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Expresso de Hogwarts 2021

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Re: Expresso de Hogwarts 2021

MensagemInglaterra [#212953] por Catherine Winlet » 31 Mar 2021, 23:18

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E pensar que aquele já era meu último ano em Hogwarts. Tantas coisas aconteceram nesses 7 anos, 8 se você contar o ano em que me afastei para cuidar do Chris. Tudo muito bem escrito e documentado nos meus diários. E aquela seria a última vez que meus pais me levavam até a estação. Minha mãe já estava chorosa, mas tenho certeza que é por ela saber que uma vez que eu me formar, eu irei sair de casa dependendo do que conseguir pós escola.

- Mom, não chora não. Eu não estou indo embora, só indo pra escola. - falei reprimindo a vontade de revirar os olhos. O Chris riu alto nessa hora, logo separando a mamãe de mim e me dando um abraço apertado daquele jeito dele.

- Me manda cartas! Não dá pra você usar o celular lá mesmo? - ele perguntou com um biquinho de tristeza. Com 5 anos esse menino já era um viciado em tecnologia e sabia muito mais sobre celulares e aplicativos do que eu.

- Não Booboo, não tem como. Já te expliquei, se lembra? - falei me soltando dele venod ele acenar que sim com a cabeça, a carinha ainda triste. Baguncei um pouco seus cabelos e dei um sorriso pra ele.

- Cuida dos dois e de você, tá bom? - falei para meu pai. Ele sempre é o que mais sente minha falta e é o mais sensato dos Winlet. Ganhei um abraço apenas. Parecia que ele ia chorar se fosse falar. Apertei ele um pouco mais antes de soltar e sair empurrando o carrinho com o malão na direção das pilastras. Minha última vez como aluna...

Na plataforma fui atacada por uma Princesinha. Ela pulou em cima de mim quase nos derrubando e dizendo que sentiu minha falta.

- Mentira, nem vai sentir minha falta quando a gente se formar. - falei brincando.

Enquanto entramos no trem fomos conversando.

- Lógico q irei. A gente podia frequentar a mesma faculdade né. - ela falou, como se eu não soubesse que era só mais uma desculpa para que a gente pudesse estar juntas.

- Você sabe q eu vou ser auror. Não vou pensar em faculdade por agora. - provoquei a sonserina. Ela fez uma cara de deboche.

- Podia estudar e ser auror UE. Já pensou?

- Eu nem sei se consigo UMA dessas coisas, ainda mais as duas, mas eu juro que arrumo um lado sonserino e te mato se você sumir e me trocar pelo seu noivo. - comentei falando sobre Benjamin e o casamento forçado deles.



- Consegue sim. Você é cabeção e precisa de treinamento físico e tático, mas não pode deixar seus estudos de lado. É não. Não vou trocar, mas acho que essa conveniência vai pesar muito. Ainda tenho em mente conquistar a Dinamarca... então preciso mostrar ser "crescida". - Ela falou me zuando no início, mas logo mudando para um semblante sério.

- Lá vem você com seus sermões e sonhos impossíveis. - provoquei e até revirei os olhos. - Vou logo pro vagão dos monitores antes que a Ainsworth comece a reunião. A gente se vê. Vou fazer ronda mais tarde. - me despedi antes que começasse a ficar atrasada demais.

- Não devia ir. - ela fez a cara do gato de botas. Minha resposta foi só mandar um beijinho por cima do ombro. Antes de ir para o próximo vagão a ouvi em minha mente: “se cuida Cath, qualquer coisa avisa.”

Não demorou muito até que eu chegasse e me acomodasse no vagão dos monitores e professores, cumprimentando Melinda Ainsworth bem como alguns colegas ou conhecidos que já estavam por ali. Coloquei minhas coisas junto do meu malão e me sentei na espera do início da reunião. Em minhas mãos estava um exemplar de “Eu sei porque o pássaro canta na gaiola”. Só parei a leitura por dois momentos: quando Himitsu se sentou ao meu lado, me dando um high five e um sorriso, ambos correspondidos por mim e quando a reunião começou de fato. Foi uma surpresa ver o rapazinho ali, porém boa. Seria uma ótima oportunidade dele adquirir mais responsabilidades e deixar de lado um pouco do lado brincalhão de menino lufano.

A maior parte do que foi dito pela senhora Ainsworth, aquela não sendo minha primeira vez em um cargo de monitoria. Apenas ouvi o que a mulher falava e prestei atenção na apresentação de meus colegas, alguns sendo rostos novos para mim. A apresentação de Himitsu me arrancou um sorriso. Bem desses orgulhosos que eu estou sempre soltando quando se trata dos meus lufaninhos. Eu me preocupo com alguns, dou broncas e conselhos, mas adoro moleques e essas gurias.

- Olá a todos, espero que tenhamos um ótimo ano juntos. Me chamo Catherine Winlet, monitora-chefe da Lufa-Lufa. Acredito que a maioria me conheça, seja por causa do falecido grupo de estudos ou por acontecimentos de anos anteriores, - falei pensando no episódio do sequestro com os faunos, - mas aos que não conhecem, prazer em conhecê-los. Amo estudar e não me importo em ajudar quem precisa. - falei olhando para Himi e alguns mais novos que já haviam participado de grupos de estudos emergenciais comigo. - Nasci e vivo em Liverpool em uma pequena livraria da família. Sou uma pessoa fácil de lidar e com um bocado de experiência na monitoria. - ri pensando nas coisas que já havia encontrado durante rondas e situações passadas. - Precisando de conselhos, estou à disposição. - finalizei minha fala com um sorriso caloroso.

Após explicado como seria a dinâmica das rondas, logo fui abordada pelo outro monitor corvino, um dos rostos já conhecidos. Eu literalmente tive que olhar para cima para falar com ele. É nessas horas que odeio ser baixinha. - Isso. Digo o mesmo. - respondi ao garoto aceitando o aperto de mão como cumprimento. Eu já sabia seu nome. - Sim, posso começar agora. Começar logo. - respondi com um sorriso cordial nos lábios.

Quando fui para perto dos outros dois monitores lufanos, cumprimentando Kelly e os avisando que ficaria com a ronda geral, os ajudei a escolher seus horários, mas minha mente já não se encontrava ali. Estava em um outro lufaninho... Matt. Queria muito encontrá-lo e dar um big abraço naquele teimoso além, é claro, de estar morrendo de curiosidade de saber como ele está.

