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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Marché aux puces

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Re: Marché aux puces

MensagemItalia [#184690] por Lúcifer Holtreman » 02 Jul 2018, 08:58

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- Perdoe-me, não quis lhe ofender.- Falou rapidamente para o menino mais novo, dando um passo pequeno para trás. De uma maneira bem engraçada e diferente, a italiana se envolvia com pessoas mais novas, talvez devido seu convívio durante todos esses anos em sua igreja. Algo dentro da menina facilitava a interação, mesmo que nem sempre iniciada da melhor maneira, como acontecia naquele dia, com Pietro e Lothar. Podia contornar esse tipo de situação com facilidade, mas não significava que não ficava sem graça por alguns instantes. Uma das mãos subiu até os lábios, passando delicadamente a ponta do indicador ali, como um pequeno tique em momentos de timidez, antes de respirar fundo e sorrir com o jeito animado de Pietro, algo que a quintanista sentiu durante a ausência do menino. Por mais que tentasse evitar, não conseguiu conter o girar de olhos com o apelido que havia ganhado de Hulluppen, mas ainda mantendo um sorriso nos lábios. Já estava acostumada com mil variações de seu nome e, havia um longo tempo que desistiu de enraivecer devido a isso. Apenas ignorava e continuava a vida, já que uma ‘brincadeira’ não era motivo para deixá-la tão brava. Afinal de contas, não foi Jesus que disse para perdoar os irmãos?

- Só não termine com todos eles, tudo bem? Lembre-se que também existem pessoas que comem pudim!- Comentou com um tom divertido na voz, em resposta às palavras divertidas de Pietro, voltando para mais perto dos pequenos (ou nem tanto assim). Tentou até continuar a falar com o recém conhecido, porém, Pietro tomou a frente e Lúcifer agradeceu mentalmente por isso. Sempre tivera um pouco de dificuldades em iniciar conversas e, já que não estava sozinha daquela vez com outro ser, ficaria mais tranquila. Só que, ao notar o conteúdo da conversa, seu corpo travou levemente, e seus olhos foram rapidamente para a direção do Lothar, temendo que ele não fosse mágico, enquanto sua mão direita ia para a varinha dentro do bolso, apenas por precaução. Mesmo que o pensamento de Pietro tivesse lógica, a italiana ainda estava preocupada e só pode relaxar quando Zahkliisos confirmou ser um bruxo. Um suspiro baixo escapou pelo lábios da mais velha e deu de ombros, antes de finalmente conseguir falar. - Eu sou igual ao Pietro, já que sou nascida trouxa… Não gosto muito desse rótulo, já que todos são iguais aos olhos do Pai. - Disse com uma voz tranquila e natural, até perceber que provavelmente os meninos não entenderiam o que falava e mudou de assunto. - Não fique preocupado com isso, Lothar, também tenho dificuldade com feitiços e sou uma das mais atrasadas de meu ano. Porém, sou ótima com outras coisas.. E, isso não é justo! - Apontou para os ursinhos de pelúcia de ambos e ficou com uma careta desapontada.- Eu sou a única que não tem um companheiro de pelúcia!- E pronto. Lá estava uma ‘demônia’ emburrada, já que não aceitava a ideia de ser a diferente.

- Assim que voltar para Beauxbatons, vou tentar arrumar um também… Por falar nisso… - Olhou para o dono de Serafim (que olha só a zoeira, também fazia parte do mundo de ‘Lúcifer’, mesmo que não como ela gostaria) e cruzou os braços. - Você também irá para a academia francesa? Nunca te vi por lá. Se for, você vai gostar bastante, porque lá tem mil e uma coisas que não envolvam feitiços para fazer! Aah.. uma coisa importante, e vale para os dois: cuidado com uma menina chamada Pinky… Ou ela fará roupinhas para os companheiros de vocês!
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Re: Marché aux puces

MensagemAngola [#184746] por Jacob Hans von Bückler » 04 Jul 2018, 11:24

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Holidays!
Ato #002

    Esse meu jeito de viver, ninguém nunca foi igual! A minha vida é fazer... O bem vencer o MAL! Pokémon. Sabe, lançaram recentemente um joguinho de Pokémon e, infelizmente, aparelhos como celulares e tablets não funcionam no mundo bruxo. Logo, estava deixando de lado o meu sonho de me tornar um mestre Pokémon, mesmo sabendo que sou um bruxo e é bem mais interessante realizar magia, sempre quis um goldeen. Biscoito me repreendeu quando descobriu esse meu gosto pelo peixe dourado, talvez, por isso tenha escolhido Bidú como animal de estimação. Por falar naquele peixe tagarela, o que ele deve estar fazendo agora? Algo que, certamente, só saberei quando retornar para casa.

