seus pais, por coincidência, eram médicos e viviam mais tempo fora de casa do que com os filhos. Por este motivo, o menino sempre tinha a companhia de seu único irmão, isso quando, é claro, Billy não precisava levá-lo ao escritório, no Ministério da Magia. Não havia necessidade em afirmar que eram momentos incríveis para o garoto. Nenhum superaria aquele.

    Não sou tão pesado assim, seu chorão!

    A voz fininha do menino preencheu os tímpanos do Aitken mais velho, fazendo ele empurrá-lo para o lado, impulsionando o corpo do menor para baixo, caindo no carpete que cobria o piso. A partir dali a correria foi piorando gradativamente. Billy ficou responsável por levar tanto Theo quanto Ally para o expresso, mas o rapaz não era tão organizado quanto os pais e, faltando poucos minutos para sair, arrastava um malão extremamente abarrotado e uma criança totalmente despenteada e feliz. A dupla não parava de falar um minuto, já que havia inúmeros planos a serem cumpridos na nova escola. Infelizmente, Theo não pode levar muitos de seu brinquedos e a amiga sentia falta da ”tevelisão”, mas eles precisavam se divertir com o que tinham. Ao desembarcar na tal plataforma, o castanho observava a magnitude do lugar, ao ponto que pessoas apressadas passavam para lá e para cá, apressadas. Sentiu-se guiado pela amiga até pararem em uma parente, aparentemente, normal. Ali, a voz de Billy se fez presente.

    Agora, irmãozinho, só precisa atravessar. Seja um representante fiel dos Aitken e não faça xixi nas calças, tudo bem?

    Engolindo em seco, o garoto olhou para a menina ao seu lado. Ela, demonstrando total segurança, afirmou que ia na frente para mostrá-lo como fazer. Porém, quando o castanho viu a amiga sumir ao atravessar a parede, só conseguiu arregalar os olhos e sentir as pernas trêmulas. O que era aquilo? E como se não pudesse ficar pior, eis que ela voltou, segundos depois e ralhou consigo, afirmando que estava tudo bem e que podia correr se fosse melhor. Como ela esperava que corresse de encontro a uma parede de tijolos? Ally estaria louca? Engoliu em seco, sentindo as forças voltarem lentamente aos seus joelhos. Respirou fundo, pensando que, realmente, não era um maricas. Só precisava correr, certo? Certo. Foi o que fez. Agarrou firmemente o apoio de seu carrinho de materiais e, com um impulso, correu. Os olhos permaneciam fechados enquanto sentia o vento acariciar sua pele até que... Parou.

    Olhou maravilhado para o cenário seguinte ao abrir os olhos. Era um trem. Um magnífico trem, igual aqueles dos filmes de velho oeste que seu pai assistia. Até a fumaça parecia igual. E como era bonito. Sua pintura parecia brilhar e, apesar da quantidade de crianças que adentravam suas portas, não parecia exatamente cheio. O garoto teve os cabelos bagunçados pelo irmão mais velho, antes deste lhe pedir para tomar cuidado, se comportar e todas aquelas coisas que os maiores costumavam fazer e que Theo só ouvia a metade.

    Vamos logo, Theo.

    Deixou-se ser puxado pela amiga enquanto adentravam o transporte dos bruxos que o levaria a Hogwarts. Acenou uma última vez para o irmão antes de se perder por entre as pessoas. Diferentemente do que imaginava, os corredores não eram tão largos e estavam sim abarrotados de alunos. Por este motivo, acabou se perdendo de Ally em dado momento, passando a andar por entre desconhecidos enquanto o trem ganhava vida e iniciava seu movimento. Sentia-se um pouco assustado e acuado ao caminhar por entre adolescentes e outras crianças que nunca vira antes. Estava com medo de não encontrar a amiga e, pior ainda, um lugar que não pudesse entrar para aproveitar melhor a viagem. Contudo, qualquer pensamento que passasse em sua mente foi expulso ao ouvir seu nome ser gritado muito próximo de si. Buscou o som da voz, mas não teve tempo de discernir de quem se tratava, já que braços um pouco maiores que os seus lhe envolveram em um abraço rápido e, depois, quase que instantaneamente, lhe puxavam para a outra direção ao qual viera. Reconheceu a menina, aquela pertencente à família de fãs de heróis.

    Espera... Para onde vamos?