Com: Anne Marie Schleswig Holstein (quase uma npc pq era da nanda), senhor e senhora Winlet e Chris https://www.instagram.com/p/CLJMG0jFH51 ... r20c7m8r3m , todos que se encontram no vagão dos monitores.

Mencionados: Matteo Romazzini e Benjamim (não lembro o sobrenome)

Off: NÃO quero ser alvo de uma peça!
Não revisado.
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Catherine Winlet
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Não há nada que uma boa leitura não consiga resolver ou mudar.
 
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Re: Expresso de Hogwarts 2021

MensagemGrecia [#212989] por Athena Hatzimichalis » 01 Abr 2021, 10:49

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Eu podia ouvir ao longe os comentários sobre o fato de que nós três, o novo trio parada-dura e que na moral, estava mais para o trio mais f*dão de todos, estava indo para Hogwarts. De alguma forma, já tinha sido resolvido isso várias vezes e, para tia Maddie aquilo era um caos. Talvez fosse o ódio dela pela escola em algum momento do passado. Entretanto, poder ter a minha própria varinha, aprender e criar minha própria fama dentro de um espaço que outros ainda não brincaram me parecia mais divertido do que ir para Beauxbatons. Sem contar que me livrava daquela chata da Blanch e sua amiga Rosenkrantz que se achava demais. Era um win-win e eu estava mais do que interessado em colocar fogo no parquinho já que na casa de vovó já não tinha mais graça já que depois da Tia Maddie ela protegeu a casa contra muita coisa. Chatice. Sofrer pelas consequências dos outros não me fazia bem e Tio Sam sabia bem disso, ainda mais por ter nos dado algumas criaturas que foram suficientes para causar um estrago maior na casa que a Tia. O espírito Wolters era demais.

Eu? Eu sou Tyler Wolters, irmão de Trevor. Infelizmente, aquele pamonha brilhante havia nascido primeiro e por isso ele se chama T1 e eu T2, mas não me incomoda. Quem maquina tudo o que fazemos sou eu mesmo, ele é espalhafatoso demais para lidar com o nosso racional. A chegada até a estação estava até então um porre, ainda mais que Brooke insistia em querer roubar nossos doces e achar lindo ficar mostrando com a boca. Por sorte, os meus eu havia escondido bem dela e mais tarde se ela quisesse teria que implorar no chão para conseguir algum. Ou que comprasse algum de qualquer pessoa naquele expresso. Cavalos alados pareciam tão mais legais. T1 estava com Lacoste nos braços e eu agradeci por todos os meus bichanos estarem com Tio Kyle em Ivermorny, já que levar o zoológico não era muito a minha cara. Adentrar na plataforma e logo ser atingido por uma fumaça me fez tossir. Que isso gente! quem havia liberado o Narguile para garotos de 11 anos? Aquilo não era proibido por lei?

- Qualquer lugar é mais bonito que aqui. - Terminei de tossir, tirando a fumaça da minha cara e nem mesmo me mexi para que as pessoas passassem. Eles que olhassem para onde estavam indo. Um Wolters não desvia. Eles que fizessem o trabalho de reconhecer aquele meu trabalho todo. A ideia boa de meu irmão fez com que eu sorrisse de forma marota, algo que não era todo mundo que veria, não mereciam ficar vendo o quanto algumas ideias me entretêm. - Ou de narizes quebrados. Eu gosto destas opções. Devíamos filmar e colocar no Youtube. Próximo ano, preparo a câmera e chegamos mais cedo com nossos tios. Ele nem vai saber - Disse sobre o nosso pai que parecia ter envelhecido 300 anos e agora era o cara mais careta que eu já vi na vida. Entretanto o processo mágico de entrar naquela plataforma pouco me importava. A possibilidade de abrir meu ticket para a minha nova escola e os meus anos sem aqueles todos me irritando e querendo que eu fizesse o que queriam me parecia muito interessante.

Nossos tios se despediram e claro nos lembraram para primeiro aprender o terreno antes de explodir a escola. Aquele era algo digno. Se eu soubesse aonde levar algumas bombas de bosta, não era problemático, não é mesmo? - Boa dica. - Respondi com calma, antes minha mãe beijasse e me abraçasse e eu tentasse manter os segundos ali - Ok, ok, já deu a melação aqui. Espaço, mulher. Eu não sou o Trevor não. - E nunca seria. Meu irmão achava legal aquele moicano ridículo, mas eu, com certeza, preferia algo mais normal. Dava para enganar melhor as pessoas. O meu pai veio com seus sermões e eu concordei que faria o que fosse possivel para manter a ordem – a ordem do caos é claro. Porque eu não era otário e com certeza me divertiria muito ao longo dos próximos meses. - VAMBORA? - Tive de berrar porque parecia que ninguém ouvia, enquanto acenávamos e adentrávamos pensando se eu teria as informações que T1 queria. Os meus olhos começaram a ver que mais velhos pareciam estar indo mais à frente, o que poderia ser um sinal - Os mais velhos e que parecem chatos pra caramba lá pra frente. Agora aonde a mulher que vende doces é algo que vamos descobrir. Por favor, eu entro primeiro. - Sorri maroto para Brooke enquanto subia para a primeira cabine que encontrei vazia. Não iriamos ficar dividindo não...


Eu nem sei o que eu to fazendo.
With Trevor & Brooke.
Ele quer participar da brincadeira – ele pode ser quem criou a brincadeira? hsuashaushasuhsausahasuhsa
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Re: Expresso de Hogwarts 2021

MensagemInglaterra [#212999] por Brienne F. Cailleach » 01 Abr 2021, 16:33

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Digo aquilo que me lembro. Embora, devo dizer, o que me lembro não é de fato o que aconteceu. É o que EU vivi, o que EU senti. Não necessariamente é o mesmo para você, para eles ou qualquer outro com quem divido aquele pedaço de lembrança. E o que seria uma lembrança senão aquilo ligado ao simbólico, ao imaterial, ao sentido? Ao se citar uma memória, invariavelmente criamos outra no próprio ato de sua formação. Por isto, te digo... atente-se ao que lhe digo; atente-se ao juízo de valor que elabora e até mesmo se analise no processo. É gostoso. Construir; desconstruir... faz parte do ser humano esta formação. Quanto mais eu retroceder, mais escassos serão os dados amparados na realidade. Mas, o que seria a realidade?