    Eu não me responsabilizo por Biscoito. Mesmo com a cirurgia bariátrica ele não vai resistir aos pudins da Beauxbatons! — Sorri em resposta a sugestão de Lúcifer. Um pequeno diálogo formou-se entre nós. O menino chamado Lothar e seu boneco de chifres medonhos pareciam ser legais. A garota mais velha eu já conhecia, até pela nossa semelhança de sermos nascidos de pais não-mágicos. — Eu estou indo pro quarto ano e adoro feitiços. Não me dou muito bem com etiqueta. Pelo menos, quando sai de lá, era a Sra. Revolverheld nossa professora. Não gostava muito de meus trajes e sempre tentava arrumar meu cabelo... — Fechei a cara ao recordar aquelas lembranças. Biscoito, já tinha começado a dormir em meus braços. Suspirei. — Enfim, eu posso te ajudar a encontrar um amiguinho, Luciferina. Sabe, conheci Biscoito na loja de artefatos mágicos. Foi amor à primeira vista. — Falei diminuindo a voz, o ronco do macaco já começava a me incomodar. — Acho que ele quer tirar um cochilo. — Concluí, mostrando o peludo de cabeça para baixo já na posição preferida para a soneca.

    Quando a quintanista nos aconselhou para ficarmos longe de uma garota com nome de estrela do rock, algo fez meus pulmões contraírem e não foi a respiração. Será que estava tuberculoso? Maneei a cabeça para os lados, espantando aquela ideia. Retornei a conversa e logo me posicionei sobre aquele desaforo que seria vestir Biscoito. Já tentei diversas vezes vestir o peludo, mas ele sempre esperneou e rasgou as vestimentas produzidas por mim. Tudo bem que não eram nada convencionais, pois meus dotes manuais se restringem apenas a fazer pipa, jogar bola e segurar a varinha. Certamente, meu companheiro não iria gostar de ser vestido por uma desconhecida.

    Não acho... — Fui interrompido pelo macaco, que acordou quase me fazendo saltar de susto. Senti meu coração acelerar. — Você não quer! — Alteei a voz na direção dele. Voltei minha atenção para os outros dois ali presentes. — Ele não quer ser vestido pela menina de nome de estrela de rock de... — Franzi o cenho. Quantos “de”, não é? De... — Ele não quer e se ela quiser vestir ele, terá que passar por cima do meu cadáver! — Falei sério. Ou me subornar com um pedaço de pudim, ai sim, ela poderá até me vestir!

    With: Lúcifer Holtreman e Lothar Theodor Zahkliisos;
    Tagged: Isabelle Revolverheld e Pinky Droiturière;
    Notes: Pietro, sendo Pietro .q
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    ..................................................

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Re: Marché aux puces

MensagemRomenia [#184818] por Lothar Theodor Zahkliisos » 09 Jul 2018, 19:54

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    Serafin não confiava na menina com nome de demônio ou no adolescente da pelúcia. Ele dizia que a qualquer momento eles iriam lhes trair ou lhes machucar, roubando tudo o que lhes fora comprado ou simplesmente fazer algum tipo de maldade, se não agissem antes. Mas, ainda assim, mesmo que tivesse acostumado ao bullying americano, Lothar não ouvia. Sempre pensava o melhor das pessoas e, por mais que seu amigo estivesse sendo arisco, ele o protegia, apertando forte seus braços finos a sua volta. Ninguém machucaria o urso. Aquilo era um juramento, juradinho. Como aquele que anos atras fizeram no velho cemitério da família, quando se conheceram, e ele iria cumpri-lo.

    “Não se preocupe, eles são amigos, a princípio, parecem legais” Falava mentalmente em tom protetor e distraído em mais um de seus devaneios do mundo da fantasia, um dos milhões que tinha por dia, então voltando ao mundo real com um baque, já encarando o menino moreno com olhos sonhadores, infantis e cinza claros, de repente iluminados pela realização. -Beauxbatos? Estou indo para lá! - Falava de forma extrovertida e animada. Seriam todos os alunos de lá mais gentis que os americanos malvados? Se assim fosse, ele estava mais ansioso que antes para o início das aulas. -Eu e Serafin vamos ser transferidos para o terceiro ano de lá. Estávamos em Ivermont até ano passado.

    E então foi a vez da menina demônio mencionar uma tal de Pinky e suas roupinhas. Serafin não gostou de início, é verdade, mas talvez fosse devido à sua alergia, não exatamente por não gostar de acessórios. Se havia algo que o urso azul apreciava era moda. -Serafin diz que não se importa em vestir algumas roupas, desde que… Nós possamos escolher o material, o pelo dele é bem sensível a algumas coisas e processos. - Por instantes, o esguio e adorável menino de feições delicadas pensou um pouco, incerto se por acaso teria falado demais como das outras vezes, questionando até mesmo seu ursinho de pelúcia. Mas então, novamente criando coragem e encarando Lúcifer com um novo sorriso, enquanto estendia o saco plástico com compras em sua direção, lhe mostrando o conteúdo. Que, na hora, nada mais era que simples materiais de manufatura. -Se quer um ursinho, posso fazer um para você. Que tal um coelho? Um elefante? Acho que um porquinho também seria divertido. Posso fazer qual você quiser! - De certa maneira Lothar sempre ficava eufórico e elétrico quando falava de bonecos. Mas quem poderia culpar o filho de um artesão de brinquedos por isso? Só a maioria da população… Se acalme, Lothar. Se acalme. Repetiu para si mesmo, respirando fundo.

