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Le Bibelots Fantastic (Shopping Beaugrenelle)

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Re: Le Bibelots Fantastic (Shopping Beaugrenelle)

MensagemFranca [#185425] por Jennyfer Gwaine » 01 Ago 2018, 23:34

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Namorar. Quão esquisito era pensar dessa forma, desde que o rapaz em questão havia sido motivo de tantas lágrimas, por tantos anos. Podia ainda ouvir a voz de B na minha cabeça, me recriminando em todos os aspectos por esperar pelo mélusino, infelizmente, foi algo muito involuntário. Ele era desleixado em tantos níveis, desatento, tão encrenqueiro e mesmo assim, cada vez que sorria, podia sentir uma parte do meu coração bater mais forte. Meu aniversário havia sido dois dias antes, e estava mais do que feliz em poder comemorar com ele, de um jeito tão mais descontraído. Claro que, uma loja de bugigangas trouxas não era o ideal para férias, mas estávamos no shopping e eu precisava acrescentar algumas coisinhas na minha lista de material desse ano.

- Um gatinho foi detectado com sucesso. – Logo que o vi entrar na loja, me esgueirei pelas suas costas e falei em um tom mais alto, sem esconder o sorriso de animação. Já tinham algumas semanas desde a ultima vez que o vi, já que precisei viajar com meus pais e irmã para a Holanda, afim de resolver alguns problemas pessoais do meu pai. Então, revê-lo, poucos dias antes das aulas recomeçarem, me deixou mais empolgada, teríamos uma tarde inteira para curtir como namorados, e isso nunca havia... acontecido comigo. E pensamento bem, talvez tivesse acontecido, mas nunca com alguém tão importante. – Você se tornou um rapaz pontual, vou ter que tomar mais cuidado. – Um novo sorriso e então aproveitei para abraça-lo com força.

Alguns minutos depois, mesmo sem querer, o soltei. – Eu também senti saudades, e sabe do que mais? Na próxima viagem, você vem com a gente. Sem mais essa de viajar sozinha! – Claro que a reação dele foi a esperada, mas porque não ficar surpresa? Tudo naquele mélusino – vulgo cada vez mais forte, era uma incógnita pra mim. E quanto mais tempo se passava, mais despertava a curiosidade do meu lado apaixonado. Se é que era possível. Me movi para mais longe, voltando até a fileira onde tinha encontrado alguns itens para pintura e um novo conjunto de lápis coloridos. Ouvindo os comentários do rapaz, me limitei a um sorriso curto e então apontei para os livros mais altos. – Se importaria de alcançar o da capa laranja? – Minha irmã adorava contos românticos, eu levaria um pra ela.

Os trouxas sempre foram motivo para grande fascinação da minha parte, muito embora a magia nos fosse útil e muito prática, toda a criatividade deles era muito chamativa. – Obrigada. – Agradeci, logo que tive o exemplar de João e o Pé de Feijão em mãos. – Você tem ideias do que podemos fazer? Eu já acabei de escolher o que eu quero. – Comentei buscando o olhar do namorado e segui na direção do caixa. Eu não esperava que ele fosse dar uma ideia do estilo ‘’fugir para algum lugar a sós’’, mas ainda assim, a ideia não me parecia nenhum pouco ruim a se cogitar. O pensamento em questão me fez sentir as bochechas arderem, e pedi a Merlin, internamente, que não o deixasse perceber.


Notes: Voltando a pegar prática, antes de ir pras oficiais. uheuheuheuhe
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Postado Por: Joyce Dayanne.


Re: Le Bibelots Fantastic (Shopping Beaugrenelle)

MensagemRussia [#189610] por Alik Yuriev » 07 Mar 2019, 21:07

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    O que exatamente fazíamos na França ainda não sabia ao certo e cá entre nós também não fazia tanta questão de saber. O caso é que estávamos acompanhando nosso pai, pelo menos Sasha, Uri e eu em uma ‘viajem de homens’ como nosso pai anunciara e por acaso ou não tal viajem coincidia no dia seguinte ao aniversário de Sasha.