A minha realidade constitui o fato de ser fruto de vários processos de formação, de várias influências, umas boas outras nem tanto, embora, o conceito de bom e mau seja bem relativo, até para mim, carregados de valor e, portanto, de significados bem diferentes a depender do ouvinte, do leitor, do tempo. Perdi minha mãe ainda em minha infância e claro, isto mexe com qualquer pessoa. Cresci cercada de homens; meu pai, meus dois irmãos mais velhos. Todavia, recebia influência constante das anciãs de minha comunidade. Até hoje carrego suas palavras, seus ensinamentos, sua sabedoria. Elas me construíram, me moldaram assim como meus ancestrais tão distantes quanto a história pode chegar e tão perto quanto os posso sentir.

Por vários anos seguidos fazia aquele percurso. As malas não pesavam tanto quanto o que deixava para trás. De início, aquela sensação infantil de estar abandonando meu pai, agora sozinho; afastando de minhas origens, de minhas crenças, de minhas anciãs. Sentia estar traindo a todos. Posteriormente, o sentimento foi transformando, amadurecendo ou talvez nem tanto. E me fazia questionar a necessidade de uma formação formal de ensino. Se era aquilo o que queria; o que buscava; o que importava. Por que fazia aquilo. Por que todo ano pegava o Expresso para Hogwarts. E por que Hogwarts com tantas outras Instituições de Ensino igual ou superiores em qualidade, embora nenhuma se igualasse ao que era mantido sob segredo, sob uma magia antiga e poderosa que mantinha a unidade de minha comunidade por milênios. Era aquilo que eu queria. Queria estar com os meus, senti-los continuamente em mim.

Meu pai dizia da necessidade de expandir horizontes; estabelecer novas trocas, novas relações; criar novos caminhos. E foi assim onde ele conheceu minha mãe. Os caminhos antigos, no entanto, se cruzaram com os novos e a fusão não lhe foi benquista; antes a mergulhara numa loucura, fazendo-a tirar a própria vida. Seria o que aquilo aconteceria comigo? Nestes novos caminhos encontrei Yegor. Seria ele a minha perdição igual minha mãe havia sido a meu pai, segundo as anciãs? Seria tão ruim o diferente a ponto de te sucumbir? Como isto me atordoava; remexia em meu espírito e, por vezes, me via questionando quão sã eu estava e quão benéfico era o afastar, estar longe, desprotegida. Caminhar sozinha nunca era fácil. Estava eu sozinha, no entanto? Ou a magia de meus ancestrais me protegia, me guiava? Era a minha essência? A minha mãe tinha uma ou teria sido a falta o motivo de sua fraqueza? Seria o suicídio uma fraqueza? Ou força suficiente para retirar-lhe o sofrimento? Era egoísta querer se privar da dor, trazendo-as aos outros de forma tão intensa, duradoura e eterna?

Era nestes questionamentos infinitos que guiavam meus pés para meu quinto ano escolar. - Você vai ficar bem, papai? - fazia aquela pergunta sempre. A resposta era sempre a mesma. Porém, naquele ano parecia demorar um pouco mais. Meu irmão mais velho seria pai, quando nem deixara ainda de ser filho; aquele protegido, debaixo das asas do pai, sob o mesmo teto. Aquilo havia sido motivo do afastamento de meu pai de seu sonho como chefe da Suprema Corte da Confederação Internacional da Magia, embora também fosse pertinente o questionamento se era mesmo este o motivo ou somente uma desculpa para o afastar. Um medo? Uma insegurança? Meu pai também era gente. Gente como a gente, que sente, doí, chora. Ele também tinha suas fraquezas, embora considere melhor vulnerabilidades a melhor definição. Abracei-o com ternura, beijando-o em sua face. Segurei seu perfume o máximo que meu fôlego permitiu para levá-lo junto a mim em lembranças, no físico, em presença.

Senti meu irmão tocar em meu ombro. E sob um sorriso apertado, entrelacei meus dedos ao dele e juntos paulatinamente afastávamos de nosso pai. A cada ano desejando não ser o último como havia sido com minha mãe em meu primeiro ano em Hogwarts. - Ele vai ficar bem... você sabe disto. - meu irmão sorriu, beijando meus cabelos. E em silêncio, quedei minha cabeça sobre seus ombros.


Notes: um cocô, mas, so pra marcar presença nos 45m
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Postado Por: Lili.


Re: Expresso de Hogwarts 2021

MensagemEstados Unidos [#213059] por Brooke Wolters » 02 Abr 2021, 21:54

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Mochila carregada de trotes, tênis novinhos combinando com minha calça jeans e um top maneiro, junto de meu fiel companheiro Rufus. Tudo pronto para o inicio da tortura conhecida como Hogwarts. Sim, seria uma tortura, porque havia pesquisado sobre a escola e, francamente, um bando de bundões era o que tinha passado por aquele lugar. Credo. Bom, eu teria trabalho ali, e junto com T1 e T2, dominaremos aquele lugar e, mesmo que eu preferisse ir para um lugar mais interessante, como Uagadou, me contentaria no meio de burguesinhos idiotas. Por falar nos gêmeos lacração, aquele doce de Trevor parecia muito bom e… - PEGUEI! - Quase gritei em meio a minha ação rápida e nada inocente, tomando a bala explosiva super premium e enfiando de uma só vez na boca, sem chances para o loirinho recuperar. Não que isso tivesse evitado uma reclamação e na primeira oportunidade que tive, abri a boca com a bala toda babada. - Você quer? Então pega! - Eu já sabia a resposta e nenhuma preocupação a vista, deixando meu querido primo desolado. Ou nem tanto.

Isso não evitou uma bronca de papai e precisei fazer cara de arrependida para ele não tomar minha barra de chocolate de desenho. - Mas ele sempre tem mais desses doces e não divide comigo. - Tentei argumentar, sendo completamente ignorada pelo pai mais maldoso do mundo e recebendo em troca um pedala. De novo. Sorte que eu o respeitava, ou teria dado uma joelhada bem nas bolas para ele aprender. -Rufus disse que vai cuidar de mim, então não se preocupa. - Comentei para mamãe, no instante em que encontramos o expresso e a choradeira iniciou. - Francamente mulher, eu não vou morrer, só vou ir pra escola. Apesar, que posso ficar com você, se preferir. - Ultima tentativa de ficar em casa jogando vídeo game feita… mas. NEGADA. Porcaria.