    -Quer dizer…- Ele parou, com as bochechas um pouco rosadas, a ponto de ficar adorável como alguém muito mais novo do que ele mesmo. - Posso pedir para os meus pais me ajudarem a fazerem um… Minha família tem uma loja de brinquedos, e meio que ainda estou aprendendo a fazê-los, mas minha irmãzinha sempre diz que faço bonecos bonitos, é só me dizer como quer ele, que podemos te arranjar um, não é Serafin? - Por fim, Serafin apenas resmungou, insatisfeito. Ele não confiava naqueles dois, muito menos sabia por que Lothar se oferecia a ajudá-los. “Seu menino” era inocente demais.

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Lothar Theodor Zahkliisos
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Re: Marché aux puces

MensagemItalia [#184829] por Lúcifer Holtreman » 10 Jul 2018, 10:40

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- Espero que você goste de lá. E tomara que você venha para nossa mansão. - Comentou com alegria a resposta de Lothar sobre a transferência de escola. Ela já havia ouvido falar dessa outra academia mágica, mas não conhecia bem o suficiente para iniciar um diálogo sobre isso, além do mais, parecia que o garotinho não estava muito interessado em falar sobre essa tal mudança. De toda forma, Lúcifer tinha certeza de uma coisa: Beauxbatons com o Pietro seria outra coisa e, muito provavelmente, bem divertido. Por alguma razão, sabia que tudo ficaria mais fácil, até porque, não seria a única nascida trouxa. Dava uma tranquilidade maior para a italiana e, mesmo que o novo colega não fosse pertencente a deusa mãe, sabia que ainda seria amiga dele. Independente disso, ela não conseguiu conter um riso, mesmo cobrindo os lábios com as mãos, quando o quartanista reclamou da senhorita Isabelle. Nossa protagonista imaginava que as coisas que a professora fazia, nunca foram feitos com maldade, afinal de contas, ela mesmo sofria muito quando o assunto era manter etiqueta com os bruxos. Sobre as roupas? Bem, não corria o risco de sofrer nas mãos da mulher, já que existia outro serzinho capaz de torturá-la com as vestes. Suspirou por fim, lembrando que Pinky não era capaz de maltratá-la, somente tinha um TOC bem difícil de cuidar, mas que já havia acostumado.

O engraçado de falar com meninos mais novos, era que por mais estranhos que eles poderiam parecer, para Luci, não passavam de fofos e com uma imaginação gigantesca. E isso era algo que ela super apoiava, principalmente porque a criatividade sempre podia ser representada com um dom maravilhoso, algo que impressionava a garota. Talvez ter dito sobre o dom de Pinky não tenha sido uma boa ideia, já que Pietro e seu mascote Biscoito não pareceram gostar tanto assim da ideia dos ataques da melhor amiga rosada.
- Quanto a isso, não precisa morrer! Deus me livre! Basta manter Biscoito longe dela, e duvido que ela vá fazer alguma coisa realmente ruim. - Tratou de acalmar os ânimos dos já conhecidos, dando de ombros antes de sorrir para o menininho de olhos claros. - Ah, quanto a isso, tenho certeza de que Pinky vai adorar! Só passar as informações para ela e pronto. - Já imaginava que Lothar e Serafin fossem se dar melhor com a francesa do que imaginava e isso era realmente bom. Afinal de contas, quanto mais tempo gastando com outras pessoas, melhor era para Lúcifer. Não que fosse de maldade, mas a italiana somente não gostava de virar modelo para a colega de mansão por horas e horas. Tudo era somente questão de gosto.

Bem no fundo, nossa protagonista sabia que Lothar podia não confiar totalmente nela, uma coisa que já havia acostumado quando ajudava a cuidar dos mais novos na igreja. Por isso, ela precisava mostrar que não faria nenhuma maldade. Tentou não ignorar a ideia de Pietro, e foi quando teve uma ideia que poderia facilitar ainda mais a confiança. Além do mais, não queria jogar uma responsabilidade ou trabalho nas mãos do recém conhecido. Ela não achava isso justo, porque, ele parecia legal demais e não queria passar uma terrível visão de si.
- Eu acho que a ideia de fazer um amiguinho maravilhosa e, se vocês fossem comigo comprar todas as coisas que precisamos para montar um colega e você, Lothar, nos ensina a fazer? Tenho certeza que você seria um ótimo professor.- Manteve um sorriso no rosto, gentil e animado, torcendo para que não recebesse uma negativa. - Não sou tão boa assim com coisas de artesanato, assim como Pietro, mas tudo que é feito com os amigos valem a pena, certo?- E assim que terminou de falar, bagunçou a cabeleira do companheiro de mansão, abrindo ainda mais o sorriso. - Ah, eu gostaria muito de ver seus bonecos, assim como conhecer a loja dos seus pais. Você me levaria lá, Lothar? Mas cuidado, não pode ter pudim ou o Pietro vai devorar tudo! - E, claramente, para mostrar que não passava de brincadeira essa última parte, começou a rir.
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Re: Marché aux puces

MensagemJapao [#190397] por Akishino Ulysses » 16 Abr 2019, 09:50

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    Para começo de conversa, minha irmã estava super feliz porque não tinha lhe decepcionado na escola, mas sentia que se ela soubesse do que os miseráveis haviam feito naquele ano, provavelmente ela ficaria chateada! Não posso dizer até hoje se aquilo, segundo Grace e Lote, foi um ‘porre’ ou se apenas fiquei feliz! O importante é que Summer parecia ter chegado ao final do ano melhor e isso me deixava feliz, Alex agora era o namoradinho dela, já estava acostumado com os doces de Elise e seu namoradinho e... Véi... Na moral, a pior coisa foi ver a Sarah se formando e indo para longe, era uma veterana que adorava! Fora isso... Bom, o ano fora como qualquer outro e com um diferencial: Cath e eu trocávamos cartinhas e sentia forte vontade de tê-la comigo.