    Ao som de seu grito e sem muita escolha, o jovem deixou-se levar, sabendo que, quando se dizia em alto e bom som “corre”, era importante obedecer. Não sabia por qual motivo, muito menos para onde ia, só tratou de correr para o lado que conseguiu, abrindo as portas à sua frente quase que automaticamente. Tentava olhar para trás, em uma forma de discenir o que acontecia e se havia alguém lhes perseguindo, mas não conseguia fazer o movimento e correr ao mesmo tempo. Foi então que, de repente, sentiu uma mão agarrar seu braço e, com um solavanco, seu corpo ser jogado para uma das cabines mais próximas. Caiu no chão de forma descuidada, batendo o ombro esquerdo no chão. Arfou, tentando recuperar o ar, mas sentiu o coração voltar a bater com menos intensidade ao ouvir a voz de sua amiga. Apesar de não ter entendido nada do que houve, perdeu a louca da menina de vista e reencontrou Ally.

    Você não o quanto estou feliz em te ver...



⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇⋇

Citados: Ally Meadows, Billy Aitken
Interações: Selina Kyle Marvill DiCristi
Notas: sei lá, cara...
Theo Aitken
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemCoreia do Sul [#192409] por Oh Ha Na » 18 Jun 2019, 21:05

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Produce 101 (I.O.I)

                Quando a visão da plataforma é substituída pelo lado exterior, as pessoas começam a se afastar da janela e é aqui que meu trabalho realmente começa. Ajudo algumas pessoas retardatárias a encontrarem suas malas pra levar pra cabine correta, além de claro, pedir pra eles entrarem. Num meio tempo, visto minha capa e recoloco o broche nela, ajeitando meu cabelo que está meio preso, meio solto, com um laço igual ao da Sailor Venus. Por falar em Venus, é tão estranho ir para a escola sem a minha Vee… Mas entendo a situação dela. Espero que ela tenha um bom ano em Beauxbatons, vou escrever pra ela assim que chegarmos.

Mais uma vez distraída, ouço alguém me cumprimentar. — Melzinha!! — Abraço a corvina e a amiga dela, Rachel. Também junto está Tom Jones, não o rei consorte da Itália, mas o neto, que morava nos Estados Unidos. — Ted! Omo! O que faz aqui? Pensei que fosse para Ilvermorny como todos os anos… — Conversamos um pouquinho enquanto ajudo os três a localizarem suas malas e até ajudo a levar para uma cabine vazia. — Bom ver que vocês estão aqui! Espero que tenham uma viagem tranquila! — Me despeço no exato momento que Nina aparece, dizendo que temos que ir para a reunião dos monitores. Eu tinha esquecido disso!! Abraço ela agradecendo pelo lembrete e rapidinho trato de pegar minhas malas e mochila e ir para o vagão dos monitores com ela.



                Zezuize, já tá todo mundo aqui, somos realmente as últimas! — Annyeonghaseyo. — Cumprimento a todos, falando num tom de voz mais normal (ou seja, não tão alto), e para a nova inspetora, faço uma reverência, exatamente como costumo fazer para os adultos. Depois de levantar, vejo Yato e meu rosto se acende outra vez, mesmo que um pouco contida, aceno bem animada pra ele, que está ao lado de uma menina da grifinória. Claro que recebo alguns olhares estranhos por causa disso, então me encolho e fico bem perto da Nina, quietinha, escutando tudo o que a inspetora Helstrong tem a dizer.

O papo (mais pra monólogo) é até que bem rápido e somos liberados pra fazer ronda. Colo com a Nina e saímos juntas do vagão e passamos direto por alguns vagões, escolhendo um pra fazer a nossa ronda. Dou uma olhada na janelinha da primeira cabine que passamos e meu coração quase explode! Lá estão Yuri, Hyun, Alyssa e SeoJun. É tão bom ver meu Junnie fazendo amizades! Ele é um aluno do meu ano, transferido da escola japonesa, mas muito mais que isso, somos amigos de infância. Eu, ele, Kang Eun Yeong e Choi Seo Jun éramos inseparáveis, mas depois que entrei em Durmstrang o contato ficou tão esporádico (por não poder contar a eles sobre a escola) que eu nem soube que Junnie também era bruxo!

Dou duas batidinhas na janela e sorrio acenando, também gesticulo que depois voltarei pra falar com eles com mais calma. Voltamos a andar e conto sobre o Junnie para Nina, nos mííííínimos detalhes. Claro que também tivemos que pedir para algumas pessoas entrarem nas suas cabines, informar que a senhora dos doces logo passaria e coisas do tipo. Até que escolhemos um vagão tranquilo. Quer dizer, eu acho né.