- Vê se não apronta nada e, por Merlin, não seja expulsa, Brooke. - Por que meu pai falava aquele tipo de coisa? Que horror, eu não ia fazer nada, nem pretendia interditar os banheiros do expresso com bombas nas privadas. Eu hein… - Você me magoa sempre que fala assim de mim. Eu sou sua princesinha, não um demônio. Isso eu deixo para aqueles dois ali. - E coloquei a maior cara de inocente que pude, fingindo ser um gatinho abandonado. Se deu certo? Bem, não tomei nenhuma porrada e nem bronca, apenas recebi um par de abraços apertados e uma fungada no cangote. ECA! - É isso, falou! Assim que eu descobrir minha cor, envio uma carta. E pelo amor, mãe, não chora. Ou papai vai cair no chororô e aí eu vou ficar de castigo por um ano por zoar ele. - Eita, lá vem o tapa! Uuuuh! Desviado com sucesso. ENGOLE ESSA!

- Amo vocês, vem Rufus! - Puxei a coleira de meu cachorrinho e pulei para dentro do expresso, seguindo os gêmeos. - Finalmente livres, vamos lá pro último. Falando nisso, querem o que? Explosivins, vômito instantâneo ou bombas de bosta? Sabia que vocês não iam trazer e trouxe um estoque para nós. Rufus, aqui, neném! - Comentei para meus primos, enquanto seguia Tyler para uma cabine vazia e fechava a porta logo atrás. - Seguinte, encomendei algumas coisas também para chegar na primeira saída para Hogsmead, então sem tomar nenhuma suspensão ou coisa do tipo. - E assim me joguei num dos assentos, puxando a mochila e jogando um pacote para cada um, com um ‘kit Brooke’ de sobrevivência. - Usem com moderação, o que me lembra… vocês já pensaram nos trotes que vão fazer esse ano?

With: Tyler e Trevos Wolters
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Re: Expresso de Hogwarts 2021

MensagemBrasil [#213134] por Tales Laustern » 04 Abr 2021, 01:31

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Hogwarts, Estou indo!!!


Aquele era o último dia de férias de Tales, então ele deveria aproveitar muito aquele momento para acabar de organizar suas coisa, foi pegando as roupas que sua avó deixou separado para ele utilizar na escola, as roupas da Grifinoria e os materiais necessários para seu ano letivo. Após conseguir arrumar todas as coisas necessárias, ele passou o resto da tarde e noite lendo sobre a escola e sobre os segredos da escola que estavam escritos em alguns livros que existiam na biblioteca de seus avos, enquanto ele lia um dos livros o pequeno acabou dormindo pois já estava tarde e bem além do horário que ele costumava dormir normalmente.
Ao acordar, o pequeno Tales olha o relógio que estava na cabeceira de sua cama, meio sonolento ainda ele decide deitar mais um pouco, mas rapidamente desperta ao lembrar qual é o dia de hoje. Aquele é o dia de ir para hogwarts, naquele ano ele frequentaria a escola que seu pai frequentou, seria o primeiro ano que ele realmente estudaria em hogwarts, no ano anterior ele tinha ido para Durmstrang, uma experiência única, mas nesse ano ele estará indo para a escola na qual ele pretende se formar.
Ao levantar saiu acelerado para o banheiro para se arrumar, após usar o banheiro ele retornou ao seu quarto e pegou a sua mala, como ele tinha arrumado a mala no dia anterior, ele sabia que estava tudo organizado com tudo o que seria necessário para aquele ano letivo. Ao terminar de pegar tudo desceu correndo para a sala onde colocou as coisas, seu pai apareceu nas escadas com a cara amassada de dormir, tales sorri ao ver a situação do seu pai, pelo visto não foi o único que perdeu a hora naquele dia, sua avó aparece na porta da cozinha.
-Venham comer para irem para a estação. -
Os dois entraram na cozinha e comeram o mais rápido possível, após comeres ambos saíram em direção a porta, o pai carregando as coisas do filho para irem a Estação King’s Cross.

*-*-*-*

Ao chegar na estação, o pequeno anda em direção a entrada da plataforma 9 ¾, onde ele segue e atravessa a parede, saindo na estação, ele é seguido pelo seu pai que está levando suas coisas, ao chegar na estação o pequeno se aproxima do seu pai.
-Obrigado pai, mandarei uma carta por alguma das corujas da escola para o senhor. -
O pai sorri e bagunça o cabelo do pequeno.
-Ok, estarei esperando a sua mensagem, me conte como está sendo a sua estadia na escola e aproveite bastante lá, é um lugar maravilhoso. –
O pequeno sorri enquanto arruma seu cabelo da melhor forma que puder. Da um abraço apertado em seu pai e adentra a locomotiva que está quase saindo, ao adentrar o trem sai em direção a alguma das poltronas disponíveis para sentar e esperar a saída do trem em direção a mais um ano de hogwarts. Ele encontra uma cabine que, por algum motivo está vazia, guarda suas coisas lá e vai em direção a janela no mesmo instante que a locomotiva começa a sair da estação, o pequeno tem um último vislumbre de seu pai antes dele ser engolido pela multidão de pais que estão se despedindo de seus filhos que seguem para mais um ano na escola de magia e bruxaria de hogwarts.



Nota: Quero Brincar

Off: sem revisão
.:1º ano :.

We'll represent the house flag of Gryffindor, Today we meet our destiny, All together... So who are we fighting for?

Vi veri veniversum vivus vici

(pelo poder da verdade, eu, enquanto vivo, conquistei o universo)
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Re: Expresso de Hogwarts 2021

MensagemEstados Unidos [#213228] por Trevor Wolters » 05 Abr 2021, 22:14

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Era uma vez o pequeno, talentoso e calmo Trevor. Trevor era feliz, sendo o primeiro de sua geração, mas sua felicidade não durou muito. Quando o pequeno bebe olhando para o lado, ainda preso no cordão umbilical, sua felicidade murchou. E aquela era a triste lenda da dupla TNT e sua Bomba relogio, aquela era minha historia, onde eu estava preso com aqueles dois imbecis que eu amava em uma cabine de trem, que desejava estar muito mais muito mesmo, mas extremamente distante de qualquer um dos fiscais de corredores, que tia Maddie me referiu como monitores. Aqueles que seria uma vitória conseguir pendurar em um cuecão mágico em um dos vários pregos na parede, mas isso teria que ser outro dia.