    Óbvio que houve a pequena reunião familiar como sempre ocorria em cada aniversário alí, mas no dia seguinte estávamos pegando o primeiro avião da Russia para a Paris e mesmo que no início nosso pai realmente tivesse assuntos para tratar com alguns ministros locais não demorou que o verdadeiro motivo de estarmos todos o acompanhando.
    Ninguém o questionara com aquela viajem repentina, ainda mais acompanhado por nós três coisa que dificilmente, para não dizer raramente, acontecia. Mas assim que a noite do primeiro dia chegara nosso ilustríssimo pai deixara claro o porquê havia reunido orgulhosamente seus herdeiros, explicando cada detalhe do “rito” de maioridade de Sasha cujo qual todos passaríamos um dia ou pelo menos fora o que havia entendido.

    Sinceramente não invejava Sasha naquele momento, nem um pouco e o único remorso de não poder ir pelo menos conhecer o tal lugar mencionado por nosso pai era unicamente por ter que ficar trancado no hotel na companhia de Uri. Sim, o pirralho bostinha cujo qual não havia voltado a falar desde todo o acontecido na escola e mesmo que jamais fosse admitir da boca para fora, em determinados momentos da longa conversa de nosso pai sobre a viajem e tudo que aconteceria naquele fim de semana intimamente temi que Uriah por alguma razão abrisse a boca ou deixasse algo suspeito transpassar seu semblante.

    - Boa sorte.- Dei de ombro assim que Sasha passara por mim, estendendo a mão para cumprimentar o mais velho com um toque de mãos sem desequilibrar o saco de batatas chips que trazia na outra mão junto com o refrigerante retirado do frigobar, seguindo para a cama cuja qual já havia declaro posse assim que chegamos no hotel.
    Não veria nem nosso pai ou o Sasha durante todo fim de semana, mas no fundo também não desejava ver Uri por mais confortável que estivesse aquele quarto ou por mais que tivéssemos acesso livre ao serviço de quarto para pedir o que quiséssemos comer.

    Bastara Uri passar uma, duas, três vezes pelo quarto para que por fim eu desligasse a televisão e procurasse um casaco na mala que havia trago para deixar o quarto do hotel e instantaneamente barrado por um dos seguranças deixados por nosso pai do lado de fora no corredor.– Será que posso ir no shopping aqui perto? Meu pai não disse que não podíamos sair, só que não podemos ficar sozinhos.- Passei os olhos entre um e outro ali até receber um aceno de cabeça de Ivan o mais cara fechada, barbudo e portando quase dois metros de altura.

    Uma das melhores invenções do mundo trouxa cuja qual só tínhamos acesso fora da escola em época de férias era o celular e internet. Bastava alguns cliques e um taxi estava na porta, mais um clique e uma busca rápida para que tivesse em mãos a lista e endereço de lojas e shoppings próximos ao centro e também ao hotel onde estávamos hospedados.
    Shopping Beaugrenelle este seria o paradeiro, não sabia muito bem a língua local, mas sabia onde ir justamente por ter ouvido Sasha comentar sobre o local durante a viajem. Talvez por ter estudado tantos anos na escola francesa o mais velho tivesse ouvido falar do shopping e da loja bruxa famosa que havia ali.

    Em parte seria bom ter a companhia de Sasha pelo menos para traduzir algumas frases que aquele povo teimava em pronunciar com a boca fechada e que sinceramente não entendia metade das palavras e pelo jeito de Ivan o homem também não entendia ou não fazia questão alguma de prestar atenção em tais conversas ao redor, mantendo-se frio sem emitir um som se quer durante todo o passeio o que convenhamos era um sonho realizado e em plena paz e silêncio sem necessidade de manter qualquer diálogo social obrigatório pude visitar a loja de artigos trouxas.
    O que chegava a ser meio irônico já que fora da tal loja existia várias outras lojas com artigos trouxas com donos e fregueses trouxas, claro que em tais lojas dificilmente seriam aceitos elfos, duendes e outros seres mágicos como dentro da Le Bibelots Fantastic, mas se era itens trouxas que as pessoas procuravam porquê não comprar diretamente no mercado trouxa?