    Muita coisa estranha acontecia comigo, alguns momentos as meninas se aproximavam e o nível de meu constrangimento era enorme quando algo se manifestava involuntariamente; obviamente algumas das minhas amigas que notavam zombavam daquilo ou me tranquilizavam... Bem como algumas idas à enfermaria e papos com alguns veteranos puderam salientar que aquilo era o começo de uma ‘necessidade primária’ e que provavelmente saciaria no banheiro, pois é, meus banhos ficaram mais longos porque precisava gastar tamanha energia! E fora essa bomba explodindo em todo o meu corpo a preocupação maior era em minhas amigas lá em outra escola.

    - Melhor parar de beber isso. – Entregara para meu irmão mais velho o copo de suco de cheiro forte e gosto rasgante. Naquele começo de férias passara um tempo no palácio imperial curtindo um pouco meu pai e deixando Raven de lado. – Bebe mais um pouco, mano! – Insistia o mesmo e por algum motivo, recusara firmemente negando com a cabeça balançando de um lado ao outro. – Se sua mãe descobrir, ela vai me punir e meu pai não ficará satisfeito. – Explicara. Sempre era o Castiçal dos miseráveis, o protetor de Lothar, um calouro da escola, o protetor dos meus irmãos e amigos, mas tomar sempre era cansativo. E... Quando sentia-me mais solto, como estranhamente sinto-me agora, após tomar esse suco esquisito, é cansativo bancar o demônio ruivo enrustido.

    Algumas horas passaram até sentir que estava limpo, principalmente pela pontada sutil na lateral das pestanas evidenciar que a cefaleia já chegara. Aquele tempo minha família era revigorante e tranquila, também me ocupava tempo suficiente para passar alguns dias ou semanas sem mandar coruja para Cath. O que infelizmente, lembrava que sentia um incômodo quando lembrava da lufana... A queria por perto, aquela distância era ruim e de alguma forma, ela não mandava coruja com tanta frequência como antes... Será que foi uma paixonite? Será que ela está com alguém lá? E... Será que Lote, Alex, Summer, Elise e todos os outros estavam certos o tempo todo?

    Algum tempo passara e fora para Raven no final de semana, minha irmã parecia levemente estressada, talvez fosse o trabalho, ou sei lá, mas sentia que precisava de um apoio. – Se quiser falar... – Coçava a nuca encarando-a enquanto caminhávamos nas ruas do vilarejo. – Benjamin tem tido algumas demandas mais difíceis e choques de opiniões. É um garoto com potencial, mas tem uma personalidade muito forte e isso, desgasta. – Explicava abertamente, as mãos desciam para minha jaqueta ficando quietas por alguns passos. Os ombros subiam levemente e meus lábios murchavam com um bico. – Bom... – O corpo voltava ao estado menos expressivo de antes, - Se está tão ruim assim por quê não sai? Ou... Por que não conversa com ele? Sabe, procurar resolver? Algo meio clichê, eu sei, mas nada que uma opção mais óbvia não seja útil! – Explicava. Raven ficara por alguns minutos pensativa ao meu lado e logo concordara, mas rapidamente mudara de assunto perguntando sobre Cath.

    - Não sei, talvez nos encontremos naquele evento especial que estão anunciando em todos os lugares... – Olhava reto e inexpressivo sentindo os pés pesados. – Tenho pensado sobre aquilo que você disse, saca? Não a pedi em namoro e... A distância... E esses rituais... E... – Respirava profundo. – Ainda é tudo muito estranho, admito que às vezes não queria ser eu Raven... – Desabafava. – Por que não Uly? – Tipo, sinto que, sei lá, deveria largar meus princípios e filosofias já que ninguém segue eles também, sabe? Jogar tudo para o alto? –Soltava. – É tipo, dizem que se você gosta de alguém tem que ser fiel àquela pessoa, mas todos te falam e te azucrinam falando que só eu sou o ‘trouxa’ da história... Igual quando Elise me alertou de alguns calouros, que estavam apenas se aproveitando de mim porque estava sendo bonzinho demais... Aí você é certinho e todo mundo te sacaneia... É como se você tivesse de ser o dilema: ou você sacaneia, ou você é sacaneado. – Raven apenas me encarava.