E por que a distancia tão tão distante dos monitores? Bem, não sei se já ouviram falar de minha prima, ela é louca, seus neuronios foram substituidos por diabos leles da cuca, e quando digo louca, quero dizer louca legal, não a de hospicio, mas uma que permite uma opinião conflitante a seu respeito, onde eu colocava lado a lado os prós e contras de Brooke ser uma ladra de doces nojenta. Enfim, continuando, ela tinha alguns parafusos a menos que eu e meu irmão pareciamos ter roubado da familia, e aquilo lhe dava certa coragem. Coragem para trazer o tal kit Brooke, que recebi com certa sobrancelha levantanda, enquanto meu pequeno grande Lacoste se agitava em meus Braços o arranhando (embora não pudesse definir se isso se devia a presença de Brutos. Ele sempre ficava bravo na presença de caninos).

-Acho que prefiro a opção mais criativa, mas não vou recusar o kit. - Ok. Bombas fedorentas eram legais, mas minha convivencia com vovo me ensinou que eu sempre devia optar por coisas que não podiam ser notadas, ou confizcadas. Malditos truques de papai antes dele virar um chatonildo de meio idade, voltando. -Será divertido brincar, não é, Lacoste? - E coloquei a caixa embaixo do banco, perto da gaiola do meu reptil de guarda e suas mordidas do capeta. - Quanto aos truques, devo ter uma lista mental, embora acho que não vamos poder fazer uso de Hogsmead. O passeio a vila não tinha algo sobre limite de idade? Tinha no manual. ´ - Insisti, então encarando os dois que pareciam surpresos. O que foi? Eu sabia ler muito bem obrigado coisas que não eram revistinhas, revistas de surf ou partituras de guitarra, e sabia ter de conhecer as regras para quebra-la. Qual o sentido de tentar quebrar a lei se sua ação não é contra ela?

With Brooke e Tyler.
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Re: Expresso de Hogwarts 2021

MensagemItalia [#213246] por Cyn An-Ge Mairi Cavaliere » 06 Abr 2021, 17:42

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O EXPRESSO DE HOGWARTS!
✩ Embarcando pra valer! /Cyn/ Segundo Ano ✩


    A paisagem da janela sempre me fazia viajar em pensamentos. As árvores passavam tão rápido que formavam borrões de formatos interessantes e diferenciados. Eu havia tentando desenhar esta minha visão no ano anterior, mas devido à velocidade da locomotiva, não saiu lá muito bom. "Talvez eu devesse tentar desenhar este mesmo trajeto todos os anos? "Seria interessante ver como meus traços provavelmente mudariam com o tempo. Era algo que eu poderia mesmo levar à serio.

    Bom, no momento, eu estava concentrada em me perder nas nuvens que se moviam do lado de fora, enquanto descansava a mão. O desenho de Beauxbatons não estava ficando do jeito que eu queria, precisava apagar algumas partes para corrigir, isso claro, se eu soubesse exatamente qual era o problema.

    Pensei em Sophie, Etiene e os outros. Eu nunca saberia como eles passam a viagem deles até a academia, porque eu não voltaria para lá. Sempre quis ir para Hogwarts e estava muito ansiosa nos poucos dias que fiquei na nossa escola; mas ai chegar na academia francesa, Hogwarts pareceu apenas um sonho passageiro e distante. Eu precisava aceitar que sentia um aperto esquisito no peito. Queria muito voltar para lá,mas também não queria deixar Hogwarts, mesmo porque eu nem conhecia o lugar direito, pelo menos não "ao vivo".


    Os livros que li sobre o local me fizeram sonhar por alguns anos em frequentar. O grande castelo, os fantasmas, a história e todo o mistério que ela carregava, pareciam coisas de livros de fábulas e ficção e poder finalmente pisar ali era incrível — e dessa vez pelo ano inteiro. Então porque eu sentia falta de Beauxbatons e aquela culpa interna?

    Fiquei pensando nos alunos que foram para Rússia, será que eles também se sentiam daquele jeito? Principalmente os primeiranistas? Será que os outros alunos de Hogwarts que estavam na academia francesa no ano passado estavam passando pelas mesmas coisas? Estava torcendo para esquecer logo sobre o encantamento das Deusas e viver dentro de Hogwarts para valer. Por hora, o que eu poderia fazer era terminar de desenhar cada espaço que eu lembrava da escola francesa e fechar aquelas páginas; logo eu estaria no meu verdadeiro lugar e Beauxbatons será apenas uma lembrança.

    Rabisquei o teto do salão de jantar outra vez; acho que apaguei as linhas bases e desenhei de novo umas cinco vezes. Eu estava querendo jogar os lápis no estojo e simplesmente desistir. É muito frustrante não conseguir mesmo quando você se esforça tanto. Não estava real. Ainda não era daquele jeito.

    É claro que eu não ia ficar sozinha por muito tempo, parecia quase impossível no expresso aquilo acontecer. Uma menina loira se aproximou com cuidado da porta da cabine, acho que eu já a vi antes — Oi, pode ficar aqui sim. Não liga a bagunça dos meus mil papéis e lápis — tentei retribuir o sorriso — Eu estava, acho que meu chápeu denunciou não é? Minha mãe bem que falou para eu não usar, mas foi presente de uma das meninas de lá então eu quis vir com ele— arrumou o pequeno chápeu azul no topo da cabeça — Prazer, Anna. Sou a Cyn — resolvi não falar o nome inteiro, porque daria um trabalho enorme falar tudo — Pode me chamar só de Cyn. Meu nome completo é muito grande. Inglesa, filha de alemão com Italianos... resolveram colocar todos os nomes juntos em uma única criança — riu da própria brincadeira.