    - Preciso que você pague isso, certamente não irão vender algo do tipo a alguém menor de idade mesmo não tendo fio de corte.- Voltei-me em direção ao segurança erguendo em mãos uma catana de tamanho real envolvida em sua bainha de preta com detalhes dourados.



Off: só pra introduzir o contexto dos acontecidos -q
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Postado Por: Jack.


Re: Le Bibelots Fantastic (Shopping Beaugrenelle)

MensagemEstados Unidos [#189830] por Madeleine Wolters » 31 Mar 2019, 00:49

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- E então é verdade? - Andei em direção a loira que eu não via fazia um ano quase. Não que eu ligasse para metade dessas garotas que estudavam na Brigit, mas ela, a princesa, a gente nunca esquece. - Jamais imaginei você metida pelos lugares normais da França. Diz ae, então é verdade que você se meteu em encrenca e agora está aqui com os meros mortais? - Sorri, cruzando os braços a ver que a garota até parecia mais velha que o esperado ou talvez mais alta? - Qual foi a merda que você fez para que conseguisse ser expulsa do castelo? Eu posso começar... - Não tinha sarcasmo na voz, somente uma realidade que eu conhecia bem. Ser expulsa de casa por ser diferente ou lidar com um mundo completamente maluco que não merecia o nosso mundo. - Saí de casa depois que meus pais descobriram que eu sou uma oclumente nata do fogo. Culpa do tribruxo. Mas não posso reclamar: agora tenho vida própria... e você?

Entre festas e diversas coisas acontecendo em minha vida, pouco me reportava a Beauxbatons. Era difícil me envolver com a Máfia quando se tinha um novo bando cuidando deles e, talvez com uma princesa envolvida no submundo fosse mais interessante. - Eu estou indo com uma galera para uma festa, dentro das bugigangas - Sorri de novo apontando para o lado. - É claro que você está convidada, mas sabe como é. Só se você está disposta a conhecer gente nova. Curto a Pinky, mas ela no meio da gente pode ser um problema... - Nada contra a metamorfomaga, mas as chances dela sair drogada da festa e eu ter que resolver a parada era muito alta. Tava fora de treta como essa.

Poderia ouvir por algumas horas, mas não mais do que isso. Vai que ela fosse covarde o suficiente para lidar com isso. Ou quem sabe... alguém fora das asas paternas pudesse se transformar em algo que pudesse nos divertir - E ai?


Com Anya... pq Maddie curte ajudar as pessoas -sqn
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Postado Por: Dih.


Re: Le Bibelots Fantastic (Shopping Beaugrenelle)

MensagemRussia [#189865] por Anya Yuriev » 31 Mar 2019, 20:24

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Uma princesa sem castelo.
Capítulo primeiro.


O tédio dominava toda a manhã da jovem princesa. Junto com o tédio, batia aquele estranho sentimento de… Vazio. Era algo que não era exatamente capaz de identificar o que era, mas podia descrever como estar dentro de um abismo em si mesma sem conseguir ver a luz sobre sua cabeça. Respirou fundo, se largando na cama por uns minutos. Sua vida inteira parecia passar por sua cabeça com uma lupa crítica lhe mostrando o que ela tinha feito de errado em cada momento. Dando uma importância enorme que não merecia de fato. Era um estado perigoso aquele, num território mais danoso ainda. Se continuasse daquele jeito, o peso que sentiria seria incapaz de lidar, portanto ela não ia mais conseguir sair daquela cama. Deslizou os dedos da mão direita sobre seu braço esquerdo. Tentava fugir da auto reflexão tão tóxica o mais rápido possível. Deixou-se depositar um pequeno beliscão em seu braço esquerdo e se obrigou a se inflar e pular para fora da cama. Já estava claro em sua mente do que precisava. Uma fuga rápida, um escape, uma grande distração. Foi para o banheiro, deixou a água lavar a negatividade e sentiu ela descendo pelo ralo como uma sujeira. Fechou os olhos, aproveitando a sensação da água na pele. Estava se sentindo mais relaxada.