    - Você sente exatamente o quê pela sua amiga lufana? E... Não acha que é novo demais para ter tantos conflitos internos assim? – Dera de ombros, não sabia mais se estava certo ou errado, apenas era. – Gosto muito dela, meu corpo parece um imã por ela e... Dá vontade de falar o mundo à ela, sei lá, me sinto bem... É diferente de todas as outras pessoas. – Tagarelava.– E me sinto bem com ela. – Raven fizera uma careta seguido de um sorriso. – Não é porque você sente falta da sua mãe, de mim e da sua outra irmã? – Olhara ao redor e as pessoas caminhando sentindo-me incomodado com aquilo. – O que você está buscando nela? E outra, nada te impede de ficar com outras garotas, porque você não relaxa mais e não cede às suas necessidades fisiológicas? - Aconselhara.– Por que você apenas não curte e relaxa como seus amigos lhe falam? Acredite, vai se sentir bem melhor do que sendo esse vovô de trezentos anos. – Chutara uma pedra no meio do caminho.– Tentarei... – Sentia um peso enorme nos ombros.
    - Uly, encontra uma menina da sua idade, beija, fica, namora e, claro, com responsa, faça sexo... Se liberta... Não precisa temer o que tem aí dentro, apenas deixa sair, sabe? – As palavras de Raven saíam como tentação para o demônio ruivo em meu âmago, deixa-lo sair depois de tantos anos me contendo e aprisionando parecia ser algo muito absurdo, mas de alguma forma, sentia que às vezes ela tinha razão. – Tentarei... – E assim caminhávamos pelo vilarejo em busca de uma amiga da Raven.





todos os miseráveis citados e um resuminho brevissimo do ano do uly. -q
Uly está em igual no ano escolar com os miseráveis -q ou a maioria dles -q.
Saudade de por ele aqui <3 saudade dos miseráveis!
Akishino Ulysses
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Re: Marché aux puces

MensagemCroacia [#192966] por Minnie Stankovački » 06 Jul 2019, 22:36

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A mais nova da família Croata gostava muito dos irmãos mais velhos. Pareciam incontáveis em sua casa, mas sempre eram muito amorosos com ela. Talvez não tanto com Morgan, mas a mais velha preferia mesmo a distância pela maneira como havia sido criada. Os costumes asiáticos, misturados com o oriente em Minnie e Morgan pareciam ter tornado-as levemente diferente dos outros em Beauxbatons. Ambas de traços asiáticos, faziam sucesso ao explicar aos amigos e claro familiares que seus detalhes tão peculiares vinham de sua mãe, casada com o pai de Minnie. A última dos Stankovackis, era aquela que havia sido mimada mais que o normal. Gostava de estar correndo entre os maiores, fazendo perguntas, aprendendo mais de um idioma, buscando entender a dinâmica familiar acima de qualquer outra coisa. Ainda mais quando a vó era uma mulher assustadora para os mais velhos que odiavam a ideia de sequer se aproximar dela nos períodos fora dos aniversários e eventos normais. Mas, quem diria que Minerva não seria além disso?

Sorriso fácil, brincadeiras e gentilezas, fizeram com que ela caísse na Morrigan mais pelo fato de não ter medo de lutar pelo que queria. Seu talento com a dança não era levemente apreciado pela família, mas nunca reclamaram de sua eterna paixão pelo The Royal Dixies que a fazia estar muito ocupada para qualquer coisa na vida. Ser uma fã de um fã clube era muito difícil e sempre precisava se lembrar de que tinha milhares de detalhes para cuidar e, com isso, aprendera a ser uma ótima Organizadora de Eventos! É claro que seus pais ainda não sabiam dessa novidade e precisava usar como desculpa sua ótima capacidade com musica e animais que está trabalhando com Morgan recrutando maravilhosos animais pelo mundo. Mas, por culpa de Madeleine Wolters, a jovem era apaixonada por criar todos os tipos de festas e cada detalhe lhe era essencial. Estava mais em casa, auxiliando com a vó e isso a ajudava a ter melhor network e quem sabe um ótimo emprego entre a indústria que fazia isso super bem.

- Eu vou me atrasar! Anna vai acabar comigo! - Comentou enquanto terminava de fazer as suas unhas. Mesmo que fosse uma extraordinária Metamorfomaga, ela sempre amava o jeito simples das coisas em seu corpo. Ela não conseguia adicionar pedraria às unhas ou aquele extra brilho em seus ombros que só vinha de Vitamina D. Sacudiu os dedos, na esperança que secassem mais rápido pois da última vez que optara por fazer uma aparatação todas elas ficaram zoadas - Seca, seca rapidinho! Por Morrigan. Anna vai acabar comigo! - Puxou a bolsa, agradecendo por já estar vestida há horas e devido ao tênis, conseguia caminhar rapidamente por todos os corredores da casa dando tchau a todos. Ela devia achar um lugar para ficar, mas o dinheiro que ganhava não era suficiente ainda e, por isso, precisava lembrar-se de constantemente de guardar. Mas como guardar quando seus irmãos adoravam gastar? Orou pelas deusas para que nada de errado acontece e logo se viu em meio ao comum mercado Francês.