E nem posso achar por muito tempo, pois algumas cabines depois, passo por uma que parece entupida de gente, igual sardinha amassada dentro da lata. Cutuco Nina e mostro pra ela, colocando os olhos para contarem o número de pessoas. Gales e Nate, dois, Travis e… James não devia estar com algum monitor? Okay, são quatro. Maya, uma garota que não conheço, Yamato (inconfundível com esse cabelo) e Himitsu, isso faz… Nove pessoas? Nove dentro de uma cabine?? — Omo, isso é perigoso, não é, Nina? — Ela concorda. Dou uma olhada na cabine seguinte e ela está completamente vazia. Volto na lata de sardinha e dou duas batidas pra anunciar minha entrada (e a algazarra para no mesmo segundo). — Annyeong! Não tá muito cheio aí? — Questiono percebendo que tem gente sentada em colo de outra pessoa. Uau, isso que eu chamo de amor ao próximo. Estão todos bem próximos mesmo.

Conheço a maioria então isso torna as coisas mais fáceis. — Aigoo, ainda bem que vi vocês, se outro monitor passa, não sei o que poderia acontecer…— Penso alto, não gritando, mas só porque eu falo pra todo mundo ao invés de pensar só pra mim… Você entendeu! Cadê meu cordão…? — Nee… A cabine do lado está vazia, porque vocês não se dividem? Provavelmente está muito mais legal todo mundo juntinho, mas vocês podem acabar tomando detenção se alguém da sonserina passar por aqui Sussurro a última parte. Sei que muitos são da casa esmeralda e não estou dizendo que são pessoas ruins, mas ouvi que eles estão com os olhares bastante aguçados pelo expresso. — Vocês podem fazer rotação de cabine, ficarem trocando de uma para… OMO! Eu não conheço você! — Interrompo a fala assim que vejo outra asiática no meio, no colo do… Himi. Rapidamente abro um sorriso. — Annyeong! Eu sou a Oh Ha Na, Oh é… — MInha voz vai sumindo aos poucos e isso porque todo mundo lá dentro começa a completar minha apresentação, um de cada vez e fazem um uníssono no fim.

Aigoo, acho que me apresento sempre da mesma forma, minhas bochechas até estão ardendo com isso. A garota se apresenta como Hinami Miyamoto! Mais uma dessa família enorme!! Pensei que eles fossem tradicionais, mas já temos três em Hogwarts e um que até trabalha lá… Acho que no fim eles nem são assim tão assustadores, exceto pela halmeoni. É claro que até esqueço o que estava fazendo, mas trato de lembrar rapidinho porque ouço a voz de um dos monitores da corvinal se aproximar. — Nee, dongsaengs - e Yaya -, se dividam, tem gente vindo aí. — Gesticulo para andarem depressa e eles começam uma correria pra cabine ao lado. — Cuidado pra não caírem, e pra não serem pegos nas trocas. — Digo enquanto ajudo.

Quando Yamato passa por mim, vejo que a mochila está entreaberta e também consigo encher uma bomba de bosta lá. — Yaa! Você já quer chegar em Hogwarts com detenção? Aish… Ainda bem que eu vi primeiro. — Seguro ele pela mochila. Nos olhamos por alguns segundos, tensão no ar, mas ele suspira e acaba cedendo. Uau, não é que esse broche me faz parecer uma pessoa séria? Duvido que qualquer um deles me levasse a sério sem esse trequinho. Assim que o último passa pra dentro, o monitor chefe da corvinal para do meu lado. "Sorria e acene" penso, já trabalhando o sorriso. — Annyeong! Espero que sua viagem esteja sendo tranquila. — Faço uma reverência e então me afasto com Nina, ainda sorrindo.

Off: || With: Mel (NPC), Ted, Rachel, Nina (NPC - Lay), Monitores, Blair, Yato, Yuri (NPC), Hyun (NPC), Aly (NPC), Junnie (NPC), Gales, Nate, Travis, James, Maya, Hina, Yaya (NPC - Nick), Himi, Outros monitores | Tagged: Vee (NPC), Eun Yeong (NPC - Trouxa) e Seo Jun (NPC - Trouxa) | SAP: - | Note: Post 04/?; NÃO aberta a interações (ainda); Não revisado ||
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