Ao sair do banho, com a atitude renovada, a loira tratou de procurar sua melhor roupa casual para passear. Precisava se sentir linda. Remexeu suas coisas em busca de um vestido bonito. Acabou por encontrar exatamente aquele que sua mente visualizava, o vestiu com uma lerdeza desnecessária, sentindo o toque do tecido arrastando por sua pele. Sentia o aroma frutado dos seus cabelos molhados, enquanto passava por eles o pente de cerdas largas. Se perguntava onde a amiga animada estaria naquele dia, não sabia dizer ao certo, lembrava-se vagamente de algo que ela tinha falado sobre onde ia, mas… Anya não estava prestando atenção, nem um pouquinho. Passou em pontos estratégicos seu perfume favorito, sorrindo com certa nostalgia que o odor lhe trazia. Calçou sandálias confortáveis. Pretendia passear o dia todo, tanto quanto fosse possível, ainda não sabia para onde iria, mas queria muito um lugar diferente que não lhe trouxesse qualquer tipo de lembrança. Secou os cabelos para garantir que suas ondas não ficassem descoordenadas ao secar. Completou o visual com uma corrente com um pingente delicado que era bem a cara dela. Sorriu para sua imagem no espelho. - Você está linda, Anya. - Disse para o reflexo antes de fazer uma maquiagem leve. Estava pronta para sair.



Como tinha ido parar em uma loja de artigos trouxas para bruxos? Anya não sabia dizer ao certo, só parecia o lugar mais aleatório com algum potencial de diversão que poderia ir. Nunca tivera contato com itens trouxas, queria saber o que poderia ter lá. Que tipo de tecnologia eles utilizavam? Eram tantas perguntas. Foi andando pela loja, olhando cada item com curiosidade. Era engraçado não reconhecer nada ali, era tudo tão estranho. No geral, não sabia para que nada ali servia, mas pensava em comprar algo com potencial de interesse. Talvez comprasse algo para cada um dos irmãos, já prevendo as caras confusas com um presente tão inusitado. Era difícil não pensar neles. Será que também pensavam nela? Não importava.

Naquele lugar tão diferente, a última coisa que esperava era encontrar alguém conhecido. Além disso, não esperava mesmo encontrar alguém que estivesse disposta a conversar. Então pode-se prever o pequeno susto da jovem russa quando uma garota de aparência familiar começou a falar com ela. Analisou suas feições por um momento, tentando lembrar do nome. Era Maddie, não era? Algo assim. Mais surreal que aquele encontro por acaso, era a garota já chegar abordando o assunto mais delicado de sua vida. Deu um passo para trás como que para estabelecer uma distância segura. Deu de ombros para ganhar tempo antes de responder sua pergunta. - Sabe como é… Minha família é um tanto rígida. Não estava dentro dos padrões aceitáveis repetir dois anos. - Respirou fundo. - No final, era ir para um convento, o que para mim estava completamente fora de cogitação, até porque nem religiosa eu sou, ou ir para a rua. Digamos que eu tive sorte quando optei por essa segunda opção. - Lançou um sorriso social. Como se o que tivesse acabado de dizer não desse uma vontadezinha de chorar.

Não esperava que a garota ali fosse convidá-la para se juntar a ela em uma festa. Ponderou a ideia por alguns instantes em silêncio. - Eu estou sozinha, de qualquer modo. - Disse quando ela comentou sobre não querer a presença da Pinky lá. Não sabia bem o motivo para isso, mas também não sentiu vontade de perguntar. Pensando bem… A proposta dela parecia uma boa oportunidade para esquecer da vida. Estava precisando de distração, não estava? - Eu adoraria ir com vocês.
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