- Anna! - Acenou a irmã, checando com milagre que nada havia se desfeito. Sorriu a ela e riu - Como está linda hoje! Está pronta? Eu quero dar conselhos de roupas. - Completou, sabendo que dinheiro não teria para gastar, mas poderia ajudar a irmã a ter bons detalhes de roupas. Pensou em falar de Morgan, mas conhecia bem os outros para saberem que Morgan nem sempre era welcome. - Vamos!


with anastasia
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Minnie Stankovački
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Re: Marché aux puces

MensagemCroacia [#192968] por Anastasia Stankovački » 07 Jul 2019, 07:28

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Família
Capítulo I


Os passos apressados da filha mais nova de Geneviere ecoavam pelo apartamento extremamente limpo da metamorfomaga. Estava trabalhando em terminar algumas coisas antes que pudesse encontrar Minnie, a mais nova da família Stankovački. Podia admitir as vezes que gostava mais dela que dos mais velhos, por muitas vezes durante a infância, eles tinham sido irritantes e implicantes. Isso não queria dizer que os amava menos, só que preferia vê-los com menos frequência. Família era família acima de tudo.

Parou diante de uma figura jogada no sofá dela. Sua expressão passava de algo calmo para um tanto irritada. Mesmo que não com intensidade o suficiente para fazer com que houvesse qualquer alteração em seu visual. - O que você ainda está fazendo aqui? - Disparou para Jesse, um homem de cabelos castanhos encaracolados e olhos verdes penetrantes. O tinha conhecido enquanto estudava em Durmstrang. Era seu melhor amigo, mas isso não queria dizer que o queria ali o tempo todo (talvez não devesse ter dado uma chave a ele). O observou espreguiçar completamente despreocupado. - Estava entediado e sozinho e pensei que poderíamos fazer alguma coisa.- Recebeu um sorriso deste. Era incrível o quanto ele não ligava para as irritações de Anastasia. Talvez a convivência o atraísse bem para dentro do escudo que ela cultivava. - Não, eu vou sair e você vai pra sua casa.- Jogou uma almofada nele. - Eu já falei para você que vou sair com a Minnie hoje e, não, você não pode ir junto. - Gostava muito dele, só não queria misturar suas vidas.

Tinha a vida familiar onde se relacionava com as pessoas da família, a vida pessoal que era muito bem guardada em seu aparatamento recém adquirido. E a vida profissional que estava atuando numa área que nunca achou que atuaria. Usar de sua beleza natural para ganhar dinheiro era algo que nunca tinha pensado em fazer enquanto estudava em Durmstrang, mas que pareceu tão certo na primeira vez que lhe foi oferecida a oportunidade. - Tchau, Jesse. - Disse, sem paciência, para ele. - De noite a gente sai.- Não era assim tão dura com ele. Gostava do melhor amigo irritante e invasor de espaço pessoal. - Claro, claro, também te amo, agora vaza. - Lançou um sorriso a ele antes de voltar seu caminhar apressado para o próprio quarto.

O olhar rápido no relógio em cima da escrivaninha a fez se apressar. Não queria chegar depois que a outra garota no local onde haviam combinado de se encontrar. Gostava de ser uma pessoa pontual. Parou para admirar-se diante do espelho de corpo inteiro por um momento. Sua roupa estava boa o suficiente. Talvez faltasse um pouco de maquiagem. Foi cuidar disso em sua escrivaninha que tinha um espelho próprio para maquiagem em cima. Um pouco de base, pó, delineador, rímel e outros produtinhos depois… Anastasia sorriu para sua imagem no espelho, satisfeita com o que via. Estava pronta para encontrar a irmã.

Alargou um sorriso quando viu a irmã mais nova chamar por ela. Era bom vê-la, ainda mais quando pretendia gastar um pouco (ou muito, nunca se sabe como a vontade de gastar pode atacar). - Você também está linda. - Contatou, observando a irmã. - Vou adorar uns conselhos. Mas podemos comprar algo para você também.- Deu o braço para ela. Às vezes gostava de andar assim juntinha. Era quase mais divertido num dia de compras. - E aí...Como estão as coisas em casa? - Perguntou, era sempre bom saber.


Interacting with: Jesse (NPC); Minnie Stankovački
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Re: Marché aux puces

MensagemCroacia [#192974] por Minnie Stankovački » 07 Jul 2019, 20:06

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Os cabelos coloridos nunca enganavam Minnie quando precisava procurar pelos irmãos queridos. Pegou o braço de Anna e riu com a ideia de comprar algo a ela. Por enquanto, poderia viver com o que tinha e quando sua ideia de vida der muito certo, ela poderia com certeza comprar tudo o que queria do mundo. - Hoje pensei em dar um banho de loja em você, Ana! Com certeza ficará ainda mais bela! - Caminhavam pelo espaço que haviam muitos vestidos e peças de roupas diversas pensando qual seria a primeira loja a irem - Ando meio chata com roupas, talvez eu compre algo. Mas vamos ver! - Piscou a irmã enquanto tentava enrolar sobre a resposta à pergunta dela da família. Os pais gostavam de dizer que sentiam falta dos filhos que estavam espalhados pela Europa e pouco apareciam em casa. Em contrapartida, preferiam eles distantes pois podem viver sempre de lua de mel – o que era sempre muito nojento.