------------------------- ------ C Y N A N G E -------------------------------


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Não participará da brincadeira/pegadinha
Cyn An-Ge Mairi Cavaliere

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Re: Expresso de Hogwarts 2021

MensagemJapao [#213406] por Maya Matsuda » 12 Abr 2021, 01:49

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      O som do clique do malão ecoou de forma breve e seca pelo silêncio que estava no meu quarto. Estava tudo pronto para retornar para Hogwarts, algo que, pela primeira vez, não estava me animando e nem sendo a minha prioridade nesse ano letivo que se iniciava. Nunca achei que fosse me sentir assim, mas, depois de tudo que vinha acontecendo, devia ser no mínimo compreensível. Pela graça dos deuses, minha mãe estava viva, bem e principalmente, já estava em casa. Mesmo com todos os males que seu corpo vinha sofrendo, para mim, era extremamente reconfortante ouvir seu coração bater, ainda que ela estivesse desejando o contrário por conta das sequelas do acidente. Eu lamentava muito sua condição atual e faria de tudo para voltar no tempo, se me fosse possível, para evitar todo o ocorrido.

      Engoli em seco a vontade de chorar que tentava se aproximar — algo que, particularmente, não aguentava mais — enquanto observava o meu quarto uma última vez. Bem, pelo menos, até o Natal. Olhei para o belo desenho da cerejeira que havia acima da minha cama e suspirei. Estar em Kumamoto era algo que me trazia paz e esses dois meses aqui não me permitiram isso. Não quando eu visitava minha mãe todos os dias no hospital até que ela tivesse alta. Não era problema para mim ajudar a obaa-chan nas tarefas de casa, mas… que eu estava cansada de toda essa rotina, eu estava. Havia saído de um intercâmbio incrível, porém, extremamente exaustivo. Dizer que minha mente descansou depois de tudo isso era uma terrível mentira e como o estudo na instituição inglesa também não era moleza, só me restava ser forte. Seu eu ia conseguir? Bem… só os deuses sabiam.

      Está pronta? — Minha vó perguntou ao bater na porta do quarto e assenti com a cabeça de forma suave, fazendo o cabelo roçar em meu ombro e me fazer uma leve cócega sobre a pele. Ele estava crescendo e mesmo sendo devagar, eu estava adorando isso. Puxei a alça da minha bagagem, prendendo-a no carrinho, e encaixei a caixa da Vi em cima. Deixei o cômodo e segui pra o quarto da mamãe, ainda era cedo para ela estar dormindo. Mas, eu queria muito que ela estivesse, tornaria a despedida mais fácil. Meus passos fizeram barulho o suficiente para que quando eu chegasse até seu quarto, o olhar dela estivesse voltado para qualquer lugar, menos para mim. Deixei minhas coisas na porta e fui até ela. Era a primeira vez que ela não iria me levar à King's Cross e era um pouco esquisito. Era como se algo estivesse faltando e bem, realmente estava.

      Eu a abracei, mesmo que seu semblante indicasse que não queria isso, mas eu precisava muito ter esse contato. Estava prestes a levantar quando senti seus braços envolverem meus ombros e me apertarem, algo que me surpreendeu. Isso significava que ela estava sentindo minha falta? Sentiria ainda mais com a minha ausência? Porque eu ia sentir. Muita. — Não deixe de treinar e nem de seguir a dieta ou não pretende mais ser uma grande bailarina? — Era óbvio que eu queria e muito, estava me preparando esse tempo todo para isso. Ela era e sempre seria minha inspiração. — Nunca parei. Não vou parar. — Respondi, secando o rosto porque não consegui prender umas lágrimas teimosas. Nesse período que ela retornou para cá, quando a okaa-san não me tratava mal, ela não falava comigo. Era muito vergonhoso para mim ser tratada dessa forma na casa dos meus avós e por mais que eles viessem em minha defesa em certos momentos, não havia muito que eles pudessem fazer.

      Dei um suspiro pesado e me levantei, secando o choro com as costas das mãos. Esse foi o nosso diálogo, ninguém disse mais nada e, provavelmente, foi melhor assim. Seu gesto havia me deixado confusa e não sabia muito bem o que pensar, mas estava feliz com isso. Deixei o quarto, tornando a carregar minha bagagem e fui para a varanda. Era o ponto de partida, literalmente, com a obaa-chan e onde o ojii-chan me esperava para a despedida. Seus braços já estavam abertos para me receber, o que me fez sorrir. E chorar também. Ele era incrível e iria sentir falta de ajudá-lo nas tarefas de casa, a companhia dele era um acalento. — Não deixe de estudar, viu? — Concordei enquanto sentia as mãos dele afagarem meu cabelo, o que me fez chorar de novo. Odiava despedidas, mas essa estava me doendo mais que o normal. Eu não queria soltá-lo, de jeito nenhum. Estava me sentindo segura, sempre me sentia assim quando ele me abraçava. — Pode deixar. — Respondi, desvencilhando-me dele, a muito contragosto.

      A obaa-chan deu um beijinho nele e foi algo que me fez sorrir enquanto enxugava o rosto. Era tão lindinha a relação deles. Por mais que às vezes a vovó se irritasse, o vovô tinha toda paciência do mundo para tranquilizá-la, não se importando com o tempo que levaria. — Até o Natal. — Foram minhas últimas palavras para ele, pois no instante em que segurei a mão da mais velha, deixamos Kumamoto. Foi com muita postura que firmei meus pés no chão de uma esquina próxima à estação. Era esquisito demais encarar o fuso horário. Até pouco tempo, estava escurecendo e cá estava eu, na claridade de mais uma manhã. Encaixei meu braço ao da minha avó e juntas, seguimos para a Plataforma Nove e Três quartos. Ao atravessarmos a passagem mágica, nos deparamos com um local apinhado de gente e também pudera, era o retorno oficial depois de um ano inteiro da escola fechada. Era quase como uma inauguração.

      E aqui, eu me despeço. — Meneei a cabeça ao ouvir isso com um sorriso espontâneo em meu rosto. — Escute seu avô, não deixe de estudar. É muito mais importante que qualquer treino de dança. E se alimente bem também, você precisa. — Consenti com as palavras dela e a abracei. Se minha alimentação dependesse apenas da minha obaa-chan, eu estava bem e muito ferrada ao mesmo tempo. Com ela não tinha essa de comer pouco para afinar o corpo, o negócio era ser forte e saudável. — Eu vou sentir tanta saudade... — Disse enquanto a abraçava. — Eu também. Muita. — A soltei devagar, ao que ela segurou meu rosto com as duas mãos e beijou minha testa, sem seguida, colocou a mão em meu coração. — Se cuide. — Concordei, entendendo o que ela queria dizer. — Nos escreva sempre que precisar. Está bem? — Sorri gentilmente, segurando suas mãos e as beijei. — Pode deixar. — Minha única dúvida era se eu deveria escrever uma carta para cada um ou uma para todos. Bem, decidiria isso quando chegasse a hora de o fazer. — Cuida dela, está bem? — Já sabia que a vovó iria cuidar da mamãe, mas... aquilo era algo que exigia um nível de força e paciência que eu não sabia explicar.