- Ah, eles estão bem. A vovó que tende a ser a chata do rolê, mas normalmente ela me deixa fazer o que eu quiser. Morgan tem estado bem mais fora de casa por causa do resgate das Occamis que ela precisou ir - Ergueu os ombros, observando os espaços sem prestar muita atenção no que exatamente procuravam. Falar da familia para a morrigana era sempre algo divertido, mas tendia a não comentar muito sobre, pois as pessoas queriam sempre extrair infos dela. Como agora. Podia amar do coração Anna, mas sabia bem que os irmãos não iriam visitar os pais, muito menos o tio - Mas vovó tem estado mais doente que o normal, porém não sei se é pela frente fria que ela pegou enquanto andava nos nossos cavalos alados ou algo similar. Papai e minha mãe estão bem, eles viajaram de novo para algum país paradisíaco durante este último mês, então com certeza vovó está brigando. - Riu, pensando em quantas noites ficou conversando com a senhora de olhar frio na esperança de que ela lhe desse mais dinheiro e foi completamente sem sucesso.

- Mas e você? Como é o novo apartamento? Preciso um dia te visitar. Com certeza os detalhes devem estar impecáveis. - Falava isso com honestidade, já que conhecia bem o bom gosto da irmã e preferia muito quando ela colocava a mão em tudo que fosse de decoração. Eram poucas experiências onde ela tinha sido horrível e, mesmo assim, tinham conseguido encontrar solução para resolver os problemas. - Olhe aquela loja de vestidos longos! É a alta moda na Croácia agora. Quer ir ver? - Já a empurrando para dentro da loja enquanto observava com muito cuidado uma saia de alta costura que seu bolso não poderia pagar, mas ela poderia com certeza testar. - E o trabalho? Conte-me tudo como é trabalhar com Mlle Revolverheld!


with anastasia
usando isso
Tons de cabelo normal <3
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Re: Marché aux puces

MensagemCroacia [#192984] por Anastasia Stankovački » 08 Jul 2019, 02:16

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Família
Capítulo II


Não era segredo para ninguém na família que Anastasia gostava dos seus cabelos naquele tom loiro com mechas lilás bem clarinho. Por que escolher uma cor chata e monótona quando sua condição genética lhe permitia ter a cor de cabelo que desejasse? Mesmo em seus trabalhos como modelo, não tendia ao normal da maioria das pessoas. Queria se destacar entre multidões. Era errado isso? A jovem acreditava que não. Sorria um pouco para a irmã caçula - Um banho de loja dos maravilhosamente bem. Estou mesmo enjoada das roupas que tenho em casa. - Sempre era um momento oportuno para novas roupas, ainda mais que seu emprego atual lhe obrigava a acompanhar um pouco as novas tendências do mundo da moda. Fosse o trouxa ou o bruxo. E ultimamente via muita influência dos trouxas na moda bruxa, o que era algo positivo, porque aquele visual clichê de capas feias não dava para aguentar. Olhava distraidamente vitrines pelas quais passavam batido. Se perguntava o que Minnie tinha em mente para começar o dia de hoje.

Enquanto refletia sobre se iria comprar sapatos novos ou não (até porque seu closet já estava repleto deles, alguns ainda não utilizados), a irmã começou a falar sobre a família. Voltou sua atenção a ela, prestando atenção. A matriarca da família Stankovački ser a chata do role não era novidade nenhuma. Ela estava sempre implicando com alguma coisa, ainda mais depois que o pai se casou com aquela mulher de origens asiáticas há tantos anos atrás (e como a garota tinha apenas três anos de idade na época, era praticamente sua vida toda com uma avó extremamente implicante). Podia dizer que não poderia se importar menos com a informação sobre Morgan. Ela não era nada mais do que a enteada do pai, ou seja, não era nada de Anastasia. O que fazia tanto ela como os irmãos mais velhos terem certa implicância com a mulher. Mas preferia não comentar nada com a irmã ao seu lado porque ela não gostava que os irmãos implicassem com a irmã dela. Justo. Por mais que implicassem entre si, os Stankovačkis não deixavam que fizessem o mesmo aos irmãos dele. Talvez Minnie tivesse puxado esse lado deles.

Fez uma careta quando a garota comentou sobre a avó. Pensava em quanto drama essa senhora já havia feito por causa do casamento de Johannes e mesmo depois de tanto tempo, ela não parecia aceitar aquilo nem um pouco. Será que essa suposta doença não era mais um drama relacionado a viagem 26373828 de lua de mel do casal? - Tem certeza que ela está ruim? A vovó tende a ser um tanto exagerada, principalmente quando papai viaja com sua mãe. - Por mais que a segunda esposa do pai fosse a única representação de uma mãe que ela conhecia, por ser tão pequena quando ela chegou, nunca a chamou de mãe. Não a considerava como tal e acredita-se que isso era influência dos mais velhos, eles nem sequer gostavam dela. Anny até que gostava, mas não a trataria por "mãe". Ainda mais porque a senhora que era sua avó teria um ataque se ouvisse qualquer um deles tratando ela como se fosse uma mãe mesmo. Velhinha adorável, não? - Aposto que tudo isso vai passar depois de um drama bem dramático na frente do papai sobre o quanto ele abandona uma "pobre senhora tão debilitada".- Era maldade falar assim? Talvez um pouco, mas via tanta verdade nisso por ocasiões anteriores.

Olhou por um momento um vestido em uma vitrine, se imaginando no lugar daquele manequim que o sustentava, achava que esse ficaria bem nela… Mas como esse dia se tratava de testar as habilidades de Minnie na moda, deixou passar. - Meu apartamento novo é ótimo. Você vai adorar. É bem grande. - Pensou em comentar a quantidade de quartos que tinha, mas deixou para lá por ora. - Podíamos fazer até uma festa do pijama com todas as meninas da família. - Que não incluía Morgan, mas não disse. Talvez sua ênfase na palavra família fosse o suficiente para ela entender o que a croata queria dizer.

Por fim, sua atenção foi atraída para a loja v.os vestidos longos que a irmã comentou. Foi com ela, porque meio que não tinha escolha. Não tinha tido bem a oportunidade de analisar se os vestidos eram de fato bonitos já que foi imediatamente arrastada até lá, mas confiaria no bom gosto de Minnie. - Claro, já que você destacou assim essa loja com tanta ênfase. - Riu um pouco, parando no interior. É, via bastante potencial ali. Parecia um bom lugar para deixar parte do seu salário de modelo. - Eu estou amando o trabalho. Mlle. Revolverheld tem feito umas peças incríveis ultimamente, você iria amar ver. E, claro, ela é uma modelo incrível. Já me deu várias dicas bem valiosas. Talvez quando você for lá em casa, posso te mostrar algumas fotos do último trabalho que fiz. Você iria ficar doida com aquelas roupas. - Passava os olhos por alguns vestidos cujas cores lhe agradavam. - Então… O que você acha que eu deveria provar primeiro? Vou confiar totalmente no seu gosto hoje. - Achava divertido isso.


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Re: Marché aux puces

MensagemCroacia [#193125] por Minnie Stankovački » 13 Jul 2019, 15:41

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Ouvir as ideias de Anastasia era um tanto estranho. Não que vovó fosse a melhor mulher do universo, mas também havia aprendido a tirar dela o melhor que podia para conseguir o que queria. Dinheiro, presentes, alguma coisa nova que ninguém mais dos mais velhos tinham. Se ultimamente ela estava mais reclusa no quarto, implicava também que algo estava errado. Ela não queria mais informações ou que Minnie virasse a fofoqueira da família, contando tudo em troca de alguns bons trocados ou presentinhos novos. Uma vez ela ganhou o benefício de saber de alguma novidade antes dos outros e, com isso, desapareceu do dia da briga com Morgan com sucesso. Por isso, com a pergunta da outra ela somente ergueu os ombros consciente de que talvez não fosse o melhor a se fazer, porém não tinha uma resposta melhor para dar. - Eu a tenho visto tossindo muito nos últimos dias e mesmo que papai e mamãe estejam viajando, ela tem tomado mais poções que o normal. Estes dias eu tenho certeza que ela estava com febre. Acho que ela sobreviveria a um tufão, mas é bom ficarmos de olho. - Encarou a outra com um sorriso gentil nos lábios e riu sobre a sugestão da irmã mais velha sobre como as coisas voltariam a melhorar. Mais uma vez veio um erguer de ombros, como se as respostas desaparecessem da boca da mais nova.

- Ou não. Aquela lá uma hora vai morrer. Não há pedra filosofal suficiente para ela ficar gastando com a própria eternidade. Seria burrice. - O olho da metamorfomaga estavam exatamente em um vestido que faria a irmã ficar ainda mais bela do que era. Procurava exatamente por um atendente que pudesse ajudar e que as deixassem ter acesso as suas peças exclusivas - É mesmo? Precisamos fazer algo! Eu adoraria! - Tanto que ela já entendia bem o recado quando falavam familia. Normalmente, ela fugia e tentava escapar, mas como Morgan estava viajando e provavelmente somente descobriria quando voltasse não parecia ser tão ruim. - Tem um espaço para você colocar todas as suas roupas? Ou ainda está trabalhando nisso? Esse aqui, Anny! Esse! - Bateu as mãos juntas enquanto caminhava até o tecido, garantindo que estivesse feito da forma correta e se ficaria realmente bem no corpo da irmã como imaginava que ficaria. O tecido era bordado do cropedd e a saia tinha um tecido transparente por cima e embaixo uma saia mais justa de tom neutro. As cores combinavam perfeitamente com o cabelo da irmã no dia. - Eu acho que para uma noite de gala e um dia ideal no verão seria o seu go go. Preciso do número tal para este vestido e um salto quinze, por favor. - Pediu a assistente que logo correu para pegar.

- Mlle Revolverheld fazia várias coisas na escola! Às vezes, ela nos usava de modelo e podíamos nos divertir com suas roupas novas e diferentes estilos de moda. Era muito bacana - Suspirou. - Eu sinto falta dela, porque no fim das contas quem nos entendia era ela. De vez em quando até não aguento minha mãe falando do meu estilo. Tenho culpa se fui criada pela melhor pessoa com estilo? - Ergueu os ombros com um sorriso divertido e logo pegando o vestido e dando a irmã. - Vou buscando outros. Acho que um curto será um ótimo pedido, me dá dois minutos e já te encontro para um desfile particular. - Piscou e correu para um vestido que viu de renda branco bege.


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