      Pode deixar. — Foi sua respostas. De olhos fechados, recebi um beijo em minha testa e me soltei da obaa-chan. Era hora de ir. Caminhei devagar e ao chegar na porta do trem, acenei para ela que retribuiu ao sinal. Lhe joguei um beijo e acenei outra vez quando estava dentro do transporte e ela fez o mesmo. Mas, quando comecei a caminhar dentro do veículo, quando olhei pela janela, não a vi mais e não sabia se ela já tinha ido ou se apenas havia a perdido de vista. Não sabia que horas ainda era, mas, provavelmente faltava pouco para partirmos. Agora que eu estava sozinha, uma onda de nervosismo invadiu o meu corpo. Não sabia o que e principalmente quem eu iria encontrar pelo caminho. Puxando minha bagagem, segui em busca de uma cabine vazia ou com pessoas que sabia que não iriam falar tanto. Para minha sorte, um rosto agradavelmente conhecido surgiu à minha frente e ao mesmo tempo que fiquei feliz em vê-lo, fiquei surpresa, pois tamanha era a mudança de seu visual.

      Huang-senpai! — Disse, cumprimentando-o. O grifinório havia sido uma das primeiras pessoas com quem falei quando cheguei em Hogwarts. — Gostei do corte. — Me apressei em dizer. Estava diferente, mas um diferente muito bom. Quase não o vi de cabelo solto, mas pelo que Serena havia me contado, era enorme. Na verdade, ele estava todo diferente. Não sabia se era porque eu não o via há tempos… só que ele parecia maior, não só de tamanho, mas robusto também. Se Durmstrang fazia isso com as pessoas, até que não teria sido uma opção ruim para mim. A mamãe ia adorar o resultado em mim e eu também. Queria ter mais corpo, apesar dele não estar me desagradando no momento. Foram umas férias intensas, não deixei de me exercitar, sem falar que quase todos os dias ajudei o ojii-chan a carregar lenha. Quando o chinês me ofereceu ajuda, não recusei. Ele me guiou até uma cabine e felizmente, só havia uma pessoa nela. Toda minha bagagem, incluindo a Vi, continuou com ele e com muita simpatia o agradeci.

      Me sentei de frente para uma menina que eu sabia que era da Lufa-Lufa, apesar de não falar muito com ela. — Com licença. — Disse, fazendo um aceno com a cabeça e ela fez o mesmo, exibindo um sorriso. — Toda. — Respondeu. — Gostei das meias. — A morena disse, o que fez meu coração aquecer. Eu adorava minhas meias e era legal ver que outras pessoas também curtiam. O par da vez era uma meia sete oitavos preta do Totoro, com o sorrisinho dele e um coraçãozinho. Combinavam com o vestido jeans curto de alça que estava em meu corpo, juntamente com a blusa de manga branca que estava por dentro. — Obrigada! — Agradeci animada. — Está servida? Foi minha mãe que fez. — Em suas mãos, havia uma vasilha com sonhos de doce de leite em tamanho pequeno. O cheiro era delicioso. Bem… um docinho não ia fazer mal a ninguém, ia? Só não podia exagerar. — Obrigada. — Peguei apenas um, só para não ser mal educada. Depois de morder o primeiro pedaço que parecia derreter em minha boca, tornei a falar com ela.

      É María Inés o seu nome, não é? — Ela sorriu e consentiu. Estava feliz por minha memória não me trair. Ainda mais com gente da mesma casa que eu. — E você é a Maya, amiga do T’. — Era bom ver que tínhamos amigos em comum. — Isso. Você o viu por aí? — Dei as mordidas que faltavam, finalizando o doce e ela logo me ofereceu mais, mas recusei. — Eu não posso exagerar, mas obrigada. — María não se sentiu ofendida e continuou comendo suas guloseimas. — Ainda não, mas ele deve achar a gente. — Ri do comentário dela porque era uma verdade, T’Challa não costumava ficar parado e a gente sempre se esbarrava dentro do Expresso. Então, só precisava esperar meu amigo aparecer e torcia para que fosse logo, estava morrendo de saudade dele. Na verdade, de todos os meus amigos. Havia dois meses que eu não recebia notícias deles e vice-versa. O que me fazia duvidar um pouco se eu ainda tinha amigos… torcia para que sim.

      Um aluno mais velho adentrou na cabine e sorri, acenando discretamente para ele enquanto se acomodava. “Mais um lufano”, pensei. Lembrava dele. Em Beauxbatons, ele pertenceu à mansão de Morrigan. — Bom dia. — Disse, olhando diretamente para ele. Eu não lembrava o nome dele e dessa vez, minha memória me traiu, isso me deixava um tanto constrangida porque não estava sabendo como dialogar. O que me levava a pergunta: ele queria dialogar? Não que eu estivesse uma das pessoas mais falantes no momento, mas tinha de demonstrar minha educação e simpatia. Ele provavelmente entrou aqui porque era um lugar em que ele não conhecia ninguém e de repente, quer um pouco de paz. — Oi! — Falou a colombiana. — Quer um pouco? — Havia tanta ternura em seu tom de voz que era quase impossível resistir àqueles quitutes. — Estão muito bons. — Incentivei. — À propósito, me chamo Maya. — Comentei, estendendo minha mão de maneira formal.


      WITH: Família (NPCs), Yatogami Huang, María Inés Ramírez (NPC) e Tom Eduard II.
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      NOTES: Enfim, chegamos.
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Re: Expresso de Hogwarts 2021

MensagemEstados Unidos [#213450] por Beverly C. Harrison » 13 Abr 2021, 02:06

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[
- Egito?Achei que todos oa alunos da Africa fossem para Uagadou.Tanto pelo clima como por questões culturais Acho que isso é Inédito por aqui, mas agora o que você etava fazendo no frio do norte ?O choque termico é absurdo. Seu corpo deve ser muito forte[i]"Eu obviamente torcia para que fosse bem forte por baixo daquela roupa com belo de um tanquinho para ser apreciado", para aguentar isso todos esses anos.Eu já detesto o frio da Escocia.E agora depois de um ano na academia francesa eu vejo que realmente fui feita para o calor e a agua da França, esse ano eu gostaria muito de estar por lá, mas meu pai jamais permitiria.Será que você conseguiria compensar essa proibição me esquentando no inverno? - Droga eu não poderia ser mais sutil.Dei de ombros como se fosse totalmente sem segundas intenções.Prendi o cabelo num rabo de cavalo e voltei minha atenção ao gato sentindo um risinho talvez curioso? Para cima de mim não sabia ao certo esperava que sim fosse de curiosidade, afinal, os misteriosos são os melhores e eu realmente esperava que fosse um olhar de curiosidade eu adoraria conhecer melhor aquele misterio esmeralda  tive vontade de tentar acariciar o gato(que não era um gato), para chamar a atenção de seu dono, mas minha intuição disse que como  era um animal diferente, parecia um selvagem, talvez não fosse uma boa ideia, parei a mão no meio do caminho encarando o dono do animal encarando seus belos olhos verdes, mas estava muito bem treinado, sentado ao lado de seu dono gato fazendo até minha coruja se acalmar no poleiro da gaiola e encostando a cabeça no metal de "sua casa". Era estranho algo em Horus me intrigava,ainda mais quando disse que não se importava com o frio Mas eu não sabia ainda o que era teria de continuar  minha "investigação" para sanar minhas dúvidas. Ele parecia fechado, mas ao mesmo tempo amigável, me sentia um pouco perdida - Então por quê Hogwarts e não BeauxBatons? - Já que você não liga para o frio talvez não se importe de me esquentar durante o inverno, da maneira que você achar melhor. O que acha temos um acordo?[Eu só conseguia pensar o tempo todo  em como segurar a atenção daquela obra de arte na minha frente

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Re: Expresso de Hogwarts 2021

MensagemJapao [#213549] por Maya Matsuda » 17 Abr 2021, 12:50

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Norris Blackwood :: Americano :: 7º ano :: Lufa-Lufa

.:: Mad ::.


    Por mais que estivesse adorando o novo rumo de sua vida, o ânimo de Norris era o menor possível. Não tinha como dizer que iria passar porque ele não sabia se iria e se passasse, quem iria passar era Darien e dessa para melhor, o que seria ainda pior para o ex-morrigano. Quando tudo finalmente estava se encaixando, o destino mexeu seus pauzinhos e o desgraçou novamente. Ele se considerava um tolo. Nunca havia se dado bem na vida, então, deveria ter esperado que uma hora tudo iria naufragar. “Por que ele precisava ser feliz com a pessoa que amava?”, era o que o americano achava que o Universo jogava em sua face, deixando claro que ele não merecia nada que lhe fizesse bem.

    Quando descobriu que seu namorado estava doente. Não era algo simples e sim, um doloroso e cruel câncer em seu sangue. E Norris só descobriu porque Darien havia passado tão mal que, ENFIM, considerou relevante alertar ao seu parceiro que estava morrendo. O Blackwood estava put*, extremamente chateado por tudo isso e por ter descoberto tardiamente, mas não podia externar. Não por completo. O modo rude como o McAlister lidava com sua doença lhe impedia de tomar qualquer atitude positiva. Até quando conseguiria engolir tudo aquilo? Ele não sabia, mas esperava ser forte o suficiente. Morrigan era sua deusa protetora, não? Não era religioso, no entanto, acreditava nas características que lhe escolheram para a mansão púrpura, principalmente, na perseverança.

    Por isso, concordou com a ideia de mudar de escola. Tinha de estar por perto e ajudá-lo o máximo que conseguisse. Não tinha cabimento continuar em Beauxbatons e deixá-lo sozinho na condição em que se encontrava. Era estranho estar em Londres sem ser a passeio. Ao chegar na estação King 's Cross, não demorou para seguirem para a passagem para a tão conhecida Plataforma Nove e Três Quartos. De mãos dadas com Darien, o Blackwood seguiu para o interior do expresso de Hogwarts, sem notar as pessoas ao seu redor. As malas de ambos magicamente foram transportadas para o bagageiro, algo que considerou muito prático. Só precisavam achar uma cabine vazia e o mais distante possível, para que não tivessem companhia. Mas, ao ver que seu namorado estava pálido, entrou na primeira que considerou relevante.


    — O que foi? — Perguntou ao sonserino e obteve uma resposta positiva, e que havia ficado indignado com a escolha de monitores daquele ano. Foi com esforço que não revirou os olhos. — Monitoria é um pé no saco, o bom de ser transferido é isso. — Sabia como era trabalhoso. Andar na linha não era algo que o agradava, dedurar seus amigos quando faziam besteira, entre outras duras exceções que um monitor possuía. Mas não podia decepcionar seus diretores, gostava demais do monsieur Mukhtar e Mme LeFay. Além disso, havia uma aposta secreta com Darien que o motivou para tal. Na época, havia achado divertido, mas Norris pensava se isso não havia intensificado o mal que assolava ao namorado, por ele ter feito mais esforço que o necessário. Lhe doía pensar nisso.

    Ao recostá-lo em seu assento, Norris sentou-se ao lado e repousou a destra na coxa do sonserino, acariciando-a com o polegar. Ele sorriu ao ouvir seu pedido para que fosse selecionado para a casa esmeralda, realmente isso, não desejava ficar longe de seu melhor amigo num território novo.
    — Também espero. — Respondeu. Darien lhe perguntou se podia dormir um pouco, desejando também que lhe avisasse se Claire aparecesse. Obviamente ele não reclamou quanto a isso. Sabia que o corpo de Darien estava reagindo a quantidade de medicações contra o câncer e quanto isso o deixava indisposto. — Tudo bem. — Disse, beijando a lateral de sua cabeça, em seguida recostando a própria sobre a poltrona, relaxando o corpo.

    Não sentia sono e por saber que a viagem seria longa, pegou um caça-palavras que estava embrulhado em seu bolso para se distrair com aquilo enquanto tivesse paciência.

Avec: o crush, Dear Darien
Mention à: Khalil Mukhtar, Viviane LeFay et Claire Zlatarov.
Note: QUERO participar da brincadeira! (Não notifiquei no post da Maya ali em cima, mas ela também está!)
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